Nunca tive coragem de terminar esse relato, porque como foi real, não tenho boas lembranças, pelo menos naqueles momentos da nossa juventude, a coisa tava escapando das minhas mãos, mas a Lau tava cada vez mais segura de si.
Tentei cortar essa parte das massagens ou esticar o máximo que pude, mas meu tesão tava ali presente, e eu quase forcei ela a ficar com um cliente do banco, que dava em cima dela toda vez que ia. Ela aceitou porque o cara parecia interessante, mas foi um desastre na cama, não funcionou e ficou só nisso.
Por um tempo não insisti no assunto, mas agora, quando a gente transava, sempre na minha mente a ideia de que eu não satisfazia ela o suficiente. Todos os cornos mansos pensam a mesma coisa, talvez a gente tenha razão, nunca vamos saber, mas o que é certo é que tem um denominador comum: nossas mulheres são gostosas e muito putas na cama.
Era nisso que a Lau tinha se transformado, depois do massagista, que a gente não via há mais de um mês, até que uma noite, transando como loucos, no meio do tesão, perguntei se ela sentia falta dele, e ela disse que sim, que ele tinha uma rola linda e sabia comer ela gostoso. Isso ou me desmonta ou me excita, vocês decidem.
O fato é que no dia seguinte, ao meio-dia, quando a gente normalmente falava no telefone, eu pedi pra ela marcar um horário com o massagista, mas eu queria estar presente, essa era a condição. Ela respondeu: "Depois vejo, beijos." Naquela noite a gente transou de novo, eu tava alucinado, e no meio da foda ela disse: "Marquei com o massagista pra quarta-feira, às 18h, ele nos espera." Falei que você queria estar presente, e ela disse que achava ótimo.
Quem nos recebeu foi outra pessoa, um cara moreno, magro, não muito bonito, mas me chamou a atenção os músculos que ele tinha, principalmente nos braços. Ele mandou a gente entrar e disse: "Sentem-se. Roberto já vai atender vocês, ele tá com outro paciente, já tá terminando." E foi embora. Ficamos na sala que servia de recepção, era a primeira vez que ele não nos atendia no horário. Sai um homem grande, Roberto, ele cumprimenta e fala: até semana que vem. Ele se aproxima, cumprimenta nós dois com um beijo no rosto.
Ele: já estava com saudades, o que houve, muito trabalho
EU: é, verdade, saímos muito tarde e não tínhamos tempo
ELE: uma pena, porque a Laura já estava bem melhor das dores dela, vou ter que começar de novo
L: bom, se o senhor diz.
EU: você tem um ajudante agora?
ELE: sim, é o Carlos, ele me ajuda e aprende, tenho muita gente e com o clube. Às vezes não dou conta do tempo
EU: ah, ele é massagista também?
ELE: na verdade, estou ensinando ele, ele olha e vou explicando, agora vou chamá-lo
Nisso tudo, a Laura já estava com a calcinha sexy que colocou e o sutiã transparente, bem na vibe de "quero pica".
Ele chama: Carlos, vem cá, começa com a senhora que eu vou te guiando
O cara era mais alto que o Roberto, mais magro, e logo passou óleo nas mãos grandes e ásperas, segundo a Laura me contou depois, e começou a massagem
Roberto ia indicando: assim, muito bem, as panturrilhas, como te ensinei, isso aí, muito bem. Os ombros são muito importantes, e assim o cara foi passando o óleo todo pelo corpo da minha esposa
Ele estava nas pernas, e eu já com o pau duro pra caralho, coisa que o Roberto percebeu na hora, fez sinal pra eu ficar tranquilo, e eu já estiquei as pernas porque o pau tava no talo.
Laura, o Roberto fala: quer que o Carlos passe o óleo redutor em você? Sabe que esse é sempre um complemento grátis
Ela, claro, disse que sim
O tal do Carlos, os olhinhos brilhavam, tirou a calcinha dela e apareceu em todo o esplendor a bunda linda da minha esposa, ela já estava nua, ele começou a passar o óleo, mas era bem mais tímido que o Roberto, então massageava devagar, mas vendo isso, ele fala, como quem ordena: vira que hoje começa pela frente. Ela, sem dizer nada, virou e apareceu a buceta peluda da Laura, ela tava entregue demais, o volume que apareceu no tal Carlos foi foda, ele começou com o óleo pela barriga, desceu e colocou mais nas mãos e começou direto pelas cadeiras e dali pra buceta de uma vez, ela abriu as pernas, e acabou a massagem.
Carlos se abaixou e meteu a língua sem parar, Laura já não gemia, gritava. Roberto já tinha ficado pelado, e Carlos com uma mão foi tirando a roupa. Quando abaixou a cueca, apareceu um pau preto, impressionante, maior que o do Roberto, e o dele já era grande. Comecei a bater uma quando o negro subiu na maca e quis meter de uma vez, claro que não entrava. E aí apareceu Roberto com óleo na mão, passou bem, se abaixou e só falou no ouvido dela: aproveita.
Vi por trás como aquele pedaço entrava, primeiro só a ponta, depois de 10 minutos já tava socando fundo e Laura, num grito, xingando ele, falando: tira, não, me dá mais. Foi uma loucura. Eu, claro, não aguentei aquele espetáculo, gozei jatos de porra.
Fui no banheiro me limpar e não quis voltar pra sala de massagem. Fiquei lá fora, vendo a novela da tarde na sala de espera.
Os gritos da Laura eram terríveis. Comeram ela de todos os jeitos possíveis, e com aquelas ferramentas, fizeram o cu dela pela primeira vez, coisa que não deixou ela andar direito por uma semana.
Depois de uma hora e meia, sai Roberto com Laura, com cara de acabada, e me fala: leva ela pra sua casa e manda ela fazer banhos de buceta no bidê.
E traz ela daqui 15 dias. Saímos, sentamos no carro, que eu tinha deixado na esquina da casa do Roberto. Ela tava de saia do banco e me disse:
ELA: por favor, passa a língua devagarzinho, tá muito dolorida.
Claro que eu fiz, mas quando vi ela toda inflamada, pensei: não posso fazer ela sofrer tanto só porque sou um tarado.
Procurei outras alternativas. No massagista não fomos mais.
Tentei cortar essa parte das massagens ou esticar o máximo que pude, mas meu tesão tava ali presente, e eu quase forcei ela a ficar com um cliente do banco, que dava em cima dela toda vez que ia. Ela aceitou porque o cara parecia interessante, mas foi um desastre na cama, não funcionou e ficou só nisso.
Por um tempo não insisti no assunto, mas agora, quando a gente transava, sempre na minha mente a ideia de que eu não satisfazia ela o suficiente. Todos os cornos mansos pensam a mesma coisa, talvez a gente tenha razão, nunca vamos saber, mas o que é certo é que tem um denominador comum: nossas mulheres são gostosas e muito putas na cama.
Era nisso que a Lau tinha se transformado, depois do massagista, que a gente não via há mais de um mês, até que uma noite, transando como loucos, no meio do tesão, perguntei se ela sentia falta dele, e ela disse que sim, que ele tinha uma rola linda e sabia comer ela gostoso. Isso ou me desmonta ou me excita, vocês decidem.
O fato é que no dia seguinte, ao meio-dia, quando a gente normalmente falava no telefone, eu pedi pra ela marcar um horário com o massagista, mas eu queria estar presente, essa era a condição. Ela respondeu: "Depois vejo, beijos." Naquela noite a gente transou de novo, eu tava alucinado, e no meio da foda ela disse: "Marquei com o massagista pra quarta-feira, às 18h, ele nos espera." Falei que você queria estar presente, e ela disse que achava ótimo.
Quem nos recebeu foi outra pessoa, um cara moreno, magro, não muito bonito, mas me chamou a atenção os músculos que ele tinha, principalmente nos braços. Ele mandou a gente entrar e disse: "Sentem-se. Roberto já vai atender vocês, ele tá com outro paciente, já tá terminando." E foi embora. Ficamos na sala que servia de recepção, era a primeira vez que ele não nos atendia no horário. Sai um homem grande, Roberto, ele cumprimenta e fala: até semana que vem. Ele se aproxima, cumprimenta nós dois com um beijo no rosto.
Ele: já estava com saudades, o que houve, muito trabalho
EU: é, verdade, saímos muito tarde e não tínhamos tempo
ELE: uma pena, porque a Laura já estava bem melhor das dores dela, vou ter que começar de novo
L: bom, se o senhor diz.
EU: você tem um ajudante agora?
ELE: sim, é o Carlos, ele me ajuda e aprende, tenho muita gente e com o clube. Às vezes não dou conta do tempo
EU: ah, ele é massagista também?
ELE: na verdade, estou ensinando ele, ele olha e vou explicando, agora vou chamá-lo
Nisso tudo, a Laura já estava com a calcinha sexy que colocou e o sutiã transparente, bem na vibe de "quero pica".
Ele chama: Carlos, vem cá, começa com a senhora que eu vou te guiando
O cara era mais alto que o Roberto, mais magro, e logo passou óleo nas mãos grandes e ásperas, segundo a Laura me contou depois, e começou a massagem
Roberto ia indicando: assim, muito bem, as panturrilhas, como te ensinei, isso aí, muito bem. Os ombros são muito importantes, e assim o cara foi passando o óleo todo pelo corpo da minha esposa
Ele estava nas pernas, e eu já com o pau duro pra caralho, coisa que o Roberto percebeu na hora, fez sinal pra eu ficar tranquilo, e eu já estiquei as pernas porque o pau tava no talo.
Laura, o Roberto fala: quer que o Carlos passe o óleo redutor em você? Sabe que esse é sempre um complemento grátis
Ela, claro, disse que sim
O tal do Carlos, os olhinhos brilhavam, tirou a calcinha dela e apareceu em todo o esplendor a bunda linda da minha esposa, ela já estava nua, ele começou a passar o óleo, mas era bem mais tímido que o Roberto, então massageava devagar, mas vendo isso, ele fala, como quem ordena: vira que hoje começa pela frente. Ela, sem dizer nada, virou e apareceu a buceta peluda da Laura, ela tava entregue demais, o volume que apareceu no tal Carlos foi foda, ele começou com o óleo pela barriga, desceu e colocou mais nas mãos e começou direto pelas cadeiras e dali pra buceta de uma vez, ela abriu as pernas, e acabou a massagem.
Carlos se abaixou e meteu a língua sem parar, Laura já não gemia, gritava. Roberto já tinha ficado pelado, e Carlos com uma mão foi tirando a roupa. Quando abaixou a cueca, apareceu um pau preto, impressionante, maior que o do Roberto, e o dele já era grande. Comecei a bater uma quando o negro subiu na maca e quis meter de uma vez, claro que não entrava. E aí apareceu Roberto com óleo na mão, passou bem, se abaixou e só falou no ouvido dela: aproveita.
Vi por trás como aquele pedaço entrava, primeiro só a ponta, depois de 10 minutos já tava socando fundo e Laura, num grito, xingando ele, falando: tira, não, me dá mais. Foi uma loucura. Eu, claro, não aguentei aquele espetáculo, gozei jatos de porra.
Fui no banheiro me limpar e não quis voltar pra sala de massagem. Fiquei lá fora, vendo a novela da tarde na sala de espera.
Os gritos da Laura eram terríveis. Comeram ela de todos os jeitos possíveis, e com aquelas ferramentas, fizeram o cu dela pela primeira vez, coisa que não deixou ela andar direito por uma semana.
Depois de uma hora e meia, sai Roberto com Laura, com cara de acabada, e me fala: leva ela pra sua casa e manda ela fazer banhos de buceta no bidê.
E traz ela daqui 15 dias. Saímos, sentamos no carro, que eu tinha deixado na esquina da casa do Roberto. Ela tava de saia do banco e me disse:
ELA: por favor, passa a língua devagarzinho, tá muito dolorida.
Claro que eu fiz, mas quando vi ela toda inflamada, pensei: não posso fazer ela sofrer tanto só porque sou um tarado.
Procurei outras alternativas. No massagista não fomos mais.
3 comentários - Quiropraxista de Lanús - Final