Minha amiga Eva, conheci ela há muitos anos no hospital, a gente se encontrou uma vez e a partir daí trabalhamos juntas em quase todos os outros lugares. Éramos como primas ou irmãs. Ela tinha 3 filhos, dois grandes e um pequenininho. O marido dela tava preso há vários anos. Ela era a responsável por tocar a casa e a família dela.
Eu me chamo Esther. Tenho 43 anos, 1 a mais que a Eva. E sou casada, sem filhos. É uma tarefa pendente que ficou com meu marido, não sei se os peixinhos dele não funcionam ou se sou eu que não funciono... Mas nunca decidimos fazer exames nem nada do tipo, deixamos a natureza agir e nunca engravidei.
Tive uns dois namorados antes de conhecer meu marido, e casei faz uns 16 anos. Nunca traí meu marido. Dele não posso dizer o mesmo, embora nunca tenha conseguido descobrir com toda a certeza. Então eram só comentários e nada concreto. A verdade é que não podia reclamar, era uma boa esposa, nós dois trabalhávamos e de vez em quando saíamos pra jantar, e em casa nunca faltava nada. Pelo contrário, a casa era bem equipada. Por não ter filhos, dá pra dizer que sobrava bastante grana pra gente ser classe trabalhadora. Nossas férias eram dos sonhos, cada vez lugares melhores.
A Eva sempre me convidava pra todos os aniversários da família dela. Meu marido só ia nos aniversários da Eva, nos da família dela não, porque ele dizia que tinha muito cara dando sopa. Dessa vez era um aniversário especial, a filha dela, Britany, tava fazendo 18 anos. Não ia ser um aniversário qualquer, era especial, ela ia virar maior de idade. A filha mais velha da Eva tava namorando há quase 1 ano com um homem de 38 anos. Quase 20 anos mais velho que ela. Era um comerciante, e a Eva autorizava esse relacionamento porque esse cara agradava ela em quase todos os aspectos, além de ajudar financeiramente a família. Não só isso, mas no próprio aniversário de 18 anos, fiquei sabendo que ele deu pra aniversariante o custo da faculdade particular. Foi um presente grande demais. importante, a Eva já tava muito a favor desse relacionamento.
Beto era o segundo filho da Eva, só 16 anos. A real é que o moleque era muito gostoso pra idade que tinha, me contava que com os amigos jogava futebol quase todo dia, e ele particularmente treinava na casa de um amigo que tinha uma academia própria. Ele levantou a camiseta pra me mostrar como o peito dele era marcado. Sinceramente, por dentro eu pensei,Esse cara deve ter todas as gostosasQuando perguntei sobre a namorada dele, ele me disse:Tia, eu não tenho namorada… tenho namoradas!!!Eu só consegui rir, porque sabia que o cara tinha todas atrás dele. Num momento eu falei pra ele: "não vai beber muito e querer fazer um striptease". E ele me respondeu que não tava nesse nível, mas que o primo dele, Charly, ia chegar a qualquer hora e ele sim podia fazer.
Fiquei pensando: tantos anos que conheço a Eva, e ela nunca tinha me falado do sobrinho dela... Tinha passado uns minutos quando finalmente o irmão da Eva e a família dele chegaram. Se desculparam pelo atraso e começaram a cumprimentar todo mundo. Quando me apresentaram o Charly, fiquei paralisada, feito uma pedra. Era um moleque muito atlético — depois descobri que era jogador de futebol, mas nunca conseguiu entrar num clube reconhecido. Tinha 25 anos e tinha começado a estudar nas horas vagas porque sabia que não ia longe com o futebol.
Num momento da festa, perguntei pra Eva quem era aquele potro do sobrinho dela, que ela nunca tinha me contado. Ela se desculpou, disse que como as famílias nunca se vêem, nunca lembrou. Eu tava doida. Via aquele moleque rodeado pelas amigas da aniversariante. E era inevitável que isso acontecesse. Selfie pra todo lado com as piranhas, que pareciam todas no cio.
Num momento da reunião, com bastante música e muito álcool rolando, vi o filho da Eva sumir com uma das amigas da irmã. Entraram no quarto dele e ouvi a porta trancar. Pensei: "que sorte que esse cara tem, vai meter na própria casa com a família toda".
Vou pra cozinha pegar um copo de gancia e vejo o Charly sozinho, preparando um fernet. Pergunto por que ele tava sozinho e não rodeado das minas, e ele responde:Finalmente tô um pouco sozinho, as vadias tão tudo no tesão. Hoje sim minha família vai dormir aqui, vou comer umas 2 no mínimo.… por dentro pensava: esse filho da puta vai comer duas gostosas… e eu, se quando chegar em casa não der sono, vou me tocar um pouco… Mas perguntei pra ele:por que você prefere quantidade e não qualidade??E não deixei ele responder, peguei meu copo que já tava cheio e fui embora.
Passaram uns minutos, e Charly aparece atrás de mim, e me diz:
Charly: Fiquei pensando, qual era a sua pergunta mesmo??
Esther: E pelo que você me disse, prefere ficar com duas novinhas, em vez de estar com uma mulher só que te complete.
C: e essa mulher quem seria?
E: sei lá… digo uma mulher mais completa, talvez alguém mais velha que uma mina de 18 anos…
C: mas você viu como essas novinhas tão?? Tão todas gostosas pra caralho… uma melhor que a outra e o melhor é que são umas putinhas. Não te negam nada.
E: Charly, você é um cara gato, jovem… já ficou com uma coroa gostosa?
C: Não, nunca. A mais velha tinha a minha idade. Nunca reparei numa coroa mais velha. As novinhas têm a bunda e os peitos bem durinhos…
E: você pode ter toda a quantidade que quiser… mas no dia que pegar uma coroa que te der QUALIDADE… vai se apaixonar…
Falei isso e Charly foi pensando de novo pra cozinha… não sei se ficou ofendido, mas ali percebi que tava dando em cima dele… tava insinuando pra ele me provar.. Não diretamente, mas tudo que eu dizia, era sobre ficar com uma MULHER e não com uma novinha.
Beto, o filho da Eva, finalmente tinha saído do quarto, tava mais arrumado do que quando entrou. Meio suado, e a parceira dele, magicamente tinha perdido a maquiagem. Era muito óbvio o que tinha rolado naquele quarto.
Fui pra cozinha, e lá tava Charly, tomando um fernet sozinho. Me aproximei, com a mão peguei o queixo dele, e beijei ele, primeiro bem devagar, pra ver como ele reagia. Quando ele abriu a boca, meti a língua, e me deixei levar, o álcool, o corpo dele, o proibido… tudo me levou a estar naquele momento ali, com ele. Charly me pegou pela cintura, e foi descendo a mão até tocar minha bunda, ali quando sentiu uma raba firme e durinha, me agarrou com as duas mãos. Seguiu aquela guerra de línguas, e eu parei ele. seco, falei pra ela que alguém da família podia nos encontrar, então decidimos ir pro banheiro. Ficava no fundo de um corredor, e por sorte tinha dois banheiros, e esse era o menor e o mais afastado. Não esperei mais, quando entramos, me ajoelhei, abaixei o zíper dela e falei:Se você achou que já teve a melhor chupada de pau da sua vida... é porque você nunca me conheceu.Tirei pra fora e o cara vinha bem, nem pequena nem grande, mas era bem maior do que eu tinha em casa. Sem pensar duas vezes, comecei a chupar com muito tesão. Era mais cheia de veias que a do meu marido. Passava a língua por tudo. Enfiava inteira até a garganta, tirava toda babada e chupava os ovos dele. Batia uma pra ele. O cara tava louco. Não acreditava que a amiga da tia dele, de joelhos, tava chupando a pica dele. Fiquei uns 6 ou 7 minutos chupando até ele não aguentar mais e gozar dentro da minha boca. Chupei até deixar ele completamente seco. Engoli toda a porra e o cara ficou mudo… A pica dele ainda dura na minha mão, e eu continuava batendo uma, mas ele não queria mais nada… Só falou: você é incrível…
Lavei o rosto e as mãos. Ele saiu primeiro, sem fazer barulho, vendo se não tinha ninguém no corredor. Depois de 3 minutos, saí e voltei pra cozinha pra preparar outro drinque. Já era tarde, e a família dele não ia ficar. Então pedi pra Eva chamar um Uber pra voltar pra casa. Já tinha chamado a atenção do Charly, já que ele se ofereceu pra me levar no carro do pai. Perguntou pra Eva se eu morava longe, e ela disse que nessa hora em meia hora ele tava de volta. Então não perdemos tempo, me despedi de todo mundo e saímos…
Duas quadras depois, coloquei a mão por cima da calça dele, procurando a pica, e ela endureceu na hora. Abri o zíper, me ajoelhei no banco e comecei a chupar de novo. Quando estávamos chegando, ele parou o carro na porta de casa. Durante toda a viagem, fiquei chupando sem parar, e aí acelerei, apertando um pouco mais, e o cara encheu minha boca de porra de novo. Engoli tudo como uma dama deve fazer e fiquei de quatro. Passamos 5 minutos em outra guerra de língua. Já era tarde e na rua não tinha ninguém pra nos ver. Trocamos os números e eu falei…Cara, você arrancou duas gozadas de mim e deixou minha buceta toda quente… bora ver quando você vai me pagar esses favores
Eu me chamo Esther. Tenho 43 anos, 1 a mais que a Eva. E sou casada, sem filhos. É uma tarefa pendente que ficou com meu marido, não sei se os peixinhos dele não funcionam ou se sou eu que não funciono... Mas nunca decidimos fazer exames nem nada do tipo, deixamos a natureza agir e nunca engravidei.
Tive uns dois namorados antes de conhecer meu marido, e casei faz uns 16 anos. Nunca traí meu marido. Dele não posso dizer o mesmo, embora nunca tenha conseguido descobrir com toda a certeza. Então eram só comentários e nada concreto. A verdade é que não podia reclamar, era uma boa esposa, nós dois trabalhávamos e de vez em quando saíamos pra jantar, e em casa nunca faltava nada. Pelo contrário, a casa era bem equipada. Por não ter filhos, dá pra dizer que sobrava bastante grana pra gente ser classe trabalhadora. Nossas férias eram dos sonhos, cada vez lugares melhores.
A Eva sempre me convidava pra todos os aniversários da família dela. Meu marido só ia nos aniversários da Eva, nos da família dela não, porque ele dizia que tinha muito cara dando sopa. Dessa vez era um aniversário especial, a filha dela, Britany, tava fazendo 18 anos. Não ia ser um aniversário qualquer, era especial, ela ia virar maior de idade. A filha mais velha da Eva tava namorando há quase 1 ano com um homem de 38 anos. Quase 20 anos mais velho que ela. Era um comerciante, e a Eva autorizava esse relacionamento porque esse cara agradava ela em quase todos os aspectos, além de ajudar financeiramente a família. Não só isso, mas no próprio aniversário de 18 anos, fiquei sabendo que ele deu pra aniversariante o custo da faculdade particular. Foi um presente grande demais. importante, a Eva já tava muito a favor desse relacionamento.
Beto era o segundo filho da Eva, só 16 anos. A real é que o moleque era muito gostoso pra idade que tinha, me contava que com os amigos jogava futebol quase todo dia, e ele particularmente treinava na casa de um amigo que tinha uma academia própria. Ele levantou a camiseta pra me mostrar como o peito dele era marcado. Sinceramente, por dentro eu pensei,Esse cara deve ter todas as gostosasQuando perguntei sobre a namorada dele, ele me disse:Tia, eu não tenho namorada… tenho namoradas!!!Eu só consegui rir, porque sabia que o cara tinha todas atrás dele. Num momento eu falei pra ele: "não vai beber muito e querer fazer um striptease". E ele me respondeu que não tava nesse nível, mas que o primo dele, Charly, ia chegar a qualquer hora e ele sim podia fazer.
Fiquei pensando: tantos anos que conheço a Eva, e ela nunca tinha me falado do sobrinho dela... Tinha passado uns minutos quando finalmente o irmão da Eva e a família dele chegaram. Se desculparam pelo atraso e começaram a cumprimentar todo mundo. Quando me apresentaram o Charly, fiquei paralisada, feito uma pedra. Era um moleque muito atlético — depois descobri que era jogador de futebol, mas nunca conseguiu entrar num clube reconhecido. Tinha 25 anos e tinha começado a estudar nas horas vagas porque sabia que não ia longe com o futebol.
Num momento da festa, perguntei pra Eva quem era aquele potro do sobrinho dela, que ela nunca tinha me contado. Ela se desculpou, disse que como as famílias nunca se vêem, nunca lembrou. Eu tava doida. Via aquele moleque rodeado pelas amigas da aniversariante. E era inevitável que isso acontecesse. Selfie pra todo lado com as piranhas, que pareciam todas no cio.
Num momento da reunião, com bastante música e muito álcool rolando, vi o filho da Eva sumir com uma das amigas da irmã. Entraram no quarto dele e ouvi a porta trancar. Pensei: "que sorte que esse cara tem, vai meter na própria casa com a família toda".
Vou pra cozinha pegar um copo de gancia e vejo o Charly sozinho, preparando um fernet. Pergunto por que ele tava sozinho e não rodeado das minas, e ele responde:Finalmente tô um pouco sozinho, as vadias tão tudo no tesão. Hoje sim minha família vai dormir aqui, vou comer umas 2 no mínimo.… por dentro pensava: esse filho da puta vai comer duas gostosas… e eu, se quando chegar em casa não der sono, vou me tocar um pouco… Mas perguntei pra ele:por que você prefere quantidade e não qualidade??E não deixei ele responder, peguei meu copo que já tava cheio e fui embora.
Passaram uns minutos, e Charly aparece atrás de mim, e me diz:
Charly: Fiquei pensando, qual era a sua pergunta mesmo??
Esther: E pelo que você me disse, prefere ficar com duas novinhas, em vez de estar com uma mulher só que te complete.
C: e essa mulher quem seria?
E: sei lá… digo uma mulher mais completa, talvez alguém mais velha que uma mina de 18 anos…
C: mas você viu como essas novinhas tão?? Tão todas gostosas pra caralho… uma melhor que a outra e o melhor é que são umas putinhas. Não te negam nada.
E: Charly, você é um cara gato, jovem… já ficou com uma coroa gostosa?
C: Não, nunca. A mais velha tinha a minha idade. Nunca reparei numa coroa mais velha. As novinhas têm a bunda e os peitos bem durinhos…
E: você pode ter toda a quantidade que quiser… mas no dia que pegar uma coroa que te der QUALIDADE… vai se apaixonar…
Falei isso e Charly foi pensando de novo pra cozinha… não sei se ficou ofendido, mas ali percebi que tava dando em cima dele… tava insinuando pra ele me provar.. Não diretamente, mas tudo que eu dizia, era sobre ficar com uma MULHER e não com uma novinha.
Beto, o filho da Eva, finalmente tinha saído do quarto, tava mais arrumado do que quando entrou. Meio suado, e a parceira dele, magicamente tinha perdido a maquiagem. Era muito óbvio o que tinha rolado naquele quarto.
Fui pra cozinha, e lá tava Charly, tomando um fernet sozinho. Me aproximei, com a mão peguei o queixo dele, e beijei ele, primeiro bem devagar, pra ver como ele reagia. Quando ele abriu a boca, meti a língua, e me deixei levar, o álcool, o corpo dele, o proibido… tudo me levou a estar naquele momento ali, com ele. Charly me pegou pela cintura, e foi descendo a mão até tocar minha bunda, ali quando sentiu uma raba firme e durinha, me agarrou com as duas mãos. Seguiu aquela guerra de línguas, e eu parei ele. seco, falei pra ela que alguém da família podia nos encontrar, então decidimos ir pro banheiro. Ficava no fundo de um corredor, e por sorte tinha dois banheiros, e esse era o menor e o mais afastado. Não esperei mais, quando entramos, me ajoelhei, abaixei o zíper dela e falei:Se você achou que já teve a melhor chupada de pau da sua vida... é porque você nunca me conheceu.Tirei pra fora e o cara vinha bem, nem pequena nem grande, mas era bem maior do que eu tinha em casa. Sem pensar duas vezes, comecei a chupar com muito tesão. Era mais cheia de veias que a do meu marido. Passava a língua por tudo. Enfiava inteira até a garganta, tirava toda babada e chupava os ovos dele. Batia uma pra ele. O cara tava louco. Não acreditava que a amiga da tia dele, de joelhos, tava chupando a pica dele. Fiquei uns 6 ou 7 minutos chupando até ele não aguentar mais e gozar dentro da minha boca. Chupei até deixar ele completamente seco. Engoli toda a porra e o cara ficou mudo… A pica dele ainda dura na minha mão, e eu continuava batendo uma, mas ele não queria mais nada… Só falou: você é incrível…
Lavei o rosto e as mãos. Ele saiu primeiro, sem fazer barulho, vendo se não tinha ninguém no corredor. Depois de 3 minutos, saí e voltei pra cozinha pra preparar outro drinque. Já era tarde, e a família dele não ia ficar. Então pedi pra Eva chamar um Uber pra voltar pra casa. Já tinha chamado a atenção do Charly, já que ele se ofereceu pra me levar no carro do pai. Perguntou pra Eva se eu morava longe, e ela disse que nessa hora em meia hora ele tava de volta. Então não perdemos tempo, me despedi de todo mundo e saímos…
Duas quadras depois, coloquei a mão por cima da calça dele, procurando a pica, e ela endureceu na hora. Abri o zíper, me ajoelhei no banco e comecei a chupar de novo. Quando estávamos chegando, ele parou o carro na porta de casa. Durante toda a viagem, fiquei chupando sem parar, e aí acelerei, apertando um pouco mais, e o cara encheu minha boca de porra de novo. Engoli tudo como uma dama deve fazer e fiquei de quatro. Passamos 5 minutos em outra guerra de língua. Já era tarde e na rua não tinha ninguém pra nos ver. Trocamos os números e eu falei…Cara, você arrancou duas gozadas de mim e deixou minha buceta toda quente… bora ver quando você vai me pagar esses favores
5 comentários - El sobrino de mi amiga Eva