Mais do que esperado no motel liberal

Olá,
como vocês estão??

O relato de hoje é bem longo e bem descritivo. Parte da intenção de publicar ele é pra vocês que não conhecem saberem como é uma casa noturna swing, tudo pela minha pequena experiência e meu ponto de vista. Não é um relato focado no sexo, mas sim descreve muitas sensações relacionadas à experiência de estar num lugar assim. De qualquer forma, tem sexo e bastante.

Desde que eu e Alejandro somos swingers, nunca tivemos a chance de ir a uma casa noturna swing porque onde a gente mora é uma cidade de porte médio e não tem esse tipo de lugar. Sabíamos que assim que fôssemos pra Buenos Aires, visitaríamos algum desses clubes. Às vezes penso que muitos casais dão seus primeiros passinhos nesse mundo nesses lugares e que talvez tivesse sido bom ir antes pra gente se ambientar um pouco com as "perversões sexuais" e não ter sido tão de repente como foi pra gente.

Naquele dia de manhã fomos fazer compras. Conseguimos uma camisa bordô linda pra ele e eu, por sorte, consegui um vestido que era exatamente o que eu imaginava. Era curtinho, preto e de alças finas, apertava bem na cintura mas abria nos quadris, era o que eu precisava: sensual e confortável. Com salto, claro, e maquiagem sutil à prova de suor.

Chegamos na casa noturna por volta das 12:30. Fica numa área bem central da cidade de Buenos Aires. Assim que entramos, perguntaram se era a primeira vez que a gente ia e, quando respondemos que sim, uma mulher explicou toda a dinâmica do lugar antes de colocar a pulseirinha que nos identificava como casal, já que os homens que vão sozinhos usam outra pulseira de cor diferente. Acho que se uma mulher fosse sozinha, também colocariam essa pulseirinha.

"No térreo fica o restaurante, no primeiro andar fica a balada, onde o pessoal dança, se conhece e onde rolam os shows; lá todo mundo está de roupa e não pode tirar. No segundo andar ficam as reservados, prestem bem atenção nas placas que indicam as atividades que rolam dentro deles. Nos reservados não pode entrar com bebidas. Pra convidar alguém ou perguntar se quer fazer troca de casais, tem que roçar alguma parte do corpo que não seja invasiva e esperar uma resposta. O mais importante é o respeito — não é não. Tem álcool em gel e guardanapos por todo lado. No terceiro andar tem o terraço, caso queiram ir fumar. Alguma dúvida? Divirtam-se.

Eu tava curiosa e ficava nervosa só de pensar em fazer algo ali mesmo. Mesmo assim, queria que a noite fluísse, então tentei não criar expectativas. Meu marido, por outro lado, tava com muita vontade de transar, de preferência com alguém que não fosse eu.

Enquanto a casa ia enchendo, um show de transformistas fazia a gente passar o tempo. Não perdemos tempo e fomos logo de olho em casais que nos agradassem. Meu marido se animou e, com a desculpa de que era a primeira vez que a gente ia, puxava conversa e tentava sentir se eles tinham interesse em algo mais. Como não rolou química com nenhum dos dois casais, sacamos que não éramos o tipo deles ou que não tavam afim de trocar. De qualquer forma, no ambiente dava pra ver pouca socialização entre os casais. Dava pra reconhecer fácil cada casal na sua bolha e os solteiros vagando pelo salão sem rumo. Essa situação foi inesperada pra mim, porque eu tinha imaginado gente dançando em grupos, trocando risadas, olhares e, por que não, umas mãos bobas.

Já tava ficando chato. Meu marido e eu conversávamos enquanto tomávamos uns drinks. Eu encarava sem disfarçar um dos caras magros com quem o Alejandro tinha falado, mas quando ele percebia que eu tava olhando, ficava desconfortável e desviava o olhar. Quase ninguém dançava, o que também não convidava a fazer o mesmo.

Quando o show acabou, não tinha mais desculpa pra ficar naquele lugar. Alejandro me propõe ir pros reservados ver o que tava rolando lá. Quando entrei, fiquei boquiaberta com o que vi. Entramos num... um quarto grande e escuro, muito quente, com sofás de courino por todos os lados e um monte de gente transando, muitos gemidos. Na hora não me excitei nada. Fiquei assustada e senti vontade de ir embora. Alejandro estava louco, adorava tudo que via. Eu tinha minhas ressalvas. Geralmente, quando rola troca de casais, os dois casais ficam perto um do outro, mas ali tinha muita gente transando sozinha, o que gerava dúvidas. Não dava pra saber se quem tava transando era sexo casual, se era com o parceiro, se tava trocando de casal, não saber esse tipo de coisa me deixava meio inquieta. Alejandro, ao me ver fria como uma pedra com os olhos arregalados, percebeu que eu não tava a fim de participar e me perguntou se podia ir com um casal depois do chamado que fizeram pra ele acenando com a mão. Falei que ele podia ir, mas que por enquanto eu não queria. Vi ele se juntar a um casal meio veterano. A mulher chupou o pau dele por um tempo, mas como ele percebeu que eu continuava parada do lado, inflexível, decidiu voltar pra mim. O calor era sufocante, então sugeri subir no terraço. Lá a gente discutiu a situação. Eu disse que tinha a melhor das intenções pra gente fazer alguma coisa. Ele sabe muito bem que eu adoro troca de casais e que sou a favor de fazer isso, mas claramente nem tudo me agrada. Aquele lugar não era o mais confortável pra mim. Propus tentar de novo enquanto na minha mente eu bolava uns esquemas pra tentar superar a situação orgiástica e anti-higiênica que tava bloqueando meus desejos mais carnais. De volta pra dentro do reservado, tentei não olhar pro contexto escaldante e me concentrei em alguém que me chamasse a atenção. Dava pra ver pouco, mas vi um cara jovem deitado de barriga pra cima numa cama redonda que tinha no centro. Em cima dele, uma loira grandona, com uma bunda maior ainda, mas bem gostosa por ser nova, se movia pra cima e pra baixo. Mostrei pro meu marido, ele gostou e a gente se aproximou deles. Olhei nos olhos do cara e toquei o peito dele com minhas mãos. Segundos depois, a mina se separou dele e fui eu quem tomou o lugar dela. Com certeza tinha conseguido. Consegui me abstrair do resto e tava curtindo um homem diferente dentro de mim. Um momento depois, ele me tira de cima, eu fico de quatro naquela mesma cama redonda e ele começa a me comer por trás (vaginal). Alejandro aparece meio desorientado e me fala que a mina não tinha querido transar com ele. Fiquei com pena, e comecei a chupar o pau dele pra ele não ficar sozinho. O sexo com o cara foi bom, mas durou muito pouco... acho que não passou de cinco minutos.

Eu já tava no fogo e queria continuar. Num canto, a gente vê um dos casais com quem a gente tinha conversado transando entre si. Muito lindos os dois. Ela magrinha, loira, com uns peitões grandes mas sem exagero e muito bonitos. Mas ele, dava pra dizer que era modelo. Alto, musculoso, elegantemente vestido, com um visual de cabelo e barba na moda, mandíbula marcada; tudo fazia ele parecer muito viril. Eu passo pro Alejandro a vontade forte que tenho de comer ele, e ele insiste até conseguir que eu me aproxime dele e o acaricie. Tava com a camisa aberta; suavemente toquei as costas dele, ele não recusou e depois toquei o peito e a bunda dele. Fazia muito tempo que não tocava um corpo tão trabalhado; vivo falando que não me interessa muito, mas naquele momento, ao sentir a dureza dos músculos dele nas minhas pontas dos dedos, pensei que talvez tivesse esquecido como é gostoso tocar um corpo assim. Ele tava imóvel, não me transmitia nada, então me afastei.

Alejandro me convida pra transar comigo bem do lado deles no mesmo sofá. Enquanto ela pulava em cima do parceiro dela que tava sentado, eu tava de pé, inclinada sobre o sofá e Alejandro me comia por trás bem forte... Os peitos dela balançavam pra todo lado e fiquei tentada a tocar neles. Fiz isso e Acendi a pólvora dentro dela. Acho que ela se empolgou demais. Começou a apalpar meus peitos e a me beijar, mas muito. Eu tava meio em choque. Queria provocar um carinho naqueles peitos lindos que pediam atenção e me vi com uma mulher que tinha encontrado outra pra saciar todos os desejos lésbicos dela. Eu adorava tudo que ela tinha pra me dar, mas tava me sufocando. Dava vontade de falar que eu não me sentia tão bissexual, que era a segunda mulher que eu tocava e beijava na vida e que, pra piorar, só conseguia lembrar da Verônica com cada gesto amoroso que ela me dava. Minha cabeça ia explodir, porque tinha que segurar tudo aquilo enquanto o prazer de uma penetração intensa e até violenta rolava dentro de mim. Era demais. Me afastei um pouco dela. De vez em quando tinha que cortar os beijos pra poder aproveitar tudo que tava rolando e pra respirar também. Naquela altura, chupar os peitos dela era um descanso. Eles mudam de posição, e agora é ele quem tá de pé metendo por trás na parceira dele. Ela tá de costas pra ele e não consegue ver. Senti que aquela situação me permitia olhar descaradamente pra ele, então dediquei, cravando meus olhos nos dele, todas as minhas caras de mulher que goza, aquelas que são sempre pro meu marido. Não aguentei mais aquele rosto tão perfeito e eventualmente perto do meu, então não tive opção a não ser pegar a cabeça dele com meu braço e comer a boca dele com um beijo rápido que não durou mais de dois segundos. Foi uma vitória pra mim porque a timidez reinante dele me dava a segurança de que ele não tinha intenção de nada mais com a gente, e nem demonstrou ter curtido o love lésbico que a gente deu com a mulher dele.

O sexo dos dois termina e pra Alejandro e pra mim não faz mais sentido continuar trepando. Não sei por que isso aconteceu. Nem conversamos sobre isso, mas nós dois concordamos em largar o sexo. Acho que entendemos que estávamos ali por algo mais. Curtir a A proximidade com esse casal tinha sido linda, mas não tava rolando — eu ainda não tava excitada com a quantidade enorme de casais transando ao nosso redor.

Fora dos reservados, o Alejandro me conta a tristeza dele por não ter comido ninguém. A noite tava avançando e ele tava com medo de ir embora sem penetrar mais ninguém, já que tinha sido ele quem veio com mais vontade de pegar outra. No fim, ele se conforma em pedir pra gozar dentro de mim enquanto transa comigo. Eu topei e pra isso a gente entrou num reservado que tinha "trios" escrito na porta e que tava quase vazio. Tinha uma mulher com dois caras perto dela e uns outros homens olhando a situação. Eu e o Alejandro nos acomodamos num canto não muito longe e começamos a transar; tenho que admitir que eu já tava meio desanimada e isso tava na cara. Em alguns minutos, o Alejandro percebe que entre os dois caras que tavam comendo a mulher, nenhum conseguia meter — acho que os dois tavam cansados. Ele me pergunta se pode ir participar e eu falo que sim. Ele vai e pergunta pros caras se pode comer a mina que tava de quatro. Parecia que um dos caras era o namorado dela, mas não dava pra entender direito. A pouca luz fez com que eu não conseguisse descrever praticamente nada. Até vi o rosto dela tecnicamente, mas não sei dizer se era bonita ou feia, ou se o corpo dela era gostoso — não dava pra ver nada. Um dos caras que tava com ela tentou transar comigo, mas eu não tava a fim e também pensei que seria uma boa oportunidade pra fazer algo que há muito tempo queria: ficar deitada vendo meu marido comer outra e, se eu curtir o que vejo, me satisfazer.

Me instalei num outro sofá, de frente pra eles. O Alejandro tava com energia demais e conseguiu soltar uma gata no cio de dentro da mulher. Ele metia com muita violência, muito forte e muito rápido, e ela gritava igual uma louca, arqueava as costas — eu percebi que ela não sabia o que fazer pra mostrar mais prazer, a gostosa tava alucinada. e eu me regozijei ao descobrir que me excitava pra caralho ver meu marido metendo nela, assim como ouvir os gemidos exagerados dela.
De vez em quando entrava alguém no reservado pra bisbilhotar, olhavam pra eles e me olhavam me tocando. Eu me colocava no lugar de quem entrava pra olhar e a cena me parecia estranha. Eu tinha vontade de levantar uma faixa e dizer pra todo mundo que o macho que tava arrebentando aquela mulher era meu marido, sentia orgulho.
Mais tarde meu marido me contou que o homem que parecia ser o parceiro da mulher enfiava muito os dedos no cu dela, então aquele buraco já tava bem preparado, e no fim ele acabou metendo na bunda dela.

Eram umas 5 da manhã e fomos embora os dois felizes. Eu ainda tenho minhas dúvidas sobre aquela casa de swing. Me diverti pra caramba, mas a incerteza sobre a natureza dos atos sexuais não me agrada. Nunca ficou claro pra mim se era uma casa de swing pra casais ou se era um lugar com acesso fácil ao sexo. O cara com quem eu transei me disse que a garota era só uma amiga, e considerando que a entrada custa metade se você vai em casal, não é surpresa que existam uns acordos entre amigos pra pagar menos, mas lá dentro cada um faz o que quer. Obviamente preciso conhecer mais lugares, porque não devem ser todos iguais.

Espero que tenham gostado.
Beijos!!!

24 comentários - Mais do que esperado no motel liberal

Hermoso relato, se aprecia muchisimo cada detalle.. a mi tambien me encantaría visitar algun lugar de esos.. me calente bastante aunque fue muy erotico mas que sexual
Gracias. Aclaré al principio que no era era tan sexual porque no me gusta hacerle perder el tiempo a la gente que quiere leer solo sexo. Saludos!!
te dejo +5 por postear sobre esto y que otros podamos saber un poco mas de la movida!
Muchas Gracias!!!
Nlsn777 +1
Por la descripción del local... conozco ese boliche! Es muy bueno!! Diría q es uno de los mejores boliches q visite...
Me comentaron que era lo mejorcito del momento, por eso fui.
cual es
amigolo +1
Muy buen post. Bastante informativo. Can puntitos y les invitamos a pasar por nuestros posts para saber su opinión. Besitos.
Muchas gracias!! Ya me lei algunos de los suyos. Estan buenos.
FGT73 +1
Excelente comentario y percepción, yo fui y me pasó exactamente lo mismo, mi humilde opinión es que los verdaderos club swingers son más privado y no de tanto acceso como ese boliche, donde hay solos y solas que es otra historia, gracias bonita ! 😘
Eso mismo pensé. Me hablaron de unas quintas swinger, quizá eso sea mas apropiado. Será la proxima. Saludos!!
lindo relato preciosa ,te invito que leas los nuestros ,soy laura ,besitos
Dale!! ya me doy una vueltita.
NiettoG +1
Muy buen relato , los detalles son únicos.
La verdad que todavía no conocí ningún club de ese tipo,
Y yendo solo tendré las mismas oportunidades que yendo en pareja?
Gracias!
Muchas gracias!!!
Podrias probar... a mi me dio la sensacion de que las parejas tenian mas posibilidad de tener sexo que los solos.
muy buen relato! con mi pareja queremos visitar algun lugar asi. me pasas data?
+10 Naty gracias por compartir tu experiencia, yo que estoy ajenos al ambiente swinger, me pareció muy descriptiva toda la situación que ustedes vivieron ahí, y si bien tu objetivo no fue realizar un relato de sexo, describiste situaciones muy interesante para los fanáticos lectores de los relatos sobre tal cuestión. Un beso linda...
Gracias Bill!!!! me alegro que te haya gustado! gracias por los puntos. Besos!!!
Muy buen relato....gracias por compartir. Como no soy swinger (por ahora) tengo una duda, todo este relato en con preservativo de por medio?
Gracias! Si!!! siempre!!!
matiyu
hola muy lindo relato, con mi pareja ya fuimos 3 veces a un local por la calle Chacabuco, con diferentes resultados , cada dia que fuimos el publico era distinto, pero en todas las veces que concurrimos , nos divertimos mucho y la pasamos muy bien, pese a no hacer un intercambio ya que somos muy nuevos en esto. Obvio que le dije a mi mujer tenes que leer este relato y coincidió muchísimo en gran parte de los pasejes del mismo. gracias por compartir besos
Muchas gracias por comentar!! Bueno!! a animarse, no?? Eso si, yo no recomiendo hacerlo ahi.... mejor conocer una pareja en estas paginas de encuentros , juntarse, charlar, sentirse comodos, y despues pasar a lo otro. En boliche me parece muy desprolijo, y no se disfruta tanto. Saludos!!!
Esta noche estoy por ir por primera vez con una amiga. Me encantó haber leido tu relato 🙂. Vamos a ver que tal resulta.
Mucha Suerte!!
Buenisimo el relato.. yo fui a ese boliche pero fui solo.. La verdad podria haber ido con una amiga como para pagar menos como vos decís y cada uno hacer la suya pero no es muy de código swiger.. Por eso fui solo y tuve la posibilidad de participar en un trío como 3ero de una pareja. quizás como yo ya había tenido una pareja con la cual eras swigers entendimos mejor los códigos.. Felicitaciones y cuando quieras compartimos experiencias . Yo también soy de una ciudad chica del interior donde las cosas son mas difíciles de aceptar. Te dejo +5
Que buena experiencia. Me reconforta que hayas elegido ir solo!! donde vivo no le acpetarian asi que es una vida paralela totalmente oculta. Igual hoy por hoy no esta bien aceptado en ningun lado. Saludos y gracias por los puntos y por comentar.
buen relato, muy bien escrito, en serio sos la mujer? uau
no entiendo la pregunta... como que si soy la mujer??? yo soy mujer, este es el perfil de una mujer y todos los post son escritos por una mujer.
Con algunos nervios mas, casi calcada a nuestra primer experiencia en boliche. Lindo recuerdo.
HOLA chicos como fue su experiencia??
Hola chcos me imagino que feron al boliche SWEET por lo que cuentan, los felicito A mi la ultima vez que fuimos no la pase nada bien....les comento ANY es mi mujer , muy bonita y muy buen lomo de 35 años, Bien habiaamos entrado al boliche, todo bie , estabamos bailando y yo le sugeri que l queria ver garchando con un pijudo , ok me dijo ,dejame a mi, estaba baindo y de prontro se aacerco un negros BRASUCA muy copado , de repente ELLA se lo llevo cm vieron los dibujitos que los levan flameando y lo metio en ese cuarto que dijeron uds. El tipo era mas vago y reo del lugar cuando uds saben que por lo general vamos producidos Se lo recojio y yo nada ,aahi en ese momento que dijo que era re pijudo , yo imaginate quede medios pintado y una forma muy rara para cojer de hecho no se saco la ropa , se bajo los patalones y listo y la menra de coje nodabaa como paara mi parecer, uno piensa un BRASUCA , buen viene con experiencia, le entro por todos lados, acabo y listo, nos vimos, ahora bien me dejo un sabor amargo por como se dio la situacion por que YO tambien me queria prender con el BRACASUA , pero bueno un necdota les queria comentar. luego le comento como nos fue con una parejita muy copada. Un abrazo
Como lo busco ese sweet?
Muy bien descripto, es así pero el sabor y la situación debe encontrarlo y promoverlo uno. Pero a veces no se dan. Muy buenas experiencias viví en la boliche anchorena