Na minha história pública, sou uma mulher casada, com dois filhos e um marido bem posicionado social e economicamente.
Quem me conhece, é só isso que sabe. Não sabem que, desde novinha, eu tinha a fantasia de transar com um afrodescendente (Tinha lido que eram os mais dotados – perto dos 18 cm em média – e apaixonados). Já não tenho mais: realizei numa viagem pra Colômbia, só eu e meu marido.
Um segredo que guardo bem escondido.
Em Cartagena, no hotel, eu tinha trocado – provocado – olhares e sorrisos com um hóspede lindo, moreno.
Na beira da piscina (Martín, meu marido, tinha subido um momento pro quarto), vi ele vindo com um andar sugestivo, enorme, quase dois metros, cabelo curto, olhos escuros penetrantes, queixo quadrado, torso depilado, um "pacote" respeitável inchando a sunga. Ele chegou perigosamente perto de mim, a ponto de eu sentir o cheiro de macho dele.
– Oi Romina, sou Cesar, da Cidade do Panamá! Aproveito que você tá sozinha pra dizer que gosto muito do seu sotaque quando fala... mas muito mais gosto de você. Pena que você tá com... alguém. –
Fiquei travada, sem conseguir responder. Ele tinha ouvido meu sotaque, meu nome e examinado meu corpo.
– Se você conseguir um tempinho... na hora da sesta... te convido pra um drink. Pode me encontrar por aqui. –
Assim como veio, foi embora. Meus olhos não conseguiam desgrudar da bunda dele, o andar marcava umas nádegas lindas e perfeitas.
Martín voltou, eu mergulhei pra disfarçar a umidade crescendo entre minhas pernas.
A sorte, favorável pra mim, adversa pra ele, fez com que no dia seguinte Martín acordasse com febre alta (39°) e problemas estomacais. Nada grave, felizmente. Receitou antibióticos, antidiarreico e repouso. Na hora do almoço, ele insistiu pra eu descer e comer. Comi pouco e rápido, quando voltei, Martín tava profundamente dormindo. Não consegui evitar o que fiz de repente: coloquei o biquíni e desci pra piscina. Lá estava Cesar. Ele me convidou pra uma "piña colada" e a gente bateu um papo, sobre a gente, sobre nossos parceiros. Ele era gerente numa empresa internacional. Assim que soube do impedimento do Martín, ele aumentou a lábia e me propôs, sem muita enrolação, ir pro quarto dele.
Fiquei na dúvida, mas recusei o convite, dizendo que tinha que cuidar do meu marido.
Ele se despediu me olhando bestificado:
— Te espero na hora do jantar. —
Imaginei os olhos dele grudados na minha raba, me senti mais gostosa e desejada do que nunca, e por um exemplar de moreno, melhor que o das minhas fantasias.
No resto da tarde, enquanto cuidava do meu marido, tive uma briga interna violenta entre o erótico e o moral. Decisão tomada, peguei do kit de viagem uma dose dupla de um ansiolítico conhecido e dei pro Martín, junto com os remédios que ele já tomava pro mal-estar. Escolhi uma lingerie ousada, um vestido justo de alcinha, decote generoso, salto alto, me arrumei e me maquiei com capricho: rosto, boca e olhos.
Na hora do jantar, deixei meu marido profundamente (e por um bom tempo) dormindo.
Falei pro César que ia ficar sem graça de dividir uma mesa com ele na frente de todo mundo. Ele, rápido, mandou eu esperar, foi até o balcão e voltou:
— Resolvido, pedi pizza pra nós dois, no meu quarto. —
A gente esperou uns minutos e subiu. No quarto, encontrei a mesa posta, uma garrafa de espumante, duas taças, pétalas de rosa e um cartão escrito “Torcendo por uma noite feliz”.
No começo, tudo parecia sob controle: comemos dois pedaços de pizza, brindamos umas duas vezes com espumante. Ele se levantou, me pegou pela mão. Aí sim a noite começou de verdade. Ele me puxou pra perto e a gente dançou uns segundos no ritmo da música ambiente:
— Que delícia ter você nos meus braços, gostosa! — sussurrou no meu ouvido e me beijou no pescoço.
Ele parou, deu uns passos pra trás e deixou a camisa cair no chão, mostrando o triângulo perfeito do torso e os braços musculosos. Me abraçou de novo e roçou os lábios dele de leve nos meus, meus... Peitos e bundas com os dedos. Nos fundimos no primeiro beijo apaixonado.
Quando tirou os sapatos e a calça, uma cuequinha preta minúscula mal cobria sua barriga tanquinho e um volume proeminente. Nessa altura, eu já era uma mulher gostosa que queria ser comida. Peguei, com um pouco de vergonha, a cueca e puxei pra baixo. Saltou como uma mola um pau grosso, cheio de veias inchadas, com uma cabeça enorme, que parecia crescer diante dos meus olhos. Me pareceu descomunal. A imagem do meu marido, que vinha à mente como flashes, se desvaneceu completamente.
Peguei a rola com uma mão, meti a cabeça na minha boca, chupei e lambi uma, duas, … dez vezes … até que ele me pegou pelas axilas, me obrigou a soltar a guloseima e a me levantar.
Perdi, de uma vez, vestido e sutiã, ele me levou pra cama, me carregando com as mãos no meu cu. Me beijou, enquanto massageava meus bicos e peitos, desceu pela minha barriga, arrancou minha calcinha, encharcada, beijou meus pés, minhas panturrilhas, minhas pernas, a cabeça dele se perdeu na minha pussy, não podia acreditar, sentia a língua dele brincar nos meus lábios, no meu clitóris, no meu esfíncter, me devorava, não aguentava mais, só queria sentir ele dentro, (e já!), estava embriagada, implorei pra ele me comer.
Ele se ajoelhou, colocou uma camisinha – eu tinha suspendido, temporariamente, o uso da “pílula” e tinha deixado claro – e voltou pra cima de mim, que o esperava ofegante, abri minhas pernas o máximo que pude, ele me penetrou com o membro, que ao entrar, me embriagou de prazer, senti tão fundo que arrancou um grito de gozo, começou a me comer com frenesi, me fazia gritar, não conseguia evitar, cada golpe no fundo arrancava ondas de prazer em cada parte do meu ser. Arqueava minhas costas pra acompanhar os movimentos, era tão grande o que ele metia que me preenchia por completo. Ronronava e murmurava pra eu não gritar tanto, eu olhava incrédula, não tinha controle do que fazia.
Meu orgasmo final foi a apoteose, o Gritei tanto que não me admiraria se metade do hotel inteiro ouviu. O dele, ele soltou com um grunhido e um suspiro profundo.
Digo, orgasmo final, porque, assim como não consigo definir o calibre da pica portentosa dele, não consigo precisar o número de gozadas anteriores naquela trepada, nem nas outras duas daquela noite.
Duas notas de cor pra encerrar:
* Ao finalizar a terceira e última trepada, senti minha buceta inundar com o esperma dele. A camisinha tinha estourado. Foi um pesadelo que me acompanhou por vários dias (Não deu em nada grave, por sorte ou pela pílula do dia seguinte — como explicar um filho mulato?).
* Quando voltei pro meu quarto, estava fazendo um banho de assento pra aliviar a ardência da vulva e do cu, quando o Martín acordou meio grogue e murmurou:
— É tarde? De onde você vem? —
Eu o tranquilizei. No dia seguinte, ele não lembrava de nada.
Eu, daquela noite, me lembro pra sempre, com agitação.
Quem me conhece, é só isso que sabe. Não sabem que, desde novinha, eu tinha a fantasia de transar com um afrodescendente (Tinha lido que eram os mais dotados – perto dos 18 cm em média – e apaixonados). Já não tenho mais: realizei numa viagem pra Colômbia, só eu e meu marido.
Um segredo que guardo bem escondido.
Em Cartagena, no hotel, eu tinha trocado – provocado – olhares e sorrisos com um hóspede lindo, moreno.
Na beira da piscina (Martín, meu marido, tinha subido um momento pro quarto), vi ele vindo com um andar sugestivo, enorme, quase dois metros, cabelo curto, olhos escuros penetrantes, queixo quadrado, torso depilado, um "pacote" respeitável inchando a sunga. Ele chegou perigosamente perto de mim, a ponto de eu sentir o cheiro de macho dele.
– Oi Romina, sou Cesar, da Cidade do Panamá! Aproveito que você tá sozinha pra dizer que gosto muito do seu sotaque quando fala... mas muito mais gosto de você. Pena que você tá com... alguém. –
Fiquei travada, sem conseguir responder. Ele tinha ouvido meu sotaque, meu nome e examinado meu corpo.
– Se você conseguir um tempinho... na hora da sesta... te convido pra um drink. Pode me encontrar por aqui. –
Assim como veio, foi embora. Meus olhos não conseguiam desgrudar da bunda dele, o andar marcava umas nádegas lindas e perfeitas.
Martín voltou, eu mergulhei pra disfarçar a umidade crescendo entre minhas pernas.
A sorte, favorável pra mim, adversa pra ele, fez com que no dia seguinte Martín acordasse com febre alta (39°) e problemas estomacais. Nada grave, felizmente. Receitou antibióticos, antidiarreico e repouso. Na hora do almoço, ele insistiu pra eu descer e comer. Comi pouco e rápido, quando voltei, Martín tava profundamente dormindo. Não consegui evitar o que fiz de repente: coloquei o biquíni e desci pra piscina. Lá estava Cesar. Ele me convidou pra uma "piña colada" e a gente bateu um papo, sobre a gente, sobre nossos parceiros. Ele era gerente numa empresa internacional. Assim que soube do impedimento do Martín, ele aumentou a lábia e me propôs, sem muita enrolação, ir pro quarto dele.
Fiquei na dúvida, mas recusei o convite, dizendo que tinha que cuidar do meu marido.
Ele se despediu me olhando bestificado:
— Te espero na hora do jantar. —
Imaginei os olhos dele grudados na minha raba, me senti mais gostosa e desejada do que nunca, e por um exemplar de moreno, melhor que o das minhas fantasias.
No resto da tarde, enquanto cuidava do meu marido, tive uma briga interna violenta entre o erótico e o moral. Decisão tomada, peguei do kit de viagem uma dose dupla de um ansiolítico conhecido e dei pro Martín, junto com os remédios que ele já tomava pro mal-estar. Escolhi uma lingerie ousada, um vestido justo de alcinha, decote generoso, salto alto, me arrumei e me maquiei com capricho: rosto, boca e olhos.
Na hora do jantar, deixei meu marido profundamente (e por um bom tempo) dormindo.
Falei pro César que ia ficar sem graça de dividir uma mesa com ele na frente de todo mundo. Ele, rápido, mandou eu esperar, foi até o balcão e voltou:
— Resolvido, pedi pizza pra nós dois, no meu quarto. —
A gente esperou uns minutos e subiu. No quarto, encontrei a mesa posta, uma garrafa de espumante, duas taças, pétalas de rosa e um cartão escrito “Torcendo por uma noite feliz”.
No começo, tudo parecia sob controle: comemos dois pedaços de pizza, brindamos umas duas vezes com espumante. Ele se levantou, me pegou pela mão. Aí sim a noite começou de verdade. Ele me puxou pra perto e a gente dançou uns segundos no ritmo da música ambiente:
— Que delícia ter você nos meus braços, gostosa! — sussurrou no meu ouvido e me beijou no pescoço.
Ele parou, deu uns passos pra trás e deixou a camisa cair no chão, mostrando o triângulo perfeito do torso e os braços musculosos. Me abraçou de novo e roçou os lábios dele de leve nos meus, meus... Peitos e bundas com os dedos. Nos fundimos no primeiro beijo apaixonado.
Quando tirou os sapatos e a calça, uma cuequinha preta minúscula mal cobria sua barriga tanquinho e um volume proeminente. Nessa altura, eu já era uma mulher gostosa que queria ser comida. Peguei, com um pouco de vergonha, a cueca e puxei pra baixo. Saltou como uma mola um pau grosso, cheio de veias inchadas, com uma cabeça enorme, que parecia crescer diante dos meus olhos. Me pareceu descomunal. A imagem do meu marido, que vinha à mente como flashes, se desvaneceu completamente.
Peguei a rola com uma mão, meti a cabeça na minha boca, chupei e lambi uma, duas, … dez vezes … até que ele me pegou pelas axilas, me obrigou a soltar a guloseima e a me levantar.
Perdi, de uma vez, vestido e sutiã, ele me levou pra cama, me carregando com as mãos no meu cu. Me beijou, enquanto massageava meus bicos e peitos, desceu pela minha barriga, arrancou minha calcinha, encharcada, beijou meus pés, minhas panturrilhas, minhas pernas, a cabeça dele se perdeu na minha pussy, não podia acreditar, sentia a língua dele brincar nos meus lábios, no meu clitóris, no meu esfíncter, me devorava, não aguentava mais, só queria sentir ele dentro, (e já!), estava embriagada, implorei pra ele me comer.
Ele se ajoelhou, colocou uma camisinha – eu tinha suspendido, temporariamente, o uso da “pílula” e tinha deixado claro – e voltou pra cima de mim, que o esperava ofegante, abri minhas pernas o máximo que pude, ele me penetrou com o membro, que ao entrar, me embriagou de prazer, senti tão fundo que arrancou um grito de gozo, começou a me comer com frenesi, me fazia gritar, não conseguia evitar, cada golpe no fundo arrancava ondas de prazer em cada parte do meu ser. Arqueava minhas costas pra acompanhar os movimentos, era tão grande o que ele metia que me preenchia por completo. Ronronava e murmurava pra eu não gritar tanto, eu olhava incrédula, não tinha controle do que fazia.
Meu orgasmo final foi a apoteose, o Gritei tanto que não me admiraria se metade do hotel inteiro ouviu. O dele, ele soltou com um grunhido e um suspiro profundo.
Digo, orgasmo final, porque, assim como não consigo definir o calibre da pica portentosa dele, não consigo precisar o número de gozadas anteriores naquela trepada, nem nas outras duas daquela noite.
Duas notas de cor pra encerrar:
* Ao finalizar a terceira e última trepada, senti minha buceta inundar com o esperma dele. A camisinha tinha estourado. Foi um pesadelo que me acompanhou por vários dias (Não deu em nada grave, por sorte ou pela pílula do dia seguinte — como explicar um filho mulato?).
* Quando voltei pro meu quarto, estava fazendo um banho de assento pra aliviar a ardência da vulva e do cu, quando o Martín acordou meio grogue e murmurou:
— É tarde? De onde você vem? —
Eu o tranquilizei. No dia seguinte, ele não lembrava de nada.
Eu, daquela noite, me lembro pra sempre, com agitação.
6 comentários - Meu Segredo Bem Guardado
Dicen que los gustos hay que dárselos en vida.....
Bien hecho!!!!
Muy bueno que lo hayas disfrutado ..... y que no tengas un hijo mulato 😃
Muy buen relato.