Olá! Deixo aqui o próximo capítulo e não esqueçam de comentar com suas opiniões, que é o que eu mais gosto de ler hehe, abraços e beijos nas suas duas cabecinhas.
DANIELA
Com muito esforço, me sentei no catre. Meu corpo inteiro doía, especialmente o rosto e os braços. Vi que estava num lugar escuro, iluminado só por umas tochas nas paredes. Uma menina estava comigo, segurando uma tigela de barro. Ela me deu de beber. Era um líquido amargo que percorreu todo meu estômago, mas serviu pra me acordar de vez.
— Obrigada.
Ela disse algo na língua dela e saiu correndo. Pouco depois, meu pai entrou, acompanhado do curandeiro da aldeia.
— Ah, filha, você está bem?
— Sim... acho que sim — aí lembrei do medo que tinha sentido, do desespero e da adrenalina durante o ataque, e desabei a chorar. Abracei o papai. Ele também me abraçou, e senti os braços fortes dele contra meu corpo.
O curandeiro me examinou direitinho e sorriu, aprovando. Depois foi embora e deixou eu e o papai sozinhos pra conversar. Ele me perguntou o que tinha acontecido exatamente, e eu contei sobre aquele sujeito quando pulou em cima de mim e tentou me estuprar. Felizmente, consegui me defender e não deixei o pau dele entrar em nenhum dos meus buracos. Papai ouviu isso e ficou furioso. Jurou que o maldito já tinha pago com a vida. A aldeia inteira estava indignada com aquele ataque contra mim, e me davam todo o apoio.
— Bom, vou falar pra Mara que você está bem.
— Não, espera. Fica mais um pouco — implorei, segurando a mão dele. Papai sentou de novo e me abraçou. Eu correspondi e busquei os lábios dele pra beijá-lo apaixonadamente. Ele se surpreendeu com minha ousadia, mas logo se deixou querer. A língua dele e a minha se abraçaram deliciosamente, e as mãos dele tocaram meus peitos por cima do lençol.
Naquele momento, a dor que eu sentia no coração foi acalmada pela sensação de segurança. Puxei ele pra deitar sobre mim enquanto continuávamos nos beijando e brincando com nossas línguas. Arranhei as costas dele. depois enfiei as mãos por baixo da calça dele.
—Me dá de mamar… —pedi com cara de anjo.
Ele, sorrindo, se levantou e abriu o zíper. O pau pulou feliz, grande e ereto. Me ajoelhei e peguei ele com cuidado. Chupei o pau dele por um tempo, me deliciando com o tamanho e o sabor, o calor da carne e como ele tava duro. Ah… amava aquele pau. Chupei fundo, devagar. Passei a língua pelos ovos dele e continuei lambuzando de saliva o órgão inteiro.
Ele começou a gemer gostoso. Se alguém tivesse tentado me estuprar, então eu precisaria de alguém pra limpar meu corpo, e quem melhor que meu pussy querido. Quando cobri o pau dele de saliva, me deitei e abri minhas pernas. Também coloquei meus dedos nas laterais da minha buceta e implorei pra ele me penetrar logo.
Com cuidado pra não me machucar, ele se ajeitou. Direcionou a grossura do membro pra minha fenda apertada, e meteu de uma vez só. Um grito agudo e curto escapou dos meus lábios e ele selou com um beijo de língua. Depois, mordendo meus peitos, começou um vai e vem ritmado. Eu tava agarrada nele, as coxas em volta do torso dele. Sentia os ovos dele batendo na minha buceta enquanto ele enterrava tudo. Meu clitóris gritava de prazer e meus sucos molhavam o pau gostoso dele.
A descarga de porra foi imensa e prazerosa. Senti o calor chegando até meu útero. Papai se apressou em tirar o pau e se deitar ao meu lado. Eu subi em cima dele. Embora o pinto dele estivesse mole, ainda era gostoso ao toque, então me esfreguei no membro dele e passei meus bicos dos peitos no rosto dele.
—Chupa meus peitinhos —implorei feito uma menina. Ele assentiu e pegou eles com as mãos pra dar lambidas enormes.
Nessa hora, Mara entrou e parou ao nos ver. Eu, envergonhada, me deixei cair. Papai não se preocupou em se cobrir.
—Ai, mas que bem que vocês dois estavam se divertindo —ela disse. Tava nua, claro. Tinha feito uma tatuagem bonita na perna esquerda, e vi que ela tava muito bronzeada e gostosa, com o cabelo preto caindo pelos ombros.
Deu vontade de abraçar ela, então fiz isso. Levantei, nua, e abracei ela. Nossas tetas se esfregaram. Ela, surpresa, me deu um beijo no pescoço.
— Você me deixou preocupada, Daniela.
— Obrigada por tudo. Achei que não ia te ver de novo.
— Eu e o Tamir pegamos o filho da puta que fez isso com você.
— É, o maldito amigo do Tamir que foi.
— Já tomaram o castigo dele — ela me olhou e sorriu feito uma safada —. Nossa, mas como você tava bem montando o pau hahaha.
— Ai… cala a boca.
— O papai já endureceu de novo.
Era verdade. Ele tava com uma ereção enorme e se masturbava feliz e sorrindo. Mara me olhou.
— Vai, dá uma fodida, que eu vou ficar olhando.
Essa era uma ideia excitante. A dor dos golpes já tinha passado. Então, sob o olhar da Mara, sentei no papai e deixei o pau dele enterrar na minha buceta. Mara aplaudiu e sentou com as pernas dobradas pra me ver. Me apoiando no peito do papai, comecei a cavalgar gostoso, mexendo a cintura em círculo. Olhei pra minha irmã. Ela sorriu e começou a se tocar na buceta. O clitóris dela tava à mostra, delicioso como um botãozinho. Eu me acariciei os peitos enquanto trocávamos olhares safados.
— Vem — falei e me afastei do papai —. Você… pode enfiar um pouco se quiser.
— Sério?!
— Sim, claro… é nosso pai.
Feliz, minha irmãzinha não perdeu um segundo. Se apressou, sorrindo, e sentou. A lubrificação dela era tanta que o pau deslizou suave dentro dela, que mordeu o lábio inferior. Eu ri enquanto ela cavalgava feliz e me juntei ao papai nos beijos. Dava pra sentir o corpo do papai tremendo com as sentadas fortes da Mara, enquanto ela se acariciava os seios e beliscava as pontinhas.
— Que alegria — ele disse —. Comer minhas duas filhas.
Nós duas nos olhamos e sorrimos. É… era gostoso comer ela. A Mara eu deixava ficar com o papai. Porque com a ajuda dela tinham pego o filho da puta que tentou me estuprar. De De repente, a garota me caiu muito bem, e despertou em mim meus desejos lésbicos.
— Deita — pedi. Ela me olhou, sorrindo, e obedeceu. Abriu as pernas e expôs seu lindo e pequeno clitóris para mim. Me apressei em sentar sobre o rosto dela, de forma que ela se ocupou em lamber minha buceta enquanto papai, subindo os pés dela nos ombros dele e segurando-a pelos quadris, enfiou o pau nela.
Notei como Mara queria gritar, mas os movimentos rítmicos dos meus quadris não deixavam. Esfreguei meus lábios, descarreguei meus sucos na boca dela e ela, abrindo minha vagina com os dedos, cutucou com a língua. Eu já não aguentava mais. Queria gozar de uma vez, então me masturbei também. A língua dela e meus dedos provocaram uma descarga de sucos dentro da boca dela. Um squirt na regra. Papai se surpreendeu, de olho arregalado ao me ver fazer tamanha barbaridade sexual. Tive que me afastar pra deixar Mara respirar, e ela limpou a boca enquanto ria.
Era minha vez de aproveitar. Me posicionei num 69 em cima da Mara. Enquanto ela lambia minha bunda toda, eu estava ocupada em comer a buceta dela, que estava sendo penetrada pelo pau do nosso pai. Os três estávamos fora de si, excitados demais pra fazer outra coisa.
No final, papai descarregou um baita jato de porra na minha cara e na buceta da minha irmã. Me apressei em lamber e deixar tudo bem limpinho. Gostei do sabor que produzia, do êxtase morbidão de ter feito meu primeiro ménage com meu pai e minha meia-irmã. Terminamos de transar no meio de sorrisos safados e olhares penetrantes e gostosos.
Dois dias depois, eu já me sentia bem o suficiente pra continuar andando. Estava me acostumando com a vida na aldeia e com as pessoas gentis que às vezes andavam nuas; felizes e sem se importar com nada do mundo exterior. Fui ver Mara, que estava com Nin, sua suposta cunhada de 14 anos. As duas tomando sol na beira da praia, enquanto Tamir e o irmão estavam no... Água, pescando numa jangada. Não muito longe delas, balançando numa rede entre duas palmeiras, estava a linda Andra, irmã mais velha e a que menos simpatizava com Mara.
— Você ouviu? — me perguntou Nin. As duas estavam com o corpo oleado e exibiam um bronzeado bonito. Eu me apressei a tirar a roupa e deitar ao lado delas.
— O quê?
— Vão vir mais pessoas.
— É verdade? — perguntei a Mara enquanto Nin, gentil, passava óleo nas minhas pernas e peitos. Queria ter a mesma cor de pele que ela.
— Sim — respondeu minha irmã com um pouco de tristeza —. Bárbara diz que logo vão buscá-la porque o tempo dela acabou. Como perdeu todas as coisas, não teve escolha a não ser esperar um tempo e já já se cumpre.
— Você não quer ir?
— Não, porque gosto deste lugar.
— A gente cuidaria bem de você — disse Nin e olhou desconfiada para a irmã mais velha. Sabia que a mais velha não pensava igual.
— Esse é o problema. Tenho uma vida — soltou minha irmã, abrindo e fechando as perninhas —. Mas aqui também quero ter uma vida.
— Você só quer transar — falei, e ela corou —. Não te culpo. Os caras daqui têm paus enormes. Deve ser genético.
— Sim, mas… — percebi que ela olhava para Tamir, que vinha arrastando o barco junto com o irmão. O pauzão do garoto estava duro, com certeza ao ver minha irmã nua —. Acho que quero ficar com Tamir.
— Sério? — perguntou Nin, animada.
— Sim. E também com o irmão dele. Acho que a gente podia ter um bom relacionamento.
Olhei para Nin para que me explicasse.
— Os homens… podem — dizia devagar, procurando as palavras em espanhol —, compartilhar a mesma mulher no casamento.
— Mas… isso vai ser bom? Quer dizer, seu irmão é ciumento?
— Não — respondeu a garota —. Meu irmão… propôs isso para Mara.
Olhei para minha irmã com malícia.
— Olha só, quer ter dois maridos.
— Bom, olha as coisonas enormes que eles carregam entre as pernas e são muito bons comigo. Tamir é romântico. O irmão dele é mais sério. Tamir e o irmão dele se aproximaram com uma ereção tremenda. Não só ele tinha uma rola bonita, mas o rosto dele tinha uma covinha e era muito gato, quase exótico. Mara se apressou pra recebê-lo com um beijo na boca enquanto a mão safada dela descia até a rola do namorado e apertava tão forte que ele gritou. Nin e eu rimos, cúmplices.
MARA.
Já tinha terminado de chupar a rola do Tamir e do irmão dele, Len. A descarga dos dois foi abundante, cum demais pra mim, e eu tava satisfeita. Já era noite, então que momento melhor pra beber um pouco antes de ir dormir? Limpei a boca e dei dois beijinhos nos lábios dos irmãos, que começaram a sussurrar coisas entre si enquanto massageavam a rola de tão tremenda chupada que eu tinha dado.
— Vem — falou Nin, entrando de repente no quarto dos caras —. Já terminou? Vou fazer uma tatuagem em você.
— Ah, vou. Espera, vou tirar isso.
— Você tem... Como é que fala? Semen, na testa.
— Ah... valeu.
Depois de me despedir dos meus dois possíveis maridos, fui pro quarto das minas, que Nin e Andra dividiam comigo. A irmã mais velha tava irritada, de novo, de cara fechada enquanto a mãe dela desenhava umas flores bonitas nos peitos lindos dela. Dei um sorriso pra ela, e ela desviou o olhar. Sentei com as pernas dobradas na frente dela. Nin, atrás de mim, começou a pintar minhas costas.
— Então — disse a mãe —, você... vai casar?
— Bom... não sei. Não é um assunto que eu queira tocar agora.
— Devia ficar — sugeriu Nin, me abraçando por trás e beliscando meus mamilos de safada —. Quero sobrinhos.
— Mas não é só isso — falei. Vi que a irmã mais velha tava me furando com os olhos. Fiquei vermelha e parei de falar.
O que aconteceu depois foi um baita susto pra mim. Eu dormia tranquilamente, deitada junto com um monte de almofadas de pena. Do meu lado, Nin se levantou.
— Onde você vai? — perguntei, sonolenta.
— Ver um homem.
— Quem?
— Um cara da vila — foi o que ela disse. Vestiu uma Vestidinha em silêncio e foi embora.
Resolvi deixar pra lá e tentei dormir… mas aí, meia hora depois, algo em mim acendeu que nem um sexto sentido. Ouvi um barulho e abri os olhos. Perto de mim tinha uma sombra, uma silhueta de cabelo comprido segurando um punhal. Gritei e, por instinto, me joguei pra fora da cama bem na hora em que a arma desceu e cravou no travesseiro.
A mãe do Tamir, o próprio Tamir, o Len e até o pai entraram no quarto na mesma hora. A Andra estava lá, armada com aquela faca afiada e me encarando com um ódio profundo. Eu, pelada, consegui cobrir os peitos. Tava com lágrimas nos olhos de tanto medo e meu coração tava a mil. A Anin, a mãe, xingou a filha e deu uns tapas bem fortes nela. O Tamir tomou a faca dela, e o pai e o Len tiraram ela do quarto.
Eu, ainda apavorada, caí de joelhos, pensando em como tinha escapado por pouco da morte.
****+
Hahaha, acho que ficou bem claro que não querem a Mara nessa família, né?
Falou, valeu por ler, a gente se vê na semana que vem!!
DANIELA
Com muito esforço, me sentei no catre. Meu corpo inteiro doía, especialmente o rosto e os braços. Vi que estava num lugar escuro, iluminado só por umas tochas nas paredes. Uma menina estava comigo, segurando uma tigela de barro. Ela me deu de beber. Era um líquido amargo que percorreu todo meu estômago, mas serviu pra me acordar de vez.
— Obrigada.
Ela disse algo na língua dela e saiu correndo. Pouco depois, meu pai entrou, acompanhado do curandeiro da aldeia.
— Ah, filha, você está bem?
— Sim... acho que sim — aí lembrei do medo que tinha sentido, do desespero e da adrenalina durante o ataque, e desabei a chorar. Abracei o papai. Ele também me abraçou, e senti os braços fortes dele contra meu corpo.
O curandeiro me examinou direitinho e sorriu, aprovando. Depois foi embora e deixou eu e o papai sozinhos pra conversar. Ele me perguntou o que tinha acontecido exatamente, e eu contei sobre aquele sujeito quando pulou em cima de mim e tentou me estuprar. Felizmente, consegui me defender e não deixei o pau dele entrar em nenhum dos meus buracos. Papai ouviu isso e ficou furioso. Jurou que o maldito já tinha pago com a vida. A aldeia inteira estava indignada com aquele ataque contra mim, e me davam todo o apoio.
— Bom, vou falar pra Mara que você está bem.
— Não, espera. Fica mais um pouco — implorei, segurando a mão dele. Papai sentou de novo e me abraçou. Eu correspondi e busquei os lábios dele pra beijá-lo apaixonadamente. Ele se surpreendeu com minha ousadia, mas logo se deixou querer. A língua dele e a minha se abraçaram deliciosamente, e as mãos dele tocaram meus peitos por cima do lençol.
Naquele momento, a dor que eu sentia no coração foi acalmada pela sensação de segurança. Puxei ele pra deitar sobre mim enquanto continuávamos nos beijando e brincando com nossas línguas. Arranhei as costas dele. depois enfiei as mãos por baixo da calça dele.
—Me dá de mamar… —pedi com cara de anjo.
Ele, sorrindo, se levantou e abriu o zíper. O pau pulou feliz, grande e ereto. Me ajoelhei e peguei ele com cuidado. Chupei o pau dele por um tempo, me deliciando com o tamanho e o sabor, o calor da carne e como ele tava duro. Ah… amava aquele pau. Chupei fundo, devagar. Passei a língua pelos ovos dele e continuei lambuzando de saliva o órgão inteiro.
Ele começou a gemer gostoso. Se alguém tivesse tentado me estuprar, então eu precisaria de alguém pra limpar meu corpo, e quem melhor que meu pussy querido. Quando cobri o pau dele de saliva, me deitei e abri minhas pernas. Também coloquei meus dedos nas laterais da minha buceta e implorei pra ele me penetrar logo.
Com cuidado pra não me machucar, ele se ajeitou. Direcionou a grossura do membro pra minha fenda apertada, e meteu de uma vez só. Um grito agudo e curto escapou dos meus lábios e ele selou com um beijo de língua. Depois, mordendo meus peitos, começou um vai e vem ritmado. Eu tava agarrada nele, as coxas em volta do torso dele. Sentia os ovos dele batendo na minha buceta enquanto ele enterrava tudo. Meu clitóris gritava de prazer e meus sucos molhavam o pau gostoso dele.
A descarga de porra foi imensa e prazerosa. Senti o calor chegando até meu útero. Papai se apressou em tirar o pau e se deitar ao meu lado. Eu subi em cima dele. Embora o pinto dele estivesse mole, ainda era gostoso ao toque, então me esfreguei no membro dele e passei meus bicos dos peitos no rosto dele.
—Chupa meus peitinhos —implorei feito uma menina. Ele assentiu e pegou eles com as mãos pra dar lambidas enormes.
Nessa hora, Mara entrou e parou ao nos ver. Eu, envergonhada, me deixei cair. Papai não se preocupou em se cobrir.
—Ai, mas que bem que vocês dois estavam se divertindo —ela disse. Tava nua, claro. Tinha feito uma tatuagem bonita na perna esquerda, e vi que ela tava muito bronzeada e gostosa, com o cabelo preto caindo pelos ombros.
Deu vontade de abraçar ela, então fiz isso. Levantei, nua, e abracei ela. Nossas tetas se esfregaram. Ela, surpresa, me deu um beijo no pescoço.
— Você me deixou preocupada, Daniela.
— Obrigada por tudo. Achei que não ia te ver de novo.
— Eu e o Tamir pegamos o filho da puta que fez isso com você.
— É, o maldito amigo do Tamir que foi.
— Já tomaram o castigo dele — ela me olhou e sorriu feito uma safada —. Nossa, mas como você tava bem montando o pau hahaha.
— Ai… cala a boca.
— O papai já endureceu de novo.
Era verdade. Ele tava com uma ereção enorme e se masturbava feliz e sorrindo. Mara me olhou.
— Vai, dá uma fodida, que eu vou ficar olhando.
Essa era uma ideia excitante. A dor dos golpes já tinha passado. Então, sob o olhar da Mara, sentei no papai e deixei o pau dele enterrar na minha buceta. Mara aplaudiu e sentou com as pernas dobradas pra me ver. Me apoiando no peito do papai, comecei a cavalgar gostoso, mexendo a cintura em círculo. Olhei pra minha irmã. Ela sorriu e começou a se tocar na buceta. O clitóris dela tava à mostra, delicioso como um botãozinho. Eu me acariciei os peitos enquanto trocávamos olhares safados.
— Vem — falei e me afastei do papai —. Você… pode enfiar um pouco se quiser.
— Sério?!
— Sim, claro… é nosso pai.
Feliz, minha irmãzinha não perdeu um segundo. Se apressou, sorrindo, e sentou. A lubrificação dela era tanta que o pau deslizou suave dentro dela, que mordeu o lábio inferior. Eu ri enquanto ela cavalgava feliz e me juntei ao papai nos beijos. Dava pra sentir o corpo do papai tremendo com as sentadas fortes da Mara, enquanto ela se acariciava os seios e beliscava as pontinhas.
— Que alegria — ele disse —. Comer minhas duas filhas.
Nós duas nos olhamos e sorrimos. É… era gostoso comer ela. A Mara eu deixava ficar com o papai. Porque com a ajuda dela tinham pego o filho da puta que tentou me estuprar. De De repente, a garota me caiu muito bem, e despertou em mim meus desejos lésbicos.
— Deita — pedi. Ela me olhou, sorrindo, e obedeceu. Abriu as pernas e expôs seu lindo e pequeno clitóris para mim. Me apressei em sentar sobre o rosto dela, de forma que ela se ocupou em lamber minha buceta enquanto papai, subindo os pés dela nos ombros dele e segurando-a pelos quadris, enfiou o pau nela.
Notei como Mara queria gritar, mas os movimentos rítmicos dos meus quadris não deixavam. Esfreguei meus lábios, descarreguei meus sucos na boca dela e ela, abrindo minha vagina com os dedos, cutucou com a língua. Eu já não aguentava mais. Queria gozar de uma vez, então me masturbei também. A língua dela e meus dedos provocaram uma descarga de sucos dentro da boca dela. Um squirt na regra. Papai se surpreendeu, de olho arregalado ao me ver fazer tamanha barbaridade sexual. Tive que me afastar pra deixar Mara respirar, e ela limpou a boca enquanto ria.
Era minha vez de aproveitar. Me posicionei num 69 em cima da Mara. Enquanto ela lambia minha bunda toda, eu estava ocupada em comer a buceta dela, que estava sendo penetrada pelo pau do nosso pai. Os três estávamos fora de si, excitados demais pra fazer outra coisa.
No final, papai descarregou um baita jato de porra na minha cara e na buceta da minha irmã. Me apressei em lamber e deixar tudo bem limpinho. Gostei do sabor que produzia, do êxtase morbidão de ter feito meu primeiro ménage com meu pai e minha meia-irmã. Terminamos de transar no meio de sorrisos safados e olhares penetrantes e gostosos.
Dois dias depois, eu já me sentia bem o suficiente pra continuar andando. Estava me acostumando com a vida na aldeia e com as pessoas gentis que às vezes andavam nuas; felizes e sem se importar com nada do mundo exterior. Fui ver Mara, que estava com Nin, sua suposta cunhada de 14 anos. As duas tomando sol na beira da praia, enquanto Tamir e o irmão estavam no... Água, pescando numa jangada. Não muito longe delas, balançando numa rede entre duas palmeiras, estava a linda Andra, irmã mais velha e a que menos simpatizava com Mara.
— Você ouviu? — me perguntou Nin. As duas estavam com o corpo oleado e exibiam um bronzeado bonito. Eu me apressei a tirar a roupa e deitar ao lado delas.
— O quê?
— Vão vir mais pessoas.
— É verdade? — perguntei a Mara enquanto Nin, gentil, passava óleo nas minhas pernas e peitos. Queria ter a mesma cor de pele que ela.
— Sim — respondeu minha irmã com um pouco de tristeza —. Bárbara diz que logo vão buscá-la porque o tempo dela acabou. Como perdeu todas as coisas, não teve escolha a não ser esperar um tempo e já já se cumpre.
— Você não quer ir?
— Não, porque gosto deste lugar.
— A gente cuidaria bem de você — disse Nin e olhou desconfiada para a irmã mais velha. Sabia que a mais velha não pensava igual.
— Esse é o problema. Tenho uma vida — soltou minha irmã, abrindo e fechando as perninhas —. Mas aqui também quero ter uma vida.
— Você só quer transar — falei, e ela corou —. Não te culpo. Os caras daqui têm paus enormes. Deve ser genético.
— Sim, mas… — percebi que ela olhava para Tamir, que vinha arrastando o barco junto com o irmão. O pauzão do garoto estava duro, com certeza ao ver minha irmã nua —. Acho que quero ficar com Tamir.
— Sério? — perguntou Nin, animada.
— Sim. E também com o irmão dele. Acho que a gente podia ter um bom relacionamento.
Olhei para Nin para que me explicasse.
— Os homens… podem — dizia devagar, procurando as palavras em espanhol —, compartilhar a mesma mulher no casamento.
— Mas… isso vai ser bom? Quer dizer, seu irmão é ciumento?
— Não — respondeu a garota —. Meu irmão… propôs isso para Mara.
Olhei para minha irmã com malícia.
— Olha só, quer ter dois maridos.
— Bom, olha as coisonas enormes que eles carregam entre as pernas e são muito bons comigo. Tamir é romântico. O irmão dele é mais sério. Tamir e o irmão dele se aproximaram com uma ereção tremenda. Não só ele tinha uma rola bonita, mas o rosto dele tinha uma covinha e era muito gato, quase exótico. Mara se apressou pra recebê-lo com um beijo na boca enquanto a mão safada dela descia até a rola do namorado e apertava tão forte que ele gritou. Nin e eu rimos, cúmplices.
MARA.
Já tinha terminado de chupar a rola do Tamir e do irmão dele, Len. A descarga dos dois foi abundante, cum demais pra mim, e eu tava satisfeita. Já era noite, então que momento melhor pra beber um pouco antes de ir dormir? Limpei a boca e dei dois beijinhos nos lábios dos irmãos, que começaram a sussurrar coisas entre si enquanto massageavam a rola de tão tremenda chupada que eu tinha dado.
— Vem — falou Nin, entrando de repente no quarto dos caras —. Já terminou? Vou fazer uma tatuagem em você.
— Ah, vou. Espera, vou tirar isso.
— Você tem... Como é que fala? Semen, na testa.
— Ah... valeu.
Depois de me despedir dos meus dois possíveis maridos, fui pro quarto das minas, que Nin e Andra dividiam comigo. A irmã mais velha tava irritada, de novo, de cara fechada enquanto a mãe dela desenhava umas flores bonitas nos peitos lindos dela. Dei um sorriso pra ela, e ela desviou o olhar. Sentei com as pernas dobradas na frente dela. Nin, atrás de mim, começou a pintar minhas costas.
— Então — disse a mãe —, você... vai casar?
— Bom... não sei. Não é um assunto que eu queira tocar agora.
— Devia ficar — sugeriu Nin, me abraçando por trás e beliscando meus mamilos de safada —. Quero sobrinhos.
— Mas não é só isso — falei. Vi que a irmã mais velha tava me furando com os olhos. Fiquei vermelha e parei de falar.
O que aconteceu depois foi um baita susto pra mim. Eu dormia tranquilamente, deitada junto com um monte de almofadas de pena. Do meu lado, Nin se levantou.
— Onde você vai? — perguntei, sonolenta.
— Ver um homem.
— Quem?
— Um cara da vila — foi o que ela disse. Vestiu uma Vestidinha em silêncio e foi embora.
Resolvi deixar pra lá e tentei dormir… mas aí, meia hora depois, algo em mim acendeu que nem um sexto sentido. Ouvi um barulho e abri os olhos. Perto de mim tinha uma sombra, uma silhueta de cabelo comprido segurando um punhal. Gritei e, por instinto, me joguei pra fora da cama bem na hora em que a arma desceu e cravou no travesseiro.
A mãe do Tamir, o próprio Tamir, o Len e até o pai entraram no quarto na mesma hora. A Andra estava lá, armada com aquela faca afiada e me encarando com um ódio profundo. Eu, pelada, consegui cobrir os peitos. Tava com lágrimas nos olhos de tanto medo e meu coração tava a mil. A Anin, a mãe, xingou a filha e deu uns tapas bem fortes nela. O Tamir tomou a faca dela, e o pai e o Len tiraram ela do quarto.
Eu, ainda apavorada, caí de joelhos, pensando em como tinha escapado por pouco da morte.
****+
Hahaha, acho que ficou bem claro que não querem a Mara nessa família, né?
Falou, valeu por ler, a gente se vê na semana que vem!!
14 comentários - Trio familiar na ilha cap 12
Muy bueno como siempre!
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