Passei o Natal e fiquei traumatizado com a minha mãe e meu primo. Ficavam vindo imagens na cabeça duas ou três vezes por dia, eu tinha que me aliviar. Não aguentava mais, precisava possuir aquela mulher de novo, beijar os peitos dela, saborear os sucos dela.
Então, naquela semana, tentei me aproximar mais dela, embora fosse complicado porque ela não saía muito de casa.
Chegou o dia antes do Ano Novo. Eu e minha mãe não tínhamos conversado a semana inteira, então fui fazer as compras para a noite: fui comprar o álcool e a sobremesa. Enquanto olhava meu celular, via fotos antigas do Facebook, quando chega uma nova mensagem.
Era da minha mãe. Abri rápido pra ver o que era: ela tinha enviado duas fotos novas.
S: gostou do meu vestido pra noite?
G: uuuy amei, mãe...
Ela não me respondeu, então insisti de novo, até que ela respondeu meia hora depois.
S: desculpa filho, essa foto não era pra você, me enganei.
Eu não acreditei nessa história nem fodendo, já sabia o que ela queria, mas tinha que esperar até todo mundo dormir ou sair.
Passamos o ano novo só nós, éramos eu, minha avó, meu irmão, minha mãe e eu.
Começamos a beber todo mundo, até minha avó. Pra mim, era melhor que a velha continuasse bebendo pra cair no sono e me deixar passar a noite com a mãe.
Chegou meia-noite, era outro ano começando, e eu queria receber ele com tudo. Enquanto brindávamos, minha velha se aproximou pra cumprimentar.
S: feliz ano novo, filho... Espero que tenha gostado do espetáculo que te demos com seu primo.
E me tocou a bunda, eu via ela andando com aquele vestido, indo pra sacada ver os fogos com meu irmão e minha avó. Todos já tinham saído, mas quando ela ia saindo, peguei ela pelo braço, enquanto minha família via os fogos, levei ela pro banheiro e tranquei a porta.
S: que que cê tá fazendo...
Tampei a boca dela e levantei o vestido. Virei ela de costas, olhando pro espelho do banheiro.
S: assim, bruto, que você vai começar o ano.
Baixei a calcinha dela até os joelhos e comecei a chupar a buceta dela como se fosse um sorvete. Já tava tão louco pra possuir ela que não tava nem aí se alguém entrasse.
S: uummm sim, buceta, essa é uma desculpa... Que gostosa.
Levantei do chão e peguei ela pelo cabelo, fiz ela olhar no espelho.
G: quero que você veja enquanto eu encho sua buceta de porra, seu próprio filho... Já que você gosta de provocar.
E meti de uma vez só, segurando ela forte pelo cabelo.
G: ahhhhhgggh cê gosta assim?
S: ayyyy sim, vai, não para... Uuuummmm depois faz a bundinha que é só sua.
G: ahhhh ahhhh que que houve, edu, o outro dia não te fez a bunda? Ahhh.
S: não, buceta, a bunda é só sua, ayy ahhh.
Só pro meu neném.
Continuei assim por um tempinho e tirei.
S: vai, não para Deixa assim.
G: Depois a gente continua, a vovó vai começar a nos procurar. Vamos.
Ela ajeitou o vestido e tirou a calcinha, voltou sem roupa íntima. Enquanto meu irmão esperava que viessem buscá-lo, a gente começou a conversar entre todos. Mas eu estava olhando as pernas da minha mãe pra ver a buceta dela pelada, e o que mais me excitava era saber que eu estava comendo ela praticamente na frente da minha família e eles nem desconfiavam.
Lá pelas 2 horas vieram buscar meu irmão, ele ia festejar com os amigos. Se despediu da mamãe e deu uma palmadinha nela.
Minha mãe estava arrumando a mesa e levando as coisas pra cozinha. Eu dei uma olhada na minha avó, ela tinha caído no sono no sofá. Chamei ela umas vezes, mas não respondeu, só roncava.
Minha mãe estava guardando o panetone e faltava umas coisas. Ela estava parada na ponta da mesa. Me aproximei e peguei ela pela cintura, a gente começou a se beijar que nem loucos, era uma luta entre nossas línguas. Levantei ela e sentei na mesa.
S: Para, doido... Você vai me comer assim na frente da sua avó?
G: É, pior pra você, vou te comer na frente da sua mãe.
Continuei beijando ela e levantando o vestido com a ponta dos dedos. Ela desabotoou meu cinto pra liberar meu pau.
Continuei beijando ela enquanto descia com minha boca pelo pescoço, tentando chegar nas lindas tetas da minha mãe.
S: Aii, filho, já tô toda molhada... Quero que você meta essa pica agora...
Ela quase não terminou de falar a frase e eu já estava metendo. Ela começou a gemer forte enquanto segurava minha bunda.
Sem tirar a pica, levantei ela e levei até o nosso quarto pra poder comer tranquilo. Deitei ela na cama dela e a gente começou a se despir.
Ela se ajoelhou na frente do meu pau prestes a explodir e enfiou na boca. Chupou ele e brincou com minhas bolas.

Eu adorava sentir o prazer que minha mãe me dava, só ela sabia como eu gosto. As chupadas. Eu tava quase gozando, minha mãe tirou da boca e me masturbou um pouco pra eu terminar, daí começou a ver como saía jatos e jatos que caíam no chão e na mão da puta da minha velha, ela por instinto levou à boca pra provar.
Levantei ela e comecei a acariciar a buceta dela pra ficar molhadinha, enquanto a gente se tocava, ela me deitou na cama dela e subiu em cima de mim, pegou meu pau que já tava duro de novo e encaixou devagar na entrada da buceta dela enquanto ia metendo.
Segurei a bunda dela com força e pedi pra ela me montar como nunca antes.
Ela começou a dar umas sentadas igual dava no meu primo.
G: ahhhhhgggh ahhhh mamãe, cê é minha
S: ayyy sim simmmmm filhooooo toda sua, pega nos meus peitos
Ela continuou montando em mim enquanto eu apertava os peitos dela, um segundo depois ela os aproximou do meu rosto pra eu enfiar inteiros na boca.
Seguimos no vai e vem, enquanto eu segurava ela pela cintura, ela rebolava em cima do meu pau fazendo círculos. Quando cansei dessa posição, virei ela de quatro, aí metia até o fundo e batia na bunda dela.
S: aaiii assim papaiiiii enche minha buceta de porra
Continua, continua, não para
nem a puta da sua namorada te fode como eu
G: ahhh ahhh não, mãe, ninguém se compara a você
S: aiii como senti falta do pau do meu neném... Enche a mamãe de porra do jeito que você sabe
Com as coisas que ela me dizia, eu me segurei mais e gozei tudo dentro. Ela caiu de bruços comigo por cima e meu pau ainda dentro dela.
S: nunca me deixe, mamãe... Eu quero ser só sua.
G: e por que você transou com o Eduardo?
S: eu tava com muito ciúme de você estar com alguém que te desse tudo que eu não te dou, porra.
G: ninguém vai te substituir nunca, mãe... Posso te perguntar uma coisa?
S: pode falar...
G: o que rola entre você e o Leo? Você tá tentando seduzir ele ou algo assim?
S: não, por quê?
G: é que você passou o mês passado todo se vestindo mais provocante...
S: sim, mas era só pra você.
G: é que eu vi o Leo se aproximando e muito mão boba.
S: ahh, não, você sabe como seu irmão é.
Algo me dizia que aquilo não era verdade, mas fingi acreditar.
S: bom, vamos, meu neném, temos a noite toda pra transar sossegados.
Ela desceu, lambendo meu peito e barriga até minha virilha, e levou meu pau de volta pra boca.
S: feliz ano novo, filho!!
Então, naquela semana, tentei me aproximar mais dela, embora fosse complicado porque ela não saía muito de casa.
Chegou o dia antes do Ano Novo. Eu e minha mãe não tínhamos conversado a semana inteira, então fui fazer as compras para a noite: fui comprar o álcool e a sobremesa. Enquanto olhava meu celular, via fotos antigas do Facebook, quando chega uma nova mensagem.
Era da minha mãe. Abri rápido pra ver o que era: ela tinha enviado duas fotos novas.

S: gostou do meu vestido pra noite? G: uuuy amei, mãe...
Ela não me respondeu, então insisti de novo, até que ela respondeu meia hora depois.
S: desculpa filho, essa foto não era pra você, me enganei.
Eu não acreditei nessa história nem fodendo, já sabia o que ela queria, mas tinha que esperar até todo mundo dormir ou sair.
Passamos o ano novo só nós, éramos eu, minha avó, meu irmão, minha mãe e eu.
Começamos a beber todo mundo, até minha avó. Pra mim, era melhor que a velha continuasse bebendo pra cair no sono e me deixar passar a noite com a mãe.
Chegou meia-noite, era outro ano começando, e eu queria receber ele com tudo. Enquanto brindávamos, minha velha se aproximou pra cumprimentar.
S: feliz ano novo, filho... Espero que tenha gostado do espetáculo que te demos com seu primo.
E me tocou a bunda, eu via ela andando com aquele vestido, indo pra sacada ver os fogos com meu irmão e minha avó. Todos já tinham saído, mas quando ela ia saindo, peguei ela pelo braço, enquanto minha família via os fogos, levei ela pro banheiro e tranquei a porta.
S: que que cê tá fazendo...
Tampei a boca dela e levantei o vestido. Virei ela de costas, olhando pro espelho do banheiro.
S: assim, bruto, que você vai começar o ano.
Baixei a calcinha dela até os joelhos e comecei a chupar a buceta dela como se fosse um sorvete. Já tava tão louco pra possuir ela que não tava nem aí se alguém entrasse.
S: uummm sim, buceta, essa é uma desculpa... Que gostosa.
Levantei do chão e peguei ela pelo cabelo, fiz ela olhar no espelho.
G: quero que você veja enquanto eu encho sua buceta de porra, seu próprio filho... Já que você gosta de provocar.
E meti de uma vez só, segurando ela forte pelo cabelo.
G: ahhhhhgggh cê gosta assim?
S: ayyyy sim, vai, não para... Uuuummmm depois faz a bundinha que é só sua.
G: ahhhh ahhhh que que houve, edu, o outro dia não te fez a bunda? Ahhh.
S: não, buceta, a bunda é só sua, ayy ahhh.
Só pro meu neném.
Continuei assim por um tempinho e tirei.
S: vai, não para Deixa assim.
G: Depois a gente continua, a vovó vai começar a nos procurar. Vamos.
Ela ajeitou o vestido e tirou a calcinha, voltou sem roupa íntima. Enquanto meu irmão esperava que viessem buscá-lo, a gente começou a conversar entre todos. Mas eu estava olhando as pernas da minha mãe pra ver a buceta dela pelada, e o que mais me excitava era saber que eu estava comendo ela praticamente na frente da minha família e eles nem desconfiavam.
Lá pelas 2 horas vieram buscar meu irmão, ele ia festejar com os amigos. Se despediu da mamãe e deu uma palmadinha nela.
Minha mãe estava arrumando a mesa e levando as coisas pra cozinha. Eu dei uma olhada na minha avó, ela tinha caído no sono no sofá. Chamei ela umas vezes, mas não respondeu, só roncava.
Minha mãe estava guardando o panetone e faltava umas coisas. Ela estava parada na ponta da mesa. Me aproximei e peguei ela pela cintura, a gente começou a se beijar que nem loucos, era uma luta entre nossas línguas. Levantei ela e sentei na mesa.
S: Para, doido... Você vai me comer assim na frente da sua avó?
G: É, pior pra você, vou te comer na frente da sua mãe.
Continuei beijando ela e levantando o vestido com a ponta dos dedos. Ela desabotoou meu cinto pra liberar meu pau.
Continuei beijando ela enquanto descia com minha boca pelo pescoço, tentando chegar nas lindas tetas da minha mãe.
S: Aii, filho, já tô toda molhada... Quero que você meta essa pica agora...
Ela quase não terminou de falar a frase e eu já estava metendo. Ela começou a gemer forte enquanto segurava minha bunda.
Sem tirar a pica, levantei ela e levei até o nosso quarto pra poder comer tranquilo. Deitei ela na cama dela e a gente começou a se despir.
Ela se ajoelhou na frente do meu pau prestes a explodir e enfiou na boca. Chupou ele e brincou com minhas bolas.


Eu adorava sentir o prazer que minha mãe me dava, só ela sabia como eu gosto. As chupadas. Eu tava quase gozando, minha mãe tirou da boca e me masturbou um pouco pra eu terminar, daí começou a ver como saía jatos e jatos que caíam no chão e na mão da puta da minha velha, ela por instinto levou à boca pra provar.Levantei ela e comecei a acariciar a buceta dela pra ficar molhadinha, enquanto a gente se tocava, ela me deitou na cama dela e subiu em cima de mim, pegou meu pau que já tava duro de novo e encaixou devagar na entrada da buceta dela enquanto ia metendo.
Segurei a bunda dela com força e pedi pra ela me montar como nunca antes.
Ela começou a dar umas sentadas igual dava no meu primo.
G: ahhhhhgggh ahhhh mamãe, cê é minha
S: ayyy sim simmmmm filhooooo toda sua, pega nos meus peitos
Ela continuou montando em mim enquanto eu apertava os peitos dela, um segundo depois ela os aproximou do meu rosto pra eu enfiar inteiros na boca. Seguimos no vai e vem, enquanto eu segurava ela pela cintura, ela rebolava em cima do meu pau fazendo círculos. Quando cansei dessa posição, virei ela de quatro, aí metia até o fundo e batia na bunda dela.
S: aaiii assim papaiiiii enche minha buceta de porra
Continua, continua, não para
nem a puta da sua namorada te fode como eu
G: ahhh ahhh não, mãe, ninguém se compara a você
S: aiii como senti falta do pau do meu neném... Enche a mamãe de porra do jeito que você sabe
Com as coisas que ela me dizia, eu me segurei mais e gozei tudo dentro. Ela caiu de bruços comigo por cima e meu pau ainda dentro dela.S: nunca me deixe, mamãe... Eu quero ser só sua.
G: e por que você transou com o Eduardo?
S: eu tava com muito ciúme de você estar com alguém que te desse tudo que eu não te dou, porra.
G: ninguém vai te substituir nunca, mãe... Posso te perguntar uma coisa?
S: pode falar...
G: o que rola entre você e o Leo? Você tá tentando seduzir ele ou algo assim?
S: não, por quê?
G: é que você passou o mês passado todo se vestindo mais provocante...
S: sim, mas era só pra você.
G: é que eu vi o Leo se aproximando e muito mão boba.
S: ahh, não, você sabe como seu irmão é.
Algo me dizia que aquilo não era verdade, mas fingi acreditar.
S: bom, vamos, meu neném, temos a noite toda pra transar sossegados.
Ela desceu, lambendo meu peito e barriga até minha virilha, e levou meu pau de volta pra boca.
S: feliz ano novo, filho!!
8 comentários - Argentina Mãe XVIII
¿ como es eso del video en xvideos ? yo quiero verlo !!!