TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHÁ-LA COM A COMUNIDADE PORINGUEIRA
Loli, a maduraEu estava super feliz com tudo de bom que tinha acontecido e ainda mais feliz porque finalmente era sexta-feira e estava convencido de que o fim de semana seria fabuloso, pelo menos tentaria fazer com que fosse assim. Cheguei na academia, conversei com meus colegas e minhas colegas, depois preparamos tudo para abrir. Começou a chegar gente como nos outros dias, era quase um ritual, a chegada, a ordem em que chegavam... chegaram como minhas colegas de trabalho diziam, "minhas garotas" vieram muito faladeiras. Na que eu mais prestava atenção era na Bea, queria ver como ela reagia. Percebi que era como se nada tivesse acontecido, embora seu olhar me esquadrinhasse com outros olhos. Já a Tina não era assim, era só me ver e ficar toda corada.
Durante as aulas aconteceu o que normalmente acontecia, piadas, frases com duplo sentido, todas muito corajosas, mas como sempre eu, como se não as ouvisse. A que mais me fez rir naquele dia pela sua ousadia foi a Bea, que de repente disse... "Carlos... com certeza muito lerele, mas depois pouco larala" e riu. Ela me olhou descaradamente e notei muita malícia nos seus olhos. Eu segui a brincadeira e não aconteceu mais nada, a aula terminou com um clima muito bom, me despedindo delas até segunda e desejando um bom fim de semana, como sempre foram para os vestiários em grupo, quando vi que a Bea se virou, olhou e veio para a área onde eu estava, vi sua toalha e peguei para dar a ela, ela quase sussurrando me perguntou se na segunda, poderíamos conversar cinco minutos fora dali, respondi que, sem problemas, que a gente combinava.
Fui para casa e antes de planejar o que faria naquele fim de semana, comi e comecei a revisar alguns trabalhos que estavam pendentes. Quando já estava há um tempo, deu vontade de uma horchata bem gelada ou um bom granizado, me espichei na varanda e vi que a varanda da cafeteria estava completamente vazia, então decidi descer para tomar alguma coisa, aproveitando que não tinha gente, imaginei que estariam na praia. Coloquei os Documentos em uma pasta e desci. No mesmo portão encontrei minha vizinha Bárbara e, antes que ela começasse com suas gracinhas, eu disse que, se visse que em uma semana não levassem os estudos a sério, contaria aos pais dela e aos da amiga, para que procurassem outro professor. Ela jurou por tudo que é sagrado que iam estudar. Eu disse que logo veríamos e fui embora.
Quando cheguei à cafeteria, o dono estava mais dormindo do que acordado. Pedi uma horchata e saí para sentar na varanda. Ele me trouxe a bebida e ficou conversando comigo. Fechei a pasta que levava para não ser rude com o homem e fiquei ouvindo ele por um bom tempo. Ainda bem que tudo parou quando chegou mais gente. Entre toda a gente que chegou, veio um casal de uns 35 a 40 anos, com o filho. Eu a conhecia de vista, ela era bem gostosa, tinha um corpo voluptuoso, era alta e, pelo que ouvi, bastante extrovertida. Ele eu conhecia de jogar futebol, mas nunca jogamos no mesmo time; nos cumprimentávamos quando nos víamos, de maneira cortês e educada, mas sem nenhum tipo de relação. O cara parecia "andar sobre as águas", um pouco prepotente. Não sabia onde trabalhava, mas sabia que, onde fosse, era diretor, por alguns comentários que ouvi.
Ele me cumprimentou como sempre, cortês, mas frio. Ao lado da mulher, parecia pequenininho. Era aquele típico casal que a gente vê e pensa "não combinam", e foi isso que pensei. A mulher acompanhou o menino para atravessar uma rua pouco movimentada, levando-o até uns balanços que havia ali. Ela usava uma saia jeans acima dos joelhos, um suéter bem fininho e justo, com decote e manga curta. E umas sandálias com um salto pequeno, que levantavam uma bunda de deixar tonto. Eu olhava de forma despretensiosa, mas sem tirar os olhos dela.
Depois de um tempo, quando voltou e sentou com o marido, notei uma certa tensão entre os dois. Pelo que consegui ouvir, eles vinham de almoçar na casa dos pais dela e não tinha ido muito A comida tava boa. Eu sabia que ele se chamava Isidro e ali descobri que ela se chamava Loli. Fiquei cuidando dos meus papéis e tomando minha horchata. Eu, como sempre, quando descia lá ficava num canto. Ela se levanta e vai comprar cigarro na máquina que ficava na entrada, quando uns caras da minha idade, talvez um pouco mais velhos, começaram a falar merda pra ela, mesmo achando que eram elogios, como não era comigo, continuei na minha. Mas pude observar que o marido não falava nada, fingia que não tava vendo.
Ela voltou pra mesa e os caras continuaram na mesma, cada vez mais brutos nos comentários. Ela sentou do lado do marido e falou algo sério no ouvido dele, mas ele não fez nenhum gesto. Eles se aproximaram da mesa e, com muita cara de pau, pediram um cigarro. O marido ia dar um e ela, pegando o maço de cigarro com raiva, disse... "Merda nenhuma, que comprem o deles, não tem respeito nenhum". Isso irritou quatro deles. Começaram a xingá-la de tudo, metida, esnobe, que a única merda ali era ela... e o marido com voz suave falou... "Vamos, rapazes, se acalmem que essas coisas no final ficam feias e a gente sabe no que dá". Aí começaram a implicar com ele também.
Enquanto tudo isso acontecia, eu fui ficando mais nervoso até que não aguentei e, mesmo nunca tendo brigado, nem na escola, não sei se por causa do meu tamanho ou o que, mas nunca. Fui até eles e disse que já tava bom, que fossem embora dali, que estavam incomodando. Quando o mais metido me disse... "Você nunca tomou um soco na cara?" lembrei do que um amigo meu muito brigão falava, que num caso desses eu devia dar o primeiro soco no bocão, que os outros iam pensar duas vezes. Respondi que nunca tinha tomado um soco, mas que, se naquele dia fosse pra ser, então que fosse, e enquanto falava isso me levantei.
O cara, não sei se por estar com os amigos, veio pra cima de mim decidido e com os outros atrás, não pensei e dei um bom soco que o espatifou no chão, eu pensei que tudo ia acabar ali, mas como eu estava enganado e como meu amigo também estava, aí começou uma verdadeira briga generalizada, com porradaria por todos os lados. Na real, dentro do possível, me saí bem, tudo acabou quando o cara da cafeteria disse que tinha chamado a polícia. Todo mundo saiu correndo. Eu estava sangrando um pouco pelo nariz, tinha tipo uma picada na cabeça, que tava saindo sangue, mas era mais pelo barulho do que pela quantidade de sangue.
O dono da cafeteria me disse pra entrar que ele tinha um kit de primeiros socorros. A primeira coisa que fiz foi ir ao banheiro me olhar no espelho pra ver o que era na cabeça e era o que eu tinha sentido com os dedos, tipo uma picada, imaginei que fosse de algum anel ou coisa parecida. Coloquei um pouco de algodão no nariz pra estancar o sangue, quando vejo a Loli chegando com um grande sorriso, me agradecendo e pegando a água oxigenada, um pouco de algodão, ela queria me curar. Eu disse que não precisava e ouvi a voz do marido dela me dizendo pra deixar, que ela era muito boa cuidando de ferimentos, eu não via ele porque o banheiro era tão pequeno, que eu estava sentado na privada e ela em pé, com a porta meio aberta, mas ele continuava falando, tentando diminuir o que tinha acontecido, que com certeza eles teriam ido embora se a gente não tivesse dado atenção, blá, blá, blá...
Ela ouvindo o marido fez uma careta de desagrado, que foi quase imperceptível, mas eu percebi. Loli me disse que talvez agora arda um pouco, eu respondi que podia ir em frente. Que ninguém me pergunte o porquê, porque eu não sei e depois pensei muito nisso, sem chegar a nenhuma conclusão, simplesmente aconteceu. Quando ela colocou o algodão encharcado na ferida da cabeça, eu passei minha mão por baixo da saia dela, tocando descaradamente suas coxas e depois de acariciá-las um pouco, subi a mão até em cima. Chegando na sua bucetinha. Tudo isso enquanto o marido não parava de falar, que eu não sei ela, mas eu não ouvia nada. Quando minha mão chegou lá no topo, levantei um pouco a cabeça e, enquanto ela mantinha a mão sobre a minha, eu encarava seus olhos enquanto apalpava ela descaradamente. Ela nem sorria, nem ficava séria, só nos olhávamos. Quando consegui afastar sua calcinha, meus dedos brincaram com sua bucetinha, que estava encharcada. Em certo momento, o marido espiou pela fresta da porta — por mais que ele tivesse se inclinado, era impossível ver minha mão, porque a porta escondia —, mas eu aproveitei para enfiar dois dedos dentro dela. A única coisa que ela disse foi para ele não empurrar mais a porta e que já estava quase pronta. Pouco depois, ela saiu e eu agradeci. Devolvi o kit de primeiros socorros ao cara da cafeteria, e ele disse que tinha colocado um novo copo de horchata, por conta da casa. Quando fui voltar para minha mesa, vi que estava ocupada, mas Isidro falou… “Tranquilo, não se preocupe, suas coisas estão aqui e eu passei o que você estava tomando para nossa mesa, pra você ficar com a gente” e depois completou… “Como sei que você mora sozinho, Loli e eu decidimos que você janta conosco hoje”. Dava pra ver que ele era um cara bem decidido, pelo menos nisso — daqueles típicos que estão acostumados a mandar e pronto. Mas também notei que a cara da mulher era de “não me perguntaram nada”. Tentei me esquivar, dizendo que às sextas eu costumava sair e que ia ficar muito tarde, mas ele respondeu que não tinha problema, que em casa dele a gente jantava cedinho. No final, aceitei e marcamos para daqui uma hora. Levei os papéis pra casa e passei numa confeitaria pra comprar alguma coisa, um agrado. Indo pra casa deles, fiquei pensando que, se ela quisesse mais, ficaria mais “à vontade” em casa, tipo, mais safada. Mas quando a vi, ela estava vestida exatamente igual. Me decepcionou um pouco, mas nem tudo ia ser do jeito que eu queria. Estávamos na sala, ela estava pondo a mesa, eu tentei ajudar, mas Isidro não… ele permitiu, mas ele nem fez menção de ajudar. Ela, com ironia, me disse que tanto faz, que o marido dela tinha as mãos muito delicadas. Ele começou a soltar aquele discurso de que trabalhava muitas horas, que tinha que se esforçar muito... e ela, enquanto ele ia de um cômodo a outro, com bastante sarcasmo me disse... "Agora vem a parte de que é o diretor mais jovem..." uma vez sentados à mesa.
ISIDRO - Porque a mim ninguém deu nada de graça. Tudo foi graças ao meu esforço. Estudar em vez de ficar de bobeira como outros. Trabalhava e estudava.
EU - Cara, isso aí muitos fazem.
ISIDRO - Que nada, não são tantos assim não. Olha, eu fui o diretor mais jovem da minha empresa (vou omitir qual, mas é bem conhecida) também me sacrifiquei me mudando de cidade. (Era exatamente o que a mulher tinha acabado de me dizer, pelo visto era costume dele repetir a mesma história)
LOLI - Você não se sacrificou sozinho não, que eu também. Tive que deixar meu emprego, lembra?
ISIDRO - Mas não vai comparar ser administrativa com ser diretor, por favor.
EU - Cara, tudo conta, não é a mesma coisa estar trabalhando e ter que ficar em casa. O sacrifício da sua mulher também é importante.
ISIDRO - Mas ela tem uma vida super confortável.
EU - Mas...
LOLI - Não continua, Carlos, porque por mais que você explique ele não vai querer entender.
A criança estava dormindo à mesa, ele se levantou e a levou para dormir. Aproveitei para ajudar a Loli a limpar a mesa e ela disse que não precisava, mas não dei bola e ajudei. Na cozinha não me contive e toquei na bunda dela por cima da saia, ela novamente não disse nada, nem fez menção de se afastar. Mas também não colaborou, era uma situação estranha. Isidro apareceu na cozinha e, me olhando sério, disse... "Isso é coisa de mulher", por dentro pensei que ele merecia um chute na boca. Não me contive e falei... "Como um homem jovem, culto como você pode dizer uma barbaridade dessas?" Ele só me respondeu... "Você é muito jovem, ainda vai você vai entender"
Como ela fumava e ele não, a gente tinha que sair pra varanda pra fumar. Mesmo já estando praticamente de noite, eles tinham o toldo abaixado, imagino que pra evitar olhares indesejados. Nos sentamos na varanda e ela acendeu um cigarro. Quem falava praticamente o tempo todo era o Isidro, era daqueles que gosta de ouvir a própria voz. Passou por todos os assuntos, até que me perguntou se eu tinha namorada, pra responder ele mesmo, dizendo "ah, você mora sozinho". Aí falou que era melhor pra mim, porque uma vez que te pegam e têm um filho, toda a atenção vai pros filhos e à noite na cama, sempre dá dor de cabeça, rindo à toa, gargalhadas exageradas. Mas o único que tava rindo era ele. Eu olhei pra ela e ela fumava tranquilamente e com cara de irritação, o telefone fixo da casa tocou, ela deixou o cigarro no cinzeiro e se levantou, eu através das cortinas, como tinha luz dentro e fora não, pude ver como ela pegou o telefone e falou pouco, deixando o fone em cima do móvel. Dizendo pro marido que era o irmão dela.
Ela foi até o telefone e se sentou numa poltrona. Ela pegou o cigarro de novo. Eu disse pra ela se sentar mais perto, ela me olhou e se levantou, quando chegou na minha altura, eu fiz ela parar, ficando em pé. Fiz de novo a mesma coisa que à tarde, com a única diferença que ela se virou, olhando pra sala da casa dela e que abriu mais as pernas. Continuou fumando como se não fosse com ela. Teve um momento que ela apoiou um braço no batente da porta de vidro. Agora com as duas mãos, desci um pouco mais a calcinha, o suficiente pra não ter obstáculos. Chupei e ensalivei bem meu polegar direito e enquanto com a outra mão não parava de tocar seu clitóris, levei o dedo até a entrada da sua buceta.
Foi a primeira reação que aconteceu, ela não queria deixar, "Por aí não, esquece isso" ela disse séria. Minha resposta foi... "Cala a boca e fica de vigia, que eu vou fazer o que eu quiser" e foi o que fiz e ela só reclamou um pouquinho quando sentiu o dedo dentro, que além Não fui nada sutil ao fazer isso. Combinei os movimentos das duas mãos perfeitamente, pude ver a cinza caindo no chão, até que de repente, nervosa, ela se afastou dizendo: "Lá vem ele".
Quando entrei na varanda, ela disse que o irmão dela viria agora para ajudá-la em uma questão fiscal do negócio dela. Foi quando descobri que o irmão morava no prédio ao lado. Ele me perguntou o que eu queria beber e eu disse que não bebia, que um café estava bom. Ele disse que cafés eram coisa da esposa dele, foi pegar a taça e Loli me perguntou como eu queria meu café. Eu respondi: "Tanto faz como você servir, mas te quero sem calcinha e sem sutiã. Mas o seu café, que seja sem porra, porque isso eu coloco eu mesmo, pra você não colocar tudo".
Foi o primeiro sorriso que ela deu e foi embora. Enquanto Isidro e eu estávamos sozinhos na varanda, o irmão chegou e ela o apresentou. Loli trouxe uma bandeja com café, colocou as xícaras e ficou sem porra. O marido olhou para ela e disse: "Olha só como você é desastrada". Ela respondeu: "Não se preocupe, já coloco a porra". Depois que tomaram o café, eles se desculparam e foram para outro cômodo onde ele tinha uma espécie de escritório. Eu já tinha notado que ela não estava de sutiã e rapidamente pude perceber que não estava usando nada por baixo.
Eu disse que ela me deixava com o pau duríssimo por estar tão molhada assim, e ela me disse que a culpa tinha sido minha, que ela ficou assim quando me viu brigar por ela, que deu um tesão enorme, não como a merda do marido que ela tinha. E ela disse: "Se vamos fazer alguma coisa, que seja agora, porque, embora eles sempre demorem muito, não vá ser que hoje terminem antes". Eu já estava com o pau duro como um pedaço de pau. Disse para ela se sentar, ela me pediu para virar a cadeira para a sala, para ver melhor e controlar, mas não olhou para meu pau.
Me posicionei como ela disse e ela me deu as costas, foi se agachar. Eu posicionei bem meu pau para acertar de primeira, quando ela começou a... Percebendo-a, escapou-lhe um suspiro dizendo... "Caralho... o que é que você tem aí, minha nossa, que besta" Muito besta, mas ela sentou quase de repente. Entrou com muita facilidade. Passei minhas mãos por baixo do seu moletom e agarrei bem seus peitos. Depois de acariciá-los por um tempo, comecei com seus mamilos. Apertando e soltando, essa mulher não dizia nada, mas seu corpo dizia tudo. Dava pra ver que ela estava muito excitada, imaginava também que, pelo tesão da situação, ali na varanda e podendo ser pega. Enquanto sentia ela tocando o clitóris e gozando de uma maneira desenfreada, mas sem fazer nenhum barulho, só ofegava bastante, jogando-se para trás, colando suas costas no meu peito, esticando as pernas e deixando todo seu peso contra meu corpo.
Ela se levantou de repente e me olhou, dizendo...
- Foi incrível, mas pode ser melhor, você tem coragem de me foder na frente do meu marido? Ou você tem medo.
- Medo eu não tenho, se pra ele tanto faz pra mim também. Não vai ser o primeiro ménage que faço.
- Você não entendeu, foder na frente dele, mas sem a participação dele, é uma fantasia e eu tô com muita vontade.
- Explica melhor, que eu me perdi.
- Então foder enquanto ele tá dormindo, no nosso quarto.
- Eu estaria disposto, mas se ele acordar, se acordar e ficar de gracinha, os tapas que não levaram esta tarde, eu vou ter que dar, você tem consciência disso?
- Não acho que seja necessário, embora ele mereça bem, pelo que aconteceu à tarde e por muitas outras coisas, mas já te digo que não será necessário. Tenho uns comprimidos que vão deixá-lo KO.
- Isso me dá uma sensação ruim, imagina se faz mal pra ele.
- Hahaha, já testei com ele e te garanto que ele não percebe. Quando ele tem um dia muito pesado eu dou pra ele à noite e ele fica fora de jogo. Você pode fazer o que quiser comigo que nada. Além disso, vou deixar você tentar tirar minha virgindade do cu, que esse imbecil quer fazer desde antes de casarmos.
- Bom, se você tá tão segura... Loli esvaziou duas cápsulas do remédio em um copo e deixou de lado. Os dois irmãos saíram e, depois de conversar um pouco, Loli perguntou se preparava outra bebida. Isidro disse que sim, mas o irmão recusou, dizendo que já ia embora. Pude ver como Loli trocou de copo e colocou a bebida nele.
Enquanto Isidro tomava sua bebida e Loli tomava outra, eu disse que já ia embora, que tinha um compromisso. Mas Isidro insistiu para eu aguentar mais um pouco, só meia horinha. Respondi que tudo bem, só meia horinha mesmo. Ele já tinha tomado o copo inteiro e fui vendo como cada vez mais ele tinha dificuldade para formar frases, como os olhos iam se fechando, até que de repente ele ficou ali sentado, em uma das poltronas grandes, dormindo feito uma pedra. Começou a roncar baixinho.
Nós continuamos conversando como se nada estivesse acontecendo e, em certo momento, ela se levantou. Deu tapinhas no rosto dele e disse: "Você sabe que hoje à noite você vai ser um corno total, né? O bum vai me desvirgar com um pau muito maior que o seu." O marido não disse nada. Ela me falou que já voltava, que ia fechar a porta do quarto do filho, pois não queria que ele ouvisse. Quando ela saiu, desconfiado, pensando que podia ser um plano dos dois, me aproximei de Isidro, levantei suas pálpebras, peguei seu pulso e pude confirmar que ele estava totalmente dopado.
Quando ela voltou, estava com um roupão bem curto, dava praticamente para ver a bunda, e trouxe um pote de creme hidratante, o que me deixou claro que ela estava disposta a tudo. Assim que chegou, me deu um beijo animal. Era óbvio que ela estava totalmente desinibida e que aquela situação a deixava fora de controle. Ela desabotoou minha calça rapidamente e se agachou para tirá-la, depois, como se fosse um presente, foi tirando minha cueca devagar. Nunca ninguém tinha feito isso assim. Ela mordia por cima, acariciava, e eu sentia ele ficando cada vez mais duro, e por ser branca, marcava ainda mais.
Quando ela o libertou, começou a lamer com veneração, começando pelos ovos que eu enfiava na boca dela, lambendo-os de um jeito muito prazeroso para mim, para depois percorrer todo o tronco, até chegar na cabecinha e, depois de lamber bem, enfiar tudo na boca, de um jeito que em alguns momentos ela dava até ânsia de vômito, que animal eu era.
Algo parecido eu já tinha feito numa situação similar, mas nunca desse jeito. Ela tirou o roupão e era um espetáculo soberbo vê-la nua, tanta voluptuosidade era desconhecida para mim. Ela foi até o sofá onde o marido estava e se posicionou ao lado, deixando a bunda empinada e então me disse, olhando para mim: "Não fica esperando, me fode na frente desse corno, ele merece e eu também mereço ser fodida por um pau assim."
Era incrível como ela escorria, meu pau entrava na sua buceta como uma faca quente na manteiga, era como se tivesse sido feito sob medida para mim. Que suavidade, era impressionante. Ela repetia para mim uma e outra vez que nunca tinha estado tão excitada, tão molhada. E era verdade, eu sabia que foderia aquele cu sem nenhum problema, isso já não me preocupava, mas queria saber até onde ela estava disposta a ir. Inclinei um pouco enquanto a fodia, até pegar bem seus mamilos e disse que ia apertá-los até ela pedir para parar. Ela não disse nada, chupou meus dedos e depois de acariciá-los por um tempo, fui apertando pouco a pouco, aumentando a intensidade até que ela me dissesse para parar, mas ela não falava nada.
Era surpreendente o que ela aguentava, não lembrava de ter feito isso com ninguém com tanta força, mas percebia que quanto mais forte, mais ela gemida e mais rebolava. No final parei, não tive coragem de continuar assim. Ela, com voz ofegante, disse: "Porra, tínhamos combinado que era eu quem tinha que dizer quando você parava, você fraquejou, aaaaaah..." Ela ficou um pouco irritada e, para me livrar da situação, disse que agora continuaria, mas que estava com vontade de fazer algo com a bunda de uma puta daquelas e comecei a dar palmadas, batendo bem... tapas na bunda, ela deixava, mas de repente, com o mesmo tom de voz de tesão, me disse que com um cinto seria melhor. Cada vez eu ficava mais surpreso.
Percebia como ela ficava mais excitada a cada momento, achando que estava ultrapassando os limites, até que ela gozou e de que maneira, mexeu até a cabeça do marido enquanto fazia isso e disse que aquilo sim era um homem, não ele. Depois que gozou, desceu do sofá e foi pegar meu cinto, tirou da minha calça e me entregou, colocando a bunda novamente na posição em seguida. Como me viu indeciso, ela disse que, se eu queria o cu dela, antes tinha que preparar.
Hesitei bastante, até que ela, me provocando, perguntou se eu era um bundão como o marido dela. E a safada abriu as nádegas para que eu visse bem aquele buraquinho tão apertado que ela tinha. Aquilo foi a gota d'água e não pensei mais. Minhas dúvidas acabaram. Comecei com cintadas suaves e ela gemeu, mas conforme aumentei a força, seus gemidos eram desconhecidos para mim, mas tenho que dizer que estavam me deixando com muito tesão, fora de mim. A bunda, que estava branquíssima por causa das marcas do biquíni, já estava super vermelha, parecia que tinha tomado sol e queimado.
Ela queria rudeza, então ia ter. Nem perguntei, me aproximei dela e acariciei sua bunda, devia estar tão sensível que ela soltava pequenos queixidos. Coloquei meu pau na entrada do seu cu e ela disse para usarmos lubrificante. Quando ela foi se mexer para pegar o frasco, não permiti e dei duas tapas fortes na sua bunda, ordenando que ficasse quieta e disse... "Já que vejo que você gosta de dor, vou te foder o cu a seco, sem nada e calada" – dessa vez, eu tinha ganhado.
Seria a primeira vez que foderia um cu assim, ainda mais sendo a primeira vez dela. Fui enfiando sem tantas precauções como de costume. Ela me xingava, reclamava, mas a putinha movia a bunda para trás, enfiando ela mesma mais do que eu... Eu meti, então enfiei de uma vez só e ela curtiu pra caralho, o que me deixou perplexo. Agarrei aqueles quadris poderosos, me dedicando a socar ela sem parar, ouvindo ela xingar o marido com todo tipo de palavrões e insultos degradantes.
Até que nós dois gozamos e ela só ficava dizendo que barbaridade, como dava pra sentir a porrada, que eu era um animal. Depois que tirei de dentro, ela disse que precisava beber algo gelado e eu disse que também queria, do jeito que estava ela foi pra cozinha e depois, da porta da sala, mostrou uma lata de refrigerante e fez sinal pra eu acompanhar. Ela disse pra não fazer barulho e fomos pro quarto dela. Lá dentro, trancou a porta e nos deitamos, enquanto bebíamos os refris, ela me contou que fazia anos que não curtia assim. Que com o marido nunca. Só com um namorado bem mais velho que ela teve quando era bem novinha.
Ela me disse que além de ter ficado com tesão com a briga, ficou ainda mais com a minha cara de pau enquanto me tratava, que sabia que poderia ser excitante e não tinha se enganado. Disse que antes de eu ir embora tinha que me pedir um favor duplo. Eu disse sim sem pensar. Era que ela queria que eu a comesse na cama de casal dela e que quando eu percebesse que ela estava com muito tesão, colocasse duas pregadeiras nos mamilos, tirando em seguida. Eram duas pregadeiras de madeira de estender roupa. Fiquei meio arrepiado, mas ela insistiu muito e me deixei convencer. Na hora ela já estava me dando um boquete exagerado, enfiando até a garganta, aguentava como ninguém até aquele momento e quando tirava era pra respirar acelerado, pra depois voltar pro mesmo. Quando eu já estava com o pau duríssimo, ela sentou por cima, colocou uma pregadeira em cada uma das minhas mãos.
O quarto estava bem iluminado, nada de luz baixa. Ela se movia como uma verdadeira amazona, com uns movimentos bem exagerados, mas divinos. Eu via também como ela massageava os seios e apertava os mamilos, para esticá-los de um jeito que parecia que ia arrancá-los.
O rosto dela dizia tudo, como ela gemía, como mordia os lábios e, principalmente, como me encarava. Agora, ela largou os seios e começou a esfregar o clitóris de forma violenta. Percebi pelo olhar suplicante dela que era a hora, e primeiro coloquei uma pinça num mamilo — que eram enormes — e vi como ela apertava. Até me deu pena. Depois fiz o mesmo com o outro, e a reação foi ainda mais intensa. Mas a partir daí, a maneira como ela se movia foi simplesmente incrível, uma loucura total. Até que ela gozou mais abruptamente que das outras vezes.
Ela não deixou eu tirar as pinças e se ajoelhou para me chupar, totalmente diferente da vez anterior. Não sei o que ela fazia, nem como, mas eu demorei pra gozar da primeira vez. Depois de gozar uma vez, as seguintes demoravam muito mais. Ela estava conseguindo, com uma carícia que fazia com os dedos entre meu ânus e minhas bolas, me deixar prestes a gozar de novo. Eu sentia, mas não conseguia, até que ela foi se aproximando do meu ânus e enfiou um dedo — na hora não sabia onde diabos ela tava tocando, mas fez eu gozar de um jeito que nunca tinha sentido. Enchi a boca dela generosamente.
Ela engoliu tudo e eu fiquei super relaxado. Ela disse que eu era um homem de palavra. Fiquei confuso e, percebendo, ela explicou: porque eu já tinha dado o leite. Achei graça e rimos juntos.
Me vesti e, quando ia embora, Loli disse… “Espero que, como diziam em Casablanca, isso seja o começo de uma bela amizade”. Sorri e respondi… “O tempo dirá”. Ela, também sorrindo, confessou que nunca tinha traído o marido, mas sabia que um dia encontraria alguém que a entendesse. Disse pra eu não ter medo, que ela não ia me pressionar nem me perseguir. Mas que não seria ruim se a gente se visse de vez em quando, mesmo que… foram poucas vezes. Dei um beijo nela de um jeito que sei que ela entendeu. E ela me sorriu, de um jeito que soube que tinha me entendido. E olhando pra mim ela disse… “Sim, sabe que sim” e perguntei a que ela se referia e ela me disse… “Ao que você estava pensando, que sim, vou fazer tudo que você quiser e sem reclamar” era verdade, ela tinha lido meus pensamentos.
Loli, a maduraEu estava super feliz com tudo de bom que tinha acontecido e ainda mais feliz porque finalmente era sexta-feira e estava convencido de que o fim de semana seria fabuloso, pelo menos tentaria fazer com que fosse assim. Cheguei na academia, conversei com meus colegas e minhas colegas, depois preparamos tudo para abrir. Começou a chegar gente como nos outros dias, era quase um ritual, a chegada, a ordem em que chegavam... chegaram como minhas colegas de trabalho diziam, "minhas garotas" vieram muito faladeiras. Na que eu mais prestava atenção era na Bea, queria ver como ela reagia. Percebi que era como se nada tivesse acontecido, embora seu olhar me esquadrinhasse com outros olhos. Já a Tina não era assim, era só me ver e ficar toda corada.
Durante as aulas aconteceu o que normalmente acontecia, piadas, frases com duplo sentido, todas muito corajosas, mas como sempre eu, como se não as ouvisse. A que mais me fez rir naquele dia pela sua ousadia foi a Bea, que de repente disse... "Carlos... com certeza muito lerele, mas depois pouco larala" e riu. Ela me olhou descaradamente e notei muita malícia nos seus olhos. Eu segui a brincadeira e não aconteceu mais nada, a aula terminou com um clima muito bom, me despedindo delas até segunda e desejando um bom fim de semana, como sempre foram para os vestiários em grupo, quando vi que a Bea se virou, olhou e veio para a área onde eu estava, vi sua toalha e peguei para dar a ela, ela quase sussurrando me perguntou se na segunda, poderíamos conversar cinco minutos fora dali, respondi que, sem problemas, que a gente combinava.
Fui para casa e antes de planejar o que faria naquele fim de semana, comi e comecei a revisar alguns trabalhos que estavam pendentes. Quando já estava há um tempo, deu vontade de uma horchata bem gelada ou um bom granizado, me espichei na varanda e vi que a varanda da cafeteria estava completamente vazia, então decidi descer para tomar alguma coisa, aproveitando que não tinha gente, imaginei que estariam na praia. Coloquei os Documentos em uma pasta e desci. No mesmo portão encontrei minha vizinha Bárbara e, antes que ela começasse com suas gracinhas, eu disse que, se visse que em uma semana não levassem os estudos a sério, contaria aos pais dela e aos da amiga, para que procurassem outro professor. Ela jurou por tudo que é sagrado que iam estudar. Eu disse que logo veríamos e fui embora.
Quando cheguei à cafeteria, o dono estava mais dormindo do que acordado. Pedi uma horchata e saí para sentar na varanda. Ele me trouxe a bebida e ficou conversando comigo. Fechei a pasta que levava para não ser rude com o homem e fiquei ouvindo ele por um bom tempo. Ainda bem que tudo parou quando chegou mais gente. Entre toda a gente que chegou, veio um casal de uns 35 a 40 anos, com o filho. Eu a conhecia de vista, ela era bem gostosa, tinha um corpo voluptuoso, era alta e, pelo que ouvi, bastante extrovertida. Ele eu conhecia de jogar futebol, mas nunca jogamos no mesmo time; nos cumprimentávamos quando nos víamos, de maneira cortês e educada, mas sem nenhum tipo de relação. O cara parecia "andar sobre as águas", um pouco prepotente. Não sabia onde trabalhava, mas sabia que, onde fosse, era diretor, por alguns comentários que ouvi.
Ele me cumprimentou como sempre, cortês, mas frio. Ao lado da mulher, parecia pequenininho. Era aquele típico casal que a gente vê e pensa "não combinam", e foi isso que pensei. A mulher acompanhou o menino para atravessar uma rua pouco movimentada, levando-o até uns balanços que havia ali. Ela usava uma saia jeans acima dos joelhos, um suéter bem fininho e justo, com decote e manga curta. E umas sandálias com um salto pequeno, que levantavam uma bunda de deixar tonto. Eu olhava de forma despretensiosa, mas sem tirar os olhos dela.
Depois de um tempo, quando voltou e sentou com o marido, notei uma certa tensão entre os dois. Pelo que consegui ouvir, eles vinham de almoçar na casa dos pais dela e não tinha ido muito A comida tava boa. Eu sabia que ele se chamava Isidro e ali descobri que ela se chamava Loli. Fiquei cuidando dos meus papéis e tomando minha horchata. Eu, como sempre, quando descia lá ficava num canto. Ela se levanta e vai comprar cigarro na máquina que ficava na entrada, quando uns caras da minha idade, talvez um pouco mais velhos, começaram a falar merda pra ela, mesmo achando que eram elogios, como não era comigo, continuei na minha. Mas pude observar que o marido não falava nada, fingia que não tava vendo.
Ela voltou pra mesa e os caras continuaram na mesma, cada vez mais brutos nos comentários. Ela sentou do lado do marido e falou algo sério no ouvido dele, mas ele não fez nenhum gesto. Eles se aproximaram da mesa e, com muita cara de pau, pediram um cigarro. O marido ia dar um e ela, pegando o maço de cigarro com raiva, disse... "Merda nenhuma, que comprem o deles, não tem respeito nenhum". Isso irritou quatro deles. Começaram a xingá-la de tudo, metida, esnobe, que a única merda ali era ela... e o marido com voz suave falou... "Vamos, rapazes, se acalmem que essas coisas no final ficam feias e a gente sabe no que dá". Aí começaram a implicar com ele também.
Enquanto tudo isso acontecia, eu fui ficando mais nervoso até que não aguentei e, mesmo nunca tendo brigado, nem na escola, não sei se por causa do meu tamanho ou o que, mas nunca. Fui até eles e disse que já tava bom, que fossem embora dali, que estavam incomodando. Quando o mais metido me disse... "Você nunca tomou um soco na cara?" lembrei do que um amigo meu muito brigão falava, que num caso desses eu devia dar o primeiro soco no bocão, que os outros iam pensar duas vezes. Respondi que nunca tinha tomado um soco, mas que, se naquele dia fosse pra ser, então que fosse, e enquanto falava isso me levantei.
O cara, não sei se por estar com os amigos, veio pra cima de mim decidido e com os outros atrás, não pensei e dei um bom soco que o espatifou no chão, eu pensei que tudo ia acabar ali, mas como eu estava enganado e como meu amigo também estava, aí começou uma verdadeira briga generalizada, com porradaria por todos os lados. Na real, dentro do possível, me saí bem, tudo acabou quando o cara da cafeteria disse que tinha chamado a polícia. Todo mundo saiu correndo. Eu estava sangrando um pouco pelo nariz, tinha tipo uma picada na cabeça, que tava saindo sangue, mas era mais pelo barulho do que pela quantidade de sangue.
O dono da cafeteria me disse pra entrar que ele tinha um kit de primeiros socorros. A primeira coisa que fiz foi ir ao banheiro me olhar no espelho pra ver o que era na cabeça e era o que eu tinha sentido com os dedos, tipo uma picada, imaginei que fosse de algum anel ou coisa parecida. Coloquei um pouco de algodão no nariz pra estancar o sangue, quando vejo a Loli chegando com um grande sorriso, me agradecendo e pegando a água oxigenada, um pouco de algodão, ela queria me curar. Eu disse que não precisava e ouvi a voz do marido dela me dizendo pra deixar, que ela era muito boa cuidando de ferimentos, eu não via ele porque o banheiro era tão pequeno, que eu estava sentado na privada e ela em pé, com a porta meio aberta, mas ele continuava falando, tentando diminuir o que tinha acontecido, que com certeza eles teriam ido embora se a gente não tivesse dado atenção, blá, blá, blá...
Ela ouvindo o marido fez uma careta de desagrado, que foi quase imperceptível, mas eu percebi. Loli me disse que talvez agora arda um pouco, eu respondi que podia ir em frente. Que ninguém me pergunte o porquê, porque eu não sei e depois pensei muito nisso, sem chegar a nenhuma conclusão, simplesmente aconteceu. Quando ela colocou o algodão encharcado na ferida da cabeça, eu passei minha mão por baixo da saia dela, tocando descaradamente suas coxas e depois de acariciá-las um pouco, subi a mão até em cima. Chegando na sua bucetinha. Tudo isso enquanto o marido não parava de falar, que eu não sei ela, mas eu não ouvia nada. Quando minha mão chegou lá no topo, levantei um pouco a cabeça e, enquanto ela mantinha a mão sobre a minha, eu encarava seus olhos enquanto apalpava ela descaradamente. Ela nem sorria, nem ficava séria, só nos olhávamos. Quando consegui afastar sua calcinha, meus dedos brincaram com sua bucetinha, que estava encharcada. Em certo momento, o marido espiou pela fresta da porta — por mais que ele tivesse se inclinado, era impossível ver minha mão, porque a porta escondia —, mas eu aproveitei para enfiar dois dedos dentro dela. A única coisa que ela disse foi para ele não empurrar mais a porta e que já estava quase pronta. Pouco depois, ela saiu e eu agradeci. Devolvi o kit de primeiros socorros ao cara da cafeteria, e ele disse que tinha colocado um novo copo de horchata, por conta da casa. Quando fui voltar para minha mesa, vi que estava ocupada, mas Isidro falou… “Tranquilo, não se preocupe, suas coisas estão aqui e eu passei o que você estava tomando para nossa mesa, pra você ficar com a gente” e depois completou… “Como sei que você mora sozinho, Loli e eu decidimos que você janta conosco hoje”. Dava pra ver que ele era um cara bem decidido, pelo menos nisso — daqueles típicos que estão acostumados a mandar e pronto. Mas também notei que a cara da mulher era de “não me perguntaram nada”. Tentei me esquivar, dizendo que às sextas eu costumava sair e que ia ficar muito tarde, mas ele respondeu que não tinha problema, que em casa dele a gente jantava cedinho. No final, aceitei e marcamos para daqui uma hora. Levei os papéis pra casa e passei numa confeitaria pra comprar alguma coisa, um agrado. Indo pra casa deles, fiquei pensando que, se ela quisesse mais, ficaria mais “à vontade” em casa, tipo, mais safada. Mas quando a vi, ela estava vestida exatamente igual. Me decepcionou um pouco, mas nem tudo ia ser do jeito que eu queria. Estávamos na sala, ela estava pondo a mesa, eu tentei ajudar, mas Isidro não… ele permitiu, mas ele nem fez menção de ajudar. Ela, com ironia, me disse que tanto faz, que o marido dela tinha as mãos muito delicadas. Ele começou a soltar aquele discurso de que trabalhava muitas horas, que tinha que se esforçar muito... e ela, enquanto ele ia de um cômodo a outro, com bastante sarcasmo me disse... "Agora vem a parte de que é o diretor mais jovem..." uma vez sentados à mesa.
ISIDRO - Porque a mim ninguém deu nada de graça. Tudo foi graças ao meu esforço. Estudar em vez de ficar de bobeira como outros. Trabalhava e estudava.
EU - Cara, isso aí muitos fazem.
ISIDRO - Que nada, não são tantos assim não. Olha, eu fui o diretor mais jovem da minha empresa (vou omitir qual, mas é bem conhecida) também me sacrifiquei me mudando de cidade. (Era exatamente o que a mulher tinha acabado de me dizer, pelo visto era costume dele repetir a mesma história)
LOLI - Você não se sacrificou sozinho não, que eu também. Tive que deixar meu emprego, lembra?
ISIDRO - Mas não vai comparar ser administrativa com ser diretor, por favor.
EU - Cara, tudo conta, não é a mesma coisa estar trabalhando e ter que ficar em casa. O sacrifício da sua mulher também é importante.
ISIDRO - Mas ela tem uma vida super confortável.
EU - Mas...
LOLI - Não continua, Carlos, porque por mais que você explique ele não vai querer entender.
A criança estava dormindo à mesa, ele se levantou e a levou para dormir. Aproveitei para ajudar a Loli a limpar a mesa e ela disse que não precisava, mas não dei bola e ajudei. Na cozinha não me contive e toquei na bunda dela por cima da saia, ela novamente não disse nada, nem fez menção de se afastar. Mas também não colaborou, era uma situação estranha. Isidro apareceu na cozinha e, me olhando sério, disse... "Isso é coisa de mulher", por dentro pensei que ele merecia um chute na boca. Não me contive e falei... "Como um homem jovem, culto como você pode dizer uma barbaridade dessas?" Ele só me respondeu... "Você é muito jovem, ainda vai você vai entender"
Como ela fumava e ele não, a gente tinha que sair pra varanda pra fumar. Mesmo já estando praticamente de noite, eles tinham o toldo abaixado, imagino que pra evitar olhares indesejados. Nos sentamos na varanda e ela acendeu um cigarro. Quem falava praticamente o tempo todo era o Isidro, era daqueles que gosta de ouvir a própria voz. Passou por todos os assuntos, até que me perguntou se eu tinha namorada, pra responder ele mesmo, dizendo "ah, você mora sozinho". Aí falou que era melhor pra mim, porque uma vez que te pegam e têm um filho, toda a atenção vai pros filhos e à noite na cama, sempre dá dor de cabeça, rindo à toa, gargalhadas exageradas. Mas o único que tava rindo era ele. Eu olhei pra ela e ela fumava tranquilamente e com cara de irritação, o telefone fixo da casa tocou, ela deixou o cigarro no cinzeiro e se levantou, eu através das cortinas, como tinha luz dentro e fora não, pude ver como ela pegou o telefone e falou pouco, deixando o fone em cima do móvel. Dizendo pro marido que era o irmão dela.
Ela foi até o telefone e se sentou numa poltrona. Ela pegou o cigarro de novo. Eu disse pra ela se sentar mais perto, ela me olhou e se levantou, quando chegou na minha altura, eu fiz ela parar, ficando em pé. Fiz de novo a mesma coisa que à tarde, com a única diferença que ela se virou, olhando pra sala da casa dela e que abriu mais as pernas. Continuou fumando como se não fosse com ela. Teve um momento que ela apoiou um braço no batente da porta de vidro. Agora com as duas mãos, desci um pouco mais a calcinha, o suficiente pra não ter obstáculos. Chupei e ensalivei bem meu polegar direito e enquanto com a outra mão não parava de tocar seu clitóris, levei o dedo até a entrada da sua buceta.
Foi a primeira reação que aconteceu, ela não queria deixar, "Por aí não, esquece isso" ela disse séria. Minha resposta foi... "Cala a boca e fica de vigia, que eu vou fazer o que eu quiser" e foi o que fiz e ela só reclamou um pouquinho quando sentiu o dedo dentro, que além Não fui nada sutil ao fazer isso. Combinei os movimentos das duas mãos perfeitamente, pude ver a cinza caindo no chão, até que de repente, nervosa, ela se afastou dizendo: "Lá vem ele".
Quando entrei na varanda, ela disse que o irmão dela viria agora para ajudá-la em uma questão fiscal do negócio dela. Foi quando descobri que o irmão morava no prédio ao lado. Ele me perguntou o que eu queria beber e eu disse que não bebia, que um café estava bom. Ele disse que cafés eram coisa da esposa dele, foi pegar a taça e Loli me perguntou como eu queria meu café. Eu respondi: "Tanto faz como você servir, mas te quero sem calcinha e sem sutiã. Mas o seu café, que seja sem porra, porque isso eu coloco eu mesmo, pra você não colocar tudo".
Foi o primeiro sorriso que ela deu e foi embora. Enquanto Isidro e eu estávamos sozinhos na varanda, o irmão chegou e ela o apresentou. Loli trouxe uma bandeja com café, colocou as xícaras e ficou sem porra. O marido olhou para ela e disse: "Olha só como você é desastrada". Ela respondeu: "Não se preocupe, já coloco a porra". Depois que tomaram o café, eles se desculparam e foram para outro cômodo onde ele tinha uma espécie de escritório. Eu já tinha notado que ela não estava de sutiã e rapidamente pude perceber que não estava usando nada por baixo.
Eu disse que ela me deixava com o pau duríssimo por estar tão molhada assim, e ela me disse que a culpa tinha sido minha, que ela ficou assim quando me viu brigar por ela, que deu um tesão enorme, não como a merda do marido que ela tinha. E ela disse: "Se vamos fazer alguma coisa, que seja agora, porque, embora eles sempre demorem muito, não vá ser que hoje terminem antes". Eu já estava com o pau duro como um pedaço de pau. Disse para ela se sentar, ela me pediu para virar a cadeira para a sala, para ver melhor e controlar, mas não olhou para meu pau.
Me posicionei como ela disse e ela me deu as costas, foi se agachar. Eu posicionei bem meu pau para acertar de primeira, quando ela começou a... Percebendo-a, escapou-lhe um suspiro dizendo... "Caralho... o que é que você tem aí, minha nossa, que besta" Muito besta, mas ela sentou quase de repente. Entrou com muita facilidade. Passei minhas mãos por baixo do seu moletom e agarrei bem seus peitos. Depois de acariciá-los por um tempo, comecei com seus mamilos. Apertando e soltando, essa mulher não dizia nada, mas seu corpo dizia tudo. Dava pra ver que ela estava muito excitada, imaginava também que, pelo tesão da situação, ali na varanda e podendo ser pega. Enquanto sentia ela tocando o clitóris e gozando de uma maneira desenfreada, mas sem fazer nenhum barulho, só ofegava bastante, jogando-se para trás, colando suas costas no meu peito, esticando as pernas e deixando todo seu peso contra meu corpo.
Ela se levantou de repente e me olhou, dizendo...
- Foi incrível, mas pode ser melhor, você tem coragem de me foder na frente do meu marido? Ou você tem medo.
- Medo eu não tenho, se pra ele tanto faz pra mim também. Não vai ser o primeiro ménage que faço.
- Você não entendeu, foder na frente dele, mas sem a participação dele, é uma fantasia e eu tô com muita vontade.
- Explica melhor, que eu me perdi.
- Então foder enquanto ele tá dormindo, no nosso quarto.
- Eu estaria disposto, mas se ele acordar, se acordar e ficar de gracinha, os tapas que não levaram esta tarde, eu vou ter que dar, você tem consciência disso?
- Não acho que seja necessário, embora ele mereça bem, pelo que aconteceu à tarde e por muitas outras coisas, mas já te digo que não será necessário. Tenho uns comprimidos que vão deixá-lo KO.
- Isso me dá uma sensação ruim, imagina se faz mal pra ele.
- Hahaha, já testei com ele e te garanto que ele não percebe. Quando ele tem um dia muito pesado eu dou pra ele à noite e ele fica fora de jogo. Você pode fazer o que quiser comigo que nada. Além disso, vou deixar você tentar tirar minha virgindade do cu, que esse imbecil quer fazer desde antes de casarmos.
- Bom, se você tá tão segura... Loli esvaziou duas cápsulas do remédio em um copo e deixou de lado. Os dois irmãos saíram e, depois de conversar um pouco, Loli perguntou se preparava outra bebida. Isidro disse que sim, mas o irmão recusou, dizendo que já ia embora. Pude ver como Loli trocou de copo e colocou a bebida nele.
Enquanto Isidro tomava sua bebida e Loli tomava outra, eu disse que já ia embora, que tinha um compromisso. Mas Isidro insistiu para eu aguentar mais um pouco, só meia horinha. Respondi que tudo bem, só meia horinha mesmo. Ele já tinha tomado o copo inteiro e fui vendo como cada vez mais ele tinha dificuldade para formar frases, como os olhos iam se fechando, até que de repente ele ficou ali sentado, em uma das poltronas grandes, dormindo feito uma pedra. Começou a roncar baixinho.
Nós continuamos conversando como se nada estivesse acontecendo e, em certo momento, ela se levantou. Deu tapinhas no rosto dele e disse: "Você sabe que hoje à noite você vai ser um corno total, né? O bum vai me desvirgar com um pau muito maior que o seu." O marido não disse nada. Ela me falou que já voltava, que ia fechar a porta do quarto do filho, pois não queria que ele ouvisse. Quando ela saiu, desconfiado, pensando que podia ser um plano dos dois, me aproximei de Isidro, levantei suas pálpebras, peguei seu pulso e pude confirmar que ele estava totalmente dopado.
Quando ela voltou, estava com um roupão bem curto, dava praticamente para ver a bunda, e trouxe um pote de creme hidratante, o que me deixou claro que ela estava disposta a tudo. Assim que chegou, me deu um beijo animal. Era óbvio que ela estava totalmente desinibida e que aquela situação a deixava fora de controle. Ela desabotoou minha calça rapidamente e se agachou para tirá-la, depois, como se fosse um presente, foi tirando minha cueca devagar. Nunca ninguém tinha feito isso assim. Ela mordia por cima, acariciava, e eu sentia ele ficando cada vez mais duro, e por ser branca, marcava ainda mais.
Quando ela o libertou, começou a lamer com veneração, começando pelos ovos que eu enfiava na boca dela, lambendo-os de um jeito muito prazeroso para mim, para depois percorrer todo o tronco, até chegar na cabecinha e, depois de lamber bem, enfiar tudo na boca, de um jeito que em alguns momentos ela dava até ânsia de vômito, que animal eu era.
Algo parecido eu já tinha feito numa situação similar, mas nunca desse jeito. Ela tirou o roupão e era um espetáculo soberbo vê-la nua, tanta voluptuosidade era desconhecida para mim. Ela foi até o sofá onde o marido estava e se posicionou ao lado, deixando a bunda empinada e então me disse, olhando para mim: "Não fica esperando, me fode na frente desse corno, ele merece e eu também mereço ser fodida por um pau assim."
Era incrível como ela escorria, meu pau entrava na sua buceta como uma faca quente na manteiga, era como se tivesse sido feito sob medida para mim. Que suavidade, era impressionante. Ela repetia para mim uma e outra vez que nunca tinha estado tão excitada, tão molhada. E era verdade, eu sabia que foderia aquele cu sem nenhum problema, isso já não me preocupava, mas queria saber até onde ela estava disposta a ir. Inclinei um pouco enquanto a fodia, até pegar bem seus mamilos e disse que ia apertá-los até ela pedir para parar. Ela não disse nada, chupou meus dedos e depois de acariciá-los por um tempo, fui apertando pouco a pouco, aumentando a intensidade até que ela me dissesse para parar, mas ela não falava nada.
Era surpreendente o que ela aguentava, não lembrava de ter feito isso com ninguém com tanta força, mas percebia que quanto mais forte, mais ela gemida e mais rebolava. No final parei, não tive coragem de continuar assim. Ela, com voz ofegante, disse: "Porra, tínhamos combinado que era eu quem tinha que dizer quando você parava, você fraquejou, aaaaaah..." Ela ficou um pouco irritada e, para me livrar da situação, disse que agora continuaria, mas que estava com vontade de fazer algo com a bunda de uma puta daquelas e comecei a dar palmadas, batendo bem... tapas na bunda, ela deixava, mas de repente, com o mesmo tom de voz de tesão, me disse que com um cinto seria melhor. Cada vez eu ficava mais surpreso.
Percebia como ela ficava mais excitada a cada momento, achando que estava ultrapassando os limites, até que ela gozou e de que maneira, mexeu até a cabeça do marido enquanto fazia isso e disse que aquilo sim era um homem, não ele. Depois que gozou, desceu do sofá e foi pegar meu cinto, tirou da minha calça e me entregou, colocando a bunda novamente na posição em seguida. Como me viu indeciso, ela disse que, se eu queria o cu dela, antes tinha que preparar.
Hesitei bastante, até que ela, me provocando, perguntou se eu era um bundão como o marido dela. E a safada abriu as nádegas para que eu visse bem aquele buraquinho tão apertado que ela tinha. Aquilo foi a gota d'água e não pensei mais. Minhas dúvidas acabaram. Comecei com cintadas suaves e ela gemeu, mas conforme aumentei a força, seus gemidos eram desconhecidos para mim, mas tenho que dizer que estavam me deixando com muito tesão, fora de mim. A bunda, que estava branquíssima por causa das marcas do biquíni, já estava super vermelha, parecia que tinha tomado sol e queimado.
Ela queria rudeza, então ia ter. Nem perguntei, me aproximei dela e acariciei sua bunda, devia estar tão sensível que ela soltava pequenos queixidos. Coloquei meu pau na entrada do seu cu e ela disse para usarmos lubrificante. Quando ela foi se mexer para pegar o frasco, não permiti e dei duas tapas fortes na sua bunda, ordenando que ficasse quieta e disse... "Já que vejo que você gosta de dor, vou te foder o cu a seco, sem nada e calada" – dessa vez, eu tinha ganhado.
Seria a primeira vez que foderia um cu assim, ainda mais sendo a primeira vez dela. Fui enfiando sem tantas precauções como de costume. Ela me xingava, reclamava, mas a putinha movia a bunda para trás, enfiando ela mesma mais do que eu... Eu meti, então enfiei de uma vez só e ela curtiu pra caralho, o que me deixou perplexo. Agarrei aqueles quadris poderosos, me dedicando a socar ela sem parar, ouvindo ela xingar o marido com todo tipo de palavrões e insultos degradantes.
Até que nós dois gozamos e ela só ficava dizendo que barbaridade, como dava pra sentir a porrada, que eu era um animal. Depois que tirei de dentro, ela disse que precisava beber algo gelado e eu disse que também queria, do jeito que estava ela foi pra cozinha e depois, da porta da sala, mostrou uma lata de refrigerante e fez sinal pra eu acompanhar. Ela disse pra não fazer barulho e fomos pro quarto dela. Lá dentro, trancou a porta e nos deitamos, enquanto bebíamos os refris, ela me contou que fazia anos que não curtia assim. Que com o marido nunca. Só com um namorado bem mais velho que ela teve quando era bem novinha.
Ela me disse que além de ter ficado com tesão com a briga, ficou ainda mais com a minha cara de pau enquanto me tratava, que sabia que poderia ser excitante e não tinha se enganado. Disse que antes de eu ir embora tinha que me pedir um favor duplo. Eu disse sim sem pensar. Era que ela queria que eu a comesse na cama de casal dela e que quando eu percebesse que ela estava com muito tesão, colocasse duas pregadeiras nos mamilos, tirando em seguida. Eram duas pregadeiras de madeira de estender roupa. Fiquei meio arrepiado, mas ela insistiu muito e me deixei convencer. Na hora ela já estava me dando um boquete exagerado, enfiando até a garganta, aguentava como ninguém até aquele momento e quando tirava era pra respirar acelerado, pra depois voltar pro mesmo. Quando eu já estava com o pau duríssimo, ela sentou por cima, colocou uma pregadeira em cada uma das minhas mãos.
O quarto estava bem iluminado, nada de luz baixa. Ela se movia como uma verdadeira amazona, com uns movimentos bem exagerados, mas divinos. Eu via também como ela massageava os seios e apertava os mamilos, para esticá-los de um jeito que parecia que ia arrancá-los.
O rosto dela dizia tudo, como ela gemía, como mordia os lábios e, principalmente, como me encarava. Agora, ela largou os seios e começou a esfregar o clitóris de forma violenta. Percebi pelo olhar suplicante dela que era a hora, e primeiro coloquei uma pinça num mamilo — que eram enormes — e vi como ela apertava. Até me deu pena. Depois fiz o mesmo com o outro, e a reação foi ainda mais intensa. Mas a partir daí, a maneira como ela se movia foi simplesmente incrível, uma loucura total. Até que ela gozou mais abruptamente que das outras vezes.
Ela não deixou eu tirar as pinças e se ajoelhou para me chupar, totalmente diferente da vez anterior. Não sei o que ela fazia, nem como, mas eu demorei pra gozar da primeira vez. Depois de gozar uma vez, as seguintes demoravam muito mais. Ela estava conseguindo, com uma carícia que fazia com os dedos entre meu ânus e minhas bolas, me deixar prestes a gozar de novo. Eu sentia, mas não conseguia, até que ela foi se aproximando do meu ânus e enfiou um dedo — na hora não sabia onde diabos ela tava tocando, mas fez eu gozar de um jeito que nunca tinha sentido. Enchi a boca dela generosamente.
Ela engoliu tudo e eu fiquei super relaxado. Ela disse que eu era um homem de palavra. Fiquei confuso e, percebendo, ela explicou: porque eu já tinha dado o leite. Achei graça e rimos juntos.
Me vesti e, quando ia embora, Loli disse… “Espero que, como diziam em Casablanca, isso seja o começo de uma bela amizade”. Sorri e respondi… “O tempo dirá”. Ela, também sorrindo, confessou que nunca tinha traído o marido, mas sabia que um dia encontraria alguém que a entendesse. Disse pra eu não ter medo, que ela não ia me pressionar nem me perseguir. Mas que não seria ruim se a gente se visse de vez em quando, mesmo que… foram poucas vezes. Dei um beijo nela de um jeito que sei que ela entendeu. E ela me sorriu, de um jeito que soube que tinha me entendido. E olhando pra mim ela disse… “Sim, sabe que sim” e perguntei a que ela se referia e ela me disse… “Ao que você estava pensando, que sim, vou fazer tudo que você quiser e sem reclamar” era verdade, ela tinha lido meus pensamentos.
2 comentários - Loli, a madura