Festa no Country 2: Noite de Tesão

Martín levantou a Sofía, segurando ela pela bunda e ela passou as pernas, enroscando nele. Assim, segurando ela no ar, Martín tateou como pôde um camisinha enquanto ela devorava a boca dele. Parou só pra rasgar o plástico com os dentes e caminhou até uma parede; quase caíram com alguma coisa no chão que nem notaram, mas ele apoiou ela na parede e assim liberou uma mão pra colocar a camisinha.

Sofía, enquanto isso, continuava mordendo ele, beijando, arranhando as costas dele; assim que Martín ficou pronto, baixou um pouco a Sofía e entrou nela... ela era apertada, musculosa. As pernas que se cruzavam nas costas dele eram finas, mas fortes.

Assim, com ela pendurada nele, de costas contra a parede, Martín começou a meter. Sofía acompanhava, empurrava com as pernas, apertava as costas dele. Começaram devagar, mas fundo; Sofía sentia cada centímetro dentro dela, como entrava e saía.

Depois de um tempo, quando Sofía sentiu que Martín tava cansado, falou "Vamos pra cama". Sem sair dela, ele levou ela até a borda e sentou com ela por cima. Mas ela empurrou ele suavemente pra trás, deixando ele deitado com as pernas pra fora da cama. Ela se virou e começou uma cavalgada de costas pra ele, olhando de vez em quando de forma sedutora por cima do ombro.

Martín tava no céu; desse jeito, ele podia ver a bunda dela quicando e podia descansar um pouco. Sofía sabia exatamente como cavalgar uma pica; quicava, parava, girava o quadril, colocava ritmo, mas não deixava ele gozar. Pouco depois, ela se reclinou um pouco pra trás e ele sentou de novo. Agora ela quicava em cima dele, se apoiando nas costas dele, e ele aproveitou pra morder o pescoço dela, enquanto com uma mão batia uma pra ela e com a outra apalpava os peitos dela. Sofía tremeu e gozou, quase quebrando a própria regra de não fazer barulho.

Ao sentir que ela tava gozando, Martín pediu pra ela parar. Levou ela até o sofá e pediu pra ela se abaixar, se segurando no encosto. Sofía se Agachou, abrindo as pernas e arqueando as costas. Assim, Martín entrou por trás, metendo nela já num ritmo bom. Sofia sentia aquela sensação quente se espalhando pelas pernas aos poucos, que anunciava um orgasmo dos bons, quando sentiu um dedo de Martín procurando a bunda dela. Ela não disse nada, e ele, molhando o dedo com os fluidos dela, foi enfiando devagar na bunda, dilatando enquanto serrava ela por trás.

Pouco depois já eram dois dedos, e o calor aumentava; Sofia gemia, cada vez mais entregue. Quando faltava pouco, Martín saiu dela; Sofia olhou estranhada, mas ele se ajoelhou atrás dela e começou a chupar a buceta dela enquanto tocava o clitóris dela. Ver ele ali e sentir a língua de novo fez ela gozar e, tremendo, acabou de novo.

Agora sim Sofia se sentia meio cansada, mas não tinha conseguido fazer Martín gozar de novo. Se deixou cair no chão e só deixou a bunda empinada; Martín simplesmente passou a língua da buceta dela pra bunda dela. Sofia disse "cê gosta que eu me abra assim?" enquanto separava as nádegas; um grunhido foi a única resposta.

Martín esperou Sofia começar a mexer o quadril, sinal de que tava esquentando de novo. Aí, com a lubrificação que vinha na camisinha e os próprios sucos de Sofia, apoiou, olhando pra ela. Ela disse as palavras que todo homem quer ouvir: "vai, faz direito esse rabo, essa bunda é toda sua".

Sofia sentiu a pressão mais redonda do pau de Martín entrando na bunda dela. Como sempre, doeu um pouco, mas passou na hora; tava super entregue. Martín, no entanto, não quis começar bruto. Não só aquela bunda inspirava respeito, mas também, embora fosse claro que não era a primeira nem a décima vez que tinham feito ela, ainda assim era apertada. Foi devagar até onde sentiu resistência, tirou um pouco e voltou, curtindo a sensação e a visão de Sofia no chão, adorando ser comida de cu. Sofía realmente se sentia entregue, adorava que ele estivesse metendo nela, mas tava meio desconfortável naquela posição contra o chão. Ela falou "deixa eu ficar de quatro" e sentiu ele saindo devagar. Assim que ficou na posição, sentiu ele penetrando de novo e procurou ele com as mãos; quando sentiu as pernas musculosas dele, se agarrou nelas e arqueou pra trás, com a ajuda dele. Virou a cabeça o máximo que pôs e beijou ele, enquanto sentia o pau apertando na bunda dela.

Martins tava louco; sentir ela rebolando, ver ela mesma se empalando deixou ele muito excitado. Sentiu que Sofía pegou uma das mãos dele e colocou na buceta dela; tava toda molhada. Ele enfiou os dedos de novo e ela se esfregava no clitóris ao mesmo tempo... Martins sentiu ela morder o lábio dele e tremer. Ela tava gozando de novo e a bunda apertava tanto o pau que Martins achou que não aguentava mais.

Sofía se deixou cair e ele saiu. Ele perguntou "onde você quer a porra?" e ela respondeu "na boquinha, me dá tudo". Martins só conseguiu tirar a camisinha quando ela já tava se jogando no pau dele de boca aberta, mas não deu tempo; ver ela assim fez ele explodir e um jorro grosso caiu nos lábios dela. Depois ela conseguiu chupar ele e Martins se sentiu sumir naquela boca gulosa, que deixou ele completamente seco.

Martins se deixou cair, exausto, enquanto ela se lambia toda feito uma puta, limpando o pau dele inteiro e depois limpando os próprios lábios. Com um sorriso, ela deitou no peito dele e sussurrou no ouvido "mmmm... obrigada, tava com sede".

Sorrindo, Martins abraçou ela e mordiscou, pensando que da próxima vez tinham que se encontrar num hotel onde os dois pudessem gemer... essa porra de foder em silêncio ia ser uma tortura chinesa. Mas olhou pra ela e pensou... ou talvez não.

2 comentários - Festa no Country 2: Noite de Tesão

amigolo -1
Excelente relato. Van puntitos. Tremenda cogida se mandaron.
Gracias!