Já fazia dois dias que eu tinha visto o Fabricio comendo a mina da cozinha, tava morrendo de vontade de provar ele, mas o casamento tava chegando e a Pía me pedia pra acompanhar ela nuns roles de preparação, escolher balão, arranjo de flor e essas merdas. Só que quando ficava sozinha, eu botava o short mais curto que tinha e umas regatinhas que mostravam meus peitos (minha bunda é bem empinada, mas tenho uns peitões muito bons). Com a desculpa do calor, ia bastante pra beira do rio na sesta e entrava na água quando sabia que o Fabricio tava por perto. Também ia na cozinha quando ele tava lá, mas não queria ser tão óbvia, afinal era a casa de uma família que era tipo minha.
Finalmente na quarta-feira, meio-dia, no meio da chuva, chega a Pía puta da vida: os vestidos pras damas de honra tinham chegado, mas os sapatos forrados não (cada dama tinha mandado o tamanho fazia meses). A parada é que eu não tinha sapato. A Pía tava chorando, e o Pedro, pai dela, falou que não ia até a capital num dia daquele só por causa de um sapato. Não me incomodei, as outras damas iam chegar só pro dia do casamento, então podiam comprar um no tom certo. Eu era a que tava "enrascada". "A Mar vai na cidade e compra um, e pronto!" falou a Eva, mãe da Pía. "Já falei, com esse tempo não saio mais. Se você topa, o Fabricio te leva na caminhonete!" falou o Pedro, olhando pra mim. Era minha chance de ficar a sós com aquele potro, mas tive que fingir e falei pra Pía: "Você vem comigo, né?" Ela pediu desculpa, disse que tava muito cansada e que se eu não me importasse, fosse sozinha, que o Fabricio era de confiança. Claro que aceitei, e tive que disfarçar minha empolgação.
Depois do almoço, fui tomar banho, me depilei, passei meus cremes e me perfumei de leve. Não queria parecer sem noção. Botei um vestidinho solto de tecido fino, verde escuro, pra destacar minha pele que é mais clara, sem ser branca papel. De propósito, deixei dois botões abertos pra dar uma sugestão nos meus peitos. E ainda por cima... Coloquei uma camisa xadrez porque, por causa do tempo ruim, tava meio fresco. Umas três horas já saímos pra cidade na lama. Notei como o Fabrício me olhou ao sair, me ajudou a subir na caminhonete, mesmo sem precisar, e partimos. Ele ligou o rádio, ficou um silêncio por um tempo. Notei que ele olhava pros meus peitos e não aguentei mais, perguntei: "Faz quanto tempo que a moça da cozinha é sua namorada?" E ele respondeu que não tinha namorada, e disse que se eu quisesse podia preparar um mate, que o equipamento tava no banco de trás. E eu fiz, comecei a preparar... "Falta a bombilha", falei. "No porta-luvas tem uma", e ele esticou o braço, roçando na minha perna, abriu e pegou uma. Antes que ele me desse, eu peguei da mão dele, aproveitando pra acariciar, e ele sorriu. Rapidamente peguei a bombilha com a outra mão e, sendo bem sacana, levei a mão dele até um dos meus peitos. Notei que ele ficou desconfortável e parou a caminhonete, e eu falei: "Eu vi o da outra noite e quero a mesma coisa e mais." Ele sorriu e disse: "Então quer que eu domine a senhorita?" E agarrou meus peitos com força, e eu voava. "Sim", falei, acompanhada de um gemido. "Mas antes, eu vou te domar você." Sem pensar, me abaixei, desamarrei a bombacha de campo e lá estava ela, toda pra mim, aquela pica enorme. Comecei chupando a cabeça e passando minha língua por todo lado, depois enfiei tudo. Senti a mão dele percorrendo minhas costas até chegar na minha entreperna, e ele começou a meter a mão. Era um expert, me masturbava como se me conhecesse. Eu continuei no meu enquanto sentia os dedos gostosos dele até que ele me fez gozar. Nisso, ele passou a mão molhada entre minha boca e o pau dele, ligou a caminhonete. Eu quis levantar a cabeça, mas ele me fez continuar chupando e disse: "Você queria me domar, vamos ver se aguenta. Não sai daí até tomar todo o leite, égua." E segurava levemente, empurrando minhas costas. Usei todas as minhas técnicas, mas aquele filho da puta sabia muito bem aguentar. Chupei ele por uma hora, não me perdi, fiquei tão excitada que gozei várias vezes só de chupar ele. Em nenhum momento ele me deixou voltar pro assento e eu, muito gostosa, continuei chupando aquela pica até que ele me segurou, pegou na minha boca e gozou. Foram três jatos quentes e doces. "Sempre tomo café com mel e como muita fruta", ele disse enquanto eu engolia cada gota.
Voltei pro meu lugar, ficou um silêncio estranho, até que começamos a falar de outras coisas, da roça e tal.
Chegamos, escolhi os sapatos e voltamos. A volta foi tranquila, nos tocamos um pouco, bati uma pra ele, mas não deixou eu montar. Quando propus, ele não quis, mas combinamos de nos ver no galpão do depósito de alimentos à noite, depois que todo mundo dormisse.
Jantei ansiosa, comi leve, conversei com a família e fui pro meu quarto. Tomei banho, me perfumei, coloquei uma tanga branca e um sutiã de renda branco, uma saia longa e uma regata branca, e saí. Ao entrar, senti ansiedade e não o vi. De repente, ele aparece e me agarra por trás, aperta meus peitos com uma mão e com a outra começa a meter a mão na minha buceta, esfregando por cima da tanga enquanto eu sentia o pau dele ficar durasso, encostado na minha raba. "Então a gostosa quer ser domada?", ele sussurrou no meu ouvido, e eu respondi: "Vamos ver quem doma quem." O desafio deixou ele louco. Na hora, ele tirou minha regata e o sutiã e começou a chupar meus peitos igual um selvagem, enquanto eu amassava o pau dele. Ele me levou mais pra dentro do depósito, tinha várias cobertas no chão. Me fez ajoelhar e eu tirei aquela pica gostosa que tinha provado à tarde. Chupei ela mais à vontade e coloquei em prática todo meu conhecimento. Chupei até o fundo, ele comeu minha boca, depois tirou e levantou, deixando os ovos dele. Não precisei que ele dissesse o que queria, chupei os ovos dele. Tava uma puta. Chupei por um bom tempo, lambia, mordia de leve enquanto ele batia uma. Depois, do nada, ele me empurrou e eu fiquei de barriga pra cima. Abri as pernas, tava pronta pra receber aquela coisa na minha buceta molhada, mas ele riu, se abaixou e começou a chupar a minha. tetas de novo enquanto me metia a mão, depois baixou devagar no meu clitóris e comeu minha pussy como ninguém nunca tinha comido. Gozei e ele lambeu todos os meus sucos e continuou chupando enquanto virava o corpo, se ajeitou pra um 69. Eu me torcia de prazer e chupei a cock dele enquanto ele continuava na minha pussy. Ficamos assim um bom tempo até que pedi pra ele meter. Mas ele continuou, passava a língua desde a minha pussy até minha bunda e parava no meu buraco, e assim de novo. "Esse filho da puta quer minha bunda", pensei. Ele me fez gozar de novo e aí rápido se ajeitou, colocou meus pés no ombro e de uma vez me deu cock. "Ayyahh aaaaaahhh ay yyy": gemi de prazer. Ele me comia, metendo forte com aquela pica enorme, me abrindo a cada estocada. "Dá pra ver que é a primeira vez que você come uma assim", ele disse enquanto me abria, metendo toda aquela carne até o fundo. Me agarrou pelas cadeiras e me comeu sem piedade. Parou o ritmo e perguntei com um sorriso se ele tinha cansado. Aí, do nada, ele se levantou, pegou o chicote e disse: "Fica de quatro, gostosa". Obedeci. Ele deu uns golpes que outra hora teriam doído, mas eu tava muito excitada. Ele sentou nuns sacos de lona empilhados que tinha do lado e disse: "Vem, come". Obedeci, lambi todo o tronco dele e depois chupei aquela cabeça gostosa e quente, brincando com a língua enquanto tava dentro da minha boca. E enquanto chupava, ele me dava uns tapinhas leves na bunda com o chicote. Ele se levantou, me agarrou pelas cadeiras e me apoiou nos sacos onde ele tava sentado. Eu sozinha me ajeitei, fiquei bem de quatro com o torso apoiado nos sacos e me abri. Ele me bateu: "Ninguém te mandou abrir". Fechei as pernas, sinto ele se abaixar e, de repente, pijada de novo naquela posição. Entrou de uma vez e me metia e metia, e eu pedia mais e mais, e ele metia forte. Quando parou, eu disse: "Agora é minha vez". Deixei ele se deitar, ele começou a se masturbar e disse: "Vem, vou comer bem a sua pussy". Sentei na cara dele e ele me fez ficar nas nuvens. Me masturbei com A língua e não deixava eu gozar, ele gozou na minha cara, "agora monta pra ver se aguenta", e eu fiz, montei nele, mexi minha cintura em círculos, me esfreguei pra frente e pra trás, subia e descia e ele continuava duro, muito tempo até eu cansar e arder. Usei a pussy, então me levantei bruscamente quando parei, "cansei mas ainda quero essa cock", "já sei, você é uma boa potranca", ele disse. Me levantei contra a parede e ele continuou me comendo, gemei tão alto que tive medo de alguém ouvir, mas estávamos muito longe. "Você molhou de novo, mas não vou te foder até você não aguentar mais". "Acredita em mim, não vou cansar", eu disse, e ele me levou até uma espécie de mesa, me abriu e continuou me comendo. Vi ele parar e pegar umas cordas penduradas numa viga, eu tava entregue. Ele amarrou um tornozelo e depois o outro, fiquei apoiada na tábua com as pernas abertas, e ele me comeu assim, por muito tempo, forte e suave, descia e me chupava, e também estimulava meu cu. "Hoje não vou entrar aí", ele disse, e voltou a me comer. Depois subiu, fizemos outro 69, ele voltou a me comer e eu apertava meus peitos pra mais prazer e pedia mais e mais e mais. O filho da puta me comia e me fazia gozar e continuava, naquela altura minhas pernas tremiam a toda hora. Continuou assim, passou tanto tempo que o céu começou a clarear, não podia acreditar que ele me comeu a noite toda. Me desamarrou e fiquei largada na mesa, ele foi e voltou, me levantou e me levou até onde estavam as cobertas, e enfiou a cock de novo enquanto chupava meus peitos. Depois parou, virou de costas e trouxe umas coisas: um pote, uma camisinha e a terceira coisa eu não podia acreditar, era uma pica de couro trançado, igual à dele em forma e tamanho. Sem dizer nada, colocou a camisinha e sentou de novo nos sacos, engatinhou, disse "vou com minhas poucas forças", "vou ficar assim de quatro". Ele se levantou, me fodeu e depois me fodeu com a cock de couro. O trançado dava uma textura que dava pra sentir apesar da camisinha. Ele sentou e abriu o pote, passou mel na cock "vem tomar café", eu fui rápido. Fiz o que ele mandou e fui na hora. Chupei todo o mel, ele pegou na minha boca e gozou dentro, um jato quente pra caralho. Engoli tudo.
"Você tá bem domada, mas ainda falta a sua bunda."
"Se você for fazer com cuidado, eu deixo," respondi. Ele me deu um beijo e a gente começou a se vestir.
Naquele dia, dormi até meio-dia. Muito, muito relaxada.
Finalmente na quarta-feira, meio-dia, no meio da chuva, chega a Pía puta da vida: os vestidos pras damas de honra tinham chegado, mas os sapatos forrados não (cada dama tinha mandado o tamanho fazia meses). A parada é que eu não tinha sapato. A Pía tava chorando, e o Pedro, pai dela, falou que não ia até a capital num dia daquele só por causa de um sapato. Não me incomodei, as outras damas iam chegar só pro dia do casamento, então podiam comprar um no tom certo. Eu era a que tava "enrascada". "A Mar vai na cidade e compra um, e pronto!" falou a Eva, mãe da Pía. "Já falei, com esse tempo não saio mais. Se você topa, o Fabricio te leva na caminhonete!" falou o Pedro, olhando pra mim. Era minha chance de ficar a sós com aquele potro, mas tive que fingir e falei pra Pía: "Você vem comigo, né?" Ela pediu desculpa, disse que tava muito cansada e que se eu não me importasse, fosse sozinha, que o Fabricio era de confiança. Claro que aceitei, e tive que disfarçar minha empolgação.
Depois do almoço, fui tomar banho, me depilei, passei meus cremes e me perfumei de leve. Não queria parecer sem noção. Botei um vestidinho solto de tecido fino, verde escuro, pra destacar minha pele que é mais clara, sem ser branca papel. De propósito, deixei dois botões abertos pra dar uma sugestão nos meus peitos. E ainda por cima... Coloquei uma camisa xadrez porque, por causa do tempo ruim, tava meio fresco. Umas três horas já saímos pra cidade na lama. Notei como o Fabrício me olhou ao sair, me ajudou a subir na caminhonete, mesmo sem precisar, e partimos. Ele ligou o rádio, ficou um silêncio por um tempo. Notei que ele olhava pros meus peitos e não aguentei mais, perguntei: "Faz quanto tempo que a moça da cozinha é sua namorada?" E ele respondeu que não tinha namorada, e disse que se eu quisesse podia preparar um mate, que o equipamento tava no banco de trás. E eu fiz, comecei a preparar... "Falta a bombilha", falei. "No porta-luvas tem uma", e ele esticou o braço, roçando na minha perna, abriu e pegou uma. Antes que ele me desse, eu peguei da mão dele, aproveitando pra acariciar, e ele sorriu. Rapidamente peguei a bombilha com a outra mão e, sendo bem sacana, levei a mão dele até um dos meus peitos. Notei que ele ficou desconfortável e parou a caminhonete, e eu falei: "Eu vi o da outra noite e quero a mesma coisa e mais." Ele sorriu e disse: "Então quer que eu domine a senhorita?" E agarrou meus peitos com força, e eu voava. "Sim", falei, acompanhada de um gemido. "Mas antes, eu vou te domar você." Sem pensar, me abaixei, desamarrei a bombacha de campo e lá estava ela, toda pra mim, aquela pica enorme. Comecei chupando a cabeça e passando minha língua por todo lado, depois enfiei tudo. Senti a mão dele percorrendo minhas costas até chegar na minha entreperna, e ele começou a meter a mão. Era um expert, me masturbava como se me conhecesse. Eu continuei no meu enquanto sentia os dedos gostosos dele até que ele me fez gozar. Nisso, ele passou a mão molhada entre minha boca e o pau dele, ligou a caminhonete. Eu quis levantar a cabeça, mas ele me fez continuar chupando e disse: "Você queria me domar, vamos ver se aguenta. Não sai daí até tomar todo o leite, égua." E segurava levemente, empurrando minhas costas. Usei todas as minhas técnicas, mas aquele filho da puta sabia muito bem aguentar. Chupei ele por uma hora, não me perdi, fiquei tão excitada que gozei várias vezes só de chupar ele. Em nenhum momento ele me deixou voltar pro assento e eu, muito gostosa, continuei chupando aquela pica até que ele me segurou, pegou na minha boca e gozou. Foram três jatos quentes e doces. "Sempre tomo café com mel e como muita fruta", ele disse enquanto eu engolia cada gota.
Voltei pro meu lugar, ficou um silêncio estranho, até que começamos a falar de outras coisas, da roça e tal.
Chegamos, escolhi os sapatos e voltamos. A volta foi tranquila, nos tocamos um pouco, bati uma pra ele, mas não deixou eu montar. Quando propus, ele não quis, mas combinamos de nos ver no galpão do depósito de alimentos à noite, depois que todo mundo dormisse.
Jantei ansiosa, comi leve, conversei com a família e fui pro meu quarto. Tomei banho, me perfumei, coloquei uma tanga branca e um sutiã de renda branco, uma saia longa e uma regata branca, e saí. Ao entrar, senti ansiedade e não o vi. De repente, ele aparece e me agarra por trás, aperta meus peitos com uma mão e com a outra começa a meter a mão na minha buceta, esfregando por cima da tanga enquanto eu sentia o pau dele ficar durasso, encostado na minha raba. "Então a gostosa quer ser domada?", ele sussurrou no meu ouvido, e eu respondi: "Vamos ver quem doma quem." O desafio deixou ele louco. Na hora, ele tirou minha regata e o sutiã e começou a chupar meus peitos igual um selvagem, enquanto eu amassava o pau dele. Ele me levou mais pra dentro do depósito, tinha várias cobertas no chão. Me fez ajoelhar e eu tirei aquela pica gostosa que tinha provado à tarde. Chupei ela mais à vontade e coloquei em prática todo meu conhecimento. Chupei até o fundo, ele comeu minha boca, depois tirou e levantou, deixando os ovos dele. Não precisei que ele dissesse o que queria, chupei os ovos dele. Tava uma puta. Chupei por um bom tempo, lambia, mordia de leve enquanto ele batia uma. Depois, do nada, ele me empurrou e eu fiquei de barriga pra cima. Abri as pernas, tava pronta pra receber aquela coisa na minha buceta molhada, mas ele riu, se abaixou e começou a chupar a minha. tetas de novo enquanto me metia a mão, depois baixou devagar no meu clitóris e comeu minha pussy como ninguém nunca tinha comido. Gozei e ele lambeu todos os meus sucos e continuou chupando enquanto virava o corpo, se ajeitou pra um 69. Eu me torcia de prazer e chupei a cock dele enquanto ele continuava na minha pussy. Ficamos assim um bom tempo até que pedi pra ele meter. Mas ele continuou, passava a língua desde a minha pussy até minha bunda e parava no meu buraco, e assim de novo. "Esse filho da puta quer minha bunda", pensei. Ele me fez gozar de novo e aí rápido se ajeitou, colocou meus pés no ombro e de uma vez me deu cock. "Ayyahh aaaaaahhh ay yyy": gemi de prazer. Ele me comia, metendo forte com aquela pica enorme, me abrindo a cada estocada. "Dá pra ver que é a primeira vez que você come uma assim", ele disse enquanto me abria, metendo toda aquela carne até o fundo. Me agarrou pelas cadeiras e me comeu sem piedade. Parou o ritmo e perguntei com um sorriso se ele tinha cansado. Aí, do nada, ele se levantou, pegou o chicote e disse: "Fica de quatro, gostosa". Obedeci. Ele deu uns golpes que outra hora teriam doído, mas eu tava muito excitada. Ele sentou nuns sacos de lona empilhados que tinha do lado e disse: "Vem, come". Obedeci, lambi todo o tronco dele e depois chupei aquela cabeça gostosa e quente, brincando com a língua enquanto tava dentro da minha boca. E enquanto chupava, ele me dava uns tapinhas leves na bunda com o chicote. Ele se levantou, me agarrou pelas cadeiras e me apoiou nos sacos onde ele tava sentado. Eu sozinha me ajeitei, fiquei bem de quatro com o torso apoiado nos sacos e me abri. Ele me bateu: "Ninguém te mandou abrir". Fechei as pernas, sinto ele se abaixar e, de repente, pijada de novo naquela posição. Entrou de uma vez e me metia e metia, e eu pedia mais e mais, e ele metia forte. Quando parou, eu disse: "Agora é minha vez". Deixei ele se deitar, ele começou a se masturbar e disse: "Vem, vou comer bem a sua pussy". Sentei na cara dele e ele me fez ficar nas nuvens. Me masturbei com A língua e não deixava eu gozar, ele gozou na minha cara, "agora monta pra ver se aguenta", e eu fiz, montei nele, mexi minha cintura em círculos, me esfreguei pra frente e pra trás, subia e descia e ele continuava duro, muito tempo até eu cansar e arder. Usei a pussy, então me levantei bruscamente quando parei, "cansei mas ainda quero essa cock", "já sei, você é uma boa potranca", ele disse. Me levantei contra a parede e ele continuou me comendo, gemei tão alto que tive medo de alguém ouvir, mas estávamos muito longe. "Você molhou de novo, mas não vou te foder até você não aguentar mais". "Acredita em mim, não vou cansar", eu disse, e ele me levou até uma espécie de mesa, me abriu e continuou me comendo. Vi ele parar e pegar umas cordas penduradas numa viga, eu tava entregue. Ele amarrou um tornozelo e depois o outro, fiquei apoiada na tábua com as pernas abertas, e ele me comeu assim, por muito tempo, forte e suave, descia e me chupava, e também estimulava meu cu. "Hoje não vou entrar aí", ele disse, e voltou a me comer. Depois subiu, fizemos outro 69, ele voltou a me comer e eu apertava meus peitos pra mais prazer e pedia mais e mais e mais. O filho da puta me comia e me fazia gozar e continuava, naquela altura minhas pernas tremiam a toda hora. Continuou assim, passou tanto tempo que o céu começou a clarear, não podia acreditar que ele me comeu a noite toda. Me desamarrou e fiquei largada na mesa, ele foi e voltou, me levantou e me levou até onde estavam as cobertas, e enfiou a cock de novo enquanto chupava meus peitos. Depois parou, virou de costas e trouxe umas coisas: um pote, uma camisinha e a terceira coisa eu não podia acreditar, era uma pica de couro trançado, igual à dele em forma e tamanho. Sem dizer nada, colocou a camisinha e sentou de novo nos sacos, engatinhou, disse "vou com minhas poucas forças", "vou ficar assim de quatro". Ele se levantou, me fodeu e depois me fodeu com a cock de couro. O trançado dava uma textura que dava pra sentir apesar da camisinha. Ele sentou e abriu o pote, passou mel na cock "vem tomar café", eu fui rápido. Fiz o que ele mandou e fui na hora. Chupei todo o mel, ele pegou na minha boca e gozou dentro, um jato quente pra caralho. Engoli tudo.
"Você tá bem domada, mas ainda falta a sua bunda."
"Se você for fazer com cuidado, eu deixo," respondi. Ele me deu um beijo e a gente começou a se vestir.
Naquele dia, dormi até meio-dia. Muito, muito relaxada.
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