Comi o cu da minha ex

Hoje vou contar uma história que aconteceu comigo e com a Maria durante o tempo que passamos juntos.

Bom, como a gente já tinha ficado um tempão sem se ver, a Maria foi passar uma temporada em Cochabamba. Nesse tempo, eu tava muito tarado por não poder comer ela. Fazia mais de 7 meses que a gente não se encontrava, e eu nem tinha o endereço de onde ela tava.

Foi aí que um dia ela me ligou no celular e disse que tinha se perdido, que queria me esquecer e por isso não tinha me ligado. Eu falei que tava com saudade e que precisava vê-la. Ela respondeu: "Tá bom, vem pra Cochabamba que eu te espero sábado às 5 em ponto, em Quillacollo, na praça em frente ao banco." Eu, apressado, saí do trabalho e fui pro terminal pra chegar a tempo. E assim fiz. Cheguei lá e ela tava me esperando, toda gostosa, com uma calça legging que marcava a bunda bem redondinha e formada, uma blusa preta quase transparente que deixava ver o vermelho do sutiã. Me aproximei e tentei dar um beijo nela, mas ela virou o rosto e me deu só na bochecha. Aí a gente começou a conversar. Ela me contou que, depois que se divorciou do marido, foi pra Cochabamba porque já tinha muitos problemas com ele e que ele não dava nada pra ela nem pro filho.

Foi aí que, depois de um pouco de fofoca, perguntei se ela queria comer. Ela disse que sim. Comemos e, com umas cervejas, consegui arrancar uns beijos bem profundos. Foi nessa hora que ela me confessou que tinha outro parceiro, mas que ainda me queria e que nunca poderia me esquecer. Falei pra gente ir embora porque queria pegar o ônibus das 9 ou 10. Ela disse que ia me mostrar o quarto dela, mas que a gente não ia entrar porque talvez o parceiro dela tivesse chegado. Chegamos no quarto dela, não muito longe do terminal de Quillacollo. Ela me segurou antes da porta e começou a me beijar com muita força, e eu fiz o mesmo. Peguei no pescoço dela e fiz ela ficar excitada. Enfiei minha mão entre as pernas dela, roçando a buceta com o dedo por cima da legging, que era bem justinha no corpo. E então... Quis enfiar minha mão dentro e consegui, ela estava bem molhada, com um pouco de medo de alguém nos ver na rua. A parte boa é que não tinha muita luz naquela rua. Quando, de repente, ela me fez soltar depois que já tinha enfiado dois dos meus dedos na buceta dela, ela disse: "Não vamos fazer isso, tá?" Dei um presente que comprei pro filho dela, que estava no meu bolso. Ela disse pra eu esperar, que ia me acompanhar até o terminal. Beleza, falei. Ela entrou e eu esperei do lado de fora da casa onde ela morava. Aí, depois de uns 2 minutos, ela saiu e disse pra eu entrar, sem fazer barulho. Eu já pensei: "É agora ou nunca". Entrei devagar por trás dela, tocando os glúteos dela e o pescoço. Entramos no quarto dela e o parceiro dela estava dormindo bêbado, e o filho dela no outro quarto vendo TV. Ela disse pra ele não sair do quarto por nada, que tinha que discutir uns negócios comigo. E o parceiro dela? A gente foi pra cozinha. Agarrei ela forte pela cintura e comecei a beijar o pescoço dela e depois a orelha, enquanto puxava o moletom dela pra cair no chão. Ela disse: "Espera, vou pegar uma coisa". Trouxe um cobertor que pegou do quarto onde o parceiro dormia. Peguei ela pelos glúteos enquanto esfregava meu pau na buceta dela, e aí a gente se despiu. Perguntei: "Ele não vai acordar?" Ela disse: "Relaxa, ele dorme como uma pedra até o dia seguinte". Mandei ela deitar no chão em cima do cobertor. Ela pegou meu pau e disse: "Quero chupar até ele ficar duro pra você me penetrar com esse pau duro". Entreguei ele todo pra ela: "Isso é todo seu, faz o que quiser com meu pau". Ela começou a chupar e eu senti ele ficar mais duro, parecia que ia explodir de tanta pressão do jeito que ela chupava. Ela soltou e disse: "Agora mete, mas devagar". Virei ela de quatro. Ela se ajeitou e eu segurei aquele corpinho com uma mão enquanto com a outra ajustava pra enfiar na buceta dela. Enfiei devagar e ela começou a gemer baixinho, cada vez mais. Mais forte, num desses momentos ela se soltou com um gemido silencioso: aggggg ummmmmm, que gostoso, que gostoso isso, que delícia, que delícia, senti tanto a sua falta, me dá com força. E como ela pedia, eu dava assimiiiiiiiiii, amor, assim mesmo, me dá, não me nega nem um pouquinho, me dá tudo, enfia até o fundo. Lembro sempre das palavras dela, assim como ela pedia, eu encaixava até ver meu pau inteiro sumir. Ela tava muito tesuda, e eu pensei comigo: como acalmo ela? Me veio a ideia de meter no cu, como já tínhamos feito há muito tempo. Peguei um pouco de óleo de cozinha que tava em cima da mesa, num vidrinho. Como ela tava de quatro, não via o que eu tava fazendo. Então tirei meu pau e passei no óleo, enquanto não parava de beijar as costas dela e os glúteos. Coloquei ela na posição certa e passei um pouco de óleo na bunda dela. Ela perguntou: "O que cê tá fazendo?" E eu agarrei ela, com um empurrão só, meti meu pau naquele buraquinho lindo, pequeno e apertado. Bum! Ela se segurou no cobertor e mordeu ele pra não soltar o grito que queria dar. Depois de um tempo, ela disse: "Tira, seu malvado", com lágrimas nos olhos. Mas eu não queria tirar porque tava muito, mas muito excitado. Ela ficou quieta um bom tempo enquanto eu metia e tirava de novo, enfiava e tirava outra vez. Comecei a me mexer mais rápido, feito uma liquidificadora, quando de repente percebi que ela tava ficando mais tesuda e já tava dizendo que fazia tempo que não faziam isso com ela, que nunca tinha deixado o parceiro meter no cu, que eu era o único e que sempre seria dela, que o corpo inteiro dela me pertencia, que eu podia fazer o que quisesse com ele. Assim, eu inclinei ela sobre mim, virei ela sem tirar meu pau da bunda dela, fiz ela sentar em cima de mim, e ela se mexeu com uma força desenfreada. Eu já tava quase gozando, ela percebeu e se levantou, dizendo que queria de outro jeito, mas pelo cu. Então levantei uma perna dela, depois a outra. Eu já tava de pé, e como ela era baixinha, não teve problema. E com um pouco... Com esforço, coloquei meu pau no cu dela enquanto ela pendurada nos meus braços, eu a segurava como alavanca pra poder bater a bunda dela contra meu pau com muita facilidade e força. Foi quando ela começou a gemer bem alto, me dizia: "não para, tô adorando que você me come pelo cu, assim, assim, mete, bate, bate, quero que você goze dentro do meu estômago, enche meu cu com seu leite". E eu gozei com tanta força que até minhas bolas doeram de tanto esvaziar todo o sêmen dentro dela. Ela gozou umas 4 ou 5 vezes. Me vesti, me limpei com uma toalha úmida, e foi isso. Nos vestimos, ela disse que ia me acompanhar até o terminal pra ver se a gente achava um ônibus, e se não achasse, eu passaria aquela noite no quarto dela. E se o parceiro dela acordasse, ela diria que eu era primo dela. E foi o que aconteceu: fiquei aquela noite, mas isso eu conto outra hora. Até aí, tudo bem, mas não foi só isso, aconteceu mais uma coisa.

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