Verão de 2013, meu nome é Martin, sou argentino, tenho 36 anos, sou magro e posso dizer que tenho meu charme, 1,80m de altura, moreno e corpo forte, não posso reclamar da pica que tenho, tem 17 cm e é bem grossa e cheia de veias. Sou separado e trabalho numa empresa multinacional da capital federal da Argentina, um cargo importante, tenho um bom salário e sou bem mulherengo. Depois da minha separação com minha mulher, nunca mais fiquei em um relacionamento sério, gosto da vida que levo porque consigo levar várias mulheres diferentes pra cama com frequência, gosto de todas, as milf e as novinhas, posso dizer que já comi uma vizinha minha do prédio que tem 44 anos até uma mina que conheci na academia que tinha 18 anos e ainda vai pra escola. Eu não faço distinção com as mulheres, adoro todas, todas têm algo que te excita, mas em especial sou fanático por bundas ou rabetões, adoro mulheres que são bundudas e têm uma bunda boa, é minha perdição, e sou bem tarado, adoro ver pornô e se for acompanhado melhor ainda.
Pra não encher o saco de vocês, vou contar o que aconteceu comigo nesse verão. Acontece que na empresa onde trabalho, como presente pela produção que minha equipe conseguiu, os quatro integrantes do meu time ganhamos uma viagem pro Brasil para duas pessoas com tudo pago, mas na época, como eu não tava namorando, pensei em ir com um amigo. Esse amigo me disse que não podia porque as datas não batiam. Segunda opção: pensei em ir com alguma das gostosas que eu tava comendo na época, mas de todas que chamei, por um motivo ou outro, não podiam ir. A questão é que a data tava chegando e eu até tinha desistido de ir acompanhado, ia sozinho mesmo.
Num jantar em família, na casa dos meus pais, estávamos jantando meus velhos, minha irmã e uns tios meus, aí eu comentei sobre a viagem que tinha ganhado, e todo mundo falou pra eu ir mesmo assim, tipo "como você vai desperdiçar isso?" e essas coisas todas pra me animar a ir pra viagem, ficavam zoando porque todo mundo sabe que sou mulherengo, falavam "ah, cuidado com as brasileiras" e essas coisas, já que várias minas me conheceram depois que me separei. Então, depois de ouvir um monte de conselhos, decidi ir pro Brasil sozinho, ia achar alguma coisa pra me divertir, mulher querendo dar é o que não falta no mundo.
Faltava uma semana pra viajar, era mês de janeiro, quando numa terça à tarde fui pra academia da minha irmã, ela é a dona do lugar, pra fazer uma apresentação dela. Ela se chama Fernanda, tem 26 anos, é morena de cabelo liso e levemente ondulado nas pontas, pele morena clara, deve ter uns 1,65, bem magrinha, muito bonita de rosto e com um corpo bom. O que posso dizer de uma mina que aos 21 anos se formou em educação física, e meus pais ajudaram financeiramente pra ela abrir a academia porque não conseguia emprego de professora em colégios? Imaginem uma garota que malha todo dia há uns 5 ou 6 anos. Como falei, ela é magra, cintura fininha, peitos médios, nem grandes nem pequenos, e uma bunda de outro planeta, um rabo grande demais pro corpo dela, redondo, bem carnudo e durinho, durinho, claro por causa da academia. São duas bolas de carne meio separadas no meio que engolem toda roupa que ela veste. Óbvio que na academia vejo os homens não pararem de olhar pra ela, porque ela vive de legging enfiada no cu, que só de ver já te deixa de pau duro. Bom, como falei, nesse dia fui pra academia e minha irmã me disse:
Fer: — Ei, Martin, ainda não arrumou companhia pra viagem?
Eu: — Não, Fer, por quê? Vou sozinho...
Fer: — Ah, sei lá, porque se você não se importar e não achar ruim, eu poderia ir com você. Preciso espairecer um pouco do trabalho e do Franco (era o namorado dela).
Eu: — Por causa do Franco? O que houve, vocês brigaram?
Fer: — Sim, brigamos. Descobri que ele me meteu os chifres o filho da puta, e eu não tô bem, eu amo ele e não quero me separar, mas não sei como fazer pra perdoar ele ter me traído..
Eu:...como assim te traiu, quer que eu fale com ele, encho ele de porrada se eu ver...
Fer:...não, por favor não se mete, não quero mais problemas, só quero esvaziar a cabeça um pouco pra ver direito o que vou fazer...
Eu:...sim, nem duvida, você vem comigo, se apressa pra comprar roupa que a gente vai semana que vem.
Depois de passar aquela semana, viajamos com minha irmã pro Brasil e chegamos no hotel, Florianópolis, tudo era paradisíaco, mulheres gostosas pra todo lado, sol, praia, areia branca, um luxo. Aí quando chegamos no hotel, nos receberam e deram as chaves do nosso quarto. A parada é que quando entramos, eu percebi na hora que tinha uma cama de casal só, já que era uma viagem pra dois, mas minha irmã falou que não tinha problema dormir, que a gente dormiria na mesma cama, afinal era só por uma semana. Bom, a coisa ficou por isso, nos instalamos e eu até aquele momento juro que nunca tinha passado pela minha cabeça fazer algo íntimo com minha irmã, de jeito nenhum, pra mim ela era minha irmãzinha, e eu pensei: "bom, Martincito, se você pegar uma gatinha, vai ter que ir trepar na praia."
No primeiro dia que chegamos, depois de nos instalar, fomos direto pra praia. Eu coloquei minha bermuda na altura do joelho, óculos escuros e uma regata. Quando minha irmã saiu do banheiro, tava um espetáculo, biquíni branco por cima, uns shortinhos jeans justinhos que já marcavam aquele rabão que ela tinha, e umas havaianas de plataforma que levantavam ainda mais a bunda dela, uma puta gostosa, tava linda. Mas repito, até aí eu não pensava nada com minha irmã, só era um homem que percebia que a irmã dele tinha um corpão e, principalmente, uma bunda enorme.
Quando chegamos na praia, alugamos umas cadeiras e minha irmã tirou o short jeans. Aí eu percebi Pra ser sincero, a bunda enorme que a Fer tinha, eu dei uma olhada disfarçada quando ela tava tirando o short e ela tava com uma calcinha fio dental branca tipo brasileira que praticamente enterrava na bunda dela, era fininha atrás e foi a primeira vez que eu via a rabeta da minha irmã com tão pouca roupa, pensei: mas que pedaço de buceta que o Franquito (meu cunhado) come.
Naquela tarde a gente passou super de boa, eu olhando umas gostosas pra todo lado, tomando uns drinks com álcool, minha irmã tomando sol, de vez em quando lia revistas e livros e também a gente conversou sobre tudo um pouco, trabalho, família, projetos, mas não tocava no assunto da separação dela.
Naquela primeira noite a gente decidiu sair pra jantar num restaurante muito bonito, a gente se divertiu pra caramba, verdade seja dita, eu tava gostando das férias com a minha irmã, a gente tinha muita intimidade, nenhum assunto era tabu, a gente até falou de relacionamentos passados e tudo mais, o negócio é que a gente tomou três garrafinhas de vinho e tava bem alterado, voltamos pro hotel e eu perguntei se ela queria tomar uma garrafinha de champanhe no quarto, ela disse que sim, pedi pro serviço do hotel uma garrafa e subimos. Ela vestiu uma roupa confortável e eu também, ela uma calcinha cinza que marcava demais a buceta e a bunda e uma regata, eu fiquei sem camisa e de bermuda, tava calor, a gente sentou no sofá que tinha no quarto e enquanto a gente tomava o champanhe e fumava uns cigarros ela me diz:
Fer:... Martin, como você fez pra se recuperar da sua separação? Pra mim é muito difícil porque eu sinto que amo o Franco, não quero me separar mas também fico com muita raiva dele por ter me traído... e não sei se perdoo ele ou não...
Eu:... Olha Fer, isso você vai saber com o tempo, nada agora vai curar a dor que ele te causou, mas pensa bem e com calma no que você vai fazer, coloca tudo na balança e também se pergunta por que ele te traiu... ele te ama..??
Fer:.... sim, ele me diz que me ama, chorando me disse pra não abandonar ele, que não sabe o que aconteceu, que teve um momento de fraqueza, e como a gente não tava transando por causa de tempo e um monte de coisa de trabalho que às vezes parece que não mas afeta o casal... ele se deixou levar por uma tesão e uns copos a mais e me botou chifre....
Eu:... olha Fer, você sabe como eu sou, eu posso te falar que esses momentos de tesão e fraqueza existem, e às vezes a situação dele ter te botado chifre não quer dizer que ele não te ama, conheço um monte de casal que se traiu e voltou a ficar junto... porque realmente superam os obstáculos e percebem que se amam...
Fer:... é, sei lá, talvez eu tenha que pensar com calma e ver o que faço.... eu sou sincera e te digo que opções pra ser infiel a ele eu tive aos montes, teve um cara na academia que até me fez pensar em ter uma aventura com ele, mas eu me segurei... aí percebi que podia ter botado chifre no Franco e isso não ia significar que não gosto dele...
Eu:... agora que tô sozinho, curto a liberdade, você sabe como eu sou, não vou mentir pra você, eu gosto de todas, te conto que uma vez fiquei com uma vizinha minha que era casada, que tava passando por uma fase de rotina com o marido, e a gente ficou só uma vez, e agora quando cruzo com ela no corredor do prédio ela me agradece porque diz que graças a mim recuperou o casamento dela, que por ficar com outro homem percebeu que não queria perder o marido... essas coisas acontecem....
Fer:... ah, você acha que eu devia fazer o mesmo com o Franco do que ele fez comigo..?? não sei se tô preparada pra isso, eu tô há quatro anos com ele e nunca fui infiel...
Eu:... não, eu não tô falando pra você fazer o mesmo, só digo que às vezes tem coisas que podem te ajudar a recuperar algo que você não quer perder, e que não acho que seja errado, tem uma verdade: somos seres humanos e as tentações existem Também erramos, mas nem todas as pessoas são iguais, por isso não dá pra julgar ninguém....
Naquela noite, a conversa terminou por ali e fomos dormir. Dormimos com a roupa que a gente tava usando. Quando amanheceu, acordei e vi minha irmã de costas pra mim, com a legging toda enfiada na bunda, torta. Dava pra ver a calcinha fio dental inteira incrustada naquele rabo perfeito que ela tem. Pra piorar, acordei com aquela ereção matinal comum em homem. Fiquei uns 10 minutos olhando pra aquela bunda e me levantei porque já tava com vontade de passar a mão. Foi aí que eu me disse: "Martin, levanta que essa buceta não é pra você comer, é sua irmã."
Naquele dia não rolou nada importante até a noite. Depois de passar o dia inteiro na praia, eu olhando pra cada rabo que passava do meu lado, e o da minha irmã não era exceção. Fomos pro hotel e, quando anoiteceu, saímos pra explorar a cidade. Decidimos entrar num restaurante com show, que tinha o nome de "... SEXO NÃO É PEDAÇO ...", que significava "sexo não é pecado". Achamos o nome divertido e ficamos curiosos. Entramos. A primeira coisa que me chamou a atenção era que todas as mesas eram pra quatro pessoas. Não tinha muita gente no lugar porque ainda era cedo. Pedimos uma garrafinha de vinho antes de jantar e ficamos conversando sobre tudo um pouco. De repente, eu e minha irmã começamos a nos perguntar por que as mesas eram de quatro pessoas. Aí vimos que tinha mesas com duas pessoas e, de repente, entrava um casal e sentava na mesa dos outros. Chamamos a garçonete e, depois de uma conversa onde a gente se virava no idioma, ela nos contou que era um restaurante liberal, onde os casais entravam e, se rolasse uma química com outro casal que chegasse, podiam jantar juntos e se conhecer. Também disse que tinha shows eróticos e que, às vezes, os clientes participavam se quisessem. Era um restaurante bem conhecido e em breve ia encher de gente.
Eu e minha irmã Nós demos risada, mas achamos divertido ficar pra jantar ali, então eu falo pra ela:
Eu: ...nem pense em dizer que é minha irmã, hein. Quem sabe a gente conhece um casal bonito e eu fico com a mulherzinha e você com o maridinho... Hahaha
Fer: ...ai... você é louco... haha... olha, vou ficar com um cara que nem conheço... nem louca... mas acho super divertido ver como vão sentar casais que nem se conhecem...
Eu: ...não vou negar que esse lugar me deixou meio excitado... ainda mais que faz tempo que não pego ninguém... você me entende, né... haha
Fer: ...ai, Martin, não sou uma criança, óbvio que te entendo, mas não fica mal não. Se você pegar uma gatinha, eu saio do hotel pra você se aliviar... hahaha
Eu: ...mas tô falando sério, se alguém chegar na mesa, você não fala nada e deixa comigo. Deixa eles acharem que a gente é casal, pra ver se consigo levar alguma mulherzinha... haha
Fer: ...ah, então você se dá bem e eu? Não vou ficar com um cara que não conheço...
Eu: ...não seja tão quadrada, aqui ninguém te conhece. Dá uma relaxada e talvez isso te faça bem pra tirar o Franquito da cabeça... você sabe que eu sou um túmulo e o que rolar aqui, fica aqui... lembra do que a gente conversou ontem... não seja boba e vive a vida...
Depois de conversar, rir e nos entreter com o que rolava no lugar, tava lotando de gente e a gente via como os casais se entrosavam. E tenho que admitir que tava gostando da parada, as mulheres que entravam eram todas gostosas, todo mundo parecia estrangeiro. Até que nossa mesa era uma das poucas que tava com duas pessoas. De repente, a gente viu um casal se aproximando. Olhamos um pro outro, eu e minha irmã, e juro que tava nervoso pra caralho. Minha irmã também tava visivelmente nervosa. Chegaram na nossa mesa e o cara se apresentou super educado e respeitoso. Eram colombianos. Ele se chamava Oscar e ela, Maria. A colombiana era muito gostosa, bronzeada, cabelo castanho claro e umas curvas do caralho, dava pra ver que era boa. Peitos e uma bunda enorme, aí eu fiquei tesudo pra caralho porque pensei: "eu posso comer essa gostosa". Uma loucura, a situação me deixou muito excitado. O colombiano era um moreno da minha idade, mais ou menos, muito elegante, um pouco maior que eu, magro e gostoso, vestido todo de branco. Depois de pedirem se podiam dividir o jantar com a gente, claro que eu disse que sim. Minha irmã me chutava por baixo da mesa, tipo me dizendo que não, mas eu não liguei. Eles sentaram e em nenhum momento foram desagradáveis ou mal-educados, muito pelo contrário. Ele e ela contavam sobre suas vidas, seus trabalhos e que eram frequentadores do lugar. Nos confessaram que tinham filhos e que eram swingers, nos dando uma explicação tão detalhada de como chegaram a ser isso que juro que até entendia e invejava como viviam o sexo. Diziam que sexo era para aproveitar e que não devia ser confundido com amor, que uma coisa era sexo e fantasias e outra era o amor pelo parceiro. Claro, tudo era tão louco e novo pra gente que não tínhamos a mente tão aberta, ficávamos impressionados, mas eles explicavam e contavam tão educadamente que até minha irmã se empolgou na conversa, perguntando tudo. E ainda já tínhamos tomado umas três garrafinhas de vinho delicioso e a coisa foi se soltando.
A noite foi espetacular. Os colombianos contavam que já tinham estado com outros casais, que às vezes faziam a três com outra mulher ou com outro homem e que amavam sexo, mas nunca faziam separados, que sempre faziam sexo juntos. A gente tinha assistido a shows de strippers bem pesados, com mulheres e homens totalmente nus no palco, até que chegou a pergunta de um milhão, quando o colombiano me disse:
Oscar:...e vocês nunca praticaram com sua mulher...?
Eu:...não, verdade, nunca. Temos curiosidade, mas nunca fizemos (minha irmã continuava me chutando por baixo da mesa).
Oscar:....a verdade é que nos parecem um casal lindíssimo. Você é Muito gato, e o que dizer da sua esposa, é uma beleza (só pra constar, minha irmã estava com um vestido preto justo no corpo que arrebentava a bunda dela, ela tinha se maquiado, lábios vermelhos e cabelo preso com um coque no alto da cabeça, e o colombiano já tinha olhado pra ela quando ela se levantou pra ir ao banheiro)
Eu:...valeu, sua mulher é muito gostosa também, é encantadora, a verdade é que a gente entrou aqui sem saber que era um restaurante liberal, imagina, é algo estranho pra gente...
Oscar:...sim sim, entendo vocês, tem que ir devagar, talvez se vocês quiserem amanhã a gente pode passar pra buscar vocês onde estão hospedados e ir pra uma praia particular que fica a uns quilômetros daqui pra passar um dia de praia juntos, é muito bonita porque não tem muita gente...
Eu:...eu topo, não sei você (perguntando pra minha irmã)...
Fer:...vamos sim...não tenho problema...(olhando nos meus olhos e me dando outro chute)
Assim que chegamos no hotel naquela noite, eu tava muito excitado com tudo que tinha rolado, minha irmã me diz meio bêbada:
Fer:...cara, você é louco, quer comer a Maria e não liga pra mais nada, entrega sua irmã...hahaha
Eu:...qual é, Fer, vai me dizer que você não gostou do colombiano, se você olhava bem entretida pra ele quando ele contava tudo...
Fer:...vou te falar a verdade, fiquei impressionada com esse povo, os dois são muito lindos e se compartilham com outras pessoas, mas você sabe que esses dois querem nos comer, hahaha...
Eu:...eu por mim tô dentro, a Maria tá muito gostosa, e o colombiano não parava de olhar pra sua bunda toda vez que você ia no banheiro...ele tá doido por você...
Fer:...pô, Martin, você acha que a gente vai amanhã? Me dá um não sei o quê, te digo que não sou uma santinha e entendo que eles querem transar, mas eles falaram que não fazem separados e eu na sua frente não faço nada nem fodendo...mas tenho que admitir que o colombiano me atrai...hahahaha
Eu:...haha...viu...dá uma relaxada aí com o colombiano que ninguém vai ficar sabendo... e o resto não tem problema, eu dou uma enrolada neles pra fazer separado....
Fer:...sei não, sei não...isso é muito louco...não contaria nem pra minha melhor amiga...me dá muita vergonha...mas não posso negar que a ideia é excitante...haha
Naquele dia não consegui dormir pensando no dia seguinte. No outro dia, estávamos esperando na porta do hotel pelos colombianos. Apareceu um conversível com os colombianos em cima, eles tinham alugado. Depois descobrimos que eles tinham muita grana. A questão é que viajamos quase uma hora até a praia que eles conheciam. Quando chegamos, percebemos que era quase deserta, era um paraíso e dava pra ver outras pessoas, mas a quilômetros de distância. Estávamos sozinhos no lugar. Nem preciso dizer que nos instalamos e eles levaram de tudo, tinham dois refrigeradores portáteis onde guardavam drinks e bebidas alcoólicas, frutas e comida.
A primeira coisa, e muito excitante, que aconteceu é que o Oscar estava com uma sunga brasileira que marcava um belo volume, o colombiano tinha um bom físico, e a Maria tava um tesão, biquíni, uns peitões, cintura fina e uma bunda grande, não tão perfeita quanto a da minha irmã, mas era grande e empinada, era uma gostosa a colombiana. Quando minha irmã tirou o short que usava, não consigo descrever a cara do Oscar, os olhos quase pularam pra fora olhando a bunda da Fer, e a Maria comentou:
Maria:...Minha nossa, mas que rabão você tem, Fernanda, parabéns, Martin, pela mulher que você tem (era muito louco pensar que eles achavam que éramos marido e mulher)...
A tarde foi passando tomando sol e eles tentando nos convencer, muito educadamente, do mundo liberal, enquanto a gente bebia todo tipo de drink que o Oscar preparava. Já estávamos meio altos e com tesão. Num momento, eles dois foram pra água e eu e minha irmã ficamos sozinhos. Ela me disse:
Fer...Martin, te peço por favor que isso fique entre nós. Já decidi e vou transar com o Oscar, assim você também pode. curtir a colombiana, hein... mas não conta pra ninguém, por favor... tô te falando que isso é muito estranho, mas quero clarear a cabeça e tô meio tonta e meio carente... haha
Eu... esquece, Fer, você curte com o Oscar que eu cuido da Maria que é uma gostosa do caralho, juro que nunca fiquei tão tesudo numa situação dessas... tô louco... haha
Nisso eles voltavam da água e o Oscar me fala:
Oscar... escuta, Martin, queria te pedir permissão pra me ajudar a passar bronzeador na Maria, se a Fernanda não se importar...
Fer... por mim tudo bem...
Eu... claro, Oscar, com todo prazer...
A Maria se deitou de bruços e a gente ficou um de cada lado pra passar o bronzeador, a Fernanda tava do nosso lado também de bruços com a sunga enfiada na bunda e com uma bebida na mão, olhando o que a gente ia fazer. Começamos a passar bronzeador, eu nas costas da Maria e o Oscar foi direto pra bunda dela, eu via ele massageando a bunda da própria esposa e ele faz sinal pra gente trocar, aí eu comecei a apalpar a bunda da Maria, que tesão que eu tava, comecei a massagear a bunda da colombiana e já tava com o pau durasso, aí o Oscar fala:
Oscar... desculpa, Fernanda, você se importa se eu te der uma massagem... com a permissão do Martin, claro...
Eu... pode ir, Oscar... acho que minha esposa também precisa de umas massagens...
Fer... bom, sei lá... se você quiser, Oscar (e a Fer virou o rosto pro outro lado, totalmente de bruços, não queria me olhar, tava com vergonha mas tava com tesão)
Aí o colombiano ganhou confiança e sentou nas pernas da minha irmã, com o pacote dele mostrando uma ereção violenta na altura da bunda dela, ele começou a massagear as costas dela enquanto falava que ela era muito linda e tinha um corpo muito delicado, eu enquanto isso tava apalpando a bunda maravilhosa da Maria, de repente as mãos do Oscar foram pra bunda da minha irmã e juro que ali senti um tesão extremo e inveja, que pedaço de bunda que a minha irmã tinha, enorme e ainda brilhava no sol. Oscar massageava a bunda dela toda delicadamente, apertava as nádegas e dizia que nunca tinha tocado uma raba tão dura. Minha irmã ficava dura, com certeza pelos nervos da situação, mas era muito erótico tudo. Minhas mãos foram pro final da linha do cu da Maria e comecei a tocar a pussy dela, tava fervendo de tesão. Puxei a sunga dela e vi uma pussy toda depilada, uma delícia. Comecei a masturbá-la devagar, a Maria soltava gemidos enquanto eu acariciava a pussy babosa dela. Imitei a posição do Oscar e sentei nas pernas dela enquanto continuava a punhetar a Maria. Eu já tava com a cock dura feito ferro, tudo era muito erótico e quente, numa praia deserta. Oscar continuava tocando a bunda da minha irmã cada vez mais forte, e aí comecei a ouvir gemidos da minha irmã. As duas mulheres estavam muito perto uma da outra, quase coladas. Oscar esticou a mão e tocava a bunda da mulher dele com uma mão enquanto eu a punhetava. Aí não sei o que passou pela minha cabeça, mas fiz a mesma coisa. Como minha irmã tava com a cabeça virada pro outro lado, estiquei minha mão e apoiei na bunda dela. Que sensação indescritível, tinha a bunda quente do sol, dura, redonda, soberba, sem dúvida a melhor que já toquei na vida. Ela não percebeu que tínhamos trocado as mãos, eu massageava a bunda da minha irmã com força, tava muito excitado, a situação tinha ido pro caralho e a gente tava perdido. De repente, Oscar tira minha mão da bunda da minha irmã, agarra ela toda e pergunta:
Oscar... você gosta da massagem, Fernanda..?? Você tem uma raba deliciosa e a cock tá subindo...
Fer... siiiim... é muito gostosa sua massagem....
Oscar agarra a sunga e sai uma cock um pouco mais comprida que a minha... uns 19 cm... mas mais fina... a minha era muito mais grossa que a dele. Ele pega o pênis e passa na linha do cu da minha irmã. Irmã, ele passava aquela pica toda pelo cu dela... fazia devagar... minha irmã soltava gemidos cada vez mais altos... eu comecei a fazer o mesmo que ele com a esposa dele, mas apontei a pica pra baixo, passando pelos lábios da pussy dela. Então Maria disse:
Maria... que filho da puta esse macho tá passando a pica na minha pussy... ahahhhhh...
Naquele momento, minha irmã virou a cabeça e me viu passando a pica na pussy da Maria, olhou pra trás e viu o Oscar passando aquela pica comprida na bunda dela. Ela soltou um gemido e de repente parou, saindo de cima do Oscar, e disse:
Fer... isso é muito quente, mas por que não vamos pra um lugar mais íntimo? Aqui não tô gostando...
Isso acabou esfriando a putaria de todo mundo, porque cortou o barato geral. Era óbvio que ela não queria transar na minha frente, tava com tesão mas com vergonha de todo mundo junto. A situação foi que não discutimos o assunto, juntamos nossas coisas em 5 minutos e o Oscar dirigiu, acho que a 200 por hora, até chegar no apartamento dele. Ele tinha ficado louco com a bunda da minha irmã e não queria que ela perdesse o tesão. Durante a viagem, ele falava bem calmo pra ela não mudar de ideia... Eu, por outro lado, fiquei doido com o que tinha rolado, ainda mais que tinha apalpado a bunda da minha irmã e ela nem percebeu. No caminho, ela quase não falou, devia estar passando um milhão de coisas na cabeça dela, claro, trair o namorado, quase transar na frente do irmão, não era normal. Tudo era muito intenso, pra mim, pelo contrário, foi uma delícia...
Quando chegamos no apê, a Fer disse que queria ficar sozinha com o Oscar e que eu ficasse só com a Maria, que assim ela topava. Obviamente o Oscar sabia lidar bem com a situação e disse pra ela ficar tranquila, que faríamos do jeito que ela quisesse, que ela tinha que aproveitar e não fazer nada forçado. Mas o Oscar sabia que isso ia tirava o tesão da situação, eles foram pra suíte do Oscar onde a porta dava pra onde a gente tava, mas entraram e vi minha irmã fechar a porta. A gente tava quente e meio tonto pelo álcool que tinha bebido. Eu fiquei com a Maria na sala, mal eles saíram de cena, a Maria pegou na minha pica e tirou ela da bermuda. Minha pica tava durona pra caralho, quando ela viu, me disse:
Maria... filho da puta, que pedaço de pica grossa que você tem...
Começou a chupar como uma verdadeira puta, babou toda e ia da cabeça até enfiar tudo na boca. Sentia minha pica batendo no fundo da garganta dela. Eu não aguentava mais, ia gozar com uma chupada de pica daquelas. Peguei ela pela nuca e comi a cabeça dela até sentir que ia vazar. Tirei e comecei a gozar na cara dela. Essa mulher era uma puta com todas as letras, enchi a cara dela de porra. Ela passava a língua como se quisesse meter a porra na boca. A situação era tão quente que a pica continuou dura e ela disse:
Maria... ai, papai, quero que você meta essa pica enorme no meu cu agora... não aguento mais... quero que você coma meu cu...
Aí mandei ela ficar de quatro no sofá, olhando pra porta da suíte. Aquele cu era gigante, grande pra caralho mas sem celulite, tremendo. Passei uns minutos chupando o cu dela pra lubrificar e ela não parava de gemer e pedia pra eu meter. Cheguei por trás e apresentei a cabeça na porta do buraco anal dela. Fiz pressão e não entrava fácil, mas fui enfiando aos poucos. Ela pegou a bolsa que tava no sofá, tirou o bronzeador e pediu pra eu passar um pouco no cu dela. Ahhh, falei, mas que puta gostosa, pelo amor de Deus. Fiz tudo direitinho e fui de novo pra cima. Agora entrou mais fácil até a metade. O grito que a Maria deu ecoou pelo apartamento inteiro. Comecei a comer ela bem forte, batendo naquelas nádegas e vendo como minha pica grossa entrava e saía daquele cu. Tava arrebentando ela. Ela dizia coisas. como por favor, que gorda que tu tem ela....como você abre meu cu....assim assim, me come meu cu...eu tava metendo cada vez mais forte quando de repente, por razões desconhecidas, a porta da suíte abriu....abriu sozinha, talvez minha irmã não tivesse fechado direito..sei lá e aí vi minha irmã na mesma posição que a Maria, olhando pra porta, ou seja, pra onde a gente tava, devia estar a uns 4 ou 5 metros de distância, a gente se via claramente e vi como minha irmã tentou se soltar do Oscar, talvez pra fechar a porta, mas ele agarrou ela forte pela cintura e começou a bombar com tudo sem deixar ela escapar, quando ele meteu mais forte vi a cara de luxúria da Fernanda, ela abriu a boca, jogou a cabeça pra trás e fechou levemente os olhos e começou a gemer muito alto...os gritos dela eram ah ah ah ah ah aha ahah e enquanto a Maria gritava pro Oscar...
Maria....papi, você não sabe a pica que o Martin tem...ah ah...é muito grossa e o filho da puta meteu no meu cu...você não sabe como ele tá me fazendo gozar...tá me matando
Quando a Maria disse isso, minha irmã virou a cabeça pra frente olhando como eu tava arrombando o cu da Maria, isso me deixou com muito tesão porque ela olhava nos meus olhos mas tava de boca aberta e não parava de gemer, fiquei tão excitado que comecei a meter com tudo no cu da Maria e agarrava ela pelo cabelo sem parar de olhar pra minha irmã....da minha posição dava pra ver como a Fernanda tava de quatro, dava pra ver pouco mas dava pra ver um corpo do caralho, o Oscar tava dando tapas na bunda dela cada vez mais forte e disse
Oscar...e você não sabe que rabão que a Fernanda tem, é uma pedra e tem a buceta muito pequenininha e apertada..
Isso bastou pra eu tirar a pica do cu da Maria e começar a gozar nas nádegas da colombiana, puta transa, sem dúvida a melhor que eu já tinha tido até aquele momento...olhamos pra suíte e o Oscar imitou meu final, deu um grito e gozou no cu da Fer...ela gemeu uns segundos e se levantou pra fechar a porta. Eu tava exausto e meio estranho. Tinha visto minha irmã transando e ela me viu também. Fiquei no sofá com a Maria, nos vestimos e conversamos sobre o que tinha rolado. Ela recomendou a gente ir com minha esposa pro hotel pra conversar numa boa, assim ela ficaria melhor, já que era a que não tava tão convencida em fazer aquilo, e aí não íamos deixar ela mal. Acho que o Oscar falou a mesma coisa pra Fer, porque ela saiu vestida pedindo pra ir pro hotel. Os colombianos tinham experiência e sabiam levar a situação. Nos despedimos e eles falaram que no dia seguinte voltavam pra Colômbia, deixaram os telefones e endereço caso a gente fosse pra lá um dia.
Na viagem pro hotel, a Fer não falou uma palavra. Quando chegamos, ela foi tomar banho e ficou umas duas horas no banheiro. Depois saiu e se enfiou no quarto. Tomei banho também e tentei conversar com ela...
Eu:....como você tá se sentindo, Fer... tá mal pelo que aconteceu..?
Fer:....não, pelo contrário, me sinto bem. Não sei o que deu em mim, mas ficar com o Oscar foi tipo... tirou um peso que eu tava carregando.... mas me deu um pouco de vergonha de te ver pelado.... haha... não é normal... juro que fiquei com muita vergonha de você me ver, mas não conseguia parar.... tava muito, muito... bom, você já sabe....
Eu:... ha... bom, não fica envergonhada... isso a gente não conta pra ninguém... eu fiquei doidão com o que rolou hoje... foi algo que nunca pensei que pudesse acontecer.... a colombiana tava louca... haha
Fer:... haha... bom, agradeço você me entender... e juro que antes de ficar com o Oscar, quando fechamos a porta, ele me convenceu em 5 minutos que a gente tem que aproveitar o sexo, que assim a gente vive mais feliz... e ele tem um pouco de razão, o colombiano... haha
Eu:.... bem grande que ele tinha, hein... haha... o Franquito tem do mesmo jeito..?
Fer:... ah, meu bem... haha... não, o Franco tem bem menor.... o Oscar tinha grande, mas sabia usar...
Aquela noite a gente não saiu e dormimos como anjinhos. No dia seguinte fomos pra praia. Já na praia, eu não aguentava mais de Para de olhar pra bunda da minha irmã, e tenho que confessar... queria comer ela, a bunda dela era perfeita e ainda por cima o Oscar disse que ela tinha a buceta apertada, e quando ela falava comigo vinham imagens do rostinho dela gemendo, isso deixava minha pica dura de novo. À noite fomos jantar e minha irmã vestiu um vestido branco bem justinho que fazia você ficar de pau duro só de ver ela por trás. O jantar foi normal e nós dois confessamos a pena dos colombianos terem ido embora, conversamos um pouco sobre o que tinha rolado e já estávamos com várias garrafas de vinho na cabeça. Fomos dançar e a noite toda foi divertida, mas eu não conseguia parar de pensar na bunda da Fernanda e ainda por cima tinha apalpado ela... tava tudo dito, eu queria comer minha irmã. Voltamos pro hotel umas 5 da manhã, pedi uma garrafa de champanhe e subimos pro quarto. Com a Fer já tínhamos intimidade, já tínhamos passado aquela barreira tabu do incesto, tínhamos nos visto transar. Assim que subimos, sentamos no sofá da sala do quarto bem bebados e fui na lata e falei:
Eu... sabe Fer, tô muito tarado... tudo isso que aconteceu só fez despertar uma vontade enorme de transar toda hora... hahaha... tô sendo sincero, né...
Fer... ah, Martin... hahaha... parece que a colombiana te deixou doido... hahaha
Eu... é, que pena que foram embora, senão dava pra armar outra festinha... haha
Fer... vou te falar a verdade... agora não tenho vergonha e te digo... eu também fiquei com tesão com tudo isso... e a verdade é que teria sido legal se eles ficassem mais uns dias...
Eu... epa... hahaha... parece que você também gostou do Oscar, hein... sua cara dizia tudo... hahaha
Fer... e não vou mentir... ele é um ótimo amante e tinha uma pica bem grande... ha
Eu... é, a Maria também era uma safada... já pediu logo pra eu comer ela por trás... ah, me lembro e fico louco...
Fer... que loucura... logo por trás... e ainda gritava que você tem uma pica grande hahaha te deixou Ficar bem...haha
Eu...não menti...o colombiano tinha comprido, mas eu tenho mais largo...haha
Fer...que exibido que você é...haha...
Eu...sério, não tô mentindo...
Fer...bom, se você diz, deve ser verdade...não é à toa que tem tantas mulheres em Buenos Aires...me dá mais um gole que preciso aliviar a tensão... (servi outro gole pra ela, ela estava linda, de pernas cruzadas, com as pernas todas bronzeadas e um decote bem sugestivo, maquiada, lábios vermelhos e o rabo dela sempre no alto da cabeça)
Eu...eu também preciso me aliviar, acho que vou ter que bater uma antes de dormir, senão não vou conseguir pegar no sono...haha
Fer...bom, se apressa e vai você primeiro no banheiro, que depois vou eu...hahaha...porque tô vendo que você tá a todo vapor... (olhando pro meu volume, onde dava pra ver uma ereção enorme na minha calça)
Eu...haha...me desculpa...lembro da Maria e fico igual um jumento...mas é, os dois tão precisando de um carinho...haha
Fer...haha...é, verdade, me sinto uma estranha...isso mexeu com minha cabeça...juro que nunca me senti assim...não tenho vergonha de te falar que tô com muita vontade de me masturbar...
Quando ela falou isso, me quebrou todo, levantei de onde tava e comecei a tirar a calça, ela me olhou e disse:
Fer...o que cê tá fazendo, moleque...é doido...haha
Eu...é, você já me viu pelado...do que cê tá com medo (nisso, fiquei só de cueca, com uma ereção violenta, e ainda por cima a cueca era branca)
Fer...já te vi pelado, sim...mas, sei lá...vai pro banheiro se aliviar...haha...você se alivia no banheiro e eu vou pro quarto...
Eu nem respondi, ela sentada de perninha cruzada com uma taça na mão, eu tirei a cueca e o pau saltou feito uma mola, batendo na minha barriga, sentei na frente dela, joguei a cabeça pra trás e comecei a bater uma na frente dela sem olhar, e só ouvi:
Fer...para, Martin...haha vai pro banheiro, idiota...
Mas Eu não tava olhando pra ela e só escutei silêncio, em nenhum momento ela saiu do lugar, eu tava com a pica dura e me punhetava devagar, de repente olho pra ela e ela ainda tava de pernas cruzadas mas me encarando fixo enquanto eu me masturbava, falo pra ela:
Eu... me mostra a bunda, Fer, vai... quero bater uma olhando pro teu rabo...
Ela continuou sentada sem se mexer, só me olhava e abriu levemente a boca, de repente se levantou e virou de costas, levantando o vestido, e eu vi aquela bunda enorme partida por uma fio dental de renda branca linda, e ela me diz:
Fer... cê gosta da minha bunda pequena, Martin... vai, bate uma com a raba da sua irmã...
Vejo ela meter a mão na frente e começar a se masturbar... gemia e se mexia devagar, tira o vestido todo e me diz: vamos bater uma juntos mas sem nos tocar, não podemos porque somos irmãos...
Eu... eu já toquei na sua bunda... na praia, quando o Oscar tava em cima de você, trocamos as mãos e eu amassei bem a sua raba... adoro seu cu... é o melhor que já vi
Quando ela ouviu isso, começou a se punhetar forte sem falar nada e de costas pra mim, eu me levantei e fui atrás dela, encostando a pica na bunda dela, bem no meio... ela tentou me afastar, mas eu levei minha mão até a boceta dela enquanto a pressionava e agora eu batia uma pra ela, ela só se deixou levar e começou a gemer alto, ela se virou, se abaixou e meteu na boca de uma vez, começou a chupar, ahhh nunca tinha estado tão quente aquela boca pintada de vermelho chupando minha pica sem parar... e me dizia que a Maria tinha razão, que eu era bem grosso... eu agarrei ela, coloquei de quatro no sofá, tirei a fio dental e comecei a chupar a boceta dela e o cu ao mesmo tempo... chupei tanto que ela me diz:
Fer... enfia em mim, Martin... mas faz no meu cu... pela boceta não, que você pode me engravidar... enfia devagar que a minha bunda pequena é virgem...
Eu não liguei pra ela e Mandei de uma vez na buceta dela, queria sentir aquela buceta apertada igual o Oscar falou, e ele tava certo, era bem apertadinha. Ela gemeu que nem uma louca e enquanto eu tava bombando, ela falava pra eu não meter na buceta, mas não fazia nada pra parar. Segurei ela firme pela cintura e comi gostoso, a visão da raba dela era sensacional com as costas todas arqueadas. Tirei e comecei o trabalho anal, chupei aquele buraco enquanto ela não parava de gemer. Enfiei na portinha depois de cuspir bastante no cu dela até o buraco ceder um pouco, só a cabeça tinha entrado. Ela suspirou de dor, falava que doía, mas gostava daquela dor. Fui dando mais e mais, cada vez mais rápido, até pegar uma velocidade considerável. Era um sonho estar arrombando a raba da minha própria irmã, e não era qualquer raba, era uma raba digna de concurso. Tanto meti que ela balançava a cabeça pedindo pra ir mais devagar, que eu tava matando ela, mas em nenhum momento diminui a velocidade. Comi até sentir que ia gozar, aí tirei e comecei a gozar nas nádegas dela. Por favor, que gozada, nunca tinha gozado tanto na minha vida, juro que soltei umas meia xícara de porra na bunda da Fernanda. Ela caiu desmaiada no sofá com o cu cheio de porra... mas eu continuava com o pau duro igual no começo, tava comendo a melhor raba que já vi na vida...
Pra não encher o saco de vocês, vou contar o que aconteceu comigo nesse verão. Acontece que na empresa onde trabalho, como presente pela produção que minha equipe conseguiu, os quatro integrantes do meu time ganhamos uma viagem pro Brasil para duas pessoas com tudo pago, mas na época, como eu não tava namorando, pensei em ir com um amigo. Esse amigo me disse que não podia porque as datas não batiam. Segunda opção: pensei em ir com alguma das gostosas que eu tava comendo na época, mas de todas que chamei, por um motivo ou outro, não podiam ir. A questão é que a data tava chegando e eu até tinha desistido de ir acompanhado, ia sozinho mesmo.
Num jantar em família, na casa dos meus pais, estávamos jantando meus velhos, minha irmã e uns tios meus, aí eu comentei sobre a viagem que tinha ganhado, e todo mundo falou pra eu ir mesmo assim, tipo "como você vai desperdiçar isso?" e essas coisas todas pra me animar a ir pra viagem, ficavam zoando porque todo mundo sabe que sou mulherengo, falavam "ah, cuidado com as brasileiras" e essas coisas, já que várias minas me conheceram depois que me separei. Então, depois de ouvir um monte de conselhos, decidi ir pro Brasil sozinho, ia achar alguma coisa pra me divertir, mulher querendo dar é o que não falta no mundo.
Faltava uma semana pra viajar, era mês de janeiro, quando numa terça à tarde fui pra academia da minha irmã, ela é a dona do lugar, pra fazer uma apresentação dela. Ela se chama Fernanda, tem 26 anos, é morena de cabelo liso e levemente ondulado nas pontas, pele morena clara, deve ter uns 1,65, bem magrinha, muito bonita de rosto e com um corpo bom. O que posso dizer de uma mina que aos 21 anos se formou em educação física, e meus pais ajudaram financeiramente pra ela abrir a academia porque não conseguia emprego de professora em colégios? Imaginem uma garota que malha todo dia há uns 5 ou 6 anos. Como falei, ela é magra, cintura fininha, peitos médios, nem grandes nem pequenos, e uma bunda de outro planeta, um rabo grande demais pro corpo dela, redondo, bem carnudo e durinho, durinho, claro por causa da academia. São duas bolas de carne meio separadas no meio que engolem toda roupa que ela veste. Óbvio que na academia vejo os homens não pararem de olhar pra ela, porque ela vive de legging enfiada no cu, que só de ver já te deixa de pau duro. Bom, como falei, nesse dia fui pra academia e minha irmã me disse:
Fer: — Ei, Martin, ainda não arrumou companhia pra viagem?
Eu: — Não, Fer, por quê? Vou sozinho...
Fer: — Ah, sei lá, porque se você não se importar e não achar ruim, eu poderia ir com você. Preciso espairecer um pouco do trabalho e do Franco (era o namorado dela).
Eu: — Por causa do Franco? O que houve, vocês brigaram?
Fer: — Sim, brigamos. Descobri que ele me meteu os chifres o filho da puta, e eu não tô bem, eu amo ele e não quero me separar, mas não sei como fazer pra perdoar ele ter me traído..
Eu:...como assim te traiu, quer que eu fale com ele, encho ele de porrada se eu ver...
Fer:...não, por favor não se mete, não quero mais problemas, só quero esvaziar a cabeça um pouco pra ver direito o que vou fazer...
Eu:...sim, nem duvida, você vem comigo, se apressa pra comprar roupa que a gente vai semana que vem.
Depois de passar aquela semana, viajamos com minha irmã pro Brasil e chegamos no hotel, Florianópolis, tudo era paradisíaco, mulheres gostosas pra todo lado, sol, praia, areia branca, um luxo. Aí quando chegamos no hotel, nos receberam e deram as chaves do nosso quarto. A parada é que quando entramos, eu percebi na hora que tinha uma cama de casal só, já que era uma viagem pra dois, mas minha irmã falou que não tinha problema dormir, que a gente dormiria na mesma cama, afinal era só por uma semana. Bom, a coisa ficou por isso, nos instalamos e eu até aquele momento juro que nunca tinha passado pela minha cabeça fazer algo íntimo com minha irmã, de jeito nenhum, pra mim ela era minha irmãzinha, e eu pensei: "bom, Martincito, se você pegar uma gatinha, vai ter que ir trepar na praia."
No primeiro dia que chegamos, depois de nos instalar, fomos direto pra praia. Eu coloquei minha bermuda na altura do joelho, óculos escuros e uma regata. Quando minha irmã saiu do banheiro, tava um espetáculo, biquíni branco por cima, uns shortinhos jeans justinhos que já marcavam aquele rabão que ela tinha, e umas havaianas de plataforma que levantavam ainda mais a bunda dela, uma puta gostosa, tava linda. Mas repito, até aí eu não pensava nada com minha irmã, só era um homem que percebia que a irmã dele tinha um corpão e, principalmente, uma bunda enorme.
Quando chegamos na praia, alugamos umas cadeiras e minha irmã tirou o short jeans. Aí eu percebi Pra ser sincero, a bunda enorme que a Fer tinha, eu dei uma olhada disfarçada quando ela tava tirando o short e ela tava com uma calcinha fio dental branca tipo brasileira que praticamente enterrava na bunda dela, era fininha atrás e foi a primeira vez que eu via a rabeta da minha irmã com tão pouca roupa, pensei: mas que pedaço de buceta que o Franquito (meu cunhado) come.
Naquela tarde a gente passou super de boa, eu olhando umas gostosas pra todo lado, tomando uns drinks com álcool, minha irmã tomando sol, de vez em quando lia revistas e livros e também a gente conversou sobre tudo um pouco, trabalho, família, projetos, mas não tocava no assunto da separação dela.
Naquela primeira noite a gente decidiu sair pra jantar num restaurante muito bonito, a gente se divertiu pra caramba, verdade seja dita, eu tava gostando das férias com a minha irmã, a gente tinha muita intimidade, nenhum assunto era tabu, a gente até falou de relacionamentos passados e tudo mais, o negócio é que a gente tomou três garrafinhas de vinho e tava bem alterado, voltamos pro hotel e eu perguntei se ela queria tomar uma garrafinha de champanhe no quarto, ela disse que sim, pedi pro serviço do hotel uma garrafa e subimos. Ela vestiu uma roupa confortável e eu também, ela uma calcinha cinza que marcava demais a buceta e a bunda e uma regata, eu fiquei sem camisa e de bermuda, tava calor, a gente sentou no sofá que tinha no quarto e enquanto a gente tomava o champanhe e fumava uns cigarros ela me diz:
Fer:... Martin, como você fez pra se recuperar da sua separação? Pra mim é muito difícil porque eu sinto que amo o Franco, não quero me separar mas também fico com muita raiva dele por ter me traído... e não sei se perdoo ele ou não...
Eu:... Olha Fer, isso você vai saber com o tempo, nada agora vai curar a dor que ele te causou, mas pensa bem e com calma no que você vai fazer, coloca tudo na balança e também se pergunta por que ele te traiu... ele te ama..??
Fer:.... sim, ele me diz que me ama, chorando me disse pra não abandonar ele, que não sabe o que aconteceu, que teve um momento de fraqueza, e como a gente não tava transando por causa de tempo e um monte de coisa de trabalho que às vezes parece que não mas afeta o casal... ele se deixou levar por uma tesão e uns copos a mais e me botou chifre....
Eu:... olha Fer, você sabe como eu sou, eu posso te falar que esses momentos de tesão e fraqueza existem, e às vezes a situação dele ter te botado chifre não quer dizer que ele não te ama, conheço um monte de casal que se traiu e voltou a ficar junto... porque realmente superam os obstáculos e percebem que se amam...
Fer:... é, sei lá, talvez eu tenha que pensar com calma e ver o que faço.... eu sou sincera e te digo que opções pra ser infiel a ele eu tive aos montes, teve um cara na academia que até me fez pensar em ter uma aventura com ele, mas eu me segurei... aí percebi que podia ter botado chifre no Franco e isso não ia significar que não gosto dele...
Eu:... agora que tô sozinho, curto a liberdade, você sabe como eu sou, não vou mentir pra você, eu gosto de todas, te conto que uma vez fiquei com uma vizinha minha que era casada, que tava passando por uma fase de rotina com o marido, e a gente ficou só uma vez, e agora quando cruzo com ela no corredor do prédio ela me agradece porque diz que graças a mim recuperou o casamento dela, que por ficar com outro homem percebeu que não queria perder o marido... essas coisas acontecem....
Fer:... ah, você acha que eu devia fazer o mesmo com o Franco do que ele fez comigo..?? não sei se tô preparada pra isso, eu tô há quatro anos com ele e nunca fui infiel...
Eu:... não, eu não tô falando pra você fazer o mesmo, só digo que às vezes tem coisas que podem te ajudar a recuperar algo que você não quer perder, e que não acho que seja errado, tem uma verdade: somos seres humanos e as tentações existem Também erramos, mas nem todas as pessoas são iguais, por isso não dá pra julgar ninguém....
Naquela noite, a conversa terminou por ali e fomos dormir. Dormimos com a roupa que a gente tava usando. Quando amanheceu, acordei e vi minha irmã de costas pra mim, com a legging toda enfiada na bunda, torta. Dava pra ver a calcinha fio dental inteira incrustada naquele rabo perfeito que ela tem. Pra piorar, acordei com aquela ereção matinal comum em homem. Fiquei uns 10 minutos olhando pra aquela bunda e me levantei porque já tava com vontade de passar a mão. Foi aí que eu me disse: "Martin, levanta que essa buceta não é pra você comer, é sua irmã."
Naquele dia não rolou nada importante até a noite. Depois de passar o dia inteiro na praia, eu olhando pra cada rabo que passava do meu lado, e o da minha irmã não era exceção. Fomos pro hotel e, quando anoiteceu, saímos pra explorar a cidade. Decidimos entrar num restaurante com show, que tinha o nome de "... SEXO NÃO É PEDAÇO ...", que significava "sexo não é pecado". Achamos o nome divertido e ficamos curiosos. Entramos. A primeira coisa que me chamou a atenção era que todas as mesas eram pra quatro pessoas. Não tinha muita gente no lugar porque ainda era cedo. Pedimos uma garrafinha de vinho antes de jantar e ficamos conversando sobre tudo um pouco. De repente, eu e minha irmã começamos a nos perguntar por que as mesas eram de quatro pessoas. Aí vimos que tinha mesas com duas pessoas e, de repente, entrava um casal e sentava na mesa dos outros. Chamamos a garçonete e, depois de uma conversa onde a gente se virava no idioma, ela nos contou que era um restaurante liberal, onde os casais entravam e, se rolasse uma química com outro casal que chegasse, podiam jantar juntos e se conhecer. Também disse que tinha shows eróticos e que, às vezes, os clientes participavam se quisessem. Era um restaurante bem conhecido e em breve ia encher de gente.
Eu e minha irmã Nós demos risada, mas achamos divertido ficar pra jantar ali, então eu falo pra ela:
Eu: ...nem pense em dizer que é minha irmã, hein. Quem sabe a gente conhece um casal bonito e eu fico com a mulherzinha e você com o maridinho... Hahaha
Fer: ...ai... você é louco... haha... olha, vou ficar com um cara que nem conheço... nem louca... mas acho super divertido ver como vão sentar casais que nem se conhecem...
Eu: ...não vou negar que esse lugar me deixou meio excitado... ainda mais que faz tempo que não pego ninguém... você me entende, né... haha
Fer: ...ai, Martin, não sou uma criança, óbvio que te entendo, mas não fica mal não. Se você pegar uma gatinha, eu saio do hotel pra você se aliviar... hahaha
Eu: ...mas tô falando sério, se alguém chegar na mesa, você não fala nada e deixa comigo. Deixa eles acharem que a gente é casal, pra ver se consigo levar alguma mulherzinha... haha
Fer: ...ah, então você se dá bem e eu? Não vou ficar com um cara que não conheço...
Eu: ...não seja tão quadrada, aqui ninguém te conhece. Dá uma relaxada e talvez isso te faça bem pra tirar o Franquito da cabeça... você sabe que eu sou um túmulo e o que rolar aqui, fica aqui... lembra do que a gente conversou ontem... não seja boba e vive a vida...
Depois de conversar, rir e nos entreter com o que rolava no lugar, tava lotando de gente e a gente via como os casais se entrosavam. E tenho que admitir que tava gostando da parada, as mulheres que entravam eram todas gostosas, todo mundo parecia estrangeiro. Até que nossa mesa era uma das poucas que tava com duas pessoas. De repente, a gente viu um casal se aproximando. Olhamos um pro outro, eu e minha irmã, e juro que tava nervoso pra caralho. Minha irmã também tava visivelmente nervosa. Chegaram na nossa mesa e o cara se apresentou super educado e respeitoso. Eram colombianos. Ele se chamava Oscar e ela, Maria. A colombiana era muito gostosa, bronzeada, cabelo castanho claro e umas curvas do caralho, dava pra ver que era boa. Peitos e uma bunda enorme, aí eu fiquei tesudo pra caralho porque pensei: "eu posso comer essa gostosa". Uma loucura, a situação me deixou muito excitado. O colombiano era um moreno da minha idade, mais ou menos, muito elegante, um pouco maior que eu, magro e gostoso, vestido todo de branco. Depois de pedirem se podiam dividir o jantar com a gente, claro que eu disse que sim. Minha irmã me chutava por baixo da mesa, tipo me dizendo que não, mas eu não liguei. Eles sentaram e em nenhum momento foram desagradáveis ou mal-educados, muito pelo contrário. Ele e ela contavam sobre suas vidas, seus trabalhos e que eram frequentadores do lugar. Nos confessaram que tinham filhos e que eram swingers, nos dando uma explicação tão detalhada de como chegaram a ser isso que juro que até entendia e invejava como viviam o sexo. Diziam que sexo era para aproveitar e que não devia ser confundido com amor, que uma coisa era sexo e fantasias e outra era o amor pelo parceiro. Claro, tudo era tão louco e novo pra gente que não tínhamos a mente tão aberta, ficávamos impressionados, mas eles explicavam e contavam tão educadamente que até minha irmã se empolgou na conversa, perguntando tudo. E ainda já tínhamos tomado umas três garrafinhas de vinho delicioso e a coisa foi se soltando.
A noite foi espetacular. Os colombianos contavam que já tinham estado com outros casais, que às vezes faziam a três com outra mulher ou com outro homem e que amavam sexo, mas nunca faziam separados, que sempre faziam sexo juntos. A gente tinha assistido a shows de strippers bem pesados, com mulheres e homens totalmente nus no palco, até que chegou a pergunta de um milhão, quando o colombiano me disse:
Oscar:...e vocês nunca praticaram com sua mulher...?
Eu:...não, verdade, nunca. Temos curiosidade, mas nunca fizemos (minha irmã continuava me chutando por baixo da mesa).
Oscar:....a verdade é que nos parecem um casal lindíssimo. Você é Muito gato, e o que dizer da sua esposa, é uma beleza (só pra constar, minha irmã estava com um vestido preto justo no corpo que arrebentava a bunda dela, ela tinha se maquiado, lábios vermelhos e cabelo preso com um coque no alto da cabeça, e o colombiano já tinha olhado pra ela quando ela se levantou pra ir ao banheiro)
Eu:...valeu, sua mulher é muito gostosa também, é encantadora, a verdade é que a gente entrou aqui sem saber que era um restaurante liberal, imagina, é algo estranho pra gente...
Oscar:...sim sim, entendo vocês, tem que ir devagar, talvez se vocês quiserem amanhã a gente pode passar pra buscar vocês onde estão hospedados e ir pra uma praia particular que fica a uns quilômetros daqui pra passar um dia de praia juntos, é muito bonita porque não tem muita gente...
Eu:...eu topo, não sei você (perguntando pra minha irmã)...
Fer:...vamos sim...não tenho problema...(olhando nos meus olhos e me dando outro chute)
Assim que chegamos no hotel naquela noite, eu tava muito excitado com tudo que tinha rolado, minha irmã me diz meio bêbada:
Fer:...cara, você é louco, quer comer a Maria e não liga pra mais nada, entrega sua irmã...hahaha
Eu:...qual é, Fer, vai me dizer que você não gostou do colombiano, se você olhava bem entretida pra ele quando ele contava tudo...
Fer:...vou te falar a verdade, fiquei impressionada com esse povo, os dois são muito lindos e se compartilham com outras pessoas, mas você sabe que esses dois querem nos comer, hahaha...
Eu:...eu por mim tô dentro, a Maria tá muito gostosa, e o colombiano não parava de olhar pra sua bunda toda vez que você ia no banheiro...ele tá doido por você...
Fer:...pô, Martin, você acha que a gente vai amanhã? Me dá um não sei o quê, te digo que não sou uma santinha e entendo que eles querem transar, mas eles falaram que não fazem separados e eu na sua frente não faço nada nem fodendo...mas tenho que admitir que o colombiano me atrai...hahahaha
Eu:...haha...viu...dá uma relaxada aí com o colombiano que ninguém vai ficar sabendo... e o resto não tem problema, eu dou uma enrolada neles pra fazer separado....
Fer:...sei não, sei não...isso é muito louco...não contaria nem pra minha melhor amiga...me dá muita vergonha...mas não posso negar que a ideia é excitante...haha
Naquele dia não consegui dormir pensando no dia seguinte. No outro dia, estávamos esperando na porta do hotel pelos colombianos. Apareceu um conversível com os colombianos em cima, eles tinham alugado. Depois descobrimos que eles tinham muita grana. A questão é que viajamos quase uma hora até a praia que eles conheciam. Quando chegamos, percebemos que era quase deserta, era um paraíso e dava pra ver outras pessoas, mas a quilômetros de distância. Estávamos sozinhos no lugar. Nem preciso dizer que nos instalamos e eles levaram de tudo, tinham dois refrigeradores portáteis onde guardavam drinks e bebidas alcoólicas, frutas e comida.
A primeira coisa, e muito excitante, que aconteceu é que o Oscar estava com uma sunga brasileira que marcava um belo volume, o colombiano tinha um bom físico, e a Maria tava um tesão, biquíni, uns peitões, cintura fina e uma bunda grande, não tão perfeita quanto a da minha irmã, mas era grande e empinada, era uma gostosa a colombiana. Quando minha irmã tirou o short que usava, não consigo descrever a cara do Oscar, os olhos quase pularam pra fora olhando a bunda da Fer, e a Maria comentou:
Maria:...Minha nossa, mas que rabão você tem, Fernanda, parabéns, Martin, pela mulher que você tem (era muito louco pensar que eles achavam que éramos marido e mulher)...
A tarde foi passando tomando sol e eles tentando nos convencer, muito educadamente, do mundo liberal, enquanto a gente bebia todo tipo de drink que o Oscar preparava. Já estávamos meio altos e com tesão. Num momento, eles dois foram pra água e eu e minha irmã ficamos sozinhos. Ela me disse:
Fer...Martin, te peço por favor que isso fique entre nós. Já decidi e vou transar com o Oscar, assim você também pode. curtir a colombiana, hein... mas não conta pra ninguém, por favor... tô te falando que isso é muito estranho, mas quero clarear a cabeça e tô meio tonta e meio carente... haha
Eu... esquece, Fer, você curte com o Oscar que eu cuido da Maria que é uma gostosa do caralho, juro que nunca fiquei tão tesudo numa situação dessas... tô louco... haha
Nisso eles voltavam da água e o Oscar me fala:
Oscar... escuta, Martin, queria te pedir permissão pra me ajudar a passar bronzeador na Maria, se a Fernanda não se importar...
Fer... por mim tudo bem...
Eu... claro, Oscar, com todo prazer...
A Maria se deitou de bruços e a gente ficou um de cada lado pra passar o bronzeador, a Fernanda tava do nosso lado também de bruços com a sunga enfiada na bunda e com uma bebida na mão, olhando o que a gente ia fazer. Começamos a passar bronzeador, eu nas costas da Maria e o Oscar foi direto pra bunda dela, eu via ele massageando a bunda da própria esposa e ele faz sinal pra gente trocar, aí eu comecei a apalpar a bunda da Maria, que tesão que eu tava, comecei a massagear a bunda da colombiana e já tava com o pau durasso, aí o Oscar fala:
Oscar... desculpa, Fernanda, você se importa se eu te der uma massagem... com a permissão do Martin, claro...
Eu... pode ir, Oscar... acho que minha esposa também precisa de umas massagens...
Fer... bom, sei lá... se você quiser, Oscar (e a Fer virou o rosto pro outro lado, totalmente de bruços, não queria me olhar, tava com vergonha mas tava com tesão)
Aí o colombiano ganhou confiança e sentou nas pernas da minha irmã, com o pacote dele mostrando uma ereção violenta na altura da bunda dela, ele começou a massagear as costas dela enquanto falava que ela era muito linda e tinha um corpo muito delicado, eu enquanto isso tava apalpando a bunda maravilhosa da Maria, de repente as mãos do Oscar foram pra bunda da minha irmã e juro que ali senti um tesão extremo e inveja, que pedaço de bunda que a minha irmã tinha, enorme e ainda brilhava no sol. Oscar massageava a bunda dela toda delicadamente, apertava as nádegas e dizia que nunca tinha tocado uma raba tão dura. Minha irmã ficava dura, com certeza pelos nervos da situação, mas era muito erótico tudo. Minhas mãos foram pro final da linha do cu da Maria e comecei a tocar a pussy dela, tava fervendo de tesão. Puxei a sunga dela e vi uma pussy toda depilada, uma delícia. Comecei a masturbá-la devagar, a Maria soltava gemidos enquanto eu acariciava a pussy babosa dela. Imitei a posição do Oscar e sentei nas pernas dela enquanto continuava a punhetar a Maria. Eu já tava com a cock dura feito ferro, tudo era muito erótico e quente, numa praia deserta. Oscar continuava tocando a bunda da minha irmã cada vez mais forte, e aí comecei a ouvir gemidos da minha irmã. As duas mulheres estavam muito perto uma da outra, quase coladas. Oscar esticou a mão e tocava a bunda da mulher dele com uma mão enquanto eu a punhetava. Aí não sei o que passou pela minha cabeça, mas fiz a mesma coisa. Como minha irmã tava com a cabeça virada pro outro lado, estiquei minha mão e apoiei na bunda dela. Que sensação indescritível, tinha a bunda quente do sol, dura, redonda, soberba, sem dúvida a melhor que já toquei na vida. Ela não percebeu que tínhamos trocado as mãos, eu massageava a bunda da minha irmã com força, tava muito excitado, a situação tinha ido pro caralho e a gente tava perdido. De repente, Oscar tira minha mão da bunda da minha irmã, agarra ela toda e pergunta:
Oscar... você gosta da massagem, Fernanda..?? Você tem uma raba deliciosa e a cock tá subindo...
Fer... siiiim... é muito gostosa sua massagem....
Oscar agarra a sunga e sai uma cock um pouco mais comprida que a minha... uns 19 cm... mas mais fina... a minha era muito mais grossa que a dele. Ele pega o pênis e passa na linha do cu da minha irmã. Irmã, ele passava aquela pica toda pelo cu dela... fazia devagar... minha irmã soltava gemidos cada vez mais altos... eu comecei a fazer o mesmo que ele com a esposa dele, mas apontei a pica pra baixo, passando pelos lábios da pussy dela. Então Maria disse:
Maria... que filho da puta esse macho tá passando a pica na minha pussy... ahahhhhh...
Naquele momento, minha irmã virou a cabeça e me viu passando a pica na pussy da Maria, olhou pra trás e viu o Oscar passando aquela pica comprida na bunda dela. Ela soltou um gemido e de repente parou, saindo de cima do Oscar, e disse:
Fer... isso é muito quente, mas por que não vamos pra um lugar mais íntimo? Aqui não tô gostando...
Isso acabou esfriando a putaria de todo mundo, porque cortou o barato geral. Era óbvio que ela não queria transar na minha frente, tava com tesão mas com vergonha de todo mundo junto. A situação foi que não discutimos o assunto, juntamos nossas coisas em 5 minutos e o Oscar dirigiu, acho que a 200 por hora, até chegar no apartamento dele. Ele tinha ficado louco com a bunda da minha irmã e não queria que ela perdesse o tesão. Durante a viagem, ele falava bem calmo pra ela não mudar de ideia... Eu, por outro lado, fiquei doido com o que tinha rolado, ainda mais que tinha apalpado a bunda da minha irmã e ela nem percebeu. No caminho, ela quase não falou, devia estar passando um milhão de coisas na cabeça dela, claro, trair o namorado, quase transar na frente do irmão, não era normal. Tudo era muito intenso, pra mim, pelo contrário, foi uma delícia...
Quando chegamos no apê, a Fer disse que queria ficar sozinha com o Oscar e que eu ficasse só com a Maria, que assim ela topava. Obviamente o Oscar sabia lidar bem com a situação e disse pra ela ficar tranquila, que faríamos do jeito que ela quisesse, que ela tinha que aproveitar e não fazer nada forçado. Mas o Oscar sabia que isso ia tirava o tesão da situação, eles foram pra suíte do Oscar onde a porta dava pra onde a gente tava, mas entraram e vi minha irmã fechar a porta. A gente tava quente e meio tonto pelo álcool que tinha bebido. Eu fiquei com a Maria na sala, mal eles saíram de cena, a Maria pegou na minha pica e tirou ela da bermuda. Minha pica tava durona pra caralho, quando ela viu, me disse:
Maria... filho da puta, que pedaço de pica grossa que você tem...
Começou a chupar como uma verdadeira puta, babou toda e ia da cabeça até enfiar tudo na boca. Sentia minha pica batendo no fundo da garganta dela. Eu não aguentava mais, ia gozar com uma chupada de pica daquelas. Peguei ela pela nuca e comi a cabeça dela até sentir que ia vazar. Tirei e comecei a gozar na cara dela. Essa mulher era uma puta com todas as letras, enchi a cara dela de porra. Ela passava a língua como se quisesse meter a porra na boca. A situação era tão quente que a pica continuou dura e ela disse:
Maria... ai, papai, quero que você meta essa pica enorme no meu cu agora... não aguento mais... quero que você coma meu cu...
Aí mandei ela ficar de quatro no sofá, olhando pra porta da suíte. Aquele cu era gigante, grande pra caralho mas sem celulite, tremendo. Passei uns minutos chupando o cu dela pra lubrificar e ela não parava de gemer e pedia pra eu meter. Cheguei por trás e apresentei a cabeça na porta do buraco anal dela. Fiz pressão e não entrava fácil, mas fui enfiando aos poucos. Ela pegou a bolsa que tava no sofá, tirou o bronzeador e pediu pra eu passar um pouco no cu dela. Ahhh, falei, mas que puta gostosa, pelo amor de Deus. Fiz tudo direitinho e fui de novo pra cima. Agora entrou mais fácil até a metade. O grito que a Maria deu ecoou pelo apartamento inteiro. Comecei a comer ela bem forte, batendo naquelas nádegas e vendo como minha pica grossa entrava e saía daquele cu. Tava arrebentando ela. Ela dizia coisas. como por favor, que gorda que tu tem ela....como você abre meu cu....assim assim, me come meu cu...eu tava metendo cada vez mais forte quando de repente, por razões desconhecidas, a porta da suíte abriu....abriu sozinha, talvez minha irmã não tivesse fechado direito..sei lá e aí vi minha irmã na mesma posição que a Maria, olhando pra porta, ou seja, pra onde a gente tava, devia estar a uns 4 ou 5 metros de distância, a gente se via claramente e vi como minha irmã tentou se soltar do Oscar, talvez pra fechar a porta, mas ele agarrou ela forte pela cintura e começou a bombar com tudo sem deixar ela escapar, quando ele meteu mais forte vi a cara de luxúria da Fernanda, ela abriu a boca, jogou a cabeça pra trás e fechou levemente os olhos e começou a gemer muito alto...os gritos dela eram ah ah ah ah ah aha ahah e enquanto a Maria gritava pro Oscar...
Maria....papi, você não sabe a pica que o Martin tem...ah ah...é muito grossa e o filho da puta meteu no meu cu...você não sabe como ele tá me fazendo gozar...tá me matando
Quando a Maria disse isso, minha irmã virou a cabeça pra frente olhando como eu tava arrombando o cu da Maria, isso me deixou com muito tesão porque ela olhava nos meus olhos mas tava de boca aberta e não parava de gemer, fiquei tão excitado que comecei a meter com tudo no cu da Maria e agarrava ela pelo cabelo sem parar de olhar pra minha irmã....da minha posição dava pra ver como a Fernanda tava de quatro, dava pra ver pouco mas dava pra ver um corpo do caralho, o Oscar tava dando tapas na bunda dela cada vez mais forte e disse
Oscar...e você não sabe que rabão que a Fernanda tem, é uma pedra e tem a buceta muito pequenininha e apertada..
Isso bastou pra eu tirar a pica do cu da Maria e começar a gozar nas nádegas da colombiana, puta transa, sem dúvida a melhor que eu já tinha tido até aquele momento...olhamos pra suíte e o Oscar imitou meu final, deu um grito e gozou no cu da Fer...ela gemeu uns segundos e se levantou pra fechar a porta. Eu tava exausto e meio estranho. Tinha visto minha irmã transando e ela me viu também. Fiquei no sofá com a Maria, nos vestimos e conversamos sobre o que tinha rolado. Ela recomendou a gente ir com minha esposa pro hotel pra conversar numa boa, assim ela ficaria melhor, já que era a que não tava tão convencida em fazer aquilo, e aí não íamos deixar ela mal. Acho que o Oscar falou a mesma coisa pra Fer, porque ela saiu vestida pedindo pra ir pro hotel. Os colombianos tinham experiência e sabiam levar a situação. Nos despedimos e eles falaram que no dia seguinte voltavam pra Colômbia, deixaram os telefones e endereço caso a gente fosse pra lá um dia.
Na viagem pro hotel, a Fer não falou uma palavra. Quando chegamos, ela foi tomar banho e ficou umas duas horas no banheiro. Depois saiu e se enfiou no quarto. Tomei banho também e tentei conversar com ela...
Eu:....como você tá se sentindo, Fer... tá mal pelo que aconteceu..?
Fer:....não, pelo contrário, me sinto bem. Não sei o que deu em mim, mas ficar com o Oscar foi tipo... tirou um peso que eu tava carregando.... mas me deu um pouco de vergonha de te ver pelado.... haha... não é normal... juro que fiquei com muita vergonha de você me ver, mas não conseguia parar.... tava muito, muito... bom, você já sabe....
Eu:... ha... bom, não fica envergonhada... isso a gente não conta pra ninguém... eu fiquei doidão com o que rolou hoje... foi algo que nunca pensei que pudesse acontecer.... a colombiana tava louca... haha
Fer:... haha... bom, agradeço você me entender... e juro que antes de ficar com o Oscar, quando fechamos a porta, ele me convenceu em 5 minutos que a gente tem que aproveitar o sexo, que assim a gente vive mais feliz... e ele tem um pouco de razão, o colombiano... haha
Eu:.... bem grande que ele tinha, hein... haha... o Franquito tem do mesmo jeito..?
Fer:... ah, meu bem... haha... não, o Franco tem bem menor.... o Oscar tinha grande, mas sabia usar...
Aquela noite a gente não saiu e dormimos como anjinhos. No dia seguinte fomos pra praia. Já na praia, eu não aguentava mais de Para de olhar pra bunda da minha irmã, e tenho que confessar... queria comer ela, a bunda dela era perfeita e ainda por cima o Oscar disse que ela tinha a buceta apertada, e quando ela falava comigo vinham imagens do rostinho dela gemendo, isso deixava minha pica dura de novo. À noite fomos jantar e minha irmã vestiu um vestido branco bem justinho que fazia você ficar de pau duro só de ver ela por trás. O jantar foi normal e nós dois confessamos a pena dos colombianos terem ido embora, conversamos um pouco sobre o que tinha rolado e já estávamos com várias garrafas de vinho na cabeça. Fomos dançar e a noite toda foi divertida, mas eu não conseguia parar de pensar na bunda da Fernanda e ainda por cima tinha apalpado ela... tava tudo dito, eu queria comer minha irmã. Voltamos pro hotel umas 5 da manhã, pedi uma garrafa de champanhe e subimos pro quarto. Com a Fer já tínhamos intimidade, já tínhamos passado aquela barreira tabu do incesto, tínhamos nos visto transar. Assim que subimos, sentamos no sofá da sala do quarto bem bebados e fui na lata e falei:
Eu... sabe Fer, tô muito tarado... tudo isso que aconteceu só fez despertar uma vontade enorme de transar toda hora... hahaha... tô sendo sincero, né...
Fer... ah, Martin... hahaha... parece que a colombiana te deixou doido... hahaha
Eu... é, que pena que foram embora, senão dava pra armar outra festinha... haha
Fer... vou te falar a verdade... agora não tenho vergonha e te digo... eu também fiquei com tesão com tudo isso... e a verdade é que teria sido legal se eles ficassem mais uns dias...
Eu... epa... hahaha... parece que você também gostou do Oscar, hein... sua cara dizia tudo... hahaha
Fer... e não vou mentir... ele é um ótimo amante e tinha uma pica bem grande... ha
Eu... é, a Maria também era uma safada... já pediu logo pra eu comer ela por trás... ah, me lembro e fico louco...
Fer... que loucura... logo por trás... e ainda gritava que você tem uma pica grande hahaha te deixou Ficar bem...haha
Eu...não menti...o colombiano tinha comprido, mas eu tenho mais largo...haha
Fer...que exibido que você é...haha...
Eu...sério, não tô mentindo...
Fer...bom, se você diz, deve ser verdade...não é à toa que tem tantas mulheres em Buenos Aires...me dá mais um gole que preciso aliviar a tensão... (servi outro gole pra ela, ela estava linda, de pernas cruzadas, com as pernas todas bronzeadas e um decote bem sugestivo, maquiada, lábios vermelhos e o rabo dela sempre no alto da cabeça)
Eu...eu também preciso me aliviar, acho que vou ter que bater uma antes de dormir, senão não vou conseguir pegar no sono...haha
Fer...bom, se apressa e vai você primeiro no banheiro, que depois vou eu...hahaha...porque tô vendo que você tá a todo vapor... (olhando pro meu volume, onde dava pra ver uma ereção enorme na minha calça)
Eu...haha...me desculpa...lembro da Maria e fico igual um jumento...mas é, os dois tão precisando de um carinho...haha
Fer...haha...é, verdade, me sinto uma estranha...isso mexeu com minha cabeça...juro que nunca me senti assim...não tenho vergonha de te falar que tô com muita vontade de me masturbar...
Quando ela falou isso, me quebrou todo, levantei de onde tava e comecei a tirar a calça, ela me olhou e disse:
Fer...o que cê tá fazendo, moleque...é doido...haha
Eu...é, você já me viu pelado...do que cê tá com medo (nisso, fiquei só de cueca, com uma ereção violenta, e ainda por cima a cueca era branca)
Fer...já te vi pelado, sim...mas, sei lá...vai pro banheiro se aliviar...haha...você se alivia no banheiro e eu vou pro quarto...
Eu nem respondi, ela sentada de perninha cruzada com uma taça na mão, eu tirei a cueca e o pau saltou feito uma mola, batendo na minha barriga, sentei na frente dela, joguei a cabeça pra trás e comecei a bater uma na frente dela sem olhar, e só ouvi:
Fer...para, Martin...haha vai pro banheiro, idiota...
Mas Eu não tava olhando pra ela e só escutei silêncio, em nenhum momento ela saiu do lugar, eu tava com a pica dura e me punhetava devagar, de repente olho pra ela e ela ainda tava de pernas cruzadas mas me encarando fixo enquanto eu me masturbava, falo pra ela:
Eu... me mostra a bunda, Fer, vai... quero bater uma olhando pro teu rabo...
Ela continuou sentada sem se mexer, só me olhava e abriu levemente a boca, de repente se levantou e virou de costas, levantando o vestido, e eu vi aquela bunda enorme partida por uma fio dental de renda branca linda, e ela me diz:
Fer... cê gosta da minha bunda pequena, Martin... vai, bate uma com a raba da sua irmã...
Vejo ela meter a mão na frente e começar a se masturbar... gemia e se mexia devagar, tira o vestido todo e me diz: vamos bater uma juntos mas sem nos tocar, não podemos porque somos irmãos...
Eu... eu já toquei na sua bunda... na praia, quando o Oscar tava em cima de você, trocamos as mãos e eu amassei bem a sua raba... adoro seu cu... é o melhor que já vi
Quando ela ouviu isso, começou a se punhetar forte sem falar nada e de costas pra mim, eu me levantei e fui atrás dela, encostando a pica na bunda dela, bem no meio... ela tentou me afastar, mas eu levei minha mão até a boceta dela enquanto a pressionava e agora eu batia uma pra ela, ela só se deixou levar e começou a gemer alto, ela se virou, se abaixou e meteu na boca de uma vez, começou a chupar, ahhh nunca tinha estado tão quente aquela boca pintada de vermelho chupando minha pica sem parar... e me dizia que a Maria tinha razão, que eu era bem grosso... eu agarrei ela, coloquei de quatro no sofá, tirei a fio dental e comecei a chupar a boceta dela e o cu ao mesmo tempo... chupei tanto que ela me diz:
Fer... enfia em mim, Martin... mas faz no meu cu... pela boceta não, que você pode me engravidar... enfia devagar que a minha bunda pequena é virgem...
Eu não liguei pra ela e Mandei de uma vez na buceta dela, queria sentir aquela buceta apertada igual o Oscar falou, e ele tava certo, era bem apertadinha. Ela gemeu que nem uma louca e enquanto eu tava bombando, ela falava pra eu não meter na buceta, mas não fazia nada pra parar. Segurei ela firme pela cintura e comi gostoso, a visão da raba dela era sensacional com as costas todas arqueadas. Tirei e comecei o trabalho anal, chupei aquele buraco enquanto ela não parava de gemer. Enfiei na portinha depois de cuspir bastante no cu dela até o buraco ceder um pouco, só a cabeça tinha entrado. Ela suspirou de dor, falava que doía, mas gostava daquela dor. Fui dando mais e mais, cada vez mais rápido, até pegar uma velocidade considerável. Era um sonho estar arrombando a raba da minha própria irmã, e não era qualquer raba, era uma raba digna de concurso. Tanto meti que ela balançava a cabeça pedindo pra ir mais devagar, que eu tava matando ela, mas em nenhum momento diminui a velocidade. Comi até sentir que ia gozar, aí tirei e comecei a gozar nas nádegas dela. Por favor, que gozada, nunca tinha gozado tanto na minha vida, juro que soltei umas meia xícara de porra na bunda da Fernanda. Ela caiu desmaiada no sofá com o cu cheio de porra... mas eu continuava com o pau duro igual no começo, tava comendo a melhor raba que já vi na vida...
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