Rompendo o cu da nili (22)

Os papéis tinham se invertido: eu corria atrás dela pra explicar o que aconteceu, e ela fugia de mim... agora ela queria conversar e eu queria fugir... na verdade, não queria ir embora... só queria dar uma lição do meu jeito... eu pedi as coisas na boa e ela não aceitou... agora ela ia me implorar pra eu comer ela, satisfazer ela...

Não ia deixar ela com o cu aberto, pulsando e as bundas gordas ao vento no meio do mato... imagina se eu deixo ela lá e aparece uma cobra (improvável) e entra onde eu devia entrar... ou algum sortudo perdido na floresta aproveitar daquela situação... nem pensar...

Eu só queria aproveitar da desgraça e do tesão dela... fui pro outro lado da árvore, onde estavam os peitos dela prestes a estourar e a cara cheia de pó, cabelo bagunçado e rosto louco de prazer...

- Vamos, Danny... ela implorava pra eu voltar e dominar ela com força.

Não deixei ela falar mais nada, puxei ela pelo cabelo e enfiei meu pau até a garganta, quase engasgando, fiz ela me chupar... quando ela recuperou o fôlego, segurou meu pau com as duas mãos, depois com uma, enquanto me puxava pela cintura pra eu não me afastar... mas eu me afastei...

- Não, onde você vai?... nãooo... ela gritou, vermelha de tesão.

Sem fazer barulho, fui pra trás dela e enfiei meu pau de novo até o fundo...

- Ai ai ai... ouuu... você rasgou meu cu... ouuu... ela reclamou, exagerando.

Não liguei pra reclamação dela, em pouco tempo iam virar gemidos de prazer, agradecimento, eu puxava as bundas gordas dela, abrindo o cu pra meu pau entrar sem obstáculo no rabo dela... enquanto, com o impulso, caíam as folhas dos galhos que prendiam ela.

- Assim... ohhh sim... uhmmm... ohhhh... ela gritava, louca, e eu adorava.

Cheguei a pensar que já fazia vários minutos que a Mili podia ter se soltado, mas não quis, só queria se entregar àquele doce martírio que ela tanto amava. Antes, o corpo dela se resignava a ser estuprado; agora, ela Ela se acomodou melhor na árvore pra receber minhas estocadas, com as costas arqueadas e levantando a bunda pra me receber melhor e até o fundo…

- Não aguento mais… ainda não… nãooo… uhmmm… por mais que resistiu, desfalecendo, ela acabou envolvida num orgasmo profundo que a fez tremer dos pés à cabeça…

- Quê?... É só isso?... reclamei, ainda irritado.

- Ai, nãooo… não dou mais… ufff…. uhmm… ela resfolegava, moída, aproveitando extasiada.

Não vim tão longe pra ir embora sem aproveitá-la ao máximo… faltava pouco pra eu me satisfazer, em parte seria cavalheiro e não abusaria mais da bunda dela, criminosa e analmente torturada. Me virei de novo pra frente dela, que, estourada de prazer, me olhava besta, vermelha e ofegante… então cometeria a última humilhação da tarde…

- Ai… Dany… não sei o que… tem seu pau… que me deixa… sem fôlego… Mili resfolegava.

- Agora você vai saber… respondi.

Ela abriu a boca numa expressão de espanto… o que aproveitei pra puxar a cabeça dela de novo e enfiar meu pau até a garganta, quase senti os lábios dela nas minhas bolas… vendo que ela se engasgava, soltei um pouco porque ela ainda não tinha se recuperado do orgasmo e respirava com dificuldade…

Quando se recuperou, Mili segurou meu pau de novo, dando uma chupada carinhosa, até limpar… mas eu não queria isso… eu queria completar o que ficou pela metade… então peguei a cabeça dela pelos lados… os cabelos por cima das têmporas e comecei a me masturbar com os lábios úmidos e carnudos dela…

- Uiii… cuidado… merd… quis avisar, mas era tarde demais, meu gozo inundou a boca dela.

Pelo prazer daquela fodida, com Mili presa me dando a bunda pra eu aproveitar, com todo o gosto de vingança que aquela fodida teve, me sentir ressarcido do que me acusavam… terminei numa descarga brutal de porra… que a pobre Mili acabou engolindo em parte…

Acho que na excitação do momento ela quis engolir tudo… mas quase se engasgou e acabou abrindo boca, deixando escapar parte do meu gozo, que escorria entre seus lábios e queixo… meu pau cuspiu mais um pouco de porra na bochecha dela…

- Caralho!…. Você goza tanto assim?... ela reclamou de forma engraçada quando recuperou a fala depois de engolir boa parte do meu leite.

Era a primeira vez que ela engolia meu gozo, acho que, como já tinha me chupado antes, conhecia o gosto e não fez tanto drama, nem sentiu nojo de fazer… o que também me pareceu excitante…

- É assim que você me deixa… a gente goza mais quando curte mais… tô espremido até o talo… respondi, ofegante e satisfeito.

Ela levou como elogio, sem dizer nada, sem limpar a barba do meu gozo nem as gotas de esperma na bochecha… simplesmente me puxou pelos quadris, pegou meu pau como se fosse um brinquedo e começou a limpar ele com muito carinho… parecia que a tempestade tinha passado… mas…

Ouvimos uns passos… merda… de novo… nem no mato deixam a gente transar em paz… pensei.

Mili de novo paralisada, não era como antes… ser pego pela Vane, pelo Javier ou por um professor… não é a mesma coisa que ser pego pelos pais… ela já tava sumida há um tempão desde que deixou os velhos no restaurante… será que tinham saído pra procurar ela?

Nesse caso, igual na garagem dos pais dela, a situação ia ser chocante… Mili espremida contra uma árvore, com a raba empinada, o cu pulsando e aberto, o short e a calcinha nos joelhos… claramente pareceria um estupro… e ainda por cima ela tava com meu pau na mão e meu gozo escorrendo pela boca, queixo e bochechas…

Que o velho dela me quebrasse na porrada e até me enterrasse no mato tava dentro do possível, mas… como será que a mãe dela reagiria?… talvez tivesse um infarto… ou ficasse com tesão e tudo terminasse numa orgia… mas isso era a última coisa que ia rolar…

Forcei com a Mili pra soltar ela, mas no nervosismo dela, não colaborava, ficava plantada… então resolvi guardar meu pau e, no desespero, tentei voltar. cobrindo ela com os galhos, camuflando ela… uma ideia idiota, vendo aquela bunda enorme dela no ar, toda vermelha do castigo que eu tinha dado… mesmo se outros pais nos encontrassem, amigos ou não do velho da Mili, a situação ia ser vergonhosa…

Mas dentro do susto da situação, eu agucei um pouco a audição… olhei pelo caminho atrás da Mili, por onde a gente veio… nem os passos nem o barulho vinham de lá… então de onde?

Aí eu virei o olhar pro rio… depois do desnível na nossa frente e das pedras, uns metros adiante, tava a margem do rio, uma beira de areia, por onde vinham dois jovens de mãos dadas e rindo… bom, pelo menos não eram os pais da Mili, pensei aliviado vendo que os jovens estavam longe.

Apertei mais a vista e reconheci eles… porra… eram o Guille e a Vane, agora pareciam mais românticos e melosos… acho que esse Guille, mais do que vir me ajudar com a Mili, queria um tempo a sós com a Vane… conquistar ela como sempre imaginei e não como tinha rolado no apê…

— São a Vane e o Guille? — perguntou a Mili do meu lado.

Merda… quase tive um infarto, como é que ela se soltou? Em vez de ficar lutando com os galhos em cima dela, dessa vez ela escolheu deslizar de lado na direção contrária ao começo dos galhos, e se soltou fácil. Depois ela me explicaria como foi parar enroscada ali…

Depois de fugir de mim, me deixando caído no chão depois do joelhada que me deu, ela pegou aquele caminho de descida instável, e enquanto descia pro rio ganhava velocidade, de repente virou pra ver se eu tava seguindo ela e aí perdeu o equilíbrio, foi longe e acabou batendo na árvore… talvez pelo impulso fez o tronco girar e destravou os galhos que acabaram prendendo ela pra minha sorte.

Enfim… continuando com os fatos… a gente via o Guille e a Vane sumirem de vez em quando entre as árvores e voltarem pra margem, talvez em cada escondida trocavam beijos…

— Tá vendo? — falei pra ela se convencer. — Te falei que foi o Guille que desvirginou ela, não eu. Ai, Danny… é que era difícil de acreditar… se coloca no meu lugar… o que você pensaria?... respondeu Mili, feito uma menina sendo repreendida, se justificando.

- Bom, agora se convence… falei calmo.

- Esses agora já tão viciados igual a gente… sentenciou Mili.

Não respondi, porque já tava me dando pena ver a cumeeira escorrendo no rosto dela, acho que o momento de prazer tinha passado. Peguei água e um lenço da minha mochila pra ela se limpar. Enquanto isso, lá embaixo, via o novo casal sentando na beira do rio, vendo o sol se perder devagar no horizonte.

Agora os bisbilhoteiros éramos nós… eu me recostei no tronco, coloquei a Mili na minha frente, abraçando ela pra sentir aquele rabão dela e não me atrapalhar a vista. Eles se beijavam sem desconfiar que a gente tava vendo… depois a Vane se deitou na areia, o Guille se deitou de lado por cima…

- Será que vão fazer?... disse Mili surpresa, porque a Vane tinha recusado o Guille por muito tempo.

- Sim… acho que demos um mau exemplo pra eles… falei.

- Kkkk… é, agora tão nos imitando, transando ao ar livre sem medo de serem descobertos… disse Mili.

Depois vimos o Guille tentando desabotoar a blusa dela e ela soltando o cinto, o zíper e, bom… o resto já era…

- Acho que já vimos o suficiente… vamos dar privacidade pra eles… falei.

- Sim… fico feliz por eles… disse Mili, e pensei que finalmente ela tinha resolvido a briga com a Vane.

- É… eu também… completei, pensando que a trégua e a paz tinham chegado.

- Mas nem tanto pelo Guille… insistiu Mili.

- Por que você diz isso?... perguntei curioso.

- Dá pra ver que o Guille ama ela, desde antes, mas ela… sei lá… disse Mili desconfiada.

- Acha que é uma ilusão temporária pra Vane, e que o Guille vai sair machucado…

- Não sei, Danny… essa mina é meio bipolar… não confio nela…

- Na real, ela também não me passa tanta confiança… confessei.

- É que eu duvido… que tenha mudado tão rápido… me explico.
- Bom… é assunto do Guille… falei.

No fundo, também podia ser que o Guille usasse a Vane pra satisfazer o ego dele, o capricho dele de ficar com uma mina rica como ele, mas de posição social melhor, pele clara e tal… no fim, cada um tem suas motivações… mas não conhecia o Guille o suficiente pra saber se o negócio dele era amor ou capricho.

- Você é amigo dele… tem que avisar que essa mina é metida, mimada, vingativa, chantagista, birrenta… disse a Mili.

- Ei, você tá me descrevendo uma mulher comum… falei debochando.

- Já, sabe do que tô falando, a Vane não é confiável… disse a Mili, falando sério.

- Tentei falar com o Guille, mas ele tá apaixonadão, acha que finalmente conseguiu conquistar a Vane e não ouve razão nem aviso… falei.

Peguei a mão da Mili e viramos as costas pro espetáculo que começava no rio… contornamos a árvore e do outro lado, a Mili não me deixou seguir… encostou as bundas infladas dela na árvore e me puxou pra eu olhar pra ela, com o sol se escondendo atrás… a Mili tava mais gostosa do que nunca…

- Me perdoa por ter desconfiado de você… disse envergonhada.

- Tá tudo bem… mas aprende a controlar seu ciúme e suas birras… falei.

- Prometo que vou… disse, eu devia ter rido na hora, mas queria acreditar nela.

- Se a gente quer que dê certo… falei, enfatizando o sermão.

- Ok… já entendi… você me xinga igual meu pai… disse sorrindo.

- Se não tiver comunicação… falei, continuando, tentando irritar ela.

- Já chega… sim… disse, entendendo a brincadeira, e me deu um tapa de brincadeira no ombro.

Depois me pegou pelas bordas da camiseta, minha namorada pequena mas mandona, ficou na ponta dos pés e me puxou pra baixo pra eu beijar ela… agora sim podia abraçar e beijar ela à vontade, a gente tava no meio do nada… sem medo de ser descoberto… tanto que os Os recatados do Guille e da Vane estavam transando a poucos metros da gente, na beira do rio…

Aí a Mili me soltou por um momento… tinha aquele brilho nos olhos e aquela olhada apaixonada que eu já conhecia:

- Cê acha que tem tempo pra mim?… pra fazer de novo?… perguntou a safada.

- Claro, amor… vamos mostrar pra esses novatos… falei, me referindo ao casal do rio.

- É, mas por ali não… acho que me rasgou ou algo assim… tá ardendo… reclamou do cu.

- Tá bem, gostosa… falei e comecei a beijar ela.

Não precisei falar ou fazer muito, a Mili sozinha começou a baixar o short, passando por baixo das pernas e chutando pra um lado… eu só precisei afrouxar um pouco a calça e abaixar o zíper.

Já tinha comido ela de quatro contra a árvore, agora me dava vontade de outra coisa… ela tinha escorregado um pouco na árvore, a parte de baixo das costas apoiada no tronco, as pernas lindas abertas e as coxas nuas me esperando, assim como a buceta excitada e molhada de novo…

- Mas como…?… ahhh… exclamou surpresa.

Num movimento rápido, passei minhas mãos por baixo das coxas dela e levantei, isso já respondia a pergunta dela de como seria dessa vez… as coxas foram escorregando até que a parte de trás dos joelhos ficasse apoiada nos meus braços, que iam abrindo as pernas dela… e aproximando a buceta ansiosa e meu pau duro…

- Ohhh… sim… que forte você é!… respondeu excitada.

O tesão tomou conta dela ao perceber que levantei sem esforço, como se fosse uma boneca. Algumas mulheres também respondem ao estímulo de um homem alto e forte que domina com vigor, pelo menos no começo… em parte se sentem protegidas, em parte dominadas… ela me olhava com cara de tesão…

- Uhmmm… sou sua… ohhh… exclamou rendida ao sentir meu pau enfiando na buceta dela.

Tinha entrado sem dificuldade nos lábios da buceta bem lubrificada. Ela estava presa entre a árvore e eu… peito… ela me segurava pelo pescoço, pelos ombros pra não escorregar… enquanto eu começava a montar nela, metendo contra a árvore.

A cada estocada, o corpo dela pulava, ela já tinha entrado no meu ritmo, se equilibrando com as pernas nos meus braços, com as costas e a cintura na árvore, me abraçando… ela me olhava de vez em quando com fascinação, quando não aguentava, me roubava beijos ofegantes com a língua…

- Como eu gosto que você me foda… uhmmm… ela exclamou, cheia de tesão.

No meio da excitação, ela me dava beijos no pescoço também, que me causavam cócegas, e eu soltei ela um pouco… ela escorregou… ao tentar se ajeitar, ela olhou pros nossos genitais… extasiada, via como meu pau de carne aparecia e desaparecia rápido dentro da buceta dela, isso aumentou o prazer dela e a loucura, ela queria aproveitar mais…

- Mete no meu cu… uhmmm… ela implorou

- Tem certeza?… perguntei, já que ela tinha dito que doía.

- Siim… por favor… faz issooo… exigiu a putinha.

As palmas das minhas mãos, que se apoiavam no tronco da árvore pra equilibrar as pernas dela, cansaram e eu sofri uns arranhões da casca da árvore… então me virei pra passar minhas mãos por baixo das nádegas carnudas dela… levantei ela um pouco mais até que o cu pulsante dela ficasse na mira do meu pau… sem mais enrolação, pra evitar que ela se arrependesse… comecei a enfiar…

- Ouuu… você rasgou meu cu… uhmmm… ela exclamou, meio satisfeita e meio dolorida.

Pra me mostrar a dor, ela cravou as unhas nas minhas costas… era justo, eu enfiava no cu da Mili e ela cravava as unhas em mim… nisso, minhas mãos já tinham se ajeitado melhor e puxavam as nádegas carnudas dela… sem dar chance pra mais reclamações, comecei a meter nela contra a árvore de novo…

- Uyyy… sempre vou deixar você me estuprar… uhmmm… ela gemia.

Ela queria que eu sempre pegasse ela pelo cu, que sempre a escravizasse, que a dominasse por aquele buraco apertado… os gemidos dela, os gritos e Frases me excitavam tanto quanto vê-la e comê-la… os lábios dela buscavam minha boca de novo, mais ainda minha língua… depois me olhava como uma safada… mais ainda via meu pau entrando e saindo do cu dela todo arrombado….

- Ai nãooo… nãooo… uhmmm…

Ela queria aproveitar mais aquela enfiada, mas imersa em tudo que via, tudo que sentia, acabou se aliviando num orgasmo brutal que fez ela se agarrar em mim com força, fazendo uma fricção gostosa com meu pau e sentindo os peitões dela me apertando, também não aguentei mais e descarreguei meu leite nos intestinos dela…

- Uiii… que delíciaaa… ufff… gritava satisfeita.

Mili continuava ofegante, contraída e agarrada no meu corpo, com os braços na minha cintura, parecia que não queria me soltar… ficava me beijando agradecida pela puta trepada que eu dei nela…

- Só você faz eu gozar tão gostoso… disse ela ofegante.

- E você também me provoca a mesma coisa… respondi e beijei ela.

Sentia que meu pau continuava cuspindo esperma dentro dela, a cada descarga ela se contraía e a língua dela transmitia as emoções dela. Era gratificante ter ela assim… com meu pau ainda enfiado no cu dela e os lábios, os peitos, os braços dela me transmitindo todo o amor dela…

- Danny… eu… eu… disse ela soluçando e ofegante.

- O que foi?... perguntei, em teoria estava tudo bem, mas com mulher a gente nunca sabe.

- Não zoa… mas eu… disse ela pela metade, antes não me deixava falar e agora gaguejava.

- Vai, me fala… insisti, tinha que arrancar as coisas dela a colheradas.

- Sinto que… disse ela e eu pensei que ela ia escorregar.

- O que você sente?... perguntei, além do meu pau.

- Eu te amo… disse ela com os olhos marejados.

- Ei… eu também sinto que te amo… respondi.

- Sério?... replicou Mili feliz com minha resposta.

- Claro… senão não teria vindo até aqui… falei.

- É que nunca senti isso, é diferente de uma ilusão… sinto aqui no coração, é bonito, mas também me dá medo… nunca contei pra ninguém… ela se confessou me abraçando.

Eu não podia dizer o mesmo, já tinha dito pra Viviana que amava ela. Lembrei vagamente das circunstâncias em que falei aquilo e senti uma certa melancolia. Ela era especial, mas de algum jeito a gente não se completava. A relação tinha ficado monótona e previsível, acho que me animava mais o fato dos meus pais aceitarem ela, ter uma certa segurança com ela, sem problemas nem medos em relação ao futuro.

Já com a Mili, apesar das brigas e confusões, eu me sentia mais vivo, mais à vontade na relação. Tinha mais adrenalina, mais jovialidade, mais energia de juventude, pra ir pra festas ou shows… a gente tinha mais coisas em comum além do sexo… eu também tinha medo de me arriscar, mas isso é natural, faz parte de toda relação… faz parte da vida…

Tava filosofando tão bem… mas falando em adrenalina… nunca tem paz… nem no meio do mato…

- Milagrossss…. Filhaaaa… ouviu-se ao longe uma voz feminina.

- Quem é?… perguntei curioso.

- Minha mãe… disse a Mili assustada.

- Onde você estáaaa?… Miliii… era uma voz masculina, eu conhecia.

- Meu pai… disse ela envergonhada.

- Teu velho… falei empalidecendo.

A gente tinha demorado muito, já tava escurecendo e, como suspeitei… os pais dela, preocupados, tinham saído pra procurar pelo caminho onde a viram sumir…

Já tinha escapado dele uma vez… espero que depois dessa eu também consiga contar a história…

Continua…

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