Único, grande, sedutor, como não sentir tanto e tão mal por ela. O que fizemos talvez não tenha perdão, mas como eu poderia ter me reprimido, como aplacar a intensidade de tais impulsos? Sim, ela era minha mãe, mas será que o alívio naquele mar sublime de prazer não justificava meus atos?... Eu sabia do que se tratava desde que o jogo começou... Se era natural eu agir assim? Sim, sim, mesmo eu sendo filho dela... Mas não quero que pensem que sou um cara impulsivo, nada disso, sou muito calmo, em todos os sentidos, e até meio tímido. E apesar do que lerem aqui, quero que saibam que, se eu sempre fui conhecido pelo meu bom senso, minha mãe não fica atrás. Ela é uma mulher que sempre mereceu respeito, não só pela sua beleza, mas pelo seu jeito amável, pela espontaneidade, pelas brincadeiras e pela dedicação ao lar. Quando eu tinha 18 anos e minha mãe 38, aconteceu o divórcio dos meus pais em meio a discussões e acusações pesadas... No fim... depois da separação, só tínhamos um ao outro. Assim, com as peças já movidas pelo destino, fui me tornando o apoio da minha mãe, o mais importante da vida dela... eu era o homem da casa, posso dizer de boca cheia, ela repetiu isso mil vezes e eu correspondi como devia: me interessando pelas coisas dela, pelo que sentia, encorajando-a, fazendo o necessário para que ela fosse feliz... Mas foi inevitável; nossa crescente proximidade me arrastou para desejos proibidos. Era a voz dela, o jeito de andar, as atenções, os roços "acidentais", e... o corpo dela... sim, aquele corpo maravilhoso que acelerava meu pulso, me fazia engolir seco, alimentava ideias insanas na minha cabeça... me atordoava, me confundindo... Quis acreditar que eram só tesões da minha mente perturbada, criadas por aquele contorno tão especial da figura dela... Mas ela não ajudava muito... Era um suplício ver uma mulher com o porte da minha mãe andar de calcinha pela casa, sentir os abraços que se prolongavam, lutar batalha após batalha para manter longe o inchaço do meu pau Os mimos dela. …Mas deixem eu contar desde o começo. Tudo começou com os efeitos da tristeza no ânimo dela, concebidos e amadurecidos na crise do divórcio. No fato de que meu pai tinha deixado ela por uma garota de 21 anos. Minha mãe se viu deslocada, relegada e, se culpando, se encheu de críticas sem sentido. Seis meses depois que meu pai nos deixou, numa sexta em que duas amigas tinham convidado ela pra sair, ela, como coisa rara, decidiu ir. Mas não achou o que vestir, segundo ela, nada ficava bem… e …aí foi a foda. Eu me arrumava pra ficar na casa do Carlos, meu melhor amigo, quando encontrei ela de lingerie chorando desconsolada no quarto dela. Me aproximei, sentei do lado e abracei os ombros estreitos dela, perguntei o que tava rolando, ela não respondeu, chorava enquanto o cabelo preto de seda caía escondendo o rosto. Chorou, até que, aos poucos, orientada pelos meus carinhos, começou a me dizer com voz aflita que nenhum dos vestidos novos ficava bem nela, "que sentido tinha comprar roupa se nada se molda a mim". As lágrimas tinham realçado lindamente o tom claro dos olhos dela, mas ela dizia que se sentia a mulher mais feia, gorda e desprezada, também dizia que as ilusões tinham sumido, que a vida dela era um desastre… Embora já não sentisse nem amor nem paixão pelo meu pai, ele tinha partido a alma dela e ela não sabia como se recuperar…. -Faz tanto tempo que… que já não sei o que é ser amada-. Soluçou. Enquanto ela falava, não pude evitar notar a voluptuosidade dos lábios dela acentuada pelo choro. -Os homens me cortejavam-, Continuou -Me elogiavam… alguns diziam que não podiam viver sem mim… agora só encontro caras vulgares… Antes me olhava no espelho e via uma mulher gostosa…. Uma mulher… -Antes?- perguntei interrompendo -Por acaso o espelho quebrou?-. Me levantei indignado –Você é uma mulher muito bonita, pra que duvidar disso?…. Deixa eu ver como fica esse vestido em você-. Apontei pro mais próximo, querendo cortar as críticas dela. Ela vacilou. —Você não vai deixar a estupidez do meu pai te fazer sentir de um jeito que não tem nada a ver com o que eu e a maioria vê... Né! — falei olhando pra ela, convicto. Queria mostrar que ela era gostosa e que minha decisão era clara... Ela sorriu no meio das lágrimas e aceitou. Nunca tinha parado pra reparar nos atributos dela, sabia que ela se incomodava com o que os caras falavam na rua, mas pra ser sincero, raramente tinha visto ela de calcinha e sutiã. Enquanto meu pai tava por perto, ela se cuidava bem pra não se mostrar, porque ele proibia. Mas meu pai já não tava mais ali, e dadas as circunstâncias, ela se levantou sem rodeios, com aquela graça que nem a tristeza conseguia apagar. Ela tava usando uma calcinha que deixava transparecer o pelinho preto dela. Delicadamente, alguns fiozinhos escapavam. Fiquei vermelho. Esses pelinhos faziam um contraste delicioso com a pele branca de mármore dela e as curvas do quadril. Com o vestido na mão, ela esboçou um sorriso e disse que as coisas não seriam mais como meu pai queria, e que se eu fosse ficar vermelho que nem um tomate, não ia conseguir ajudar ela. Ela virou de corpo inteiro, se olhando no espelho... Sentado, fiquei de frente com o motivo pelo qual os caras na rua importunavam ela, e de ela sentir que tudo apertava. Não era a cintura dela, nem a barriguinha que faziam ela se sentir mal, também não era o quadril, não senhor, era o fato de que todos os supostos problemas de peso dela se concentravam ali, na parte de trás. Ela nesses dias se matava de malhar no quarto, mas nem assim, a bunda dela não diminuía de tamanho, pelo contrário, parecia que o exercício só fazia alimentar ela. As nádegas dela, enormemente cheias, diminuíam, apesar da altura dela, o resto das proporções. Impactavam. Eu já tinha ouvido ela reclamar sobre isso e, lógico, já tinha percebido que eram bem grandes, mas só naquele minuto, tendo elas em primeiro plano, tomei consciência das verdadeiras dimensões. Ela procurava motivos pra fazer ela se sentir bem, mas eu me perdi, como explicar o que significava uma bunda daquelas... um rabão daqueles. O que eu tinha na frente era um espetáculo que eu não sabia como vender. Fiquei mudo, enfeitiçado... Eram de uma viçoza exquisita, tão brancas, tão inchadas... tão redondas... Sim, tão mas tão cheias... Aí aconteceu uma coisa gravíssima, uma coisa que me envergonhou pra caralho e que me fez rezar pra minha mãe não perceber. Comecei a ter uma ereção que aumentava sem parar enquanto eu via ela se vestindo e depois ajeitando o vestido que não parava de se grudar teimosamente naquela bunda raivosa dela. Disfarçando, me belisquei a perna tentando me controlar, surpreso que isso tivesse acontecendo comigo. - Tá vendo, esse vestido tá pequeno em mim - na frente do espelho ela fazia movimentos ziguezagueantes, tentando arrumar o tecido. Aí ela me olhou procurando alguma resposta. - Olha pra você... que cara é essa - ela falou. Eu me assustei, mas ela sorriu. - Parece que você nunca viu uma mulher de calcinha... nem se vestindo. Até certo ponto era verdade, nunca tinha visto um rabão daquele engolindo sem piedade a calcinha até fazer ela sumir, nem brigando daquele jeito com o tecido do vestido que parecia que ia ceder pro volume. - É que você tá muito gostosa, é, é... - Sério que você gosta de como fica em mim? - Sim, fica super... eu gosto. Ela olhava no espelho o perfil dela de vespa gigante. - Você não acha que fica muito grande? Era óbvio que sim, mas... - Melhor!.., quer dizer..., fica show, te valoriza - eu falei meio sem jeito, tentando esconder meu tesão. ...Percebi que ela gostou da minha reação. - É, fica bom em mim? - ela perguntou passando as mãos delicadas pela redondeza. - O vestido é bonito, mas é que gruda demais em mim - ela completou apertando um pouco aquele colosso, sentindo a firmeza. ...A saliva passou com dificuldade pela minha garganta. - Mãe, você não pode usar roupa larga pra sempre quando tem um corpo tão gostoso. - Tenho certeza que seu pai vai morrer se me ver assim. assim, já-. Essa ideia animou na hora o semblante dela. O vestido era meio avermelhado, inteiriço, chegava bem acima do joelho. Por ser tão colado, ficava bem ousado… pra não dizer outra coisa. Se mexendo no vestido, ela me perguntou:
- Dá pra ver muita celulite?
- Quantas não queriam que o vestido ficasse assim nel…
- Dá pra ver? – ela me interrompeu, levantando a sobrancelha escura com aquele gesto que transbordava mais sensualidade do que raiva.
- Mãe, eu não tô vendo nada, olha, a cor te cai super bem…
…Sem eu esperar, ela levantou o vestido, fazendo a brancura maravilhosa daquelas bundonas aparecer de novo.
- Tá vendo a celulite? – ela perguntou.
Eram duas covinhas quase imperceptíveis numa nádega e uma dobra insignificante na outra, além disso, quem em sã consciência, com um tamanho daqueles, ia ligar pra essa merda!
- Não dá pra notar, tá linda – repeti seco, tentando pensar em outra coisa pra não alimentar mais meu pau.
Ela deve ter percebido minha ansiedade, porque com um jeito safado, empinando aquelas bundonas gigantes, me pediu pra chegar mais perto… pra ver melhor.
- Mãe! – exclamei, sentindo as cores e a temperatura do meu rosto mudarem.
- hahaha, meu amor, isso não tem nada de errado, sou sua mãe, sério, por que você não vem e toca… Não vai acontecer nada, acho que elas não vão te morder, hahaha.
Eu tava pasmo. Ela parou um segundo e, fingindo raiva, completou:
- Ou é nojo que você sente?
- Não!… não, é que… sei lá, não me… – falei me desculpando.
- …Nada. Me diz se ainda tão durinhas.
Se aproximando, ela pegou minha mão e colocou numa daquelas nalgas imensas, se divertindo com minha reação.
Toquei. A pele era lisa, macia. Apertei um pouco, quase instintivamente.
- O que achou?
Apertei de novo.
- Tá uma delícia – falei, convicto.
Obviamente, eu também sentia a rigidez do meu pau.
- Mas tão molinhas? – ela perguntou.
Neguei com a cabeça, enquanto ela me olhava por cima do ombro.
Tirei a mão e ela abaixou o vestido.
Se virando pro espelho, influenciada pelo efeito que a visão das suas sentadeiras escandalosas tinha me causado, ela me disse que definitivamente o vestido ficava melhor nela do que ela imaginava e começou a brincar como se fosse uma modelo, dava pra ver que ela tava mais segura, posava e exibia aquele rabão gostoso no espelho. — Não sei mais o que te dizer, além de que você tá uma deusa. — Meu amor, com sua carinha você já diz tudo… tô me sentindo muito melhor… uffa, que besteira ficar assim tão triste. — Ela disse, se animando. Um momento depois, com as beliscadas que eu mesmo dava na minha perna, meu pau começou a acalmar. — Você tem que terminar de se arrumar, suas amigas tão te esperando. — Falei. — Na real, não tô muito a fim de sair com minhas amigas — continuava brincando na frente do espelho — Vou ligar pra Patrícia pra falar que não vou. — Eu também vou ligar pro Juan Camilo, não vou. Minha mãe insistiu pra eu ir. Quando viu que eu não cedia, me disse que me deixaria ficar sozinho se a gente saísse pra comer junto. Aceitei feliz. Dava pra ver de longe que o ânimo dela tinha melhorado. Mas ela não queria usar aquele vestido, dizia que tava muito vulgar, no entanto, usando do meu novo estado, ofereci um copo de rum pra ela, que me permitiu convencê-la sem demora. Já prontos, fomos pra um shopping pequeno e não muito longe que tinha todo tipo de comida. Enquanto eu dirigia, ela me disse que eu nunca saberia o quanto ela agradecia por ter um filho como eu ao lado dela. Olhei pra ela e garanti, com o coração inflamado, que a amava demais. Os olhos dela brilharam cheios de lágrimas, mas ela se conteve… a gente tinha chegado. O lugar tava lotado. Enquanto a gente caminhava pro local que a gente tinha escolhido, vi uns babacas devorando ela com os olhos, mas os piores olhares eram daqueles que descobriam a particularidade dela… Talvez ela percebesse, mas ignorava. Antes de entrar, ela parou numa vitrine interessada nuns sapatos, aí me deu na telha me afastar pra ver ela com os olhos daqueles estranhos. Dei uns passos pra trás, olhando. A segurança com que ela parava, sem nenhuma indulgência, aquela bunda enorme dela se marcava no vestido, dando aquela aparência que mexia com o tesão. Sim, não dava pra negar, ela parecia vulgar, deliciosamente vulgar. Apesar da cor sóbria do vestido, a racha dela se destacava escandalosamente, delineando a fenda e os contornos de um jeito provocante. Um cara se aproximou dela, eu dei uns passos à frente e, quando me viu, ele se afastou. Ela é toda minha, pensei, me regozijando. — Eles se seguram porque eu tô contigo — comentou minha mãe, me tirando dos meus devaneios — é que você já é um homem feito, meu amor, olha esse corpanzil que você tem, ninguém diria que você tem 15 anos. O que você acha… parece que sou sua namorada? Sorri sem saber o que dizer, surpreso com a franqueza da pergunta dela… Claro que eu adoraria não só parecer, mas ter uma mulher assim… mas pelo amor de Deus… era minha mãe! — hahaha, olha como você fica, vamos, passa o braço na minha cintura. A gente tinha decidido comer algo leve. Sentamos pra curtir o jantar num lugar agradável, não muito cheio. Com a comida, ela pediu uma cerveja, eu um suco. Conversamos animados até que, no final, depois de pagar a conta pro garçom, ela percebeu que duas novinhas da minha idade estavam me olhando. — Essas menininhas não têm respeito, nos veem juntos e ainda assim te paqueram — disse ela, brincando… Fez uma pausa e acrescentou, ronronando — Meu amor, elas não respeitam sua namorada. Um arrepio percorreu meu corpo da nuca até a base dos meus testículos… — Elas devem achar que você é meu amante — completou. Ela nunca tinha falado comigo naquele tom, adorava brincar, mas isso… isso fez meu pau reagir na hora. — Será? — murmurei, impressionado, sem saber que porra tava rolando. Rapidamente, ela sussurrou no meu ouvido: "vai ver como vou deixar elas de boca aberta". Então encostou a bochecha na minha e me deu um selinho no canto dos lábios e, num sussurro direcionado a elas, modulou — É meu. Ela me beijou de novo. Dessa vez, senti os lábios dela no meio dos meus. Fiquei duro. Ela sorria, triunfante. Olhei pras duas… Garotas. Elas estavam visivelmente desconfortáveis, mas eu não liguei pra isso... Minha pica pulsava dolorosamente dentro da calça. Como a gente tinha terminado de comer, minha mãe começou a se levantar. Pedi pra ela esperar um minuto, mas ela interpretou errado, parecia com ciúmes, levantou a sobrancelha e falou baixinho:
— Quer ficar pra olhar pra essas idiotas?
Não sabia se ela tava brincando ou não.
— Espera... é que... — falei confuso.
— ...Me diz se você quer ficar e a gente fica.
— Não, não é isso, mãe.
— Ah, vai me encher com uma história igual seu pai.
Eu não sabia o que dizer.
— É que eu tô com uma cãibra...
Ela me olhou... e pareceu acreditar. Me perguntou em qual perna, e eu falei que era na direita. "Pressiona a perna contra o chão." Ela olhava investigando, e eu me escondia como podia, mas no rosto dela vi uma pequena mudança, com certeza tinha percebido. Ela disse que com uma massagem passaria mais rápido, aí sorriu e completou que ia no banheiro, e que quando voltasse me dava uma massagenzinha que tirava cãibras. Meu Deus, aquele jeitinho safado que ela sempre usava pra me deixar sem graça.
Obviamente, quando ela voltou, graças a uns beliscões, tudo tava no lugar.
Nenhum dos dois tava com sono, então ela pediu pra eu acompanhá-la pra tomar algo. Fomos a um barzinho ao ar livre perto do shopping, lá ela pediu um coquetel e um refrigerante pra mim. Enquanto conversávamos, perguntei se ela algum dia ia sair com alguém de novo. Ela respondeu que não sabia, que sempre teria a dúvida se talvez estariam atrás do dinheiro que meu pai tinha deixado pra gente.
— Além disso, também não preciso sair com ninguém, tenho você...
...Como aquela afirmação me encheu!
Entre uma conversa e outra, ela pediu outro coquetel e depois mais um. Lá pelo terceiro, ela perguntou se eu queria tomar uma cerveja, aceitei e continuamos conversando quase até as duas da manhã. No final, ela tinha tomado uns cinco coquetéis e eu duas cervejas.
O efeito do álcool tava afetando o equilíbrio dela, dava pra ver o quanto ela tava fora de si, então tive que ajudá-la a entrar no carro.
Desde os 13 anos... Meu pai me ensinou a dirigir e, apesar da tontura que as cervejas me deram, não seria problema nenhum chegar em casa. Bom, foi o que pensei, porque enquanto eu dirigia, minha mãe começou a falar, toda embolada: "cãibra... é ruim... filho, te amo... eu... posso tirar isso". De repente, começou a apertar minha perna, perguntando se era ali que tava com cãibra e rindo pra caralho. Eu pedia pra ela ficar quieta, mas ela insistia em me apalpar, se remexendo no banco. No vai e vem, a saia dela subiu, deixando ver claramente a calcinha e o branco rosado das coxas apertadas dela. Continuou me tocando a perna, massageando suave e atrapalhado. "Pernonas" ela conseguia balbuciar enquanto passava a mão, chegando bem lá em cima, aí me abraçou e começou a beijar meu ombro e meu rosto. Um chorinho baixo tomou conta dela e, tão rápido quanto começou, passou, enquanto ela apagava de vez.
Mas o estrago já tava feito, meu pau pulsava duro e eu devorava a imagem das pernas dela, encorajado pelas duas cervejas, enquanto me debatia pensando se tocava nela ou não. Era tentação demais. A forma marcante das pernas dela me hipnotizava, pareciam me chamar, querer me convencer a pecar, a cor maravilhosa delas me alienava... mas não... Era minha mãe! Mesmo assim, ao chegar em casa, tive que ajudar ela de novo e, na correria de tirar ela do carro e levar pro quarto, não me segurei: disfarçadamente, me apoiei e rocei várias vezes a bunda enorme dela, por cima do vestido. Era firme, pesada, vibrante... O sangue corria rápido e quente nas minhas veias... Por que ela tinha que ter um corpo daquele... com aquele tamanho?... Chega! Um filho não faz isso com a mãe.
Mas a prova mais dolorosa foi quando coloquei ela na cama. Facinho eu podia ter despido ela, contemplado o corpo dela sem reservas, tinha todas as justificativas do mundo. No estado que ela tava, dava pra eu ter deixado o recato de lado e tocado ela à vontade, mas como fazer isso com quem me deu a vida?... …Vocês fariam uma coisa dessas?... …Deitei ao lado dela, vendo o vestido dela subido até a cintura. Pensando. Minha cabeça tava a mil. A claridade da pele dela deixava visível a voluptuosa protuberância da bunda enorme dela na penumbra… que beleza, pensei, parecem tão doces, são tão grandes, que bom seria… seria… Nem sei quantas coisas mais pensei……O sono me venceu. Sonhei com neve que me perseguia, com membros fortes, esbeltos, e glúteos do tamanho de montanhas esbranquiçadas, tinha vento, o cabelo preto solto e liso da minha mãe… os lábios carnudos dela, os beijos quentes… tinha no meu sonho um choro distante… ou será que era um gemido de prazer?… foi um sonho quebrado que me deixou ofegante e suado. Ao acordar, tava muito perto da minha mãe, me assustei, levantei na hora, fui pro banheiro e me olhei no espelho, o dia anterior me parecia tão louco quanto meu sonho. Isso tinha que parar. Fui jogar futebol, pensando que talvez o cansaço pudesse me distrair. Joguei quase o dia inteiro e cheguei no fim da tarde, quando minha mãe tinha servido a comida. Um delicioso espaguete com frango, mas durante toda a janta tive que fazer um esforço danado pra não fixar os olhos nos botões soltos do decote dela. Ela não tava de sutiã e, embora os peitos dela fossem de tamanho médio, os bicos eram enormes e apontavam sem piedade, bagunçando meus hormônios. Eu tentava pensar em outra coisa. Mas o olhar dela… o jeito que os olhos dela percorriam meu corpo, me fazia arrepiar. Graças a Deus ela começou a falar. Me agradecendo por ter cuidado dela, me perguntou como eu tinha conseguido tirar ela da cama, eu disse que tinha sido fácil porque ela não pesava nada, ela gostou muito do meu comentário e acrescentou que eu devia continuar me cuidando. Depois me perguntou sobre o jogo e, apontando pra minhas pernas, com uma expressão encantadora, disse que adorava como meus músculos apareciam, que se ela pudesse, jogaria futebol. Sem querer, me imaginei a bunda enorme dela quicando enquanto corria atrás da bola, mas imediatamente me recriminei. Ela continuou falando sobre os exercícios dela pra tonificar e disse que, como eu tava familiarizado com esportes, podia ajudar. Garanti que não sabia tanto quanto ela imaginava, mas ajudaria no que desse. Sem querer, quando ela se levantou pra levar os pratos, fiquei vidrado nos caminhos fecundos do corpo dela, que o contraste da luz denunciava. Levantei e subi as escadas rapidinho, pensando no mal que eu tava agindo. Era minha mãe, e eu só pensava na carne generosa que delineava as bundas formidáveis dela. Fui quase correndo pro banheiro, esperando que a água fria acalmasse meu ânimo. Tentando me controlar, me enganei pensando que isso seria passageiro. Quando terminei, me deitei, minha mãe entrou e perguntou se eu queria ver TV. Com um sorriso, falei que ia ler. Só queria que chegasse segunda-feira pra poder ir pra escola.
Nas semanas seguintes, notei ela mais animada, a tristeza parecia ter sumido. Saía com as amigas pra fazer compras, malhava e, à tarde, lia uns livros novos de autoajuda direto, enquanto eu fazia alguma tarefa. Parecia muito feliz por estar comigo, frequentemente a gente via TV ou filmes, e às vezes até se divertia com videogame. Nessa época, ela me contou que as amigas diziam que ela tava radiante, enérgica, encantadora. Falei que eu também tinha notado e que tava muito feliz. Aí, emocionada, ela confessou que a mudança dela vinha das ideias dos livros novos, mas, principalmente — e isso ela falou me olhando de um jeito muito especial —, a mudança era por minha causa, por como eu a "fortalecia" e por como eu fazia ela se sentir bem. Abracei ela, feliz de ouvir aquilo, e ela me deu um selinho nos lábios…
Mas, mesmo no meio da calma e do bem-estar aparentes, minha agitação continuava aumentando ao perceber que o que antes era comum e rotineiro tava se transformando, silenciosamente, em verdadeiras cenas que excitavam meus sentidos. Os beijos e abraços dela foram, aos poucos, tão constantes que já não consegui conter minha excitação e minhas ereções. A confiança dela também chegou a um ponto que ela me dava tapas na bunda sempre que queria e pedia abraços e beijinhos na boca a todo momento. No meio da minha agitação, eu me esforçava pra manter a compostura, mas a rigidez do meu pau aumentava conforme o atrevimento das ações dela. Dia após dia, a roupa da minha mãe deixou de ser a de sempre; agora ela usava leggings que deixavam a forma da bunda enorme dela exposta aos meus olhos. Os shorts que não cobriam as nádegas protuberantes dela provocavam em mim gestos (inevitáveis) que claramente a lisonjeavam… Era algo descontrolado. As blusas revelavam os peitos e não escondiam, na transparência, o mamilo duro; o jeito dela andar de calcinha era de matar; e nem preciso falar das vezes que ela entrava no banheiro pra se arrumar ou mijar de manhã enquanto eu tomava banho. Mas o mais difícil era quando ela sentava no meu colo e eu sentia o peso esmagador da bunda dela… …a inocência infantil morreu, perdida na cara de pau dela. Pra piorar, quando saí de férias, ela passou a fazer os exercícios na sala. Não dava pra evitar; enquanto ela me pedia algum conselho, eu me arrepiaba com os movimentos dela, me violentava com as poses, me afogava com as curvas irresistíveis do corpo dela. Sim, a calcinha justa colada na opulência da bunda dela, na exuberância, se esticando ou balançando demais… as inclinações dela, os pulos… era uma loucura total. Numa última tentativa de escapar, sem falar nada pra minha mãe, liguei pro meu pai pra passar as férias com ele, mas ele me deu uma desculpa esfarrapada e disse que não. Não tinha jeito e… …Uma noite, enquanto chovia, entrei no quarto dela pra pegar um cobertor extra. Fiquei hipnotizado. Ela dormia de bruços, seminua, numa pose que deixava a bunda enorme dela completamente à mostra. Eu queria tocar, queria enfiar a cara ali, explorar, mas como? Então, desesperado, corri pro meu banheiro e me masturbei sem parar, derramando porra pra caralho, uma vez e outra, seguindo sem reservas meu destino, pensando nos beijinhos dela, nos abraços, naquela figura montanhosa.
Dali me senti mais calmo, comecei a notar que a presença dela não me assustava tanto. Tava batendo uma quatro a cinco vezes por dia, ajudado pelas fotos da minha mãe e uns vídeos baixados da internet, a maioria de rabudas… Até aquele momento não conhecia o enorme potencial de carga e descarga dos meus testíbulos.
Uns dias depois, dedicado completamente à punheta apesar de não me dar toda a satisfação que eu precisava, ao entrar na sala de TV, encontrei minha mãe pintando as unhas dos pés.
Ela me cumprimentou distraidamente e continuou o que fazia, era estranho ela me cumprimentar assim, mas não liguei.
Tava de saia e sentada numa das poltronas — que puta presente que eu ganhei! As pernas dela, dobradas, uma erguida, a outra deitada, expunham descuidadamente o paraíso da intimidade dela. A calcinha de bordados finos colava na buceta dela, moldando os lábios divinos, meio inchados e marcados pela linha que revelava a entrada daquele tesouro delicioso. Dessa vez, parecia depilada. A cena era maravilhosa, inédita na minha vida.
Umas meia hora fiquei apreciando o pau subindo enquanto babava por aquilo.
Obviamente eu disfarçava. Mas ela, ao se arrumar, abriu mais um pouco as pernas e a calcinha, tentando se ajeitar, mostrou mais. Idiotizado por aquela imagem, esqueci que ela podia me pegar e, quando levantei os olhos, encontrei os dela.
Quase tive um infarto.
— Tá aparecendo alguma coisa? — perguntou, se inclinando.
Neguei com a cabeça e completei bestamente:
— Um… pouquinho.
— Um pouquinho? Ha, nessa posição você deve ter visto tudo.
— Mas… foi… foi sem querer.
Minha garganta secou e fiquei pálido.
— Não fica nervoso, meu bem — disse compreensiva — quem sempre colocava malícia, pra ver ou mostrar algo, era seu pai, eu não. Com o mesmo tom, ao ver que eu não deixava minha expressão de angústia:
— Sabe o que eu li? Que o corpo deve ser honrado, considerado sábio e bonito, e é verdade, se a gente não fizer isso, pode acabar se odiando ou caindo numa depressão terrível… você já viu o que aconteceu comigo… Além disso, a coisa mais natural e linda do mundo é um corpo livre de véus, pelado, isso não tem nada de errado, muito pelo contrário.
Eu concordei, querendo dar razão a ela.
— Sabe o que me preocupa? — Ela disse. — Que você cresça sem aceitar seu corpo ou o dos outros. Que nem seu pai. Ele nem gostava de fazer amor com a luz acesa. Além disso, tinha vergonha de ficar pelado, acredita?
— Você sabe que eu não sou assim — falei num tom sério.
— E por que você tem vergonha de olhar pra sua mãe, se é normal ter curiosidade? Você nunca viu uma buceta.
Eu quis dizer que sim, mas me calei.
— Não tem nada de errado em você olhar, aliás, quantas vezes você já me viu pelada?
Eu não lembrava de nenhuma.
— Você precisa ficar tranquilo, eu também às vezes tenho vontade de olhar — ela disse com toda a naturalidade.
— Sério, mãe?
Agora sim, eu estava em outra dimensão.
— Você acha que eu não gosto de olhar um corpo jovem como o seu? Você tem o abdômen marcado, suas pernas são tão fortes, e olha esse rostinho lindo que você tem. Eu olho pra você, mas tento deixar de lado as prevenções que tenho enquanto faço isso. Quero que você entenda que o problema está no receio que você tem de olhar ou de sentir.
Ela fez um silêncio, como se esperasse alguma palavra, e a primeira coisa que me veio à cabeça foi:
— Eu… eu olho pra você… Te juro que não é só comigo, mas é que você tem um… você sabe… sim, às vezes eu olho e sinto… isso… umas coisas… é normal, né?
— Ha, ha, ha, você fica com umas coisinhas ao me ver, meu amor, fica excitado? — ela perguntou bem animada.
Eu concordei, baixando a cabeça.
— Sério?… Mas meu amor, não precisa ter vergonha de falar. — Os olhos dela brilhavam, enquanto uma mecha de cabelo liso caía sobre o rosto, dando um aspecto bem jovem.
Motivado pelo jeito como ela me olhava, me atrevi a dizer:
— É… que não tem umas iguais às suas. Ela sorriu brincalhona. —Umas o quê, meu amor? —Você sabe… bundas! —exclamei sem querer, fazendo um gesto com as mãos. Respirei segurando meu entusiasmo. Dessa vez ela sorriu mais que encantada e, apertando sutilmente os lábios, disse: —Você fica excitado com sua mamãe? Vamos, e o que mais você faz? —Hã… eu me toco. Minhas palavras fizeram ela arregalar os olhos até o talo, então completei disfarçando: —Mas com filmes adultos. Ela soltou uma gargalhada e, balançando a cabeça, disse: —Quem te vê, meu bem… Você vai ter que me mostrar esses filmes. —Ela achava divertida a ousadia da minha timidez. Depois, ficou pensando um momento e afirmou, mais séria: —No dia em que você me ajudou, me senti renovada, tão liberada que consegui aceitar que sempre tive complexo por ter uma bunda tão grande. Desde pequena me zoavam, quantas vezes não chorei pelos apelidos que me davam, ou pelas vulgaridades que falavam na rua… Ela fez uma pausa e, emocionada, continuou: —…Mas percebo que é absurdo, já sou uma mulher feita e direita, e se meu filho gosta que eu seja bunduda, então com mais razão eu mesma devo ficar contente com o que tenho. Os olhos dela brilhavam. —Você naquele dia foi honesto e me mostrou o que sentia. Sua sinceridade me ajudou. E quero que entre nós nunca haja barreiras que nos obriguem a mentir. Quando a pessoa não tem culpa, é transparente, consegue despir a alma com facilidade, não nega o que é e descobre o que pode fazer… Não quero que você se culpe pelo que sente ou pelo que vê. —Mas meu pai dizia… Me interrompendo, ela argumentou: —…Sim, seu pai sempre quis que a gente se sentisse culpado. Por isso não progrediu. Se eu mostrava um pouquinho, ele ficava bravo pra caramba, mas eu não me sinto mal te mostrando, pelo contrário. Além disso, por que se encher de pudores culpados pelo que se sente aqui? (Apontou para o coração.) —Não quero que você caia em complexos bobos, meu amor. —E o que eu devo fazer para não ter complexos? —Perguntei. —Então, o importante é que você se sinta bem, livre e sem frescura. A gente tem que se expressar à vontade, se aceitar, ficar de boa com o que Deus deu. Com o corpo.
— Por isso que você anda tão à vontade de calcinha ultimamente?
— hahaha, sim, mas você fica vermelho me vendo assim.
— É que parece que não vou conseguir parar de te olhar… adoro que seja assim… tão… tão grandona. Sua ra… bunda é de concurso.
Com certeza dava pra ver o sangue subindo na minha cara.
— Meu amor! — Exclamou, claramente lisonjeada.
— Às vezes acho que não vou encontrar uma namorada como você.
hahaha relaxa, você tem mais do que precisa — explicou, visivelmente satisfeita. Depois: — Você não faz ideia da felicidade que me dá saber que nosso relacionamento é aberto, a gente conversa de um jeito que nem casados conseguem…
— É que você é a melhor… tem tudo que qualquer um quer… Se pudesse, casava com você…
— Você me faz sentir divina, por isso não pode ter vergonha de nada disso.
Eu nunca tinha visto a expressão que elas tinham agora.
— Você não imagina o quanto eu te amo… a voz dela batia em mim, fazendo o ar não caber nos meus pulmões.
— Às vezes não entendo o que acontece comigo — falei, evitando olhar de novo pra entreperna dela.
Ela me olhava de um jeito que me fez engolir seco. Então, sorrindo com malícia, exclamou:
— Mas você fala, me diz um monte de coisas e continua fugindo de ver o que quer ver…
Me senti pendurado de novo. As pernas deliciosas dela continuavam abertas, acessíveis, me convidando a seguir a ideia.
… Ela apertou um pouco os lábios. — Meu amor, assim como é que você vai entender o que acontece com você?
Os olhos dela pareciam pedir pra eu fazer.
— É que é difícil — forcei.
— Olha, calma, sou sua mamãe… Eu sei que você consegue — no tom dela, escondia a ansiedade.
Incitado, baixei os olhos, primeiro com recato e depois sem vergonha, até me concentrar na buceta adorável dela e aí achei que vi um toque de umidade nos bordados sugestivos que percorriam o centro da calcinha dela.
Impulsionado pela tesão, exclamei:
— Não dá pra ver direito!
Minha mãe moveu a mão em direção à calcinha dela... E naquele exato momento a campainha tocou. Não podia estar mais puto com a interrupção inoportuna... Quem caralhos poderia ser?... Mas peraí, o que foi que eu pensei ter visto, será que minha mãe ia puxar aquele pano fino pra me mostrar a buceta dela ou era só minha imaginação? ... Era uma das minhas tias. Cumprimentei e fui pro meu quarto esperando minha mãe chegar... mas não, minha tia chamou ela pra sair e ela foi embora. No dia seguinte, depois que cheguei de jogar futebol e almocei, minha mãe me chamou pra ver TV e eu falei que não, ainda tava puto porque no dia anterior ela tinha me deixado na mão... me plantado. Ela percebeu que tinha algo errado comigo e começou a fazer piadas, como eu não ria, ela quis me fazer cócegas. Os dedos dela tentavam cutucar meu corpo de brincadeira. Quanto mais eu resistia, mais ela insistia, comecei a ouvir os gemidos dela, as mãos dela percorriam meu corpo e os dedos se moviam rápido sobre minha roupa. Aí, no meio da sarração e da minha falsa resistência às brincadeiras dela, minha mãe esbarrou sem querer no ferro da minha pica. Ela parou, ainda ofegante, e me olhou pensativa. Muito séria, disse: - Sabe? Você devia me mostrar aqueles filmes que você me contou ontem. - Quais? - falei, tentando adivinhar por que ela tava pedindo. - Os de adulto... com os quais você faz coisas - ela disse. - São vídeos... que baixei da internet. - E dá pra ver no DVD? - Dá. - Vamos. Eu segui ela até o quarto dela. Enquanto eu arrumava tudo, ela se deitou na cama de bruços, olhando pra TV. Depois de preparar o DVD, me deitei do lado dela de barriga pra cima, com a cabeça do outro lado. Nessa posição, a bunda enorme dela ficava exposta pro meu exame. Ela tava usando um short de algodão que mal cobria aquela curva de tirar o fôlego. - Beleza, bota eles, tenho que ficar de olho no que meu filho anda vendo -. Pude ver o rosto dela de perfil, esboçando um sorriso. Sem saída, apertei o play. O primeiro vídeo era de uma coroa meio bunduda que tava sendo comida por dois caras. Minha mãe ficou olhando em silêncio e eu... Eu ficava observando, tentando tirar alguma pista do que ela tava pensando, mas nada. Aos poucos, comecei a imaginar que ela tava se divertindo com o vídeo, com uma puta safadeza. Cada vez que mexia um pouquinho, eu me perguntava por que tava fazendo aquilo, e a resposta, sem prova nenhuma, aparecia: ela tá se esfregando na cama ou apertando a buceta no colchão. Eu procurava qualquer sinal de prazer nela, e meu pau já tava colaborando, todo duro. O clima começou a encher com as cenas da TV. Minha mãe, naquela posição, dobrou os joelhos, levantou os pés e começou a brincar com eles no ar, deixando a bunda dela com um tamanho monstruoso. Olhar pra ela era morrer de vontade.
— É muito sensual — comentou, vidrada no vídeo.
Num instante, ela se virou e me perguntou, com uma naturalidade que me deixava atordoado, se a bunda dela era maior que a da atriz.
— Sim… claro — falei, e ela pareceu satisfeita. — Você tem uma bunda maior que a da mais traseira desses vídeos.
— É mesmo? — O rosto dela mostrava incredulidade. — Me mostra.
Eu coloquei o vídeo.
— Esses caras parecem que fazem ela gozar pra caralho — disse ela.
— Sim, eles adoram — falei, tentando provocar.
— Mas ela é mais bunduda que eu — garantiu.
— Pra mim, não.
Enquanto ela olhava pra tela, eu devorava com os olhos aqueles dois hemisférios enormes que escapavam, revoltados, do short de algodão.
— Como ela faz pra mexer assim? Ela faz a bunda dançar — disse.
— Não deve ser difícil — afirmei, disfarçando minha espiada incestuosa.
Então, minha mãe, fazendo questão da espontaneidade dela, levantou um pouco o quadril e começou a rebolar devagar, com movimentos lentos, aquele bundão, enquanto ficava deitada de bruços… cada sacudida revelava, de um jeito sugestivo, o poder daquela bolota bem dotada, me arrepiando todo.
— É assim que ela faz, né? — brincou, buscando minha aprovação.
Eu disse que sim, com o coração na mão.
Mas não consegui parar de pensar que ela tava fazendo de propósito. O que será que ela queria? Por que me deixava assim? E naquele momento, tive a certeza do que antes só tinha sonhado: poderia chegar a foder ela… Instintivamente peguei na minha pica. Ela continuava olhando a TV. —Deve ser grande pra caralho—. Apontei. —Na internet dizem que essa atriz tem 120 cm (47 polegadas) de bunda—. Revelei. —E será que a minha mede tanto? A expressão dela desafiava a pedir pra medir. —Por que você não mede? —Sei lá—. Simulei com uma indiferença encantadora. Continuei me fazendo de rogado e insisti usando as palavras que ela usou no dia anterior, sem imaginar que ela me pediria algo em troca. —Mas você também deve medir alguma coisa—. A ideia iluminou o olhar dela. —O quê?—. Perguntei. …mmm… suas pernas, isso aí. Foi quando percebi que minha ereção ia me ferrar. —Tá... passa a fita métrica que está no armário e vamos medir. Eu não queria levantar por causa da rigidez, mas o olhar da minha mãe tornava impossível recusar. Então, tentando esconder o volume do meu shorts, fui até o armário, mas com tanto azar que não encontrava e tive que ficar mais tempo em pé do que queria. Quando consegui, minha mãe se levantou, pegou a fita e começou a medir, mas depois de alguns segundos desistiu e pediu pra eu fazer. A bundona dela parecia resistir à fita… e minha pica exigia que eu fizesse algo. … Então minha mãe exclamou: —Olha como você está! Sentei de um pulo na cama e ela começou a dar gargalhadas. —Amor, você se envergonha com muita facilidade… hahahaha… Não, senhor, vem cá que você não terminou de me medir, hahahaha. Levantei de novo, ajustei a fita, minha mãe tinha 130 cm (51 polegadas) de bunda. —Nossa, são maiores mesmo!—. Exclamou vitoriosa. —Eu sabia—. Apontei. —Seria um sucesso num vídeo desses— disse com humor negro. Fiquei mudo. —É sua vez—. Disse pegando a fita e se ajoelhando. —Não tá doendo, meu amor?— Perguntou consoladora, enrolando a fita na minha coxa. O rosto dela estava a poucos centímetros da minha piroca congestionada. Meus joelhos tremiam, a cabeça rodava de tanto tesão. Ela disse quanto media minha perna, mas a verdade é que eu não ligue pra ela, porque enquanto falava, ela olhava fixamente pro meu cacete. —Tô meio dolorido—. Falei com esforço e, sem pensar, baixei a bermuda…. Meu pau liberado brilhou com a ponta lubrificada. Vi claramente ela engolir saliva. Ela ia falar alguma coisa, mas… Louco… cego de desejo… peguei a cabeça dela e enfiei no meu pau. —O quê…?!—. Ela murmurou. —Desesperado, esfreguei minha pica nos lábios dela, na testa, nas bochechas, ela me empurrou e se levantou. O medo na cara dela a transformou numa presa, empurrei ela contra a cama e montei em cima. A excitação me deixava doido. —Não… o que cê tá fazendo… ah… não, pelo amor… Eu forcejava, tentando achar onde enfiar, desesperado pra agarrar a bunda dela. Eu era mais forte, sabia disso enquanto ouvia o gemido dela, os "não" e os pedidos. Mas ela não desistia, e o roçar da pele das pernas dela no meu pau fez eu gozar, num espasmo longo e torrencial de porra… Aí o remorso me pegou junto com a descarga e eu comecei a chorar. Não sei quanto tempo passou até ela se aproximar, também chorando, e passar a mão na minha cabeça, dizendo que sentia muito… que não sabia por que eu tinha agido assim… se ela nunca tinha me encorajado. O quê?! Que cinismo!… Tanta mentira!… Me senti enganado, como ela pode…? A raiva me inundou… "Nessas semanas, ela só tava rindo de mim, alimentando o ego dela com meu desejo… Tava me fazendo de otário!". Não ia deixar!… E a raiva fez meu pau subir de novo, que Deus me perdoe, mas pensei: a putinha me provoca por semanas e agora me fala isso?!… …a maldade tomou conta de mim. —Mas eu achei…—. Falei. —Filho, pelo amor… Eu via outra coisa nos olhos dela. —…Como é que você pensa uma coisa dessas— ela terminou dizendo. Olhei pra ela por uns segundos, fixo. —Eu sei que você sente a mesma coisa—. Afirmei. —Eu te amo… mas… —Vai me dizer que agora, quando me viu, não sentiu nada? —Não sei o que você pensa, mas… —Se cê tá falando a verdade, olha pra ela! Meu pau petrificada, ela mantinha aquela vontade imensa. Ela recusou furiosa.
—Às vezes dá vontade de olhar!... né? — falei repetindo as palavras dela.
—Não fala isso... eu...
—Não tem nada de errado em olhar — falei com sarcasmo.
Ela parecia confusa.
—Olha pra ela!
—Ela olhou. No rosto dela ainda estava o rubor da luta.
—Você gosta?
—Meu amor, por favor, é melhor que...
—Eu sei que você queria tocar ela, chupar ela — falei com rancor, com desejo.
—Como você me diz isso... sou sua mãe...
Ela cobriu o rosto com as mãos e começou a chorar.
Vi as lágrimas dela de novo, mas não acreditei. Mesmo assim, seguindo o jogo, abracei ela, acariciando, passei a mão no cabelo dela enquanto a outra mão fazia carinho nas costas. Depois, afastei o cabelo do rosto dela, beijei e beijei de novo os lábios dela, enquanto pegava a mão da minha mãe e levava até meu pau.
—Não... não... ummc... não — ela recusou e tentou me dar um tapa sem convicção.
Minha raiva aumentou.
Lutamos mais um pouco e, mesmo eu sendo mais forte, ela conseguiu se soltar e se levantar. Eu me levantei e, aproveitando que ela estava de costas, me encostei nela. Senti meu pau na fenda da calcinha dela, bem redondinha.
—O que... é isso?... Me solta... não... não
Me agarrei na cintura dela enquanto sussurrava no ouvido que amava ela, que ninguém poderia amar ela como eu.
—Pelo amor de Deus, me larga!
Comecei a apertar meu pau com raiva contra ela. Meu peso fez ela apoiar as mãos no móvel da TV, e "sem querer" puxei a calcinha dela, facilitando meu trabalho. A dureza, o tamanho daquele rabão no meu pau me enlouqueceu.
—Sou sua mãe... não... por favor!... aaaah!
Ela gemeu por um segundo com prazer e eu soube que ia conseguir.
Mas ela não se entregava de vez. Por um tempo, ela lutou e acabou na cama, de bruços, comigo por cima. Eu me mexia, esfregando meu pau duro e nu no meio da bunda dela, que o short mal protegia.
Ficamos assim não sei quantos minutos.
—Não, ahh, não, não, me solta, aah, não aah! — ela gemia e recusava.
Ao mesmo tempo, eu dizia, com o ódio fervendo no caldeirão do Arrecheira, que se deixasse, que eu sabia como ela gostava: "não… não é ruim"… "gostoso,… assim"… "eu sei o que sua bunda quer"… Enquanto beijava seu pescoço e com minhas mãos procurava por baixo dela seus peitos, sua resistência começou a se transformar em apoio para minhas investidas, sentia como sua bundona se apertava subindo contra minha pica, seus gemidos deixavam escapar sons de prazer, seu perfil apoiado na cama me permitia ver entre os fios soltos de cabelo preto como ela chupava os lábios e fechava os olhos com caras de tesão… Os meses de abstinência e meus ataques lascivos faziam efeito. Sua oposição desapareceu e veio um rebolado gostoso da bunda dela. Sua boca doce entreaberta recebeu meu dedo e chupou… Vi ali como ela apertava o lençol da cama com as mãos e… se soltou. -Me dá logo, Sim, aahagaaah!-. Ela abafou o gemido… Achei que era de prazer, mas agora tenho certeza que gozou. Minha tesão progrediu feito um demônio em cima da bunda larga da minha mãe e no meio do paroxismo e dos movimentos de cachorro, tive outro orgasmo, lambuzando de esperma por toda parte o tecido de algodão do short dela. Só ouvia sua respiração brusca… O arrependimento tentou me prender… mas algo aconteceu… ela se levantou com o semblante estranho, era uma expressão animal, seus olhos claros soltavam faíscas, eu esperava um ataque ou algo assim, mas em vez disso minha mãe, agora sentada, estava fixa no meu pau que continuava duro. Foi como se algo tivesse se libertado nela, pegou minha pica com o gesto mais safado que já vi na vida e começou a passar a mão, enquanto gemia quase desesperada. A maciez da mão dela era uma tortura. A situação exasperou minha luxúria e me jogando de costas, enquanto minha mãe percorria da base até a ponta da minha vara com perícia, comecei a agitar os quadris enlouquecido. -Você tem uma enorme, meu amor. Na posição em que ela me batia uma, consegui pegar mais ou menos uma das bundonas dela e comecei a amassar por cima do short, sua respiração Ela se transformou em puros gemidos, meu cérebro fervia, impressionado com o tamanho que minha mão apertava. Comecei a enfiar a mesma mão dentro do short e tentei puxá-lo para baixo. Ao mesmo tempo, ela batia uma pra mim com mais força e mais rapidez, fazendo a cabeça do meu pau querer explodir. Que os santos me perdoem por falar assim, mas os gemidos da minha mãe pareciam de uma puta no cio... De repente, ela parou e tirou o short às pressas, não tinha calcinha, a nudez dela era terrivelmente excitante... não esperou... montou no meu pau sem enfiar. Senti o calor externo da buceta dela, a umidade, a maciez delicada, senti as bundonas pesadas e suculentas dela. Ela se balançava com perícia, esfregando no meu pacote, aumentando devagar a velocidade e minha excitação. —Assim... aahh, como é bom, assiiim, assiiim... —Ela começou a gemer baixinho. Eu empurrava, atordoado pelo atrito. Era inacreditável ver a cara que ela fazia. Era o tesão personificado no rosto da minha mãe... Os fluidos dela escorriam pelos meus quadris enquanto ela se esfregava em mim... ficou assim por um tempo... depois parou um instante, com a mão direita pegou meu pau e bem devagar... foi enfiando... Queimava! O canal molhado dela apertou a cabeça inchada do meu pau enquanto se abria caminho com uma dificuldade deliciosa... Senti o tronco sufocado pelas paredes delicadas da buceta dela. O encaixe, a compatibilidade era absolutamente perfeita entre a vagina da minha mãe e meu pênis... O calor do interior dela derreteu minha moral... o aperto me deu uma torrente de prazer que nunca experimentei com outra mulher... Ela se moveu num ritmo que parecia escrito só pra mim. As bundonas gigantes batiam nas minhas pernas e nas minhas bolas, me dando um prazer de rei. Subia, descia, pulava, inclinava, balançava... —Aaa... denntro... Siim... Ooohoooh... beeem... oouuoooh... —Minha mãe continuava, puxando os quadris pra todos os lados enquanto eu apontava pro fundo dela. Ela agitava a pélvis com força, dando o deleite mais veemente pro meu pau. A rebolada dela era espetacular, espremia o talo do meu pau podendo perceber como ele pulsava no leito interior que o apertava. Minha mãe por segundos parava sabiamente, me fazendo sentir sua buceta me sugando, mas depois suas cadeiras dançavam e dançavam de forma primitiva em torno da pressão quente do meu pau enfiado… teve um momento em que o presente desapareceu, e a consciência se dilatou sem limites, só éramos prazer em movimento… Meu esperma pareceu ganhar energia na sua saída com a tensão erótica dos meus músculos, nos poros ativos da minha pele… me eriçei convulsivamente, meu pau inchou ao máximo e comecei a me esvaziar num nirvana de porra… Ao mesmo tempo, ela cravou as unhas no meu peito e, fechando os olhos com força, uivou de gozo… -Aaahuaaahaaah-. Tinha tido outro orgasmo com o filho. Ela desmontou, se ajeitando de bruços, ainda estava tão excitado que me joguei contra a bunda dela. -Tão linda, mamãe-. Gemi. Mas ela me parou, na cara dela ainda dava pra ver a fome. Eu continuava completamente duro, com vontade de muito mais. Levantando, foi pro banheiro. Fiquei batendo uma por uns segundinhos enquanto via ela indo de costas. Ouvi o chuveiro e movimentos de toalha. Pouco tempo depois, voltou, se ajeitando de novo de bruços ao meu lado. Minha mãe se lavou pra eu me deliciar na intimidade dela! A bundona nua dela me oferecia o relevo mais lindo do mundo. Meu coração batia rapidíssimo, comecei a tremer de ansiedade ao perceber que parecia muito maior do que naquela noite em que espiei. A luxúria me fustigava com aquele tamanho prodigioso. Me joguei tocando sem parar, faltavam mãos, amassava, apertava e movia toda aquela magnitude com a maior felicidade. Não acreditava, a bunda que tantos desejos me causou era agora toda minha. Beijei muitas vezes com devoção enquanto segurava firme, mas não consegui parar… Descontroladamente, me entreguei àquele banquete de bunda. Lambi intoxicado pela brancura, por tanto corpo, percorrendo a superfície linda… A excitação me Doía. — Que delícia… ummm… ummm… uuuf — minha mãe gemia. O perfume suave e celestial de buceta que saía do sulco perfeito da bunda dela me atraiu. Abri aquelas nádegas enormes com dificuldade, por causa do tamanho, e vi… o cuzinho rosado… era de uma forma tão requintada que implorar era pouco. Os quadris dela vibraram… enfiei meu rosto entre aquelas duas redondezas e, sem pensar, coloquei minha língua para brincar naquele asterisco divino. Minha mãe mexeu aquela bunda enorme de prazer, batendo no meu rosto, me aprisionando… eu estava disposto a morrer… Aos poucos, ela se levantou enquanto eu chupava o cu dela, até ficar de joelhos com o rosto na cama… E o paraíso dela se revelou por completo. Já não era só o cu, agora eu também lambia a buceta lisinha dela. — Sim, sim, assim! Assim! Umm! — ela recitava com fogo. Meu rosto foi ficando encharcado de fluidos e felicidade. Aquela bundona dançava no ritmo do meu trabalho. Com as mãos apoiadas no traseiro dela, me levantei. Minha pica duríssima se ergueu em direção àquelas bolas de doçura incomparáveis. Segurando-as com a mão, apontei para a vagina dela… dessa vez fui eu quem guiou a penetração, mas com uma delicadeza que mais parecia medo, causando nela arrepios de volúpia. Em seguida, ela mexeu os quadris em círculos, bem colada no meu eixo, esfregando a bundona no meu baixo-ventre. Fazia isso com tanta maestria que cada círculo tocava até a última fibra nervosa da minha pica… me proporcionando o mais monumental dos prazeres. Rápido, agora devagar, variando de acordo com minhas investidas. Esfregando, amassando furiosamente aquela bundona, completamente hipnotizado e tesudo, meus dedos começaram a procurar o cuzinho estriado. Separei cada bola de carne que formava a bunda dela, tateando… Foi fácil. A lubrificação da vagina dela tinha alcançado aquele ponto impudico, e o prazer ofegante da minha mãe dava elasticidade. Meus dedos entraram no cu dela, um, dois e três dedos de uma vez. Aquele poço de perdição sagrada se abriu diante dos meus olhos incestuosos, e minha pica implorou para participar. Apertei com muita força um dos glúteos dela e ela pareceu entender por que ele parou, expectante…. Coloquei a cabeça do meu cetro na entrada do cu dela que visivelmente se abriu, empurrei com suavidade e a cabeça sumiu sufocada lá dentro do cu da minha mãe, apertei mais um pouco meus quadris, ela com vontade quis engolir tudo, e o tronco foi até o fundo, vitorioso… Já não tinha limites, comecei a bombar, tirando e metendo, sem me segurar na força, sem consideração… no ritmo, ela dançava aquela dança satânica que quebrava o mais primitivo dos tabus… Sim, os gemidos da minha mãe revelavam a força pecadora da alma dela…. Aahuu!, Aahuuu! Emm! - saía da boca dela gemendo. Comecei a sentir nela, o descontrole ativo do tremor que (agora eu sei) antecede o orgasmo, um uivo visceral saiu da garganta dela, contido, explodiu dando voz ao auge do prazer dela. - Ummmmm! Aaaaah!! Uuuhuuueuuuggggg! Quase ao mesmo tempo minhas bolas se contraíram e um jato de porra disparou dentro dela, me afundando num mar atemporal de êxtase… Fiquei abraçado nas costas dela, feliz como nunca na minha vida… Ao tirar meu pau, o leite branco do orgasmo escorreu com uma elegância lenta, brotando do cu dela, minha mãe, com a respiração ofegante, virou o rosto e… Eu soube pelo olhar dela que queria mais….
- Dá pra ver muita celulite?
- Quantas não queriam que o vestido ficasse assim nel…
- Dá pra ver? – ela me interrompeu, levantando a sobrancelha escura com aquele gesto que transbordava mais sensualidade do que raiva.
- Mãe, eu não tô vendo nada, olha, a cor te cai super bem…
…Sem eu esperar, ela levantou o vestido, fazendo a brancura maravilhosa daquelas bundonas aparecer de novo.
- Tá vendo a celulite? – ela perguntou.
Eram duas covinhas quase imperceptíveis numa nádega e uma dobra insignificante na outra, além disso, quem em sã consciência, com um tamanho daqueles, ia ligar pra essa merda!
- Não dá pra notar, tá linda – repeti seco, tentando pensar em outra coisa pra não alimentar mais meu pau.
Ela deve ter percebido minha ansiedade, porque com um jeito safado, empinando aquelas bundonas gigantes, me pediu pra chegar mais perto… pra ver melhor.
- Mãe! – exclamei, sentindo as cores e a temperatura do meu rosto mudarem.
- hahaha, meu amor, isso não tem nada de errado, sou sua mãe, sério, por que você não vem e toca… Não vai acontecer nada, acho que elas não vão te morder, hahaha.
Eu tava pasmo. Ela parou um segundo e, fingindo raiva, completou:
- Ou é nojo que você sente?
- Não!… não, é que… sei lá, não me… – falei me desculpando.
- …Nada. Me diz se ainda tão durinhas.
Se aproximando, ela pegou minha mão e colocou numa daquelas nalgas imensas, se divertindo com minha reação.
Toquei. A pele era lisa, macia. Apertei um pouco, quase instintivamente.
- O que achou?
Apertei de novo.
- Tá uma delícia – falei, convicto.
Obviamente, eu também sentia a rigidez do meu pau.
- Mas tão molinhas? – ela perguntou.
Neguei com a cabeça, enquanto ela me olhava por cima do ombro.
Tirei a mão e ela abaixou o vestido.
Se virando pro espelho, influenciada pelo efeito que a visão das suas sentadeiras escandalosas tinha me causado, ela me disse que definitivamente o vestido ficava melhor nela do que ela imaginava e começou a brincar como se fosse uma modelo, dava pra ver que ela tava mais segura, posava e exibia aquele rabão gostoso no espelho. — Não sei mais o que te dizer, além de que você tá uma deusa. — Meu amor, com sua carinha você já diz tudo… tô me sentindo muito melhor… uffa, que besteira ficar assim tão triste. — Ela disse, se animando. Um momento depois, com as beliscadas que eu mesmo dava na minha perna, meu pau começou a acalmar. — Você tem que terminar de se arrumar, suas amigas tão te esperando. — Falei. — Na real, não tô muito a fim de sair com minhas amigas — continuava brincando na frente do espelho — Vou ligar pra Patrícia pra falar que não vou. — Eu também vou ligar pro Juan Camilo, não vou. Minha mãe insistiu pra eu ir. Quando viu que eu não cedia, me disse que me deixaria ficar sozinho se a gente saísse pra comer junto. Aceitei feliz. Dava pra ver de longe que o ânimo dela tinha melhorado. Mas ela não queria usar aquele vestido, dizia que tava muito vulgar, no entanto, usando do meu novo estado, ofereci um copo de rum pra ela, que me permitiu convencê-la sem demora. Já prontos, fomos pra um shopping pequeno e não muito longe que tinha todo tipo de comida. Enquanto eu dirigia, ela me disse que eu nunca saberia o quanto ela agradecia por ter um filho como eu ao lado dela. Olhei pra ela e garanti, com o coração inflamado, que a amava demais. Os olhos dela brilharam cheios de lágrimas, mas ela se conteve… a gente tinha chegado. O lugar tava lotado. Enquanto a gente caminhava pro local que a gente tinha escolhido, vi uns babacas devorando ela com os olhos, mas os piores olhares eram daqueles que descobriam a particularidade dela… Talvez ela percebesse, mas ignorava. Antes de entrar, ela parou numa vitrine interessada nuns sapatos, aí me deu na telha me afastar pra ver ela com os olhos daqueles estranhos. Dei uns passos pra trás, olhando. A segurança com que ela parava, sem nenhuma indulgência, aquela bunda enorme dela se marcava no vestido, dando aquela aparência que mexia com o tesão. Sim, não dava pra negar, ela parecia vulgar, deliciosamente vulgar. Apesar da cor sóbria do vestido, a racha dela se destacava escandalosamente, delineando a fenda e os contornos de um jeito provocante. Um cara se aproximou dela, eu dei uns passos à frente e, quando me viu, ele se afastou. Ela é toda minha, pensei, me regozijando. — Eles se seguram porque eu tô contigo — comentou minha mãe, me tirando dos meus devaneios — é que você já é um homem feito, meu amor, olha esse corpanzil que você tem, ninguém diria que você tem 15 anos. O que você acha… parece que sou sua namorada? Sorri sem saber o que dizer, surpreso com a franqueza da pergunta dela… Claro que eu adoraria não só parecer, mas ter uma mulher assim… mas pelo amor de Deus… era minha mãe! — hahaha, olha como você fica, vamos, passa o braço na minha cintura. A gente tinha decidido comer algo leve. Sentamos pra curtir o jantar num lugar agradável, não muito cheio. Com a comida, ela pediu uma cerveja, eu um suco. Conversamos animados até que, no final, depois de pagar a conta pro garçom, ela percebeu que duas novinhas da minha idade estavam me olhando. — Essas menininhas não têm respeito, nos veem juntos e ainda assim te paqueram — disse ela, brincando… Fez uma pausa e acrescentou, ronronando — Meu amor, elas não respeitam sua namorada. Um arrepio percorreu meu corpo da nuca até a base dos meus testículos… — Elas devem achar que você é meu amante — completou. Ela nunca tinha falado comigo naquele tom, adorava brincar, mas isso… isso fez meu pau reagir na hora. — Será? — murmurei, impressionado, sem saber que porra tava rolando. Rapidamente, ela sussurrou no meu ouvido: "vai ver como vou deixar elas de boca aberta". Então encostou a bochecha na minha e me deu um selinho no canto dos lábios e, num sussurro direcionado a elas, modulou — É meu. Ela me beijou de novo. Dessa vez, senti os lábios dela no meio dos meus. Fiquei duro. Ela sorria, triunfante. Olhei pras duas… Garotas. Elas estavam visivelmente desconfortáveis, mas eu não liguei pra isso... Minha pica pulsava dolorosamente dentro da calça. Como a gente tinha terminado de comer, minha mãe começou a se levantar. Pedi pra ela esperar um minuto, mas ela interpretou errado, parecia com ciúmes, levantou a sobrancelha e falou baixinho:
— Quer ficar pra olhar pra essas idiotas?
Não sabia se ela tava brincando ou não.
— Espera... é que... — falei confuso.
— ...Me diz se você quer ficar e a gente fica.
— Não, não é isso, mãe.
— Ah, vai me encher com uma história igual seu pai.
Eu não sabia o que dizer.
— É que eu tô com uma cãibra...
Ela me olhou... e pareceu acreditar. Me perguntou em qual perna, e eu falei que era na direita. "Pressiona a perna contra o chão." Ela olhava investigando, e eu me escondia como podia, mas no rosto dela vi uma pequena mudança, com certeza tinha percebido. Ela disse que com uma massagem passaria mais rápido, aí sorriu e completou que ia no banheiro, e que quando voltasse me dava uma massagenzinha que tirava cãibras. Meu Deus, aquele jeitinho safado que ela sempre usava pra me deixar sem graça.
Obviamente, quando ela voltou, graças a uns beliscões, tudo tava no lugar.
Nenhum dos dois tava com sono, então ela pediu pra eu acompanhá-la pra tomar algo. Fomos a um barzinho ao ar livre perto do shopping, lá ela pediu um coquetel e um refrigerante pra mim. Enquanto conversávamos, perguntei se ela algum dia ia sair com alguém de novo. Ela respondeu que não sabia, que sempre teria a dúvida se talvez estariam atrás do dinheiro que meu pai tinha deixado pra gente.
— Além disso, também não preciso sair com ninguém, tenho você...
...Como aquela afirmação me encheu!
Entre uma conversa e outra, ela pediu outro coquetel e depois mais um. Lá pelo terceiro, ela perguntou se eu queria tomar uma cerveja, aceitei e continuamos conversando quase até as duas da manhã. No final, ela tinha tomado uns cinco coquetéis e eu duas cervejas.
O efeito do álcool tava afetando o equilíbrio dela, dava pra ver o quanto ela tava fora de si, então tive que ajudá-la a entrar no carro.
Desde os 13 anos... Meu pai me ensinou a dirigir e, apesar da tontura que as cervejas me deram, não seria problema nenhum chegar em casa. Bom, foi o que pensei, porque enquanto eu dirigia, minha mãe começou a falar, toda embolada: "cãibra... é ruim... filho, te amo... eu... posso tirar isso". De repente, começou a apertar minha perna, perguntando se era ali que tava com cãibra e rindo pra caralho. Eu pedia pra ela ficar quieta, mas ela insistia em me apalpar, se remexendo no banco. No vai e vem, a saia dela subiu, deixando ver claramente a calcinha e o branco rosado das coxas apertadas dela. Continuou me tocando a perna, massageando suave e atrapalhado. "Pernonas" ela conseguia balbuciar enquanto passava a mão, chegando bem lá em cima, aí me abraçou e começou a beijar meu ombro e meu rosto. Um chorinho baixo tomou conta dela e, tão rápido quanto começou, passou, enquanto ela apagava de vez.
Mas o estrago já tava feito, meu pau pulsava duro e eu devorava a imagem das pernas dela, encorajado pelas duas cervejas, enquanto me debatia pensando se tocava nela ou não. Era tentação demais. A forma marcante das pernas dela me hipnotizava, pareciam me chamar, querer me convencer a pecar, a cor maravilhosa delas me alienava... mas não... Era minha mãe! Mesmo assim, ao chegar em casa, tive que ajudar ela de novo e, na correria de tirar ela do carro e levar pro quarto, não me segurei: disfarçadamente, me apoiei e rocei várias vezes a bunda enorme dela, por cima do vestido. Era firme, pesada, vibrante... O sangue corria rápido e quente nas minhas veias... Por que ela tinha que ter um corpo daquele... com aquele tamanho?... Chega! Um filho não faz isso com a mãe.
Mas a prova mais dolorosa foi quando coloquei ela na cama. Facinho eu podia ter despido ela, contemplado o corpo dela sem reservas, tinha todas as justificativas do mundo. No estado que ela tava, dava pra eu ter deixado o recato de lado e tocado ela à vontade, mas como fazer isso com quem me deu a vida?... …Vocês fariam uma coisa dessas?... …Deitei ao lado dela, vendo o vestido dela subido até a cintura. Pensando. Minha cabeça tava a mil. A claridade da pele dela deixava visível a voluptuosa protuberância da bunda enorme dela na penumbra… que beleza, pensei, parecem tão doces, são tão grandes, que bom seria… seria… Nem sei quantas coisas mais pensei……O sono me venceu. Sonhei com neve que me perseguia, com membros fortes, esbeltos, e glúteos do tamanho de montanhas esbranquiçadas, tinha vento, o cabelo preto solto e liso da minha mãe… os lábios carnudos dela, os beijos quentes… tinha no meu sonho um choro distante… ou será que era um gemido de prazer?… foi um sonho quebrado que me deixou ofegante e suado. Ao acordar, tava muito perto da minha mãe, me assustei, levantei na hora, fui pro banheiro e me olhei no espelho, o dia anterior me parecia tão louco quanto meu sonho. Isso tinha que parar. Fui jogar futebol, pensando que talvez o cansaço pudesse me distrair. Joguei quase o dia inteiro e cheguei no fim da tarde, quando minha mãe tinha servido a comida. Um delicioso espaguete com frango, mas durante toda a janta tive que fazer um esforço danado pra não fixar os olhos nos botões soltos do decote dela. Ela não tava de sutiã e, embora os peitos dela fossem de tamanho médio, os bicos eram enormes e apontavam sem piedade, bagunçando meus hormônios. Eu tentava pensar em outra coisa. Mas o olhar dela… o jeito que os olhos dela percorriam meu corpo, me fazia arrepiar. Graças a Deus ela começou a falar. Me agradecendo por ter cuidado dela, me perguntou como eu tinha conseguido tirar ela da cama, eu disse que tinha sido fácil porque ela não pesava nada, ela gostou muito do meu comentário e acrescentou que eu devia continuar me cuidando. Depois me perguntou sobre o jogo e, apontando pra minhas pernas, com uma expressão encantadora, disse que adorava como meus músculos apareciam, que se ela pudesse, jogaria futebol. Sem querer, me imaginei a bunda enorme dela quicando enquanto corria atrás da bola, mas imediatamente me recriminei. Ela continuou falando sobre os exercícios dela pra tonificar e disse que, como eu tava familiarizado com esportes, podia ajudar. Garanti que não sabia tanto quanto ela imaginava, mas ajudaria no que desse. Sem querer, quando ela se levantou pra levar os pratos, fiquei vidrado nos caminhos fecundos do corpo dela, que o contraste da luz denunciava. Levantei e subi as escadas rapidinho, pensando no mal que eu tava agindo. Era minha mãe, e eu só pensava na carne generosa que delineava as bundas formidáveis dela. Fui quase correndo pro banheiro, esperando que a água fria acalmasse meu ânimo. Tentando me controlar, me enganei pensando que isso seria passageiro. Quando terminei, me deitei, minha mãe entrou e perguntou se eu queria ver TV. Com um sorriso, falei que ia ler. Só queria que chegasse segunda-feira pra poder ir pra escola.
Nas semanas seguintes, notei ela mais animada, a tristeza parecia ter sumido. Saía com as amigas pra fazer compras, malhava e, à tarde, lia uns livros novos de autoajuda direto, enquanto eu fazia alguma tarefa. Parecia muito feliz por estar comigo, frequentemente a gente via TV ou filmes, e às vezes até se divertia com videogame. Nessa época, ela me contou que as amigas diziam que ela tava radiante, enérgica, encantadora. Falei que eu também tinha notado e que tava muito feliz. Aí, emocionada, ela confessou que a mudança dela vinha das ideias dos livros novos, mas, principalmente — e isso ela falou me olhando de um jeito muito especial —, a mudança era por minha causa, por como eu a "fortalecia" e por como eu fazia ela se sentir bem. Abracei ela, feliz de ouvir aquilo, e ela me deu um selinho nos lábios…
Mas, mesmo no meio da calma e do bem-estar aparentes, minha agitação continuava aumentando ao perceber que o que antes era comum e rotineiro tava se transformando, silenciosamente, em verdadeiras cenas que excitavam meus sentidos. Os beijos e abraços dela foram, aos poucos, tão constantes que já não consegui conter minha excitação e minhas ereções. A confiança dela também chegou a um ponto que ela me dava tapas na bunda sempre que queria e pedia abraços e beijinhos na boca a todo momento. No meio da minha agitação, eu me esforçava pra manter a compostura, mas a rigidez do meu pau aumentava conforme o atrevimento das ações dela. Dia após dia, a roupa da minha mãe deixou de ser a de sempre; agora ela usava leggings que deixavam a forma da bunda enorme dela exposta aos meus olhos. Os shorts que não cobriam as nádegas protuberantes dela provocavam em mim gestos (inevitáveis) que claramente a lisonjeavam… Era algo descontrolado. As blusas revelavam os peitos e não escondiam, na transparência, o mamilo duro; o jeito dela andar de calcinha era de matar; e nem preciso falar das vezes que ela entrava no banheiro pra se arrumar ou mijar de manhã enquanto eu tomava banho. Mas o mais difícil era quando ela sentava no meu colo e eu sentia o peso esmagador da bunda dela… …a inocência infantil morreu, perdida na cara de pau dela. Pra piorar, quando saí de férias, ela passou a fazer os exercícios na sala. Não dava pra evitar; enquanto ela me pedia algum conselho, eu me arrepiaba com os movimentos dela, me violentava com as poses, me afogava com as curvas irresistíveis do corpo dela. Sim, a calcinha justa colada na opulência da bunda dela, na exuberância, se esticando ou balançando demais… as inclinações dela, os pulos… era uma loucura total. Numa última tentativa de escapar, sem falar nada pra minha mãe, liguei pro meu pai pra passar as férias com ele, mas ele me deu uma desculpa esfarrapada e disse que não. Não tinha jeito e… …Uma noite, enquanto chovia, entrei no quarto dela pra pegar um cobertor extra. Fiquei hipnotizado. Ela dormia de bruços, seminua, numa pose que deixava a bunda enorme dela completamente à mostra. Eu queria tocar, queria enfiar a cara ali, explorar, mas como? Então, desesperado, corri pro meu banheiro e me masturbei sem parar, derramando porra pra caralho, uma vez e outra, seguindo sem reservas meu destino, pensando nos beijinhos dela, nos abraços, naquela figura montanhosa.
Dali me senti mais calmo, comecei a notar que a presença dela não me assustava tanto. Tava batendo uma quatro a cinco vezes por dia, ajudado pelas fotos da minha mãe e uns vídeos baixados da internet, a maioria de rabudas… Até aquele momento não conhecia o enorme potencial de carga e descarga dos meus testíbulos.
Uns dias depois, dedicado completamente à punheta apesar de não me dar toda a satisfação que eu precisava, ao entrar na sala de TV, encontrei minha mãe pintando as unhas dos pés.
Ela me cumprimentou distraidamente e continuou o que fazia, era estranho ela me cumprimentar assim, mas não liguei.
Tava de saia e sentada numa das poltronas — que puta presente que eu ganhei! As pernas dela, dobradas, uma erguida, a outra deitada, expunham descuidadamente o paraíso da intimidade dela. A calcinha de bordados finos colava na buceta dela, moldando os lábios divinos, meio inchados e marcados pela linha que revelava a entrada daquele tesouro delicioso. Dessa vez, parecia depilada. A cena era maravilhosa, inédita na minha vida.
Umas meia hora fiquei apreciando o pau subindo enquanto babava por aquilo.
Obviamente eu disfarçava. Mas ela, ao se arrumar, abriu mais um pouco as pernas e a calcinha, tentando se ajeitar, mostrou mais. Idiotizado por aquela imagem, esqueci que ela podia me pegar e, quando levantei os olhos, encontrei os dela.
Quase tive um infarto.
— Tá aparecendo alguma coisa? — perguntou, se inclinando.
Neguei com a cabeça e completei bestamente:
— Um… pouquinho.
— Um pouquinho? Ha, nessa posição você deve ter visto tudo.
— Mas… foi… foi sem querer.
Minha garganta secou e fiquei pálido.
— Não fica nervoso, meu bem — disse compreensiva — quem sempre colocava malícia, pra ver ou mostrar algo, era seu pai, eu não. Com o mesmo tom, ao ver que eu não deixava minha expressão de angústia:
— Sabe o que eu li? Que o corpo deve ser honrado, considerado sábio e bonito, e é verdade, se a gente não fizer isso, pode acabar se odiando ou caindo numa depressão terrível… você já viu o que aconteceu comigo… Além disso, a coisa mais natural e linda do mundo é um corpo livre de véus, pelado, isso não tem nada de errado, muito pelo contrário.
Eu concordei, querendo dar razão a ela.
— Sabe o que me preocupa? — Ela disse. — Que você cresça sem aceitar seu corpo ou o dos outros. Que nem seu pai. Ele nem gostava de fazer amor com a luz acesa. Além disso, tinha vergonha de ficar pelado, acredita?
— Você sabe que eu não sou assim — falei num tom sério.
— E por que você tem vergonha de olhar pra sua mãe, se é normal ter curiosidade? Você nunca viu uma buceta.
Eu quis dizer que sim, mas me calei.
— Não tem nada de errado em você olhar, aliás, quantas vezes você já me viu pelada?
Eu não lembrava de nenhuma.
— Você precisa ficar tranquilo, eu também às vezes tenho vontade de olhar — ela disse com toda a naturalidade.
— Sério, mãe?
Agora sim, eu estava em outra dimensão.
— Você acha que eu não gosto de olhar um corpo jovem como o seu? Você tem o abdômen marcado, suas pernas são tão fortes, e olha esse rostinho lindo que você tem. Eu olho pra você, mas tento deixar de lado as prevenções que tenho enquanto faço isso. Quero que você entenda que o problema está no receio que você tem de olhar ou de sentir.
Ela fez um silêncio, como se esperasse alguma palavra, e a primeira coisa que me veio à cabeça foi:
— Eu… eu olho pra você… Te juro que não é só comigo, mas é que você tem um… você sabe… sim, às vezes eu olho e sinto… isso… umas coisas… é normal, né?
— Ha, ha, ha, você fica com umas coisinhas ao me ver, meu amor, fica excitado? — ela perguntou bem animada.
Eu concordei, baixando a cabeça.
— Sério?… Mas meu amor, não precisa ter vergonha de falar. — Os olhos dela brilhavam, enquanto uma mecha de cabelo liso caía sobre o rosto, dando um aspecto bem jovem.
Motivado pelo jeito como ela me olhava, me atrevi a dizer:
— É… que não tem umas iguais às suas. Ela sorriu brincalhona. —Umas o quê, meu amor? —Você sabe… bundas! —exclamei sem querer, fazendo um gesto com as mãos. Respirei segurando meu entusiasmo. Dessa vez ela sorriu mais que encantada e, apertando sutilmente os lábios, disse: —Você fica excitado com sua mamãe? Vamos, e o que mais você faz? —Hã… eu me toco. Minhas palavras fizeram ela arregalar os olhos até o talo, então completei disfarçando: —Mas com filmes adultos. Ela soltou uma gargalhada e, balançando a cabeça, disse: —Quem te vê, meu bem… Você vai ter que me mostrar esses filmes. —Ela achava divertida a ousadia da minha timidez. Depois, ficou pensando um momento e afirmou, mais séria: —No dia em que você me ajudou, me senti renovada, tão liberada que consegui aceitar que sempre tive complexo por ter uma bunda tão grande. Desde pequena me zoavam, quantas vezes não chorei pelos apelidos que me davam, ou pelas vulgaridades que falavam na rua… Ela fez uma pausa e, emocionada, continuou: —…Mas percebo que é absurdo, já sou uma mulher feita e direita, e se meu filho gosta que eu seja bunduda, então com mais razão eu mesma devo ficar contente com o que tenho. Os olhos dela brilhavam. —Você naquele dia foi honesto e me mostrou o que sentia. Sua sinceridade me ajudou. E quero que entre nós nunca haja barreiras que nos obriguem a mentir. Quando a pessoa não tem culpa, é transparente, consegue despir a alma com facilidade, não nega o que é e descobre o que pode fazer… Não quero que você se culpe pelo que sente ou pelo que vê. —Mas meu pai dizia… Me interrompendo, ela argumentou: —…Sim, seu pai sempre quis que a gente se sentisse culpado. Por isso não progrediu. Se eu mostrava um pouquinho, ele ficava bravo pra caramba, mas eu não me sinto mal te mostrando, pelo contrário. Além disso, por que se encher de pudores culpados pelo que se sente aqui? (Apontou para o coração.) —Não quero que você caia em complexos bobos, meu amor. —E o que eu devo fazer para não ter complexos? —Perguntei. —Então, o importante é que você se sinta bem, livre e sem frescura. A gente tem que se expressar à vontade, se aceitar, ficar de boa com o que Deus deu. Com o corpo.
— Por isso que você anda tão à vontade de calcinha ultimamente?
— hahaha, sim, mas você fica vermelho me vendo assim.
— É que parece que não vou conseguir parar de te olhar… adoro que seja assim… tão… tão grandona. Sua ra… bunda é de concurso.
Com certeza dava pra ver o sangue subindo na minha cara.
— Meu amor! — Exclamou, claramente lisonjeada.
— Às vezes acho que não vou encontrar uma namorada como você.
hahaha relaxa, você tem mais do que precisa — explicou, visivelmente satisfeita. Depois: — Você não faz ideia da felicidade que me dá saber que nosso relacionamento é aberto, a gente conversa de um jeito que nem casados conseguem…
— É que você é a melhor… tem tudo que qualquer um quer… Se pudesse, casava com você…
— Você me faz sentir divina, por isso não pode ter vergonha de nada disso.
Eu nunca tinha visto a expressão que elas tinham agora.
— Você não imagina o quanto eu te amo… a voz dela batia em mim, fazendo o ar não caber nos meus pulmões.
— Às vezes não entendo o que acontece comigo — falei, evitando olhar de novo pra entreperna dela.
Ela me olhava de um jeito que me fez engolir seco. Então, sorrindo com malícia, exclamou:
— Mas você fala, me diz um monte de coisas e continua fugindo de ver o que quer ver…
Me senti pendurado de novo. As pernas deliciosas dela continuavam abertas, acessíveis, me convidando a seguir a ideia.
… Ela apertou um pouco os lábios. — Meu amor, assim como é que você vai entender o que acontece com você?
Os olhos dela pareciam pedir pra eu fazer.
— É que é difícil — forcei.
— Olha, calma, sou sua mamãe… Eu sei que você consegue — no tom dela, escondia a ansiedade.
Incitado, baixei os olhos, primeiro com recato e depois sem vergonha, até me concentrar na buceta adorável dela e aí achei que vi um toque de umidade nos bordados sugestivos que percorriam o centro da calcinha dela.
Impulsionado pela tesão, exclamei:
— Não dá pra ver direito!
Minha mãe moveu a mão em direção à calcinha dela... E naquele exato momento a campainha tocou. Não podia estar mais puto com a interrupção inoportuna... Quem caralhos poderia ser?... Mas peraí, o que foi que eu pensei ter visto, será que minha mãe ia puxar aquele pano fino pra me mostrar a buceta dela ou era só minha imaginação? ... Era uma das minhas tias. Cumprimentei e fui pro meu quarto esperando minha mãe chegar... mas não, minha tia chamou ela pra sair e ela foi embora. No dia seguinte, depois que cheguei de jogar futebol e almocei, minha mãe me chamou pra ver TV e eu falei que não, ainda tava puto porque no dia anterior ela tinha me deixado na mão... me plantado. Ela percebeu que tinha algo errado comigo e começou a fazer piadas, como eu não ria, ela quis me fazer cócegas. Os dedos dela tentavam cutucar meu corpo de brincadeira. Quanto mais eu resistia, mais ela insistia, comecei a ouvir os gemidos dela, as mãos dela percorriam meu corpo e os dedos se moviam rápido sobre minha roupa. Aí, no meio da sarração e da minha falsa resistência às brincadeiras dela, minha mãe esbarrou sem querer no ferro da minha pica. Ela parou, ainda ofegante, e me olhou pensativa. Muito séria, disse: - Sabe? Você devia me mostrar aqueles filmes que você me contou ontem. - Quais? - falei, tentando adivinhar por que ela tava pedindo. - Os de adulto... com os quais você faz coisas - ela disse. - São vídeos... que baixei da internet. - E dá pra ver no DVD? - Dá. - Vamos. Eu segui ela até o quarto dela. Enquanto eu arrumava tudo, ela se deitou na cama de bruços, olhando pra TV. Depois de preparar o DVD, me deitei do lado dela de barriga pra cima, com a cabeça do outro lado. Nessa posição, a bunda enorme dela ficava exposta pro meu exame. Ela tava usando um short de algodão que mal cobria aquela curva de tirar o fôlego. - Beleza, bota eles, tenho que ficar de olho no que meu filho anda vendo -. Pude ver o rosto dela de perfil, esboçando um sorriso. Sem saída, apertei o play. O primeiro vídeo era de uma coroa meio bunduda que tava sendo comida por dois caras. Minha mãe ficou olhando em silêncio e eu... Eu ficava observando, tentando tirar alguma pista do que ela tava pensando, mas nada. Aos poucos, comecei a imaginar que ela tava se divertindo com o vídeo, com uma puta safadeza. Cada vez que mexia um pouquinho, eu me perguntava por que tava fazendo aquilo, e a resposta, sem prova nenhuma, aparecia: ela tá se esfregando na cama ou apertando a buceta no colchão. Eu procurava qualquer sinal de prazer nela, e meu pau já tava colaborando, todo duro. O clima começou a encher com as cenas da TV. Minha mãe, naquela posição, dobrou os joelhos, levantou os pés e começou a brincar com eles no ar, deixando a bunda dela com um tamanho monstruoso. Olhar pra ela era morrer de vontade.
— É muito sensual — comentou, vidrada no vídeo.
Num instante, ela se virou e me perguntou, com uma naturalidade que me deixava atordoado, se a bunda dela era maior que a da atriz.
— Sim… claro — falei, e ela pareceu satisfeita. — Você tem uma bunda maior que a da mais traseira desses vídeos.
— É mesmo? — O rosto dela mostrava incredulidade. — Me mostra.
Eu coloquei o vídeo.
— Esses caras parecem que fazem ela gozar pra caralho — disse ela.
— Sim, eles adoram — falei, tentando provocar.
— Mas ela é mais bunduda que eu — garantiu.
— Pra mim, não.
Enquanto ela olhava pra tela, eu devorava com os olhos aqueles dois hemisférios enormes que escapavam, revoltados, do short de algodão.
— Como ela faz pra mexer assim? Ela faz a bunda dançar — disse.
— Não deve ser difícil — afirmei, disfarçando minha espiada incestuosa.
Então, minha mãe, fazendo questão da espontaneidade dela, levantou um pouco o quadril e começou a rebolar devagar, com movimentos lentos, aquele bundão, enquanto ficava deitada de bruços… cada sacudida revelava, de um jeito sugestivo, o poder daquela bolota bem dotada, me arrepiando todo.
— É assim que ela faz, né? — brincou, buscando minha aprovação.
Eu disse que sim, com o coração na mão.
Mas não consegui parar de pensar que ela tava fazendo de propósito. O que será que ela queria? Por que me deixava assim? E naquele momento, tive a certeza do que antes só tinha sonhado: poderia chegar a foder ela… Instintivamente peguei na minha pica. Ela continuava olhando a TV. —Deve ser grande pra caralho—. Apontei. —Na internet dizem que essa atriz tem 120 cm (47 polegadas) de bunda—. Revelei. —E será que a minha mede tanto? A expressão dela desafiava a pedir pra medir. —Por que você não mede? —Sei lá—. Simulei com uma indiferença encantadora. Continuei me fazendo de rogado e insisti usando as palavras que ela usou no dia anterior, sem imaginar que ela me pediria algo em troca. —Mas você também deve medir alguma coisa—. A ideia iluminou o olhar dela. —O quê?—. Perguntei. …mmm… suas pernas, isso aí. Foi quando percebi que minha ereção ia me ferrar. —Tá... passa a fita métrica que está no armário e vamos medir. Eu não queria levantar por causa da rigidez, mas o olhar da minha mãe tornava impossível recusar. Então, tentando esconder o volume do meu shorts, fui até o armário, mas com tanto azar que não encontrava e tive que ficar mais tempo em pé do que queria. Quando consegui, minha mãe se levantou, pegou a fita e começou a medir, mas depois de alguns segundos desistiu e pediu pra eu fazer. A bundona dela parecia resistir à fita… e minha pica exigia que eu fizesse algo. … Então minha mãe exclamou: —Olha como você está! Sentei de um pulo na cama e ela começou a dar gargalhadas. —Amor, você se envergonha com muita facilidade… hahahaha… Não, senhor, vem cá que você não terminou de me medir, hahahaha. Levantei de novo, ajustei a fita, minha mãe tinha 130 cm (51 polegadas) de bunda. —Nossa, são maiores mesmo!—. Exclamou vitoriosa. —Eu sabia—. Apontei. —Seria um sucesso num vídeo desses— disse com humor negro. Fiquei mudo. —É sua vez—. Disse pegando a fita e se ajoelhando. —Não tá doendo, meu amor?— Perguntou consoladora, enrolando a fita na minha coxa. O rosto dela estava a poucos centímetros da minha piroca congestionada. Meus joelhos tremiam, a cabeça rodava de tanto tesão. Ela disse quanto media minha perna, mas a verdade é que eu não ligue pra ela, porque enquanto falava, ela olhava fixamente pro meu cacete. —Tô meio dolorido—. Falei com esforço e, sem pensar, baixei a bermuda…. Meu pau liberado brilhou com a ponta lubrificada. Vi claramente ela engolir saliva. Ela ia falar alguma coisa, mas… Louco… cego de desejo… peguei a cabeça dela e enfiei no meu pau. —O quê…?!—. Ela murmurou. —Desesperado, esfreguei minha pica nos lábios dela, na testa, nas bochechas, ela me empurrou e se levantou. O medo na cara dela a transformou numa presa, empurrei ela contra a cama e montei em cima. A excitação me deixava doido. —Não… o que cê tá fazendo… ah… não, pelo amor… Eu forcejava, tentando achar onde enfiar, desesperado pra agarrar a bunda dela. Eu era mais forte, sabia disso enquanto ouvia o gemido dela, os "não" e os pedidos. Mas ela não desistia, e o roçar da pele das pernas dela no meu pau fez eu gozar, num espasmo longo e torrencial de porra… Aí o remorso me pegou junto com a descarga e eu comecei a chorar. Não sei quanto tempo passou até ela se aproximar, também chorando, e passar a mão na minha cabeça, dizendo que sentia muito… que não sabia por que eu tinha agido assim… se ela nunca tinha me encorajado. O quê?! Que cinismo!… Tanta mentira!… Me senti enganado, como ela pode…? A raiva me inundou… "Nessas semanas, ela só tava rindo de mim, alimentando o ego dela com meu desejo… Tava me fazendo de otário!". Não ia deixar!… E a raiva fez meu pau subir de novo, que Deus me perdoe, mas pensei: a putinha me provoca por semanas e agora me fala isso?!… …a maldade tomou conta de mim. —Mas eu achei…—. Falei. —Filho, pelo amor… Eu via outra coisa nos olhos dela. —…Como é que você pensa uma coisa dessas— ela terminou dizendo. Olhei pra ela por uns segundos, fixo. —Eu sei que você sente a mesma coisa—. Afirmei. —Eu te amo… mas… —Vai me dizer que agora, quando me viu, não sentiu nada? —Não sei o que você pensa, mas… —Se cê tá falando a verdade, olha pra ela! Meu pau petrificada, ela mantinha aquela vontade imensa. Ela recusou furiosa.
—Às vezes dá vontade de olhar!... né? — falei repetindo as palavras dela.
—Não fala isso... eu...
—Não tem nada de errado em olhar — falei com sarcasmo.
Ela parecia confusa.
—Olha pra ela!
—Ela olhou. No rosto dela ainda estava o rubor da luta.
—Você gosta?
—Meu amor, por favor, é melhor que...
—Eu sei que você queria tocar ela, chupar ela — falei com rancor, com desejo.
—Como você me diz isso... sou sua mãe...
Ela cobriu o rosto com as mãos e começou a chorar.
Vi as lágrimas dela de novo, mas não acreditei. Mesmo assim, seguindo o jogo, abracei ela, acariciando, passei a mão no cabelo dela enquanto a outra mão fazia carinho nas costas. Depois, afastei o cabelo do rosto dela, beijei e beijei de novo os lábios dela, enquanto pegava a mão da minha mãe e levava até meu pau.
—Não... não... ummc... não — ela recusou e tentou me dar um tapa sem convicção.
Minha raiva aumentou.
Lutamos mais um pouco e, mesmo eu sendo mais forte, ela conseguiu se soltar e se levantar. Eu me levantei e, aproveitando que ela estava de costas, me encostei nela. Senti meu pau na fenda da calcinha dela, bem redondinha.
—O que... é isso?... Me solta... não... não
Me agarrei na cintura dela enquanto sussurrava no ouvido que amava ela, que ninguém poderia amar ela como eu.
—Pelo amor de Deus, me larga!
Comecei a apertar meu pau com raiva contra ela. Meu peso fez ela apoiar as mãos no móvel da TV, e "sem querer" puxei a calcinha dela, facilitando meu trabalho. A dureza, o tamanho daquele rabão no meu pau me enlouqueceu.
—Sou sua mãe... não... por favor!... aaaah!
Ela gemeu por um segundo com prazer e eu soube que ia conseguir.
Mas ela não se entregava de vez. Por um tempo, ela lutou e acabou na cama, de bruços, comigo por cima. Eu me mexia, esfregando meu pau duro e nu no meio da bunda dela, que o short mal protegia.
Ficamos assim não sei quantos minutos.
—Não, ahh, não, não, me solta, aah, não aah! — ela gemia e recusava.
Ao mesmo tempo, eu dizia, com o ódio fervendo no caldeirão do Arrecheira, que se deixasse, que eu sabia como ela gostava: "não… não é ruim"… "gostoso,… assim"… "eu sei o que sua bunda quer"… Enquanto beijava seu pescoço e com minhas mãos procurava por baixo dela seus peitos, sua resistência começou a se transformar em apoio para minhas investidas, sentia como sua bundona se apertava subindo contra minha pica, seus gemidos deixavam escapar sons de prazer, seu perfil apoiado na cama me permitia ver entre os fios soltos de cabelo preto como ela chupava os lábios e fechava os olhos com caras de tesão… Os meses de abstinência e meus ataques lascivos faziam efeito. Sua oposição desapareceu e veio um rebolado gostoso da bunda dela. Sua boca doce entreaberta recebeu meu dedo e chupou… Vi ali como ela apertava o lençol da cama com as mãos e… se soltou. -Me dá logo, Sim, aahagaaah!-. Ela abafou o gemido… Achei que era de prazer, mas agora tenho certeza que gozou. Minha tesão progrediu feito um demônio em cima da bunda larga da minha mãe e no meio do paroxismo e dos movimentos de cachorro, tive outro orgasmo, lambuzando de esperma por toda parte o tecido de algodão do short dela. Só ouvia sua respiração brusca… O arrependimento tentou me prender… mas algo aconteceu… ela se levantou com o semblante estranho, era uma expressão animal, seus olhos claros soltavam faíscas, eu esperava um ataque ou algo assim, mas em vez disso minha mãe, agora sentada, estava fixa no meu pau que continuava duro. Foi como se algo tivesse se libertado nela, pegou minha pica com o gesto mais safado que já vi na vida e começou a passar a mão, enquanto gemia quase desesperada. A maciez da mão dela era uma tortura. A situação exasperou minha luxúria e me jogando de costas, enquanto minha mãe percorria da base até a ponta da minha vara com perícia, comecei a agitar os quadris enlouquecido. -Você tem uma enorme, meu amor. Na posição em que ela me batia uma, consegui pegar mais ou menos uma das bundonas dela e comecei a amassar por cima do short, sua respiração Ela se transformou em puros gemidos, meu cérebro fervia, impressionado com o tamanho que minha mão apertava. Comecei a enfiar a mesma mão dentro do short e tentei puxá-lo para baixo. Ao mesmo tempo, ela batia uma pra mim com mais força e mais rapidez, fazendo a cabeça do meu pau querer explodir. Que os santos me perdoem por falar assim, mas os gemidos da minha mãe pareciam de uma puta no cio... De repente, ela parou e tirou o short às pressas, não tinha calcinha, a nudez dela era terrivelmente excitante... não esperou... montou no meu pau sem enfiar. Senti o calor externo da buceta dela, a umidade, a maciez delicada, senti as bundonas pesadas e suculentas dela. Ela se balançava com perícia, esfregando no meu pacote, aumentando devagar a velocidade e minha excitação. —Assim... aahh, como é bom, assiiim, assiiim... —Ela começou a gemer baixinho. Eu empurrava, atordoado pelo atrito. Era inacreditável ver a cara que ela fazia. Era o tesão personificado no rosto da minha mãe... Os fluidos dela escorriam pelos meus quadris enquanto ela se esfregava em mim... ficou assim por um tempo... depois parou um instante, com a mão direita pegou meu pau e bem devagar... foi enfiando... Queimava! O canal molhado dela apertou a cabeça inchada do meu pau enquanto se abria caminho com uma dificuldade deliciosa... Senti o tronco sufocado pelas paredes delicadas da buceta dela. O encaixe, a compatibilidade era absolutamente perfeita entre a vagina da minha mãe e meu pênis... O calor do interior dela derreteu minha moral... o aperto me deu uma torrente de prazer que nunca experimentei com outra mulher... Ela se moveu num ritmo que parecia escrito só pra mim. As bundonas gigantes batiam nas minhas pernas e nas minhas bolas, me dando um prazer de rei. Subia, descia, pulava, inclinava, balançava... —Aaa... denntro... Siim... Ooohoooh... beeem... oouuoooh... —Minha mãe continuava, puxando os quadris pra todos os lados enquanto eu apontava pro fundo dela. Ela agitava a pélvis com força, dando o deleite mais veemente pro meu pau. A rebolada dela era espetacular, espremia o talo do meu pau podendo perceber como ele pulsava no leito interior que o apertava. Minha mãe por segundos parava sabiamente, me fazendo sentir sua buceta me sugando, mas depois suas cadeiras dançavam e dançavam de forma primitiva em torno da pressão quente do meu pau enfiado… teve um momento em que o presente desapareceu, e a consciência se dilatou sem limites, só éramos prazer em movimento… Meu esperma pareceu ganhar energia na sua saída com a tensão erótica dos meus músculos, nos poros ativos da minha pele… me eriçei convulsivamente, meu pau inchou ao máximo e comecei a me esvaziar num nirvana de porra… Ao mesmo tempo, ela cravou as unhas no meu peito e, fechando os olhos com força, uivou de gozo… -Aaahuaaahaaah-. Tinha tido outro orgasmo com o filho. Ela desmontou, se ajeitando de bruços, ainda estava tão excitado que me joguei contra a bunda dela. -Tão linda, mamãe-. Gemi. Mas ela me parou, na cara dela ainda dava pra ver a fome. Eu continuava completamente duro, com vontade de muito mais. Levantando, foi pro banheiro. Fiquei batendo uma por uns segundinhos enquanto via ela indo de costas. Ouvi o chuveiro e movimentos de toalha. Pouco tempo depois, voltou, se ajeitando de novo de bruços ao meu lado. Minha mãe se lavou pra eu me deliciar na intimidade dela! A bundona nua dela me oferecia o relevo mais lindo do mundo. Meu coração batia rapidíssimo, comecei a tremer de ansiedade ao perceber que parecia muito maior do que naquela noite em que espiei. A luxúria me fustigava com aquele tamanho prodigioso. Me joguei tocando sem parar, faltavam mãos, amassava, apertava e movia toda aquela magnitude com a maior felicidade. Não acreditava, a bunda que tantos desejos me causou era agora toda minha. Beijei muitas vezes com devoção enquanto segurava firme, mas não consegui parar… Descontroladamente, me entreguei àquele banquete de bunda. Lambi intoxicado pela brancura, por tanto corpo, percorrendo a superfície linda… A excitação me Doía. — Que delícia… ummm… ummm… uuuf — minha mãe gemia. O perfume suave e celestial de buceta que saía do sulco perfeito da bunda dela me atraiu. Abri aquelas nádegas enormes com dificuldade, por causa do tamanho, e vi… o cuzinho rosado… era de uma forma tão requintada que implorar era pouco. Os quadris dela vibraram… enfiei meu rosto entre aquelas duas redondezas e, sem pensar, coloquei minha língua para brincar naquele asterisco divino. Minha mãe mexeu aquela bunda enorme de prazer, batendo no meu rosto, me aprisionando… eu estava disposto a morrer… Aos poucos, ela se levantou enquanto eu chupava o cu dela, até ficar de joelhos com o rosto na cama… E o paraíso dela se revelou por completo. Já não era só o cu, agora eu também lambia a buceta lisinha dela. — Sim, sim, assim! Assim! Umm! — ela recitava com fogo. Meu rosto foi ficando encharcado de fluidos e felicidade. Aquela bundona dançava no ritmo do meu trabalho. Com as mãos apoiadas no traseiro dela, me levantei. Minha pica duríssima se ergueu em direção àquelas bolas de doçura incomparáveis. Segurando-as com a mão, apontei para a vagina dela… dessa vez fui eu quem guiou a penetração, mas com uma delicadeza que mais parecia medo, causando nela arrepios de volúpia. Em seguida, ela mexeu os quadris em círculos, bem colada no meu eixo, esfregando a bundona no meu baixo-ventre. Fazia isso com tanta maestria que cada círculo tocava até a última fibra nervosa da minha pica… me proporcionando o mais monumental dos prazeres. Rápido, agora devagar, variando de acordo com minhas investidas. Esfregando, amassando furiosamente aquela bundona, completamente hipnotizado e tesudo, meus dedos começaram a procurar o cuzinho estriado. Separei cada bola de carne que formava a bunda dela, tateando… Foi fácil. A lubrificação da vagina dela tinha alcançado aquele ponto impudico, e o prazer ofegante da minha mãe dava elasticidade. Meus dedos entraram no cu dela, um, dois e três dedos de uma vez. Aquele poço de perdição sagrada se abriu diante dos meus olhos incestuosos, e minha pica implorou para participar. Apertei com muita força um dos glúteos dela e ela pareceu entender por que ele parou, expectante…. Coloquei a cabeça do meu cetro na entrada do cu dela que visivelmente se abriu, empurrei com suavidade e a cabeça sumiu sufocada lá dentro do cu da minha mãe, apertei mais um pouco meus quadris, ela com vontade quis engolir tudo, e o tronco foi até o fundo, vitorioso… Já não tinha limites, comecei a bombar, tirando e metendo, sem me segurar na força, sem consideração… no ritmo, ela dançava aquela dança satânica que quebrava o mais primitivo dos tabus… Sim, os gemidos da minha mãe revelavam a força pecadora da alma dela…. Aahuu!, Aahuuu! Emm! - saía da boca dela gemendo. Comecei a sentir nela, o descontrole ativo do tremor que (agora eu sei) antecede o orgasmo, um uivo visceral saiu da garganta dela, contido, explodiu dando voz ao auge do prazer dela. - Ummmmm! Aaaaah!! Uuuhuuueuuuggggg! Quase ao mesmo tempo minhas bolas se contraíram e um jato de porra disparou dentro dela, me afundando num mar atemporal de êxtase… Fiquei abraçado nas costas dela, feliz como nunca na minha vida… Ao tirar meu pau, o leite branco do orgasmo escorreu com uma elegância lenta, brotando do cu dela, minha mãe, com a respiração ofegante, virou o rosto e… Eu soube pelo olhar dela que queria mais….
1 comentários - Mamãe, sua bunda, sua vaidade