Mais uma história real que trago pra vocês hoje.
Como já sabem e no relato anterior eu mencionei, a Boobs Fuck é uma colega de trabalho com quem a gente teve um encontro e as coisas continuaram mais ou menos assim!
Era inverno e ela precisava de ajuda com a faculdade, então veio até meu escritório e, como sempre, sentou bem colada em mim e usava meu PC enquanto eu fazia outras coisas em outro computador. A gente falava besteira e nisso entra uma moça da limpeza. A gente tava bem juntinho, então a moça da limpeza (vamos chamar de Laura) pediu desculpas e foi embora, mas não sem antes olhar de um jeito estranho!
Sozinhos de novo, a Boobs Fuck começa a falar bem perto de mim e eu beijo a boca dela de um jeito bem ardente, ela devolve o beijo. A gente levanta das cadeiras, eu encosto a pica na buceta dela, beijo o pescoço e, com as mãos enquanto puxava ela pra perto, apertava bem a bunda dela. Virei ela de costas e, enquanto esfregava minha pica na bunda dela, desabotoei a calça dela.
E meto a mão por baixo da calcinha dela, toda molhada, era um rio. Quando roço o clitóris dela, ela gemeu, não muito alto, mas deu pra ouvir. Nesse momento, a gente escuta alguém dizer: "volto daqui a pouco". Era a Laura da limpeza, que ainda não tinha saído. Na hora, pensei: "bom, acabou tudo aqui e vai dar merda".
Nisso, a Boobs Fuck abaixa as mãos e puxa meu zíper, desabotoa a calça e tira minha pica pra fora. Termino de abaixar a calça jeans dela até um pouco abaixo da bunda. Ela me diz: "ainda bem que a moça foi embora". Ela se vira e eu, já dedando ela pra valer, ela começa a chupar minha pica até o fundo.
Ela se levanta, eu coloco as mãos dela contra a mesa, puxo a calcinha branca com florzinhas pretas dela e tento meter no cu dela de uma vez (me enlouquecem as bundas). Ela geme de novo, mas dessa vez tentando abafar. Então ela encaixa a pica na buceta dela.
E começo a bombar nela. Na primeira, segunda ou terceira bombada, ela goza gostoso, as pernas tremiam e eu continuava metendo, tava louco. Ela diz: "para, para", quase sem conseguir falar. Ela sai, pega minha pica e se vira de novo. abrir a porta e dá pra ver que minha cara de "quero morrer" foi muito forte.
Eu pergunto: quem é?
– Sou Laura, começo por aqui, se não incomodo?
Eu – não, se quiser a gente vai (não gosto de atrapalhar quando os outros tão trabalhando)
L – Não, não, fiquem, pra mim não incomoda, tenho serviço pra um tempão aqui, aviso quando for pra lá
Boobs fuck – Beleza magrinha, valeu
Nisso ela se meteu debaixo da mesa, chupava a pica e me olhava perguntando se eu tava gostando (bem alto). Já não tava nem aí pra nada, levantei e falei: quero ver você engolir tudo. Aí ela pergunta: a porra ou a pica? As duas coisas, falei. Nisso tudo, não quero nem imaginar a cara da Laura. Peguei a Boobs fuck pela nuca e enchi a boca dela de porra, e quando ela levantou, sobrou umas gotinhas que joguei na racha da bunda. Ela não gostou, aí falei: na próxima, esse aqui (apertando a bunda dela) eu arrebento tudo!. Nem louca – foi a resposta dela. A gente se ajeitou um pouco e ela foi embora, no caminho cumprimentou a Laura como se nada, e a outra respondeu. Laura, quando chega perto de onde eu tô, antes de me ver, pergunta.
Laura – tá apresentável?
Eu – acho que sim. Kkkkkk
L – vou passar, pode?
Eu – sim mulher, claro, não precisa pedir tanta permissão
L – (do nada) eu hein, tem gente com muita sorte, vai, meninas com muuuuita sorte.
Eu – é, por quê?
L – porque vão muito satisfeitas depois de… conversar? … bom… com você
Eu – kkkkkk capaz, nem ideia. Mas espero sua discrição.
L – sim!!, mas sou subornável, kkkk
Eu – hmmm, bom, a gente vê com o quê.
Naquele dia, quando ela saiu do escritório, pela primeira vez a gente se despediu com um beijo na bochecha!
Desde então, ela vem todo dia me cumprimentar, e com um beijo.
Se vocês gostaram, comentem, senão também digam o que acham que posso melhorar. Se eu ganhar pontos, nos próximos posts coloco alguma foto.
Abraços, a gente se lê.
Como já sabem e no relato anterior eu mencionei, a Boobs Fuck é uma colega de trabalho com quem a gente teve um encontro e as coisas continuaram mais ou menos assim!
Era inverno e ela precisava de ajuda com a faculdade, então veio até meu escritório e, como sempre, sentou bem colada em mim e usava meu PC enquanto eu fazia outras coisas em outro computador. A gente falava besteira e nisso entra uma moça da limpeza. A gente tava bem juntinho, então a moça da limpeza (vamos chamar de Laura) pediu desculpas e foi embora, mas não sem antes olhar de um jeito estranho!
Sozinhos de novo, a Boobs Fuck começa a falar bem perto de mim e eu beijo a boca dela de um jeito bem ardente, ela devolve o beijo. A gente levanta das cadeiras, eu encosto a pica na buceta dela, beijo o pescoço e, com as mãos enquanto puxava ela pra perto, apertava bem a bunda dela. Virei ela de costas e, enquanto esfregava minha pica na bunda dela, desabotoei a calça dela.
E meto a mão por baixo da calcinha dela, toda molhada, era um rio. Quando roço o clitóris dela, ela gemeu, não muito alto, mas deu pra ouvir. Nesse momento, a gente escuta alguém dizer: "volto daqui a pouco". Era a Laura da limpeza, que ainda não tinha saído. Na hora, pensei: "bom, acabou tudo aqui e vai dar merda".
Nisso, a Boobs Fuck abaixa as mãos e puxa meu zíper, desabotoa a calça e tira minha pica pra fora. Termino de abaixar a calça jeans dela até um pouco abaixo da bunda. Ela me diz: "ainda bem que a moça foi embora". Ela se vira e eu, já dedando ela pra valer, ela começa a chupar minha pica até o fundo.
Ela se levanta, eu coloco as mãos dela contra a mesa, puxo a calcinha branca com florzinhas pretas dela e tento meter no cu dela de uma vez (me enlouquecem as bundas). Ela geme de novo, mas dessa vez tentando abafar. Então ela encaixa a pica na buceta dela.
E começo a bombar nela. Na primeira, segunda ou terceira bombada, ela goza gostoso, as pernas tremiam e eu continuava metendo, tava louco. Ela diz: "para, para", quase sem conseguir falar. Ela sai, pega minha pica e se vira de novo. abrir a porta e dá pra ver que minha cara de "quero morrer" foi muito forte.
Eu pergunto: quem é?
– Sou Laura, começo por aqui, se não incomodo?
Eu – não, se quiser a gente vai (não gosto de atrapalhar quando os outros tão trabalhando)
L – Não, não, fiquem, pra mim não incomoda, tenho serviço pra um tempão aqui, aviso quando for pra lá
Boobs fuck – Beleza magrinha, valeu
Nisso ela se meteu debaixo da mesa, chupava a pica e me olhava perguntando se eu tava gostando (bem alto). Já não tava nem aí pra nada, levantei e falei: quero ver você engolir tudo. Aí ela pergunta: a porra ou a pica? As duas coisas, falei. Nisso tudo, não quero nem imaginar a cara da Laura. Peguei a Boobs fuck pela nuca e enchi a boca dela de porra, e quando ela levantou, sobrou umas gotinhas que joguei na racha da bunda. Ela não gostou, aí falei: na próxima, esse aqui (apertando a bunda dela) eu arrebento tudo!. Nem louca – foi a resposta dela. A gente se ajeitou um pouco e ela foi embora, no caminho cumprimentou a Laura como se nada, e a outra respondeu. Laura, quando chega perto de onde eu tô, antes de me ver, pergunta.
Laura – tá apresentável?
Eu – acho que sim. Kkkkkk
L – vou passar, pode?
Eu – sim mulher, claro, não precisa pedir tanta permissão
L – (do nada) eu hein, tem gente com muita sorte, vai, meninas com muuuuita sorte.
Eu – é, por quê?
L – porque vão muito satisfeitas depois de… conversar? … bom… com você
Eu – kkkkkk capaz, nem ideia. Mas espero sua discrição.
L – sim!!, mas sou subornável, kkkk
Eu – hmmm, bom, a gente vê com o quê.
Naquele dia, quando ela saiu do escritório, pela primeira vez a gente se despediu com um beijo na bochecha!
Desde então, ela vem todo dia me cumprimentar, e com um beijo.
Se vocês gostaram, comentem, senão também digam o que acham que posso melhorar. Se eu ganhar pontos, nos próximos posts coloco alguma foto.
Abraços, a gente se lê.
1 comentários - Otra vez con La Turca