O relato que vou contar pra vocês começou assim. Depois dos meus primeiros contos, vários leitores me procuraram. Um deles, com quem eu me dei super bem, me perguntou se eu já tinha experimentado um gang bang com vários caras. A real é que eu já tinha participado de ménages e uma vez chegamos a ser quatro, um dos contos que postei (comida por 3 caras), mas esse foi meu limite. O que a gente conversou me deixou pensando.
Passaram dois dias dessa conversa, já tinha até esquecido do que a gente falou, quando ouço meu vizinho chegando, como toda quinta-feira, com os amigos do futebol. No total, costumam ser entre 7 e 8 caras. Umas duas vezes cruzei com eles quando entrava no meu apartamento, e os caras, todos tarados, me olhavam mal. Quando eu passava, eles calavam a boca e ficavam me encarando, aquele silêncio constrangedor, cochichavam entre si, mas eu sabia que estavam falando de mim.
Por dentro, me passou pela cabeça que meu vizinho e os amigos dele poderiam me ajudar a realizar essa fantasia. No dia seguinte, umas 3 da tarde, fui visitar meu vizinho. Fui vestida com um short branco bem apertado, sem calcinha, marcando bem a raba e minha buceta depilada — só de me olhar já dava pra ver como ela tava. Uma regata azul sem sutiã e descalça. Bati na porta dele. Meu vizinho abriu, quando me viu ficou vermelho e a voz saiu baixinha, ele não esperava ver a puta da vizinha dele vestida tão puta. Pedi licença pra entrar, ele deixou, e eu me sentei no sofá da sala. Ele fechou a porta e ficou do lado dela. Pedi pra ele sentar do meu lado e falei que ia fazer uma proposta, mas que primeiro ia dar uma amostra e depois ele decidia. Me ajoelhei na frente dele, abaixei a calça e a cueca dele, o pau já tava bem duro, de bom tamanho, uns 17 ou 18 cm, bem proporcionado. Peguei nos ovos dele e comecei a massagear enquanto olhava pra ele com minha cara de puta. Ele fechava os olhos e gemia pesado. O pau dele já tava no máximo, e eu enfiei a cabeça dele na minha boca, chupando gostoso. Ela e eu dava pequenos massagens com minha língua, aos poucos ia engolindo o pau dele, até chegar com meus lábios encostados nas bolas dele, comecei a masturbar ele com minha boca, meus lábios percorriam todo o tronco dele de cima pra baixo, quando menos esperava, ouvi ele começar a gritar de prazer e o corpo dele se contrair, até que ele gozou na minha boca, aguentou menos de 5 minutos. Jogou o corpo dele bem contra o encosto do sofá e a cabeça pra trás, me limpei com meus dedos os restos de porra que saíram da minha boca e enfiei o pau dele de volta na boca, dessa vez limpando a goza do pau e das bolas dele, continuei chupando até ele ficar bem duro de novo. Me levantei, tirei o short, e fiquei por cima dele com meus joelhos dos lados dele, pra montar nele que ainda tava sentado. Fiquei com meus peitos na cara dele, coloquei eles na boca dele pra ele chupar meus mamilos duros e com a mão direita peguei o pau dele e encaixei na entrada da minha pussy. Esfreguei meus lábios da buceta na cabeça do pau dele umas vezes e enfiei a cabeça dele pra dentro de mim. Comecei a montar ele bem forte, adorava o barulho do meu corpo batendo no dele, todo o trabalho era meu mas pelo menos tava comendo um pau gostoso, o cara gemia que nem um louco e eu também, meus peitos pulavam e ele tentava chupar eles como podia. Num momento ele explodiu e gozou dentro da minha pussy, ficou respirando muito pesado e eu continuei montando ele até ter meu orgasmo. Pobre coitado, parecia que tinham sugado toda a energia dele. Queria que ele arrombasse meu cu, mas dava pra ver que ele tinha chegado no limite pelo menos por enquanto e eu tinha que ir pra uma reunião. Sem sair da posição que a gente tava, contei pra ele que tava procurando um grupo de homens pra fazer um gang bang e se ele e os amigos dele tinham interesse a gente podia rolar. Ele falou que sim na hora, e que os amigos dele com certeza também, porque tavam tudo doido por mim e contavam as punhetas que batiam em minha homenagem. Combinamos que você me confirmava. Me vesti e voltei pra minha casa.
No dia seguinte, estava muito ocupada e esqueci completamente. Cheguei em casa depois da meia-noite e, debaixo da minha porta, tinha um bilhete. Dizia que já estava tudo certo, que esperava me ver em breve e, no final, escreveu o nome dele, Ezequiel. Por dentro, pensei: que puta que eu sou, dei pra ele gostoso e nem perguntei o nome.
Nesse dia, trabalhei só até o meio-dia e preparei meu quarto pra grande foda. Do jeito que deu, arrastei minha cama pro canto, pra deixar o máximo de espaço possível. No chão, coloquei vários lençóis pra não sujar o piso com os litros de porra que iam rolar naquela tarde. Quinta-feira, 10 de novembro, foi ontem mesmo que rolou meu primeiro grande gang bang.
Eu esperava eles às 4 da tarde, mas parece que trocaram o futebol por mim e chegaram pouco depois das 3. O timezinho de futebol tava lá, no total eram 7, incluindo meu vizinho. Recebi eles com uma roupa íntima minúscula: um sutiã e uma tanga extremamente pequena. Meus peitos marcavam tanto que parecia que iam explodir pra fora, e a tanga apertada tava toda enfiada no meu cu e encravada entre meus lábios da buceta.
Convidei eles pra entrar e pedi que levassem um espelho grande que tinha na sala pro meu quarto, porque queria ver quando me comessem. Contei como ia ser. Eu ia ficar de quatro no chão e eles iam me comer em ordem, pelo cu ou pela buceta — era escolha deles por onde meter. Enquanto um me comia, o próximo ia receber boquete pra ficar pronto e me foder por trás, assim em ordem. Quem precisasse descansar, deixava o próximo passar. Falei pra eles se organizarem na ordem. Discutiram uns minutos e o Ezequiel foi o primeiro.
Tirei minha roupa íntima e eles também se pelaram. Me ajoelhei na frente do Ezequiel e comecei a chupar ele. Quando ele ficou pronto, me coloquei de quatro na frente do espelho e falei pro próximo depois do Ezequiel que aproximasse o pau dele da minha boca. enquanto meu vizinho me comia pela buceta, eu tava chupando o próximo que ia me foder. Na primeira rodada, todos me comeram pela buceta, menos um, o nome dele era Martín, que foi o que mais me deixou com tesão, não só por tomar a iniciativa de me comer o cu, mas porque ele parecia muito seguro do que queria e, mesmo não sendo muito bonito, tinha uma presença excelente e transava excelente, não só encheu meu cu várias vezes, mas sabia como me foder e me agarrar, as mãos fortes dele quando me seguravam pela cintura me faziam ficar molhada. Depois da primeira rodada, já era uma bagunça, toda a minha buceta transbordava de sêmen, que escorria para fora e descia pelas minhas pernas até chegar nos lençóis no chão, que era uma verdadeira bagunça. Meu cu já tinha sido cheio de porra gostosa. Depois que Martín me comeu o cu, os outros se animaram e a segunda rodada foi toda anal, os sete me comeram de verdade pelo cu, sentir tanto sêmen dentro de mim me deu múltiplos orgasmos. Já na terceira rodada, alguns deixaram passar a vez, para respirar, mas em nenhum momento fiquei sem ser comida, sempre tinha uma rola dentro de mim, embora desse para ver que mal aguentavam, faziam o impossível para aguentar um pouco mais, já estava mais difícil para eles gozarem, mas mesmo assim continuavam me dando. Martín nunca parou, naquelas horas ele me comeu umas 6 ou 7 vezes, embora eu tenha perdido a conta. Mas ele me fodia também, me excitava ver o corpo fibroso e suado dele, ele me comeu quase sempre pelo cu, só uma vez ele me penetrou pela buceta, embora eu tenha curtido todas as investidas dele.
Eu adorava vê-los pelo espelho, nus e suados, esperando a próxima vez, conversando entre si, o cheiro de sexo no ambiente era extremo, um cheiro de suor com sêmen, realmente era um cheiro tão masculino que me fazia sentir muito puta. Meu corpo estava me matando de ficar naquela posição, de quatro, bem putinha, doía tudo, meu cu estava todo arrebentado, bem dilatado e ardia demais, me Doía as costas, os joelhos, a mandíbula, já estava travando de tanto dar o cu, mas ser tão puta e causar tanta tesão me fazia continuar aguentando. O chão debaixo dos meus joelhos era uma poça de porra. Contei até 34 gozadas dentro de mim, mas depois perdi a conta, acho que chegamos umas 40 ou por aí, mas não tenho certeza. Chegou a hora em que o Martín gozou no meu cu pela última vez e não tinha mais ninguém na fila. Oficialmente o gang bang tinha acabado, eram 20h25. Foi assim que terminou.
Tomaram banho um de cada vez, os que esperavam me ajudaram a limpar meu quarto e arrumar o cômodo. Antes de levarem o espelho de volta pra sala, me olhei no espelho e meu cu tava vermelho e bem dilatado, enfiei dois dedos lá dentro e tirei eles cheios de porra que chupei. Um dos caras se soltou e me chamou de puta sem pensar, "puta" escapou na hora, ele disse na sequência. Sorri pra ele pra mostrar que não tava irritada, mesmo eu concordando com ele. Às 21:20, eles foram embora, mas antes de sair, fui dando meu souvenir pra cada um: um beijo de língua e uma calcinha fio dental minha.
Bom, esse foi meu primeiro gang bang, não dei muitos detalhes do gang bang pra não encher o saco de vocês, mas se tiverem alguma dúvida, respondo com prazer.
Beijos pra todos.
Passaram dois dias dessa conversa, já tinha até esquecido do que a gente falou, quando ouço meu vizinho chegando, como toda quinta-feira, com os amigos do futebol. No total, costumam ser entre 7 e 8 caras. Umas duas vezes cruzei com eles quando entrava no meu apartamento, e os caras, todos tarados, me olhavam mal. Quando eu passava, eles calavam a boca e ficavam me encarando, aquele silêncio constrangedor, cochichavam entre si, mas eu sabia que estavam falando de mim.
Por dentro, me passou pela cabeça que meu vizinho e os amigos dele poderiam me ajudar a realizar essa fantasia. No dia seguinte, umas 3 da tarde, fui visitar meu vizinho. Fui vestida com um short branco bem apertado, sem calcinha, marcando bem a raba e minha buceta depilada — só de me olhar já dava pra ver como ela tava. Uma regata azul sem sutiã e descalça. Bati na porta dele. Meu vizinho abriu, quando me viu ficou vermelho e a voz saiu baixinha, ele não esperava ver a puta da vizinha dele vestida tão puta. Pedi licença pra entrar, ele deixou, e eu me sentei no sofá da sala. Ele fechou a porta e ficou do lado dela. Pedi pra ele sentar do meu lado e falei que ia fazer uma proposta, mas que primeiro ia dar uma amostra e depois ele decidia. Me ajoelhei na frente dele, abaixei a calça e a cueca dele, o pau já tava bem duro, de bom tamanho, uns 17 ou 18 cm, bem proporcionado. Peguei nos ovos dele e comecei a massagear enquanto olhava pra ele com minha cara de puta. Ele fechava os olhos e gemia pesado. O pau dele já tava no máximo, e eu enfiei a cabeça dele na minha boca, chupando gostoso. Ela e eu dava pequenos massagens com minha língua, aos poucos ia engolindo o pau dele, até chegar com meus lábios encostados nas bolas dele, comecei a masturbar ele com minha boca, meus lábios percorriam todo o tronco dele de cima pra baixo, quando menos esperava, ouvi ele começar a gritar de prazer e o corpo dele se contrair, até que ele gozou na minha boca, aguentou menos de 5 minutos. Jogou o corpo dele bem contra o encosto do sofá e a cabeça pra trás, me limpei com meus dedos os restos de porra que saíram da minha boca e enfiei o pau dele de volta na boca, dessa vez limpando a goza do pau e das bolas dele, continuei chupando até ele ficar bem duro de novo. Me levantei, tirei o short, e fiquei por cima dele com meus joelhos dos lados dele, pra montar nele que ainda tava sentado. Fiquei com meus peitos na cara dele, coloquei eles na boca dele pra ele chupar meus mamilos duros e com a mão direita peguei o pau dele e encaixei na entrada da minha pussy. Esfreguei meus lábios da buceta na cabeça do pau dele umas vezes e enfiei a cabeça dele pra dentro de mim. Comecei a montar ele bem forte, adorava o barulho do meu corpo batendo no dele, todo o trabalho era meu mas pelo menos tava comendo um pau gostoso, o cara gemia que nem um louco e eu também, meus peitos pulavam e ele tentava chupar eles como podia. Num momento ele explodiu e gozou dentro da minha pussy, ficou respirando muito pesado e eu continuei montando ele até ter meu orgasmo. Pobre coitado, parecia que tinham sugado toda a energia dele. Queria que ele arrombasse meu cu, mas dava pra ver que ele tinha chegado no limite pelo menos por enquanto e eu tinha que ir pra uma reunião. Sem sair da posição que a gente tava, contei pra ele que tava procurando um grupo de homens pra fazer um gang bang e se ele e os amigos dele tinham interesse a gente podia rolar. Ele falou que sim na hora, e que os amigos dele com certeza também, porque tavam tudo doido por mim e contavam as punhetas que batiam em minha homenagem. Combinamos que você me confirmava. Me vesti e voltei pra minha casa.
No dia seguinte, estava muito ocupada e esqueci completamente. Cheguei em casa depois da meia-noite e, debaixo da minha porta, tinha um bilhete. Dizia que já estava tudo certo, que esperava me ver em breve e, no final, escreveu o nome dele, Ezequiel. Por dentro, pensei: que puta que eu sou, dei pra ele gostoso e nem perguntei o nome.
Nesse dia, trabalhei só até o meio-dia e preparei meu quarto pra grande foda. Do jeito que deu, arrastei minha cama pro canto, pra deixar o máximo de espaço possível. No chão, coloquei vários lençóis pra não sujar o piso com os litros de porra que iam rolar naquela tarde. Quinta-feira, 10 de novembro, foi ontem mesmo que rolou meu primeiro grande gang bang.
Eu esperava eles às 4 da tarde, mas parece que trocaram o futebol por mim e chegaram pouco depois das 3. O timezinho de futebol tava lá, no total eram 7, incluindo meu vizinho. Recebi eles com uma roupa íntima minúscula: um sutiã e uma tanga extremamente pequena. Meus peitos marcavam tanto que parecia que iam explodir pra fora, e a tanga apertada tava toda enfiada no meu cu e encravada entre meus lábios da buceta.
Convidei eles pra entrar e pedi que levassem um espelho grande que tinha na sala pro meu quarto, porque queria ver quando me comessem. Contei como ia ser. Eu ia ficar de quatro no chão e eles iam me comer em ordem, pelo cu ou pela buceta — era escolha deles por onde meter. Enquanto um me comia, o próximo ia receber boquete pra ficar pronto e me foder por trás, assim em ordem. Quem precisasse descansar, deixava o próximo passar. Falei pra eles se organizarem na ordem. Discutiram uns minutos e o Ezequiel foi o primeiro.
Tirei minha roupa íntima e eles também se pelaram. Me ajoelhei na frente do Ezequiel e comecei a chupar ele. Quando ele ficou pronto, me coloquei de quatro na frente do espelho e falei pro próximo depois do Ezequiel que aproximasse o pau dele da minha boca. enquanto meu vizinho me comia pela buceta, eu tava chupando o próximo que ia me foder. Na primeira rodada, todos me comeram pela buceta, menos um, o nome dele era Martín, que foi o que mais me deixou com tesão, não só por tomar a iniciativa de me comer o cu, mas porque ele parecia muito seguro do que queria e, mesmo não sendo muito bonito, tinha uma presença excelente e transava excelente, não só encheu meu cu várias vezes, mas sabia como me foder e me agarrar, as mãos fortes dele quando me seguravam pela cintura me faziam ficar molhada. Depois da primeira rodada, já era uma bagunça, toda a minha buceta transbordava de sêmen, que escorria para fora e descia pelas minhas pernas até chegar nos lençóis no chão, que era uma verdadeira bagunça. Meu cu já tinha sido cheio de porra gostosa. Depois que Martín me comeu o cu, os outros se animaram e a segunda rodada foi toda anal, os sete me comeram de verdade pelo cu, sentir tanto sêmen dentro de mim me deu múltiplos orgasmos. Já na terceira rodada, alguns deixaram passar a vez, para respirar, mas em nenhum momento fiquei sem ser comida, sempre tinha uma rola dentro de mim, embora desse para ver que mal aguentavam, faziam o impossível para aguentar um pouco mais, já estava mais difícil para eles gozarem, mas mesmo assim continuavam me dando. Martín nunca parou, naquelas horas ele me comeu umas 6 ou 7 vezes, embora eu tenha perdido a conta. Mas ele me fodia também, me excitava ver o corpo fibroso e suado dele, ele me comeu quase sempre pelo cu, só uma vez ele me penetrou pela buceta, embora eu tenha curtido todas as investidas dele.
Eu adorava vê-los pelo espelho, nus e suados, esperando a próxima vez, conversando entre si, o cheiro de sexo no ambiente era extremo, um cheiro de suor com sêmen, realmente era um cheiro tão masculino que me fazia sentir muito puta. Meu corpo estava me matando de ficar naquela posição, de quatro, bem putinha, doía tudo, meu cu estava todo arrebentado, bem dilatado e ardia demais, me Doía as costas, os joelhos, a mandíbula, já estava travando de tanto dar o cu, mas ser tão puta e causar tanta tesão me fazia continuar aguentando. O chão debaixo dos meus joelhos era uma poça de porra. Contei até 34 gozadas dentro de mim, mas depois perdi a conta, acho que chegamos umas 40 ou por aí, mas não tenho certeza. Chegou a hora em que o Martín gozou no meu cu pela última vez e não tinha mais ninguém na fila. Oficialmente o gang bang tinha acabado, eram 20h25. Foi assim que terminou.
Tomaram banho um de cada vez, os que esperavam me ajudaram a limpar meu quarto e arrumar o cômodo. Antes de levarem o espelho de volta pra sala, me olhei no espelho e meu cu tava vermelho e bem dilatado, enfiei dois dedos lá dentro e tirei eles cheios de porra que chupei. Um dos caras se soltou e me chamou de puta sem pensar, "puta" escapou na hora, ele disse na sequência. Sorri pra ele pra mostrar que não tava irritada, mesmo eu concordando com ele. Às 21:20, eles foram embora, mas antes de sair, fui dando meu souvenir pra cada um: um beijo de língua e uma calcinha fio dental minha. Bom, esse foi meu primeiro gang bang, não dei muitos detalhes do gang bang pra não encher o saco de vocês, mas se tiverem alguma dúvida, respondo com prazer.
Beijos pra todos.
22 comentários - Mi primer gang bang
¿de donde sos?
¿yo puedo coger con vos?