TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADERELATO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2946766/De-vacaciones-con-mi-Hermana-menor-9.html#comment-133213
Já não sabia mais se era porque nessa idade a gente aguenta tudo que vem, por tesão ou por seguir aquela máxima que diz "o que não tem remédio, remediado está", mas a perspectiva diária de alcançar um novo nível de depravação sexual naquele círculo íntimo já não me surpreendia tanto. Porém, as poluções noturnas, causadas em grande parte por aquele sonho mais típico de um filme do David Lynch do que de um mero mortal, continuavam me preocupando. Tenho quase certeza de que foram as sugestões da minha irmã para experimentar coisas novas, entendendo por coisas novas dar pra Manu, que me fizeram ter aquele sonho. E, embora fosse verdade que tive um orgasmo daqueles, tenho que confessar que não via graça nenhuma em desvirgar o cu do vizinho, coisa que eu precisava contar pra Laura o mais rápido possível, caso o plano daquela manhã ou de algum outro dia incluísse essa possibilidade.
Passei uns bons 20 minutos me espreguiçando de vez e colocando os dois pés no chão pra encarar mais um dia de férias. Bem na hora que ia fazer meu café da manhã, ouvi os vizinhos chegando no chalé, e quando terminei o último gole do meu Nescau, já ouvia eles chapinhando e gritando na piscina junto com minha irmã. Me troquei, peguei a toalha e desci pra me juntar a eles.
Dava pra ver que meus pais iam demorar pra chegar, porque a primeira coisa que vi ao me aproximar da piscina foram os biquínis da Alicia e da Laura fora d'água, na beira, formando uma natureza-morta bonita com a sunga do Manu. Pelo visto, tinham decidido nadar pelados, e resolvi não quebrar aquele momento mágico pulando na água depois de dar bom dia e tirar a minha já dentro da piscina. A primeira coisa que fiz foi ir até a Alicia e dar um beijo na boca dela, longo e molhado, sentindo bem o corpo nu dela contra o meu, o que reavivou a ereção que as carícias da minha irmã tinham provocado assim que acordei.
Assim passamos a primeira hora da manhã, na piscina, brincando. com uma bola, fazendo guerra de duplas, com as meninas montadas nos ombros dos caras, sentindo as bucetinhas depiladas delas molhadas, quem sabe se por algo mais do que a água escorrendo pelas nucas, nos respingando, sempre roçando nossos corpos, às vezes até por acaso. Em algumas ocasiões senti um roçar sem querer com o Manu, ou um virava e batia debaixo d'água com a pica em alguma parte do outro, ou a gente colidia também debaixo d'água ao tentar pegar a bola. Decidi não dar importância, afinal, aquilo não passava de um jogo, nós dois já tínhamos nos visto pelados várias vezes, já tínhamos batido uma juntos alguma vez, cada um na sua, claro, até as duas picas já tinham ficado praticamente em contato, separadas só por uma camada fininha de pele, a que separava a xota e o cu da Laura e da Alicia. Tinha certeza de que desses jogos a gente não ia passar.
Aos poucos fui esquecendo o assunto, o roçar constante com a Laura e a Alicia e a própria visão dos dois corpos delas como Deus as trouxe ao mundo era mais que suficiente para me abstrair de toda preocupação. A cada apalpada sentia uma vontade incontrolável de foder qualquer uma das duas ali mesmo, dentro d'água, mas tenho que confessar que esse jogo de aquecimento constante, de carícias e de algumas lambidas naqueles dois monumentos da natureza, tinha seu charme, nós quatro estávamos nas alturas, mas mantínhamos as aparências, por assim dizer. Mas estava claro que alguém tinha que ceder diante de tanta carne exposta, e esse foi o Manu, que, esquecendo de tudo por um momento, se colocou atrás da minha irmã, pronto para enfiar por trás, não saberia dizer em qual orifício da Laura o vizinho queria se acomodar, mas ela, após alguns segundos de predisposição a ser fodida ali mesmo, se separou do Manu e se aproximou da Alicia para sussurrar algo no ouvido dela. A excitação que eu tinha no momento nem me fez sentir certo medo do que O que as garotas estavam tramando.
Com o mesmo ar de mistério e sem dizer uma palavra, as duas foram até a borda pegar seus biquínis, vestiram e saíram da piscina. Andaram só alguns metros até um canto do jardim onde uns arbustos escondiam a visão perfeita que a área da piscina dava pros vizinhos, e ficaram peladas de novo. Manu e eu nos olhamos e decidimos fazer o mesmo. Tinha que tomar cuidado pra sair da piscina de sunga, porque, como eu disse, qualquer vizinho curioso, embora não pudesse ver o que rolava dentro da piscina, tinha uma visão completa quando a gente saía. Fomos pro mesmo canto que as garotas escolheram, tiramos a sunga de novo e deitamos do lado delas.
- O que vocês estão armando? - perguntei.
- Já vão ver - respondeu a Alicia, sorrindo.
A vizinha levantou um pouco minha irmã, que estava deitada, até deixar ela apoiada nos cotovelos na grama, abriu as pernas dela e se colocou entre elas de quatro. Delicioso, tínhamos na frente a Alicia mostrando a bunda e a bucetinha por trás enquanto fazia um cunnilingus na Laura, que não demorou a começar a se acariciar os peitos, beliscando os mamilos de vez em quando, tarefa que era difícil porque ela precisava manter pelo menos um cotovelo no chão pra não cair. Não consegui me segurar e me aproximei pra tentar lamber a bunda da vizinha, mas assim que sentiu minha língua no cu dela, me afastou com a mão.
- Vocês têm que esperar - conseguiu dizer minha irmã entre gemidos.
Porra, que merda as duas estavam tramando? Assim continuaram por um bom tempo, então não tive escolha a não ser começar a me masturbar diante daquela visão. Vi que o Manu também estava se punhetando, vendo nossas irmãs se pegando, alheias aos dois espectadores. Num momento, minha irmã se levantou como pôde, enquanto a Alicia continuava de quatro. mesma posição. Laura então se posicionou na altura da bunda da vizinha e começou a chupá-la, enfiando a língua naquele buraquinho preto que minutos antes eu tentava saborear. Ela alternava as lambidas entre o cu e a buceta da Alicia, cuja respiração começou a acelerar, enquanto com uma das mãos ela se acariciava o sexo. De repente, as duas explodiram num orgasmo que quase fez ambas caírem na grama. Elas se levantaram, se abraçaram, se beijaram e foi minha irmã quem perguntou:
- Quem vai nos foder agora, vivas?
Eu e o Manu nos levantamos antes mesmo dela terminar a pergunta para nos jogar em cima delas, mas a Alicia nos parou no seco.
- Só tem uma condição - disse ela.
Eu já estava esperando o pior.
- Só pode ser um de vocês dois.
- Vocês têm que continuar se masturbando. E quem gozar primeiro, será o perdedor, e o outro vai fazer com a gente o que quiser - sentenciou minha irmã.
Eu e o Manu nos olhamos sorrindo, sem problema, diminuímos o ritmo do sobe-e-desce e ficamos esperando.
- Beleza, aceitamos - dissemos os dois ao mesmo tempo.
- Acho que vocês não entenderam. Claro, vocês acham que podem ficar aí, se masturbando em câmera lenta até amanhã se for preciso - reclamou Laura.
- O que vocês têm que fazer - disse Alicia -, é se masturbar um ao outro, assim não tem trapaça.
Ficamos chocados.
- Não olhem pra gente assim - disse minha irmã -, a gente vai continuar com a nossa aqui pra inspirar vocês.
Continuávamos chocados. Pensei em ceder os louros direto pro Manu, mas a vontade de comer aquelas duas putinhas me cegava. Esperei um pouco antes de abrir a boca pra ver se o Manu também me cedia o lugar, mas ele parecia estar pensando a mesma coisa que eu.
- Então, o que é? Vão se decidir? - perguntou minha irmãzinha com sarcasmo. As duas vadias deviam estar se divertindo pra caralho às nossas custas.
- Buceta, irmãzinha, não me fode... - protestou o vizinho.
- Não, não vou te foder, a menos que o Javi bata uma pra você e você pra ele. ele faz com que ela goze antes.
Manu e eu nos olhamos com resignação, e vendo que íamos entrar na dele, as duas garotas ficaram empolgadas com a ideia.
- Aceitamos com uma condição - eu disse. - A gente faz, mas vocês se comprometem a fazer o mesmo, por algum desafio que a gente inventar.
As duas continuaram rindo, concordaram com a condição e sentaram na grama na nossa frente, a apenas uns dois metros de distância, ambas com as pernas abertas, e começaram a se masturbar uma à outra.
- Podem começar quando quiserem - disse Alicia.
Eu tinha o Manu sentado à minha esquerda. Sem cerimônia, peguei na piroca dele, pronto para impor um ritmo que o fizesse gozar rápido. Ele fez o mesmo com a minha. Como eu tinha os braços mais longos, tivemos que mudar de posição: ele segurava a minha e eu a dele, passando meu braço por cima do dele. Era estranho, eu segurava firme uma piroca que não era a minha, sentia as veias, a aspereza e o toque frio depois de ter passado pela piscina de um pau que não era o meu, mas não era uma sensação desagradável. Antes de começar, puxei o prepúcio dele para baixo e subi umas cinco ou seis vezes bem devagar, só para garantir que não teria problemas em imprimir uma velocidade devastadora segundos depois. Manu fez o mesmo comigo. Era uma situação estranha, mas não deixava de ser prazerosa.
- No três - avisei.
- Um...
... dois...
... e três!
Me entreguei à visão que tinha na minha frente: as duas garotas mostrando as bucetas completamente abertas, escondidas sob uma camada de dedos que iam e vinham, e comecei a masturbar o Manu com rapidez e firmeza. Ele fazia o mesmo comigo. Desde o começo, achei que seria eu quem aguentaria mais, mas naquele momento comecei a duvidar. Sentia a mão do vizinho subir e descer na minha piroca a toda velocidade, com força também, mas não o suficiente para machucar. Vendo que ou eu me ligava ou ia acabar sendo testemunha... de como o Manu comia as nossas irmãs, comecei a aumentar o percurso da minha mão pelo pau do vizinho, cada vez que minha mão descia por aquele músculo nodoso e duro, ia até o fim, até que a cabecinha dele não pudesse ficar mais exposta e até minha mão bater nos ovos dele, tudo na maior velocidade que eu conseguia. Laura e Alicia assistiam excitadas à cena, e decidiram nos envolver mais, chegando perto o suficiente para ficarem ao alcance das mãos. Mas nossas mãos estavam ocupadas agora, uma apoiada na grama e a outra masturbando freneticamente o outro. A velocidade dos dois tinha diminuído um pouco, os dois estávamos com os braços cansados. Ou eu fazia alguma coisa para o vizinho gozar, ou era eu quem ia banhar nossas irmãs com um belo jato de porra. E então me veio a ideia. De repente, soltei o pau dele, agarrei com a mão direita e comecei de novo com mais velocidade. A mão que agora estava livre deslizou por baixo do Manu, levantei ele alguns centímetros e meu dedo indicador foi direto no cu dele, que consegui penetrar sem muita dificuldade. E foi questão de segundos até um grito anunciar a gozada iminente. Um potente jato de esperma saiu disparado do pau dele, direto na barriga da minha irmã. Continuei até ele soltar a última gota, e sentindo que seria questão de segundos até eu gozar também, me joguei para trás, tirei a mão debaixo dele e me soltei da mão dele. Fiquei deitado um momento e fechei os olhos para me recuperar. Quando os abri, um instante depois, vi a Alicia recolhendo o esperma da barriga e da buceta da Laura com a boca.
- Você é um filho da puta - disse o Manu tentando recuperar o fôlego e mostrando um sorriso fraco.
- Relaxa, que essas vão pagar por isso - falei baixinho como desculpa, devolvendo o gesto.
- Parece que temos um vencedor - disse a Laura animada, imitando a voz da apresentadora de um programa de TV.
- Você já sabe qual é o Prêmio", comentou a melosa Alicia enquanto as duas se aproximavam de nós. "Somos suas, pelo menos até a gente achar que o Manu se recuperou..."
Resignado, o Manu se afastou só uns dois metros, com o único objetivo de se recuperar o mais rápido possível, curtindo a cena que as duas minas e eu não demoramos pra montar. A primeira que se jogou em cima de mim foi a Alicia, e, por mais que eu tivesse morrendo de vontade de arrebentar as duas na base da pica, a primeira coisa que fiz foi beijar ela na boca, sentindo ela quente e molhada. Mal tinha passado uns segundos beijando aqueles lábios carnudos e macios, quando senti minha rola ser agarrada pela boca da Laura. Tive medo de que, com o tesão que eu tava e a fúria que minha irmã costumava chupar, eu acabasse gozando sem nem aproveitar direito aqueles dois corpos, mas a língua da Laura dessa vez tava lenta.
Alicia se afastou de mim com o olhar vidrado, pra me deixar ver como minha irmãzinha se dedicava, como se o tempo não existisse, a percorrer com a língua cada milímetro do meu pau, devagar, sem pressa. Isso, junto com o silêncio total, só quebrado pelo canto de algum pássaro distante e pelos sons guturais quase imperceptíveis que escapavam dos lábios da Laura, me deixava louco. A vizinha me empurrou até eu ficar deitado na grama, sem que minha irmã parasse de ter a boca ocupada, e colocou as pernas dos dois lados da minha cabeça. Ela ficou um momento de pé, exibindo a visão maravilhosa da sua entreperna. De baixo, eu podia ver a bucetinha dela cheia de gotinhas que denunciavam a excitação, e aquele rabo que pedia guerra aos berros, o mesmo que há poucos minutos eu não tinha conseguido nem acariciar. Ela não se fez de rogada por muito tempo. Com a mesma calma que a Laura me dava um prazer enorme com a língua, a Alicia foi descendo o quadril bem devagar. Era inacreditável ver aquele corpo descendo lentamente, sentir o calor dela no meu rosto enquanto ela se aproximava centímetro por centímetro. Conforme eu ia descendo, ia acariciando a parte interna das coxas dela pra cima, até minhas mãos encontrarem a virilha dela, e foram se juntando até chegar na buceta dela. Ali meus dedos se perderam, se enfiaram lá dentro, na boceta dela, no cu dela... quando minhas mãos passaram a agarrar as bundas firmes dela, como compensação pelo que ela tinha me proibido fazer um tempo atrás, ela foi arqueando as costas pra trás e continuou descendo até praticamente plantar o corpo dela na minha cara. Já não sabia mais se o calor que sentia vinha dela ou se era eu que tava queimando. Com o nariz praticamente enfiado na xota da Alicia, me deixei levar pelo cheiro gostoso e explorei com a língua. Senti como o cu dela se contraía e se abria com o contato da minha língua, que não parava de se mexer, também devagar, acompanhando os movimentos que a Laura fazia chupando meu pau. Fazia círculos, tentava enfiar, dava longas lambidas que não esqueciam do períneo dela e da bucetinha dela enquanto minhas mãos brincavam com os peitos dela. Minha irmã se levantou um pouco e depois de me dar prazer com a boca, senti ela se jogar em cima de mim, o peso dos peitões enormes dela no meu pau, que ficou preso no meio. Com as mãos, ela ajeitou ele lá dentro e começou a me masturbar com os peitos, aumentando o ritmo que tinha começado, sabendo que eu já tava praticamente recuperado depois de passar pelas mãos da Manu. Fiz a mesma coisa, aumentei o ritmo e a intensidade com que minha língua explorava o interior da Alicia, que, entregue pelos gemidos dela, demorou pouco pra gozar na minha cara.
A vizinha tava cada vez mais molhada, e num movimento que evitou que eu me afogasse nos fluidos dela, ela se jogou pra frente, tentando alcançar o pedaço de pau que escapava entre os peitos da minha irmã. Dando uma última lambida na xereca da Alicia, tirei ela de cima de mim e me levantei, deitei ela de barriga pra cima e pedi pra minha irmã se posicionar em cima dela, até fazer um 69. Não precisei falar o que elas deviam fazer. tinham que fazer, suas línguas não demoraram pra atacar a buceta uma da outra. Fiquei atrás da Laura, me deliciando uns instantes vendo como a vizinha se desmanchava tentando acompanhar o mesmo ritmo que minha irmã imprimia na boceta dela, e me ajoelhei, guiando o pau pra entrada da bucetinha que parou de receber as atenções da língua da Alicia. Deslizei sem nenhuma dificuldade pra dentro da minha irmã, meu pau entrou de uma vez, arrancando um gemido longo de prazer que fez ela descuidar por um momento da parceira. Assim que vi a cabeça dela baixar de novo pra continuar explorando o interior da vizinha, comecei a bombar sem pressa mas sem parar, enfiando o pau o mais fundo que podia e tirando quase por completo pra recomeçar. Debaixo de mim, ouvia a Alicia gemer, minhas investidas na Laura só aumentaram a velocidade da língua dela na buceta da vizinha. Instintivamente, ela tirou a língua pra lamber meu saco enquanto eu metia na minha irmãzinha. Era uma sensação brutal, o calor da buceta da Laura, a facilidade com que eu a fodia, junto com a sensação da língua da Alicia brincando com minhas bolas ou explorando meu cu. Levantei um pouco minha irmã, só o suficiente pra pegar os peitões dela com as mãos, e comecei a beliscar os bicos dos peitos dela. Quanto mais eu a excitava, mais ela fazia pra excitar a vizinha, que, por sua vez, punha a boca e a língua sem preconceitos pra me dar mais prazer. A vizinha tava gozando pela segunda vez e a Laura já tava perto, então aproveitei pra minha irmãzinha gozar bem gostoso. Tirei o pau da boceta ardente dela e coloquei na entrada do cu. Senti como ela arqueou as costas enquanto o esfínter dela engolia meu piru centímetro por centímetro. Entrei até o fundo, e uma vez com tudo dentro, empurrei o máximo que pude e com pequenos movimentos recuava, tentando não deixar meu pau sair daquele cu lindo, pra começar a bombar num ritmo frenético. aquela foda que minha irmã teve foi um orgasmo brutal, desabando em cima da vizinha. As pernas dela tremeram e escorregaram para os dois lados da cara da Alicia, que desde que meu pau entrou pela porta dos fundos da Laura, não parou de acariciar a buceta da minha irmãzinha com a boca. Eu me afastei pra trás, vendo aquele cu que acabei de foder totalmente aberto, ainda sem contrair os músculos pra se fechar de novo, e com uma mão guiei a cabeça da Alicia, levantando ela pra dar umas lambidas antes de voltar ao estado de repouso. De todas as posições que eu tinha na cabeça pra foder aquelas duas putinhas, decidi então foder o cu da vizinha dessa vez. Assim que pedi, ela se deitou na grama. Coloquei minha irmã bem em cima da Alicia, com as pernas abertas de cada lado da cabeça dela, que ficou enfiada debaixo dos buracos da Laura que eu acabara de explorar. Me ajoelhei entre as pernas da vizinha e comecei a bombar dentro da bucetinha dela enquanto ela agradecia o prazer que eu tava dando, mexendo a língua entre as coxas da minha irmã. Minhas mãos, enquanto isso, se perdiam nos peitos das duas garotas; comecei primeiro com os bicos da Alicia, apertando eles, beliscando bem forte entre os dedos até esticar cada peito pra cima, o máximo que dava. Mas pra minha irmãzinha, os beliscões não eram suficientes. Sem parar o vai e vem com a vizinha, me inclinei um pouco pra frente, só o bastante pra alcançar com a boca as tetonas enormes da minha Laurita. Na primeira mordida, ela pegou a calcinha do biquíni que tava jogada de lado e enfiou na boca, mordendo ela pra não soltar uns gritos que quebrariam qualquer objeto de vidro num raio de 10 quilômetros. Embora chupar um bom bico exija cuidado, já que tem que saber até onde a garota aguenta os dentes mordendo a carne, com minha irmã Não tem limites.
Comecei prendendo eles entre os dentes, e fui mordendo, devagar, cada vez apertando mais com os dentes. Um pouco mais. Cada vez mais e mais. Laura gemia com a calcinha do biquíni na boca abafando os sons. Parei bem quando achei que ia arrancar eles fora, embora soubesse que ela queria mais, faltava pouco pra outro orgasmo, mas eu queria que ela gozasse igual uma louca graças ao trabalho que a vizinha tava fazendo lá embaixo com a língua. Mesmo com o tesão que tava me dando furar a bucetinha da Alicia, segurei os quadris dela, que ela mexia como uma louca, tirei ela de lá e agarrei pelos joelhos, levantando até o cu dela aparecer desafiador, todo encharcado dos fluidos dela. Minha irmã, sentada na cara dela, segurou pelos tornozelos, a vizinha já tava só com a parte de cima das costas no chão, com os rins no ar. Contrariando a ternura que eu tinha usado com ela logo depois de ganhar "a aposta", dessa vez não hesitei, e colocando a ponta da pica bem na entrada do cu dela, empurrei com violência. Na primeira enfiada, entrou até a metade, e arrancou da Alicia o enésimo orgasmo da manhã, o que se transformou num movimento furioso da língua que quase fez minha irmã cair no chão. Tirei com cuidado, pra voltar à carga sem piedade. Minha pica entrava e saía rápido, até que chegou um momento em que encaixava dentro do cu da vizinha como uma luva, aí aproveitei pra meter até o fundo. Senti que em breve ia esvaziar tudo nas duas vadias. Continuei bombando até sentir que não aguentava mais, que era questão de mais 7 ou 8 metidas pra banhar as duas garotas de porra. Tirei os joelhos da Alicia da minha irmã, que caíram no chão dos dois lados de mim, dei a última enfiada com violência, cravando a pica bem nas entranhas dela, agarrei a Laura pra ela deitar sobre a vizinha até formar outro 69, e tirei ela de lá. a esta bem no momento em que um rio de porra levava consigo a consciência. A gozada acertou em cheio o rosto da minha irmã e a bunda e a bucetinha da vizinha durante o que me pareceu horas. E me deixei cair para trás para ver como minha irmã, com o rosto cheio de sêmen, recolhia com a língua da buceta e do cu da Alicia tudo o que não tinha acabado na cara dela. Quando terminou de fazer isso, levantou de cima da vizinha, procurou o rosto dela e, dando um beijo profundo e lento, compartilhou a gozada com a vizinha, que a recebeu ainda ofegante na boca.
Demorei um instante para reparar no Manu, que não tinha perdido a chance de ver o espetáculo e, já totalmente recuperado, se masturbava devagar, como se temesse gozar de novo e não poder aproveitar o corpo daquelas duas mulheres como eu tinha feito.
- Bom, agora acho que é a minha vez, né? - disse ele com malícia.
As duas garotas, em cujos rostinhos mal sobravam restos de sêmen, se olharam.
- Dá uns minutos, que ainda não tô pronta pra te dar todo o trabalho que esse aqui nos deu - comentou Alicia com certa ironia, apontando pra mim. Mas bem quando terminava a frase, minha irmã, levantando do chão e rebolando a cintura e a bunda como só ela sabe fazer, foi na direção do Manu, se deitou ao lado dele e, antes que o próprio Manu percebesse, já tinha o pau dele na boca.
- Não cansa ele demais, gostosa - disse Alicia -, que eu também quero, mas daqui a pouquinho. Cê topa um banho, Javi? - e antes que eu pudesse sequer dizer que era uma ideia do caralho naquele momento, ela se aproximou de mim e me beijou na boca, onde pude sentir o gosto da minha própria porra depois de passar pelos lábios da Laura. Nós dois vestimos o sunga e o biquíni e nos jogamos na água, deixando os outros dois na grama preparando, bem devagarzinho, o que ia rolar em alguns minutos.
Continua...
PRÓXIMO RELATO:http://www.poringa.net/posts/relatos/2961325/De-vacaciones-con-mi-Hermana-menor-11.html
Já não sabia mais se era porque nessa idade a gente aguenta tudo que vem, por tesão ou por seguir aquela máxima que diz "o que não tem remédio, remediado está", mas a perspectiva diária de alcançar um novo nível de depravação sexual naquele círculo íntimo já não me surpreendia tanto. Porém, as poluções noturnas, causadas em grande parte por aquele sonho mais típico de um filme do David Lynch do que de um mero mortal, continuavam me preocupando. Tenho quase certeza de que foram as sugestões da minha irmã para experimentar coisas novas, entendendo por coisas novas dar pra Manu, que me fizeram ter aquele sonho. E, embora fosse verdade que tive um orgasmo daqueles, tenho que confessar que não via graça nenhuma em desvirgar o cu do vizinho, coisa que eu precisava contar pra Laura o mais rápido possível, caso o plano daquela manhã ou de algum outro dia incluísse essa possibilidade.
Passei uns bons 20 minutos me espreguiçando de vez e colocando os dois pés no chão pra encarar mais um dia de férias. Bem na hora que ia fazer meu café da manhã, ouvi os vizinhos chegando no chalé, e quando terminei o último gole do meu Nescau, já ouvia eles chapinhando e gritando na piscina junto com minha irmã. Me troquei, peguei a toalha e desci pra me juntar a eles.
Dava pra ver que meus pais iam demorar pra chegar, porque a primeira coisa que vi ao me aproximar da piscina foram os biquínis da Alicia e da Laura fora d'água, na beira, formando uma natureza-morta bonita com a sunga do Manu. Pelo visto, tinham decidido nadar pelados, e resolvi não quebrar aquele momento mágico pulando na água depois de dar bom dia e tirar a minha já dentro da piscina. A primeira coisa que fiz foi ir até a Alicia e dar um beijo na boca dela, longo e molhado, sentindo bem o corpo nu dela contra o meu, o que reavivou a ereção que as carícias da minha irmã tinham provocado assim que acordei.
Assim passamos a primeira hora da manhã, na piscina, brincando. com uma bola, fazendo guerra de duplas, com as meninas montadas nos ombros dos caras, sentindo as bucetinhas depiladas delas molhadas, quem sabe se por algo mais do que a água escorrendo pelas nucas, nos respingando, sempre roçando nossos corpos, às vezes até por acaso. Em algumas ocasiões senti um roçar sem querer com o Manu, ou um virava e batia debaixo d'água com a pica em alguma parte do outro, ou a gente colidia também debaixo d'água ao tentar pegar a bola. Decidi não dar importância, afinal, aquilo não passava de um jogo, nós dois já tínhamos nos visto pelados várias vezes, já tínhamos batido uma juntos alguma vez, cada um na sua, claro, até as duas picas já tinham ficado praticamente em contato, separadas só por uma camada fininha de pele, a que separava a xota e o cu da Laura e da Alicia. Tinha certeza de que desses jogos a gente não ia passar.
Aos poucos fui esquecendo o assunto, o roçar constante com a Laura e a Alicia e a própria visão dos dois corpos delas como Deus as trouxe ao mundo era mais que suficiente para me abstrair de toda preocupação. A cada apalpada sentia uma vontade incontrolável de foder qualquer uma das duas ali mesmo, dentro d'água, mas tenho que confessar que esse jogo de aquecimento constante, de carícias e de algumas lambidas naqueles dois monumentos da natureza, tinha seu charme, nós quatro estávamos nas alturas, mas mantínhamos as aparências, por assim dizer. Mas estava claro que alguém tinha que ceder diante de tanta carne exposta, e esse foi o Manu, que, esquecendo de tudo por um momento, se colocou atrás da minha irmã, pronto para enfiar por trás, não saberia dizer em qual orifício da Laura o vizinho queria se acomodar, mas ela, após alguns segundos de predisposição a ser fodida ali mesmo, se separou do Manu e se aproximou da Alicia para sussurrar algo no ouvido dela. A excitação que eu tinha no momento nem me fez sentir certo medo do que O que as garotas estavam tramando.
Com o mesmo ar de mistério e sem dizer uma palavra, as duas foram até a borda pegar seus biquínis, vestiram e saíram da piscina. Andaram só alguns metros até um canto do jardim onde uns arbustos escondiam a visão perfeita que a área da piscina dava pros vizinhos, e ficaram peladas de novo. Manu e eu nos olhamos e decidimos fazer o mesmo. Tinha que tomar cuidado pra sair da piscina de sunga, porque, como eu disse, qualquer vizinho curioso, embora não pudesse ver o que rolava dentro da piscina, tinha uma visão completa quando a gente saía. Fomos pro mesmo canto que as garotas escolheram, tiramos a sunga de novo e deitamos do lado delas.
- O que vocês estão armando? - perguntei.
- Já vão ver - respondeu a Alicia, sorrindo.
A vizinha levantou um pouco minha irmã, que estava deitada, até deixar ela apoiada nos cotovelos na grama, abriu as pernas dela e se colocou entre elas de quatro. Delicioso, tínhamos na frente a Alicia mostrando a bunda e a bucetinha por trás enquanto fazia um cunnilingus na Laura, que não demorou a começar a se acariciar os peitos, beliscando os mamilos de vez em quando, tarefa que era difícil porque ela precisava manter pelo menos um cotovelo no chão pra não cair. Não consegui me segurar e me aproximei pra tentar lamber a bunda da vizinha, mas assim que sentiu minha língua no cu dela, me afastou com a mão.
- Vocês têm que esperar - conseguiu dizer minha irmã entre gemidos.
Porra, que merda as duas estavam tramando? Assim continuaram por um bom tempo, então não tive escolha a não ser começar a me masturbar diante daquela visão. Vi que o Manu também estava se punhetando, vendo nossas irmãs se pegando, alheias aos dois espectadores. Num momento, minha irmã se levantou como pôde, enquanto a Alicia continuava de quatro. mesma posição. Laura então se posicionou na altura da bunda da vizinha e começou a chupá-la, enfiando a língua naquele buraquinho preto que minutos antes eu tentava saborear. Ela alternava as lambidas entre o cu e a buceta da Alicia, cuja respiração começou a acelerar, enquanto com uma das mãos ela se acariciava o sexo. De repente, as duas explodiram num orgasmo que quase fez ambas caírem na grama. Elas se levantaram, se abraçaram, se beijaram e foi minha irmã quem perguntou:
- Quem vai nos foder agora, vivas?
Eu e o Manu nos levantamos antes mesmo dela terminar a pergunta para nos jogar em cima delas, mas a Alicia nos parou no seco.
- Só tem uma condição - disse ela.
Eu já estava esperando o pior.
- Só pode ser um de vocês dois.
- Vocês têm que continuar se masturbando. E quem gozar primeiro, será o perdedor, e o outro vai fazer com a gente o que quiser - sentenciou minha irmã.
Eu e o Manu nos olhamos sorrindo, sem problema, diminuímos o ritmo do sobe-e-desce e ficamos esperando.
- Beleza, aceitamos - dissemos os dois ao mesmo tempo.
- Acho que vocês não entenderam. Claro, vocês acham que podem ficar aí, se masturbando em câmera lenta até amanhã se for preciso - reclamou Laura.
- O que vocês têm que fazer - disse Alicia -, é se masturbar um ao outro, assim não tem trapaça.
Ficamos chocados.
- Não olhem pra gente assim - disse minha irmã -, a gente vai continuar com a nossa aqui pra inspirar vocês.
Continuávamos chocados. Pensei em ceder os louros direto pro Manu, mas a vontade de comer aquelas duas putinhas me cegava. Esperei um pouco antes de abrir a boca pra ver se o Manu também me cedia o lugar, mas ele parecia estar pensando a mesma coisa que eu.
- Então, o que é? Vão se decidir? - perguntou minha irmãzinha com sarcasmo. As duas vadias deviam estar se divertindo pra caralho às nossas custas.
- Buceta, irmãzinha, não me fode... - protestou o vizinho.
- Não, não vou te foder, a menos que o Javi bata uma pra você e você pra ele. ele faz com que ela goze antes.
Manu e eu nos olhamos com resignação, e vendo que íamos entrar na dele, as duas garotas ficaram empolgadas com a ideia.
- Aceitamos com uma condição - eu disse. - A gente faz, mas vocês se comprometem a fazer o mesmo, por algum desafio que a gente inventar.
As duas continuaram rindo, concordaram com a condição e sentaram na grama na nossa frente, a apenas uns dois metros de distância, ambas com as pernas abertas, e começaram a se masturbar uma à outra.
- Podem começar quando quiserem - disse Alicia.
Eu tinha o Manu sentado à minha esquerda. Sem cerimônia, peguei na piroca dele, pronto para impor um ritmo que o fizesse gozar rápido. Ele fez o mesmo com a minha. Como eu tinha os braços mais longos, tivemos que mudar de posição: ele segurava a minha e eu a dele, passando meu braço por cima do dele. Era estranho, eu segurava firme uma piroca que não era a minha, sentia as veias, a aspereza e o toque frio depois de ter passado pela piscina de um pau que não era o meu, mas não era uma sensação desagradável. Antes de começar, puxei o prepúcio dele para baixo e subi umas cinco ou seis vezes bem devagar, só para garantir que não teria problemas em imprimir uma velocidade devastadora segundos depois. Manu fez o mesmo comigo. Era uma situação estranha, mas não deixava de ser prazerosa.
- No três - avisei.
- Um...
... dois...
... e três!
Me entreguei à visão que tinha na minha frente: as duas garotas mostrando as bucetas completamente abertas, escondidas sob uma camada de dedos que iam e vinham, e comecei a masturbar o Manu com rapidez e firmeza. Ele fazia o mesmo comigo. Desde o começo, achei que seria eu quem aguentaria mais, mas naquele momento comecei a duvidar. Sentia a mão do vizinho subir e descer na minha piroca a toda velocidade, com força também, mas não o suficiente para machucar. Vendo que ou eu me ligava ou ia acabar sendo testemunha... de como o Manu comia as nossas irmãs, comecei a aumentar o percurso da minha mão pelo pau do vizinho, cada vez que minha mão descia por aquele músculo nodoso e duro, ia até o fim, até que a cabecinha dele não pudesse ficar mais exposta e até minha mão bater nos ovos dele, tudo na maior velocidade que eu conseguia. Laura e Alicia assistiam excitadas à cena, e decidiram nos envolver mais, chegando perto o suficiente para ficarem ao alcance das mãos. Mas nossas mãos estavam ocupadas agora, uma apoiada na grama e a outra masturbando freneticamente o outro. A velocidade dos dois tinha diminuído um pouco, os dois estávamos com os braços cansados. Ou eu fazia alguma coisa para o vizinho gozar, ou era eu quem ia banhar nossas irmãs com um belo jato de porra. E então me veio a ideia. De repente, soltei o pau dele, agarrei com a mão direita e comecei de novo com mais velocidade. A mão que agora estava livre deslizou por baixo do Manu, levantei ele alguns centímetros e meu dedo indicador foi direto no cu dele, que consegui penetrar sem muita dificuldade. E foi questão de segundos até um grito anunciar a gozada iminente. Um potente jato de esperma saiu disparado do pau dele, direto na barriga da minha irmã. Continuei até ele soltar a última gota, e sentindo que seria questão de segundos até eu gozar também, me joguei para trás, tirei a mão debaixo dele e me soltei da mão dele. Fiquei deitado um momento e fechei os olhos para me recuperar. Quando os abri, um instante depois, vi a Alicia recolhendo o esperma da barriga e da buceta da Laura com a boca.
- Você é um filho da puta - disse o Manu tentando recuperar o fôlego e mostrando um sorriso fraco.
- Relaxa, que essas vão pagar por isso - falei baixinho como desculpa, devolvendo o gesto.
- Parece que temos um vencedor - disse a Laura animada, imitando a voz da apresentadora de um programa de TV.
- Você já sabe qual é o Prêmio", comentou a melosa Alicia enquanto as duas se aproximavam de nós. "Somos suas, pelo menos até a gente achar que o Manu se recuperou..."
Resignado, o Manu se afastou só uns dois metros, com o único objetivo de se recuperar o mais rápido possível, curtindo a cena que as duas minas e eu não demoramos pra montar. A primeira que se jogou em cima de mim foi a Alicia, e, por mais que eu tivesse morrendo de vontade de arrebentar as duas na base da pica, a primeira coisa que fiz foi beijar ela na boca, sentindo ela quente e molhada. Mal tinha passado uns segundos beijando aqueles lábios carnudos e macios, quando senti minha rola ser agarrada pela boca da Laura. Tive medo de que, com o tesão que eu tava e a fúria que minha irmã costumava chupar, eu acabasse gozando sem nem aproveitar direito aqueles dois corpos, mas a língua da Laura dessa vez tava lenta.
Alicia se afastou de mim com o olhar vidrado, pra me deixar ver como minha irmãzinha se dedicava, como se o tempo não existisse, a percorrer com a língua cada milímetro do meu pau, devagar, sem pressa. Isso, junto com o silêncio total, só quebrado pelo canto de algum pássaro distante e pelos sons guturais quase imperceptíveis que escapavam dos lábios da Laura, me deixava louco. A vizinha me empurrou até eu ficar deitado na grama, sem que minha irmã parasse de ter a boca ocupada, e colocou as pernas dos dois lados da minha cabeça. Ela ficou um momento de pé, exibindo a visão maravilhosa da sua entreperna. De baixo, eu podia ver a bucetinha dela cheia de gotinhas que denunciavam a excitação, e aquele rabo que pedia guerra aos berros, o mesmo que há poucos minutos eu não tinha conseguido nem acariciar. Ela não se fez de rogada por muito tempo. Com a mesma calma que a Laura me dava um prazer enorme com a língua, a Alicia foi descendo o quadril bem devagar. Era inacreditável ver aquele corpo descendo lentamente, sentir o calor dela no meu rosto enquanto ela se aproximava centímetro por centímetro. Conforme eu ia descendo, ia acariciando a parte interna das coxas dela pra cima, até minhas mãos encontrarem a virilha dela, e foram se juntando até chegar na buceta dela. Ali meus dedos se perderam, se enfiaram lá dentro, na boceta dela, no cu dela... quando minhas mãos passaram a agarrar as bundas firmes dela, como compensação pelo que ela tinha me proibido fazer um tempo atrás, ela foi arqueando as costas pra trás e continuou descendo até praticamente plantar o corpo dela na minha cara. Já não sabia mais se o calor que sentia vinha dela ou se era eu que tava queimando. Com o nariz praticamente enfiado na xota da Alicia, me deixei levar pelo cheiro gostoso e explorei com a língua. Senti como o cu dela se contraía e se abria com o contato da minha língua, que não parava de se mexer, também devagar, acompanhando os movimentos que a Laura fazia chupando meu pau. Fazia círculos, tentava enfiar, dava longas lambidas que não esqueciam do períneo dela e da bucetinha dela enquanto minhas mãos brincavam com os peitos dela. Minha irmã se levantou um pouco e depois de me dar prazer com a boca, senti ela se jogar em cima de mim, o peso dos peitões enormes dela no meu pau, que ficou preso no meio. Com as mãos, ela ajeitou ele lá dentro e começou a me masturbar com os peitos, aumentando o ritmo que tinha começado, sabendo que eu já tava praticamente recuperado depois de passar pelas mãos da Manu. Fiz a mesma coisa, aumentei o ritmo e a intensidade com que minha língua explorava o interior da Alicia, que, entregue pelos gemidos dela, demorou pouco pra gozar na minha cara.
A vizinha tava cada vez mais molhada, e num movimento que evitou que eu me afogasse nos fluidos dela, ela se jogou pra frente, tentando alcançar o pedaço de pau que escapava entre os peitos da minha irmã. Dando uma última lambida na xereca da Alicia, tirei ela de cima de mim e me levantei, deitei ela de barriga pra cima e pedi pra minha irmã se posicionar em cima dela, até fazer um 69. Não precisei falar o que elas deviam fazer. tinham que fazer, suas línguas não demoraram pra atacar a buceta uma da outra. Fiquei atrás da Laura, me deliciando uns instantes vendo como a vizinha se desmanchava tentando acompanhar o mesmo ritmo que minha irmã imprimia na boceta dela, e me ajoelhei, guiando o pau pra entrada da bucetinha que parou de receber as atenções da língua da Alicia. Deslizei sem nenhuma dificuldade pra dentro da minha irmã, meu pau entrou de uma vez, arrancando um gemido longo de prazer que fez ela descuidar por um momento da parceira. Assim que vi a cabeça dela baixar de novo pra continuar explorando o interior da vizinha, comecei a bombar sem pressa mas sem parar, enfiando o pau o mais fundo que podia e tirando quase por completo pra recomeçar. Debaixo de mim, ouvia a Alicia gemer, minhas investidas na Laura só aumentaram a velocidade da língua dela na buceta da vizinha. Instintivamente, ela tirou a língua pra lamber meu saco enquanto eu metia na minha irmãzinha. Era uma sensação brutal, o calor da buceta da Laura, a facilidade com que eu a fodia, junto com a sensação da língua da Alicia brincando com minhas bolas ou explorando meu cu. Levantei um pouco minha irmã, só o suficiente pra pegar os peitões dela com as mãos, e comecei a beliscar os bicos dos peitos dela. Quanto mais eu a excitava, mais ela fazia pra excitar a vizinha, que, por sua vez, punha a boca e a língua sem preconceitos pra me dar mais prazer. A vizinha tava gozando pela segunda vez e a Laura já tava perto, então aproveitei pra minha irmãzinha gozar bem gostoso. Tirei o pau da boceta ardente dela e coloquei na entrada do cu. Senti como ela arqueou as costas enquanto o esfínter dela engolia meu piru centímetro por centímetro. Entrei até o fundo, e uma vez com tudo dentro, empurrei o máximo que pude e com pequenos movimentos recuava, tentando não deixar meu pau sair daquele cu lindo, pra começar a bombar num ritmo frenético. aquela foda que minha irmã teve foi um orgasmo brutal, desabando em cima da vizinha. As pernas dela tremeram e escorregaram para os dois lados da cara da Alicia, que desde que meu pau entrou pela porta dos fundos da Laura, não parou de acariciar a buceta da minha irmãzinha com a boca. Eu me afastei pra trás, vendo aquele cu que acabei de foder totalmente aberto, ainda sem contrair os músculos pra se fechar de novo, e com uma mão guiei a cabeça da Alicia, levantando ela pra dar umas lambidas antes de voltar ao estado de repouso. De todas as posições que eu tinha na cabeça pra foder aquelas duas putinhas, decidi então foder o cu da vizinha dessa vez. Assim que pedi, ela se deitou na grama. Coloquei minha irmã bem em cima da Alicia, com as pernas abertas de cada lado da cabeça dela, que ficou enfiada debaixo dos buracos da Laura que eu acabara de explorar. Me ajoelhei entre as pernas da vizinha e comecei a bombar dentro da bucetinha dela enquanto ela agradecia o prazer que eu tava dando, mexendo a língua entre as coxas da minha irmã. Minhas mãos, enquanto isso, se perdiam nos peitos das duas garotas; comecei primeiro com os bicos da Alicia, apertando eles, beliscando bem forte entre os dedos até esticar cada peito pra cima, o máximo que dava. Mas pra minha irmãzinha, os beliscões não eram suficientes. Sem parar o vai e vem com a vizinha, me inclinei um pouco pra frente, só o bastante pra alcançar com a boca as tetonas enormes da minha Laurita. Na primeira mordida, ela pegou a calcinha do biquíni que tava jogada de lado e enfiou na boca, mordendo ela pra não soltar uns gritos que quebrariam qualquer objeto de vidro num raio de 10 quilômetros. Embora chupar um bom bico exija cuidado, já que tem que saber até onde a garota aguenta os dentes mordendo a carne, com minha irmã Não tem limites.
Comecei prendendo eles entre os dentes, e fui mordendo, devagar, cada vez apertando mais com os dentes. Um pouco mais. Cada vez mais e mais. Laura gemia com a calcinha do biquíni na boca abafando os sons. Parei bem quando achei que ia arrancar eles fora, embora soubesse que ela queria mais, faltava pouco pra outro orgasmo, mas eu queria que ela gozasse igual uma louca graças ao trabalho que a vizinha tava fazendo lá embaixo com a língua. Mesmo com o tesão que tava me dando furar a bucetinha da Alicia, segurei os quadris dela, que ela mexia como uma louca, tirei ela de lá e agarrei pelos joelhos, levantando até o cu dela aparecer desafiador, todo encharcado dos fluidos dela. Minha irmã, sentada na cara dela, segurou pelos tornozelos, a vizinha já tava só com a parte de cima das costas no chão, com os rins no ar. Contrariando a ternura que eu tinha usado com ela logo depois de ganhar "a aposta", dessa vez não hesitei, e colocando a ponta da pica bem na entrada do cu dela, empurrei com violência. Na primeira enfiada, entrou até a metade, e arrancou da Alicia o enésimo orgasmo da manhã, o que se transformou num movimento furioso da língua que quase fez minha irmã cair no chão. Tirei com cuidado, pra voltar à carga sem piedade. Minha pica entrava e saía rápido, até que chegou um momento em que encaixava dentro do cu da vizinha como uma luva, aí aproveitei pra meter até o fundo. Senti que em breve ia esvaziar tudo nas duas vadias. Continuei bombando até sentir que não aguentava mais, que era questão de mais 7 ou 8 metidas pra banhar as duas garotas de porra. Tirei os joelhos da Alicia da minha irmã, que caíram no chão dos dois lados de mim, dei a última enfiada com violência, cravando a pica bem nas entranhas dela, agarrei a Laura pra ela deitar sobre a vizinha até formar outro 69, e tirei ela de lá. a esta bem no momento em que um rio de porra levava consigo a consciência. A gozada acertou em cheio o rosto da minha irmã e a bunda e a bucetinha da vizinha durante o que me pareceu horas. E me deixei cair para trás para ver como minha irmã, com o rosto cheio de sêmen, recolhia com a língua da buceta e do cu da Alicia tudo o que não tinha acabado na cara dela. Quando terminou de fazer isso, levantou de cima da vizinha, procurou o rosto dela e, dando um beijo profundo e lento, compartilhou a gozada com a vizinha, que a recebeu ainda ofegante na boca.
Demorei um instante para reparar no Manu, que não tinha perdido a chance de ver o espetáculo e, já totalmente recuperado, se masturbava devagar, como se temesse gozar de novo e não poder aproveitar o corpo daquelas duas mulheres como eu tinha feito.
- Bom, agora acho que é a minha vez, né? - disse ele com malícia.
As duas garotas, em cujos rostinhos mal sobravam restos de sêmen, se olharam.
- Dá uns minutos, que ainda não tô pronta pra te dar todo o trabalho que esse aqui nos deu - comentou Alicia com certa ironia, apontando pra mim. Mas bem quando terminava a frase, minha irmã, levantando do chão e rebolando a cintura e a bunda como só ela sabe fazer, foi na direção do Manu, se deitou ao lado dele e, antes que o próprio Manu percebesse, já tinha o pau dele na boca.
- Não cansa ele demais, gostosa - disse Alicia -, que eu também quero, mas daqui a pouquinho. Cê topa um banho, Javi? - e antes que eu pudesse sequer dizer que era uma ideia do caralho naquele momento, ela se aproximou de mim e me beijou na boca, onde pude sentir o gosto da minha própria porra depois de passar pelos lábios da Laura. Nós dois vestimos o sunga e o biquíni e nos jogamos na água, deixando os outros dois na grama preparando, bem devagarzinho, o que ia rolar em alguns minutos.
Continua...
PRÓXIMO RELATO:http://www.poringa.net/posts/relatos/2961325/De-vacaciones-con-mi-Hermana-menor-11.html
3 comentários - Férias com minha irmã mais nova