Na manhã seguinte
Quando acordei (com o pau duríssimo e muito excitado), imediatamente aquelas imagens que vi, que me mostraram o quão puta e gulosa era minha tia, o quão viciada e faminta de pau ela era, se apresentaram em ordem na minha mente.
Lembrei de tudo o que até agora tinha me acontecido, ou seja, por um lado, a transformação não só mental, mas moral da minha personalidade, as mudanças graduais, porém muito intensas, da minha queridíssima mãe; como foi que, a partir das visitas inesperadas do meu primo gordo e pervertido e da minha tia com seu corpo sensual e de infarto, foram suficientes para que meus limites de morbidez se rompessem e abrangessem não só minha tia, que desde sempre me atraiu pela personalidade tão simpática e feminina; mas também o desejo pela minha mãe, pelo seu magnífico corpo; aquelas pernas tão esbeltas e coxas torneadas, seu magnífico rabão de infarto tão bem modelado e cheio de carne da melhor qualidade, branca e macia, tão perfeita!; sua cintura estilizada e aqueles lindos e enormes peitos tão chamativos, um par digno para uma mulher da sua magnitude.
Segundos depois dos meus delírios, percebi que estava sozinho no quarto, então imediatamente me levantei, me arrumei meio por cima e desci. Quando cheguei na sala, notei que a porta estava aberta. Aproximando-me com curiosidade, ouvi barulhos vindos da rua, eram as vozes da minha mãe e da minha tia junto com o Pedro, pelo visto o carro dele finalmente tinha pegado — que sorte!
Finalmente minha tia vai parar de dar atenção pra ele e agora focar em mim.
— Foi um verdadeiro prazer ficar com vocês essa noite — disse Pedro com um sorriso de orelha a orelha.
— Não tem de quê, irmão, o prazer foi nosso — disse minha mãe. Ela naquele momento usava um roupão branco largo que conseguia esconder muito bem as dimensões dos peitos, MAS curto, que deixava descoberta grande parte das coxas e o contorno das suas nádegas redondas e perfeitas (nunca a tinha visto com aquela (Classe de roupas)
Você é livre pra vir quando quiser – respondeu minha tia com aquele tom provocante
De novo, obrigado – ele disse
Na sequência, ele deu partida e foi embora, mas não sem antes esticar o braço pra fora da janela e, com o mesmo sorriso, se despedir de mim
No momento em que olhei direto nos olhos dele, vi que o olhar tava fixo nas coxas da minha mãe, umas muito lindas e carnudas (mas não tão hipnóticas quanto as da minha tia)
Minha tia, por sua vez, usava um roupão parecido no tamanho com o da minha mãe, só com diferenças na cor e no tecido; por ser tão fininho, deixava adivinhar sem dificuldade o contorno e a forma do corpo gostoso e feminino dela, e por ser curto, mostrava as coxas fabulosas e o começo da fenda (tava realmente uma delícia)
Quando o carro continuou seguindo, vi que minha mãe ainda tava se despedindo dele com aquela ternura toda dela; percebi que a coitada não fazia ideia do que tinha rolado na noite anterior, não sabia que ele tinha visto ela de calcinha e sutiã, que as bundas gordinhas mas fantásticas dela foram apalpadas pela mulher que ela tanto ama, pela minha tia. Minha mãe, sem dúvida, ainda mantinha a inocência pura dela.
Bom, crianças, hora de tomar café – disse minha mãe com aquele calorzinho característico dela.
Assim que a gente começou a andar, do nada minha mãe se abaixou pra pegar uma revista, e com as coxas maravilhosas flexionadas e aquele rabão empinado, foi irresistível pra minha tia, que deu um tapa bem dado PLAASS!
AI! PATRÍCIA, MAS O QUE CÊ TÁ FAZENDO! – gritou minha mãe
Hahahaha – desculpa, maninha, é que te ver assim foi tentador demais
Ah, é assim, né? – disse minha mãe, mais calma
Hahaha, me diz, o que cê vai fazer, Ana? – minha tia perguntou num tom desafiador mas safado
– Você vai pagar – na hora, minha mãe se jogou nela e deu um tapa forte no meio daquela bunda maravilhosa – PLAAS!
Ahhh! – gritou minha tia
Hahahaha – minha mãe se acabava de rir
Eu, por minha vez, só fiquei olhando. como aquelas fêmeas corriam por todo o jardimzinho externo da casa, tentando dar palmadas uma na bunda enquanto se divertiam e coravam; estavam tão metidas na briga de meninas que nem perceberam o espetáculo tão safado que estavam dando, não só pra mim, que tava a poucos metros delas, mas pros vizinhos! Incluindo um velhinho chamado Juliano, com fama de tarado, que desde que conheceu minha mãe ficou obcecado por ela.
O pobre velho, maravilhado e paralisado, ficou observando a cena, uma onde minha tia, com aquela malícia, deu um jeito de levantar o vestido da minha mãe a cada palmada! Tantas que deu que em questão de segundos o contorno gordinho mas maravilhoso da bundona dela ficou visível.
- hahahaha PARA IRMÃ! PARA! - gritava minha mãe enquanto tentava fugir.
- DISSO NADA, AGORA VAI ME PAGAR HAHAHA - disse minha tia.
Em seguida, puxou ela pelo vestido e com habilidade jogou ela na grama.
Minha mãe, com os joelhos e as mãos no chão, tentava se levantar MAS não conseguia porque minha tia sentou nas costas dela como se fosse uma cavaleira; enquanto ela se esforçava, minha tia com o sorriso safado começou a dar palmadas mais lentas e fortes, onde deixava a gente ver a cor e o formato da calcinha dela, que parecia que ia estourar de tanta carne que segurava.
- hahahaha - ria minha tia.
- PARA LOGO! - disse minha mãe irritada (talvez já tinha percebido que tava na rua "brigando").
Em seguida, minha tia "assustada" levantou das costas dela e pediu desculpa.
- Desculpa, irmã - disse - me empolguei.
Minha mãe, sacudindo a terra e as folhas, suspirou e depois aceitou o pedido, mas essa brincadeirinha fez com que os vestidos delas se desabotoassem, então o começo dos peitos maravilhosos das duas ficou bem visível, mas claro que os que chamavam mais atenção eram os da minha mãe, e com toda razão.
Já o velho, Ele ficou mudo e com uma cara de safado.
Minutos depois de toda a correria matinal, sem ter noção do que iria rolar ali em poucos minutos, subi pra tomar banho e depois ir procurar meu primo. Só que quando tava subindo as escadas, a campainha tocou, mas na pressa ignorei, sem saber que uma visita inesperada ia desencadear o caminho direto pra minha perdição.
Minutos depois de me lavar e já arrumado no meu quarto, meu primo entrou de repente com um sorriso e me pediu pra jogar com ele.
Quando tava sozinho com meu primo jogando videogame, não pude evitar perguntar qual seria o plano dele agora pra alcançar os objetivos. Ele, divertido com minha curiosidade, pausou o jogo, me olhou e sem demora falou que ia dar um jeito de seduzir minha mãe.
– Sério, primo? – O que você tá pensando? – perguntei.
– É que ela me veja sem querer com o pau duro enquanto me troco, tomo banho ou sei lá, enquanto eu bato uma, hahaha.
– E como você vai fazer isso? – perguntei de novo.
– Na verdade, primo, vou precisar da sua ajuda – ele disse, porque tenho um plano que vai exigir algumas etapas, paciência e cuidado.
Intrigado, fiquei calado.
Meu primo, vendo minha expectativa, continuou falando:
– Olha, que tal a gente começar deixando sua mãe toda puta?
Eu, como era de se esperar, me surpreendi e fiquei excitado.
– E por que a gente não começa com a sua? – perguntei com um olhar desafiador.
– Hahaha – ele riu debochado – não, primo, primeiro porque sua mãe é a mais inocente, pura e difícil de seduzir. – Inocente, irmão? – interrompi. – Ela tocou nas nossas picas! – falei.
– Hahaha, calma, você tem que entender que sua mãe ainda é mulher, e além disso, ela deve ter feito sem querer. Já eu sei que minha mãe, no fundo, é uma puta, embora eu admita que ainda não sei até que ponto – ele disse enquanto esfregava as mãos com um sorriso que mostrava os dentes.
Eu, nublado pela excitação, aceitei.
– Tá bem, priminho, olha, é necessário primeiro que você seja indiferente com sua mãe.
– Como assim, indiferente? – perguntei.
– Que a A partir de agora, não trate ela com esse carinho todo seu tão característico, ignora ela mais; não cumprimenta, não beija nem abraça, até seria muito útil se você mostrar insatisfação com o jeito que ela se veste.
Eu, confuso, reclamei — mas você tá me pedindo demais, como é que vou parar de amar minha mãe?
— Calma, campeão, você não vai parar de amar, só vai estar atuando, hahaha —
— É verdade — falei, envergonhado — Bom, e qual é o seu objetivo com esse plano? — perguntei, inseguro
— O objetivo? Hahaha, mas por que você pergunta isso, primo? Você já sabe... ter sua mãe me dando o melhor prazer da minha vida, aproveitar cada pedaço do corpo gostoso dela, hahaha e...
— Tô falando do objetivo da primeira etapa — falei, irritado
— Ahhh, hahaha, tem que especificar — ele me deu um tapão — A meta que eu quero é que ela perca a imagem de filho pra depois eu ocupar esse lugar, hahaha
Eu, por minha vez, fiquei puto e muito surpreso
— Calma, primo, não fica bravo, haha, lembra que enquanto isso você pode seduzir a minha, hehe
Eu, mais calmo e depois de lembrar daquelas pernas magníficas e daquele corpo de rainha, das provocações noturnas e da cena daquela enfiada tão safada, aceitei bem ansioso
— Finalmente você tá agindo como homem, primo, hahaha
— Então você vai mostrar a pica pra ela? — perguntei
Hahaha, sim, primo, como você bem sabe, ela já sentiu ela algumas vezes (ler parte 1 e 4)
— Em quais? — perguntei, fingindo que não sabia
Hahaha, mas que memória fraca você tem, primo, aquela vez no baile ou aquela vez no carro do irmão
— É verdade! — gritei
— Sim, hahaha, agora só falta mostrar a dimensão que ela sentiu pra terminar de conquistar ela
— O que você mandar, primo — falei
Depois de jogar por uma hora e de uma meditação sobre a conversa anterior, nós dois decidimos descer pra relaxar do estresse. Quando chegamos lá embaixo, a primeira coisa que chamou nossa atenção foi a presença das nossas mães.
As duas estavam com leggings justas bem escandalosas: a minha mãe, por sua vez, usava uma branca tão colada que o O contorno da calcinha dela era evidente, até a buceta inchada — mas que surpresa, com certeza ela colocou influenciada pela minha tia — pensei enquanto olhava pra aquelas bundas gostosas.
Além disso, pra nossa grande sorte, ela tava com uma blusa branca bem leve e transparente, um sutiã pequeno que só cobria metade dos peitos espetaculares dela, tão brancos e grandes, os tênis dela e um penteado que levantava o cabelo lindo dela com estilo. Já minha tia tava com uma legging cinza que, mesmo não sendo tão justa, conseguia destacar perfeitamente o contorno das pernas lindas dela, além da bunda grande e chamativa pelo formato, mas, claro, não tão impressionante quanto a da minha mãe. Ver elas duas de perfil foi um verdadeiro manjar pra gente, porque todas as curvas gostosas delas se destacavam tanto que a gente até olhou sem vergonha.
Elas estavam paradas do lado da porta, conversando de boa, até que perceberam a nossa presença.
— Bom dia, meninos, espero que tenham dormido bem, hehe — disse minha mãe com carinho, como sempre.
Minha tia, por sua vez, não nos cumprimentou porque tava meio entretida e se divertindo vendo como a gente tava tendo dificuldade pra manter a compostura diante dos corpos gostosos delas, até que ela quebrou o silêncio:
— Gente, o que acharam das nossas roupas novas? — perguntou enquanto levantava a rabuda, juntava as coxas e empinava o peito.
Pelo que eu entendi, essa roupa atrai a força da natureza — disse ela, inocente.
— Você tá linda, titia — respondi na hora — essa legging cai bem em você — falei todo excitado.
— hahaha, tá falando sério? Até melhor que sua mãe? — perguntou com um sorriso safado.
Naquele instante, olhei pro meu primo, ele respondeu com cumplicidade, observei minha mãe, que soltava um olhar muito lindo e maternal, e com um nó no coração respondi:
— Mas claro, você é a mais gostosa das duas, hehehe — ri nervoso.
Assim que a sentença foi dita, minha mãe mudou completamente o semblante alegre e caloroso pra um de surpresa e uma certa raiva. em vez de parar, continuei falando
- Sim, titia, minha mãe não tem comparação com seu corpo espetacular, essas suas pernas são pra admirar sempre, além dessa cinturinha, uuuy
- hahahaha - riu divertida minha tia - como você vê seu filho, maninha? -
Minha mãe já estava vermelha que nem um tomate naquela hora, e bem quando seu lindo semblante ia mostrar uma emoção, meu primo falou pra ela:
- Besteira, titia, seu corpo é sem dúvida o melhor não só da casa, mas do bairro hahaha, você é uma mulher digna de elogios
minha mãe, com uma voz estranha e bem baixinha, perguntou: cê acha, Toño?
- claro que sim! além disso, essas roupinhas ficaram um luxo em você
- Valeu, Toño, você é um amor de pessoa hehe - pegou no rosto dele enquanto me olhava estranho, até que de repente arregalou os olhos e abriu a boca de surpresa
- Pois é, titia, essa calcinha é a melhor - falou enquanto passava as duas mãos nas laterais das coxas dela e no começo daquela bunda majestosa.
- Ficou bem justinha em você, hein
Minha mãe, em vez de brigar com ele ou se afastar, deixou ele fazer enquanto ria alto
Com a manobra do meu primo, fiquei puto, mas com ela, porque a safada tava se divertindo com os carinhos do meu primo
Bom, já chega - falou minha tia com a cara vermelha, mas safada
lembra que a gente tem que ir correr com o Julian
Julian? Aquele velho?
- é verdade hehe - respondeu minha mãe - bom, tem comida na mesa se vocês tão com fome - ignorou minha pergunta
De novo eu aproveitei e falei:
Mas quem fez?
- eu - falou minha tia -
Então vai ser uma delícia hahaha - respondi ainda puto
MINHA mãe dessa vez ficou triste e saiu de casa
- Patricia, tô te esperando - falou brava
- Dessa vez você se ferrou feio, sobrinho hahaha - falou minha tia divertida - e saiu logo em seguida
com nossas mães lá fora, meu primo me parabenizou pela minha nova atitude -
- Muito bem, priminho, continua assim que logo a gente alcança nossos objetivos.
Durante as duas horas que a gente ficou Só meu primo me dava uns toques pra eu ficar ainda mais indiferente com a minha mãe, e embora fosse meio chato falar com ele porque ele sempre tirava o celular no meio da conversa, descobri que ele era um cara perverso e esperto.
— Priminho, acabei de ter uma ideia muito arriscada, mas se funcionar, a gente acelera nossos objetivos.
— O quê? — perguntei.
— Primeiro me responde: sua mãe sabe usar celular? Internet? Chat?
— Não muito — respondi confuso.
— Então a gente vai ter que ensinar ela a usar, fazer uma conta no WhatsApp.
— Mas pra quê? — perguntei.
— Pra ver o quanto ela é recatada, hahaha — respondeu o Toño.
— Não entendi — falei.
— Bom, não precisa entender ainda, jeje. Depois te explico. Por enquanto, você continua com essa atitude, custe o que custar.
— Beleza, você é o gênio — falei.
O que aconteceu depois que nossas mães chegaram da caminhada matinal transformou minha vida, me ajudou a entender por que, dias depois, minha mãe deu um boquete de luxo, digno de atriz pornô, no meu primo no meu aniversário.
Eu tava no meu quarto lendo um pouco na minha escrivaninha, quando de repente ouvi alguém bater na porta. Era minha amada mãe. Ela entrou, me perguntou se eu tava bem, se tava acontecendo algo diferente. Lembrando do plano, falei sem olhar pra ela que não, que tava de boa, que ela não me enchesse mais o saco, que fosse embora e me deixasse em paz.
— Tá bem, filho, desculpa te incomodar — disse ela, meio sem graça.
Ignorando minhas palavras, ela falou num tom fervoroso:
— Filho, mas que bagunça no teu quarto! Quantas vezes eu tenho que falar pra você limpar? Olha essa roupa toda, esses livros jogados no chão e esses pratos. Vem cá, meu filho, me dá isso.
Em seguida, ela começou a catar e limpar meu quarto. Quando me enchi dos barulhos constantes que ela fazia atrás de mim, olhei pra ela, mas quando fiz isso, levei um susto bem intenso.
Minha mãe tava suada do exercício anterior, com a bunda empinada bem na minha frente. Na minha frente, a calça dela nessa posição estava tão apertada que ainda não acredito que a costura não rasgou. Mas que rabão, que par de bundas!
Ela, por sua vez, estava tentando pegar um livro debaixo da minha cama até o outro lado; a cabeça dela, junto com os braços e metade da cintura, estava enfiada lá dentro.
Mas que situação safada! Ver minha mãe assim, a dois metros de mim, e ainda por cima com a legging molhada de suor do exercício anterior, com a lombar exposta e aquela cinturinha adorável, me deixaram com uma excitação intensa.
Mesmo assim, firme na minha atitude, mandei ela parar com aquilo e ir embora.
Ela, ao ouvir minhas palavras, se levantou, sacudiu a poeira da blusa puxando-a demais, me deixando ver um pouco mais da metade dos peitos brancos e lindos dela, se aproximou de mim, me envolveu com os braços, colou os peitões enormes nas minhas costas e pescoço e beijou minha nuca com um amor indescritível.
— Filho, espero que essa sua raiva passe logo, lembra que eu te amo mais que qualquer outra pessoa, até mais que seu pai.
— Já me deixa em paz, mãe — falei, mas no fundo queria pedir desculpas.
— Só quero que você saiba que faria de tudo pra ficar com você e não te perder, minha vida — em seguida, ela tirou os braços, se virou e saiu do meu quarto com um passo lento e sensual. Mas o quê? O que é isso? — me perguntei — o balanço da bunda dela era hipnótico e muito descarado.
Será que minha mãe veio até meu quarto só pra me provocar? — com certeza tô imaginando isso.
Sem mais dúvidas, continuei com minhas tarefas.
Depois de umas duas horas de meditação e já cansado, decidi procurar meu primo pra contar sobre a nova atitude inexplicável da minha mãe. Quando cheguei no quarto dele, o de hóspedes, claro, não o encontrei, mas o celular dele estava lá. Intrigado por ele estar tão desprotegido e lembrando que da última vez que investiguei, tinha achado fotos bem picantes, comprometedoras das nossas mães, decidi então pegar de novo. Dessa vez não tinha senha e, para minha surpresa, estava conectado ao Wi-Fi.
O WhatsApp dele, por outro lado, tinha uns 3 mensagens não lidas, então, por curiosidade, abri.
Quando fiz isso, vi que as mensagens eram da minha tia, li e, enquanto lia, não pude acreditar no que diziam:
"Sua tia acreditou em tudo, meu coração" — dizia a primeira mensagem — "E você, como está com meu sobrinho?" — dizia a segunda. "Em breve vai rolar a terceira parte, hehehe" — dizia a terceira.
Mas do que minha tia está falando? O que está rolando aqui? A que parte do plano ela se referia? Será que tem algo a ver com a nova atitude da minha mãe?
Para aumentar minha desgraça, as mensagens antigas estavam apagadas, pelo visto meu primo é cuidadoso, embora não o suficiente, já que deixou o celular à vista — pensei. No entanto, o desgraçado tinha deixado de propósito ali, mas isso eu saberia depois.
Com essa nova informação, ainda mais confuso do que antes, mas estranhamente excitado, decidi descer para procurá-lo e, quando cheguei lá, muitas outras surpresas me esperavam.
Lá embaixo, vi uma das cenas mais safadas da minha curta vida. Tanto minha mãe quanto minha tia, vestidas com vestidos curtos e bem sensuais, estavam dançando com ele, mas não era salsa, e sim um novo gênero: era funk! Uma música bem intensa e capaz de despertar tesão.
Minha mãe estava bem na frente dele, rebolando aquele corpo voluptuoso, enquanto minha tia segurava a cintura dela por trás. Ele, extasiado, aproveitava as roçadas nos peitos da minha mãe, que, divertida, não perdia o sorriso.
Assim que minha mãe me viu, a primeira coisa que fez foi me pegar pela mão e começar a dançar comigo com a mesma cara de pau que com meu primo.
— Filhinho, vem com a sua mamãe e dança, hehehe.
Eu, sem acreditar no que estava acontecendo, num estado de incredulidade, a segui.
— Então, coração, vou te ensinar o que minha irmã e meu sobrinho acabaram de me mostrar, hehe.
Em seguida, minha mãe colou o imenso e Bundão gostoso no meu pau duro e ela começou a se mexer com uma sensualidade tão foda que, sem conseguir evitar, levei minhas mãos pros lados das coxas dela, que tavam expostas por causa da saia curta. Eu, todo excitado, não parava de meter devagar na bunda dela. Depois ela se virou, colou os peitos no meu rosto e começou a rebolsar que nem uma verdadeira mulher.
— Nossa, cê já sabia dançar? Porque cê faz igualzinho ao seu primo, jijiji.
Quando ela falou "primo", lembrei do acordo que eu tinha com ele, então parei a dança na hora e falei num tom sério que não queria mais dançar com ela, que preferia a minha tia.
Ela, surpresa e puta, olhou pros próprios peitos decepcionada e na mesma hora foi pro meu primo, e sem cerimônia começou a esfregar a bunda voluptuosa nele.
— Kkkkk — de repente minha tia riu — mas o que temos aqui? Melhor a gente parar com tudo isso antes de causar uma loucura.
Na mesma hora, eu, meu primo e minha tia concordamos, mas minha mãe, que tava magoada, não quis e insistiu pra ele continuar.
— Chega, irmãzinha, amanhã eu prometo que a gente continua.
De noite:
— Primo — perguntei —, como foi minha performance hoje?
— Tua atuação foi show, primo — ele respondeu —, se continuar assim, te garanto que logo a gente consegue o que a gente quer.
— O que a gente quer? — pensei — ou o que vocês querem? Mas o que esses dois tão tramando?
Meu primo, depois de uma conversa curta, foi olhar a revista de milf dele, enquanto eu, como de costume, saí pro banheiro pra dar mais uma olhada na minha tia inocente, no corpo monumental e espetacular dela.
Quando cheguei perto do quarto, minha surpresa foi enorme, porque dessa vez não era só a minha tia de lingerie, tão gostosa como sempre, não só ela mostrando as coxas grossas de concurso e a bunda grande e moldada. NÃO, mas também a minha queridíssima mãe! Minha mãe, mais uma vez, tava deitada de bruços com uma calcinha insuficiente pra tampar aquela bunda gordinha e imponente; ela tava conversando com a minha tia. enquanto, inexplicavelmente, se deixava apalpar por ela, permitia que a mão deslizasse livremente por suas coxas deliciosas, sua bunda, costas até chegar nos cabelos dela. Pelo visto, minha mãe estava triste e minha tia a consolava.
Será que meu comportamento afeta ela tanto assim? – me perguntei – ACHO QUE NÃO, deve ter algo a mais, mas o quê?
Enquanto tentava ligar os pontos, ouvi uma risadinha que chamou minha atenção, era a risada da minha amada mãe; aparentemente, minha tia começou a deslizar os dedos por zonas sensíveis, lugares que ao menor toque causavam cócegas; primeiro tocou a barriga linda dela, depois sentiu as costelas e terminou com as mãos nos peitos dela.
Minha mãe, se divertindo com a habilidade da minha tia, começou a se contorcer violentamente tentando evitar que minha tia continuasse, MAS os esforços foram inúteis, porque em questão de segundos minha mãe já estava submetida à vontade da irmãzinha dela.
Ver o jeito que minha mãe levantava as pernas gostosas dela cada vez que tentava se defender da apalpação sem vergonha da minha tia, uma que já não se limitava só à parte de cima, mas também aos pés, às coxas nuas e brancas e à bunda tão espetacular; ver minha tia por cima dela se movendo sensual, como se estivesse comendo ela, e minha mãe se divertindo com aquilo, me deu uma ereção na hora, porque aquela cena em particular me fascinou.
Enquanto continuava vidrado naquilo, minha tia, depois de sussurrar umas palavras no ouvido dela, teve que esticar o corpo semidespido sobre as costas e coxas da minha mãe – mas que loucura! –, se levantou e, depois de olhar na minha direção, ou pelo menos foi o que achei, foi desligar a televisão.
No dia seguinte, enquanto jogava videogame sozinho no meu quarto para me distrair de toda a loucura de ontem, por causa da sede desci até a cozinha para pegar água; no caminho, ouvi sussurros no quarto da minha mãe, então, muito preocupado, fui na hora. Assim que cheguei... Vi ela sentada na beira da cama dela lendo a bíblia com meu primo — mas que hipócrita! — pensei — primeiro dança feito uma puta e depois lê a bíblia.
Naquele momento, ela tava vestida com uma blusa de alcinha bem leve, que sem dúvida deixava à mostra boa parte dos peitos brancos e volumosos dela, que pra minha surpresa estavam num sutiã apertado que levantava ainda mais e só cobria a metade; do lado dela, meu primo tava fingindo concentração, mas na verdade forçava o olhar pra aqueles monumentos toda vez que ela lia. Depois de 10 minutos de "ministração", minha mãe, animada pra compartilhar a palavra, deu um beijo maternal bem na nuca dela sem perceber (ou isso que eu quero acreditar) que os peitões dela com aquela ação foram espremidos contra o rosto obeso e bochechudo do meu primo, que na hora colocou as duas mãos neles, amassou e por fim empurrou:
— Para, tia, que você tá me sufocando hahaha — disse o pervertido do meu primo
— Ahh hahaha, desculpa, Toño, não foi minha intenção — disse minha mãe com um sorriso nervoso
— Tá de boa, tita, te perdoo, mas não faz de novo, hein, porque quase me afoguei de tão grandes que são hahaha
Minha mãe com um olhar triste olhou pra baixo enquanto ficava em silêncio.
— O que foi, tita? Tá bem? — perguntou meu primo
— Não se preocupa, Toñito, não é nada, coração — respondeu minha mãe
— Como assim nada? Dá pra ver que tem alguma coisa, seu brilho e aura maravilhosa se apagaram — disse meu primo
Minha mãe olhou pra ele com os olhos cheios de carinho.
— Olha, tia, você sabe que pode confiar em mim, não tenha medo e me conta, além disso, você me deve uma, hein
— Te devo uma? — respondeu minha mãe surpresa
— Sim, lembra que uns dias atrás eu te contei sobre meu complexo e insegurança por causa do meu... — meu primo tocou a barriga enorme dele fingindo desconforto
— Minha mãe, pensativa, pegou no queixo dele e disse:
— Tem razão, coração, a gente confia uma na outra hehe
— Bom, Toño, talvez você ache ridículo o que vou te dizer, e talvez seja É, jeje, mas... bom, primeiro você precisa prometer guardar segredo, hein.
— Mas que segredo é esse, mãe? — perguntei, chocado.
— Tá bom, titia, vou guardar comigo até morrer. Ninguém vai me fazer falar, mesmo que me torturem, hahaha — ele riu, animado.
— Vou te contar — minha mãe começou a falar —, sempre me senti mal por ter herdado estas... — e na mesma hora levou as duas mãos até os peitões. — Você não tem ideia do desconforto que é ter eles tão grandes — continuou.
A confissão dela pegou todo mundo de surpresa, principalmente eu. Mas meu primo, na mesma hora, viu uma oportunidade.
— As pessoas, não importa quem seja — velhos, homens maduros, amigos, amigas, garotas novas —, ficam olhando, sempre esperando alguma coisa. Mas por quê?
Quando meu primo ia responder, minha mãe falou de novo:
— Eu sei o porquê — ela disse com um tom apagado. — É porque são aberrações, um castigo pela minha vida cheia de erros. Eu mereço que as pessoas me olhem com nojo.
Meu primo ficou sério.
— Como eu queria ser igual à sua mãe. Ela sempre se destaca, é tão linda e muito gostosa. As pessoas olham pra ela pela beleza, e pra mim porque sou horrível — ele calou, com o rosto molhado de lágrimas. — Até meu próprio filho prefere ela.
Naquele momento, não acreditei que o plano do meu primo estava dando certo direitinho.
— Desde que vocês chegaram — minha mãe continuou —, eu vi como meu filho, pra tudo, sempre escolhe minha irmã. Ele acha ela mais bonita, mais inteligente, até mais habilidosa.
— Pra titia, já ouvi o suficiente — meu primo interrompeu. — Olha, você precisa entender que você e sua beleza são únicas, que seu corpo é espetacular, que seus atributos não são monstruosos. Pelo contrário, são um prêmio.
Minha mãe, surpresa, arregalou os olhos.
— Sim, titia, são um prêmio pelo seu jeito tão encantador de ser, pelo seu sorriso bonito e pela sua dedicação. Além disso, se as pessoas te olham, pode acreditar que não é porque você tem eles grandes. Feias, é porque no fundo elas estão muito surpresas com o quão maravilhosas vocês são.
—Minha mãe, embora ficasse na expectativa e agradecida pelas palavras do meu primo, o rosto dela não mostrava segurança, ainda estava triste.
Olha, titia, por acaso você não lembra daquela vez na igreja? Quando você usou aquele look sexy?
Lembra como os homens olhavam para suas pernas bonitas e seu peitão incrível, hehe, seu cabelo, seu rosto lindo e sua bunda gostosa, hehehe.
Minha mãe ficou vermelha.
Ânimo, titia, olha, você é toda uma dama espetacular que rouba os olhares de muita gente, sejam velhos, maduros, amigos, amigas ou até novinhas, hahaha — ele riu, divertido — então para de ter pena de si mesma e começa a exibir esse corpo com orgulho, hahaha, e se você quiser, posso te ajudar, hehe.
—Como? — perguntou minha mãe.
—Muito simples, hehe, a partir de agora você não vai usar roupa elegante ou "ousada" só quando a gente praticar suas aulas de dança ou quando sair, hehe, agora você vai se vestir o tempo todo com roupas parecidas com as que minha mãe usa, pra ganhar confiança igual a ela, hehe. O que você acha da ideia?
—Hum... que curioso, Toño, minha irmã me recomendou algo parecido, mas num contexto diferente, hehe.
—Como assim? — perguntou meu primo.
Minha irmãzinha, por causa das preocupações constantes que viu em mim por causa das novas atitudes do meu José...
—Mas o que minha mãe tá dizendo! O que ela falou?
—É sério? Enganaram minha mãe de novo?
Hahaha, é isso aí, titia, minha mãe tem razão, você escuta as alternativas dela, com certeza ela sabe o jeito infalível de reconquistar o carinho do meu primo — disse o Toño.
Mais ainda, titia, juro que se você fosse minha mãe, não precisaria de alternativa nenhuma, pra mim bastaria olhar pro seu sorriso lindo.
—Minha mãe, com um rosto diferente, um com mais segurança, começou a rir, agradecida pelas palavras do meu primo.
—Você é um amor, Toño, você é um sobrinho tão maravilhoso e atencioso, hehe, de verdade, muito obrigada.
—Nem me agradece. tita - disse ela, enquanto se encaravam nos olhos
- Bom, bom, vamos acabar logo com isso - disse minha mãe, um pouco nervosa - porque sua mãe já já volta e meu filho não demora a pedir comida.
- Tá bem, tita - disse meu primo, mas antes de ir, deixa eu te propor uma coisa pra te acalmar, hehe
- O quê? - perguntou minha mãe, intrigada
- Eu podia... podia olhar seus peitos nus pra, sabe... te dar umas dicas pra ganhar confiança
Minha mãe, surpresa, ficou pensativa.
- Olha, tita, se você me mostrar, vai matar três coelhos numa cajadada só, hein
- Três coelhos? Por quê? - perguntou minha mãe
- Porque se fizer isso, vou te dar minha crítica mais sincera sobre eles: se são feios, horríveis, normais ou bonitos, hehehe, e além disso, finalmente vou ver uns peitos de mulher, hehe, e você vai ganhar confiança
- Não tenho certeza... bom, você...
- Fica tranquila, tita. Olha, não vai ser tão ruim porque a gente se quer e tem confiança. Eu te vejo como uma mãe e você me vê como um filho, hehe, ou não? Mas se não se sentir à vontade, sem problema, peço pra minha mãe - disse meu primo
- Não, não - ela disse - não precisa chamar minha irmã, eu com todo prazer vou ser sua cobaia, hehe
- Mas que porra? Por que minha mãe aceitou? - me perguntei
- Bom, Toño, mas me promete que não vai contar pro José que eu me despi na sua frente, hein, porque nem ele, que é meu filho, eu deixei me ver uma vez.
- Fica tranquila, tita, isso vai ser nosso segredo, hehe - disse meu primo
- Tá bom, tá bom, confio em você - disse minha mãe com um sorriso.
- Posso tentar, hehe, tudo pela minha tia favorita - disse meu primo
- Você é único, Toño, nem meu filho é tão atencioso comigo, aliás
Da minha parte, fiquei puto depois de ouvir aquilo, mas também tava surpreso.
- Pois ele deve ser um idiota, hein, como assim não te dá atenção? Se você fosse minha mãe, eu passava o dia todo com você te enchendo de carinho, hahaha - disse o gordo do meu primo
- Cala a boca, bobinho - ela disse
- Bom, mas só se você começar de uma vez, hehe
Em seguida, alegre e Sorrindo, ela pegou a blusa e, com um esforço intenso, tirou ela.
Assim que se livrou completamente da peça, fiquei doidão e muito ansioso pelo tamanho daqueles peitos (enormes e muito lindos), pelo estilo do sutiã dela, um que só cobria a metade (porque, mesmo ela estando de costas pra mim, eles se destacavam nas bordas do corpo dela), e porque a hipócrita, muito provavelmente, estava adorando aquele espetáculo.
— Pô, tia, como você ousa ter vergonha desses monumentos? Eles são muito lindos e grandes, hehe, muito branquinhos e com certeza durinhos. (Infelizmente, ela estava de costas pra mim, embora de vez em quando me desse o perfil.)
Minha mãe corou, mas agradeceu.
— Você fala isso porque me ama, hehe, mas eu sei que não tá me dizendo a verdade.
— Kkkk, sabe, tia, você tem razão, tô te enganando — ele disse excitado —, simplesmente não consigo ser objetivo porque não tenho o panorama completo.
— Panorama completo? — disse minha mãe, confusa.
— Sim, tia, se você quer que eu seja sincero, tem que me mostrar elas inteiras, sem o sutiã, hehe — meu primo falou, nervoso.
Minha mãe não vai ceder — pensei —, você já foi longe demais, Toño.
— Mas que boba que eu sou, você tem razão, kkkk — ela disse, divertida.
— Quê?! — pensei, muito exaltado.
Em seguida, ela tirou o fecho, deixou o sutiã cair e mostrou os peitos nus e incríveis dela.
Não podia acreditar que minha mãe fez aquilo, vê-la sem sutiã e na frente dele era demais pra mim, mas não só porque me sentia traído, mas também porque tava me excitando pra caralho!!
Meu primo, por sua vez, ficou mudo, com os olhos bem abertos; no rosto dele, refletia não só admiração e excitação, mas também perversão. Minha mãe, no entanto, interpretou errado e na hora cobriu eles.
— Viu, Toño, são horríveis, são muito grandes e muito monstruosas, não olha mais pra mim — ela disse com um tom abafado. Em seguida, pegou o sutiã e começou a colocar.
— Para, tia. Você não entende, não tô olhando com repulsa, tô olhando com muita... Admiração, você tem uns peitos lindos, muito bonitos.
— Por que você está mentindo pra mim? — disse minha mãe agitada, mas mais nervosa.
— Não tô mentindo, tia, sério, você é uma deusa sensual e muito gostosa, aliás, se você não fosse minha tia, juro que faria de tudo pra ter seu corpo só pra mim — ele disse sem tirar os olhos daquele par.
Minha mãe ficou surpresa com aquela confissão e, em vez de repreendê-lo, agradeceu.
— Vejo que você já se acalmou, tia. Vem aqui, olha no espelho, quero que você se veja e seja testemunha da sua beleza. Em seguida, minha mãe se aproximou do espelho, um grande que, de um lado, foi ideal pra ela se redescobrir como mulher e recuperar a confiança, e do outro me deixou, graças ao reflexo, apreciar pela primeira vez em todo o esplendor aqueles peitos fascinantes, uns bem grandes e empinados, com auréolas rosadas e bem largas, coroadas com mamilos grossos e muito apetitosos. Que cena! Minha mãe sem dúvida tem um par tão admirável que é digno de concurso.
Minha mãe, depois de alguns segundos se olhando e com o incentivo constante do meu primo, trocou a cara depressiva por um sorriso lindo.
— Então, tia, vejo que você finalmente entendeu que é uma milf, hein.
— Uma milf? O que é uma milf? — perguntou minha mãe, confiante.
— Uma milf é uma mulher muito gostosa e sensual, haha — disse meu primo.
— Você tem razão, Toñito, eu sou, sou uma milf hahaha, toda uma milf. Ela dizia enquanto mexia os peitos magníficos em várias poses, apreciando o que há alguns minutos odiava.
Mas o que minha mãe está dizendo? Será que ela sabe o significado dessa palavra? — me perguntei — Acho que não, minha mãe ingênua não sabe de nada — respondi pra mim mesmo.
— Tia, de agora em diante, se você se sentir triste, se olhe no espelho e diga que é uma milf hahaha, lembra que muitas mulheres gostariam de estar no seu lugar.
— Sim, Toñito, vou fazer isso. Muito obrigada, meu bem, obrigada pelo apoio haha — disse minha mãe.
De repente, minha tão oportuna tia a chamou aos gritos. o que ela, assustada e nerviosa como se estivesse prestes a ser pega num crime enorme; bem corada, pegou a blusa, esquecendo completamente do sutiã, e vestiu. Em seguida, saiu correndo do quarto, mas não sem antes parar na porta, virar, e dar um sorriso pro meu primo.
Meu primo confirmou com um sinal de dedos e, quando ela já não estava mais ali, passou a mão no próprio pacote com muita obscenidade.
Mais tarde, naquele mesmo dia.
Depois daquela conversa desagradável que ouvi, de ter descoberto uma personalidade nova na minha mãe, uma de mulher desejosa, mas discreta — que hipócrita! — e de ter visto os peitos magníficos dela, uns tão lindos que, devo admitir, foram impossíveis de esquecer, não consegui me acalmar e, por isso, não parava de observar as manobras e artimanhas tanto da minha tia, que agora eu sabia que estava envolvida, quanto do meu primo, que, aliás, durante o resto da manhã, não largava dela, nem na cozinha, nem na sala — que saco! Além disso, pra aumentar meu tormento, meu primo a todo momento lembrava como ela era gostosa.
Já de tarde, os quatro estávamos sentados juntos no sofá: eu do lado da minha tia e ele do lado da minha mãe. O muito esperto dava um jeito de se encostar o suficiente no corpo voluptuoso dela pra curtir uns roçares discretos naqueles peitos monumentais, uns que, por não ter sutiã, mostravam os bicos grossos com o contorno das auréolas. Até o sem-vergonha aproveitava os pequenos sustos do filme, tipo os momentos inesperados, pra tocar com ousadia as pernas nuas dela. Minha tia, por sua vez, diante dessas cenas e com uma exageração evidente, usava os braços e até as pernas pra se montar em cima de mim. No entanto, o que sempre conseguia me deixar inquieto e até me fazer esquecer da minha tia era a atitude tão “inocente” e brincalhona da minha mãe, porque, embora às vezes meu primo passasse dos limites com aquelas carícias, ela só se limitava a sorrir. Mas por quê? Será que ela... A atuação do meu primo foi suficiente? O plano dele era à prova de idiotas?
Quando o filme finalmente acabou, ele lembrou que a gente ia passar o resto do dia na piscina de casa.
Da minha parte, vesti um shorts folgado na altura dos joelhos, um par de sandálias simples e meus óculos de natação super úteis (nunca saio sem eles, hehe). Meu primo, por outro lado, também calçou sandálias simples, mas, diferente de mim, vestiu uma sunga justa e bem transparente, hahaha, ele ficou muito engraçado. Minha tia, como era de se esperar, vestiu um biquíni azul-marinho bem chamativo com uma saia curtinha incluída. Ver ela assim excitou nós dois pra caralho, principalmente eu, porque aquelas pernas tão gostosas e perfeitas estavam em todo o seu esplendor, viu, as coxas, panturrilhas e canelas dela eram de admirar, tão esbeltas e longas.
Enquanto eu ainda tava de olho na minha tia, na cintura perfeita dela, nos ombros e nas costas, de repente um gritinho me tirou do transe:
— Josecito! Você tá me deixando nervosa com esses olhares, hein hahaha — ela riu, divertida — Por acaso você gosta do que vê? Gosta das minhas perninhas?
Eu, nervoso com as perguntas dela, só balancei a cabeça que sim.
— Hahaha, ai, meu bem, você me lisonjeia demais, você é um amor — ela disse num tom que me deixou excitado.
— Bom, pelo menos ainda interesso pra minha tia gostosa — pensei.
— Pra mãe — disse meu primo obeso — você não vê que tá intimidando ele? hahaha — ele riu, divertido.
— Sério que eu te intimido? — Ela se aproximou de mim devagar, destacando a cada passo os movimentos das pernas apetitosas dela — Mas não precisa ficar assim, meu coração, eu não mordo nem nada, hahaha, bom, às vezes mordo, mas em outras circunstâncias, hahahaha — ela riu com muito entusiasmo.
De repente, ela deu um pulinho acompanhado de uma volta, caminhou rebolando a bunda sem vergonha e depois se sentou no sofá. Lá, ela ficou me olhando com sorrisos safados constantes, mostrando os dentes brancos lindos enquanto mexia as pernas esbeltas com sensualidade, às vezes cruzava elas, me mostrando assim as coxas tão gostosas. outras ela esticava pra me mostrar o tamanho.
Mas logo minha mãe chegou, mas assim como veio, foi embora, porque assim que minha tia viu ela, já deu uma bronca:
— Maninha, mas que porra é essa que você tá vestindo? — disse minha tia — Isso é uma roupa de banho? Sério?
Minha mãe, pra ser sincero, tava usando uma roupa nada antiquada, ridícula ou fora de moda (era uma que mostrava as pernas e a silhueta dela).
— Olha, maninha, a gente precisa urgentemente organizar sua seção de roupas. — Gente, já volto — disse ela, preocupada — Onde a gente tava mesmo? — perguntou.
Minha mãe, no começo, resistiu em trocar de roupa, mas mudou de ideia quando meu primo incentivou ela, dizendo que não devia se sentir insegura, que ela tinha um corpo espetacular, que com certeza ia adorar experimentar aquelas roupas. Além disso, eu vi que, discretamente, meu primo falou a palavra "milf", mas sem emitir som.
Então, minha mãe, com o ânimo mudado, foi feliz e bem satisfeita, acompanhada da minha tia.
Minha tia, por sua vez, só balançou a cabeça, surpresa com a atitude inesperada dela em relação ao filho.
Enquanto as mulheres se trocavam, eu e meu primo ficamos batendo papo, enquanto eu olhava pra ele com um certo ressentimento.
— Primo, se eu for sincero, tô empolgado hahaha — disse o gordo do meu primo.
— Sério? E por quê? — perguntei com um tom sério.
— Você não tem ideia do quanto sua mãe me excita, ela é tão linda, tão sincera e inocente, além disso, que peitões espetaculares ela tem, hein, uns tão gostosos que eu queria beber todo o leite dela hahaha e aquele rabão, primo, tem um par de bundas tão apetitosas que, sério, eu queria primeiro beijar, lamber, comer e saborear. Me diz, irmão! Qual você acha que é o gosto daquela bunda? Com certeza é toda peludinha hahaha.
Eu fiquei sério.
— Já ficou bravo? Mas que sensível você é, primo, achei que a gente tinha um acordo hahaha, além disso, cê nunca sentiu desejo por aquela bunda e aqueles peitos tão voluptuosos? — ele perguntou com um olhar desafiador.
Da minha parte, não ia dar a satisfação de uma resposta. direta, mas na minha cabeça eu me imaginei com meu pau enfiado no meio daquelas tetas junto com o rostinho maquiado dela acompanhado de um sorriso maternal
mas o que eu tô pensando? É minha mãe! Minha mãe tão adorável, mas ela é hipócrita… mmm…
Na hora fiquei de pau duro
—kkkk tô vendo que subiu hein, que pervertido! Imaginou sua mamãe? A bunda dela rebolando enquanto eu como ela? Kkkk ou minha mãe batendo uma pra você? Com certeza ela vai fazer gostoso hein kkkk
—Você não vai acreditar no que eu tenho planejado a partir de agora, primo. Aliás, amanhã mesmo vou começar com os grandes passos kkkk
Não pode perder, campeão — ele falou com aquele sorrisinho debochado — amanhã às 10 te quero no meu quarto pra você ver sua mamãe cair na minha kkkk
Eu, mais excitado do que irritado, falei que estaria lá, tentando me convencer de que não deixaria aquele pervertido passar dos limites, mas ao mesmo tempo também queria
Depois de 15 minutos de fantasias intensas e lutando com minha consciência, eles voltaram e, quando entraram, meus hormônios dispararam como nunca
—Isso, titia, você tá sensacional, do jeito que tem que ser hein kkkk Parabéns! — disse meu primo enquanto me olhava com um certo compromisso
Minha mãe, claramente feliz com o elogio, agradeceu, depois me olhou esperando minha aprovação, mas dessa vez manteve de novo aquela atitude provocante
—Mãe… você podia estar melhor — falei só isso, por causa da raiva que sentia da nova atitude dela com meu primo, enquanto a rejeitava com o olhar
Na verdade, ela estava espetacular! Mas por ciúmes não consegui ser sincero
Minha mãe estava usando um biquíni amarelo muito, muito sexy, um que mal cobria os peitos enormes mas perfeitos dela, porque aquela roupa era da minha tia, então o modelo da frente não era adequado para aguentar aqueles atributos, que transbordavam de tanta carne e mal dava pra cobrir
Por outro lado, depois de olhar a barriga e a cintura bem definidas da minha mãe, Aquele triângulo inferior com a leve penugem de pelos nas laterais, e suas pernas tão brancas e deliciosas quase me fizeram desmaiar.
—Bem, rapazes, agora que estamos prontos, vamos nessa— disse minha tia. Em seguida, minha mãe, muito nervosa, colocou um pareô da mesma cor, que, embora conseguisse esconder aquela bunda majestosa, também a delineava muito bem— mas que hipócrita— pensei— agora resolve esconder a rabeta dela.
Minha tia, sempre tão desconfiada como de costume, percebeu na hora que meus olhares para minha mãe estavam longe de ser maternais, então, divertida, deu um puxão e se livrou daquela peça, fazendo com que eu ficasse excitado como nunca, pois assim que minha progenitora deu os primeiros passos, minha visão, por instinto, pousou sobre suas incríveis e lindíssimas nádegas branquinhas e nuas, acompanhadas apenas pela parte de baixo do biquíni que, juro, parecia que ia estourar de tão apertada que estava, já que (como comentei acima) aquele biquíni foi feito para tamanhos menores, então praticamente aquele rabão devorava o tecido.
—Patrícia, mas o que você está fazendo!— reagiu minha mãe.
—Fica tranquila, Anita, sem esse pareô você fica melhor, não é, galera?
Minha mãe, inesperadamente, virou-se para ver nossa reação e foi aí que me viu olhando para aquele balanço inocente da bunda dela. Corada, ela voltou o olhar para frente.
Da minha parte, não tentei disfarçar minha ousadia, pois estava puto— com certeza, se fosse ele olhando, você nem ligava— pensei.
Ela, de repente, começou a rebolá-la com firmeza e sensualidade descarada. Lá estava ela com aquela rabeta provocante tão desejada.
Assim, em questão de minutos, já estávamos os quatro naquela piscina, uma com uma pequena divisão em duas partes, uma funda e outra rasa, esta última para mergulhar ou simplesmente passar o tempo. A parte mais alta da piscina tinha ao lado uma plataforma pequena de talvez três metros e meio, ideal para praticar bons saltos. Minha tia, longe de passar creme ou cosméticos caros na pele, logo nos chamou pra entrar na piscina, mas acabou tendo uma surpresa gostosa.
— Maninha, me desculpa, mas… acho melhor eu ficar aqui fora vendo vocês se divertirem, hehe — riu minha mãe, nervosa.
— Mas por quê? Cê não sabe nadar, é? É isso? Sério? — perguntou minha tia.
Minha mãe, com vergonha, concordou com a cabeça.
— Kkkkk, não imaginava, quem diria que com uma piscona dessas em casa você nunca ia tirar um tempo pra aprender. Enfim, não se preocupa, Ana, eu também não sei nadar, kkkk (óbvio que tava mentindo).
— Mmmm, e agora? — ela olhou pra todo lado, pensando — Já sei! Que tal se meu filho te ensinar?
— Sim! Acho uma ideia excelente — respondeu minha mãe, olhando pra ele, sorrindo e se divertindo — mas que foxy — pensei.
— Beleza, hehe, mas agora… quem vai me ensinar? — ela me olhou, esperando eu entrar na conversa.
Entendendo a indireta, falei, todo animado, que eu faria isso.
— Kkkkk, muito bem, sobrinho, você é um amor e um salva-vidas, por isso te adoro, jijiji.
Então, a primeira coisa que veio na cabeça do meu primo, depois de analisar a situação e olhar tudo que podia ser útil, foi que a gente devia praticar na parte rasa.
Sem mais enrolação, nós quatro entramos na área.
— Uuuy, a água tá muito fria! — exclamou minha mãe, bem traidora.
— Sim, kkkk, mas é perfeita — respondeu minha tia.
Nós quatro estávamos de pé naquela parte. A água daquela área batia bem na altura dos joelhos.
— Beleza, família — disse meu primo, buscando meu apoio com o olhar — a primeira coisa que a gente vai fazer, como professores de vocês, é ensinar que não podem ter medo da água, kkkk. Na mesma hora, com as mãos, começou a jogar água nas duas mulheres.
— Ahhh, kkkkk, chega, Toño! Para! — jijiji. Elas riam, se divertindo, enquanto tentavam fugir. Vendo isso, eu também entrei na brincadeira, tentando principalmente molhar o corpo da minha tia tão gostosa.
Aquela chuva de água só acendeu meu… libido pela minha tia tão voluptuosa, pois cada gota que seu corpo reteve só aumentou o desejo pelo seu corpo tão apetitoso; elas percorriam quase toda a extensão de suas pernas, barriga, braços e peitos. Uau, mas que Deusa tão sensual!
— Beleza, beleza. Disse satisfeito meu primo — agora que vocês duas já estão mais em sintonia com a água, o próximo passo é que, sem objeções, fiquem de joelhos e coloquem as mãos no chão.
Imediatamente aquelas fêmeas assim fizeram, mas não sem antes nos olharem divertidas. Na real, a única que se divertia era minha mãe; minha tia, por outro lado, parecia perversa.
— Esse é o nado básico, chama-se "de cachorrinho" — disse o astuto do meu primo.
Quando ambas estavam de quatro, fiquei de novo muito excitado, pois a água batia bem no meio dos seus peitos impressionantes e no meio das pernas flexionadas. Ver como a água cobria constantemente os peitos tanto da minha tia quanto os da minha mãe... uuuff! Fez com que eu tivesse que recostar meu corpo na borda da piscina pra esconder minha ereção.
— Muito bem — continuava dirigindo a "aula" meu primo — o que vocês têm que fazer agora é percorrer a área nessa posição, devem engatinhar enquanto lutam contra a água. Entendido?
— As duas assentiram.
Em seguida, nossas mães começaram a se mover de quatro por toda a piscina. Assim que começaram, o que nos chamou muito a atenção foi que aquelas bundas espetaculares empinadas, com a ajuda dos rebolados de quadril e dos esforços pra lutar contra a água, se mexiam com uma morbidez digna de erotismo puro, se contraíam a cada esforço, que loucura!
Quanto mais avançavam, mais eu notava que minha mãe se divertia pra caralho, até mais do que a exibicionista da minha tia; ela, ou seja, minha mãe, olhava sorridente pro meu primo enquanto ele jogava água no corpo dela. Será que minha mãe se sentia feliz por ser observada com a bunda empinada? Não pude evitar me perguntar — mas claro que sim, minha mãe é uma putinha que merece ser. castigada e os sorrisos constantes da mulher a denunciam
—Parabéns!—aquele grito me trouxe de volta à realidade—vocês terminaram a primeira etapa da prática, hehe—disse meu primo.
Em seguida, nossas mães se levantaram felizes e, pela empolgação do avanço, minha tia correu até o filho emocionada e, com um puxão forte, conseguiu derrubá-lo.
Hahahaha—rimos todos, menos ele
Minha mãe, preocupada, foi logo ajudá-lo; pegou-o pelo braço e, com muito esforço, ajudou-o a se levantar, mas enquanto fazia isso, suas lindas tetas não paravam de balançar.
—Você está bem, Toñito? Não se machucou?—perguntou minha mãe.
—Não se preocupe, titia, estou ótimo—dizia ele sem tirar os olhos daquele vai e vem tão gostoso dos peitos molhadinhos.
—Chega, Toño, para de me olhar assim que sou sua tia—riu nervosa—por acaso já não te bastou?
—Eu sei, titia, mas é que não consigo evitar, você tem o melhor corpo do mundo, hahaha
—Minha mãe só sussurrou:
—Ai, Toñito, para de falar besteiras—Em seguida, deu um leve beijo maternal na bochecha dele. Diante disso, eu morria de ciúmes, mas não porque meu primo a conquistasse, e sim porque minha mãe me deixou de lado!
Assim que meu primo conseguiu se levantar completamente, minha mãe levou um baita susto
Ele, completamente molhado e com shorts bem colados, deixava evidente aquela monstruosidade; seu pau enorme, mesmo não ereto, era muito grande, tanto que minha tia, tão puta como sempre, levou as mãos à boca surpresa. Minha mãe, por outro lado, ficou congelada olhando; muito nervosa, corada e até diria excitada, pois suas bochechas estavam vermelhas.
Meu primo, ciente da sua condição, decidiu correr até a beira, mas o safado fez questão de que seu pau balançasse selvagemente o tempo todo.
Minha mãe, por pudor (quero acreditar), embora parecesse mais envergonhada do que qualquer outra coisa, parou de olhar aquele pau imenso depois de todo aquele balanço.
Minha tia, por outro lado Ela não acreditava no que tava vendo. Pelo visto, nunca tinha visto o tamanho daquela pica.
Eu, irritado com a atitude das duas vadias, dei um grito sério e mandei parar com tudo aquilo, que já era tarde demais, que outro dia a gente continuava treinando.
Mesmo assim, as duas mulheres, junto com meu primo obeso, se recusaram a sair dali, então, sozinho e muito puto, fui o único que voltou pro quarto. Um erro gravíssimo, porque deixei minha mãe e minha tia sozinhas com aquele pervertido, mas só me toquei desse erro depois.
Já no meu quarto, não consegui evitar de me perguntar sobre as novas atitudes da minha mãe.
Será que minha mãe é uma hipócrita de verdade? Ou é tudo culpa daquele infeliz do meu primo?
Depois de 20 minutos de tormento constante, decidi dormir, sem sequer imaginar que logo começaria minha ruína.
Na manhã seguinte:
Na manhã seguinte, infelizmente, acordei tarde, era umas 12h, então, angustiado, faminto e sedento, fui direto pro quarto do meu primo procurar minha mãe, mas não vi ela. Ainda mais preocupado, desci pra encontrá-la. Conforme me aproximava do destino, andando pelo corredor e descendo as escadas, ouvia música eletrônica alta, que de vez em quando parava e voltava a tocar.
"Mas que porra é essa?" — me perguntei.
Intrigado pelo som e pelas interrupções constantes, cheguei logo na sala.
Quando vi o que eles estavam fazendo, fiquei congelado, entre excitado e puto, nervoso, mas também na expectativa, não conseguia acreditar naquilo.
Minha mãe, divertida e sorrindo, estava sentada no colo do meu primo, usando só uma saia curta azul marinho de tecido leve, uma camisa de manga comprida branca semi-transparente que, de onde eu estava, já mostrava o tamanho dos peitões enormes dela, além de dar pra ver a forma e o estilo do sutiã, um branco mais opaco que deixava metade daqueles manjares de fora, e um par de saltos pretos. Salto de 6 cm. Ver ela vestida daquele jeito e em cima do meu primo foi demais pra mim, então, puto e com uma sensação estranha, decidi voltar pro meu quarto. Por que ela tá em cima dele? O que rolou naquele massagem? Na piscina? Ficava me perguntando, mas, bem antes de sair de vez, minha tia, minha grande e desejável tia, me chamou pra entrar no "ensaio".
"Sobrinho, vejo que já acordou, vem aqui, seu preguiçoso, e junta-se a nós."
Mal tinha processado o tesão da minha mãe, e agora me aparece a minha tia espetacular.
"Mas o que é isso tudo? O que vocês tão fazendo?" perguntei.
"Vai ver", respondeu, "a gente tá ensaiando as brincadeiras pra festa."
"A festa?" perguntei, ainda olhando pra roupa incrível da minha tia.
Minha tia tava com uma saia estilo balão preta bem curta, que deixava eu ver as pernas maravilhosas dela e o começo daquela bunda enorme, uma camiseta de manga longa branca bem justa com as costas de fora e saltos altos. "Mas que deusa incrível", pensei.
"Sua festa, José, sua festa... Ô, cê tá me ouvindo, J? Ei! Sobrinhooo! Tá de novo besta com as minhas pernas?"
"Desculpa, tia", falei nervoso, "é que ainda não me acostumei com o seu glamour", soltei, movido por uns arrepios.
"Kkkk, meu glamour? Só tá me secando mesmo, né? Seu tarado, kkkk", ela riu alto. "Mas o que vou fazer com você, hein? Com certeza vai precisar de um castigo, mas calma, já penso num depois. Agora vem cá", ela ordenou.
Assim que me virei, notei que minha mãe ainda tava no colo do meu primo — "uma putinha hipócrita", pensei.
"Oi, filho, dormiu bem?" ela perguntou com um sorriso de mãe.
Não respondi, de tanta raiva que tava.
"Ei, irmão!" falou meu primo. "Não vai responder sua mãe, não?" ele perguntou enquanto mexia o corpo devagar, fazendo o dela balançar. Diante da minha recusa, minha mãe desviou o olhar triste.
"Ei! Gente, depois vocês resolvem as tretas de vocês. O que importa agora é continuar ensaiando. Vamos, Ana!" gritou como se fosse uma diretora. um general - "Você já sabe o que fazer? Já sabe como é o jogo?" - perguntou
Na hora, meu primo se levantou pra dizer que sim
"Tá bom, tá bom, se não ficou claro pra você, vou repetir de novo, ok?
Esse jogo é o seguinte: a gente coloca as cadeiras formando um círculo com os encostos virados pra dentro. Os participantes ficam de pé em volta das cadeiras, um atrás do outro. Outra pessoa fica de fora e controla a música.
Quando a música começa a tocar, todo mundo tem que girar em volta das cadeiras no ritmo da música. No momento em que a pessoa que tá cuidando da música parar a música, cada jogador tem que sentar numa cadeira. Quem ficar sem cadeira é eliminado. O jogo recomeça tirando uma cadeira a cada rodada até sobrar só uma e dois competidores. O último que se salvar é o vencedor do jogo. O vencedor dessa festa vai ter a chance de dar um castigo pra qualquer um dos participantes, sem nenhuma limitação. Entendeu?" - perguntou
Tanto meu primo astuto quanto minha mãe responderam balançando a cabeça. Eu, por outro lado, fiquei vidrado na parte do castigo, porque sabia que essa regra era nova.
"Muito bem, então vamos começar, hahaha. Coloca mais uma cadeira no centro" - ele me ordenou
Naquele momento, tinham duas cadeiras e três participantes: minha mãe, meu primo e eu. Minha tia, por sua vez, tava cuidando do som - "que pena!" - pensei - "eu queria ver aquele corpinho gostoso dela se mexendo".
E então a música começou a tocar, era eletrônica, o gênero que deu início a tudo - que ironia, hein! Enquanto a gente dava as primeiras voltas em volta das duas cadeiras, de um lado eu vi que minha mãe, com aqueles saltos altos e uns movimentos meio exagerados por falta de prática, fez com que a saia rodada dela levantasse tanto que não ver aquela bunda majestosa dela, ainda mais valorizada pela altura dos saltos, era impossível; o começo daquelas nádegas tão torneadas e voluptuosas era mais do que evidente, porque aquela roupa não cobre ela inteira. Rebolada após rebolada me distraíram e fizeram com que, logo na primeira rodada, eu perdesse — mas que sacanagem — sussurrei
— Acorda pra vida, campeão, hahaha — riu debochada
— Bom, pelo menos agora vou poder ficar perto da minha tia — pensei
Na rodada seguinte, só tinha uma cadeira no meio e dois participantes: minha mãe e meu primo.
A música começou a tocar na hora. Enquanto eles rodeavam a cadeira no ritmo da música, minha tia me puxou, me colocando bem atrás dela. A música continuava sem parar, enquanto minha deusa e tia perfeita rebolava com sensualidade e erotismo o corpo dela; aquela bunda empinada, grande e moldada, ela encostou com muita habilidade no meu pau, que já tava bem duro. Quando eu já tava pronto pra esfregar meu corpo n
Quando acordei (com o pau duríssimo e muito excitado), imediatamente aquelas imagens que vi, que me mostraram o quão puta e gulosa era minha tia, o quão viciada e faminta de pau ela era, se apresentaram em ordem na minha mente.
Lembrei de tudo o que até agora tinha me acontecido, ou seja, por um lado, a transformação não só mental, mas moral da minha personalidade, as mudanças graduais, porém muito intensas, da minha queridíssima mãe; como foi que, a partir das visitas inesperadas do meu primo gordo e pervertido e da minha tia com seu corpo sensual e de infarto, foram suficientes para que meus limites de morbidez se rompessem e abrangessem não só minha tia, que desde sempre me atraiu pela personalidade tão simpática e feminina; mas também o desejo pela minha mãe, pelo seu magnífico corpo; aquelas pernas tão esbeltas e coxas torneadas, seu magnífico rabão de infarto tão bem modelado e cheio de carne da melhor qualidade, branca e macia, tão perfeita!; sua cintura estilizada e aqueles lindos e enormes peitos tão chamativos, um par digno para uma mulher da sua magnitude.
Segundos depois dos meus delírios, percebi que estava sozinho no quarto, então imediatamente me levantei, me arrumei meio por cima e desci. Quando cheguei na sala, notei que a porta estava aberta. Aproximando-me com curiosidade, ouvi barulhos vindos da rua, eram as vozes da minha mãe e da minha tia junto com o Pedro, pelo visto o carro dele finalmente tinha pegado — que sorte!
Finalmente minha tia vai parar de dar atenção pra ele e agora focar em mim.
— Foi um verdadeiro prazer ficar com vocês essa noite — disse Pedro com um sorriso de orelha a orelha.
— Não tem de quê, irmão, o prazer foi nosso — disse minha mãe. Ela naquele momento usava um roupão branco largo que conseguia esconder muito bem as dimensões dos peitos, MAS curto, que deixava descoberta grande parte das coxas e o contorno das suas nádegas redondas e perfeitas (nunca a tinha visto com aquela (Classe de roupas)
Você é livre pra vir quando quiser – respondeu minha tia com aquele tom provocante
De novo, obrigado – ele disse
Na sequência, ele deu partida e foi embora, mas não sem antes esticar o braço pra fora da janela e, com o mesmo sorriso, se despedir de mim
No momento em que olhei direto nos olhos dele, vi que o olhar tava fixo nas coxas da minha mãe, umas muito lindas e carnudas (mas não tão hipnóticas quanto as da minha tia)
Minha tia, por sua vez, usava um roupão parecido no tamanho com o da minha mãe, só com diferenças na cor e no tecido; por ser tão fininho, deixava adivinhar sem dificuldade o contorno e a forma do corpo gostoso e feminino dela, e por ser curto, mostrava as coxas fabulosas e o começo da fenda (tava realmente uma delícia)
Quando o carro continuou seguindo, vi que minha mãe ainda tava se despedindo dele com aquela ternura toda dela; percebi que a coitada não fazia ideia do que tinha rolado na noite anterior, não sabia que ele tinha visto ela de calcinha e sutiã, que as bundas gordinhas mas fantásticas dela foram apalpadas pela mulher que ela tanto ama, pela minha tia. Minha mãe, sem dúvida, ainda mantinha a inocência pura dela.
Bom, crianças, hora de tomar café – disse minha mãe com aquele calorzinho característico dela.
Assim que a gente começou a andar, do nada minha mãe se abaixou pra pegar uma revista, e com as coxas maravilhosas flexionadas e aquele rabão empinado, foi irresistível pra minha tia, que deu um tapa bem dado PLAASS!
AI! PATRÍCIA, MAS O QUE CÊ TÁ FAZENDO! – gritou minha mãe
Hahahaha – desculpa, maninha, é que te ver assim foi tentador demais
Ah, é assim, né? – disse minha mãe, mais calma
Hahaha, me diz, o que cê vai fazer, Ana? – minha tia perguntou num tom desafiador mas safado
– Você vai pagar – na hora, minha mãe se jogou nela e deu um tapa forte no meio daquela bunda maravilhosa – PLAAS!
Ahhh! – gritou minha tia
Hahahaha – minha mãe se acabava de rir
Eu, por minha vez, só fiquei olhando. como aquelas fêmeas corriam por todo o jardimzinho externo da casa, tentando dar palmadas uma na bunda enquanto se divertiam e coravam; estavam tão metidas na briga de meninas que nem perceberam o espetáculo tão safado que estavam dando, não só pra mim, que tava a poucos metros delas, mas pros vizinhos! Incluindo um velhinho chamado Juliano, com fama de tarado, que desde que conheceu minha mãe ficou obcecado por ela.
O pobre velho, maravilhado e paralisado, ficou observando a cena, uma onde minha tia, com aquela malícia, deu um jeito de levantar o vestido da minha mãe a cada palmada! Tantas que deu que em questão de segundos o contorno gordinho mas maravilhoso da bundona dela ficou visível.
- hahahaha PARA IRMÃ! PARA! - gritava minha mãe enquanto tentava fugir.
- DISSO NADA, AGORA VAI ME PAGAR HAHAHA - disse minha tia.
Em seguida, puxou ela pelo vestido e com habilidade jogou ela na grama.
Minha mãe, com os joelhos e as mãos no chão, tentava se levantar MAS não conseguia porque minha tia sentou nas costas dela como se fosse uma cavaleira; enquanto ela se esforçava, minha tia com o sorriso safado começou a dar palmadas mais lentas e fortes, onde deixava a gente ver a cor e o formato da calcinha dela, que parecia que ia estourar de tanta carne que segurava.
- hahahaha - ria minha tia.
- PARA LOGO! - disse minha mãe irritada (talvez já tinha percebido que tava na rua "brigando").
Em seguida, minha tia "assustada" levantou das costas dela e pediu desculpa.
- Desculpa, irmã - disse - me empolguei.
Minha mãe, sacudindo a terra e as folhas, suspirou e depois aceitou o pedido, mas essa brincadeirinha fez com que os vestidos delas se desabotoassem, então o começo dos peitos maravilhosos das duas ficou bem visível, mas claro que os que chamavam mais atenção eram os da minha mãe, e com toda razão.
Já o velho, Ele ficou mudo e com uma cara de safado.
Minutos depois de toda a correria matinal, sem ter noção do que iria rolar ali em poucos minutos, subi pra tomar banho e depois ir procurar meu primo. Só que quando tava subindo as escadas, a campainha tocou, mas na pressa ignorei, sem saber que uma visita inesperada ia desencadear o caminho direto pra minha perdição.
Minutos depois de me lavar e já arrumado no meu quarto, meu primo entrou de repente com um sorriso e me pediu pra jogar com ele.
Quando tava sozinho com meu primo jogando videogame, não pude evitar perguntar qual seria o plano dele agora pra alcançar os objetivos. Ele, divertido com minha curiosidade, pausou o jogo, me olhou e sem demora falou que ia dar um jeito de seduzir minha mãe.
– Sério, primo? – O que você tá pensando? – perguntei.
– É que ela me veja sem querer com o pau duro enquanto me troco, tomo banho ou sei lá, enquanto eu bato uma, hahaha.
– E como você vai fazer isso? – perguntei de novo.
– Na verdade, primo, vou precisar da sua ajuda – ele disse, porque tenho um plano que vai exigir algumas etapas, paciência e cuidado.
Intrigado, fiquei calado.
Meu primo, vendo minha expectativa, continuou falando:
– Olha, que tal a gente começar deixando sua mãe toda puta?
Eu, como era de se esperar, me surpreendi e fiquei excitado.
– E por que a gente não começa com a sua? – perguntei com um olhar desafiador.
– Hahaha – ele riu debochado – não, primo, primeiro porque sua mãe é a mais inocente, pura e difícil de seduzir. – Inocente, irmão? – interrompi. – Ela tocou nas nossas picas! – falei.
– Hahaha, calma, você tem que entender que sua mãe ainda é mulher, e além disso, ela deve ter feito sem querer. Já eu sei que minha mãe, no fundo, é uma puta, embora eu admita que ainda não sei até que ponto – ele disse enquanto esfregava as mãos com um sorriso que mostrava os dentes.
Eu, nublado pela excitação, aceitei.
– Tá bem, priminho, olha, é necessário primeiro que você seja indiferente com sua mãe.
– Como assim, indiferente? – perguntei.
– Que a A partir de agora, não trate ela com esse carinho todo seu tão característico, ignora ela mais; não cumprimenta, não beija nem abraça, até seria muito útil se você mostrar insatisfação com o jeito que ela se veste.
Eu, confuso, reclamei — mas você tá me pedindo demais, como é que vou parar de amar minha mãe?
— Calma, campeão, você não vai parar de amar, só vai estar atuando, hahaha —
— É verdade — falei, envergonhado — Bom, e qual é o seu objetivo com esse plano? — perguntei, inseguro
— O objetivo? Hahaha, mas por que você pergunta isso, primo? Você já sabe... ter sua mãe me dando o melhor prazer da minha vida, aproveitar cada pedaço do corpo gostoso dela, hahaha e...
— Tô falando do objetivo da primeira etapa — falei, irritado
— Ahhh, hahaha, tem que especificar — ele me deu um tapão — A meta que eu quero é que ela perca a imagem de filho pra depois eu ocupar esse lugar, hahaha
Eu, por minha vez, fiquei puto e muito surpreso
— Calma, primo, não fica bravo, haha, lembra que enquanto isso você pode seduzir a minha, hehe
Eu, mais calmo e depois de lembrar daquelas pernas magníficas e daquele corpo de rainha, das provocações noturnas e da cena daquela enfiada tão safada, aceitei bem ansioso
— Finalmente você tá agindo como homem, primo, hahaha
— Então você vai mostrar a pica pra ela? — perguntei
Hahaha, sim, primo, como você bem sabe, ela já sentiu ela algumas vezes (ler parte 1 e 4)
— Em quais? — perguntei, fingindo que não sabia
Hahaha, mas que memória fraca você tem, primo, aquela vez no baile ou aquela vez no carro do irmão
— É verdade! — gritei
— Sim, hahaha, agora só falta mostrar a dimensão que ela sentiu pra terminar de conquistar ela
— O que você mandar, primo — falei
Depois de jogar por uma hora e de uma meditação sobre a conversa anterior, nós dois decidimos descer pra relaxar do estresse. Quando chegamos lá embaixo, a primeira coisa que chamou nossa atenção foi a presença das nossas mães.
As duas estavam com leggings justas bem escandalosas: a minha mãe, por sua vez, usava uma branca tão colada que o O contorno da calcinha dela era evidente, até a buceta inchada — mas que surpresa, com certeza ela colocou influenciada pela minha tia — pensei enquanto olhava pra aquelas bundas gostosas.
Além disso, pra nossa grande sorte, ela tava com uma blusa branca bem leve e transparente, um sutiã pequeno que só cobria metade dos peitos espetaculares dela, tão brancos e grandes, os tênis dela e um penteado que levantava o cabelo lindo dela com estilo. Já minha tia tava com uma legging cinza que, mesmo não sendo tão justa, conseguia destacar perfeitamente o contorno das pernas lindas dela, além da bunda grande e chamativa pelo formato, mas, claro, não tão impressionante quanto a da minha mãe. Ver elas duas de perfil foi um verdadeiro manjar pra gente, porque todas as curvas gostosas delas se destacavam tanto que a gente até olhou sem vergonha.
Elas estavam paradas do lado da porta, conversando de boa, até que perceberam a nossa presença.
— Bom dia, meninos, espero que tenham dormido bem, hehe — disse minha mãe com carinho, como sempre.
Minha tia, por sua vez, não nos cumprimentou porque tava meio entretida e se divertindo vendo como a gente tava tendo dificuldade pra manter a compostura diante dos corpos gostosos delas, até que ela quebrou o silêncio:
— Gente, o que acharam das nossas roupas novas? — perguntou enquanto levantava a rabuda, juntava as coxas e empinava o peito.
Pelo que eu entendi, essa roupa atrai a força da natureza — disse ela, inocente.
— Você tá linda, titia — respondi na hora — essa legging cai bem em você — falei todo excitado.
— hahaha, tá falando sério? Até melhor que sua mãe? — perguntou com um sorriso safado.
Naquele instante, olhei pro meu primo, ele respondeu com cumplicidade, observei minha mãe, que soltava um olhar muito lindo e maternal, e com um nó no coração respondi:
— Mas claro, você é a mais gostosa das duas, hehehe — ri nervoso.
Assim que a sentença foi dita, minha mãe mudou completamente o semblante alegre e caloroso pra um de surpresa e uma certa raiva. em vez de parar, continuei falando
- Sim, titia, minha mãe não tem comparação com seu corpo espetacular, essas suas pernas são pra admirar sempre, além dessa cinturinha, uuuy
- hahahaha - riu divertida minha tia - como você vê seu filho, maninha? -
Minha mãe já estava vermelha que nem um tomate naquela hora, e bem quando seu lindo semblante ia mostrar uma emoção, meu primo falou pra ela:
- Besteira, titia, seu corpo é sem dúvida o melhor não só da casa, mas do bairro hahaha, você é uma mulher digna de elogios
minha mãe, com uma voz estranha e bem baixinha, perguntou: cê acha, Toño?
- claro que sim! além disso, essas roupinhas ficaram um luxo em você
- Valeu, Toño, você é um amor de pessoa hehe - pegou no rosto dele enquanto me olhava estranho, até que de repente arregalou os olhos e abriu a boca de surpresa
- Pois é, titia, essa calcinha é a melhor - falou enquanto passava as duas mãos nas laterais das coxas dela e no começo daquela bunda majestosa.
- Ficou bem justinha em você, hein
Minha mãe, em vez de brigar com ele ou se afastar, deixou ele fazer enquanto ria alto
Com a manobra do meu primo, fiquei puto, mas com ela, porque a safada tava se divertindo com os carinhos do meu primo
Bom, já chega - falou minha tia com a cara vermelha, mas safada
lembra que a gente tem que ir correr com o Julian
Julian? Aquele velho?
- é verdade hehe - respondeu minha mãe - bom, tem comida na mesa se vocês tão com fome - ignorou minha pergunta
De novo eu aproveitei e falei:
Mas quem fez?
- eu - falou minha tia -
Então vai ser uma delícia hahaha - respondi ainda puto
MINHA mãe dessa vez ficou triste e saiu de casa
- Patricia, tô te esperando - falou brava
- Dessa vez você se ferrou feio, sobrinho hahaha - falou minha tia divertida - e saiu logo em seguida
com nossas mães lá fora, meu primo me parabenizou pela minha nova atitude -
- Muito bem, priminho, continua assim que logo a gente alcança nossos objetivos.
Durante as duas horas que a gente ficou Só meu primo me dava uns toques pra eu ficar ainda mais indiferente com a minha mãe, e embora fosse meio chato falar com ele porque ele sempre tirava o celular no meio da conversa, descobri que ele era um cara perverso e esperto.
— Priminho, acabei de ter uma ideia muito arriscada, mas se funcionar, a gente acelera nossos objetivos.
— O quê? — perguntei.
— Primeiro me responde: sua mãe sabe usar celular? Internet? Chat?
— Não muito — respondi confuso.
— Então a gente vai ter que ensinar ela a usar, fazer uma conta no WhatsApp.
— Mas pra quê? — perguntei.
— Pra ver o quanto ela é recatada, hahaha — respondeu o Toño.
— Não entendi — falei.
— Bom, não precisa entender ainda, jeje. Depois te explico. Por enquanto, você continua com essa atitude, custe o que custar.
— Beleza, você é o gênio — falei.
O que aconteceu depois que nossas mães chegaram da caminhada matinal transformou minha vida, me ajudou a entender por que, dias depois, minha mãe deu um boquete de luxo, digno de atriz pornô, no meu primo no meu aniversário.
Eu tava no meu quarto lendo um pouco na minha escrivaninha, quando de repente ouvi alguém bater na porta. Era minha amada mãe. Ela entrou, me perguntou se eu tava bem, se tava acontecendo algo diferente. Lembrando do plano, falei sem olhar pra ela que não, que tava de boa, que ela não me enchesse mais o saco, que fosse embora e me deixasse em paz.
— Tá bem, filho, desculpa te incomodar — disse ela, meio sem graça.
Ignorando minhas palavras, ela falou num tom fervoroso:
— Filho, mas que bagunça no teu quarto! Quantas vezes eu tenho que falar pra você limpar? Olha essa roupa toda, esses livros jogados no chão e esses pratos. Vem cá, meu filho, me dá isso.
Em seguida, ela começou a catar e limpar meu quarto. Quando me enchi dos barulhos constantes que ela fazia atrás de mim, olhei pra ela, mas quando fiz isso, levei um susto bem intenso.
Minha mãe tava suada do exercício anterior, com a bunda empinada bem na minha frente. Na minha frente, a calça dela nessa posição estava tão apertada que ainda não acredito que a costura não rasgou. Mas que rabão, que par de bundas!
Ela, por sua vez, estava tentando pegar um livro debaixo da minha cama até o outro lado; a cabeça dela, junto com os braços e metade da cintura, estava enfiada lá dentro.
Mas que situação safada! Ver minha mãe assim, a dois metros de mim, e ainda por cima com a legging molhada de suor do exercício anterior, com a lombar exposta e aquela cinturinha adorável, me deixaram com uma excitação intensa.
Mesmo assim, firme na minha atitude, mandei ela parar com aquilo e ir embora.
Ela, ao ouvir minhas palavras, se levantou, sacudiu a poeira da blusa puxando-a demais, me deixando ver um pouco mais da metade dos peitos brancos e lindos dela, se aproximou de mim, me envolveu com os braços, colou os peitões enormes nas minhas costas e pescoço e beijou minha nuca com um amor indescritível.
— Filho, espero que essa sua raiva passe logo, lembra que eu te amo mais que qualquer outra pessoa, até mais que seu pai.
— Já me deixa em paz, mãe — falei, mas no fundo queria pedir desculpas.
— Só quero que você saiba que faria de tudo pra ficar com você e não te perder, minha vida — em seguida, ela tirou os braços, se virou e saiu do meu quarto com um passo lento e sensual. Mas o quê? O que é isso? — me perguntei — o balanço da bunda dela era hipnótico e muito descarado.
Será que minha mãe veio até meu quarto só pra me provocar? — com certeza tô imaginando isso.
Sem mais dúvidas, continuei com minhas tarefas.
Depois de umas duas horas de meditação e já cansado, decidi procurar meu primo pra contar sobre a nova atitude inexplicável da minha mãe. Quando cheguei no quarto dele, o de hóspedes, claro, não o encontrei, mas o celular dele estava lá. Intrigado por ele estar tão desprotegido e lembrando que da última vez que investiguei, tinha achado fotos bem picantes, comprometedoras das nossas mães, decidi então pegar de novo. Dessa vez não tinha senha e, para minha surpresa, estava conectado ao Wi-Fi.
O WhatsApp dele, por outro lado, tinha uns 3 mensagens não lidas, então, por curiosidade, abri.
Quando fiz isso, vi que as mensagens eram da minha tia, li e, enquanto lia, não pude acreditar no que diziam:
"Sua tia acreditou em tudo, meu coração" — dizia a primeira mensagem — "E você, como está com meu sobrinho?" — dizia a segunda. "Em breve vai rolar a terceira parte, hehehe" — dizia a terceira.
Mas do que minha tia está falando? O que está rolando aqui? A que parte do plano ela se referia? Será que tem algo a ver com a nova atitude da minha mãe?
Para aumentar minha desgraça, as mensagens antigas estavam apagadas, pelo visto meu primo é cuidadoso, embora não o suficiente, já que deixou o celular à vista — pensei. No entanto, o desgraçado tinha deixado de propósito ali, mas isso eu saberia depois.
Com essa nova informação, ainda mais confuso do que antes, mas estranhamente excitado, decidi descer para procurá-lo e, quando cheguei lá, muitas outras surpresas me esperavam.
Lá embaixo, vi uma das cenas mais safadas da minha curta vida. Tanto minha mãe quanto minha tia, vestidas com vestidos curtos e bem sensuais, estavam dançando com ele, mas não era salsa, e sim um novo gênero: era funk! Uma música bem intensa e capaz de despertar tesão.
Minha mãe estava bem na frente dele, rebolando aquele corpo voluptuoso, enquanto minha tia segurava a cintura dela por trás. Ele, extasiado, aproveitava as roçadas nos peitos da minha mãe, que, divertida, não perdia o sorriso.
Assim que minha mãe me viu, a primeira coisa que fez foi me pegar pela mão e começar a dançar comigo com a mesma cara de pau que com meu primo.
— Filhinho, vem com a sua mamãe e dança, hehehe.
Eu, sem acreditar no que estava acontecendo, num estado de incredulidade, a segui.
— Então, coração, vou te ensinar o que minha irmã e meu sobrinho acabaram de me mostrar, hehe.
Em seguida, minha mãe colou o imenso e Bundão gostoso no meu pau duro e ela começou a se mexer com uma sensualidade tão foda que, sem conseguir evitar, levei minhas mãos pros lados das coxas dela, que tavam expostas por causa da saia curta. Eu, todo excitado, não parava de meter devagar na bunda dela. Depois ela se virou, colou os peitos no meu rosto e começou a rebolsar que nem uma verdadeira mulher.
— Nossa, cê já sabia dançar? Porque cê faz igualzinho ao seu primo, jijiji.
Quando ela falou "primo", lembrei do acordo que eu tinha com ele, então parei a dança na hora e falei num tom sério que não queria mais dançar com ela, que preferia a minha tia.
Ela, surpresa e puta, olhou pros próprios peitos decepcionada e na mesma hora foi pro meu primo, e sem cerimônia começou a esfregar a bunda voluptuosa nele.
— Kkkkk — de repente minha tia riu — mas o que temos aqui? Melhor a gente parar com tudo isso antes de causar uma loucura.
Na mesma hora, eu, meu primo e minha tia concordamos, mas minha mãe, que tava magoada, não quis e insistiu pra ele continuar.
— Chega, irmãzinha, amanhã eu prometo que a gente continua.
De noite:
— Primo — perguntei —, como foi minha performance hoje?
— Tua atuação foi show, primo — ele respondeu —, se continuar assim, te garanto que logo a gente consegue o que a gente quer.
— O que a gente quer? — pensei — ou o que vocês querem? Mas o que esses dois tão tramando?
Meu primo, depois de uma conversa curta, foi olhar a revista de milf dele, enquanto eu, como de costume, saí pro banheiro pra dar mais uma olhada na minha tia inocente, no corpo monumental e espetacular dela.
Quando cheguei perto do quarto, minha surpresa foi enorme, porque dessa vez não era só a minha tia de lingerie, tão gostosa como sempre, não só ela mostrando as coxas grossas de concurso e a bunda grande e moldada. NÃO, mas também a minha queridíssima mãe! Minha mãe, mais uma vez, tava deitada de bruços com uma calcinha insuficiente pra tampar aquela bunda gordinha e imponente; ela tava conversando com a minha tia. enquanto, inexplicavelmente, se deixava apalpar por ela, permitia que a mão deslizasse livremente por suas coxas deliciosas, sua bunda, costas até chegar nos cabelos dela. Pelo visto, minha mãe estava triste e minha tia a consolava.
Será que meu comportamento afeta ela tanto assim? – me perguntei – ACHO QUE NÃO, deve ter algo a mais, mas o quê?
Enquanto tentava ligar os pontos, ouvi uma risadinha que chamou minha atenção, era a risada da minha amada mãe; aparentemente, minha tia começou a deslizar os dedos por zonas sensíveis, lugares que ao menor toque causavam cócegas; primeiro tocou a barriga linda dela, depois sentiu as costelas e terminou com as mãos nos peitos dela.
Minha mãe, se divertindo com a habilidade da minha tia, começou a se contorcer violentamente tentando evitar que minha tia continuasse, MAS os esforços foram inúteis, porque em questão de segundos minha mãe já estava submetida à vontade da irmãzinha dela.
Ver o jeito que minha mãe levantava as pernas gostosas dela cada vez que tentava se defender da apalpação sem vergonha da minha tia, uma que já não se limitava só à parte de cima, mas também aos pés, às coxas nuas e brancas e à bunda tão espetacular; ver minha tia por cima dela se movendo sensual, como se estivesse comendo ela, e minha mãe se divertindo com aquilo, me deu uma ereção na hora, porque aquela cena em particular me fascinou.
Enquanto continuava vidrado naquilo, minha tia, depois de sussurrar umas palavras no ouvido dela, teve que esticar o corpo semidespido sobre as costas e coxas da minha mãe – mas que loucura! –, se levantou e, depois de olhar na minha direção, ou pelo menos foi o que achei, foi desligar a televisão.
No dia seguinte, enquanto jogava videogame sozinho no meu quarto para me distrair de toda a loucura de ontem, por causa da sede desci até a cozinha para pegar água; no caminho, ouvi sussurros no quarto da minha mãe, então, muito preocupado, fui na hora. Assim que cheguei... Vi ela sentada na beira da cama dela lendo a bíblia com meu primo — mas que hipócrita! — pensei — primeiro dança feito uma puta e depois lê a bíblia.
Naquele momento, ela tava vestida com uma blusa de alcinha bem leve, que sem dúvida deixava à mostra boa parte dos peitos brancos e volumosos dela, que pra minha surpresa estavam num sutiã apertado que levantava ainda mais e só cobria a metade; do lado dela, meu primo tava fingindo concentração, mas na verdade forçava o olhar pra aqueles monumentos toda vez que ela lia. Depois de 10 minutos de "ministração", minha mãe, animada pra compartilhar a palavra, deu um beijo maternal bem na nuca dela sem perceber (ou isso que eu quero acreditar) que os peitões dela com aquela ação foram espremidos contra o rosto obeso e bochechudo do meu primo, que na hora colocou as duas mãos neles, amassou e por fim empurrou:
— Para, tia, que você tá me sufocando hahaha — disse o pervertido do meu primo
— Ahh hahaha, desculpa, Toño, não foi minha intenção — disse minha mãe com um sorriso nervoso
— Tá de boa, tita, te perdoo, mas não faz de novo, hein, porque quase me afoguei de tão grandes que são hahaha
Minha mãe com um olhar triste olhou pra baixo enquanto ficava em silêncio.
— O que foi, tita? Tá bem? — perguntou meu primo
— Não se preocupa, Toñito, não é nada, coração — respondeu minha mãe
— Como assim nada? Dá pra ver que tem alguma coisa, seu brilho e aura maravilhosa se apagaram — disse meu primo
Minha mãe olhou pra ele com os olhos cheios de carinho.
— Olha, tia, você sabe que pode confiar em mim, não tenha medo e me conta, além disso, você me deve uma, hein
— Te devo uma? — respondeu minha mãe surpresa
— Sim, lembra que uns dias atrás eu te contei sobre meu complexo e insegurança por causa do meu... — meu primo tocou a barriga enorme dele fingindo desconforto
— Minha mãe, pensativa, pegou no queixo dele e disse:
— Tem razão, coração, a gente confia uma na outra hehe
— Bom, Toño, talvez você ache ridículo o que vou te dizer, e talvez seja É, jeje, mas... bom, primeiro você precisa prometer guardar segredo, hein.
— Mas que segredo é esse, mãe? — perguntei, chocado.
— Tá bom, titia, vou guardar comigo até morrer. Ninguém vai me fazer falar, mesmo que me torturem, hahaha — ele riu, animado.
— Vou te contar — minha mãe começou a falar —, sempre me senti mal por ter herdado estas... — e na mesma hora levou as duas mãos até os peitões. — Você não tem ideia do desconforto que é ter eles tão grandes — continuou.
A confissão dela pegou todo mundo de surpresa, principalmente eu. Mas meu primo, na mesma hora, viu uma oportunidade.
— As pessoas, não importa quem seja — velhos, homens maduros, amigos, amigas, garotas novas —, ficam olhando, sempre esperando alguma coisa. Mas por quê?
Quando meu primo ia responder, minha mãe falou de novo:
— Eu sei o porquê — ela disse com um tom apagado. — É porque são aberrações, um castigo pela minha vida cheia de erros. Eu mereço que as pessoas me olhem com nojo.
Meu primo ficou sério.
— Como eu queria ser igual à sua mãe. Ela sempre se destaca, é tão linda e muito gostosa. As pessoas olham pra ela pela beleza, e pra mim porque sou horrível — ele calou, com o rosto molhado de lágrimas. — Até meu próprio filho prefere ela.
Naquele momento, não acreditei que o plano do meu primo estava dando certo direitinho.
— Desde que vocês chegaram — minha mãe continuou —, eu vi como meu filho, pra tudo, sempre escolhe minha irmã. Ele acha ela mais bonita, mais inteligente, até mais habilidosa.
— Pra titia, já ouvi o suficiente — meu primo interrompeu. — Olha, você precisa entender que você e sua beleza são únicas, que seu corpo é espetacular, que seus atributos não são monstruosos. Pelo contrário, são um prêmio.
Minha mãe, surpresa, arregalou os olhos.
— Sim, titia, são um prêmio pelo seu jeito tão encantador de ser, pelo seu sorriso bonito e pela sua dedicação. Além disso, se as pessoas te olham, pode acreditar que não é porque você tem eles grandes. Feias, é porque no fundo elas estão muito surpresas com o quão maravilhosas vocês são.
—Minha mãe, embora ficasse na expectativa e agradecida pelas palavras do meu primo, o rosto dela não mostrava segurança, ainda estava triste.
Olha, titia, por acaso você não lembra daquela vez na igreja? Quando você usou aquele look sexy?
Lembra como os homens olhavam para suas pernas bonitas e seu peitão incrível, hehe, seu cabelo, seu rosto lindo e sua bunda gostosa, hehehe.
Minha mãe ficou vermelha.
Ânimo, titia, olha, você é toda uma dama espetacular que rouba os olhares de muita gente, sejam velhos, maduros, amigos, amigas ou até novinhas, hahaha — ele riu, divertido — então para de ter pena de si mesma e começa a exibir esse corpo com orgulho, hahaha, e se você quiser, posso te ajudar, hehe.
—Como? — perguntou minha mãe.
—Muito simples, hehe, a partir de agora você não vai usar roupa elegante ou "ousada" só quando a gente praticar suas aulas de dança ou quando sair, hehe, agora você vai se vestir o tempo todo com roupas parecidas com as que minha mãe usa, pra ganhar confiança igual a ela, hehe. O que você acha da ideia?
—Hum... que curioso, Toño, minha irmã me recomendou algo parecido, mas num contexto diferente, hehe.
—Como assim? — perguntou meu primo.
Minha irmãzinha, por causa das preocupações constantes que viu em mim por causa das novas atitudes do meu José...
—Mas o que minha mãe tá dizendo! O que ela falou?
—É sério? Enganaram minha mãe de novo?
Hahaha, é isso aí, titia, minha mãe tem razão, você escuta as alternativas dela, com certeza ela sabe o jeito infalível de reconquistar o carinho do meu primo — disse o Toño.
Mais ainda, titia, juro que se você fosse minha mãe, não precisaria de alternativa nenhuma, pra mim bastaria olhar pro seu sorriso lindo.
—Minha mãe, com um rosto diferente, um com mais segurança, começou a rir, agradecida pelas palavras do meu primo.
—Você é um amor, Toño, você é um sobrinho tão maravilhoso e atencioso, hehe, de verdade, muito obrigada.
—Nem me agradece. tita - disse ela, enquanto se encaravam nos olhos
- Bom, bom, vamos acabar logo com isso - disse minha mãe, um pouco nervosa - porque sua mãe já já volta e meu filho não demora a pedir comida.
- Tá bem, tita - disse meu primo, mas antes de ir, deixa eu te propor uma coisa pra te acalmar, hehe
- O quê? - perguntou minha mãe, intrigada
- Eu podia... podia olhar seus peitos nus pra, sabe... te dar umas dicas pra ganhar confiança
Minha mãe, surpresa, ficou pensativa.
- Olha, tita, se você me mostrar, vai matar três coelhos numa cajadada só, hein
- Três coelhos? Por quê? - perguntou minha mãe
- Porque se fizer isso, vou te dar minha crítica mais sincera sobre eles: se são feios, horríveis, normais ou bonitos, hehehe, e além disso, finalmente vou ver uns peitos de mulher, hehe, e você vai ganhar confiança
- Não tenho certeza... bom, você...
- Fica tranquila, tita. Olha, não vai ser tão ruim porque a gente se quer e tem confiança. Eu te vejo como uma mãe e você me vê como um filho, hehe, ou não? Mas se não se sentir à vontade, sem problema, peço pra minha mãe - disse meu primo
- Não, não - ela disse - não precisa chamar minha irmã, eu com todo prazer vou ser sua cobaia, hehe
- Mas que porra? Por que minha mãe aceitou? - me perguntei
- Bom, Toño, mas me promete que não vai contar pro José que eu me despi na sua frente, hein, porque nem ele, que é meu filho, eu deixei me ver uma vez.
- Fica tranquila, tita, isso vai ser nosso segredo, hehe - disse meu primo
- Tá bom, tá bom, confio em você - disse minha mãe com um sorriso.
- Posso tentar, hehe, tudo pela minha tia favorita - disse meu primo
- Você é único, Toño, nem meu filho é tão atencioso comigo, aliás
Da minha parte, fiquei puto depois de ouvir aquilo, mas também tava surpreso.
- Pois ele deve ser um idiota, hein, como assim não te dá atenção? Se você fosse minha mãe, eu passava o dia todo com você te enchendo de carinho, hahaha - disse o gordo do meu primo
- Cala a boca, bobinho - ela disse
- Bom, mas só se você começar de uma vez, hehe
Em seguida, alegre e Sorrindo, ela pegou a blusa e, com um esforço intenso, tirou ela.
Assim que se livrou completamente da peça, fiquei doidão e muito ansioso pelo tamanho daqueles peitos (enormes e muito lindos), pelo estilo do sutiã dela, um que só cobria a metade (porque, mesmo ela estando de costas pra mim, eles se destacavam nas bordas do corpo dela), e porque a hipócrita, muito provavelmente, estava adorando aquele espetáculo.
— Pô, tia, como você ousa ter vergonha desses monumentos? Eles são muito lindos e grandes, hehe, muito branquinhos e com certeza durinhos. (Infelizmente, ela estava de costas pra mim, embora de vez em quando me desse o perfil.)
Minha mãe corou, mas agradeceu.
— Você fala isso porque me ama, hehe, mas eu sei que não tá me dizendo a verdade.
— Kkkk, sabe, tia, você tem razão, tô te enganando — ele disse excitado —, simplesmente não consigo ser objetivo porque não tenho o panorama completo.
— Panorama completo? — disse minha mãe, confusa.
— Sim, tia, se você quer que eu seja sincero, tem que me mostrar elas inteiras, sem o sutiã, hehe — meu primo falou, nervoso.
Minha mãe não vai ceder — pensei —, você já foi longe demais, Toño.
— Mas que boba que eu sou, você tem razão, kkkk — ela disse, divertida.
— Quê?! — pensei, muito exaltado.
Em seguida, ela tirou o fecho, deixou o sutiã cair e mostrou os peitos nus e incríveis dela.
Não podia acreditar que minha mãe fez aquilo, vê-la sem sutiã e na frente dele era demais pra mim, mas não só porque me sentia traído, mas também porque tava me excitando pra caralho!!
Meu primo, por sua vez, ficou mudo, com os olhos bem abertos; no rosto dele, refletia não só admiração e excitação, mas também perversão. Minha mãe, no entanto, interpretou errado e na hora cobriu eles.
— Viu, Toño, são horríveis, são muito grandes e muito monstruosas, não olha mais pra mim — ela disse com um tom abafado. Em seguida, pegou o sutiã e começou a colocar.
— Para, tia. Você não entende, não tô olhando com repulsa, tô olhando com muita... Admiração, você tem uns peitos lindos, muito bonitos.
— Por que você está mentindo pra mim? — disse minha mãe agitada, mas mais nervosa.
— Não tô mentindo, tia, sério, você é uma deusa sensual e muito gostosa, aliás, se você não fosse minha tia, juro que faria de tudo pra ter seu corpo só pra mim — ele disse sem tirar os olhos daquele par.
Minha mãe ficou surpresa com aquela confissão e, em vez de repreendê-lo, agradeceu.
— Vejo que você já se acalmou, tia. Vem aqui, olha no espelho, quero que você se veja e seja testemunha da sua beleza. Em seguida, minha mãe se aproximou do espelho, um grande que, de um lado, foi ideal pra ela se redescobrir como mulher e recuperar a confiança, e do outro me deixou, graças ao reflexo, apreciar pela primeira vez em todo o esplendor aqueles peitos fascinantes, uns bem grandes e empinados, com auréolas rosadas e bem largas, coroadas com mamilos grossos e muito apetitosos. Que cena! Minha mãe sem dúvida tem um par tão admirável que é digno de concurso.
Minha mãe, depois de alguns segundos se olhando e com o incentivo constante do meu primo, trocou a cara depressiva por um sorriso lindo.
— Então, tia, vejo que você finalmente entendeu que é uma milf, hein.
— Uma milf? O que é uma milf? — perguntou minha mãe, confiante.
— Uma milf é uma mulher muito gostosa e sensual, haha — disse meu primo.
— Você tem razão, Toñito, eu sou, sou uma milf hahaha, toda uma milf. Ela dizia enquanto mexia os peitos magníficos em várias poses, apreciando o que há alguns minutos odiava.
Mas o que minha mãe está dizendo? Será que ela sabe o significado dessa palavra? — me perguntei — Acho que não, minha mãe ingênua não sabe de nada — respondi pra mim mesmo.
— Tia, de agora em diante, se você se sentir triste, se olhe no espelho e diga que é uma milf hahaha, lembra que muitas mulheres gostariam de estar no seu lugar.
— Sim, Toñito, vou fazer isso. Muito obrigada, meu bem, obrigada pelo apoio haha — disse minha mãe.
De repente, minha tão oportuna tia a chamou aos gritos. o que ela, assustada e nerviosa como se estivesse prestes a ser pega num crime enorme; bem corada, pegou a blusa, esquecendo completamente do sutiã, e vestiu. Em seguida, saiu correndo do quarto, mas não sem antes parar na porta, virar, e dar um sorriso pro meu primo.
Meu primo confirmou com um sinal de dedos e, quando ela já não estava mais ali, passou a mão no próprio pacote com muita obscenidade.
Mais tarde, naquele mesmo dia.
Depois daquela conversa desagradável que ouvi, de ter descoberto uma personalidade nova na minha mãe, uma de mulher desejosa, mas discreta — que hipócrita! — e de ter visto os peitos magníficos dela, uns tão lindos que, devo admitir, foram impossíveis de esquecer, não consegui me acalmar e, por isso, não parava de observar as manobras e artimanhas tanto da minha tia, que agora eu sabia que estava envolvida, quanto do meu primo, que, aliás, durante o resto da manhã, não largava dela, nem na cozinha, nem na sala — que saco! Além disso, pra aumentar meu tormento, meu primo a todo momento lembrava como ela era gostosa.
Já de tarde, os quatro estávamos sentados juntos no sofá: eu do lado da minha tia e ele do lado da minha mãe. O muito esperto dava um jeito de se encostar o suficiente no corpo voluptuoso dela pra curtir uns roçares discretos naqueles peitos monumentais, uns que, por não ter sutiã, mostravam os bicos grossos com o contorno das auréolas. Até o sem-vergonha aproveitava os pequenos sustos do filme, tipo os momentos inesperados, pra tocar com ousadia as pernas nuas dela. Minha tia, por sua vez, diante dessas cenas e com uma exageração evidente, usava os braços e até as pernas pra se montar em cima de mim. No entanto, o que sempre conseguia me deixar inquieto e até me fazer esquecer da minha tia era a atitude tão “inocente” e brincalhona da minha mãe, porque, embora às vezes meu primo passasse dos limites com aquelas carícias, ela só se limitava a sorrir. Mas por quê? Será que ela... A atuação do meu primo foi suficiente? O plano dele era à prova de idiotas?
Quando o filme finalmente acabou, ele lembrou que a gente ia passar o resto do dia na piscina de casa.
Da minha parte, vesti um shorts folgado na altura dos joelhos, um par de sandálias simples e meus óculos de natação super úteis (nunca saio sem eles, hehe). Meu primo, por outro lado, também calçou sandálias simples, mas, diferente de mim, vestiu uma sunga justa e bem transparente, hahaha, ele ficou muito engraçado. Minha tia, como era de se esperar, vestiu um biquíni azul-marinho bem chamativo com uma saia curtinha incluída. Ver ela assim excitou nós dois pra caralho, principalmente eu, porque aquelas pernas tão gostosas e perfeitas estavam em todo o seu esplendor, viu, as coxas, panturrilhas e canelas dela eram de admirar, tão esbeltas e longas.
Enquanto eu ainda tava de olho na minha tia, na cintura perfeita dela, nos ombros e nas costas, de repente um gritinho me tirou do transe:
— Josecito! Você tá me deixando nervosa com esses olhares, hein hahaha — ela riu, divertida — Por acaso você gosta do que vê? Gosta das minhas perninhas?
Eu, nervoso com as perguntas dela, só balancei a cabeça que sim.
— Hahaha, ai, meu bem, você me lisonjeia demais, você é um amor — ela disse num tom que me deixou excitado.
— Bom, pelo menos ainda interesso pra minha tia gostosa — pensei.
— Pra mãe — disse meu primo obeso — você não vê que tá intimidando ele? hahaha — ele riu, divertido.
— Sério que eu te intimido? — Ela se aproximou de mim devagar, destacando a cada passo os movimentos das pernas apetitosas dela — Mas não precisa ficar assim, meu coração, eu não mordo nem nada, hahaha, bom, às vezes mordo, mas em outras circunstâncias, hahahaha — ela riu com muito entusiasmo.
De repente, ela deu um pulinho acompanhado de uma volta, caminhou rebolando a bunda sem vergonha e depois se sentou no sofá. Lá, ela ficou me olhando com sorrisos safados constantes, mostrando os dentes brancos lindos enquanto mexia as pernas esbeltas com sensualidade, às vezes cruzava elas, me mostrando assim as coxas tão gostosas. outras ela esticava pra me mostrar o tamanho.
Mas logo minha mãe chegou, mas assim como veio, foi embora, porque assim que minha tia viu ela, já deu uma bronca:
— Maninha, mas que porra é essa que você tá vestindo? — disse minha tia — Isso é uma roupa de banho? Sério?
Minha mãe, pra ser sincero, tava usando uma roupa nada antiquada, ridícula ou fora de moda (era uma que mostrava as pernas e a silhueta dela).
— Olha, maninha, a gente precisa urgentemente organizar sua seção de roupas. — Gente, já volto — disse ela, preocupada — Onde a gente tava mesmo? — perguntou.
Minha mãe, no começo, resistiu em trocar de roupa, mas mudou de ideia quando meu primo incentivou ela, dizendo que não devia se sentir insegura, que ela tinha um corpo espetacular, que com certeza ia adorar experimentar aquelas roupas. Além disso, eu vi que, discretamente, meu primo falou a palavra "milf", mas sem emitir som.
Então, minha mãe, com o ânimo mudado, foi feliz e bem satisfeita, acompanhada da minha tia.
Minha tia, por sua vez, só balançou a cabeça, surpresa com a atitude inesperada dela em relação ao filho.
Enquanto as mulheres se trocavam, eu e meu primo ficamos batendo papo, enquanto eu olhava pra ele com um certo ressentimento.
— Primo, se eu for sincero, tô empolgado hahaha — disse o gordo do meu primo.
— Sério? E por quê? — perguntei com um tom sério.
— Você não tem ideia do quanto sua mãe me excita, ela é tão linda, tão sincera e inocente, além disso, que peitões espetaculares ela tem, hein, uns tão gostosos que eu queria beber todo o leite dela hahaha e aquele rabão, primo, tem um par de bundas tão apetitosas que, sério, eu queria primeiro beijar, lamber, comer e saborear. Me diz, irmão! Qual você acha que é o gosto daquela bunda? Com certeza é toda peludinha hahaha.
Eu fiquei sério.
— Já ficou bravo? Mas que sensível você é, primo, achei que a gente tinha um acordo hahaha, além disso, cê nunca sentiu desejo por aquela bunda e aqueles peitos tão voluptuosos? — ele perguntou com um olhar desafiador.
Da minha parte, não ia dar a satisfação de uma resposta. direta, mas na minha cabeça eu me imaginei com meu pau enfiado no meio daquelas tetas junto com o rostinho maquiado dela acompanhado de um sorriso maternal
mas o que eu tô pensando? É minha mãe! Minha mãe tão adorável, mas ela é hipócrita… mmm…
Na hora fiquei de pau duro
—kkkk tô vendo que subiu hein, que pervertido! Imaginou sua mamãe? A bunda dela rebolando enquanto eu como ela? Kkkk ou minha mãe batendo uma pra você? Com certeza ela vai fazer gostoso hein kkkk
—Você não vai acreditar no que eu tenho planejado a partir de agora, primo. Aliás, amanhã mesmo vou começar com os grandes passos kkkk
Não pode perder, campeão — ele falou com aquele sorrisinho debochado — amanhã às 10 te quero no meu quarto pra você ver sua mamãe cair na minha kkkk
Eu, mais excitado do que irritado, falei que estaria lá, tentando me convencer de que não deixaria aquele pervertido passar dos limites, mas ao mesmo tempo também queria
Depois de 15 minutos de fantasias intensas e lutando com minha consciência, eles voltaram e, quando entraram, meus hormônios dispararam como nunca
—Isso, titia, você tá sensacional, do jeito que tem que ser hein kkkk Parabéns! — disse meu primo enquanto me olhava com um certo compromisso
Minha mãe, claramente feliz com o elogio, agradeceu, depois me olhou esperando minha aprovação, mas dessa vez manteve de novo aquela atitude provocante
—Mãe… você podia estar melhor — falei só isso, por causa da raiva que sentia da nova atitude dela com meu primo, enquanto a rejeitava com o olhar
Na verdade, ela estava espetacular! Mas por ciúmes não consegui ser sincero
Minha mãe estava usando um biquíni amarelo muito, muito sexy, um que mal cobria os peitos enormes mas perfeitos dela, porque aquela roupa era da minha tia, então o modelo da frente não era adequado para aguentar aqueles atributos, que transbordavam de tanta carne e mal dava pra cobrir
Por outro lado, depois de olhar a barriga e a cintura bem definidas da minha mãe, Aquele triângulo inferior com a leve penugem de pelos nas laterais, e suas pernas tão brancas e deliciosas quase me fizeram desmaiar.
—Bem, rapazes, agora que estamos prontos, vamos nessa— disse minha tia. Em seguida, minha mãe, muito nervosa, colocou um pareô da mesma cor, que, embora conseguisse esconder aquela bunda majestosa, também a delineava muito bem— mas que hipócrita— pensei— agora resolve esconder a rabeta dela.
Minha tia, sempre tão desconfiada como de costume, percebeu na hora que meus olhares para minha mãe estavam longe de ser maternais, então, divertida, deu um puxão e se livrou daquela peça, fazendo com que eu ficasse excitado como nunca, pois assim que minha progenitora deu os primeiros passos, minha visão, por instinto, pousou sobre suas incríveis e lindíssimas nádegas branquinhas e nuas, acompanhadas apenas pela parte de baixo do biquíni que, juro, parecia que ia estourar de tão apertada que estava, já que (como comentei acima) aquele biquíni foi feito para tamanhos menores, então praticamente aquele rabão devorava o tecido.
—Patrícia, mas o que você está fazendo!— reagiu minha mãe.
—Fica tranquila, Anita, sem esse pareô você fica melhor, não é, galera?
Minha mãe, inesperadamente, virou-se para ver nossa reação e foi aí que me viu olhando para aquele balanço inocente da bunda dela. Corada, ela voltou o olhar para frente.
Da minha parte, não tentei disfarçar minha ousadia, pois estava puto— com certeza, se fosse ele olhando, você nem ligava— pensei.
Ela, de repente, começou a rebolá-la com firmeza e sensualidade descarada. Lá estava ela com aquela rabeta provocante tão desejada.
Assim, em questão de minutos, já estávamos os quatro naquela piscina, uma com uma pequena divisão em duas partes, uma funda e outra rasa, esta última para mergulhar ou simplesmente passar o tempo. A parte mais alta da piscina tinha ao lado uma plataforma pequena de talvez três metros e meio, ideal para praticar bons saltos. Minha tia, longe de passar creme ou cosméticos caros na pele, logo nos chamou pra entrar na piscina, mas acabou tendo uma surpresa gostosa.
— Maninha, me desculpa, mas… acho melhor eu ficar aqui fora vendo vocês se divertirem, hehe — riu minha mãe, nervosa.
— Mas por quê? Cê não sabe nadar, é? É isso? Sério? — perguntou minha tia.
Minha mãe, com vergonha, concordou com a cabeça.
— Kkkkk, não imaginava, quem diria que com uma piscona dessas em casa você nunca ia tirar um tempo pra aprender. Enfim, não se preocupa, Ana, eu também não sei nadar, kkkk (óbvio que tava mentindo).
— Mmmm, e agora? — ela olhou pra todo lado, pensando — Já sei! Que tal se meu filho te ensinar?
— Sim! Acho uma ideia excelente — respondeu minha mãe, olhando pra ele, sorrindo e se divertindo — mas que foxy — pensei.
— Beleza, hehe, mas agora… quem vai me ensinar? — ela me olhou, esperando eu entrar na conversa.
Entendendo a indireta, falei, todo animado, que eu faria isso.
— Kkkkk, muito bem, sobrinho, você é um amor e um salva-vidas, por isso te adoro, jijiji.
Então, a primeira coisa que veio na cabeça do meu primo, depois de analisar a situação e olhar tudo que podia ser útil, foi que a gente devia praticar na parte rasa.
Sem mais enrolação, nós quatro entramos na área.
— Uuuy, a água tá muito fria! — exclamou minha mãe, bem traidora.
— Sim, kkkk, mas é perfeita — respondeu minha tia.
Nós quatro estávamos de pé naquela parte. A água daquela área batia bem na altura dos joelhos.
— Beleza, família — disse meu primo, buscando meu apoio com o olhar — a primeira coisa que a gente vai fazer, como professores de vocês, é ensinar que não podem ter medo da água, kkkk. Na mesma hora, com as mãos, começou a jogar água nas duas mulheres.
— Ahhh, kkkkk, chega, Toño! Para! — jijiji. Elas riam, se divertindo, enquanto tentavam fugir. Vendo isso, eu também entrei na brincadeira, tentando principalmente molhar o corpo da minha tia tão gostosa.
Aquela chuva de água só acendeu meu… libido pela minha tia tão voluptuosa, pois cada gota que seu corpo reteve só aumentou o desejo pelo seu corpo tão apetitoso; elas percorriam quase toda a extensão de suas pernas, barriga, braços e peitos. Uau, mas que Deusa tão sensual!
— Beleza, beleza. Disse satisfeito meu primo — agora que vocês duas já estão mais em sintonia com a água, o próximo passo é que, sem objeções, fiquem de joelhos e coloquem as mãos no chão.
Imediatamente aquelas fêmeas assim fizeram, mas não sem antes nos olharem divertidas. Na real, a única que se divertia era minha mãe; minha tia, por outro lado, parecia perversa.
— Esse é o nado básico, chama-se "de cachorrinho" — disse o astuto do meu primo.
Quando ambas estavam de quatro, fiquei de novo muito excitado, pois a água batia bem no meio dos seus peitos impressionantes e no meio das pernas flexionadas. Ver como a água cobria constantemente os peitos tanto da minha tia quanto os da minha mãe... uuuff! Fez com que eu tivesse que recostar meu corpo na borda da piscina pra esconder minha ereção.
— Muito bem — continuava dirigindo a "aula" meu primo — o que vocês têm que fazer agora é percorrer a área nessa posição, devem engatinhar enquanto lutam contra a água. Entendido?
— As duas assentiram.
Em seguida, nossas mães começaram a se mover de quatro por toda a piscina. Assim que começaram, o que nos chamou muito a atenção foi que aquelas bundas espetaculares empinadas, com a ajuda dos rebolados de quadril e dos esforços pra lutar contra a água, se mexiam com uma morbidez digna de erotismo puro, se contraíam a cada esforço, que loucura!
Quanto mais avançavam, mais eu notava que minha mãe se divertia pra caralho, até mais do que a exibicionista da minha tia; ela, ou seja, minha mãe, olhava sorridente pro meu primo enquanto ele jogava água no corpo dela. Será que minha mãe se sentia feliz por ser observada com a bunda empinada? Não pude evitar me perguntar — mas claro que sim, minha mãe é uma putinha que merece ser. castigada e os sorrisos constantes da mulher a denunciam
—Parabéns!—aquele grito me trouxe de volta à realidade—vocês terminaram a primeira etapa da prática, hehe—disse meu primo.
Em seguida, nossas mães se levantaram felizes e, pela empolgação do avanço, minha tia correu até o filho emocionada e, com um puxão forte, conseguiu derrubá-lo.
Hahahaha—rimos todos, menos ele
Minha mãe, preocupada, foi logo ajudá-lo; pegou-o pelo braço e, com muito esforço, ajudou-o a se levantar, mas enquanto fazia isso, suas lindas tetas não paravam de balançar.
—Você está bem, Toñito? Não se machucou?—perguntou minha mãe.
—Não se preocupe, titia, estou ótimo—dizia ele sem tirar os olhos daquele vai e vem tão gostoso dos peitos molhadinhos.
—Chega, Toño, para de me olhar assim que sou sua tia—riu nervosa—por acaso já não te bastou?
—Eu sei, titia, mas é que não consigo evitar, você tem o melhor corpo do mundo, hahaha
—Minha mãe só sussurrou:
—Ai, Toñito, para de falar besteiras—Em seguida, deu um leve beijo maternal na bochecha dele. Diante disso, eu morria de ciúmes, mas não porque meu primo a conquistasse, e sim porque minha mãe me deixou de lado!
Assim que meu primo conseguiu se levantar completamente, minha mãe levou um baita susto
Ele, completamente molhado e com shorts bem colados, deixava evidente aquela monstruosidade; seu pau enorme, mesmo não ereto, era muito grande, tanto que minha tia, tão puta como sempre, levou as mãos à boca surpresa. Minha mãe, por outro lado, ficou congelada olhando; muito nervosa, corada e até diria excitada, pois suas bochechas estavam vermelhas.
Meu primo, ciente da sua condição, decidiu correr até a beira, mas o safado fez questão de que seu pau balançasse selvagemente o tempo todo.
Minha mãe, por pudor (quero acreditar), embora parecesse mais envergonhada do que qualquer outra coisa, parou de olhar aquele pau imenso depois de todo aquele balanço.
Minha tia, por outro lado Ela não acreditava no que tava vendo. Pelo visto, nunca tinha visto o tamanho daquela pica.
Eu, irritado com a atitude das duas vadias, dei um grito sério e mandei parar com tudo aquilo, que já era tarde demais, que outro dia a gente continuava treinando.
Mesmo assim, as duas mulheres, junto com meu primo obeso, se recusaram a sair dali, então, sozinho e muito puto, fui o único que voltou pro quarto. Um erro gravíssimo, porque deixei minha mãe e minha tia sozinhas com aquele pervertido, mas só me toquei desse erro depois.
Já no meu quarto, não consegui evitar de me perguntar sobre as novas atitudes da minha mãe.
Será que minha mãe é uma hipócrita de verdade? Ou é tudo culpa daquele infeliz do meu primo?
Depois de 20 minutos de tormento constante, decidi dormir, sem sequer imaginar que logo começaria minha ruína.
Na manhã seguinte:
Na manhã seguinte, infelizmente, acordei tarde, era umas 12h, então, angustiado, faminto e sedento, fui direto pro quarto do meu primo procurar minha mãe, mas não vi ela. Ainda mais preocupado, desci pra encontrá-la. Conforme me aproximava do destino, andando pelo corredor e descendo as escadas, ouvia música eletrônica alta, que de vez em quando parava e voltava a tocar.
"Mas que porra é essa?" — me perguntei.
Intrigado pelo som e pelas interrupções constantes, cheguei logo na sala.
Quando vi o que eles estavam fazendo, fiquei congelado, entre excitado e puto, nervoso, mas também na expectativa, não conseguia acreditar naquilo.
Minha mãe, divertida e sorrindo, estava sentada no colo do meu primo, usando só uma saia curta azul marinho de tecido leve, uma camisa de manga comprida branca semi-transparente que, de onde eu estava, já mostrava o tamanho dos peitões enormes dela, além de dar pra ver a forma e o estilo do sutiã, um branco mais opaco que deixava metade daqueles manjares de fora, e um par de saltos pretos. Salto de 6 cm. Ver ela vestida daquele jeito e em cima do meu primo foi demais pra mim, então, puto e com uma sensação estranha, decidi voltar pro meu quarto. Por que ela tá em cima dele? O que rolou naquele massagem? Na piscina? Ficava me perguntando, mas, bem antes de sair de vez, minha tia, minha grande e desejável tia, me chamou pra entrar no "ensaio".
"Sobrinho, vejo que já acordou, vem aqui, seu preguiçoso, e junta-se a nós."
Mal tinha processado o tesão da minha mãe, e agora me aparece a minha tia espetacular.
"Mas o que é isso tudo? O que vocês tão fazendo?" perguntei.
"Vai ver", respondeu, "a gente tá ensaiando as brincadeiras pra festa."
"A festa?" perguntei, ainda olhando pra roupa incrível da minha tia.
Minha tia tava com uma saia estilo balão preta bem curta, que deixava eu ver as pernas maravilhosas dela e o começo daquela bunda enorme, uma camiseta de manga longa branca bem justa com as costas de fora e saltos altos. "Mas que deusa incrível", pensei.
"Sua festa, José, sua festa... Ô, cê tá me ouvindo, J? Ei! Sobrinhooo! Tá de novo besta com as minhas pernas?"
"Desculpa, tia", falei nervoso, "é que ainda não me acostumei com o seu glamour", soltei, movido por uns arrepios.
"Kkkk, meu glamour? Só tá me secando mesmo, né? Seu tarado, kkkk", ela riu alto. "Mas o que vou fazer com você, hein? Com certeza vai precisar de um castigo, mas calma, já penso num depois. Agora vem cá", ela ordenou.
Assim que me virei, notei que minha mãe ainda tava no colo do meu primo — "uma putinha hipócrita", pensei.
"Oi, filho, dormiu bem?" ela perguntou com um sorriso de mãe.
Não respondi, de tanta raiva que tava.
"Ei, irmão!" falou meu primo. "Não vai responder sua mãe, não?" ele perguntou enquanto mexia o corpo devagar, fazendo o dela balançar. Diante da minha recusa, minha mãe desviou o olhar triste.
"Ei! Gente, depois vocês resolvem as tretas de vocês. O que importa agora é continuar ensaiando. Vamos, Ana!" gritou como se fosse uma diretora. um general - "Você já sabe o que fazer? Já sabe como é o jogo?" - perguntou
Na hora, meu primo se levantou pra dizer que sim
"Tá bom, tá bom, se não ficou claro pra você, vou repetir de novo, ok?
Esse jogo é o seguinte: a gente coloca as cadeiras formando um círculo com os encostos virados pra dentro. Os participantes ficam de pé em volta das cadeiras, um atrás do outro. Outra pessoa fica de fora e controla a música.
Quando a música começa a tocar, todo mundo tem que girar em volta das cadeiras no ritmo da música. No momento em que a pessoa que tá cuidando da música parar a música, cada jogador tem que sentar numa cadeira. Quem ficar sem cadeira é eliminado. O jogo recomeça tirando uma cadeira a cada rodada até sobrar só uma e dois competidores. O último que se salvar é o vencedor do jogo. O vencedor dessa festa vai ter a chance de dar um castigo pra qualquer um dos participantes, sem nenhuma limitação. Entendeu?" - perguntou
Tanto meu primo astuto quanto minha mãe responderam balançando a cabeça. Eu, por outro lado, fiquei vidrado na parte do castigo, porque sabia que essa regra era nova.
"Muito bem, então vamos começar, hahaha. Coloca mais uma cadeira no centro" - ele me ordenou
Naquele momento, tinham duas cadeiras e três participantes: minha mãe, meu primo e eu. Minha tia, por sua vez, tava cuidando do som - "que pena!" - pensei - "eu queria ver aquele corpinho gostoso dela se mexendo".
E então a música começou a tocar, era eletrônica, o gênero que deu início a tudo - que ironia, hein! Enquanto a gente dava as primeiras voltas em volta das duas cadeiras, de um lado eu vi que minha mãe, com aqueles saltos altos e uns movimentos meio exagerados por falta de prática, fez com que a saia rodada dela levantasse tanto que não ver aquela bunda majestosa dela, ainda mais valorizada pela altura dos saltos, era impossível; o começo daquelas nádegas tão torneadas e voluptuosas era mais do que evidente, porque aquela roupa não cobre ela inteira. Rebolada após rebolada me distraíram e fizeram com que, logo na primeira rodada, eu perdesse — mas que sacanagem — sussurrei
— Acorda pra vida, campeão, hahaha — riu debochada
— Bom, pelo menos agora vou poder ficar perto da minha tia — pensei
Na rodada seguinte, só tinha uma cadeira no meio e dois participantes: minha mãe e meu primo.
A música começou a tocar na hora. Enquanto eles rodeavam a cadeira no ritmo da música, minha tia me puxou, me colocando bem atrás dela. A música continuava sem parar, enquanto minha deusa e tia perfeita rebolava com sensualidade e erotismo o corpo dela; aquela bunda empinada, grande e moldada, ela encostou com muita habilidade no meu pau, que já tava bem duro. Quando eu já tava pronto pra esfregar meu corpo n
6 comentários - Visitas Inesperadas (Parte 3)
Cambié de perfil y también los hombres de la saga
Pero es la continuacion 🙂
SALUDOS
Cambié de perfil porque éste no lo podía abrir, también el nombre de la saga, pero en esencia el lo mismo.
Disfrutalos ;:)
El perfil se llama "nicoelcomeculos"