Bom, como já tínhamos passado muito tempo, a Melina foi pra Córdoba e nesse tempo eu tava muito tarado por não poder comer ela. Fazia mais de 7 meses que a gente não se via e eu nem tinha o endereço de onde ela tava.
Foi que um dia ela me ligou no celular e disse que queria me esquecer e que por isso não tinha me ligado. Eu disse que sentia falta dela e que precisava vê-la. Ela falou: "Tá bom. Vai pra Córdoba e me espera na praça em frente ao banco." Eu, apressado, saí do trampo e fui pra rodoviária pra chegar na hora. E foi o que fiz, cheguei... e ela tava me esperando toda gostosa, com um moletom lycra que marcava aquele bundão bem redondinho e definido, uma blusa preta quase transparente que dava pra ver o vermelho do sutiã dela. Foi aí que me aproximei e tentei dar um beijo, mas ela desviou, deixando eu beijar a bochecha dela, e aí a gente começou a conversar.
Foi assim, um pouco de fofoca e eu perguntei se ela queria comer, ela disse que sim, a gente comeu e com isso umas cervejas, consegui arrancar uns beijos bem profundos dela. Foi aí que ela me confessou que tinha outro parceiro, mas que ainda me queria, que nunca conseguia me esquecer.
Acompanhei ela até a casa dela, ela me mandou entrar e não fazer barulho. Eu já pensei: "agora é a hora". Entrei devagar por trás dela, tocando os glúteos dela e o pescoço. Fomos pro quarto dela, e o parceiro dela tava dormindo bêbado, e o filho dela no outro quarto vendo TV. Ela mandou o filho não sair do quarto por nada, que tinha que discutir uns negócios comigo e o parceiro dela. Fomos pra cozinha, agarrei ela com força pela cintura e comecei a beijar o pescoço dela e depois a orelha, enquanto puxava o moletão dela pra cair no chão. Ela falou: "espera, vou pegar uma coisa". Trouxe um cobertor que pegou do quarto onde o parceiro dela tava dormindo. Peguei ela pelos glúteos enquanto esfregava meu pau na buceta dela, e aí a gente se despiu. Perguntei se o parceiro dela não ia acordar, ela disse: "relaxa, ele dorme que nem uma pedra até o dia seguinte". Mandei ela deitar no chão em cima do cobertor. Ela pegou no meu pau e falou: "quero chupar você até ele ficar duro pra você meter com esse pau durão". Entreguei tudo pra ela: "é todo seu, faz o que quiser com ele". Ela começou a chupar, e eu senti ele ficando mais duro, parecia que ia explodir de tanta pressão do jeito que ela chupava. Ela soltou e falou: "agora mete em mim".
Mas devagar, virei ela de quatro, ela se ajeitou e segurei aquele corpinho com uma mão enquanto com a outra ajustava pra enfiar na buceta dela. Enfiei devagar e ela começou a gemer aos poucos, cada vez mais forte. Daí a pouco ela exclamou com um grito abafado: "Que bom, que bom, isso é gostoso, que gostoso, que gostoso, senti tanto a sua falta, me dá com força". E como ela pedia, eu dava: "Assiiiiiiiiim, amor, assim, me dá, não me negue nem um pouquinho, me dá tudo, enfia até o fundo". Lembro sempre das palavras dela, do jeito que ela pedia, eu enfiava até ver meu pau inteiro sumir. Ela tava muito tesuda e pensei comigo: "Como acalmo ela?". Tive a ideia de enfiar no cu dela, como já tínhamos feito há muito tempo. Peguei um pouco de óleo de cozinha que tava em cima da mesa num potinho. Como ela tava de quatro, não via o que eu tava fazendo. Tirei meu pau e passei óleo nele, enquanto não parava de beijar as costas dela e os glúteos. Coloquei ela na posição certa e passei um pouco de óleo no cuzinho dela. Ela perguntou: "O que você tá fazendo?" e eu, num empurrão só, enfiei meu pau naquele buraquinho lindo, pequeno e apertado. Ela se agarrou no cobertor e mordeu ele pra não soltar o grito que queria dar. Daí a pouco ela disse: "Tira, você é um malvado", com lágrimas nos olhos, mas eu não queria tirar porque tava muito, muito excitado. Ela ficou quieta um bom tempo enquanto eu enfiava e tirava de novo, enfiava e tirava de novo, e comecei a me mexer mais rápido, tipo um liquidificador, quando de repente comecei a perceber que ela tava ficando mais excitada.Já tava percebendo que fazia tempo que não faziam isso com ela, então nunca tinha deixado o parceiro dela meter no cu dela, que eu era o único e que sempre seria sua, que todo o meu corpo pertence a ela, faz o que quiser comigo. Aí eu inclinei ela, virei ela sem tirar meu pau da bunda dela, fiz ela sentar em cima de mim e ela se mexia com uma força desenfreada. Eu já tava quase gozando, ela percebeu, se levantou e disse que queria de outro jeito, mas pelo cu. Então levantei uma perna dela, depois a outra. Eu já tava de pé e como ela era baixinha, não teve problema. Com um pouco de esforço, coloquei meu pau no cu dela enquanto ela pendurava nos meus braços, eu usava ela de alavanca pra bater a bunda dela contra meu pau com muita facilidade e força. Foi quando ela começou a gemer muito forte, me dizia: "Não para, tô adorando, mete no meu cu, assim, assim, mete, bate, bate, quero que você goze dentro do meu estômago, enche meu cu com seu leite". E eu gozei com tanta força que até minhas bolas doeram de tanto esvaziar todo o sêmen dentro dela. Ela gozou umas 4 ou 5 vezes. Me vesti, me limpei com uma toalha úmida no corpo, e aí nos vestimos. Ela disse que ia me acompanhar até o terminal pra ver se a gente achava um ônibus, e se não achasse, eu ia ficar mais aquela noite no quarto dela, e se o parceiro dela acordasse, ela diria que eu era primo dela. E foi o que aconteceu, fiquei aquela noite, mas isso eu conto outra hora. Pra qualquer um, isso seria tudo, mas não, aconteceu mais uma coisa...
Foi que um dia ela me ligou no celular e disse que queria me esquecer e que por isso não tinha me ligado. Eu disse que sentia falta dela e que precisava vê-la. Ela falou: "Tá bom. Vai pra Córdoba e me espera na praça em frente ao banco." Eu, apressado, saí do trampo e fui pra rodoviária pra chegar na hora. E foi o que fiz, cheguei... e ela tava me esperando toda gostosa, com um moletom lycra que marcava aquele bundão bem redondinho e definido, uma blusa preta quase transparente que dava pra ver o vermelho do sutiã dela. Foi aí que me aproximei e tentei dar um beijo, mas ela desviou, deixando eu beijar a bochecha dela, e aí a gente começou a conversar.
Foi assim, um pouco de fofoca e eu perguntei se ela queria comer, ela disse que sim, a gente comeu e com isso umas cervejas, consegui arrancar uns beijos bem profundos dela. Foi aí que ela me confessou que tinha outro parceiro, mas que ainda me queria, que nunca conseguia me esquecer.
Acompanhei ela até a casa dela, ela me mandou entrar e não fazer barulho. Eu já pensei: "agora é a hora". Entrei devagar por trás dela, tocando os glúteos dela e o pescoço. Fomos pro quarto dela, e o parceiro dela tava dormindo bêbado, e o filho dela no outro quarto vendo TV. Ela mandou o filho não sair do quarto por nada, que tinha que discutir uns negócios comigo e o parceiro dela. Fomos pra cozinha, agarrei ela com força pela cintura e comecei a beijar o pescoço dela e depois a orelha, enquanto puxava o moletão dela pra cair no chão. Ela falou: "espera, vou pegar uma coisa". Trouxe um cobertor que pegou do quarto onde o parceiro dela tava dormindo. Peguei ela pelos glúteos enquanto esfregava meu pau na buceta dela, e aí a gente se despiu. Perguntei se o parceiro dela não ia acordar, ela disse: "relaxa, ele dorme que nem uma pedra até o dia seguinte". Mandei ela deitar no chão em cima do cobertor. Ela pegou no meu pau e falou: "quero chupar você até ele ficar duro pra você meter com esse pau durão". Entreguei tudo pra ela: "é todo seu, faz o que quiser com ele". Ela começou a chupar, e eu senti ele ficando mais duro, parecia que ia explodir de tanta pressão do jeito que ela chupava. Ela soltou e falou: "agora mete em mim".
Mas devagar, virei ela de quatro, ela se ajeitou e segurei aquele corpinho com uma mão enquanto com a outra ajustava pra enfiar na buceta dela. Enfiei devagar e ela começou a gemer aos poucos, cada vez mais forte. Daí a pouco ela exclamou com um grito abafado: "Que bom, que bom, isso é gostoso, que gostoso, que gostoso, senti tanto a sua falta, me dá com força". E como ela pedia, eu dava: "Assiiiiiiiiim, amor, assim, me dá, não me negue nem um pouquinho, me dá tudo, enfia até o fundo". Lembro sempre das palavras dela, do jeito que ela pedia, eu enfiava até ver meu pau inteiro sumir. Ela tava muito tesuda e pensei comigo: "Como acalmo ela?". Tive a ideia de enfiar no cu dela, como já tínhamos feito há muito tempo. Peguei um pouco de óleo de cozinha que tava em cima da mesa num potinho. Como ela tava de quatro, não via o que eu tava fazendo. Tirei meu pau e passei óleo nele, enquanto não parava de beijar as costas dela e os glúteos. Coloquei ela na posição certa e passei um pouco de óleo no cuzinho dela. Ela perguntou: "O que você tá fazendo?" e eu, num empurrão só, enfiei meu pau naquele buraquinho lindo, pequeno e apertado. Ela se agarrou no cobertor e mordeu ele pra não soltar o grito que queria dar. Daí a pouco ela disse: "Tira, você é um malvado", com lágrimas nos olhos, mas eu não queria tirar porque tava muito, muito excitado. Ela ficou quieta um bom tempo enquanto eu enfiava e tirava de novo, enfiava e tirava de novo, e comecei a me mexer mais rápido, tipo um liquidificador, quando de repente comecei a perceber que ela tava ficando mais excitada.Já tava percebendo que fazia tempo que não faziam isso com ela, então nunca tinha deixado o parceiro dela meter no cu dela, que eu era o único e que sempre seria sua, que todo o meu corpo pertence a ela, faz o que quiser comigo. Aí eu inclinei ela, virei ela sem tirar meu pau da bunda dela, fiz ela sentar em cima de mim e ela se mexia com uma força desenfreada. Eu já tava quase gozando, ela percebeu, se levantou e disse que queria de outro jeito, mas pelo cu. Então levantei uma perna dela, depois a outra. Eu já tava de pé e como ela era baixinha, não teve problema. Com um pouco de esforço, coloquei meu pau no cu dela enquanto ela pendurava nos meus braços, eu usava ela de alavanca pra bater a bunda dela contra meu pau com muita facilidade e força. Foi quando ela começou a gemer muito forte, me dizia: "Não para, tô adorando, mete no meu cu, assim, assim, mete, bate, bate, quero que você goze dentro do meu estômago, enche meu cu com seu leite". E eu gozei com tanta força que até minhas bolas doeram de tanto esvaziar todo o sêmen dentro dela. Ela gozou umas 4 ou 5 vezes. Me vesti, me limpei com uma toalha úmida no corpo, e aí nos vestimos. Ela disse que ia me acompanhar até o terminal pra ver se a gente achava um ônibus, e se não achasse, eu ia ficar mais aquela noite no quarto dela, e se o parceiro dela acordasse, ela diria que eu era primo dela. E foi o que aconteceu, fiquei aquela noite, mas isso eu conto outra hora. Pra qualquer um, isso seria tudo, mas não, aconteceu mais uma coisa...
2 comentários - Enchi a bucetinha da minha ex