Histórias Reais - Cap. XXIX

HISTÓRIAS REAIS - CAPÍTULO XXIX.

O Natal de 2016 estava chegando.
Minha atual parceira tem família em Córdoba e, como de costume, me propõe passar o Natal lá e de quebra tirar uns dias de descanso. Às vezes eu topo, mas este ano era impossível por causa do trampo. Então sugeri que ela não perdesse a oportunidade e fosse sozinha. Foi assim que ela me deixou sozinho por uma semana.

No sábado bem cedo, com uma chuva do caralho, levei ela no Aeroparque, nos despedimos e, depois de me certificar que o voo tinha decolado, comecei a planejar minhas miniférias de solteiro.

Ao voltar pra casa, pensei num plano de curto prazo. Lembrei da Nora, uma ex-colega de trabalho com quem sempre rolou uma química e mais vontade, mas nunca passou disso, principalmente porque ela queria um namorado de verdade e eu só queria comer ela, mais nada. Sempre achei que ela era meio "perturbada", que não tinha todos os parafusos no lugar, mas era muito gostosa. Tinha uns dez anos a menos que eu, fazia quase uma década que a gente quase não se falava, mas na época ela tava bem pegável... será que ainda tava? Pra tirar a dúvida, mandei uma mensagem sintética no whatsapp: "Oi, cê tá aí ainda?" Enviei e voltei pra cama dormir mais um pouco.

Umas horas depois, ao acordar, vi que não tinha resposta. Insisti: "Bom, vejo que finalmente encontrou seu príncipe encantado", mandei. Tomei um banho, me vesti e saí pra fazer umas compras. A liberdade que eu tinha por não ter por perto a controladora de bafômetro caseira mais rígida permitiu que a primeira coisa que fizesse fosse comprar um estoque de duas garrafas de J&B, calculando que seriam suficientes praquela semana, além de umas coisas pra preparar comida e outras merdas pra deixar a geladeira abastecida durante esses dias.

Às oito tinha futebol, então me acomodei no sofá na frente da TV junto com meu J&B pra ver o jogo. Final do primeiro tempo: segundo uísque no copo e o celular mudo. Fui mijar, um jorro caudaloso e interminável. Âmbar mexia as águas paradas do vaso quando ouvi o "ding-dong" do celular me avisando que tinha chegado um WhatsApp. Como tava no meio do meu trampo, não dava pra parar, aí veio outro e outro aviso. Comecei a criar esperança.

Não lembro exatamente o que diziam as mensagens, da Nora, claro, e que obviamente depois apaguei, mas ela tava me contando que não tinha namorado nem de longe, que não tinha respondido antes por causa de um problema na bateria do celular e me perguntava se as mensagens eram pra ela ou se eu tinha me enganado... As mensagens que vieram depois foram mais ou menos assim:

Eu: "Não me enganei, eram pra você"
Ela: "Ah, tá bom, então sim, tô aqui"
Ela continuou com um monte de mensagens onde falava (escrevia) sobre a vontade de se mudar, mas que teve que adiar por causa de um problema de saúde bem sério que já tava quase resolvido, lembrava da aposta perdida e que me devia um jantar com champanhe (eu não lembro por quê), perguntava dos meus filhos, e um monte de outras coisas sem muita importância. Quando pude, parti pra cima:

Eu: "Te escrevi porque ainda te desejo e quero te fazer o love"
Pensei que ela não ia responder nunca mais ou que ia me mandar tomar no cu; mas não, ela seguiu em frente, dessa vez com mensagens de voz:

Ela: "Obrigada, Juan, é um elogio, mas tô me recuperando da minha doença..." etc.
Eu: "Me desculpa, fui longe demais..." (eu sempre no modo texto)
Ela: "Não, não, claro que eu gostaria, mas tenho medo de você não se divertir por minha culpa. Faz muito tempo que não transo..." (ela sempre no modo voz)
Eu: "Não quero te pressionar a fazer algo que você não tem certeza"
Ela: "Você não me pressiona..."
E assim a gente continuou por um bom tempo, parecia que os papéis tinham se invertido: ela queria trepar a todo custo e eu tava cuidando dela. Ela repetiu que por causa da saúde não tinha intimidade com ninguém há mais de dois anos, que a médica tinha liberado ela e que o psicólogo recomendava retomar a vida social e etc, etc, etc, até que eu Manda uma foto. Nela, ela tá no banheiro na frente do espelho me mandando um beijo e insinuando, mesmo sem dar pra ver nada, o corpo dela pelado ou semi, pelo menos. Nunca teve um rosto muito bonito e dessa vez não foi exceção, mas o cabelo novo dela valorizou muito.
Eu também mandei minha foto, uma selfie que saiu toda borrada e mal enquadrada do meu rosto com um comentário ousado prometendo que se ela tirasse outra igual, mas apontando a câmera mais pra baixo, ia receber uma surpresa...
Uns segundos depois chegou: dava pra ver o corpo pelado dela do umbigo até os ombros, com uns peitos lindíssimos quase escondidos pelo braço dela e uns mamilos grandes e marrons aparecendo. Eram muito mais gostosos do que eu imaginava.
Comecei a ficar de pau duro e não pensei duas vezes: ajoelhado, apoiei meu pau meio duro na mesinha de centro e tirei uma foto. Mandei pra ela.
"Olha o que eu tenho pro seu amigo" ela respondeu num texto e, quando a foto que ela mandou carregou, vi ela sentada na borda da banheira com as pernas abertas, separando com os dedos os lábios da buceta bem peluda, mostrando uma xota suculenta e rosada.
Ela: "Me convida pra jantar?"
Eu: "Te convido pra minha casa"
Ela: "Mmmm... Aceito (carinha feliz)"
Eu: "Traz roupa pra uns dias"
Ela: "TÁ MALUCO??? E sua mina??? Não conta comigo pra uma festa..."
Eu: "Fica tranquila... Ela não vai estar aqui por uns dias. Depois te explico"
Ela: "(muitos corações)"
Passei o endereço, troquei os lençóis, arrumei um pouco o apê, e lá pras 11 ela tava tocando a campainha. Subiu, abri a porta, e quase caí de bunda quando vi ela: tava infinitamente melhor do que há dez anos, a idade, as dietas e a academia – com certeza – tinham feito dela uma mulher de parar o coração. As cores do vestido salmão decotado de saia larga, os reflexos loiros e a pele bronzeada combinavam perfeitamente.
-- Linda! – foi a primeira coisa que saiu de mim –
Ela, meio tímida e com medo, não se animava a entrar. Parada na entrada da porta, esticava o pescoço pra espiar por cima da minha cabeça, tentando achar algo que não tinha.
— Pode entrar tranquila, minha mulher tá viajando. Não volta até semana que vem. Vamos, entra...
Fechei a porta e, quando me virei, ela se jogou em mim, me dando um beijo longo e quente na boca.
— Tô aqui por tudo que você puder imaginar, que você não tá errado e até suspeito que fica devendo, mas principalmente porque conversar com você me deu muita paz, me senti muito acolhida e ao mesmo tempo desinibida.
— Haha! — ri. — É, um pouco dessa sua “desinibição” deu pra ver na foto que você me mandou.
— Mas bem mais recatada e prudente que a sua, seu bruto!... haha!!!
— Bom, bem-vinda! Vem, me acompanha — convido ela pra cozinha. — O que você tá a fim de comer? Não pede nada sofisticado: tenho como preparar um frango, frios, verduras... — enumero enquanto olho a geladeira.
— Nada, deixa... Acho que uns queijinhos e esse vinho branco vão dar conta.
— Ok. Me conta desse negócio da cirurgia — sugiro pra quebrar o gelo enquanto me preparo pra cortar uns queijos.
O que veio depois foi um monólogo: entre cirurgia, trampos, amantes, busca por um apê novo, e outras coisas, passei quase uma hora ouvindo ela. Assim que pude, puxei a conversa pro que realmente interessava (a gente), e fui bem direto:
— Nora, você sabe por que te convidei...
— Tenho claríssimo e concordo. Por isso tô aqui. Sei que não vou ter em você um namorado e nem algo duradouro. Também sabemos que há muito tempo a gente esperava por essa situação e não sei por que a evitávamos, que esse momento rolasse, e não sou otária, não vou desperdiçar. Só que, como te falei, faz tempo que não fico com ninguém e peço que respeite meu ritmo, só pra gente aproveitar ao máximo.
— É verdade, prometo te cuidar ao máximo e te amar como nunca...
Aproximei então meus lábios dos dela e nos beijamos com paixão enquanto eu acariciava seu barriga e me aproximando dos seus peitos, que imediatamente eriçaram os mamilos.
— Vamos pro quarto — convidei, estendendo a mão pra ela.

Quando chegamos, ela tentou começar a tirar a roupa...
— Não, não, deixa comigo... — pedi.

Coloquei ela de frente pros espelhos do guarda-roupa e fiquei atrás dela, com as mãos na cintura, beijando o pescoço, que ela esticava virando a cabeça pro lado. Acariciei ela o máximo que pude, encostando a bunda dela na minha barriga pra sentir a dureza do meu pau. Desabotoei as alças do vestido que passavam por trás do pescoço, deixando a parte da frente cair, tirei o sutiã e vi pelo espelho os peitos dela nus, escandalosamente lindos. As aréolas grandes, escuras, me deliciavam com o reflexo no espelho, os mamilos eretos e duros pedindo pra serem beliscados. Depois desatei as fitas que ajustavam o vestido na cintura, o vestido deslizou até o chão e, enquanto minha mão fuçava a buceta dela entre os pelos do púbis por baixo da calcinha, ela levava a mão dela pra acariciar meu pau por cima da calça.

— Você me dá tanta paz... — ela disse de novo e se virou pra mim, ajoelhando de frente pra minha braguilha.

Devagar, ela desabotoou meu cinto, abriu o zíper, baixou minha calça até os joelhos e, enfiando a mão dentro da cueca, segurou firme meu pau e começou a lamber, devagar, bem devagar. Beijava e lambia até finalmente enfiar na boca... Senti a língua dela apertando ele contra o céu da boca. Com os lábios, fazia vácuo enquanto movia a cabeça pra trás e pra frente, chupando com paixão. Meu nível de excitação era tanto que peguei ela pela nuca e empurrei com força na minha direção, a ponto de fazer ela engasgar. Ela não reclamou, mas pensei: “vamos com calma...”.

Então afastei ela, coloquei de novo de costas pra mim e, empurrando devagar os ombros dela na direção da mesa de cabeceira, ela apoiou as mãos lá. Tirei a calcinha dela e encostei a cabeça do meu pau na buceta molhada; ela afastou um pouco as pernas pra me deixar melhor acesso enquanto se acariciava o clitóris. Uns leves contornos da cintura denotavam um alto grau de excitação. Sem mais, deitou-se na cama, abriu as pernas, enquadrou oferecendo-me a buceta com as mãos e pediu:
— Penetra-me...
Primeiro lambi a buceta dela, fundamentalmente a região clitoriana, enquanto com dois dedos penetrava sua vagina buscando o ponto de maior excitação. Evidentemente encontrei porque seus gemidos e pequenas convulsões demonstravam. Tentei também incursionar no ânus, mas ela negava pressionando os glúteos. Depois, de pé entre suas pernas, coloquei uma camisinha e segurando-lhe as coxas introduzi lentamente meu pau na vagina, bem devagar, até o fim. Comecei a bombar...
— Devagar, por favor... – suplicou.
Comecei bem devagar embora aumentando o ritmo. A buceta dela ensopada de sucos vaginais esquentava e eu sentia no meu pau. Ela com uma mão acariciava os peitos e com a outra se massageava o clitóris. Balançava a cabeça de um lado para o outro ao mesmo tempo que gemia com paixão. Depois os gemidos passaram a gritos de profundo prazer e um forte “Ahhhhh!!!” acompanhou seu orgasmo. Continuei bombando, desta vez mais devagar para atrasar o meu. Veio nela uma sucessão de mini-orgasmos até que senti que era minha vez. Tirei a camisinha, tirei o pau e apoiando a cabeça no púbis pedi que ela me masturbasse. Assim fez, com frenesi e gozo, até que uma sucessão de jatos quentes de esperma grosso se derramaram sobre sua barriga.
— Te amo – disse num sussurro cansado.
— Que bem você fode! – quis desviar o assunto.
— Malvado! Você também sabe fazer muito bem...
Após um breve descanso fomos nos higienizar e depois sentamos na sala, nus, com boa música, para tomar uns drinks e repor as energias.
— Sério que gostou tanto? – perguntou.
— Sim, sério.
— Que elogio! Mas você gostaria de algo mais, né? – obviamente se referia a um anal-.
— Sim, claro, mas prometi cuidar de você e te respeitar, então...
— Nada —interrompeu-. Essa noite vou estrear ele com você.
Meus olhos brilharam.
— Tem certeza? Não quero que isso estrague nossa noite —fui compreensivo-.
— Tenho certeza, sei que com você vai ser gostoso e natural.
— Fantástico. Tenho um creme que vai ajudar.
Levantei pra pegar os Prime e o tubo de gel pra mostrar pra ela como era.
— Show, tô pronta.
— Antes vamos terminar as taças —e dei um beijo nela-.
Ignorando meu pedido, enquanto eu me deliciava tomando meu J&B, ela começou a me masturbar, aumentando a paixão à medida que o pau crescia. Continuou com um boquete e, quando já tava duraço, se ajeitou de quatro no sofá, me oferecendo uma bunda linda. Um ânus roxo, com uns pelinhos ralos e perfeitamente fechado. Imediatamente coloquei a camisinha e a penetrei vaginalmente enquanto acariciava o esfíncter dela com gel. Ela me deu um sorriso gostoso de prazer, abrindo as portas pra eu saciar meus desejos.
Passei gel nos dedos também e introduzi primeiro um, bem devagar, no buraquinho apertado dela. Com a outra mão, dava uns tapinhas leves na bunda dela pra relaxar os músculos. Quando consegui e a dilatação permitiu, coloquei um segundo e depois um terceiro dedo. Mais um pouco de gel e repeti. Os gemidos dela pareciam de uma cachorrinha no cio e me excitavam cada vez mais, até que percebi que dava pra meter meu pau sem incomodar muito ela.
— Mete... —implorou-.
Encostei a cabeça na portinha do cu dela, e ela abriu as bandas com as mãos pra facilitar. O difícil foi fazer a cabeça entrar; doeu um pouco, e ela soltou um gemidinho, mas pediu pra eu não parar...
Mais um pouco de força e a cabeça já tava dentro...
— Ahhhhhhhhh! —foi a resposta dela, um grito longo que tentou disfarçar mordendo uma almofada-. almofadão-.
Com a ponta pra dentro, o resto não teve maiores complicações, ainda mais depois de besuntar todo o corpo cavernoso com gel. Depois de ter introduzido tudo, comecei a bombar devagar enquanto ela, sem soltar os dentes do almofadão, acariciava a própria buceta. Ficamos assim por uns minutos, até que eu tirei e coloquei ela deitada de barriga pra cima no sofá, a cabeça apoiada no encosto, as costas no assento e eu de joelhos na frente dela com os tornozelos dela nos meus ombros. Mais um pouco, só, de gel, e voltei a penetrar ela pelo cu. Ofereci o tubo de gel, cilíndrico, pra ela masturbar a buceta, e ela não hesitou em fazer isso.
Pouco depois gozamos juntos, ela deixando uma poça de sucos no assoalho e eu, dentro do cu dela, com um monte de porra presa no látex.
— Adorei! — reconheceu ela, com a voz entrecortada e ofegante.
Depois disso, veio um banho juntos, cheio de carícias excitantes entre água morna e sabão, uma boa taça pra fechar a noite, e fomos dormir pelados, abraçados.
Horas depois, ela me acordou acariciando e beijando minhas bolas. Mais um pouco de sexo leve e, mais tarde, nos despedimos:
— Adoraria repetir — finalizou ela. — Mas não vou te ligar nem mandar mensagem, a última coisa que quero é que você arrume uma treta com sua parceira, então peço que, quando puder, me chame, que eu vou estar disponível.
— Ok, valeu, você é foda.
— Não fala em foda que me dá vontade de começar de novo... haha!

2 comentários - Histórias Reais - Cap. XXIX

DONAGIU +1
muuy bueno, cuenta si se repite.
muy buen comienzo del nuevo año .
Gracias!