Chantaje Familiar II (Mi querida tía)

Se não leram a primeira parte, deixo aqui pra vocês! Aproveitem!

http://www.poringa.net/posts/relatos/2935526/Chantaje-familiar-Prima-Wanda.html“Chantagem é a ferramenta para dominar qualquer pessoa, não importa qual seja sua posição ou seu papel.”

Finalmente chegou o dia 24 de dezembro e a família estava um pouco mais unida, e quando me refiro à família, sem ser egoísta nem me achar o centro do mundo, estou falando da união entre minha prima e eu, tanto carnal quanto familiar, pode-se dizer.

Depois de transar com minha prima, fiquei com ela até ela dormir e depois fui dormir também (obviamente no meu quarto para não levantar suspeitas). No dia seguinte, meu primo ficou puto comigo por ter deixado ele na mão, mas mesmo assim meus amigos o incluíram e ele passou uma noite incrível, apesar de não conhecer ninguém. Enrolei ele com a história de que tinha surgido a oportunidade de comer uma amiguinha, e ele me parabenizou. Se ao menos ele soubesse que a que eu comi foi a irmã dele…

Chegou o fim de tarde do mesmo dia e meus pais saíram para comprar as coisas no centro, tudo em cima da hora, como de costume, então a casa virou uma bagunça. Minha tia ficou preparando a cozinha e meu primo foi ao mercadinho do bairro comprar frutas para as saladas.

Eu ia me dispor a ajudar minha tia, que estava bem atarefada lá na cozinha, mas no sofá estava minha querida prima com um vestido curto, que levantou até a cintura, puxou a tanga para o lado e me mostrou a buceta, esfregando com os dedos delicados e mordendo os lábios. Quase na hora, começou a brotar uma ereção que dava para ver claramente no meu short. Wanda se levantou e, mostrando a raba nua, me convidou a segui-la pelo corredor. Obedeci na hora e em menos de um minuto estávamos no meu quarto, fechando a porta atrás de nós.

— Não aguentava mais… — ela disse, se ajoelhando na minha frente — Queria chupar seu pau. — Ela esfregou meu pau por cima do short fino e depois o abaixou.
— Sua mãe está na cozinha, Wanda, e se ela vier para cá?
— Relaxa, ela tá super ocupada… Ai, como eu gosto do seu pau. Pau… — disse ela, dando um chupão na cabeça.
Ela lambia devagar, com toda calma, e as mãos deslizavam pelo tronco do meu pau, enfiou na boca e começou a acelerar o ritmo, balançando a cabeça pra frente e pra trás, a mina me fazia suspirar de prazer. Mandou até a garganta, enfiando um pouco mais que da primeira vez, tava aprendendo a fazer um bom boquete. Peguei ela pelo cabelo, fiz uma rabo de cavalo com as mãos e comecei a bombear a boca dela, sentia como se tivesse abrindo caminho pela língua macia dela até chegar na garganta, acelerei o ritmo até minhas pernas tremerem e me puxei pra trás, ela segurou meu pau e manteve na boca, gozei dentro dela e, sem reclamar, engoliu toda a porra. Sem soltar meu pau, deu mais uns chupões na cabeça pra tirar a porra que sobrou.

— Que priminha você tem, hein? — disse Wanda, se levantando e passando a língua no meu pescoço.
— Você tá aprendendo a chupar um pau de verdade.
— Não se faz de ator pornô.
— Acho que te comi como se fosse um, e você não pode negar que adorou.
— Sabe que sim, filho da puta, da próxima vez você pode chupar o meu — disse ela abrindo a porta. — Vamos ajudar minha mãe, pra não levantar suspeitas.

Os parentes que faltavam chegaram em casa com quase tudo pronto. Com Wanda e Jessica (minha tia), a gente tava arrumando os copos e os talheres pra deixar tudo pronto até que perceberam que faltava o mais importante: o cordeiro. Meus pais e minha tia estavam na cozinha, e nós, os jovens, fomos pra sala.

— Bom… — disse meu pai. — Com sua irmã, vamos buscar o cordeiro, e você fica preparando as saladas.

Sem esperar resposta, meu pai e minha tia saíram, subiram na caminhonete e deram partida.

— Agus! — me chamou minha mãe. — Vai alcançar seu pai e fala pra ele comprar um frango, mandei mensagem mas não chegou, anda logo!

Peguei o capacete que tava em cima de um dos sofás e saí o mais rápido que pude. Consegui, subi na moto e saí tentando encontrar eles. Andei umas três quadras no bairro, fui no mercadinho e não tavam, fui um pouco mais pro centro e na rua que entrava num dos bairros mais afastados vi a caminhonete do meu velho.
— O que tão fazendo por aqui? — Pensei. — Se aqui não tem nada.
Resolvi seguir eles de longe pra não me verem e depois de umas quadras pararam num terreno baldio. Desliguei o motor pra não verem a luz da moto, tava difícil de enxergar porque não tinha poste de luz por ali. Cheguei o mais perto que pude por trás e vi uma coisa que me surpreendeu. Meu velho jogou o banco pra trás, se reclinou, e minha tia baixou a calça dele e começou a chupar o pau dele com muita paixão, meu pai segurava a cabeça dela e empurrava, metendo o pau até a garganta. Não tive ideia melhor do que tirar meu celular e começar a gravar tudo, me posicionando bem estrategicamente pra não verem a luz do telefone.
A ação parou um pouco, minha tia baixou o short e tirou a camiseta junto com o sutiã, meu velho a camiseta e depois colocou a camisinha, em seguida a Jéssica subiu em cima do pau dele, enfiando ele pra dentro, a linguagem corporal dela mostrava prazer, ela se endireitou e começou a pular no pau do meu pai, os peitos dela, pequenos mas firmes, balançavam no ritmo dos pulos, ele pegou eles nas mãos e apertou, dando mais velocidade na bombada. Mantiveram assim uns 6 minutos e pararam, tinham terminado e eu tinha tudo gravado. Me afastei com a moto umas meia quadra e lá liguei, rumo ao mercadinho, onde comprei o frango e voltei um tempo depois pra casa, a caminhonete tava estacionada lá fora.
Minha mãe abriu a porta e perguntou onde eu tinha ido, respondi que não tinha alcançado eles e decidi comprar o frango eu mesmo, dava pra ver o nervosismo entre os dois fornicadores, pelo menos eu percebia, ainda mais da minha tia, que com certeza rezava pra ninguém ter visto eles. tivesse visto.
Comemos bastante na ceia de Natal, quando chegou a hora brindamos e nos abraçamos como uma família feliz, me surpreendia como minha tia abraçava minha mãe depois de ter comido o marido dela horas antes. Na confusão de parentes se abraçando e brindando, apertei uma nádega da minha prima, ela me olhou de canto com aquele sorriso safado e apertou meu pau disfarçadamente com a mão.
Eu tinha um plano muito bem bolado pra passar uma noite espetacular.
Chegou a hora em que todo mundo ia sair, meus pais iam fazer um passeio romântico já que minha tia tinha planejado sair com amigas de infância, e meus primos foram pra balada, agora era eu que estava "passando mal".
Meus primos saíram primeiro rumo ao centro e depois meus pais saíram na caminhonete. Meu coração batia muito rápido e eu sentia um calor que corria pelo meu corpo todo pelo que ia fazer.
Ouvi minha tia abrindo o chuveiro e uma onda de excitação tomou conta de mim, me deixando duro na hora. Quando ouvi a porta do banheiro fechar, esperei um momento e saí do meu quarto, respirei fundo e com o celular na mão abri a porta. Tava sem camisa e com um short que marcava meu volume consideravelmente, não tava de cueca, então marcava muito mais ainda. Tenho um corpo bem atlético, peito bom, costas e abdômen, que minha tia nunca teve chance de ver porque minha mãe me proibia de andar "pelado" pela casa, já que considerava falta de respeito e algo grosseiro.
Ao entrar no banheiro, me olhei no espelho, ele me refletia e mais atrás estava a cortina, atrás dela estava minha tia Jéssica, tava nua e bem molhadinha…
-Agus, é você?- Perguntou ela inocente.
-Sim, tia, sou eu.- Respondi com excitação na voz.
-Precisa de alguma coisa?
Desbloqueei meu celular e coloquei o vídeo que tinha gravado hoje mesmo.
-Agustín… Precisa de alguma coisa?- Repetiu minha tia com um tom mais sério.
-Sim, tia.- Respondi me virando e abrindo a cortina do ducha escancarada.
—Preciso que me explique o que é isso.
A reação dela me pegou de surpresa, quase caiu, ficou encostada na parede do chuveiro com as pernas cruzadas e se cobrindo os peitos com um braço e a mão direita na buceta.
— Que porra você tá fazendo, cara? — Perguntou furiosa. — Vou contar pra sua mãe quando ela chegar, seu degenerado, sai daqui.
— Me responde, o que é isso? — Aproximei mais o celular.
Ela chegou o rosto perto da tela e ficou pálida com o que viu, o vídeo estava rodando e ela pulando em cima da pica do meu pai.
— V... V... — Não conseguia articular palavra. — Você é um filho da puta, a gente seguiu, eu achei que...
— Quem é o filho da puta aqui ou você é a puta que comeu o marido da irmã? — Respondi sabendo do poder que tinha sobre ela naquele momento.
Jessica não era uma tia muito boa, sempre preferiu outros sobrinhos e me desprezou desde pequeno várias vezes, mas isso não tirava o fato de que eu já tinha fantasiado com ela várias vezes, e agora tinha a chance e isso me enchia de adrenalina.
— Ai, Deus... por favor, não mostra isso pra ninguém, por favor, sê bonzinho com a tia... — Suplicou.
— Sei não... já que sou um degenerado, vou mostrar pra minha mãe, pros seus filhos e pra quem mais... Pros avós?
— Nãooo! — Se desesperou. — Vou fazer o que você quiser, por favor não faz isso, quanto você quer, mil, dois mil? Fala quanto quer que eu te dou.
— Eu não quero dinheiro, tia querida...
Ela engoliu seco.
— E... o que você quer?
Fiz que tava pensando, igual tinha feito com a filha dela.
— Começa tirando o braço dos peitos, já conheço eles.
— O que você disse?
— Anda logo, sua gostosa! Ou quer ver o vídeo na internet também?
Ela sem me responder baixou a cabeça, fechou o chuveiro e tirou o braço dos peitos, estavam muito melhores de perto, os mamilos rosados bem durinhos, talvez ela tivesse gostando da situação.
— Tenho que falar tudo? — Perguntei grosseiro. — Tira a mão da buceta.
Sem hesitar, ela obedeceu. Ela fez isso, tinha uma linha fina de pelos pubianos escuros sobre a rachinha dela, e uma barriga chapada de dar inveja.
— Cê tá muito gostosa, tia… — falei enquanto entrava devagar no chuveiro.
Ela recuou uns passos até bater na parede.
— O… Obrigada, sobrinho…
— Não, é sério, sempre pensei isso. — A pika já tava começando a querer explodir de tão dura que tava. — E sempre sonhei com um momento assim.
Cheguei perto dela e passei a língua desde o alto do peito direito, passando pelo pescoço, até debaixo da orelha. Agarrei a bunda dela com tudo e puxei pra mim, colando o corpo dela no meu.
— Pelo amor de Deus, sobrinho… não faz isso, foda-se até sete mil, cobrei outro dia e…
— Olha aqui, puta, te falei que não tô nem aí pra grana, entendeu? — falei levantando o rosto dela com o dedo indicador. — Abaixa.
— Sobrinho…
— Anda!
Ela se abaixou devagar e ficou cara a cara com meu pau ereto, só o tecido fino do short segurando.
— Cê gosta de pika alheia? Vou tirar essa vontade de você, puta. — Abaixei o short e joguei pra fora do chuveiro com um chute do pé direito. A pika encostou no nariz dela, e ela olhava com os olhos arregalados e vidrados.
Ela pegou ele com a mão direita pela base e ficou olhando de boca aberta.
— Isso… assim que é bom. — falei.
— Q-Que pika… as veias, a cabeça… — disse sem sair do espanto. — Como é que você tem uma pika dessa?
— Isso não é da sua conta, tia querida, agora começa a engolir que você tá morrendo de vontade.
Ela disfarçadamente mordeu o lábio inferior e levou a mão livre pra buceta, e devagar começou a colocar ele na boca. Dava lambidas tímidas e ficava parada com o pau na boca. Tirei ele da boca dela e agarrei ela pelo cabelo e pelo queixo.
— Olha aqui… — falei me colocando na frente da cara dela. — Não era assim que você chupava meu pai, e não é assim que você chupa nenhum dos tantos caras que você deve ter, então começa a chupar direito porque vou fazer você engasgar, hein? Vai, rabuda, chupa — cuspi um fio grande nela. de saliva dentro da boca dela e meti um tapa na cara, na sequência enfiei a pica até a garganta.
Jessica se desesperou, ela gostava de levar uns tapas, porque depois disso ela fez o melhor boquete que já me fizeram, ela engolia até onde dava, os olhos dela lacrimejavam, ela rebolia de um jeito espetacular, a saliva escorria pelo corpo todo e caía no chão do chuveiro, ela me punhetava, me chupava as bolas, tava uma besta sexual.
- Ai meu deus… ai meu deus…- Ela ofegava com a pica na mão.
Tirei a mão dela com força, agarrei pelos cabelos e mandei a pica inteira, que segurei lá uns 10 segundos. Quando ela se afastou pra trás, a saliva escorria em jorros da boca dela, tava vermelha, com os olhos brilhando.
Como ela é mais leve, levantei ela e virei, ficando num 69 em pé. Me deliciei um tempinho chupando a buceta dela, que jorrava fluido pra caralho, ela me chupava a pica muito desesperada e gemia com as chupadas que eu dava na rachinha dela.
Baixei ela depois de uns minutos e ela subiu em mim com muita agilidade, eu encaixei minha pica na entrada da buceta dela e enfiei devagar, ela ofegou e gemeu como uma verdadeira putinha, com os gemidos dela me deixou de pau duro e enfiei tudo, levei ela contra a parede e comecei a chupar os peitos dela.
- Ai… Ai sim, você tem maior que seu pai, ai sim…- Ela me agarrava pelos cabelos e cravava as unhas nas minhas costas.
Quando parei de chupar os peitos dela, os bicos tavam durinhos pra caralho, afastei ela da parede e comecei a meter, dei uns tapas violentos naquele rabo que me deixou louco por tantos anos.
- Ai deus, SIM! Me bate que eu adoro, adoro que me batam, me bate, sou sua putinha sobrinho, sou sua putinha, me come, me educa… sou uma puta danada… Me bate por ser mal comportada.
Me surpreendeu a atitude da minha tia, tão calma e serena e assim ela era na cama, uma puta solta com sede insaciável de pica, mas não Desobedeci, dei tapas nela até a bunda dela ficar bem vermelha.
Afrouxei a bombada e coloquei ela no chão de novo.
— Tô querendo arrebentar esse rabo há anos, e hoje vou fazer isso.
— É todo seu, faz em mim. — Ela disse, colocando as mãos na parede e empinando a bunda pra fora.
Com a mão direita, procurei a boca dela e enfiei os dedos até a garganta. Ela engasgou e soltou uma saliva grossa que usei pra lubrificar meu pau e enfiar no cu da minha tia.
— Ai sim, ai Deus... ai, dói... nunca dei o cu pra ninguém, mas você mereceu, sobrinho... mereceu a bunda da tia, faz em mim, por favor, não aguento mais, Aii Deeeus
Enfiei metade do pau bem devagar e, com uma investida moderada, mandei o resto. Agarrei os peitos dela e, desesperado, meti como se fosse a última foda da minha vida... Nem sei quantos gritos a Jéssica deu, mas alguns me deixaram surdo, mesmo assim me excitavam como um filho da puta. Fiquei uns 15 minutos comendo o cu dela e, quando ia gozar, meti com tudo e enchi a bunda dela de porra. Ela gemeu com um prazer que fez as pernas dela tremerem, tive que segurar ela pra não cair. Fiquei com ela nos braços por um tempo e depois a deixei em pé. Dei um puta beijo de língua nela e agarrei a bunda dela com as duas mãos. Não tinha mais nada a dizer, tudo já tinha sido dito pelos nossos corpos. Quando eu ia sair do banheiro, ela fez "psiu".
— Psiu... Não vai tomar banho comigo, gordinho? — Ela disse, piscando um olho enquanto torcia a esponja, o sabão escorrendo pelos peitos e pela barriga.
Fechei a porta do banheiro e voltei pro chuveiro.Fim...?

8 comentários - Chantaje Familiar II (Mi querida tía)

xxx1516 +1
Muy bueno falta el trío con la madre y la hija y fotos
Ya va a llegar amigo! Gracias!