Fala, galera do P! Parece que minha história foi bem recebida, então como prometi, vou continuar contando mais da minha história incestuosa com a mamãe.
Depois de passar a noite batendo uma pensando nela e dedicar uma porra gostosa pra ela, chegou um novo dia.
Levantei, saí do meu quarto, ela estava na cozinha preparando o café da manhã. Eu não sabia o que fazer nem o que dizer, só falei "bom dia". Ela respondeu do mesmo jeito, parecia que ainda estava envergonhada pelo que tinha rolado de noite.
A manhã foi bem normal, eu tentava não olhar pra ela. Sabia que o que tinha feito pensando nela era errado e não queria ter aquilo na minha cabeça, então voltei pro meu quarto. Pra espairecer, decidi sair com meus amigos. Foi tudo normal, voltei durante a noite, parecia que não tinha ninguém em casa, então sentei no sofá e liguei a TV.
Mas ela tava em casa sim, meu pai tinha saído. Ela saiu do quarto dela e falou: "Ah, é você, cadê você tava? Por que não falou pra onde ia?" Eu respondi: "Saí com meus amigos." Ela disse "ok" e sentou pra ver TV comigo.
Não tava passando nada de bom na TV, então comecei a mudar de canal até achar alguma coisa legal. Como muitos sabem, em alguns canais a cabo costumam passar filmes eróticos, e pra minha sorte, enquanto mudava de canal, me deparei com um desses filmes, bem numa cena de sexo. Minha mãe reagiu na hora: "Isso é pornô, não sabia que passavam essas coisas na TV." Ahhh, e minha resposta idiota foi: "É um filme erótico, vários canais transmitem isso de madrugada." Ela me olhou, e aí eu percebi o que tinha dito, e pensei: "merda". Ela falou: "Então você assiste isso de noite, isso é muito errado." Eu respondi: "Não, só me deparei com isso várias vezes, além do mais, não costumo ver muita TV de noite." Ela, rindo, disse: "TV não, mas seu computador sim." Eu falei: "Não costumo ver esse tipo de coisa." Ela, rindo, disse: "Então por que você ainda não mudou de canal?" Aí mudei rapidinho enquanto ela ria e falou: "Só tava brincando, filho, além do mais, todo mundo sabe que... Os caras da sua idade veem muito pornô, é normal e não posso te proibir" — eu, meio sério, só falei "mãe". Ela respondeu: "ok, desculpa, vou voltar pra cama, então pode sim colocar seu filme de novo", enquanto saía rindo. Foi uma das poucas vezes que ela me enchia o saco por algo.
Depois daquele pequeno incidente com o filme pornô, chegou segunda-feira, pra começar tudo de novo. Durante toda essa semana não aconteceu nada, parecia que tudo tinha acabado, mas eu estava errado de novo. Chegou quarta-feira da semana seguinte, acordei mais cedo que o normal, às 5:30, porque tinha que organizar umas coisas pra uma apresentação que teria naquele dia, já que a noite não tinha dado tempo. Meu pai foi pro trabalho uns 15 minutos depois, eu já estava na mesa com tudo em ordem, já eram quase 6 horas, então tinha que ir tomar banho e me arrumar pra ir pra escola. No caminho pro meu quarto, vi que a porta do quarto dos meus pais estava meio aberta. Aproximei pra fechar e, na cama, estava minha mãe, ainda dormindo. Ela estava com a camisola, meio coberta, só coberta da cintura pra baixo, deixando as pernas de fora. Dava pra ver a calcinha dela. Fiquei parado um tempo olhando pra ela, pensando no que fazer. Queria entrar e ver mais de perto, mas ela podia acordar, então fiquei na vontade. Fechei a porta e fui tomar banho. Lá, pensei: "por que isso acontece, porra?", porque eu tinha uma mãe tão gostosa. Fiquei me perguntando isso enquanto tomava banho. Quando saí do banho, me troquei e tudo, já estava pronto pra ir. Quando saí do meu quarto em direção à sala, lá estava ela, na cozinha, já tinha levantado. Tinha trocado a camisola por uma camisa comprida que chegava até as pernas, cobrindo a calcinha só de leve. Ela tinha feito um café e me perguntou se eu não queria um antes de ir. Eu disse que não, tinha que ir, mas ainda faltavam 40 minutos pra começar as aulas. E ela disse: "certeza que não quer? Ainda tem tempo". Eu respondi: Preciso me encontrar com meu grupo mais cedo pra nossa apresentação" ela disse. "Tá bom" respondi. Mas quando abri a porta pra sair, ela me segurou e me olhou meio séria e disse: "Filho, você não viu mais nada hoje de manhã, viu?" Eu respondi: "Do que você tá falando?" Ela então deu um sorrisinho e disse: "Nada, esquece."
Eu sabia do que ela tava falando, então enquanto caminhava pra escola, ficava pensando: "Merda, ela tava acordada, como não percebi, que idiota."
A partir daquele dia, as coisas mudaram um pouco. Tudo que tinha rolado até então tinham sido só acidentes, mas ali viraram acidentes provocados.
No dia seguinte, aconteceu a mesma coisa, só que dessa vez foi ao contrário. Quando acordei, ela estava parada do lado de fora do meu quarto. Ao vê-la, perguntei: "Mãe, aconteceu alguma coisa?" E ela respondeu: "Não, nada. Acaso não posso ver meu filho enquanto ele dorme?" Depois disso, ela foi embora. Eu pensei: "Que foi isso? Será que ela tava se vingando do que aconteceu ontem?" Enfim, a manhã passou normal. Fui pra escola, dessa vez não a vi antes de sair, e assim continuou a manhã toda normal, até a tarde, quando cheguei em casa.
Ela estava usando um vestido de alcinha, que ia até as pernas. Eu me sentei na mesa da cozinha enquanto servia um suco. Ela estava no sofá vendo o programa dela. Enquanto estava lá, começou a cruzar as pernas e colocou a mão sobre a coxa. Com os dedos, pegou a ponta do vestido e começou a mexer um pouco, deixando as pernas mais à mostra. Era a coisa mais gostosa que eu tinha visto. Eu pensava: "Porra, que delícia." Ela virou pra mim e disse: "Ops, desculpa por isso, que descuido." Levantou com um sorriso e saiu de casa.
Eu, surpreso com o que tinha acontecido e com o tom da voz dela, me perguntava o que tinha sido aquilo. Mas, de qualquer forma, tinha sido algo sexy e eu tinha gostado.
Naquele mesmo dia, já de noite, umas 7 horas, ela estava de volta em casa. Papai também já tinha chegado do trabalho. Eu estava no meu quarto deitado na cama. Papai tinha entrado no chuveiro, quando... De repente ela entra no meu quarto e me pergunta: "Filho, você não viu?" Eu respondi: "O quê?" Ela começou a procurar no meu quarto, então perguntei: "O que você tá procurando?" Ela só disse: "Algo, me fala se você viu." Eu nem sabia do que era, então falei: "Me diz o que é." Mas ela não respondeu. Aí começou a andar em direção à cama, parou na frente dela, se virou e se deitou, procurando debaixo da cama. Quando se deitou, o vestido dela levantou, deixando ver o que ela usava por baixo. Era uma tanga branca, e a bunda dela se marcava muito bem. Então ela disse: "Você já viu, me fala se encontrou." Aí eu entendi direitinho. Fiquei surpreso com aquilo, então falei: "Sim, mãe, já encontrei." Ela, ainda deitada, mexeu um pouco os quadris, se levantou e disse: "Sabia que estava aí embaixo." Ela ainda falava com aquele tom de voz cativante. Então sorriu e foi embora. Antes de fechar a porta, disse: "Espero que você tenha uma linda noite." Não conseguia acreditar em tudo que tinha acontecido naquele dia. Tentei não pensar em nada relacionado a ela, e consegui. Mas no dia seguinte, algo forte começaria.
Era o último dia da semana, então já estava pronto pra sair como toda manhã. Quando saí do meu quarto, ela tinha acabado de sair do banho. A porta do quarto dela estava completamente aberta, e ela estava parada só com a toalha. Estava de costas pra mim. Ela sabia que eu estava atrás e que tava vendo, então, por algum motivo, soltou a toalha. Diferente da primeira vez, isso não tinha sido um acidente. Ela disse: "Upa, caiu a toalha." Levantou ela sem pressa nenhuma. Pude ver como ela se abaixava pra pegar. Aí colocou a toalha de novo e disse: "Filho, não sabia que você estava aí. Que vergonha você me ver assim de novo." Pela voz e pelo jeito que falou, sabia que não tava pedindo desculpa. Dessa vez, ela não estava envergonhada. Enfim, sem mais, já estava um pouco tarde, então tive que ir.
Sabia que ao chegar em casa tinha algo me esperando. Não sei por quê, mas pelo comportamento recente dela, eu Esperava, quando ela chegou estava com um shortinho e uma blusa meio justa, marcando o sutiã dela. Sentei no sofá ainda com meu uniforme escolar, ela disse: "Você parece meio cansado hoje, quer uma massagem?" e colocou as mãos nos meus ombros. Era muito gostoso. Ela falou: "Tá gostando? Já se sente melhor?" Eu respondi: "Sim, um pouco melhor, obrigado, mãe." Ela disse: "De nada." Aí sentou no mesmo sofá que eu.
Então perguntei: "Mãe, por que você tá vestida assim?" Ela respondeu: "Ué, não posso me vestir de forma sexy?" Eu falei: "Não é isso, é que nunca te vi assim." Ela disse: "Ah, bom, sou mulher e a gente às vezes se veste de um jeito mais sexy, embora isso não seja nada demais." Só olhei pra ela e falei: "Tá bem." Aí ela levantou as pernas e colocou em cima de mim e disse: "Sabe, filho, ser dona de casa também é um trabalho cansativo e muito chato. Você passa o dia inteiro aqui, cozinha, limpa tudo, e um monte de outras coisas. Além disso, é um trabalho de todo dia, e às vezes eu canso, mesmo que você e seu pai não percebam. Pelo menos vocês podem sair daqui e encontrar outras pessoas." Depois disso, ela falou: "Tô um pouco cansada, filho, você podia fazer uma massagem nos meus pés, por favor?" Eu não podia recusar, então aceitei.
Peguei um dos pés dela e comecei a massagear. Ela relaxou, fechou os olhos e soltou um suspiro. Continuei fazendo a massagem, peguei o outro pé e fiz a mesma coisa. Ela disse: "É tão bom, filho, você é um ótimo massagista." Eu sorri e falei: "É a primeira vez que faço isso." Ela respondeu: "Que bom, sou sortuda por ser a primeira mulher." Disse isso com um sorriso. Mas naquela massagem tinha algo a mais, porque ela estava muito relaxada de olhos fechados, mas eu estava ficando excitado. Então, enquanto segurava o pé dela, lentamente fui subindo minha mão, cada vez chegando mais alto. Parece que ela também sentia, porque reagia mexendo as pernas. Chegou num ponto em que a simples massagem no pé dela... Tinha chegado até a perna dela, eu ficava passando a mão toda, e ela só reagia, parecia que também tava ficando excitada, porque até sorria e às vezes até mordia os lábios. Até que ela reagiu e falou: “O que você tá fazendo? Acho que já deu por hoje”. Dessa vez notei que ela tava meio assustada, acho que tinha ficado excitada. Apesar do que ela tinha feito nos últimos dias, acho que se assustou porque podia ter terminado em outra coisa, e ela não se sentia totalmente segura, não sabia se era certo ou errado. Então ela se levantou e foi pro quarto dela. Não vi ela pelo resto do dia nem à noite.
Bem, vou parar essa história por aqui, não quero deixar muito longo, mas fiquem ligados que quando sair a terceira parte vai vir coisa boa.
Você já sabe: se gostou, comenta, e se tem alguma experiência parecida, conta aí nos comentários.
Depois de passar a noite batendo uma pensando nela e dedicar uma porra gostosa pra ela, chegou um novo dia.Levantei, saí do meu quarto, ela estava na cozinha preparando o café da manhã. Eu não sabia o que fazer nem o que dizer, só falei "bom dia". Ela respondeu do mesmo jeito, parecia que ainda estava envergonhada pelo que tinha rolado de noite.
A manhã foi bem normal, eu tentava não olhar pra ela. Sabia que o que tinha feito pensando nela era errado e não queria ter aquilo na minha cabeça, então voltei pro meu quarto. Pra espairecer, decidi sair com meus amigos. Foi tudo normal, voltei durante a noite, parecia que não tinha ninguém em casa, então sentei no sofá e liguei a TV.
Mas ela tava em casa sim, meu pai tinha saído. Ela saiu do quarto dela e falou: "Ah, é você, cadê você tava? Por que não falou pra onde ia?" Eu respondi: "Saí com meus amigos." Ela disse "ok" e sentou pra ver TV comigo.
Não tava passando nada de bom na TV, então comecei a mudar de canal até achar alguma coisa legal. Como muitos sabem, em alguns canais a cabo costumam passar filmes eróticos, e pra minha sorte, enquanto mudava de canal, me deparei com um desses filmes, bem numa cena de sexo. Minha mãe reagiu na hora: "Isso é pornô, não sabia que passavam essas coisas na TV." Ahhh, e minha resposta idiota foi: "É um filme erótico, vários canais transmitem isso de madrugada." Ela me olhou, e aí eu percebi o que tinha dito, e pensei: "merda". Ela falou: "Então você assiste isso de noite, isso é muito errado." Eu respondi: "Não, só me deparei com isso várias vezes, além do mais, não costumo ver muita TV de noite." Ela, rindo, disse: "TV não, mas seu computador sim." Eu falei: "Não costumo ver esse tipo de coisa." Ela, rindo, disse: "Então por que você ainda não mudou de canal?" Aí mudei rapidinho enquanto ela ria e falou: "Só tava brincando, filho, além do mais, todo mundo sabe que... Os caras da sua idade veem muito pornô, é normal e não posso te proibir" — eu, meio sério, só falei "mãe". Ela respondeu: "ok, desculpa, vou voltar pra cama, então pode sim colocar seu filme de novo", enquanto saía rindo. Foi uma das poucas vezes que ela me enchia o saco por algo.
Depois daquele pequeno incidente com o filme pornô, chegou segunda-feira, pra começar tudo de novo. Durante toda essa semana não aconteceu nada, parecia que tudo tinha acabado, mas eu estava errado de novo. Chegou quarta-feira da semana seguinte, acordei mais cedo que o normal, às 5:30, porque tinha que organizar umas coisas pra uma apresentação que teria naquele dia, já que a noite não tinha dado tempo. Meu pai foi pro trabalho uns 15 minutos depois, eu já estava na mesa com tudo em ordem, já eram quase 6 horas, então tinha que ir tomar banho e me arrumar pra ir pra escola. No caminho pro meu quarto, vi que a porta do quarto dos meus pais estava meio aberta. Aproximei pra fechar e, na cama, estava minha mãe, ainda dormindo. Ela estava com a camisola, meio coberta, só coberta da cintura pra baixo, deixando as pernas de fora. Dava pra ver a calcinha dela. Fiquei parado um tempo olhando pra ela, pensando no que fazer. Queria entrar e ver mais de perto, mas ela podia acordar, então fiquei na vontade. Fechei a porta e fui tomar banho. Lá, pensei: "por que isso acontece, porra?", porque eu tinha uma mãe tão gostosa. Fiquei me perguntando isso enquanto tomava banho. Quando saí do banho, me troquei e tudo, já estava pronto pra ir. Quando saí do meu quarto em direção à sala, lá estava ela, na cozinha, já tinha levantado. Tinha trocado a camisola por uma camisa comprida que chegava até as pernas, cobrindo a calcinha só de leve. Ela tinha feito um café e me perguntou se eu não queria um antes de ir. Eu disse que não, tinha que ir, mas ainda faltavam 40 minutos pra começar as aulas. E ela disse: "certeza que não quer? Ainda tem tempo". Eu respondi: Preciso me encontrar com meu grupo mais cedo pra nossa apresentação" ela disse. "Tá bom" respondi. Mas quando abri a porta pra sair, ela me segurou e me olhou meio séria e disse: "Filho, você não viu mais nada hoje de manhã, viu?" Eu respondi: "Do que você tá falando?" Ela então deu um sorrisinho e disse: "Nada, esquece."
Eu sabia do que ela tava falando, então enquanto caminhava pra escola, ficava pensando: "Merda, ela tava acordada, como não percebi, que idiota."
A partir daquele dia, as coisas mudaram um pouco. Tudo que tinha rolado até então tinham sido só acidentes, mas ali viraram acidentes provocados.
No dia seguinte, aconteceu a mesma coisa, só que dessa vez foi ao contrário. Quando acordei, ela estava parada do lado de fora do meu quarto. Ao vê-la, perguntei: "Mãe, aconteceu alguma coisa?" E ela respondeu: "Não, nada. Acaso não posso ver meu filho enquanto ele dorme?" Depois disso, ela foi embora. Eu pensei: "Que foi isso? Será que ela tava se vingando do que aconteceu ontem?" Enfim, a manhã passou normal. Fui pra escola, dessa vez não a vi antes de sair, e assim continuou a manhã toda normal, até a tarde, quando cheguei em casa.
Ela estava usando um vestido de alcinha, que ia até as pernas. Eu me sentei na mesa da cozinha enquanto servia um suco. Ela estava no sofá vendo o programa dela. Enquanto estava lá, começou a cruzar as pernas e colocou a mão sobre a coxa. Com os dedos, pegou a ponta do vestido e começou a mexer um pouco, deixando as pernas mais à mostra. Era a coisa mais gostosa que eu tinha visto. Eu pensava: "Porra, que delícia." Ela virou pra mim e disse: "Ops, desculpa por isso, que descuido." Levantou com um sorriso e saiu de casa.
Eu, surpreso com o que tinha acontecido e com o tom da voz dela, me perguntava o que tinha sido aquilo. Mas, de qualquer forma, tinha sido algo sexy e eu tinha gostado.
Naquele mesmo dia, já de noite, umas 7 horas, ela estava de volta em casa. Papai também já tinha chegado do trabalho. Eu estava no meu quarto deitado na cama. Papai tinha entrado no chuveiro, quando... De repente ela entra no meu quarto e me pergunta: "Filho, você não viu?" Eu respondi: "O quê?" Ela começou a procurar no meu quarto, então perguntei: "O que você tá procurando?" Ela só disse: "Algo, me fala se você viu." Eu nem sabia do que era, então falei: "Me diz o que é." Mas ela não respondeu. Aí começou a andar em direção à cama, parou na frente dela, se virou e se deitou, procurando debaixo da cama. Quando se deitou, o vestido dela levantou, deixando ver o que ela usava por baixo. Era uma tanga branca, e a bunda dela se marcava muito bem. Então ela disse: "Você já viu, me fala se encontrou." Aí eu entendi direitinho. Fiquei surpreso com aquilo, então falei: "Sim, mãe, já encontrei." Ela, ainda deitada, mexeu um pouco os quadris, se levantou e disse: "Sabia que estava aí embaixo." Ela ainda falava com aquele tom de voz cativante. Então sorriu e foi embora. Antes de fechar a porta, disse: "Espero que você tenha uma linda noite." Não conseguia acreditar em tudo que tinha acontecido naquele dia. Tentei não pensar em nada relacionado a ela, e consegui. Mas no dia seguinte, algo forte começaria.
Era o último dia da semana, então já estava pronto pra sair como toda manhã. Quando saí do meu quarto, ela tinha acabado de sair do banho. A porta do quarto dela estava completamente aberta, e ela estava parada só com a toalha. Estava de costas pra mim. Ela sabia que eu estava atrás e que tava vendo, então, por algum motivo, soltou a toalha. Diferente da primeira vez, isso não tinha sido um acidente. Ela disse: "Upa, caiu a toalha." Levantou ela sem pressa nenhuma. Pude ver como ela se abaixava pra pegar. Aí colocou a toalha de novo e disse: "Filho, não sabia que você estava aí. Que vergonha você me ver assim de novo." Pela voz e pelo jeito que falou, sabia que não tava pedindo desculpa. Dessa vez, ela não estava envergonhada. Enfim, sem mais, já estava um pouco tarde, então tive que ir.
Sabia que ao chegar em casa tinha algo me esperando. Não sei por quê, mas pelo comportamento recente dela, eu Esperava, quando ela chegou estava com um shortinho e uma blusa meio justa, marcando o sutiã dela. Sentei no sofá ainda com meu uniforme escolar, ela disse: "Você parece meio cansado hoje, quer uma massagem?" e colocou as mãos nos meus ombros. Era muito gostoso. Ela falou: "Tá gostando? Já se sente melhor?" Eu respondi: "Sim, um pouco melhor, obrigado, mãe." Ela disse: "De nada." Aí sentou no mesmo sofá que eu.
Então perguntei: "Mãe, por que você tá vestida assim?" Ela respondeu: "Ué, não posso me vestir de forma sexy?" Eu falei: "Não é isso, é que nunca te vi assim." Ela disse: "Ah, bom, sou mulher e a gente às vezes se veste de um jeito mais sexy, embora isso não seja nada demais." Só olhei pra ela e falei: "Tá bem." Aí ela levantou as pernas e colocou em cima de mim e disse: "Sabe, filho, ser dona de casa também é um trabalho cansativo e muito chato. Você passa o dia inteiro aqui, cozinha, limpa tudo, e um monte de outras coisas. Além disso, é um trabalho de todo dia, e às vezes eu canso, mesmo que você e seu pai não percebam. Pelo menos vocês podem sair daqui e encontrar outras pessoas." Depois disso, ela falou: "Tô um pouco cansada, filho, você podia fazer uma massagem nos meus pés, por favor?" Eu não podia recusar, então aceitei.
Peguei um dos pés dela e comecei a massagear. Ela relaxou, fechou os olhos e soltou um suspiro. Continuei fazendo a massagem, peguei o outro pé e fiz a mesma coisa. Ela disse: "É tão bom, filho, você é um ótimo massagista." Eu sorri e falei: "É a primeira vez que faço isso." Ela respondeu: "Que bom, sou sortuda por ser a primeira mulher." Disse isso com um sorriso. Mas naquela massagem tinha algo a mais, porque ela estava muito relaxada de olhos fechados, mas eu estava ficando excitado. Então, enquanto segurava o pé dela, lentamente fui subindo minha mão, cada vez chegando mais alto. Parece que ela também sentia, porque reagia mexendo as pernas. Chegou num ponto em que a simples massagem no pé dela... Tinha chegado até a perna dela, eu ficava passando a mão toda, e ela só reagia, parecia que também tava ficando excitada, porque até sorria e às vezes até mordia os lábios. Até que ela reagiu e falou: “O que você tá fazendo? Acho que já deu por hoje”. Dessa vez notei que ela tava meio assustada, acho que tinha ficado excitada. Apesar do que ela tinha feito nos últimos dias, acho que se assustou porque podia ter terminado em outra coisa, e ela não se sentia totalmente segura, não sabia se era certo ou errado. Então ela se levantou e foi pro quarto dela. Não vi ela pelo resto do dia nem à noite.
Bem, vou parar essa história por aqui, não quero deixar muito longo, mas fiquem ligados que quando sair a terceira parte vai vir coisa boa.
Você já sabe: se gostou, comenta, e se tem alguma experiência parecida, conta aí nos comentários.
5 comentários - História de incesto com minha mãe (parte 2)