E aí, galera do Poringa, aqui vai a terceira parte da minha história
Depois do que aconteceu, ela ficou no quarto dela. Na manhã seguinte, não se levantou. Pensei que estivesse chateada ou algo assim. Já era quase meio-dia e ela não aparecia.
Pensei em entrar e me desculpar. Depois de pensar por vários minutos no que ia dizer, decidi entrar. Ela estava na cama com os lençóis por cima. Eu ia me desculpar, então disse: "Mãe, você está bem?" Ela disse que sim. Então falei: "Desculpa pelo que aconteceu ontem." Ela respondeu: "E o que foi ontem?" Eu disse: "Ontem, quando estava massageando seus pés... acho que não devia ter feito aquilo." Ela falou: "Ah, isso... acho que não tem problema." E logo em seguida perguntou: "Por que acha que não devia ter feito?" Eu respondi: "Porque você é minha mãe." Ela só disse: "Tá bem." Depois me pediu para sentar ao lado dela na cama. Eu sentei e ela começou a fazer algumas perguntas.
Quando me sentei ao lado dela, ela colocou a mão sobre a minha e perguntou: "Você me ama, né, filho?" Eu disse que sim. Ela continuou: "Você me acha atraente?" Eu respondi: "Claro, você é uma mulher muito linda." Ela sorriu e perguntou: "Mas comparada com algumas das suas amigas, quão bonita eu sou?" Fiquei calado por uns segundos e respondi: "Bom, você é tão bonita quanto elas. Quer dizer, você também tem o seu charme." Ela sorriu e perguntou de novo: "Meu charme? Como assim?" Eu falei: "Bom, seus peitos, por exemplo." Ela abriu a boca meio surpresa e disse: "Então meus peitos, hein?" Então baixou o olhar para eles e continuou: "Nossa, esperava que você dissesse outra coisa." Aí eu disse: "É, tem outras coisinhas em você que também são muito bonitas." Ela, com curiosidade, perguntou: "Outras coisinhas? Tipo quais?" Eu respondi: "Sua bunda." Ela ficou surpresa. Eu continuei: "E também aquilo." Ela perguntou: "Aquilo? O quê?" Eu disse: "Sua buceta." Ela, de boca aberta, falou: "Filho, como pode dizer uma coisa dessas da sua mãe?" Eu respondi: "Desculpa, mãe, mas é a verdade." Ela perguntou desde quando eu pensava isso, e eu disse... sempre me pareceu assim, mas naquela noite que te vi por acidente não me restaram dúvidas" ela se lembrou e disse "então desde aquele momento" e depois me perguntou de novo "filho, você me quer" eu respondi novamente sim, então ela disse "mas como sua mãe ou talvez haja algo mais" eu sorri e perguntei "e você, desde quando sente isso" ela ficou calada por um tempo e depois disse "desde que percebi que você já era um homem"
houve silêncio naquele momento, ela falou de forma tímida com o olhar voltado para os lençóis, então eu disse "mamãe" ela virou para me olhar "perdão pelo que vou fazer, se ficar brava está no seu direito" ela disse "o que vai fazer" coloquei minhas mãos em ambos os lados da cama ao redor dela, fui me aproximando dos seus lábios, ela só disse "filho" e naquele momento nossos lábios fizeram contato, como eu esperava ela respondeu na hora me beijando da mesma forma que eu fazia
logo começamos a nos despir, uma vez completamente nus ela me disse "filho, você está falando sério" eu disse "sim, e sei que você também" então abri suas perninhas, estava muito nervoso e ela também, mas a desejava com vontade, me posicionei e comecei a penetrar
aquela sensação da sua pele, quando meu pau fez contato com sua buceta, acompanhado de um gemido muito profundo da parte dela, a respiração em ambos muito ofegante, já não havia volta, tinha começado o incesto que tanto havíamos desejado nesses últimos dias
seus gemidos eram prazerosos, seus seios divinos, sua buceta exatamente como havia imaginado, suas pernas estavam muito apertadas na minha cintura e se apertavam cada vez mais, enquanto meu pau penetrava com força sua buceta, nossos lábios juntos e nossas línguas brincando no meio, uma das minhas mãos travessas brincando com um dos seus seios que ela permitia com prazer enquanto a outra segurava sua perna e acariciava com paixão, uma das mãos dela apertava os lençóis com força e a outra arranhava minhas costas com fúria
enquanto a Eu fodia com força, ela disse: "Lembra que sou sua mãe, me trata com carinho". Eu respondi: "Nesse momento você é minha mulher". Continuamos no nosso lance por um bom tempo, nossos corpos suando, o quarto parecia estar pegando fogo, os lençóis molhados com o suor dos dois.
Não sei quanto tempo a gente estava fazendo isso, um de nós dois tinha que cair rendido e ela não aguentou mais. As pernas dela, que tinham ficado pra cima o tempo todo, caíram, as mãos também, a respiração bem ofegante, o corpo suado e quente, a buceta bem molhada e um pouco inchada. Eu continuei por mais um tempo, não queria acabar, mas também caí rendido, quase gozei dentro dela.
Ficamos os dois deitados na cama, quando ela começou a chorar. Eu disse: "Mãe, você tá bem?". Ela respondeu: "É que isso é errado". Então perguntei: "Você me quer?". Ela disse que sim. Então falei: "E eu também te quero". Me sentei e ela fez o mesmo, sequei as lágrimas dela e disse: "O que acabou de acontecer é a maior prova que um filho pode dar à mãe de quanto a ama, e também o quanto uma mãe ama o filho". Ela se acalmou um pouco e disse: "Tá bom, mas que isso não se repita, ok?". Eu aceitei e disse ok.
As coisas agora eram diferentes. No dia seguinte, vê-la foi difícil, saber que ela estava ali e não poder fazer nada. Eu queria e sei que por dentro ela também. Aquele dia inteiro quase não trocamos palavra, ela parecia tímida, até com medo. Até que chegou outra semana para começar a mesma coisa de sempre.
Eu já estava saindo para ir às aulas, quando ela me pegou pela mão e disse: "Aonde você vai?". Respondi: "Pra escola". E com uma voz doce ela falou: "Não vai hoje, fica comigo. Não quero ficar sozinha, quero estar outra vez com você, filho". Não pude negar, e o que ela tinha dito sobre não repetir acabou acontecendo de novo.
E assim continuamos muitas vezes, sempre a sós, aproveitando para curtir o gostoso prazer do incesto e de uma linda relação que poderia se dizer que... vai muito além de apenas mãe e filho
e essa é a minha história, se você tem interesse em saber mais, vou continuar contando sobre isso que segue até hoje
Depois do que aconteceu, ela ficou no quarto dela. Na manhã seguinte, não se levantou. Pensei que estivesse chateada ou algo assim. Já era quase meio-dia e ela não aparecia.Pensei em entrar e me desculpar. Depois de pensar por vários minutos no que ia dizer, decidi entrar. Ela estava na cama com os lençóis por cima. Eu ia me desculpar, então disse: "Mãe, você está bem?" Ela disse que sim. Então falei: "Desculpa pelo que aconteceu ontem." Ela respondeu: "E o que foi ontem?" Eu disse: "Ontem, quando estava massageando seus pés... acho que não devia ter feito aquilo." Ela falou: "Ah, isso... acho que não tem problema." E logo em seguida perguntou: "Por que acha que não devia ter feito?" Eu respondi: "Porque você é minha mãe." Ela só disse: "Tá bem." Depois me pediu para sentar ao lado dela na cama. Eu sentei e ela começou a fazer algumas perguntas.
Quando me sentei ao lado dela, ela colocou a mão sobre a minha e perguntou: "Você me ama, né, filho?" Eu disse que sim. Ela continuou: "Você me acha atraente?" Eu respondi: "Claro, você é uma mulher muito linda." Ela sorriu e perguntou: "Mas comparada com algumas das suas amigas, quão bonita eu sou?" Fiquei calado por uns segundos e respondi: "Bom, você é tão bonita quanto elas. Quer dizer, você também tem o seu charme." Ela sorriu e perguntou de novo: "Meu charme? Como assim?" Eu falei: "Bom, seus peitos, por exemplo." Ela abriu a boca meio surpresa e disse: "Então meus peitos, hein?" Então baixou o olhar para eles e continuou: "Nossa, esperava que você dissesse outra coisa." Aí eu disse: "É, tem outras coisinhas em você que também são muito bonitas." Ela, com curiosidade, perguntou: "Outras coisinhas? Tipo quais?" Eu respondi: "Sua bunda." Ela ficou surpresa. Eu continuei: "E também aquilo." Ela perguntou: "Aquilo? O quê?" Eu disse: "Sua buceta." Ela, de boca aberta, falou: "Filho, como pode dizer uma coisa dessas da sua mãe?" Eu respondi: "Desculpa, mãe, mas é a verdade." Ela perguntou desde quando eu pensava isso, e eu disse... sempre me pareceu assim, mas naquela noite que te vi por acidente não me restaram dúvidas" ela se lembrou e disse "então desde aquele momento" e depois me perguntou de novo "filho, você me quer" eu respondi novamente sim, então ela disse "mas como sua mãe ou talvez haja algo mais" eu sorri e perguntei "e você, desde quando sente isso" ela ficou calada por um tempo e depois disse "desde que percebi que você já era um homem"
houve silêncio naquele momento, ela falou de forma tímida com o olhar voltado para os lençóis, então eu disse "mamãe" ela virou para me olhar "perdão pelo que vou fazer, se ficar brava está no seu direito" ela disse "o que vai fazer" coloquei minhas mãos em ambos os lados da cama ao redor dela, fui me aproximando dos seus lábios, ela só disse "filho" e naquele momento nossos lábios fizeram contato, como eu esperava ela respondeu na hora me beijando da mesma forma que eu fazia
logo começamos a nos despir, uma vez completamente nus ela me disse "filho, você está falando sério" eu disse "sim, e sei que você também" então abri suas perninhas, estava muito nervoso e ela também, mas a desejava com vontade, me posicionei e comecei a penetrar
aquela sensação da sua pele, quando meu pau fez contato com sua buceta, acompanhado de um gemido muito profundo da parte dela, a respiração em ambos muito ofegante, já não havia volta, tinha começado o incesto que tanto havíamos desejado nesses últimos dias
seus gemidos eram prazerosos, seus seios divinos, sua buceta exatamente como havia imaginado, suas pernas estavam muito apertadas na minha cintura e se apertavam cada vez mais, enquanto meu pau penetrava com força sua buceta, nossos lábios juntos e nossas línguas brincando no meio, uma das minhas mãos travessas brincando com um dos seus seios que ela permitia com prazer enquanto a outra segurava sua perna e acariciava com paixão, uma das mãos dela apertava os lençóis com força e a outra arranhava minhas costas com fúria
enquanto a Eu fodia com força, ela disse: "Lembra que sou sua mãe, me trata com carinho". Eu respondi: "Nesse momento você é minha mulher". Continuamos no nosso lance por um bom tempo, nossos corpos suando, o quarto parecia estar pegando fogo, os lençóis molhados com o suor dos dois.
Não sei quanto tempo a gente estava fazendo isso, um de nós dois tinha que cair rendido e ela não aguentou mais. As pernas dela, que tinham ficado pra cima o tempo todo, caíram, as mãos também, a respiração bem ofegante, o corpo suado e quente, a buceta bem molhada e um pouco inchada. Eu continuei por mais um tempo, não queria acabar, mas também caí rendido, quase gozei dentro dela.
Ficamos os dois deitados na cama, quando ela começou a chorar. Eu disse: "Mãe, você tá bem?". Ela respondeu: "É que isso é errado". Então perguntei: "Você me quer?". Ela disse que sim. Então falei: "E eu também te quero". Me sentei e ela fez o mesmo, sequei as lágrimas dela e disse: "O que acabou de acontecer é a maior prova que um filho pode dar à mãe de quanto a ama, e também o quanto uma mãe ama o filho". Ela se acalmou um pouco e disse: "Tá bom, mas que isso não se repita, ok?". Eu aceitei e disse ok.
As coisas agora eram diferentes. No dia seguinte, vê-la foi difícil, saber que ela estava ali e não poder fazer nada. Eu queria e sei que por dentro ela também. Aquele dia inteiro quase não trocamos palavra, ela parecia tímida, até com medo. Até que chegou outra semana para começar a mesma coisa de sempre.
Eu já estava saindo para ir às aulas, quando ela me pegou pela mão e disse: "Aonde você vai?". Respondi: "Pra escola". E com uma voz doce ela falou: "Não vai hoje, fica comigo. Não quero ficar sozinha, quero estar outra vez com você, filho". Não pude negar, e o que ela tinha dito sobre não repetir acabou acontecendo de novo.
E assim continuamos muitas vezes, sempre a sós, aproveitando para curtir o gostoso prazer do incesto e de uma linda relação que poderia se dizer que... vai muito além de apenas mãe e filho
e essa é a minha história, se você tem interesse em saber mais, vou continuar contando sobre isso que segue até hoje
18 comentários - mi historia de incesto con mamá (parte 3)