Parte 1: Preso por um Cosplay (Trap)

Tudo começou num dia em que meus amigos e eu fomos convidados pra um churrasco. Foi uma reuniãozinha entre jovens da cidade, e, embora a maioria nem conhecesse metade dos convidados, tinha gente como eu que praticamente não conhecia ninguém além das pessoas com quem tinha chegado no local.

O organizador, que era um cara bem habilidoso pra puxar papo e conseguia manter o clima animado sem muito esforço, veio nos cumprimentar assim que chegamos. Com um sorriso, lembrou a gente do valor combinado da vaquinha pras bebidas alcoólicas que a gente pretendia tomar noite adentro.

A gente era dos primeiros no lugar, mas isso não me surpreendeu nem um pouco. Mesmo tendo passado pra pegar uns amigos na casa deles, era óbvio que, mesmo se quiséssemos ficar um tempão batendo papo em cada casa que parávamos, não daria pra atrasar nem um pouco.

Olhando sem muito interesse pra porta de entrada, por onde via um pessoal chegando. De repente, não pude deixar de reparar numa certa mina. Ela tinha cabelo liso, comprido e preto como a noite. Os olhos dela eram cor de carmim. Na hora percebi que eram lentes de contato. Algo que me chamou ainda mais atenção do que os olhos extravagantes dela, e que foi a primeira razão pela qual não conseguia tirar os olhos dela por um tempão. Era o fato de que ela tava usando uma fantasia de Cosplay de Neko-maid. Atrás dela vinham dois caras que também estavam com cosplays parecidos. Então deduzi que tinham acabado de chegar de uma convenção e não tiveram tempo de trocar de roupa.

A gostosa olhou pra mim umas duas vezes, e nossos olhares foram se cruzando cada vez mais até que eu criei coragem pra ir falar com ela. Não sem antes dar um belo gole na minha bebida preparada, que tinha uma boa porcentagem de álcool.

A bela maid, ao me notar me aproximando dela, virou. Me viu um pouco surpresa e aparentemente ansiosa. Não parava de me olhar com aqueles olhos, como se fosse começar a chorar a qualquer momento. Tinha que admitir, isso só a deixava mais gostosa.

Não pude fazer nada além de colocar um sorriso gentil no rosto enquanto estendia um copo com a mesma bebida que eu estava tomando, mas com uma concentração de álcool bem menor.

Ela hesitou um pouco em aceitar o que eu segurava na mão, mas no final pegou devagar. E eu, na minha mente, continuava pensando em como os gestos tímidos dela a deixavam linda pra caralho. Infelizmente, não conseguia decidir se esse comportamento era real ou só uma interpretação da personagem que ela estava vestindo. Bom, uma coisa não anulava a outra.

— Oi, posso sentar com você?

Ela olhou pro lugar vazio ao lado dela e assentiu lentamente.

— Desculpa pelas palavras, mas desde que você chegou, não consigo parar de reparar como você é linda.

Quando terminei de falar, não consegui evitar desviar o olhar do rosto dela por causa do quão cafona minhas palavras soaram. Embora... acho que vi um sorrisinho se formar por um instante, mas já não consegui mais manter meus olhos nos dela.

Um silêncio constrangedor nos afogou em nossos pensamentos por alguns momentos. Entre um gole e outro, ouvindo a música, percebi que tinha começado uma das minhas favoritas. Quase por reflexo, exclamei:

— Ah! Amo essa música.

Ela reagiu ao comentário repentino com um barulhinho estranho, quase imperceptível, mas que me fez saber que tinha se assustado um pouco. Na hora, levou os dedos finos até a boca para cobri-la e, me pegando totalmente desprevenido, se aproximou de mim. Ficando tão perto que eu podia sentir o ombro dela roçando suavemente no meu.

Meu olhar então se fixou nos amigos com quem ela tinha chegado. Percebi que eles pareciam estar muito ocupados tentando pegar outras minas que eu não conhecia. E sendo totalmente rejeitados. o que não pude evitar achar graça, e dei uma risadinha ao vê-los agora abrindo outra garrafa de uísque.

Castigando minha divagação como um raio furioso sobre uma árvore, lembrei da garota ao meu lado, que eu tinha ignorado por apenas alguns segundos.

O rosto dela estava tão perto do meu que quase dei um pulo pra trás. Derramei um pouco do líquido do meu copo na mão, mas sem perder de vista aquele olhar hipnótico, que eu não entendia de onde tinha surgido.

Logo senti algo que me fez abrir os olhos até o máximo. A mão dela deslizava ágil pelo meu jeans, parando pouco antes de chegar na minha virilha. Enquanto isso, a boca dela ficava a milímetros da minha, com um sorriso safado no rosto, mantendo a distância certa pra eu sentir o calor que a respiração dela exalava.

Me recuperando da desconexão que meu cérebro tinha sofrido, juntei nossos lábios num beijo meio bruto, mas que rapidamente deu lugar a um beijo apaixonado, onde nossas línguas se procuravam.

Naquele momento, decidi explorar as coxas lindas dela com minha mão livre. Subindo devagar desde acima do joelho daquela sirvienta tão gostosa.

Infelizmente, não consegui me aventurar nem até a calcinha dela, porque ela parou o avanço da minha mão meio exaltada.

Ela negou com a cabeça uma vez e, sem dizer uma palavra, me segurou firme pelo pulso. Me arrastou até um canto afastado do grupo, onde, graças à escuridão da noite, a gente conseguia ficar invisível pra qualquer um que tentasse nos ver a certa distância.

Assim que nos certificamos de que estávamos sozinhos, nossas línguas foram direto buscar sua recompensa.

Coloquei minhas mãos na cintura dela e continuei meu trabalho incansável de explorar todo o interior da boca dela.

Depois de vários minutos, minha atenção se fixou naquele pescoço lindo dela, que, quando nossas bocas se separaram por um momento, comecei a lamber e beijar de leve. e eroticamente, sempre medindo a reação dela a esse estímulo.

Do lado dela, eu só conseguia ouvir pequenos gemidos abafados de prazer. Isso incentivou minha luxúria. Deslizei minhas mãos até a bunda dela, examinando minuciosamente aqueles glúteos firmes e redondos que tanto esperei tocar, mas que nunca imaginei apertar daquele jeito, pelo menos não tão rápido.

Longe de tirar as mãos como há pouco, ela começou a abrir minha calça, retomando os beijos.

Fuçando entre minhas calças, não demorou pra libertar meu pau da prisão apertada.

Sumindo da minha visão, senti a língua dela tocando minha glande, se movendo em círculos rapidamente.

Coloquei suavemente minha mão sobre a cabeça dela. Mal conseguia vê-la, embora não sentisse necessidade. Principalmente porque, quando ela começou a chupar a cabeça inteira do meu membro, conseguiu me derreter e me deixar só na expectativa do próximo passo.

Segurando meu pau com força, notei que ela se levantou e se virou, me dando as costas. Claro que entendi as intenções dela com isso. O que foi confirmado quando, com a mão que ainda segurava minha virilidade, começou a direcioná-lo pra entrada do cu dela. E, usando a outra mão, puxou pra o lado a calcinha que cobria aquela caverninha proibida. Que eu, sem dúvida, estava disposto a profanar.

Depois de algumas tentativas de penetrar a porta dos fundos sem sucesso, percebemos que o pouco líquido pré-seminal na ponta do meu pau não ia ser suficiente pra lubrificar. Quase certo de que ela não tinha trazido nenhum lubrificante pra uma situação dessas, fiquei tentado a forçar a entrada. Mas tirei essa ideia da cabeça na hora.

Ainda sem dizer uma palavra, minha parceira de loucura enfiou, sem aviso, dois dedos dentro da minha boca. Me surpreendendo pra caralho com esse ato tão impulsivo. Mas não reclamei, porque, de novo, entendi o que ela queria fazer.

Assim que tirou os dedos, Dedos se introduziram calmamente entre as nádegas dela.

Ajoelhei num pé só e comecei a lamber em volta do lugar onde os dedos dela estavam cravados. Lambendo de esquerda pra direita e de cima pra baixo, não demorou muito pro lugar ficar cheio da minha saliva, prontinho pra entrada de algo maior que aquele grupinho de dedos finos.

Quando a bunda dela ficou livre, eu soube que era a hora. Levantei, mas não sem antes passar a língua de novo, como despedida daquele gosto tão excitante que tinha se alojado na minha boca.

As pulsações que vinham da minha entreperna logo foram transmitidas pro interior da minha intrigante companheira desconhecida. A gente se mexia no ritmo da música que ecoava lá longe. Comecei a me cravar nela só um pouquinho e devagar. Depois de vários minutos, foi inevitável o ponto em que minha pica toda ficou totalmente coberta num segundo, pra sair num piscar de olhos e voltar com força.

Os gemidos excitantes da maid ousada tinham chegado num ponto em que precisavam ser abafados com as duas mãos. De vez em quando, ela virava a cabeça pra me dar um beijo molhado. Isso era só um fragmento de segundo, porque os dedos dela não podiam se afastar muito tempo dos lábios pra evitar chamar a atenção dos nossos amigos ou de algum desconhecido ocasional.

Pra minha má sorte, e como se fosse culpa minha por ter pressagiado com meus pensamentos uma situação ruim, um grupo de minas se ouvia se aproximando da direção onde todo o barulho se concentrava.

Nessa situação, eu já tava embriagado pelo inverossímil e pelo morbidão da parada. Como resultado, investi com mais rapidez que antes e sem parar. Isso fez com que um gemido moderadamente alto escapasse.

As minas não demoraram a murmurar entre si, discutindo a origem e até o significado daquilo. Num certo ponto, duas minas deduziram que era alguém encrencado e aceleraram o passo bem na direção nosso endereço.

Meu coração queria pular do peito ao me imaginar exposto junto com essa garota na frente de tantas outras desconhecidas. Logo notei um olhar petrificado direcionado a mim. Eram os olhos da empregada na minha frente. Que, com um olhar de terror parecido com o meu naquele momento, me perguntava indiretamente o que faríamos se fôssemos descobertos. E eu não conseguia responder.

Quando sentimos que tudo tinha acabado pra nós, uma voz mais autoritária, vinda de trás do par assustador que estava prestes a nos descobrir, gritou as palavras:

— Parem, idiotas, voltem aqui!

— Mas, Nadia, você não vê que alguém pode estar em apuros?

As garotas recuaram pra falar com essa tal Nadia, que tinha conseguido pará-las.

— Não sei se vocês notaram que alguns casais estão sumidos aí dentro.

Aquilo foi como um som de anjos protetores, nos dando uma segunda chance pra não fazer merda por tesão. Um sorriso leve apareceu nos nossos rostos, junto com uma expressão de alívio. Mas sem deixar sumir toda a safadeza que ainda carregávamos.

Tanto que um último empurrão bastou pra terminar o que tínhamos começado tão imprudentemente.

Tudo acabou num clímax em que não nos separamos nem um pouco. Pelo contrário, me enfiei ainda mais fundo nela, puxando os quadris dela com força contra minha virilha. Ela aceitou de boa e começou a fazer sons de prazer com a boca ainda tampada.

Quando tudo terminou, ela limpou o leite que escorria do buraquinho dela pelas pernas e arrumou a roupa.

Sem dizer uma palavra, me deu um beijo na bochecha e se afastou de mim.

Naquele momento, não consegui entender a natureza das ações dela. Será que fui só um passatempo? Uma aventura escondida do namorado? Só um impulso sem pensar nas consequências, do qual devíamos simplesmente esquecer?
Continua…



Parte 2

1 comentários - Parte 1: Preso por um Cosplay (Trap)

Parte 1: Preso por um Cosplay (Trap)

Buenísima historia y muy bien relatada, me morderé los codos hasta leer la continuación.

Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos.