Minha prima e eu caminhamos até meu quarto no meio da madrugada, finalmente meus sentimentos por ela tinham vindo à tona, minha excitação, longe de diminuir, só aumentava. Trancamos a porta, acendemos a luz e eu soube que a hora de confessar todos os meus pecados* tinha chegado.
*Antes de começar a história, recomendo ler as prequelas, que você pode encontrar no meu perfil ou neste link.http://www.poringa.net/posts/relatos/2938221/Mi-prima-la-piscina-su-bra-y-su-tanga.html Minha prima e eu sentamos na beira da minha cama. Antes de começar a falar, olhei nos olhos dela — só tinha curiosidade ali, não senti nada negativo. A reação dela me deu coragem pra ser sincero. Meu plano era que minha honestidade fizesse a Kristina deixar eu continuar tirando prazer das coisas dela, da intimidade dela, dela mesma. Sentia que tinha grandes chances de dar certo, o animal dentro de mim não reclamava.
— Prima, me sinto fortemente atraído por você, mesmo sendo família, nos conhecemos há tanto tempo. Sei que não é certo, não consigo mais esconder, mas você me excita demais...
Comecei dizendo isso e despejei tudo que tinha rolado nos últimos dias. Contei do biquíni verde neon dela, das sandálias, da calcinha usada. Óbvio que escondi os detalhes mais perversos — usar a roupa íntima dela pra limpar o sêmen do chão, e depois usar a escova de dente dela como fonte de prazer. Isso ficou em segredo, só pra mim. Quando terminei, esperava um olhar de desprezo, ódio, nojo, repúdio, mas continuei recebendo um olhar de curiosidade, de intriga.
Claramente, minha prima não se comunicava só pelos olhos naquela noite, mas também pelos bicos dos peitos, que estavam durinhos como pedra, e a blusa dela fazia um esforço fraco pra esconder. Minha prima chegou perto de mim e, devagar, sem dizer uma palavra, nos fundimos num beijo apaixonado. Minha inexperiência fez com que eu mal colocasse as mãos nas costas dela e timidamente acariciasse, enquanto ela dominava a situação — a língua dela saía da boca e percorria a minha. As mãos dela apertavam meu torso contra o corpo dela. De repente, o beijo foi interrompido.
— Vladimir, você nunca vai esquecer essa noite...
Me surpreendi que a Kristina tinha parado de me chamar de 'primo' e tava usando meu nome. Como se não bastasse, ela se levantou e saiu do quarto. Segui ela até o quarto das minhas irmãs pra ver o que tinha. aconteceu, além de garantir que não tentasse escapar. Sem se importar em acordar minhas irmãs, ela acendeu a luz do quarto, foi até a mala, começou a procurar algo, se virou e, ao me ver, disse:
— Vladimir, vai para o outro quarto, não vai querer estragar o presente que tenho pra você.
Naquele momento, entendi que eu não era mais o primo dela e que era ela quem estava no comando da situação. Voltei pra minha cama e me sentei na beirada. Depois de um instante, minha prima voltou, fechou a porta e veio na minha direção com os braços para trás, como se estivesse escondendo algo. Chegou perto do meu ouvido e disse:
— Então você gosta das minhas calcinhas, Vladimir?
— Sim, Kristina. Elas me enlouquecem.
Respondi enquanto me aproximava pra beijar a boca dela e deixava o animal em mim tomar conta da situação. Minha prima mostrou a calcinha azul escura que estava escondendo atrás de si, a mesma que há algumas noites eu tinha usado pra gastar meu olfato, extraindo até o último cheiro delas.
— Gosta dessas?
— Amo, você não faz ideia do tesão que sua roupa íntima me deu.
Falei enquanto a encarava de forma desafiadora. Minha prima me pegou pelo braço e me fez levantar.
— Já que você gosta tanto das minhas calcinhas, quero que você vista elas.
A besta não resistiu, aceitou enquanto minha prima se virava e, de forma bem sensual, abaixava a calça do pijama, me exibindo uma calcinha azul clara, que ela tirou de um puxão. Era a primeira vez que eu via uma buceta na minha frente, nunca tinha visto uma ao vivo e finalmente estava ali, exatamente como a calcinha fio dental tinha me sugerido dias atrás: as coxas grossas da minha prima faziam a buceta dela parecer fascinantemente fechada e carnuda.
Não pude admirar aquela obra de arte por muito tempo, porque Kristina logo vestiu a calcinha azul que tinha me mostrado e que tanto me agradou na noite anterior. Depois de trocada, e com calcinhas limpas. Minha prima me ofereceu as calcinhas usadas e disse:
—Veste elas.
Trocamos de lugar, ela sentou na beirada da cama e eu fiquei de pé na frente dela. Passo a passo fui me despindo, primeiro a camiseta e depois meu pijama. Me excitei como o olhar da minha prima mostrou uma surpresa gostosa quando tirei meu pau da calça de dormir. Tava duro, com as veias pulsando a mil por hora e a cabeça maior e mais vermelha do que nunca, escorrendo líquido pré-gozo. Até me animei a perguntar:
—Gostou?
—Você tem um pau lindo, Vladimir.
Minha prima me entregou as calcinhas usadas que ela tinha tirado há poucos segundos, enfiei minhas pernas nos buracos e comecei a subi-las fácil com a ajuda da Kristina. Assim que a calcinha chegou na minha virilha, ela me causou um certo desconforto, não porque me sentisse viado, muito pelo contrário, ficou bem apertada porque era impossível meu pau caber dentro dela, minha rola sempre dava um jeito de escapar e aparecer imponente.
A cena arrancou uma nova expressão de surpresa da minha prima, que se levantou de novo enquanto tirava devagar a blusa, deixando os peitinhos dela no ar. Kristina e eu nos perdemos de novo num beijo apaixonado, não tinha distância nenhuma entre o corpo dela e o meu, meu pau ficou apoiado direto na barriga dela, minha cabecinha escorria gozo direto no umbigo dela. Sentir os biquinhos duros dela contra meu peito me dava um prazer imenso. Éramos eu e ela, vestindo as calcinhas dela, quebrando tabus e nos deixando levar pelo tesão.
No meio do beijo apaixonado, Kristina e eu nos jogamos na cama, eu caí por cima dela e me posicionei de um jeito que meu pau ficasse bem na entrada da bucetinha apertada dela, nossos sexos separados só por um pedaço molhado de pano grudado na boceta dela. Sem experiência, comecei a meter como se pudesse foder ela com a calcinha e tudo. —Tranquilo.
—Kristina, quero que minha primeira vez seja com você.
Consegui dizer quase gaguejando enquanto devorava seu pescoço com loucura a base de beijos. Minha prima respondeu me afastando um pouco do corpo dela e agarrando minha rola entre as mãos. Seus dedos não demoraram nada pra ficar encharcados com os líquidos que minha rola derramava. Devagar, começou a masturbá-la, claramente ela quem estava no comando. Eu continuava vidrado no interior dela, a cena era tão prazerosa que eu dava tudo de mim pra estar à altura e não gozar naquele exato instante.
Minha prima masturbou delicadamente meu pau com a mão e com a outra começou a abrir espaço entre o interior dela e a sua rachinha apertada, ao mesmo tempo que abriu as pernas e com suas coxas grossas envolveu meu corpo. Kristina estava no comando da situação, ela mandava e finalmente colocou minha rola sobre sua racha encharcada.
E ali estávamos, minha rola, sua buceta molhada, ela prestes a ser violada e eu desesperado pra abrir caminho dentro dela e ter minha primeira vez. Nisso, minha prima me pegou pelo pescoço e sussurrou no meu ouvido:
—Me faz tua.
Empurrei minha rola pra dentro dela, mas tava difícil de entrar. Empurrava e não conseguia. Me afastei um pouco e fiquei muito excitado ao ver como a largura da minha cabeça parecia desproporcional em relação à pequena abertura vaginal da Kristina. Comecei a me frustrar por não conseguir entrar na minha prima, mas então, guiado pelo instinto, peguei minha rola e com a glande inchada percorri de cima pra baixo a rachinha dela, o que arrancou um gemido da Kristina e fez com que minha cabeça ficasse perfeitamente encharcada nos seus sucos.
De novo comecei a empurrar pra dentro dela, e com uma facilidade surpreendente graças à lubrificação, a cabeça da minha rola se animou a entrar, não sem antes arrancar um gemido dilacerante da minha prima.
—Que gostoso, Vladimir, continua metendo.
Bem devagar fui introduzindo minha rola, centímetro por centímetro. Quando três quartos do mastro estavam Dentro, comecei a me mover para dentro e para fora de Kristina, bem devagar no começo. Percebi que, uma vez violada a cavidade dela, a situação tinha mudado: quem controlava tudo era eu, minha prima reagia de acordo com a intensidade e a frequência com que eu a bombava.
Me excitou ter o controle de novo, bombava ela em diferentes intensidades. Quanto mais rápido eu a bombava, mais rápido ela gemia, de vez em quando eu gostava de meter com muita força pra ouvir os gritos de prazer dela ao sentir toda a magnitude da minha pica veiuda no fundo do ser dela. Do mesmo jeito, eu parava por um momento pra saborear os peitos deliciosos dela, me impressiona o tato sensível da minha língua e como ela parecia saber onde, quando e como lamber os mamilos da minha prima, dedicava um tempo a um e um tempo ao outro, os mamilos dela estavam muito, muito duros, mas foi só quando chupei forte que nem um bebê que eles incharam e ficaram com uma aparência gigantesca.
Me afastei dos peitos dela e continuei movendo minha pica dentro dela, não me sentia com experiência suficiente pra colocar minha prima em alguma daquelas posições complicadas que se vê no pornô, não tive coragem de possuí-la de um jeito diferente do que a gente já tava, então foi ela quem decidiu se mexer.
Num movimento só, ela tirou minha pica das entranhas quentes dela, fechou as pernas e levantou elas na minha frente, quase formando um ângulo reto. Kristina apoiou toda a grossura das pernas morenas dela no meu ombro esquerdo, aproximou o corpo dela de mim, até que minha pica tava a um empurrão de entrar nela de novo. Não fosse pelo pano encharcado da calcinha que ela ainda usava e que tinha se ajustado no lugar.
Dessa vez, não esperei Kristina facilitar o trabalho, abri a entreperna dela e comecei a empurrar minha glande de novo, minha cabeça grossa entrou com muito mais dificuldade dessa vez, e é que não tinha lubrificação suficiente pra fricção que a carne da buceta dela gerava. Grossas pernas apertando a racha dela, junto com a calcinha azul dela colocando mais pressão na úmida cavidade sexual da Kristina.
Já dentro, comecei a bombear com dificuldade, e longe de me sentir desconfortável, senti que aquela pressão estava ali pra ser liberada, como se fosse uma competência, comecei a meter forte e sem parar na minha prima, minhas bolas batendo na bunda dela no ritmo das minhas estocadas.
Minha prima não parava de gemer com minhas investidas selvagens contra a buceta dela, que cada vez mais cedia à minha grossura sem deixar de ser deliciosamente apertada. Com a boca, beijava as panturrilhas da Kristina, e com as mãos alternava carícias e apertões nas coxas grossas dela e, de vez em quando, parava só pra arrancar um grito de dor e prazer beliscando os bicos dos peitos dela.
Com as pernas da Kristina no meu ombro, voltei a bombear ela freneticamente, dessa vez não precisava de muito esforço pra minha vara toda atravessar ela. No meio de beijos, carícias e sexo, o corpo da minha prima começou a arquear eletricamente, como se tivesse levado um raio, ela começou a gemer cada vez mais alto, instintivamente dei um tapa na bunda dela enquanto ela se contorcia. Não precisava ser nenhum expert pra saber, Kristina, minha querida prima, estava no meio de um orgasmo e era eu quem tinha causado aquilo.
Com dificuldade por causa do jeito que ela se mexia, tentei continuar metendo, mas foi impossível, meu pau saiu como uma mola da buceta dela enquanto o orgasmo da minha prima chegava ao fim. Assim que meu pau ficou pra fora, senti que, sem prever e sem querer naquele momento, o raio que tinha acertado a Kristina me acertou também bem no fundo do meu pau. O raio percorreu cada centímetro do meu corpo e finalmente encontrou uma saída pela cabeça do meu pau.
Sem tempo pra pegar ele na mão e apontar o tiro, um jato branco de esperma grosso voou da ponta do meu pau até cair no lábio inferior da minha prima e escorrer pela do queixo descendo até o pescoço dela. Outros dois jatos mais fracos acertaram um no pescoço dela, que acabou escorrendo pros lados e lambuzando o cabelo da minha prima. O outro foi parar no peito direito dela. Já o último jato, mais fraquinho, caiu na barriga da Kristina, indo do esterno até morrer no umbigo dela.
Entre suspiros, eu e minha prima voltamos a nós. Com muito cuidado e um sorriso de prazer, minha prima pegou meu pau já mole e apertou até sair umas gotinhas que caíram na calcinha fio dental dela.
Minha prima, mal consciente da pintura expressionista que meu leite tinha feito no corpo moreno dela, pediu pra eu deitar do lado dela. Caí exausto, nós dois de barriga pra cima, mas com as cabeças viradas uma pra outra. Ela me olhava com uns olhos cheios de alegria e carinho, e eu não podia ficar atrás e devolvi um olhar feliz também.
— Curtiu, Vladimir?
— Cê tava certa, Kristina. Nunca vou esquecer essa noite.
Comecei a ficar excitado de novo porque, quando ela abria e fechava a boca pra falar, o lábio superior da Kristina puxava um fiozinho de porra, por causa da parte viscosa que tinha sobrado no lábio grosso dela depois da explosão que a nossa brincadeira tinha me causado.
A situação fez a gente dar muita risada.
— Cê gosta de porra? Já provou?
Perguntei como quem tava incentivando ela a levar pra dentro da boca o esperma que tinha sobrado nos lábios dela.
— Não tem o melhor cheiro, mas adoro receber no meu corpo. Comer ainda é uma dúvida, tenho curiosidade, mas nunca provei.
Disse minha prima enquanto usava os dedos pra limpar o leite que tinha ficado nos lábios dela. Depois disso, ela se levantou, me pegou pela mão e sugeriu a gente tomar banho junto.
Foi uma experiência muito divertida. A gente se ensaboou um ao outro e finalmente pude passar a mão em cada centímetro do corpo dela. A experiência foi Mais didática do que erótica, de modo que, apesar do tesão que a situação me causava, meu pau não explodia como em outras ocasiões. Foi aí que descobri que a pele da Kristina não só parecia macia, como realmente era. Depois de nos ensaboarmos, começamos a nos enxaguar e nos fundimos num longo abraço, abraço que de repente se transformou num beijo apaixonado, beijo que, diferente dos anteriores, não era algo que nos deixava com calor; aquele beijo me fazia sentir outra coisa. Será que o que eu sentia era amor? Eu tinha me apaixonado pela minha prima? Qual o sentido de tentar encontrar um porquê? A gente estava se divertindo, e só isso importava.
Depois do banho, nos secamos um ao outro e nos vestimos. Minha prima pegou suas coisas e, com um longo beijo, me desejou boa noite e pediu que eu dormisse cedo para não faltar à escola no dia seguinte.
Finalmente, e da forma menos esperada, eu tinha possuído minha prima. Sentia como se naquela noite tivéssemos firmado um pacto tácito; eu não controlava a situação, nem ela controlava. A partir dali, tudo ia acontecer porque tinha que acontecer.
Antes de ir dormir, e para não perder o costume, me masturbei imaginando todas as novas possibilidades que minha prima tinha me aberto. A semana sob os cuidados dela estava chegando na metade; a partir de amanhã começaria a contagem regressiva para a partida dela. Isso me fez temer que a pressão de continuar violando a intimidade da minha prima fizesse a espontaneidade, ingrediente fundamental de toda essa jornada, desaparecer.
No entanto, bastou o dia amanhecer para eu perceber que ainda tinha diversão pela frente.
----------
Este foi meu quinto conto, espero que tenham gostado. Achei prudente que meus primeiros contos contassem uma história baseada em fatos reais para depois me animar a tentar a ficção.
Ficaria muito feliz e me motivaria pra caralho a continuar escrevendo minhas experiências receber suas opiniões, críticas e sugestões, sejam positivas ou negativas.
- vladimirtrach@outlook.com
*Antes de começar a história, recomendo ler as prequelas, que você pode encontrar no meu perfil ou neste link.http://www.poringa.net/posts/relatos/2938221/Mi-prima-la-piscina-su-bra-y-su-tanga.html Minha prima e eu sentamos na beira da minha cama. Antes de começar a falar, olhei nos olhos dela — só tinha curiosidade ali, não senti nada negativo. A reação dela me deu coragem pra ser sincero. Meu plano era que minha honestidade fizesse a Kristina deixar eu continuar tirando prazer das coisas dela, da intimidade dela, dela mesma. Sentia que tinha grandes chances de dar certo, o animal dentro de mim não reclamava.
— Prima, me sinto fortemente atraído por você, mesmo sendo família, nos conhecemos há tanto tempo. Sei que não é certo, não consigo mais esconder, mas você me excita demais...
Comecei dizendo isso e despejei tudo que tinha rolado nos últimos dias. Contei do biquíni verde neon dela, das sandálias, da calcinha usada. Óbvio que escondi os detalhes mais perversos — usar a roupa íntima dela pra limpar o sêmen do chão, e depois usar a escova de dente dela como fonte de prazer. Isso ficou em segredo, só pra mim. Quando terminei, esperava um olhar de desprezo, ódio, nojo, repúdio, mas continuei recebendo um olhar de curiosidade, de intriga.
Claramente, minha prima não se comunicava só pelos olhos naquela noite, mas também pelos bicos dos peitos, que estavam durinhos como pedra, e a blusa dela fazia um esforço fraco pra esconder. Minha prima chegou perto de mim e, devagar, sem dizer uma palavra, nos fundimos num beijo apaixonado. Minha inexperiência fez com que eu mal colocasse as mãos nas costas dela e timidamente acariciasse, enquanto ela dominava a situação — a língua dela saía da boca e percorria a minha. As mãos dela apertavam meu torso contra o corpo dela. De repente, o beijo foi interrompido.
— Vladimir, você nunca vai esquecer essa noite...
Me surpreendi que a Kristina tinha parado de me chamar de 'primo' e tava usando meu nome. Como se não bastasse, ela se levantou e saiu do quarto. Segui ela até o quarto das minhas irmãs pra ver o que tinha. aconteceu, além de garantir que não tentasse escapar. Sem se importar em acordar minhas irmãs, ela acendeu a luz do quarto, foi até a mala, começou a procurar algo, se virou e, ao me ver, disse:
— Vladimir, vai para o outro quarto, não vai querer estragar o presente que tenho pra você.
Naquele momento, entendi que eu não era mais o primo dela e que era ela quem estava no comando da situação. Voltei pra minha cama e me sentei na beirada. Depois de um instante, minha prima voltou, fechou a porta e veio na minha direção com os braços para trás, como se estivesse escondendo algo. Chegou perto do meu ouvido e disse:
— Então você gosta das minhas calcinhas, Vladimir?
— Sim, Kristina. Elas me enlouquecem.
Respondi enquanto me aproximava pra beijar a boca dela e deixava o animal em mim tomar conta da situação. Minha prima mostrou a calcinha azul escura que estava escondendo atrás de si, a mesma que há algumas noites eu tinha usado pra gastar meu olfato, extraindo até o último cheiro delas.
— Gosta dessas?
— Amo, você não faz ideia do tesão que sua roupa íntima me deu.
Falei enquanto a encarava de forma desafiadora. Minha prima me pegou pelo braço e me fez levantar.
— Já que você gosta tanto das minhas calcinhas, quero que você vista elas.
A besta não resistiu, aceitou enquanto minha prima se virava e, de forma bem sensual, abaixava a calça do pijama, me exibindo uma calcinha azul clara, que ela tirou de um puxão. Era a primeira vez que eu via uma buceta na minha frente, nunca tinha visto uma ao vivo e finalmente estava ali, exatamente como a calcinha fio dental tinha me sugerido dias atrás: as coxas grossas da minha prima faziam a buceta dela parecer fascinantemente fechada e carnuda.
Não pude admirar aquela obra de arte por muito tempo, porque Kristina logo vestiu a calcinha azul que tinha me mostrado e que tanto me agradou na noite anterior. Depois de trocada, e com calcinhas limpas. Minha prima me ofereceu as calcinhas usadas e disse:
—Veste elas.
Trocamos de lugar, ela sentou na beirada da cama e eu fiquei de pé na frente dela. Passo a passo fui me despindo, primeiro a camiseta e depois meu pijama. Me excitei como o olhar da minha prima mostrou uma surpresa gostosa quando tirei meu pau da calça de dormir. Tava duro, com as veias pulsando a mil por hora e a cabeça maior e mais vermelha do que nunca, escorrendo líquido pré-gozo. Até me animei a perguntar:
—Gostou?
—Você tem um pau lindo, Vladimir.
Minha prima me entregou as calcinhas usadas que ela tinha tirado há poucos segundos, enfiei minhas pernas nos buracos e comecei a subi-las fácil com a ajuda da Kristina. Assim que a calcinha chegou na minha virilha, ela me causou um certo desconforto, não porque me sentisse viado, muito pelo contrário, ficou bem apertada porque era impossível meu pau caber dentro dela, minha rola sempre dava um jeito de escapar e aparecer imponente.
A cena arrancou uma nova expressão de surpresa da minha prima, que se levantou de novo enquanto tirava devagar a blusa, deixando os peitinhos dela no ar. Kristina e eu nos perdemos de novo num beijo apaixonado, não tinha distância nenhuma entre o corpo dela e o meu, meu pau ficou apoiado direto na barriga dela, minha cabecinha escorria gozo direto no umbigo dela. Sentir os biquinhos duros dela contra meu peito me dava um prazer imenso. Éramos eu e ela, vestindo as calcinhas dela, quebrando tabus e nos deixando levar pelo tesão.
No meio do beijo apaixonado, Kristina e eu nos jogamos na cama, eu caí por cima dela e me posicionei de um jeito que meu pau ficasse bem na entrada da bucetinha apertada dela, nossos sexos separados só por um pedaço molhado de pano grudado na boceta dela. Sem experiência, comecei a meter como se pudesse foder ela com a calcinha e tudo. —Tranquilo.
—Kristina, quero que minha primeira vez seja com você.
Consegui dizer quase gaguejando enquanto devorava seu pescoço com loucura a base de beijos. Minha prima respondeu me afastando um pouco do corpo dela e agarrando minha rola entre as mãos. Seus dedos não demoraram nada pra ficar encharcados com os líquidos que minha rola derramava. Devagar, começou a masturbá-la, claramente ela quem estava no comando. Eu continuava vidrado no interior dela, a cena era tão prazerosa que eu dava tudo de mim pra estar à altura e não gozar naquele exato instante.
Minha prima masturbou delicadamente meu pau com a mão e com a outra começou a abrir espaço entre o interior dela e a sua rachinha apertada, ao mesmo tempo que abriu as pernas e com suas coxas grossas envolveu meu corpo. Kristina estava no comando da situação, ela mandava e finalmente colocou minha rola sobre sua racha encharcada.
E ali estávamos, minha rola, sua buceta molhada, ela prestes a ser violada e eu desesperado pra abrir caminho dentro dela e ter minha primeira vez. Nisso, minha prima me pegou pelo pescoço e sussurrou no meu ouvido:
—Me faz tua.
Empurrei minha rola pra dentro dela, mas tava difícil de entrar. Empurrava e não conseguia. Me afastei um pouco e fiquei muito excitado ao ver como a largura da minha cabeça parecia desproporcional em relação à pequena abertura vaginal da Kristina. Comecei a me frustrar por não conseguir entrar na minha prima, mas então, guiado pelo instinto, peguei minha rola e com a glande inchada percorri de cima pra baixo a rachinha dela, o que arrancou um gemido da Kristina e fez com que minha cabeça ficasse perfeitamente encharcada nos seus sucos.
De novo comecei a empurrar pra dentro dela, e com uma facilidade surpreendente graças à lubrificação, a cabeça da minha rola se animou a entrar, não sem antes arrancar um gemido dilacerante da minha prima.
—Que gostoso, Vladimir, continua metendo.
Bem devagar fui introduzindo minha rola, centímetro por centímetro. Quando três quartos do mastro estavam Dentro, comecei a me mover para dentro e para fora de Kristina, bem devagar no começo. Percebi que, uma vez violada a cavidade dela, a situação tinha mudado: quem controlava tudo era eu, minha prima reagia de acordo com a intensidade e a frequência com que eu a bombava.
Me excitou ter o controle de novo, bombava ela em diferentes intensidades. Quanto mais rápido eu a bombava, mais rápido ela gemia, de vez em quando eu gostava de meter com muita força pra ouvir os gritos de prazer dela ao sentir toda a magnitude da minha pica veiuda no fundo do ser dela. Do mesmo jeito, eu parava por um momento pra saborear os peitos deliciosos dela, me impressiona o tato sensível da minha língua e como ela parecia saber onde, quando e como lamber os mamilos da minha prima, dedicava um tempo a um e um tempo ao outro, os mamilos dela estavam muito, muito duros, mas foi só quando chupei forte que nem um bebê que eles incharam e ficaram com uma aparência gigantesca.
Me afastei dos peitos dela e continuei movendo minha pica dentro dela, não me sentia com experiência suficiente pra colocar minha prima em alguma daquelas posições complicadas que se vê no pornô, não tive coragem de possuí-la de um jeito diferente do que a gente já tava, então foi ela quem decidiu se mexer.
Num movimento só, ela tirou minha pica das entranhas quentes dela, fechou as pernas e levantou elas na minha frente, quase formando um ângulo reto. Kristina apoiou toda a grossura das pernas morenas dela no meu ombro esquerdo, aproximou o corpo dela de mim, até que minha pica tava a um empurrão de entrar nela de novo. Não fosse pelo pano encharcado da calcinha que ela ainda usava e que tinha se ajustado no lugar.
Dessa vez, não esperei Kristina facilitar o trabalho, abri a entreperna dela e comecei a empurrar minha glande de novo, minha cabeça grossa entrou com muito mais dificuldade dessa vez, e é que não tinha lubrificação suficiente pra fricção que a carne da buceta dela gerava. Grossas pernas apertando a racha dela, junto com a calcinha azul dela colocando mais pressão na úmida cavidade sexual da Kristina.
Já dentro, comecei a bombear com dificuldade, e longe de me sentir desconfortável, senti que aquela pressão estava ali pra ser liberada, como se fosse uma competência, comecei a meter forte e sem parar na minha prima, minhas bolas batendo na bunda dela no ritmo das minhas estocadas.
Minha prima não parava de gemer com minhas investidas selvagens contra a buceta dela, que cada vez mais cedia à minha grossura sem deixar de ser deliciosamente apertada. Com a boca, beijava as panturrilhas da Kristina, e com as mãos alternava carícias e apertões nas coxas grossas dela e, de vez em quando, parava só pra arrancar um grito de dor e prazer beliscando os bicos dos peitos dela.
Com as pernas da Kristina no meu ombro, voltei a bombear ela freneticamente, dessa vez não precisava de muito esforço pra minha vara toda atravessar ela. No meio de beijos, carícias e sexo, o corpo da minha prima começou a arquear eletricamente, como se tivesse levado um raio, ela começou a gemer cada vez mais alto, instintivamente dei um tapa na bunda dela enquanto ela se contorcia. Não precisava ser nenhum expert pra saber, Kristina, minha querida prima, estava no meio de um orgasmo e era eu quem tinha causado aquilo.
Com dificuldade por causa do jeito que ela se mexia, tentei continuar metendo, mas foi impossível, meu pau saiu como uma mola da buceta dela enquanto o orgasmo da minha prima chegava ao fim. Assim que meu pau ficou pra fora, senti que, sem prever e sem querer naquele momento, o raio que tinha acertado a Kristina me acertou também bem no fundo do meu pau. O raio percorreu cada centímetro do meu corpo e finalmente encontrou uma saída pela cabeça do meu pau.
Sem tempo pra pegar ele na mão e apontar o tiro, um jato branco de esperma grosso voou da ponta do meu pau até cair no lábio inferior da minha prima e escorrer pela do queixo descendo até o pescoço dela. Outros dois jatos mais fracos acertaram um no pescoço dela, que acabou escorrendo pros lados e lambuzando o cabelo da minha prima. O outro foi parar no peito direito dela. Já o último jato, mais fraquinho, caiu na barriga da Kristina, indo do esterno até morrer no umbigo dela.
Entre suspiros, eu e minha prima voltamos a nós. Com muito cuidado e um sorriso de prazer, minha prima pegou meu pau já mole e apertou até sair umas gotinhas que caíram na calcinha fio dental dela.
Minha prima, mal consciente da pintura expressionista que meu leite tinha feito no corpo moreno dela, pediu pra eu deitar do lado dela. Caí exausto, nós dois de barriga pra cima, mas com as cabeças viradas uma pra outra. Ela me olhava com uns olhos cheios de alegria e carinho, e eu não podia ficar atrás e devolvi um olhar feliz também.
— Curtiu, Vladimir?
— Cê tava certa, Kristina. Nunca vou esquecer essa noite.
Comecei a ficar excitado de novo porque, quando ela abria e fechava a boca pra falar, o lábio superior da Kristina puxava um fiozinho de porra, por causa da parte viscosa que tinha sobrado no lábio grosso dela depois da explosão que a nossa brincadeira tinha me causado.
A situação fez a gente dar muita risada.
— Cê gosta de porra? Já provou?
Perguntei como quem tava incentivando ela a levar pra dentro da boca o esperma que tinha sobrado nos lábios dela.
— Não tem o melhor cheiro, mas adoro receber no meu corpo. Comer ainda é uma dúvida, tenho curiosidade, mas nunca provei.
Disse minha prima enquanto usava os dedos pra limpar o leite que tinha ficado nos lábios dela. Depois disso, ela se levantou, me pegou pela mão e sugeriu a gente tomar banho junto.
Foi uma experiência muito divertida. A gente se ensaboou um ao outro e finalmente pude passar a mão em cada centímetro do corpo dela. A experiência foi Mais didática do que erótica, de modo que, apesar do tesão que a situação me causava, meu pau não explodia como em outras ocasiões. Foi aí que descobri que a pele da Kristina não só parecia macia, como realmente era. Depois de nos ensaboarmos, começamos a nos enxaguar e nos fundimos num longo abraço, abraço que de repente se transformou num beijo apaixonado, beijo que, diferente dos anteriores, não era algo que nos deixava com calor; aquele beijo me fazia sentir outra coisa. Será que o que eu sentia era amor? Eu tinha me apaixonado pela minha prima? Qual o sentido de tentar encontrar um porquê? A gente estava se divertindo, e só isso importava.
Depois do banho, nos secamos um ao outro e nos vestimos. Minha prima pegou suas coisas e, com um longo beijo, me desejou boa noite e pediu que eu dormisse cedo para não faltar à escola no dia seguinte.
Finalmente, e da forma menos esperada, eu tinha possuído minha prima. Sentia como se naquela noite tivéssemos firmado um pacto tácito; eu não controlava a situação, nem ela controlava. A partir dali, tudo ia acontecer porque tinha que acontecer.
Antes de ir dormir, e para não perder o costume, me masturbei imaginando todas as novas possibilidades que minha prima tinha me aberto. A semana sob os cuidados dela estava chegando na metade; a partir de amanhã começaria a contagem regressiva para a partida dela. Isso me fez temer que a pressão de continuar violando a intimidade da minha prima fizesse a espontaneidade, ingrediente fundamental de toda essa jornada, desaparecer.
No entanto, bastou o dia amanhecer para eu perceber que ainda tinha diversão pela frente.
---------- Este foi meu quinto conto, espero que tenham gostado. Achei prudente que meus primeiros contos contassem uma história baseada em fatos reais para depois me animar a tentar a ficção.
Ficaria muito feliz e me motivaria pra caralho a continuar escrevendo minhas experiências receber suas opiniões, críticas e sugestões, sejam positivas ou negativas.
- vladimirtrach@outlook.com
3 comentários - Minha prima, meus limites e nossa loucura. Pt. 2
Aunque dudo algo e la veracidad de los hechos...