Brincando com a priminha XIII

Finalmente chegou o penúltimo capítulo, a jornada que Matías e sua prima começaram sozinhos vai terminar da maneira mais orgiástica possível, e está prestes a chegar (o final já está pronto).Brincando com a priminha XIIIPra minha desgraça, achei que esse fosse o fim, mas como ficou tão longo, vou ter que dividir em duas partes. Mas fiquem tranquilos, que o próximo capítulo é o final.

Como sempre, vou desfilar as gostosas da história em imagens que servem como ajuda-memória e também de incentivo, embora a decisão final de como elas são esteja na cabeça de vocês.orgiaSem mais delongas, vamos para o final dessa saga, que foi crescendo até esse ponto. Espero que seja do agrado de vocês. Não esqueçam de comentar, avaliar, o que quiserem.autoGlórialesbicas
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Brincando com a priminha XIII
orgiaMatías sentiu que foram mudanças demais pra uma casa, em tão pouco tempo. Notou os olhares como punhaladas da Julieta e da Mônica, já que não as considerou pra fugida pro hotel… as risadinhas da Carolina, Zoey e Lucrécia, que toda vez que passavam cochichavam e piscavam o olho pra ele. Se estavam rindo do "desmaio" dele, estavam sendo injustas. Nenhuma máquina funcionava pra sempre e o aparelho sem osso dele tinha dado tudo de si pra agradar elas. Já os caras, Agustín e Santino, pediam detalhes da escapada que não passou despercebida, e a recém-chegada Glória, flertava com ele a todo instante.

- Então você saiu pra conhecer a cidade? Que estranho à noite, Entre Ríos se aproveita mais de dia.

- É mais tranquilo pra mim, precisava de ar fresco, né? Glória, não é?

- Sim, como a música, embora não cante pra mim porque eu fico puta.

- A noite tava ideal… a gente deu uma volta pela cidade, viu um filme interessante.

- Ah, é? Um filme? Será que é um presentinho que te deixaram na árvore?

Foi nesse ponto que ele decidiu focar a atenção. A Julieta dele tava muito distraída com a presença do pai e quase não dava bola pra ele, a Mônica e o Santino não se largavam, a Flor e o Agus jogavam playstation como se nada suspeito tivesse acontecido (ele tinha esquecido como a Flor ainda era jovem) e o Romão, por sua vez, como bom anfitrião, tava muito ocupado com os afazeres e em atender as irmãs, mas a Glória tava com o foco todo nele…

- Exato, acho que esqueci no carro, vou buscar…

- Vou com você. Vai me fazer bem pegar um ar, tem muita gente aqui. - Sussurrou piscando o olho pra ele…

Porém, Romão se meteu sem perceber que tava estragando um momento.

- Daqui a uma hora a gente come, campeão. Preciso que você vá comprar um pouco de lenha e carvão pra noite, tinha menos do que achava e mais tarde vai estar tudo fechado.

- Perfeito. Já vou saindo.

- Vou com você, fiquei sem… bom, coisas de mulher, preciso de comprar. Me leva até o mercado?
- Claro, vendem tudo no mesmo lugar.
- Román já tinha indicado antes o supermercado mais perto onde ele podia comprar os itens ignífugos.

Enquanto Román mandava a Lucre preparar a salada e o Santino arrumava a mesa (na frente da piscina), Matías acabou agradecendo a saída pro mercado, já que ia acompanhado da Gloria.

- Que gente pra uma casa só, é grande mas tanta gente me sufoca. – Disse Gloria bem acomodada no banco do lado. Nem olhava a paisagem, só ele…

- E olha que ainda saiu gente, três sobrinhos da Mônica iam vir, mas foram pro Brasil ou sei lá onde.

- É, ela me contou: Juan Cruz, Federico e Clara. Bom, por um lado é melhor… já somos vários.

Matías percebeu que o celular dele tinha ficado no carro a noite toda e recebeu várias mensagens que, em cada sinal, ele leu com entusiasmo.

Um número misterioso tinha mandado uma mensagem reveladora de noite, dizendo que tinha fotos dele e do Román comendo a Julieta… tinha sido na noite da lingerie erótica. Dizia que ia cobrar favores de cada homem ou essas fotos seriam mostradas pras pessoas erradas…

- Que porra é essa?

- Tudo bem? O sinal tá verde há vários segundos.

- Sim, sim, tudo bem Gloria. – Acelerando fundo, por sorte não tinha muito trânsito naquelas ruas de bairro.

Quando chegaram, se separaram. Mati foi pegar os sacos de lenha e carvão, mas ficou mais concentrado em descobrir a culpada daquelas mensagens. Os dedos dele se mexiam que nem pernas de aranha em cada instante que tinha na correria do recado.

Por fim, enquanto pagava no caixa, a culpada da mensagem perturbadora se revelou: Lucrecia. Ela era mais safada do que ele imaginava.Sei tudo o que fizeram com a Juli, vi bastante e meu pai vai ter que me deixar jogar ou eu mando as fotos pra minha mãe, e você vai ter que me fazer um favor ou eu mando pra todos os seus conhecidos...autoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O emoji bonitinho aliviou ela, talvez não fosse uma ameaça, mas sim um jogo, dava pra ver que queria entrar naquele mundo a todo custo e tava decidida a tudo.Tô nas suas mãos, gata. Faço o que você quiser, mas essas fotos minhas transando com a Juli não podem vir à tona...lesbicasDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.



Você é um baita safado, Mati, te espero depois do almoço… já sei onde. Mas vai ter que me fazer um favorzinho… Suas amigas Caro e Zoey me contaram o que você gosta de fazer e no que você é bom.- Senhor, faltam 40 reais, eu falei! Pode largar o celularzinho?
- Desculpa, desculpa, recebi uma notícia ruim… toma. – Mentiu pro caixa antipático.

Pagando, saiu com as quatro sacolas, duas em cada mão, enquanto Glória esperava no carro e abriu a porta pra ele colocar a carga.

- Que força, hein? Eu não consigo levantar nem uma dessas!… Pena que você tá tão distraído. – Falou safada, acariciando o braço inflado dele. Com tanta mensagem de extorsão, tinha esquecido que tava diante de uma grande oportunidade de se divertir com uma loira daquelas.

Dentro do carro, Glória devorava ele com o olhar e até passava a mão na dele quando ele trocava a marcha.

- Glória, no porta-luvas acho que tem um doce, vê se sobrou algum…
- Não vejo nenhum, mas achei uma coisa que conheço bem. – Pegando o DVD. – Esse eu conheço, tenho uma cópia. Gostou do que viu, Matias?
- Tá muito bem filmado, mas fiquei com vontade de ver mais alguém… – Falou, estacionando o carro na sombra, tirando o cinto e puxando Glória pra beijar.

Era uma mulher linda, fogosa, no nível da Mônica, ele percebeu na hora que pegou ela no colo: barriga lisa, peitos firmes e durinhos, um perfume no pescoço que era tipo uma droga. Também tinha espírito de amante, ele sentiu pelos beijos quentes, pelas carícias que arranharam as costas dele, e pela mão dela descendo pro meio das pernas dele.

- Caralho, sou sortudo, não acredito nisso… – Sussurrou intenso, sentindo a bochecha molhada e a língua da Glória lambendo a glande dele.
- Adoro essas pirocas sujas, que esteve nas suas primas e sei lá mais onde.

Se ele contasse que tinha gozado em duas bucetas, bocas e até cús horas antes, não sabia se assustava ela, porque o cheiro mostrava que antes de um boquete aquela pica precisava de um banho, mas a mulher suja parecia não ligar. Ela chupava as bolas dele como se fossem sorvete, sugando o suor salgado que as cobria com devoção. — Agora é minha vez, vou te dar um motivo pra atuar comigo no próximo filme…

Depois de beijar seu pescoço, descobriu os peitos dela pra chupar. Tinha uns bicos lindos, inchados tanto pelo formato de mamilo quanto pelas sugadas sonoras. Enquanto isso, as mãos dele se deliciavam com a sensação gostosa de uma buceta depilada, enfiando os dedos naquela cavidade mais molhada, uma umidade que avivava o fogo lá dentro.

— Jesus, obrigada, Môni, por me apresentar uma puta dessas… — Disse ela, extasiada, pegando ele pelo cabelo curto e esfregando ele na buceta como se fosse papel higiênico, passando cada cantinho do sexo glamoroso dela pela língua e lábios dele. Cada milímetro foi sugado e lambido como se fosse virgem diante da cara de Deus pela primeira vez.

Quando ele quis enfiar dois dedos no cu dela, descobriu com espanto que ela tava com bolas chinesas lá dentro…

— Já me avisaram dos seus gostos e quero estar preparada.

— Que tesão, você é uma mulher de respeito. — Disse ele, e sem tirar as "bolinhas" enormes, enfiou dois dedos pra dilatar o máximo o buraco, esfregando com cuidado as paredes do cu.

— Mmmm, que bruto, cuidado com meu cuzinho, mmmm.

— Pra mim você tá adorando. — Mexendo a bola chinesa mais próxima lá dentro. Ele sentia as paredes esticadas contra os dedos e a buceta ficando mais molhada com o néctar quente enquanto lambia a rachinha de cima a baixo…

— Vamos pra trás, vou dar pra essa buceta linda o que ela merece.

— É? Vai meter tudo, bruto? — Disse ela, ficando de quatro pra passar pra trás. Matías pegou ela pelas nádegas e, segurando assim, a prendeu de surpresa pra dar chupões na vulva e no cu.

— Que gostosos esses beijinhos surpresa, mas vai, quero que você me fure até o sobrenome, seu sujo.

Não demorou pra ele passar pra trás com certa dificuldade e penetrar ela como Deus manda, com as pernas abertas feito um "V", com o plus de sentir o quarto ao lado ocupado pelo brinquedo escandaloso. No entanto, embora tudo estivesse indo maravilhosamente, o corpo dele começava a preocupá-lo... Cãibras nos braços e quadris, seguidas de uma tontura profunda, começaram a distraí-lo, quando a sensação daquela buceta apertada e das grandes bolas chinesas roçando a glande dele deveria ser o foco da atenção.
O que estava acontecendo com ele? Depois de tantas vitórias no carro dele, faria papel de ridículo naquele dia?

- Hummm, não afrouxa, ahhh ahhh ahhh, vai, forte como no começo... forte como no começo! - exigiu a loira, apertando-o com as pernas, mas por mais que o pressionasse contra ela (e até sentia a buceta dela impaciente, fechando-se como um punho molhado em volta do pau dele), ele não aguentava mais. Não tinha jeito: ele estava exausto.

- Me come como se fosse sua priminha, vai, vai, como nela e eu deixo você chupar meu cu de novo e arrebentar ele de pica, vaiiiii...

Mas depois de alguns minutos, ele gozou umas gotinhas miseráveis naquela conchinha tão apetitosa, que no mínimo merecia ter sido lambuzada com o caviar dele. Ficou exausto, quase desmaiado sobre os peitos macios da mulher, que se apiedou e percebeu o que estava rolando.

- Acho, Glória, que estou morto, não foi minha intenção durar tão pouco... e queria fazer o dobro de coisas com você, mas não aguento mais.

- Você veio do hotel com aquelas duas mulheres, já temia que isso fosse acontecer. - Disse com carinho, acariciando o cabelo dele. - Não se preocupa, em Buenos Aires você vai me dar a revanche merecida. Quero que se prepare para me dar o tratamento completo.

- Nem fala, isso pode dar como certo. - Disse beijando-a com devoção no banco de trás, testemunha muda das mais grandiosas vitórias.

Depois de um beijo inesperadamente longo, quase adolescente, ajudou-a a se vestir e foram para o banco da frente.

- Estou envergonhado, ontem não aguentei a noite toda e desmaiei, hoje acontece a mesma coisa. Justo no dia do strip poker!

- Você vai ter que comer como um touro e dormir como uma vaca, não tem outro jeito, não pode continuar assim porque vai perder o melhor.

- Não tem outra opção... - Sentenciou depois de pensar um pouco. Um semáforo.
— Pega o celular enquanto eu dirijo, escreve no grupo que a gente adia pra amanhã. Preciso de um dia de descanso. Só isso.

Será que conseguiria? Mesmo a Moni tendo topado que o jogo rolasse na noite de 1º de janeiro, já que de qualquer jeito todo mundo ia estar presente, ao chegar ele descobriu que ia ser bem difícil descansar. Evitar sexo um dia naquela casa, com umas gostosas daquelas, seria tipo tentar escapar das gotas de chuva num temporal.

Ajudo o Román a preparar as linguiças e a picanha, mas ver a Lucrecia de sutiã e uma saia jeans curta pra caralho não era bom pros neurônios dele, já ferrados e derretidos.

— Põe os copos, Lucre, já te falei!
— Já vou! Tava dando um mergulho, tá tipo trinta graus.
— Não pode se jogar na piscina a cada dois segundos, arruma a mesa… Essa menina. — Reclamou Román, dando um tapa na bunda dela quando passou. — E para de olhar tanto pra ela, hein, que você não vai se dar esse gosto.
— Olha, tio, segurar isso vai ser que nem manter um porco-espinho dentro de uma bolha. Algo me diz que você vai ceder.
— Não, nada disso, vou mandar ela com as amigas amanhã. — Falou, dando um tapinha no queixo dele.

Era inacreditável como, do dia pra noite, ele sabia que um parente queria comer a mina e aceitava na brincadeira. — Ficou sabendo que eles jogam amanhã, né? — Comentou enquanto colocavam as linguiças e as morcilhas numa travessa pra servir os convidados esfomeados.

— Sim, vai ser melhor. Vamos ter um jantar em família, amanhã vai ser melhor.
— Pra mim tanto faz, mais uma noite pra curtir. — Piscando um olho. — Mais uma noite com a loira ou a morena, vou ver qual vai ser a sorteada hoje.

Nisso, ele percebeu o quanto o Román tava tarado, que pela idade dele já devia ter tido um infarto na primeira noite, mas ali estava ele, comendo mais que ele toda noite.

— Me fala a verdade: você tem algum remédio mágico? Porque, sério, acho que vou precisar de ajuda.
— Você, ajuda? Tô perdendo um ídolo. Eu, porque sou velho, tomo um, mas você… posso te emprestar, mas toma cuidado. Acredite, já não me sinto mais um super-herói, quase morri ontem à noite… - Não ousou mencionar o episódio com Glória, pelo menos se sentia mais seguro. Um dia de bom descanso e pílulas pra complementar, e nada poderia dar errado.

- Você também, desde que pisou na minha casa que tá nessa farra. Vamos servir, depois te passo um pacote e te explico como tomar.

O jantar teve um tempero único que não estava nem nos deliciosos embutidos argentinos nem na picanha temperada com chimichurri… Lucre, Zoey e Carolina estavam sentadas na frente, com a maçã mais proibida no centro.

- Mati, meu celular caiu aí perto de você, procura.

- Deixa eu ver. - Disse pra Carolina quase sem perceber o tom lascivo. - Achou o tal celular, e dizia “olha pra frente”.

Ali, debaixo da mesa, assim que levantou o olhar encontrou o tesouro no fim do arco-íris. Lucrécia não só usava uma saia jeans obscenamente curta, como também não tinha calcinha, e estava exibindo a buceta mais virgem que ele tinha visto em muito tempo, talvez comparável à da Julieta, mas essa era mais carnuda. Bastaram dois segundos pra aquela visão divina queimar os últimos neurônios que restavam.

Uma mão da Zoey levantou a saia pra ele ver melhor, enquanto Caro abriu uma perninha dela, uma buceta nunca tinha sido apresentada de forma tão linda antes.

- Pega o celular, cuidado que é frágil.

- Quanto tempo hein. - Reclamou Carolina, mas pela cara que ele fez, percebeu que ele tinha demorado pra tirar umas fotos daquela buceta preciosa.

E não parou por aí, entre anedotas bestas e uma comida deliciosa, o verdadeiro diálogo rolava debaixo da mesa… com o pé dele descalço acariciando a perna macia como veludo de Lucrécia, subindo cada vez mais até acariciar as portas e dobradiças do céu, com ela dedicando um sorriso de prazer quando ele chegou no meio dela…

- Tá gostoso o churrasco, Lucre? - Perguntou a safada da Zoey.

- É o melhor que provei na minha vida.
A tal gostosa se aproximava mais do prato pra que o pé pudesse encontrar a buceta dela com mais facilidade. O ato safado passou despercebido pelos clientes, mas durou tanto tempo que o dedão dela ficou molhado dos sucos.
Decidiu aumentar a aposta, e enquanto Antonia e Florencia serviam as sobremesas, mandou uma foto de outro tipo de "doce" — uma foto obscena da pica dele, daquelas que adorava enviar pra Julieta do banheiro do trabalho…Você gostou? Sabe o que fazer com esse pedaço, gostosa? Se quiser, posso te ensinar.Ao que ela respondeu…Tô gostando muito. Os vídeos já me deram várias ideias, mas antes você vai ter que me fazer uns favores. Depois de comer, às 4 no meu quarto. Te espero.A menina era gulosa, pelo visto não ia conseguir ter um dia de descanso. Sem hesitar, não ia desperdiçar uma oportunidade daquelas, dada pelos deuses. Lucrécia, a figurinha mais difícil, era a que faltava no álbum dele. A quantidade de novinhas de 18 anos atraídas pelo desempenho dele como ator era bizarra, ele nunca imaginou que realizar um sonho antigo em vídeo ia servir pra futuras conquistas. Na época, ele achou que algo assim ficaria guardado a sete chaves.

Mas, inacreditavelmente, ia ter algo pra se entreter antes das 4 chegarem. Depois de terminar de comer e ajudar a irmã a lavar a louça, os adultos, Román, Myriam e Antônia, iam pro centro da cidade comprar as passagens e os presentes (as mulheres queriam fazer presentes de Natal atrasados).

- Eu também vou, tenho que comprar umas paradas… - Arturo entrou na última hora. - Não tenho uma sunga decente nem fo… nem fo… fotos, vou imprimir fotos. - Ele se virou antes de falar a verdade.

- Claro, querido, vem tranquilo, de quebra ajuda a gente com as sacolas. - Disse Myriam.

- A gente é compradora compulsiva e o Román se perde no bar com a televisão e não ajuda. - Completou Antônia.

- Bom, vamos que o caminho é longo. Vamos devagar até o estacionamento onde deixei o carro, que o dia tá lindo. - Román, mesmo tendo uns carrões, raramente usava. Não gostava de dirigir, preferia andar na sombra, coisa rara pra alguém da idade e do poder aquisitivo dele.

Alguns hábitos o dinheiro nunca ia apagar.

- Uma tarde de compras pros adultos, uma tarde de piscina pra gente. - Disse Florença, guardando os últimos pratos brilhando.

- Parece divertido. Um mergulho cai bem pra relaxar.

- Vamos ver se você vai relaxar mesmo… - Ela sussurrou no ouvido dele. - A Julieta tá, estranha. Não larga o pai desde que chegou. Algo me diz que ela tem o complexo de Electra.

Matías já tinha notado, ela sempre abraçada nele, seguindo ele. Embora Gustavo fosse um porco e não fosse exatamente a pessoa mais fraternal do mundo, eles eram vistos juntos como se fossem um casal, ou uma ninfa obnubilada por um fauno.

- Sabe o que ela me disse? Ficou experimentando maiôs na frente dele, trancados no banheiro, perguntando quais ele gostava mais. Ela se pelou na frente da buceta dele uma e outra vez, e ele escolheu o mais escandaloso… vamos ver no que dá essa novelinha.

- A mais ousada igual você? – Ele disse antes que ela fosse se trocar, com um sorriso.

Na piscina, já estavam na água o casalzinho do momento, Julieta e Gustavo. Fora, Mônica, Carolina e Zoey estavam tomando sol de topless, de bruços, com tangas tão minúsculas que dava no mesmo usar ou não. A de Zoey até tinha os fios dos quadris transparentes. Glória preferia ficar de lado, tomando sol vestida no extremo oposto, na expectativa. Agostinho lia um gibi ao lado de Santino (Liga da Justiça Sombria, por sinal), com bebidas na mesa. Matias sentou ao lado deles.

- Tá pegando sol, primos? O que tão bebendo? – Disse ele, experimentando uma bebida frutada que tinha sido batizada com álcool. Tinha uma mesa de praia com dois baldes de gelo cheios de garrafas de cores diferentes.

- Tô arrependido de ter vestido sunga sem cueca. – Santino falou baixinho. – Faz quinze minutos que tô com uma barraca armada por causa dessas três gostosas.

Matias observou as mulheres; elas não se importavam de mostrar os peitos quando pegavam suas bebidas ou brincavam entre si. Especialmente a Moni, que nem escondia direito. Estava apoiada nos cotovelos, com as costas arqueadas, e os peitos dela se destacavam bem.

Aliás, a relação entre mãe e filho estava tão deturpada que o Santi se referia a elas como "gostosas" mesmo com a mãe dele no meio.

- Gustavo não sabe o que fazer, se olha pras tetas ou continua brincando com a Julieta. – Disse Agostinho, que fingia ler o gibi mas na verdade escondia uma ereção com ele. Foi uma boa observação, porque mesmo brincando com a filha, afogando ela de mentirinha e jogando água, Água, o olhar dele se desviava pro trio de sereias na frente dele, com peitos orgulhosos balançando contra a toalha.

Matías, como sempre, deu o exemplo mostrando o caminho pros outros…

— Quer passar protetor, Carolina? O sol tá forte e você não passou — perguntou pra mais próxima dele, antes mesmo dela responder que sim, já tinha o protetor oleoso nas mãos. Depois fez um sinal discreto pros outros seguirem ele.

Santino se posicionou atrás da Zoey pra passar a substância oleosa nela.

— Passa bem que vou tirar uma soneca — falou a ruiva. — Em todo lugar… — piscando um olho.

Agustín foi com a Moni, que se deitou completamente.

— Você de novo? Que prestativo que cê tá ultimamente, Agus.

— Relaxa, de tanto jogar joguinho, meus dedos ficaram habilidosos…

— É uma boa ideia, adoro o barulho do vento nas árvores, o cheiro de água e protetor. É como ter um pedaço de praia, mas na privacidade de casa.

Matías colocou as mãos nas costas nuas da morena, umas costas que na noite anterior ele tinha visto de vários jeitos. A pele dela foi pegando cor e calor com o contato das mãos dele. Ela afastou o cabelo pra facilitar o trabalho.

Nisso, chegou Florencia já trocada de roupa, pronta pra entrar na onda do topless e das carícias desde o minuto zero.

— Não sabia que vocês iam fazer isso, cai bem pra mim pra pegar um bronzeado uniforme. — E ali mesmo, de pé, tirou a parte de cima, deixando os melões familiares balançando soltos, com os bicos duros de tesão. — Espero que não incomode…

— Qualé, dirijo um táxi, passo o dia vendo peitos nos protestos das feministas. — explicou Gustavo, que nadava com a filha nas costas, hipnotizado tanto por aqueles peitos quanto pela calcinha que marcava os lábios da buceta dela. Florencia sentou na frente deles, deixando os peitos pendurados, nem deixava o cabelo preto esconder eles do sol e dos espectadores.

— Mas pelo que vi, cê não vai me comparar. com as feministas, né?
- Nada disso, nada disso. - Falou, abaixando os óculos e assobiando baixinho. Dizer que ele tinha perdido a compostura era pouco. - Se você se juntar com elas, te expulsariam porque você roubaria a atenção.

- Não vale, tão tudo de topless menos eu. Posso, pai? - Reclamou Julieta, se aproximando da água, puxando a mão de Gustavo. Ela era tão pequena ao lado do homem urso e peludo que parecia o típico casal gay do caçador e do urso.

- Você não, Juli, deixa elas aproveitarem a intimidade. Vem, vamos continuar nadando. - Disse o gigante. O corpo inteiro dele era coberto de tatuagens horríveis, com figuras monstruosas, mas de péssima qualidade, como se tivessem sido feitas num gulag durante uma estadia infeliz na Rússia.

Juli não ia ficar atrás. Ela usava uma tanga linda, branca, quase translúcida, que marcava a bucetinha como se ela não tivesse nada vestido, e atrás, um fio dental escandaloso que se enfiava mesmo com a bundinha modesta dela. Em cima, os pezinhos de neve estavam durinhos e saltavam quase como se estivessem no ar.

- Não vale, eu também vou fazer topless e aproveitar a intimidade. - E sem avisar, desamarrou o biquíni, mostrando os peitos na frente do pai. - Agora sim, vamos nadar.

- Tá atrevida, hein, não sei o que deu em você, se escapa por ser grandinha, senão eu te dava um tapa por puta. - Como sempre, Gustavo era bem grosso ao falar. Mas não parecia se importar tanto que a filha se grudasse no corpo dele com os peitos de fora e molhados.

- Qual é? Me cobre com seu corpo, além do mais, você já me viu pelada quando eu me trocava, não se escandaliza, bocó. - Falou, se pendurando igual uma macaca pra dar um beijinho. O nível de putaria subia e subia sem controle.

A putaria aumentava, Matías tinha pensado nisso antes e pensava agora mais do que nunca. Sua Julieta estava irreconhecível. Como se tantas rodadas de perversão com ele tivessem matado a Julieta anterior, deixando uma casca cheia de perversão. E o pior era que ele Gostava… de ver ela nadar de peitos de fora de uma ponta à outra, com o pai dela trazendo bebidas e o olho fixo nas tetas dela — era impagável.

— Gloria, você não se descobre?
— Talvez mais tarde, por enquanto tô bem na sombra. — Respondeu ela, de uma loira pra outra.

Quando Julieta nadou de um lado ao outro e se esticou pra pegar uma bebida, aconteceu um acidente.
— Ai, a puta mãe! Derramei batida nas tetas… tá frio. — Aproximando-se dele. — Primo, vem cá, me alcança uma toalha.

— Tenho uma ideia melhor… — Então, na frente de todo mundo, corajoso como era, passou a língua em todo o sulco amarelado que a batida tinha deixado até o mamilo, arrepiando cada poro daqueles peitos com o contato.

Esse foi o estopim que descontrolou tudo da melhor forma… Zoey e Santino começaram a se beijar, ela se arqueando pra mostrar as tetas, Mónica virou de barriga pra cima e puxou Agustín pra cima dela pra beijá-lo também. Aproveitando a distração, Florencia empurrou ele na água entre risadas.

— Primo, fazia um tempão que você não era carinhoso comigo, me deixou bem abandonada. — Disse Juli abraçando ele, sentindo o toque delicado dos peitos dela contra os dele.

— Bom, tem outras pessoas que também merecem você… — Olhando pro Gustavo com um certo medo. Ele se aproximava, mas só até a escadinha pra sair.

— Vou fumar um baseado enquanto tomo sol, cansei de nadar. Vocês façam o que tiverem que fazer… — Falou como o dono do pedaço, e ali, na vista de todos, tirou a sunga, mostrando a pica. — Gosto de bronzear por igual.

Agora entendia porque Santino tinha uma linguiça daquelas — o gene teimoso vinha do Gustavo, dono de um matambre apertado, veiudo e comprido, que devia chegar dormindo a uns 17 centímetros. O que o dele media ereto.

— Porra… — Sussurrou sem conseguir conter a admiração por aquele monumento. Queria ter nascido com algo assim pendurado, embora pudesse ser ruim pras costas carregar tanto peso.

— Você tá esperando o quê? — A loira colada nele falou, passando a mão no pau dele por fora da roupa: — Não vai entrar no nude da família?

Santino já tava tirando a camisa enquanto Zoey beijava o corpo dele e ia descendo. Agustín, por sua vez, tava tendo a bunda acariciada pela Mônica. Flor e Carolina pularam na água, mas dessa vez, sem nada, igualzinhas como Deus as trouxe ao mundo.

Apesar da putaria, dos gemidos de prazer do Santino, do amasso da Moni e dos beijos da Julieta no peitoral dele, não dava pra tar transando a cada 15 minutos, ainda mais sabendo que em breve alguém esperava por ele na janela que dava pra piscina — o quarto que, visto de baixo, parecia saído de Romeu e Julieta.

Matías saiu da piscina pelado, mesmo sentindo uma falta danada da Julieta. Com o pau balançando meio duro, parou na frente do Gustavo, bloqueando a sombra dele.

— Quero que você me substitua, quero guardar energia pra depois.

Gustavo baixou os óculos pra encarar ele, como se fosse algo insignificante, um lixo que se metia entre o sol e ele. Os gestos dele eram imponentes desse jeito.

— Tá bom, sai daí, maricona, eu vou no seu lugar. Cuida da minha cerveja e do meu lugarzinho, anão.

Gustavo voltou pra piscina pelado. Era inacreditável que ele afundasse — qualquer um ia pensar que o pau flutuante dele não deixava ele tocar o fundo. Julieta ficou surpresa, mas não abalada, e foi se aproximando do pai com a peça de baixo do biquíni na mão.

— Senti muito, mas muita falta da sua buceta. Aconteceu tanta coisa enquanto você tava fora, tem uns jogos novos…

— Tá me achando com cara de otário? Olha sua mãe, tá se esfregando com um moleque, e o resto não fica atrás. Já sacou tudo desde que pisei nessa casa, sua bobinha.

— Então… não tem problema se…

— Vem cá, vou te dar um corretivo, sua putinha.

Gustavo sentou ela na escadinha pra ficar de frente um pro outro, só assim os rostos deles ficavam na mesma altura. E ali rolou um novo alinhamento de planetas, de galáxias… os lábios de pai e filha se encontraram. E como se encontraram! Beijaram! Não foi um beijo simples, parecia mais que ele queria arrancar o esqueleto da Julieta pela boca. Também apalpou os peitos dela pra ver o crescimento da sua cria, e parecia satisfeito, já que começou a mamar neles.

- Muito bem, filhinha, ensina pra pussy o que você aprendeu esse tempo. - Incentivou ela, toda cafetina, a Mônica.

A amiga da Mônica, Glória, começou a se tocar na entreperna disfarçadamente, em completo silêncio, sem dúvida tinha um quê de voyeurismo, mostrando que cada ser humano tem gostos diferentes.

O pau dele não podia ficar de fora de uma orgia daquelas, mas se ele fizesse de novo, sentia que ia morrer, e cada segundo tinha que guardar pra Lucrécia. Sentiu inveja do Agustín, que devorava a buceta da Mônica por baixo dela... também do Santino, que fazia um 69 com a Zoey, sufocando ela com o pauzão dele de vez em quando... até a Flor tava se dando bem, enroscada com a Carolina bem perto da Julieta e do Gustavo. As mãos das duas estavam perdidas debaixo d'água...

- Vem cá, peituda, quero comer essas boobs. - Florença obedeceu, e o Gustavo agarrou um peito dela pra chupar igual um possesso. A Carolina fez a mesma coisa com o outro peitão... não era a primeira vez que a Florença tinha dois seres humanos grudados nos seios dela, era o que aqueles melões causavam.

- Tão chupando muito forte, devagar... - Reclamou ela, indefesa contra aquelas bocas vorazes que estavam deixando os peitos brancos dela vermelhos de tanto chupão que davam.

- Vou mamar até tirar leite de você, putinha gostosa. - Disse o Gustavo, o rei do harém naquele momento.

- Mati, por favor, junta aí... - Pediu a Julieta, massageando os músculos tatuados do pai, desejando outros lábios que a devorassem.

- Não posso... me desculpa, dessa vez vou ser o espectador. Me deem um bom show.

- Tá bom, agora é a sua vez de olhar de fora. - Disse a Mônica, sentada na boca do Agustín, que mais do que sofrer, tava adorando, soprando os buracos com estardalhaço.

A música da A excitação chegava aos seus ouvidos enquanto ele percorria os casais dançando ao redor e dentro da piscina. Agora Carolina mamava a pica do Agustín, que estava desprotegido diante da Môni, que segurava as mãos dele para que ele espremesse os peitos dela.

Zoey gemia como uma louca com as investidas do Santino, que mandou ela guardar o foguete dele no hangar com a dureza típica dele.

- Você vai me arrebentar com isso, bruto!

Na água, Julieta se beijava com o pai dela, deitada na borda, enquanto Florencia, por cima dela, lambia os peitos dela e descia até a buceta molhada dela…

Sem perceber, ele tinha uma mensagem no celular, e enquanto Gustavo saía da piscina pra posicionar a pica na boca da filha dele, Matías decidiu deixar de lado quantidade e qualidade, por raridade. Assim era a Lucre, o perfume difícil daquele catálogo proibido, a que chamava ele como uma sereia do quarto dela pra sei lá fazer o quê… como um marinheiro grego, ele se deixou enganar e abandonou o espetáculo do quintal.

Ele sentiu os sons do sexo se apagarem na mente dele, dando lugar às madeiras rangendo da escada, depois a porta chiando ao abrir, pra embriagar a pele de escuridão. Pela janela fechada entravam finos raios de luz que desenhavam uma silhueta que foi se aproximando dele, alta, imponente, jovem…

- Tô farta de ficar de fora, e me disseram que a membresia é você quem dá, Mati. - Disse baixinho a Lucre, abraçando ele na escuridão. Sentir um corpo tão jovem e uma vozinha daquelas trouxe lembranças do começo de tudo. - Gostou do que viu debaixo da mesa?

- Me ocorrem muitos jeitos de te fazer entrar no meu círculo infernal. - Ele disse e, tomando as rédeas, quase desesperado, encostou ela na parede e começou a acariciar a vulva dela, apoiando ela contra o muro… - E adorei o que tinha debaixo da sua saia jeans, a que você tá usando agora, sua pícara.

- Vi seus vídeos, não aguento mais, quero ter você só pra mim. Te pareço apta? - Perguntou enquanto o homem enchia o pescoço dela de beijos. de beijos e sentia seu perfume proibido.

- Claro, coração, com essa rebolada que você dá por aí sem calcinha, já tá mais que preparada... - sussurrou enquanto encontrava o clitóris dela bem empinado, com a boca cheia d'água. Com uma mão apertava os peitos túrgidos dela, enquanto na esfregada violenta a saia subia até a barriga, deixando ela nua por baixo.

- Mmmm, aí, me toca aí, Mati... aí... - disse ela, toda gulosa num suspiro, enquanto esfregava a bunda firme contra o pau semiereto dele.

Nosso protagonista não acreditava que, na escuridão daquele quarto, estava possuindo a filha do Román, a única regra naquela casa sem regras estava prestes a ser quebrada contra uma parede... mas ele teve uma ideia melhor.

- Vem, me segue, gata, tenho um lugar melhor. - Embora meter nela no próprio quarto fosse tentador, uma ideia fez barulho na cabeça dele até vencer a disputa.

- Você conhece a casa melhor do que eu? Onde vai me levar? - Perguntou Lucre, que andava pela casa toda de pouca roupa: aquela saia jeans curta escandalosa toda subida e um sutiã florido.

Ele a conduziu como uma amante secreta até o quarto secreto do Román, o mesmo onde tinha dado o cu na Florencia. Um quarto com uma maca de couro feita pra fazer de tudo em cima dela.

- Deita aqui, antes de comprar a mercadoria, tenho que provar. - Disse deitando ela e beijando seus lábios. Dava pra ver como ela era meiga pelo jeito de beijar, anos-luz das formas pecaminosas do resto. Lucre ainda era uma frutinha bem verde. Ele, com a língua, explorou a boca dela pra dar aquele toque final que a jovem pedia aos berros.

Abrindo as pernas dela, ali, exposta e apresentada que nem presente de Natal, viu a buceta dela em todo seu esplendor proibido, e que surpresa ele teve quando descobriu a virgindade dela.

- Não acredito, vou ter que chupar com cuidado então.

- Te surpreende? É um problema? - Sussurrou ela, safada, com os olhos semicerrados de tanto prazer que ele tava dando. Esses dedos abrindo os lábios dela.
- Pelo contrário. – Sussurrou tocando o delicado hímen com as pontas dos dedos, sentindo ele ceder sob a pressão. –
Isso te torna um prato ainda mais gostoso. – E deu um chupão tão alto que ecoou pela casa toda, lambendo a buceta fechada dela e o clitóris como se fossem os primeiros.

- Não acredito que você é tão virgem… – O hímen dela cedia a cada chupão como se fossem asas delicadas de borboleta.

- Bom, aconteceu uma coisa, pra passar na final outro dia, tive que mostrar um pouco de carne, só isso.

- Só isso? Viu um espetáculo desses e seu professor não fez nada? – Perguntou incrédulo, emergindo dos lábios dela.

- Bom, eu mandava fotos pra ele, era mais velho… não importa.

- Quero essas fotos. São requisito pra associação. – Assim que Lucrécia aceitou compartilhar a pornografia proibida dela, o homem continuou com a degustação vaginal.

As mãos dele descobriram os peitos dela pra puxar os biquinhos lindos e brincar com uns melões bem generosos pra idade que ela tinha. Ter as zonas erógenas tão expostas e sob ataque deixou ela louca em questão de segundos… bastaram poucos minutos de ação simultânea boca e dedos pra Matías sentir um caudal ardente desaguando no queixo e nos lábios dele.

Matías aproveitou pra sorver o fluxo que corria pela racha do cu dela, aproveitando pra chupar e enfiar a língua. Tinha um asterisco nodoso perfeito.

- Aí não… sei que você gosta, mas não, tá sujo.

Mas o homem pegou ela nos braços e apertou a boca contra o cu sem se importar com as reclamações dela, até que Lucrécia cedeu e relaxou pra deixar ele aproveitar o outro buraco. O buraco com má fama, reivindicado em cada episódio de sexo protagonizado por ele.

- Hum, você tá lambendo igual fez com a Julieta, não pensei que ia cair aí tão rápido.

- Você é tão proibida que não sei se vou poder aproveitar isso de novo. – Disse esticando o furinho com os dedos pra enfiar a língua melhor.

- Tão fundo não, não. Tão Não vá fundo...

Mas ela não deu ouvidos, e além de meter a língua, enfiou um dedo inteiro pra sentir o interior ardente dela.

— É por isso que eu chupo cu, me dá essas coisas — explicou, mostrando a pica em todo seu esplendor, pulsando de vontade de encher alguma parte da humanidade dela com leite.

— Você já chupou antes?

— Não, nunca. Você me ensina?

— É pra isso que eu tô aqui... Você começa com a língua, com cuidado pra não roçar os dentes, se ajuda com as mãos até se sentir segura com a boca... assim, muito bem, gatinha, muito bem — disse ao vê-la lamber como uma gatinha e levar a glande pro fundo da língua. — Tenta engolir depois, quando estiver segura, ou pode morder sem querer.

Lucrecia ia bem, tão bem que colocou os peitos pra baixo pra cabecear melhor, e o homem se esticou pra apertar as nádegas dela e continuar a brincadeira anal, enquanto a penetrava cada vez mais fundo no buraco oral dela.

Pra desgraça dos dois, quando o homem estava prestes a relaxar os esfíncteres pra soltar a bênção de Natal, ouviram passos apressados rumo ao quarto.

— Rápido, vem aqui, vamos nos esconder — disse pra jovem, que o seguiu assustada até um armário onde tinham caixas com brinquedos (não o tipo de brinquedo que se vê em Toy Story) e lingerie sadomasoquista. Entre essas roupas se esconderam a tempo antes que um casal entrasse no quarto secreto.

Era Zoey e nada mais, nada menos que Mônica. Não podia acreditar no que via pelas frestas finas das portas do armário, com Lucrecia grudada nele.

— Vem, puta gostosa, quero fazer umas safadezas contigo igual no vídeo — soltou Zoey entre uma mara de cabelos pretos e vermelhos entrelaçados, até que os vermelhos desceram pra australidade da milf.

— Vamos, garota, faz o que quiser comigo... ahah, ahah, ahaha, aaahh, ahahah — começou a gemer como uma puta de primeira, assim que a ruiva começou a lamber a buceta dela. Mônica pegou aqueles cabelos ardentes pra limpar a vulva com eles. boca como ele adorava fazer com todos os sortudos que chegavam naquele lugar remoto.
Sendo tão sanguíneo e já quase gozando, o pau do Matías tava durasso, igual mastro de bandeira. E pra aumentar o tesão, começou a meter um dedo na buceta da Lucrecia, que sem poder se mexer, tava indefesa contra o ataque anal dele.

Embora não tivesse certeza se ela tava gostando ou não, e mesmo se mexendo devagar, tentando ficar em silêncio, de trás pra frente entre as caixas. O anelzinho apertava da unha até a base do dedo anelar. Também não incomodava ele acariciar as paredes internas com vontade, enquanto esfregava a rola nas nádegas dela.

Naquela maca, Zoey e Môni fizeram um sexo lésbico exemplar, uma tesoura frenética, barulhenta igual maratona de chinelo. Com as duas bucetas, uma vermelha e a outra depilada, se raspando como lixa uma na outra até gozarem, molhando o lugar inteiro.

Pra desgraça do casal, as mulheres não iam embora. Presenciaram um 69 clássico e funcional, depois Zoey recebeu de boa a buceta na boca quando a Môni sentou nela…

- Mati, tira o dedo do meu cu, por favor… - Sussurrou Lucre, mas Mati não deu bola.

O homem colocou a mão na boca dela pra calar, e depois de chupar aquele dedo proibido com gosto de novinha, continuou masturbando o clitóris dela. Não aguentava mais, já tava pensando em sair dali e comer as três de uma vez de algum jeito.

Lucrecia soltou um gemido abafado pela mão quando chegou ao orgasmo que molhou o armário, era impossível as lésbicas não terem ouvido. Mônica abriu a porta e encontrou os dois, ele sentado e ela montada nele.

- Não acredito, por que não saíram, seus idiotas? - Falou Môni. - Sabia que você tava se guardando pra uma merda dessas, seu filho da puta…

- Quem são? Ai meu Deus, Lucre! - Se assustou Zoey. - Pensei que era seu velho…

- O Romão não pode saber de nada, a gente se escondeu achando que podia ser o coroa, mas eram vocês.

- Fica tranquila, não Não falamos nada, óbvio.
— A ruiva se mostrou parceira, com o rosto cheio de fluidos sexuais.

— Sim, éramos nós e eles continuaram escondidos como se fôssemos polícia! Que otário, vem pra cá. — A morena puxou ele pra fora — Lucre, olha e aprende…

— Aprendi alguma coisa, só não saímos por via das dúvidas.

Na sequência, aconteceu algo que ele nem imaginava que rolaria, mesmo naquelas alturas de perversão.
Tanto a Zoey quanto a Môni deitaram ele e começaram a chupar a rola como as experts que eram, enquanto a Lucre olhava atenta pro pau dele sumindo numa boca e depois na outra.

Foi uma loucura, coisas que ele via na pornografia se realizavam uma por uma, entre elas, um boquete com três gostosas, com a Lucre no meio e as outras nas bolas e no cu. A pele dele ardia de prazer cada vez que a Môni tocava o centro do rabo dele com a língua ou a Zoey chupava o saco dele como se tivesse se alimentando da pele oleada. Não demorou pra ele gozar, graças aos ensinamentos que a Mônica dava pra morena, e banhou de porra aquele rostinho inocente e virgem, o único proibido daquele puteiro vagabundo…

— Você gostou? Prova, vai. — A Zoey incentivou — É um passo importante.

A Lucre ficou parada com a língua pra fora enquanto as gotas do nariz e dos olhos escorriam pra boca dela. A Mônica ajudou levando o sêmen até a boca, e pra surpresa do trio, a Lucre provou e engoliu.

— Não é tão ruim quanto me falaram, sei lá… embora fique meio viscoso. — O Matías não conseguiu responder porque tanto a Zoey quanto a Mônica se revezaram pra beijar ele uma e outra vez. Ele adorava ter mulheres daquelas tão ocupadas em satisfazer ele em todos os sentidos…

— Bom, mesmo que eu tenha lavado sua cabeça, isso não é um “batismo”. Cê tá pronta, Lucre, pra entrar na liga? — A Môni perguntou mostrando a rola ereta mais uma vez — Cê sabe do que eu tô falando.

— Não pensei em estrear assim, com plateia… por outro lado, esse calor que tô sentindo não consigo tirar de outro jeito… — E pra surpresa dela, começou a subir na maca com as perninhas. abertas.
Infelizmente, a ação teve que ser interrompida mais uma vez, e Matías xingou todo o panteão grego, os deuses de Valhalla e até os egípcios. Ouviu-se a chegada de um carro, e todos, especialmente Lucrecia, tiveram que voltar aos seus lugares.

- Ainda bem que você não tirou nada, é uma sorte. - opinou a milf. - Qualquer coisa, a gente fica aqui com o Mati, vai pro seu quarto, vai.

Lucre, depois de arrumar a calcinha e o sutiã, saiu feita uma luz antes que se ouvisse o som das chaves na maçaneta.

- Mati, deixamos toda a roupa na piscina lá fora, somos umas burras. - Zoey se assustou, sem motivo, já que uma Julieta vestida como uma heroína chegava para entregar as peças.

- A Carolina recebeu uma mensagem que o irmão dela estava voltando, não sabia que vocês estavam aqui, peguem, vistam-se.

- Você é um anjo, filha, obrigada.

- Mandou muito bem, Juli.

Feitos uma luz, agradecidos à loira pela simpatia, se vestiram para sair mais ou menos apresentáveis do quarto proibido. Como espiões, chegaram aos quartos nos lados do corredor, se espalhando sem que ninguém notasse nada. O crime perfeito tinha sido concluído, embora Matías não tivesse conseguido finalizar tudo.

Aquele episódio secreto com Lucrecia injetou tanta testosterona nele que daria pra estuprar um touro até fazê-lo chorar. A espera pela porra do strip poker foi eterna, custou pra ele dormir sozinho, sem sua amada Julieta, mais distante do que nunca desde que tudo começou, se contentando com um beijo molhado de ano novo, escondido depois de brindar por um ano cheio de diversão.

Obrigado por ler, em breve vou postar o último capítulo.Adolescente

toplessMeus outros capítulos:

I -http://www.poringa.net/posts/relatos/2848482/Jugando-con-su-primita.htmlII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2851819/Jugando-con-su-primita-Parte-II.htmlIII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2851820/Jugando-con-su-primita-Parte-III.htmlIV -http://www.poringa.net/posts/relatos/2881590/Jugando-con-su-primita-IV.htmlV -http://www.poringa.net/posts/relatos/2884463/Jugando-con-su-primita-V.htmlVI -http://www.poringa.net/posts/relatos/2888633/Jugando-con-su-primita-VI.htmlVII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2890367/Jugando-con-su-primita-VII.htmlVIII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2892208/Jugando-con-su-primita-VIII.htmlIX -http://www.poringa.net/posts/relatos/2895157/Jugando-con-su-primita-IX.htmlX -http://www.poringa.net/posts/relatos/2900751/Jugando-con-su-primita-X.htmlXI -http://www.poringa.net/posts/relatos/2929753/Jugando-con-su-primita-XI.htmlXIIhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2947541/Jugando-con-su-primita-XII.html

3 comentários - Brincando com a priminha XIII

Una verdadera lastima que esté llegando a su fin esta historia digna del Pullitzer.. Se hizo esperar como todo lo bueno.. Pero valió la pena... Mas que merecidos, los 10 puntos son tuyos querido amigo!
Gracias! igual había tenido un final antes, a esta altura no la pudo estirar más 😉
cainXI
nombre de la actrices camarada.
Gloria= Devon Monica = Raylene Julieta= Chloe Toy Carolina=Blair Summers Zoey=Lauren Phillips Florencia=Shae Summers Lucrecia=Zoe Lee