Eu passei meses planejando tudo. Não tinha como nada dar errado. Não havia espaço pra nervosismo. Vi as luzes se aproximando, levantei a mão e o ônibus parou na minha frente. Não tinha volta.
Terminar um relacionamento de 5 anos não é fácil. A gente se acostuma a ter alguém do lado o tempo todo, e entre outras coisas, depois de 5 anos de "fazer amor", a gente tem que voltar a "transar" e não é a mesma coisa. É difícil encontrar algo que nos faça sentir com tanta intensidade. Mas a tristeza profunda começa a sumir quando, de repente, a gente descobre algo pra manter a mente ocupada, e assim como um dia eu terminei, um dia uma ideia entrou na minha cabeça e mudou minha vida.
Vamos ser sinceros, todo mundo já passou por isso: sai do trabalho à tarde, exausto depois de um dia de merda, aí vai no ônibus e de repente sobe uma bunda do caralho e você pensa "que vontade de comer essa raba de beijos nessa filha da puta, até a merda eu comeria". A gente acaricia com o olhar aquele rabo durante todo o trajeto, e pelo menos naquela fantasia, no meio daquele tesão, a gente deixa de se sentir tão fudido. Um pensamento tão simples assim foi capaz de me fazer considerar a possibilidade de fazer algo que até então parecia uma utopia.
"Eu no ônibus. Uma bunda infernal daquela. Minha pica dura, proximidade, toque, calor, prazer..."
Na noite que pensei em fazer isso pela primeira vez, decidi descer umas paradas antes. Caminhei pra casa com minha pica dura, tentando esconder disfarçadamente quando alguém passava perto. Pensei que a caminhada ajudaria a clarear meus pensamentos, mas naquele momento eu só pensava o seguinte: Se o Elvis Crespo foi pego batendo uma punheta num avião, como não iam me pegar batendo uma punheta num ônibus?
A noite inteira mastiguei esse pensamento, e lá pela madrugada cheguei à conclusão de que talvez a diferença entre o Elvis Crespo e eu tava pensando que talvez o cara se deixou levar pelo que sentiu na hora, viu a buceta entrando e se tocou uma punheta. Eu, por outro lado, vi a buceta entrar, mas me veio uma ideia, cujo sucesso talvez não dependesse do impulso que a gerava, mas sim do jeito que a gente planejava pra botar em prática.
Essa foi a primeira noite em muito tempo que não fui dormir pensando na minha mina. Bom, dormir é modo de dizer, porque na real passei o resto da madrugada vendo vídeos de "encostadas" e gozadas em transporte público, o que longe de me desanimar, me animou ainda mais. Queria sair naquele instante e reproduzir o que tinha visto, mas não era assim que se fazia, paciência era uma virtude que eu precisava desenvolver.
Na tarde seguinte, quando saí do trampo, meu trajeto no bus foi diferente, agora não fazia o percurso pra casa olhando pro nada na janela, pensando em como consertar todos meus erros do passado. Dessa vez, ao contrário, fiquei vigilante, atento, no modo caçador, tentando absorver até o menor detalhe daquele ecossistema e imaginando todas as possibilidades que o bus me oferecia.
Esse novo tipo de trajeto me fez perceber várias coisas, por exemplo, que na maioria dos casos as rotas de bus que eu costumava pegar pra ir pra casa levavam poucos passageiros, me interessava mais botar meu plano em prática num bus mais lotado, onde minha vítima tivesse que ir em pé, igual a mim.
Quando cheguei em casa, continuei vendo vídeos de exibicionismo. Até via aqueles que já tinha visto. Da noite pro dia virei um crítico de vídeos de "encostadas", a ponto de duvidar da veracidade de alguns, já que as reações das vítimas pareciam encenadas. Encerrava minha sessão me masturbando com fantasias feitas de pedaços do que via na internet e do que via nos meus trajetos.
No fundo, esperava que a cada punheta o desejo forte que me consumia fosse diminuindo, mas Na real, o desejo era alimentado por cada vídeo, cada fantasia, cada par de jeans apertados numa bunda redonda que eu via na rua. Lá no fundo, a decisão já tava quase tomada.
Tudo começou a ficar mais intenso, a ponto de, noite após noite, eu variar minhas rotas e fazer estudos de cada percurso, tentando ver os horários com mais movimento de gente. Meu estudo era só observar. Sim, eu chegava mais tarde em casa, pegava caminhos mais longos pra chegar, mas tudo isso me permitiu conhecer o ecossistema interno de cada trajeto. Minha vida tinha ganhado um novo sentido, eu tinha traçado um objetivo e precisava cumprir. Eu tinha me entregado a uma causa.
Da minha namorada, eu já quase nem lembrava.
Todo dia, depois de fazer a exploração de campo, eu chegava em casa e fazia balanços do que tinha visto, comparava resultados dos diferentes percursos. Tava realmente obcecado com o plano. Já no final da minha temporada de estudo, percebi que os trajetos de ônibus mais lotados eram os que passavam na frente da universidade, coisa que, pra começar, não teria sido muito difícil de imaginar. Na real, o ponto mais cheio de gente era por volta das 8 da noite, hora em que não tinha um ônibus sequer que não estivesse entupido de gente naquela área da cidade.
Depois de fazer todo o estudo necessário, dediquei um fim de semana inteiro pra planejar tudo. E a segunda-feira seguinte era o dia. Primeiro, escrevi pro meu chefe e avisei que ia faltar naquele dia. Em muitos anos de trabalho, era raríssimo eu pedir esse tipo de folga, então o cara não criou resistência.
Depois, saí pra comprar roupa. Queria uma espécie de calça de moletom bem larga, de tecido bem fino que me desse um bom tato, mas também não queria um tecido tão fino que deixasse ver que eu não tava de cueca. Numa loja de esportes, encontrei exatamente o que procurava. Exatamente como eu imaginava, era uma calça tipo calça esportiva cinza escuro, ficava bem grande na área onde meu pau deveria ficar e era de um tecido muito muito fino, isso eu descobri quando pedi pra experimentar e meus dedos roçaram o comprimento do meu pau.
Me olhei no espelho e estava perfeito. Não dava pra perceber que eu não estava de cueca, a textura era gostosa ao toque, tinha uma boa sensibilidade, parecia uma pessoa normal, dava pra passar por um treinador de basquete, eu gostava da ideia de ter um alter ego, ou algo assim, era uma bobagem mas me deixava muito excitado. E foi exatamente essa excitação que me fez descobrir que a calça na verdade estava quase perfeita, o problema começou quando eu comecei a ficar de pau duro.
O tecido da calça deixava claro que um volume grosso se formava na minha virilha, e conforme esse volume crescia os detalhes ficavam mais evidentes, seu comprimento potente, as veias grossas envolvendo o tronco e a cabeça inchada que coroava aquela peça de carne. Meu membro tentava se erguer em ângulo reto e a calça pouco ou nada fazia pra impedir. No contexto pra qual eu precisava dela isso podia ser perigoso pra caralho, podia me expor, eu realmente pensei em desistir, mas pensei também que dificilmente encontraria algo melhor, então decidi usar.
Depois que arrumei a roupa, só faltava decidir qual ônibus pegar. Escolhi a linha 18, porque embora assim como a linha 7 ela cumprisse todos os requisitos pra realizar meu plano, a linha 18 passava por uma zona industrial da cidade antes de entrar na área residencial onde com certeza deixaria muitos passageiros. O trajeto pela zona industrial com sorte podia durar uns 10 minutos, tempo mais que suficiente pra gozar com toda calma em cima de um belo par de bundas.
Só faltava decidir onde pegar o ônibus, a universidade tinha 4 saídas pro público, cada uma com seu ponto, pensei que se eu pegasse o ônibus na primeira ou na segunda saída talvez não tivesse uma variedade tão grande pra escolher, já que estávamos arriscando-nos desse jeito, pelo menos eu queria sentir a bunda de uma universitária, ou de uma professora, algo que valesse a pena.
A melhor opção parecia ser a terceira porta, por ali eu podia entrar no ônibus e escolher onde e em quem me esfregar, depois, com os passageiros que entrariam na quarta porta, o ônibus se ajustaria, todos viajaríamos bem coladinhos, o que favoreceria a execução do meu plano.
Eu vinha planejando tudo há meses. Não tinha como algo dar errado. Hoje não havia espaço para nervosismo. Fazia quase 3 meses que essa ideia tinha surgido na minha mente e finalmente eu ia colocá-la em prática. Levantei a mão quando vi as luzes se aproximarem, o ônibus parou na minha frente e eu subi.
Senti o barulho dos meus pés contra a escada de metal, a adrenalina parecia aguçar meus sentidos. Dei uma olhada rápida na fauna que estava no ônibus... e então, clique, eu a vi. A pele branca dela combinava com uma blusa decotada da qual se destacavam um par de peitos de tamanho considerável, o cabelo preto emoldurava o rosto. Enquanto avançava para encontrar meu lugar, consegui ver que ela usava uma calça jeans desgastada azul clara, também notei um quadril bem pronunciado, ela seria minha vítima, estava decidido. Para completar, havia espaço suficiente para eu ficar de pé atrás dela, estava no lugar certo na hora certa.
Quando me segurei com a mão direita no apoio do ônibus, estávamos separados por uns 5 centímetros. No meu lugar, estudei os arredores e, como esperava, o resto dos passageiros estava imerso em seus pensamentos, inocentes de tudo o que estava prestes a acontecer. Então comecei a estudar minha presa, pra ser sincero, ela não era nada mal, a mina era muito gostosa. Os cadernos que apareciam na bolsa que ela carregava sobre a barriga confirmaram que ela estava saindo da faculdade. Da minha posição, eu tinha uma vista interessante do decote dela e podia ver em relevo a raba dela, enfiada nuns jeans apertados que marcavam levemente os contornos da calcinha. interior.
O ônibus parou no ponto da porta 4. Como era de se esperar, mais passageiros entraram. O espaço interno do transporte se ajustou, e nessa agitação pra abrir espaço, meu volume roçou na bunda dela sem querer, o que me deu um tesão danado, sentia fogo correndo nas veias. A calça funcionava perfeitamente, o toque era incrível, sentia as curvas dela na medida certa. Depois que os passageiros se acomodaram, ficamos a menos de um centímetro de distância.
O ônibus parou de novo. Entraram mais 2 passageiros, e agradeci que o destino os colocou bem ali, porque isso fez o ônibus se remexer de novo. Só que dessa vez já não tinha mais distância, meu volume já estava apoiado direto na bunda dela e não ia sair dali.
Senti o sangue bombando forte no meu pau, senti o cheiro doce do perfume dela, senti o calor do corpo dela alimentando minha rola, que começou a engrossar enquanto o ônibus seguia pra zona industrial, uma área onde, a menos que você fosse corajoso o bastante pra se arriscar a ser assaltado, ninguém ia descer do ônibus. Então, eu e minha vítima íamos ficar grudados por um bom tempo.
Meu pau não parava de engrossar, sentia que a qualquer momento ia rasgar a calça. Aí, num movimento que agora reconheço como irresponsável, levei minha mão até meu volume e tentei ajeitar, mas minha coordenação atrapalhada só fez com que ele ficasse quase num ângulo reto com meu corpo. Em outra situação, teria ficado totalmente exposto, mas naquele momento meu mastro se escondeu na virilha da minha vítima, minha vara ficou escondida bem no meio das bundonas dela.
Minha vítima se remexeu, desconfortável, ao se sentir vulnerável, mas a reação dela parou por aí. Ela se mexia como se desaprovasse, balançava a cabeça como se procurasse alguém pra pedir ajuda, mas naquele ônibus, o povo só pensava em chegar em casa. Eu gostava de imaginar que ela se sentia tão humilhada que não Não conseguia dizer uma palavra, sentia sua impotência, sentia seu medo, sentia minha glande apertada entre minha calça, a dela e suas nádegas carnudas. Sentia o calor dela envolvendo meu pau.
O prazer de repente foi amplificado exponencialmente quando o ônibus teve que frear bruscamente, o que fez nossos corpos serem jogados para frente, isso fez com que minha vara batesse com violência na bunda da minha vítima, que jogou a cabeça para trás num sinal visível de desaprovação. Essa investida arrancou de mim um gemido abafado. Eu tinha que me esforçar muito para que meu rosto não se transformasse numa careta de prazer, e é que o tesão que eu sentia naquele momento só se comparava ao que a gente sente na primeira vez, quando mete pela primeira vez, aquele prazer desordenado, que a gente sente em jorros e não consegue decodificar.
O ônibus fez uma nova parada e com uma impunidade crescente, minhas investidas agora não só buscavam perfurar minha presa, mas me excitava a ideia de dar prazer a ela, tentava ir o mais longe possível com o comprimento do meu pau, me movia de forma circular com as apoiadas, como se buscasse que minha vara acariciasse toda a zona íntima da silenciosa universitária.
Quando notei que estávamos saindo da zona industrial, soube que se aproximava o momento de culminar a aventura, que merecia ser fechada com chave de ouro. E já sem nenhum traço de respeito pela universitária na minha frente, comecei a bombar, a me esfregar sutilmente na bunda dela, movimentos curtos e lentos, quase imperceptíveis aos olhos dos outros passageiros, mas intensamente prazerosos para meu pau que já se afogava no meio do líquido pré-seminal quente que escorria da minha glande. Minha vítima estava cada vez mais apavorada, sabia o que estava acontecendo, mas não tinha coragem de denunciar.
Então bastou o motorista do ônibus frear de novo bruscamente para que o afundar do meu pau na entreperna da garota me causasse uma explosão de prazer. Me agarrei firme no apoio do ônibus. Tentei não tremer de prazer, custava a me manter ereto e, já despojado de toda consciência, coloquei minha mão esquerda na cintura da garota e, com uma inesperada maestria ou atrapalhação, apertei ela contra mim enquanto meu pau soltava os últimos jatos de porra quente.
O contato fez a jovem reagir finalmente. Ela levantou a mão e, num sussurro trêmulo, disse "chega". Soltei minha vítima e, com o olhar, percorri rapidamente as reações dos passageiros; só alguns poucos olharam pra onde estávamos, mas na mesma hora mergulharam de volta nos próprios pensamentos.
Já com meu pau mole, sujo e encharcado de sêmen, me desgrudei da garota enquanto o cheiro característico de porra começava a aparecer. Era hora de cair fora. O ônibus estava prestes a parar no primeiro ponto da área mais residencial do trajeto, quando me afastei da jovem; fiquei satisfeito ao ver uma mancha tímida dos meus líquidos no jeans dela.
Quando o ônibus parou, rapidamente virei de costas e segui em direção à saída, não sem antes me virar e cruzar olhares com minha vítima. Atribuo isso à minha imaginação, mas acho que notei uma certa curiosidade no olhar dela ao encontrar o meu; tenho certeza de que não vi ódio nem desprezo, o olhar dela me passou algo que reconheci como intriga. Gostava de pensar que tinha deixado também uma lembrança, um pouco de mim nela.
Assim que saí do ônibus, peguei um táxi e fui pra casa. A viagem de táxi foi a mais longa da minha vida; não via a hora de chegar e ficar relembrando toda a aventura. Quando finalmente estive na intimidade do meu quarto, entrei no chuveiro, me limpei e fiz a melhor punheta da minha vida. Deitei na cama, já pronto pra dormir, pensando em qual devia ser meu próximo passo; fiquei dividido entre duas posturas: deixar tudo por ali, ficar com a boa lembrança, ou buscar mais.
Na manhã seguinte, acordei mais cedo e, em vez de esperar o táxi na porta de casa Como fazia toda manhã até aquele dia, caminhei até o ponto, levantei a mão e entrei no busão. A decisão estava tomada. Eu queria mais.
A fauna de um busão de manhã é bem diferente da do busão noturno. Os ânimos são outros. Numa árvore genealógica, a gente colocaria a preguiça e o cansaço em galhos bem próximos, mas na real são sensações bem diferentes. Pra falar a verdade, bastou pegar a primeira viagem no busão matutino e já tinha identificado meu próximo grupo-alvo.
Ternura, inocência, perfumes deliciosos, camisas brancas, meias brancas, gravatas pretas, saias xadrez acima do joelho, pernas torneadas, rabas bem empinadas... Estudantes.
A partir daquele dia, repeti o processo toda manhã, mas logo notei que o fluxo de gente era irregular, nem sempre dava pra ir em pé. A manhã me parecia um momento pouco prudente pra realizar uma nova caçada.
Minha obsessão com o transporte público tinha crescido tanto que eu planejava parar de almoçar no trabalho pra procurar outro lugar, só pra ter a desculpa de pegar um busão e estudar minhas oportunidades. Reconheço que estava tendo tanta sorte que temia que de repente ela acabasse toda. Na real, pensei que naquele dia justamente tinha acabado, porque o busão que peguei pra procurar onde almoçar fora da empresa, a linha 4 mais precisamente, teve que desviar por causa de um reparo numa das ruas que ele tinha que atravessar.
Na hora do desvio, o busão passou a uma quadra de um colégio com nome de santa. Quando o busão parou, uma manada de novinhas entrou no meio de risadas, gritos e brincadeiras. O transporte lotou tanto que não cabia mais um alfinete. Tinha novinhas pra todo lado, e principalmente quando andam em manada, não tem frase mais verdadeira que "as minas só querem se divertir". Me impressionou pra caralho como, apesar de irem pra um colégio católico, essas minas tinham uma linguagem e umas brincadeiras muito sujas. a ponto de que algumas mais ousadas levantavam a saia de outras garotas que, pelo visto, já iam preparadas pra situação, porque usavam shorts ou legging por baixo da saia, de modo que nada ficasse exposto.
No próximo ponto, me forcei a descer do ônibus, pela minha segurança, pela delas, pela preciosa virtude da paciência. É que eu me sentia um menino numa loja de doces, com 100 dólares na mão; a ideia da suposta inocência e indefensão daquelas jovens me fazia sentir que o mundo me pertencia. Falo de suposta inocência porque muitas das garotas que viajavam ali não faziam jus ao nome do colégio; eram tudo menos virgens, ou, na falta disso, pediam aos berros uma rola que as atravessasse.
Naquela mesma tarde, deixei um ofício no trabalho pedindo uma licença. Na tarde seguinte, recebi o ofício me concedendo a suculenta quantia de 21 dias livres. Um espaço de tempo que eu dedicaria por inteiro ao meu novo credo, minha nova devoção, meu novo grupo-alvo... essas gostosas novinhas.
Continua.
Terminar um relacionamento de 5 anos não é fácil. A gente se acostuma a ter alguém do lado o tempo todo, e entre outras coisas, depois de 5 anos de "fazer amor", a gente tem que voltar a "transar" e não é a mesma coisa. É difícil encontrar algo que nos faça sentir com tanta intensidade. Mas a tristeza profunda começa a sumir quando, de repente, a gente descobre algo pra manter a mente ocupada, e assim como um dia eu terminei, um dia uma ideia entrou na minha cabeça e mudou minha vida.
Vamos ser sinceros, todo mundo já passou por isso: sai do trabalho à tarde, exausto depois de um dia de merda, aí vai no ônibus e de repente sobe uma bunda do caralho e você pensa "que vontade de comer essa raba de beijos nessa filha da puta, até a merda eu comeria". A gente acaricia com o olhar aquele rabo durante todo o trajeto, e pelo menos naquela fantasia, no meio daquele tesão, a gente deixa de se sentir tão fudido. Um pensamento tão simples assim foi capaz de me fazer considerar a possibilidade de fazer algo que até então parecia uma utopia.
"Eu no ônibus. Uma bunda infernal daquela. Minha pica dura, proximidade, toque, calor, prazer..."
Na noite que pensei em fazer isso pela primeira vez, decidi descer umas paradas antes. Caminhei pra casa com minha pica dura, tentando esconder disfarçadamente quando alguém passava perto. Pensei que a caminhada ajudaria a clarear meus pensamentos, mas naquele momento eu só pensava o seguinte: Se o Elvis Crespo foi pego batendo uma punheta num avião, como não iam me pegar batendo uma punheta num ônibus?
A noite inteira mastiguei esse pensamento, e lá pela madrugada cheguei à conclusão de que talvez a diferença entre o Elvis Crespo e eu tava pensando que talvez o cara se deixou levar pelo que sentiu na hora, viu a buceta entrando e se tocou uma punheta. Eu, por outro lado, vi a buceta entrar, mas me veio uma ideia, cujo sucesso talvez não dependesse do impulso que a gerava, mas sim do jeito que a gente planejava pra botar em prática.
Essa foi a primeira noite em muito tempo que não fui dormir pensando na minha mina. Bom, dormir é modo de dizer, porque na real passei o resto da madrugada vendo vídeos de "encostadas" e gozadas em transporte público, o que longe de me desanimar, me animou ainda mais. Queria sair naquele instante e reproduzir o que tinha visto, mas não era assim que se fazia, paciência era uma virtude que eu precisava desenvolver.
Na tarde seguinte, quando saí do trampo, meu trajeto no bus foi diferente, agora não fazia o percurso pra casa olhando pro nada na janela, pensando em como consertar todos meus erros do passado. Dessa vez, ao contrário, fiquei vigilante, atento, no modo caçador, tentando absorver até o menor detalhe daquele ecossistema e imaginando todas as possibilidades que o bus me oferecia.
Esse novo tipo de trajeto me fez perceber várias coisas, por exemplo, que na maioria dos casos as rotas de bus que eu costumava pegar pra ir pra casa levavam poucos passageiros, me interessava mais botar meu plano em prática num bus mais lotado, onde minha vítima tivesse que ir em pé, igual a mim.
Quando cheguei em casa, continuei vendo vídeos de exibicionismo. Até via aqueles que já tinha visto. Da noite pro dia virei um crítico de vídeos de "encostadas", a ponto de duvidar da veracidade de alguns, já que as reações das vítimas pareciam encenadas. Encerrava minha sessão me masturbando com fantasias feitas de pedaços do que via na internet e do que via nos meus trajetos.
No fundo, esperava que a cada punheta o desejo forte que me consumia fosse diminuindo, mas Na real, o desejo era alimentado por cada vídeo, cada fantasia, cada par de jeans apertados numa bunda redonda que eu via na rua. Lá no fundo, a decisão já tava quase tomada.
Tudo começou a ficar mais intenso, a ponto de, noite após noite, eu variar minhas rotas e fazer estudos de cada percurso, tentando ver os horários com mais movimento de gente. Meu estudo era só observar. Sim, eu chegava mais tarde em casa, pegava caminhos mais longos pra chegar, mas tudo isso me permitiu conhecer o ecossistema interno de cada trajeto. Minha vida tinha ganhado um novo sentido, eu tinha traçado um objetivo e precisava cumprir. Eu tinha me entregado a uma causa.
Da minha namorada, eu já quase nem lembrava.
Todo dia, depois de fazer a exploração de campo, eu chegava em casa e fazia balanços do que tinha visto, comparava resultados dos diferentes percursos. Tava realmente obcecado com o plano. Já no final da minha temporada de estudo, percebi que os trajetos de ônibus mais lotados eram os que passavam na frente da universidade, coisa que, pra começar, não teria sido muito difícil de imaginar. Na real, o ponto mais cheio de gente era por volta das 8 da noite, hora em que não tinha um ônibus sequer que não estivesse entupido de gente naquela área da cidade.
Depois de fazer todo o estudo necessário, dediquei um fim de semana inteiro pra planejar tudo. E a segunda-feira seguinte era o dia. Primeiro, escrevi pro meu chefe e avisei que ia faltar naquele dia. Em muitos anos de trabalho, era raríssimo eu pedir esse tipo de folga, então o cara não criou resistência.
Depois, saí pra comprar roupa. Queria uma espécie de calça de moletom bem larga, de tecido bem fino que me desse um bom tato, mas também não queria um tecido tão fino que deixasse ver que eu não tava de cueca. Numa loja de esportes, encontrei exatamente o que procurava. Exatamente como eu imaginava, era uma calça tipo calça esportiva cinza escuro, ficava bem grande na área onde meu pau deveria ficar e era de um tecido muito muito fino, isso eu descobri quando pedi pra experimentar e meus dedos roçaram o comprimento do meu pau.
Me olhei no espelho e estava perfeito. Não dava pra perceber que eu não estava de cueca, a textura era gostosa ao toque, tinha uma boa sensibilidade, parecia uma pessoa normal, dava pra passar por um treinador de basquete, eu gostava da ideia de ter um alter ego, ou algo assim, era uma bobagem mas me deixava muito excitado. E foi exatamente essa excitação que me fez descobrir que a calça na verdade estava quase perfeita, o problema começou quando eu comecei a ficar de pau duro.
O tecido da calça deixava claro que um volume grosso se formava na minha virilha, e conforme esse volume crescia os detalhes ficavam mais evidentes, seu comprimento potente, as veias grossas envolvendo o tronco e a cabeça inchada que coroava aquela peça de carne. Meu membro tentava se erguer em ângulo reto e a calça pouco ou nada fazia pra impedir. No contexto pra qual eu precisava dela isso podia ser perigoso pra caralho, podia me expor, eu realmente pensei em desistir, mas pensei também que dificilmente encontraria algo melhor, então decidi usar.
Depois que arrumei a roupa, só faltava decidir qual ônibus pegar. Escolhi a linha 18, porque embora assim como a linha 7 ela cumprisse todos os requisitos pra realizar meu plano, a linha 18 passava por uma zona industrial da cidade antes de entrar na área residencial onde com certeza deixaria muitos passageiros. O trajeto pela zona industrial com sorte podia durar uns 10 minutos, tempo mais que suficiente pra gozar com toda calma em cima de um belo par de bundas.
Só faltava decidir onde pegar o ônibus, a universidade tinha 4 saídas pro público, cada uma com seu ponto, pensei que se eu pegasse o ônibus na primeira ou na segunda saída talvez não tivesse uma variedade tão grande pra escolher, já que estávamos arriscando-nos desse jeito, pelo menos eu queria sentir a bunda de uma universitária, ou de uma professora, algo que valesse a pena.
A melhor opção parecia ser a terceira porta, por ali eu podia entrar no ônibus e escolher onde e em quem me esfregar, depois, com os passageiros que entrariam na quarta porta, o ônibus se ajustaria, todos viajaríamos bem coladinhos, o que favoreceria a execução do meu plano.
Eu vinha planejando tudo há meses. Não tinha como algo dar errado. Hoje não havia espaço para nervosismo. Fazia quase 3 meses que essa ideia tinha surgido na minha mente e finalmente eu ia colocá-la em prática. Levantei a mão quando vi as luzes se aproximarem, o ônibus parou na minha frente e eu subi.
Senti o barulho dos meus pés contra a escada de metal, a adrenalina parecia aguçar meus sentidos. Dei uma olhada rápida na fauna que estava no ônibus... e então, clique, eu a vi. A pele branca dela combinava com uma blusa decotada da qual se destacavam um par de peitos de tamanho considerável, o cabelo preto emoldurava o rosto. Enquanto avançava para encontrar meu lugar, consegui ver que ela usava uma calça jeans desgastada azul clara, também notei um quadril bem pronunciado, ela seria minha vítima, estava decidido. Para completar, havia espaço suficiente para eu ficar de pé atrás dela, estava no lugar certo na hora certa.
Quando me segurei com a mão direita no apoio do ônibus, estávamos separados por uns 5 centímetros. No meu lugar, estudei os arredores e, como esperava, o resto dos passageiros estava imerso em seus pensamentos, inocentes de tudo o que estava prestes a acontecer. Então comecei a estudar minha presa, pra ser sincero, ela não era nada mal, a mina era muito gostosa. Os cadernos que apareciam na bolsa que ela carregava sobre a barriga confirmaram que ela estava saindo da faculdade. Da minha posição, eu tinha uma vista interessante do decote dela e podia ver em relevo a raba dela, enfiada nuns jeans apertados que marcavam levemente os contornos da calcinha. interior.
O ônibus parou no ponto da porta 4. Como era de se esperar, mais passageiros entraram. O espaço interno do transporte se ajustou, e nessa agitação pra abrir espaço, meu volume roçou na bunda dela sem querer, o que me deu um tesão danado, sentia fogo correndo nas veias. A calça funcionava perfeitamente, o toque era incrível, sentia as curvas dela na medida certa. Depois que os passageiros se acomodaram, ficamos a menos de um centímetro de distância.
O ônibus parou de novo. Entraram mais 2 passageiros, e agradeci que o destino os colocou bem ali, porque isso fez o ônibus se remexer de novo. Só que dessa vez já não tinha mais distância, meu volume já estava apoiado direto na bunda dela e não ia sair dali.
Senti o sangue bombando forte no meu pau, senti o cheiro doce do perfume dela, senti o calor do corpo dela alimentando minha rola, que começou a engrossar enquanto o ônibus seguia pra zona industrial, uma área onde, a menos que você fosse corajoso o bastante pra se arriscar a ser assaltado, ninguém ia descer do ônibus. Então, eu e minha vítima íamos ficar grudados por um bom tempo.
Meu pau não parava de engrossar, sentia que a qualquer momento ia rasgar a calça. Aí, num movimento que agora reconheço como irresponsável, levei minha mão até meu volume e tentei ajeitar, mas minha coordenação atrapalhada só fez com que ele ficasse quase num ângulo reto com meu corpo. Em outra situação, teria ficado totalmente exposto, mas naquele momento meu mastro se escondeu na virilha da minha vítima, minha vara ficou escondida bem no meio das bundonas dela.
Minha vítima se remexeu, desconfortável, ao se sentir vulnerável, mas a reação dela parou por aí. Ela se mexia como se desaprovasse, balançava a cabeça como se procurasse alguém pra pedir ajuda, mas naquele ônibus, o povo só pensava em chegar em casa. Eu gostava de imaginar que ela se sentia tão humilhada que não Não conseguia dizer uma palavra, sentia sua impotência, sentia seu medo, sentia minha glande apertada entre minha calça, a dela e suas nádegas carnudas. Sentia o calor dela envolvendo meu pau.
O prazer de repente foi amplificado exponencialmente quando o ônibus teve que frear bruscamente, o que fez nossos corpos serem jogados para frente, isso fez com que minha vara batesse com violência na bunda da minha vítima, que jogou a cabeça para trás num sinal visível de desaprovação. Essa investida arrancou de mim um gemido abafado. Eu tinha que me esforçar muito para que meu rosto não se transformasse numa careta de prazer, e é que o tesão que eu sentia naquele momento só se comparava ao que a gente sente na primeira vez, quando mete pela primeira vez, aquele prazer desordenado, que a gente sente em jorros e não consegue decodificar.
O ônibus fez uma nova parada e com uma impunidade crescente, minhas investidas agora não só buscavam perfurar minha presa, mas me excitava a ideia de dar prazer a ela, tentava ir o mais longe possível com o comprimento do meu pau, me movia de forma circular com as apoiadas, como se buscasse que minha vara acariciasse toda a zona íntima da silenciosa universitária.
Quando notei que estávamos saindo da zona industrial, soube que se aproximava o momento de culminar a aventura, que merecia ser fechada com chave de ouro. E já sem nenhum traço de respeito pela universitária na minha frente, comecei a bombar, a me esfregar sutilmente na bunda dela, movimentos curtos e lentos, quase imperceptíveis aos olhos dos outros passageiros, mas intensamente prazerosos para meu pau que já se afogava no meio do líquido pré-seminal quente que escorria da minha glande. Minha vítima estava cada vez mais apavorada, sabia o que estava acontecendo, mas não tinha coragem de denunciar.
Então bastou o motorista do ônibus frear de novo bruscamente para que o afundar do meu pau na entreperna da garota me causasse uma explosão de prazer. Me agarrei firme no apoio do ônibus. Tentei não tremer de prazer, custava a me manter ereto e, já despojado de toda consciência, coloquei minha mão esquerda na cintura da garota e, com uma inesperada maestria ou atrapalhação, apertei ela contra mim enquanto meu pau soltava os últimos jatos de porra quente.
O contato fez a jovem reagir finalmente. Ela levantou a mão e, num sussurro trêmulo, disse "chega". Soltei minha vítima e, com o olhar, percorri rapidamente as reações dos passageiros; só alguns poucos olharam pra onde estávamos, mas na mesma hora mergulharam de volta nos próprios pensamentos.
Já com meu pau mole, sujo e encharcado de sêmen, me desgrudei da garota enquanto o cheiro característico de porra começava a aparecer. Era hora de cair fora. O ônibus estava prestes a parar no primeiro ponto da área mais residencial do trajeto, quando me afastei da jovem; fiquei satisfeito ao ver uma mancha tímida dos meus líquidos no jeans dela.
Quando o ônibus parou, rapidamente virei de costas e segui em direção à saída, não sem antes me virar e cruzar olhares com minha vítima. Atribuo isso à minha imaginação, mas acho que notei uma certa curiosidade no olhar dela ao encontrar o meu; tenho certeza de que não vi ódio nem desprezo, o olhar dela me passou algo que reconheci como intriga. Gostava de pensar que tinha deixado também uma lembrança, um pouco de mim nela.
Assim que saí do ônibus, peguei um táxi e fui pra casa. A viagem de táxi foi a mais longa da minha vida; não via a hora de chegar e ficar relembrando toda a aventura. Quando finalmente estive na intimidade do meu quarto, entrei no chuveiro, me limpei e fiz a melhor punheta da minha vida. Deitei na cama, já pronto pra dormir, pensando em qual devia ser meu próximo passo; fiquei dividido entre duas posturas: deixar tudo por ali, ficar com a boa lembrança, ou buscar mais.
Na manhã seguinte, acordei mais cedo e, em vez de esperar o táxi na porta de casa Como fazia toda manhã até aquele dia, caminhei até o ponto, levantei a mão e entrei no busão. A decisão estava tomada. Eu queria mais.
A fauna de um busão de manhã é bem diferente da do busão noturno. Os ânimos são outros. Numa árvore genealógica, a gente colocaria a preguiça e o cansaço em galhos bem próximos, mas na real são sensações bem diferentes. Pra falar a verdade, bastou pegar a primeira viagem no busão matutino e já tinha identificado meu próximo grupo-alvo.
Ternura, inocência, perfumes deliciosos, camisas brancas, meias brancas, gravatas pretas, saias xadrez acima do joelho, pernas torneadas, rabas bem empinadas... Estudantes.
A partir daquele dia, repeti o processo toda manhã, mas logo notei que o fluxo de gente era irregular, nem sempre dava pra ir em pé. A manhã me parecia um momento pouco prudente pra realizar uma nova caçada.
Minha obsessão com o transporte público tinha crescido tanto que eu planejava parar de almoçar no trabalho pra procurar outro lugar, só pra ter a desculpa de pegar um busão e estudar minhas oportunidades. Reconheço que estava tendo tanta sorte que temia que de repente ela acabasse toda. Na real, pensei que naquele dia justamente tinha acabado, porque o busão que peguei pra procurar onde almoçar fora da empresa, a linha 4 mais precisamente, teve que desviar por causa de um reparo numa das ruas que ele tinha que atravessar.
Na hora do desvio, o busão passou a uma quadra de um colégio com nome de santa. Quando o busão parou, uma manada de novinhas entrou no meio de risadas, gritos e brincadeiras. O transporte lotou tanto que não cabia mais um alfinete. Tinha novinhas pra todo lado, e principalmente quando andam em manada, não tem frase mais verdadeira que "as minas só querem se divertir". Me impressionou pra caralho como, apesar de irem pra um colégio católico, essas minas tinham uma linguagem e umas brincadeiras muito sujas. a ponto de que algumas mais ousadas levantavam a saia de outras garotas que, pelo visto, já iam preparadas pra situação, porque usavam shorts ou legging por baixo da saia, de modo que nada ficasse exposto.
No próximo ponto, me forcei a descer do ônibus, pela minha segurança, pela delas, pela preciosa virtude da paciência. É que eu me sentia um menino numa loja de doces, com 100 dólares na mão; a ideia da suposta inocência e indefensão daquelas jovens me fazia sentir que o mundo me pertencia. Falo de suposta inocência porque muitas das garotas que viajavam ali não faziam jus ao nome do colégio; eram tudo menos virgens, ou, na falta disso, pediam aos berros uma rola que as atravessasse.
Naquela mesma tarde, deixei um ofício no trabalho pedindo uma licença. Na tarde seguinte, recebi o ofício me concedendo a suculenta quantia de 21 dias livres. Um espaço de tempo que eu dedicaria por inteiro ao meu novo credo, minha nova devoção, meu novo grupo-alvo... essas gostosas novinhas.
Continua.
6 comentários - Noites no busão.