Minha irmã gozando com meu primo... O Começo

[iDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Naquela época eu tinha 20 anos e morava com minha irmã Sabrina, que tinha terminado com o namorado antes disso tudo acontecer.

A gente morava numa casa com piscina na cidade de San Justo, em La Matanza, e meus pais foram morar em Mendoza, deixando eu e minha irmã sozinhos em Buenos Aires.

Sabrina, minha irmãzinha, é uma mulher linda e gostosa de 18 anos (recém-feitos), tem cabelo castanho escuro, um peito de matar, umas tetas duras e firmes, e uma bunda que é a minha obsessão e de todo homem que vê, já que ela veste roupas justas marcando o corpo, uma putinha... é meio baixinha, uns 1,60, mas muito chamativa.

Assim que terminou com o namorado, todos os homens começaram a correr atrás dela, conhecidos e desconhecidos.

Eu, mesmo sendo irmão dela, não consigo parar de olhar, principalmente quando a gente tá na piscina de casa. Na minha frente, ela colocava umas tangas minúsculas pra pegar um sol melhor, e que filha da puta, quando saía da piscina, os bicos dos peitos apareciam enormes, grandes e escuros, combinando perfeitamente com aquelas tetonas.

Um dia chegou meu primo Rodrigo com o amigo dele, Fede. Vieram com cerveja e pizza nos visitar, pra nadar na piscina e, claro, ver minha irmã de biquíni. E foi isso mesmo: eles foram direto pra piscina e a gente foi colocar os trajes de banho.

Quando a gente desceu, eles ficaram pasmos vendo minha irmã de biquíni, e olha que ela não tava usando o biquíni vermelho fio-dental, tava usando um mais discreto, rosa, mas mesmo assim dava pra ver as formas da bunda enorme e aquelas tetas que balançavam no menor movimento. Até percebi que meu primo e o amigo dele falavam umas coisas engraçadas pra fazer minha irmã rir e ver as tetas pularem. A gente entrou na piscina e, depois de um tempo, o Fede habilmente me tirou de lá pra tomar umas cervejas, deixando meu primo e minha irmã sozinhos na piscina, onde eles conversaram e riram um bom tempo, até que de repente minha irmã saiu da A piscina... ela ia trocar o biquíni porque, segundo ela, o que tava usando tava rasgando. Quando minha irmã voltou, foi uma loucura... ela tinha vestido o biquíni vermelho fio-dental, deixando praticamente tudo da bunda dela à mostra, ou melhor, daquele rabão, e a parte de cima só cobria os bicos dos peitos.

A cara do meu primo foi um poema, e sem pensar, por instinto, ele levou a mão na pica pra ajeitar... Daí a pouco já tinham começado as brincadeiras na água, ele agarrando ela por trás... minha irmã tentando afundar ele, ele pegando ela de novo... nisso, Fede recebeu uma ligação no celular, o amigo do meu primo tava indo embora. Sabrina e meu primo saíram da água pra se despedir e, sem perder tempo, voltaram pra brincadeira na piscina, só os dois, claro.

Eu pensei: isso é uma loucura, minha irmã se pegando com o primo na piscina e eu olhando. As brincadeiras esquentaram, entre uma e outra os roçados eram bem na cara e acabaram se perseguindo. Rodrigo atrás da minha irmã, e na fuga dela subindo a escada da piscina, Rodrigo agarrou ela pela cintura. Minha irmã, segurando na escada, ria, enfiando toda aquela bunda no peito do meu primo.

Assim, minha irmã foi subindo aos trancos até que a bunda dela ficou na altura do rosto do meu primo. Ele, longe de se afastar, agarrou as pernas dela e enfiou o nariz entre as duas bandas da bunda da Sabrina.

Nenhum dos dois se acanhava. Caíram de novo na água, e quando saíram, se abraçaram, se olhando... acho que os dois já estavam bem excitados, então eu falei: "Bom, eu também vou. Marquei com minha mina, é aniversário dela." Aí minha irmã disse: "Ah, tinha esquecido." Eu respondi: "São 6 da tarde, até as 8 não precisa ir, pode ficar aqui enquanto isso." Ela respondeu: "Tá bom, querido. Então não se importa se eu ficar aqui com o Rodrigo, né?" Falei: "Não, claro. Bye, Ro... até mais, primo." Ele respondeu: "Falou, primo. Tá claro que minha intenção não era ir embora, mas sim ficar pra ver o que ia rolar, o tesão que tava dentro de mim era absurdo... eu tinha que me esconder....

Quando me despedi deles, mal tinha acabado o Rodrigo de falar aquele "falou, primo!" e eu não tinha andado nem 2 metros, e eles já estavam se comendo de beijo. Virei por um instante e, sem vergonha nenhuma, as línguas deles se entrelaçaram com paixão e abriam a boca de um jeito que parecia que iam devorar um ao outro... tavam tão no fogo que nem esperaram eu sair...

CONTINUA.

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