Tenho 31 anos e me considero uma pessoa de sexualidade totalmente ampla, e isso fez com que sempre me visse como alguém liberal e sem preconceitos. Digamos que tudo começou com minha primeira namorada, e não sei como aconteceu aos meus 16 anos: um dia ela enfiou um dedo no meu cu, e não devo ter feito cara de bravo naquele momento, porque desde então sempre incluíamos os dedinhos dela nas nossas relações. Comecei a investigar mais sobre o assunto: se as mulheres sentem prazer quando sentem um pedaço de carne entrando e saindo, por que os homens não poderiam sentir o mesmo, mesmo que seja por outro buraco?
Com minha segunda namorada, que viria a ser minha esposa na época, a coisa passou dos dedos para ela enfiar uma cenoura e até o consolo dela, mas raramente, porque ela dizia ter medo de que eu gostasse demais e passasse para o outro lado.
Mas foi depois que me separei dela e encontrei minha nova parceira que tudo saiu como eu queria. Com essa mulher, que é muito apaixonada e fogosa, nos entendíamos na cama e compartilhávamos nossos gostos sexuais. Fui descobrindo a fantasia dela: queria ser comida por outro cara na minha frente, formar um ménage, ser penetrada por todos os lados e virar uma escrava sexual.
A gente falava muito sobre o assunto, mas não era algo concreto de querer fazer. Fui dando a ideia de fazermos uma troca de casais, já tinha até contatado um casal e trocávamos fotos. Ela queria saber como era a onda e começou a conversar com eles, e eu só observava o que escreviam e como minha esposa ia ganhando coragem para concretizar. Marcamos de nos encontrar numa balada Swinger, e pra mim esse foi o erro, porque o ambiente não era exatamente para um casal que ia estrear nisso: tinha casais pelados por todo lado, dançarinos nus, cheiro de sexo pra todo canto, e acho que o melhor seria ter nos encontrado em outro lugar. Nos juntamos os dois casais numa mesa, mas Tanto eu quanto minha esposa percebemos que nem loucos íamos ficar com aquele casal. Eles só falavam que o melhor pra relacionamento é um pouco de droga, umas paradas de couro e umas coisas estranhas. Além disso, a mina do cara era muito feia, mas tinha um corpo gostoso — não sei se isso justificava. A gente fingiu que ia no banheiro e aproveitou pra vazar de lá. Quando chegamos na porta, vimos que era umas 11 da noite de sábado e os dois estavam muito tarados. Falei pra ela: "Por que a gente não vai pra um motel dos mais caros e mete uns ejaculations gostosos a noite toda?" Ela concordou e fomos pra um hotel que tem fama de ser o melhor.
Chegamos e pedi um quarto com cama de 2 metros por 2, espelhos por todo lado, uma jacuzzi, uma TV boa, dois ambientes — tava top. A primeira coisa que fiz foi pedir um champanhe. Quando vi na lista de preços que eles tinham serviço de "realizando suas fantasias", liguei pro código. Me disseram que contavam com serviço de mulheres ou homens pra você fazer o que quiser. Perguntei pra minha esposa se ela topava fazer algo com alguém profissional. Ela falou que era melhor, pra não ter dúvidas e não criar nenhum vínculo — só sexo naquela noite e pronto.
Decidimos pedir o catálogo que eles tinham. Entre tudo que vimos, escolhemos um homem chamado Facundo, 25 anos, 1,90m, corpo maravilhoso, olhos azuis, cabelo preto, pele morena e o mais chamativo era o pacote dele: 23 x 5 reais. Quando minha esposa viu aquilo, ficou dura, porque ela nunca tinha sido penetrada por algo tão grande, e eu menos ainda, que continuava virgem de pau no meu cu. Decidimos que ele era o cara certo e chamamos. Ele demorou uns 20 minutos pra chegar. Enquanto isso, eu e minha esposa entramos no banho e tomamos uma ducha gostosa, e fizemos umas lavagens com bastante água pra limpar nossos intestinos. Mas ela tinha deixado claro que aquele macho era só pra ela, que nem sonhei em fazer algo diferente com ele, e eu disse a ela que tinha limpado meu cu pra sentir melhor os dedos dela.
Vou contar pra vocês: eu tenho 1,80m, cabelo castanho claro comprido, olhos verdes, e uma rola normal de uns 16 ou 17 cm. Minha esposa tem 1,60m, os melhores peitos que já vi na vida, que não cabem na mão de um homem, usa sutiã 44, tem 22 anos, uma bundinha bem grande e uma buceta que vive molhada e quente, além de ser muito bonita de rosto.
Quando ouvimos a batida na porta anunciando que era nosso amigo, nossos corações batiam mais rápido. A gente tava vendo vídeos pornôs pelados e nos cobrimos com dois roupões pra receber ele.
Abri a porta e fiquei paralisado porque ele era ainda mais gostoso ao vivo do que nas fotos. Ele me cumprimentou com um aperto de mão e deu um beijo no rosto dela. Sentamos na sala pra tomar uns drinks. Ele disse que tinha umas coisas pra alinhar com a gente antes: que o serviço era pra noite toda, que era bissexual, ativo só, nada de porrada, drogas, sexo seguro e limpo, e que se adaptava às nossas necessidades dentro do que ele tinha falado. E o mais importante: cobrava adiantado, porque já teve caso de gente desistir na hora H e ele não receber.
Falamos que a gente queria realizar uma fantasia: minha esposa queria ser comida por outro homem na minha frente com uma boa rola, e depois eu entrar pra fazer um menage, com ela sendo penetrada de todos os lados. Ele disse que essa era a fantasia mais pedida entre casais e que era melhor começar logo, porque o tempo tava passando.
Ele foi no banheiro se trocar. A gente colocou uma música suave, baixou as luzes e ficou pronto pra ação.
Ele saiu do banheiro só de sunga azul brilhante, que já deixava aparecer o tamanho do pau que escondia. Foi direto pra minha esposa pra dançarem na cama. Ela, com o álcool e o tesão, não se... não me opus a nada e eles dançavam uma dança bem coladinhos os dois, e começaram a se beijar loucamente, enquanto ele tirava o roupão de banho dela e ela ficou totalmente nua. Eu me joguei numa poltrona ao lado da cama contemplando tudo aquilo e meu pau estava começando a endurecer. Ele acariciava a bunda dela, os peitos dela e esfregava a buceta dela, que eu pude ver que estava bem molhada, eles se deitaram na cama e eu aumentei as luzes sobre a cama para poder ver tudo direitinho. Ele tirou a sunga e deixou à mostra um pau excepcional que estava começando a ficar duro, era um pau com uma cabeça bem grande e bem vermelha, e o pau dele cheio de veias bem grossas, ele estava completamente depilado até o cu dele, que era bem redondinho. Ele se abaixou e beijava os peitos dela e foi descendo até chegar na buceta dela e mordia devagar o clitóris dela e enfiava a língua na buceta e no cu dela, ela só suspirava de prazer recebido, eu me levantei e fiquei na beira da cama e via como ele estava meio de cócoras chupando e o mastodonte pesado balançava. Eles foram se mexendo até que ela se acomodou em cima dele e formaram um 69. Ela enfiou aquele pau até onde a garganta dela aguentava enquanto me olhava com cara de puta, passava a língua por todos os lados, e chupava os ovos dele, enquanto ele começava a intercalar a língua com os dedos na buceta dela. Eles ficaram um bom tempo assim, trocando de posições, até que ela não aguentou mais e implorou para ele meter, que não aguentava mais, acho que até aquele momento ela já tinha tido uns 2 orgasmos. Ele colocou uma camisinha transparente e abriu as pernas dela para passar um creme bem líquido que ele trouxe, passou na pussy e no cu dela também. Ela com as pernas totalmente abertas e ele aproximando aquele pau enorme, me dava um pouco de medo que a cabeça dele doesse ao tentar entrar, mas o cara era um profissional, foi enfiando devagar, e ela gritava de prazer-dor que ele estava dando, depois de um tempo percebi que meu esposa tinha enfiado aquela pica toda e só os ovos dele batiam na porta da buceta, era inacreditável a cara de prazer que ela tinha, não parava de gemer e gozar, eu me acariciava minha pica e saiu muito líquido pré-seminal, depois de um bom tempo bombando ele tirou e virou ela pra ficar de frente pra mim na posição de quatro. Ele enfiou de uma vez, arrancando um grito da minha esposa, e metia forte, entra e sai, ela só me olhava e fechava os olhos, ele tirava tudo e enfiava de novo, era incrível ver aquilo, nunca pensei que minha esposa aguentava aquilo e entrava e saía como se fosse de toda vida.
Ficaram assim um bom tempo, e ela pediu pra eu aproximar minha pica da boca dela pra chupar. Ela enfiou de uma vez e fez desaparecer enquanto ele metia cada vez mais rápido, até que gozou dentro dela quase ao mesmo tempo que eu na boca dela. Ver a cara dela de dor e prazer, com meu esperma escorrendo pelos lábios e a pica ainda dura com a camisinha cheia de porra do meu amigo, era uma cena muito louca. Nós três deitamos pra descansar na cama, ela ficou no meio. Assistindo TV pornô, eu e meu amigo Facundo começamos a ter outra ereção, ela tirou a camisinha usada dele e a pica ficou com um pouco de porra. Não sei de onde ela tirou coragem, mas enfiou de novo na boca dela do jeito que tava, enquanto massageava minha pica, ele se ajeitou no meio da cama e ela, aos poucos, pegou minha mão pra eu tocar a pica dele, ela fez como se eu não quisesse, e ele só me olhou com um olhar cúmplice, como se soubesse da minha vontade. Peguei nela e percebi que quase não fechava a mão naquele mastrão, ela começou a me beijar com restos de porra dele, e a gente misturava nossos sucos. Foi aí que ele me pegou pela cabeça e foi me empurrando pra pica dele totalmente dura, comecei a imitar os movimentos dela, e devo dizer que tinha um sabor muito gostoso, depois de um tempo a gente tava brigando eu e minha esposa pra saborear aquela pica, ela me dizia coisas como "você gosta da pica, seu promíscuo, agora vai saber o que ela sente sempre, quero te ver empalado, quero que sinta o mesmo que eu quando você me arrebenta o cu, hoje você vai ser uma puta total". Ouvindo tudo aquilo, eu ficava cada vez mais louco, não sei em que momento estávamos fazendo um lindo triângulo, Facundo lambendo a buceta e o cu da minha esposa, ela saboreando minha pica e chupando meu cu e enfiando dedos, e eu chupando aquela pica como se fosse a última da minha vida, chupava os ovos dele, e cheguei com minha língua até o buraco daquele cu lindo. Devemos ter ficado um bom tempo nisso, até que paramos os três na frente de um espelho grande pra nos beijar e nos tocar. Ele começou a enfiar um dedão no meu cu apertado, mas esse cara estava dilatando ele, me fez ficar de quatro numa cadeira grande, deixando meu cu bem empinado e aberto. Ele passou a mão com lubrificante anal, e massageava com os dedos, enfiava e tirava e colocava mais creme, minha esposa estava louca chupando a pica dele e nem ligava pro que estavam fazendo comigo, acho que recebi uns quatro dedos gigantes dele entrando nas minhas entranhas. Ele disse pra minha esposa que eu estava pronto pra ter o cu arrebentado e ela disse pra começarmos.
Ela se deitou de bruços na cama olhando de frente um espelho, eu comecei a enfiar no cu dela, que sugou rápido minha pica, comecei a me mexer até sentir uma mão pesada nos meus ombros, era pra eu ficar quieto, sentia a respiração dele na minha nuca e ela estava mais concentrada em me ver do que na pica que tinha no cu dela. Ele começou a aproximar aquela cabeçona até a entrada do meu cu, e começou a empurrar, no começo eu não aguentava aquela dor, sentia que minha pele ia rasgar, mas quando ele tentava tirar, doía ainda mais, então eu assenti pra ele continuar, não sentia Prazer, só dor, e pedi num momento que tirasse de mim, tava me matando, ele não me ouviu e continuou, depois de um tempo senti um alívio que aquela cabeça já tinha passado, mas faltava aquele tronco cheio de veias e bem grosso, ele ficou um tempão na porta do meu cu com a pica ali, começou a se mexer só com aquilo entrado, e aí sentia mais prazer do que dor, até que ele tirou de dentro e encheu de creme na cabeça da pica e no meu cu de novo, dessa vez na segunda tentativa entrou mais fácil e sem tanta dor, minha esposa só curtia como eu tava sendo penetrado, e comecei a querer me mexer dentro dela mas percebia que doía mais por trás, por isso ficava parado, só me deixava levar. Ele com muita maestria e paciência metia tudo, até que num momento senti que ia sair pela boca, ele me disse que já tinha entrado tudo, e me fez colocar a mão na porta do meu cu pra eu sentir que só os ovos dele estavam pra fora. Não podia acreditar, estar empalado com uma pica daquelas dentro de mim, a dor já tinha sumido pra dar lugar ao prazer, ele começou a se mexer devagar e eu sentia como aquela cabeça queria sair mas meus esfíncteres não deixavam, já tava bem lubrificado e começamos a nos mover os três, mas com as investidas da minha esposa pra trás e as investidas dele pra frente eu me sentia como um sanduíche, era mais o prazer que sentia no meu cu naquele momento do que na minha pica, ele com seus movimentos só mexia com nós dois. Num momento ele enchia de porra no cu da minha esposa, e gozou vendo como caíam litros de sêmen do cu dela, mas ela não ligava pra isso, só queria me ver sendo penetrado e foi ela a espectadora por um bom tempo.
Ele me fez sair dali, e se deitou de barriga pra cima, e me disse pra sentar na pica dele e começar a cavalgar por cima mas de costas pra ele. Obedeci suas ordens e sentei devagar em cima dele, já sem sentir tanta dor, deixando minha pica ao alcance da minha esposa pra ela tentar chupar ela, mas depois de uns 5 minutos ele gozou dentro de mim, sentindo aquele mastrão pulsar. Eu levantei na hora e, com minha esposa, tiramos a camisinha pra limpar o pau dele.
Era inacreditável aquele garanhão, não murchava, e agora eu entendia quando falam em "dois sem tirar". Ele tava limpo de novo, bem limpinho. Ela também queria sentir aquele pau no cu e se animou sem rodeios, então foi sentando nele, e também gemia de dor e prazer, mas meteu tudo e começou a cavalgar nele de um jeito profissional. Depois de um tempo metendo forte, ele tirou e a gente se ajeitou na cama: eu de barriga pra cima com meu pau duro de novo, ela deitou de barriga pra cima em cima do meu pau e meteu no cu dela — depois daquele pauzão que tinha levado, entrou super fácil — e ele se ajeitou abrindo as pernas dela pra meter de uma vez na buceta. A gente transou um bom tempo até eu encher o intestino dela com umas gotas de porra, e quando ele ia gozar, tirou e arrancou a camisinha pra gozar entre os peitos dela, e chegou até no rosto dela. Era incrível ver a força com que ele jorrava porra. Ela passou aquele esperma quente pelo corpo todo, e eu lambia o rosto dela com minha língua, pra depois, nós dois, deixar o pau do nosso garanhão bem limpinho.
Depois a gente relaxou, ele se trocou, se despediu da gente, deixou um cartão com o celular dele e foi embora.
A gente tomou banho junto pra aliviar e tirar aquele cheiro de sexo dos corpos, e ela começou a me ensaboar inteiro. Quando passou o sabão no meu cu, enfiou uns quatro dedos que entraram super fácil, e automaticamente meu pau endureceu de novo. Ela ainda queria guerra, e a gente trepou ali mesmo em cima do vaso, de cócoras, até eu gozar nas costas dela.
Depois daquela foda do caralho que a gente tinha dado, a gente se trocou e foi pra casinha dormir até tarde, pra depois, de noitinha, se juntar e conversar sobre o que a gente tinha tido coragem de fazer. Com Com o tempo, a gente percebeu como era a nossa sexualidade.
Com minha segunda namorada, que viria a ser minha esposa na época, a coisa passou dos dedos para ela enfiar uma cenoura e até o consolo dela, mas raramente, porque ela dizia ter medo de que eu gostasse demais e passasse para o outro lado.
Mas foi depois que me separei dela e encontrei minha nova parceira que tudo saiu como eu queria. Com essa mulher, que é muito apaixonada e fogosa, nos entendíamos na cama e compartilhávamos nossos gostos sexuais. Fui descobrindo a fantasia dela: queria ser comida por outro cara na minha frente, formar um ménage, ser penetrada por todos os lados e virar uma escrava sexual.
A gente falava muito sobre o assunto, mas não era algo concreto de querer fazer. Fui dando a ideia de fazermos uma troca de casais, já tinha até contatado um casal e trocávamos fotos. Ela queria saber como era a onda e começou a conversar com eles, e eu só observava o que escreviam e como minha esposa ia ganhando coragem para concretizar. Marcamos de nos encontrar numa balada Swinger, e pra mim esse foi o erro, porque o ambiente não era exatamente para um casal que ia estrear nisso: tinha casais pelados por todo lado, dançarinos nus, cheiro de sexo pra todo canto, e acho que o melhor seria ter nos encontrado em outro lugar. Nos juntamos os dois casais numa mesa, mas Tanto eu quanto minha esposa percebemos que nem loucos íamos ficar com aquele casal. Eles só falavam que o melhor pra relacionamento é um pouco de droga, umas paradas de couro e umas coisas estranhas. Além disso, a mina do cara era muito feia, mas tinha um corpo gostoso — não sei se isso justificava. A gente fingiu que ia no banheiro e aproveitou pra vazar de lá. Quando chegamos na porta, vimos que era umas 11 da noite de sábado e os dois estavam muito tarados. Falei pra ela: "Por que a gente não vai pra um motel dos mais caros e mete uns ejaculations gostosos a noite toda?" Ela concordou e fomos pra um hotel que tem fama de ser o melhor.
Chegamos e pedi um quarto com cama de 2 metros por 2, espelhos por todo lado, uma jacuzzi, uma TV boa, dois ambientes — tava top. A primeira coisa que fiz foi pedir um champanhe. Quando vi na lista de preços que eles tinham serviço de "realizando suas fantasias", liguei pro código. Me disseram que contavam com serviço de mulheres ou homens pra você fazer o que quiser. Perguntei pra minha esposa se ela topava fazer algo com alguém profissional. Ela falou que era melhor, pra não ter dúvidas e não criar nenhum vínculo — só sexo naquela noite e pronto.
Decidimos pedir o catálogo que eles tinham. Entre tudo que vimos, escolhemos um homem chamado Facundo, 25 anos, 1,90m, corpo maravilhoso, olhos azuis, cabelo preto, pele morena e o mais chamativo era o pacote dele: 23 x 5 reais. Quando minha esposa viu aquilo, ficou dura, porque ela nunca tinha sido penetrada por algo tão grande, e eu menos ainda, que continuava virgem de pau no meu cu. Decidimos que ele era o cara certo e chamamos. Ele demorou uns 20 minutos pra chegar. Enquanto isso, eu e minha esposa entramos no banho e tomamos uma ducha gostosa, e fizemos umas lavagens com bastante água pra limpar nossos intestinos. Mas ela tinha deixado claro que aquele macho era só pra ela, que nem sonhei em fazer algo diferente com ele, e eu disse a ela que tinha limpado meu cu pra sentir melhor os dedos dela.
Vou contar pra vocês: eu tenho 1,80m, cabelo castanho claro comprido, olhos verdes, e uma rola normal de uns 16 ou 17 cm. Minha esposa tem 1,60m, os melhores peitos que já vi na vida, que não cabem na mão de um homem, usa sutiã 44, tem 22 anos, uma bundinha bem grande e uma buceta que vive molhada e quente, além de ser muito bonita de rosto.
Quando ouvimos a batida na porta anunciando que era nosso amigo, nossos corações batiam mais rápido. A gente tava vendo vídeos pornôs pelados e nos cobrimos com dois roupões pra receber ele.
Abri a porta e fiquei paralisado porque ele era ainda mais gostoso ao vivo do que nas fotos. Ele me cumprimentou com um aperto de mão e deu um beijo no rosto dela. Sentamos na sala pra tomar uns drinks. Ele disse que tinha umas coisas pra alinhar com a gente antes: que o serviço era pra noite toda, que era bissexual, ativo só, nada de porrada, drogas, sexo seguro e limpo, e que se adaptava às nossas necessidades dentro do que ele tinha falado. E o mais importante: cobrava adiantado, porque já teve caso de gente desistir na hora H e ele não receber.
Falamos que a gente queria realizar uma fantasia: minha esposa queria ser comida por outro homem na minha frente com uma boa rola, e depois eu entrar pra fazer um menage, com ela sendo penetrada de todos os lados. Ele disse que essa era a fantasia mais pedida entre casais e que era melhor começar logo, porque o tempo tava passando.
Ele foi no banheiro se trocar. A gente colocou uma música suave, baixou as luzes e ficou pronto pra ação.
Ele saiu do banheiro só de sunga azul brilhante, que já deixava aparecer o tamanho do pau que escondia. Foi direto pra minha esposa pra dançarem na cama. Ela, com o álcool e o tesão, não se... não me opus a nada e eles dançavam uma dança bem coladinhos os dois, e começaram a se beijar loucamente, enquanto ele tirava o roupão de banho dela e ela ficou totalmente nua. Eu me joguei numa poltrona ao lado da cama contemplando tudo aquilo e meu pau estava começando a endurecer. Ele acariciava a bunda dela, os peitos dela e esfregava a buceta dela, que eu pude ver que estava bem molhada, eles se deitaram na cama e eu aumentei as luzes sobre a cama para poder ver tudo direitinho. Ele tirou a sunga e deixou à mostra um pau excepcional que estava começando a ficar duro, era um pau com uma cabeça bem grande e bem vermelha, e o pau dele cheio de veias bem grossas, ele estava completamente depilado até o cu dele, que era bem redondinho. Ele se abaixou e beijava os peitos dela e foi descendo até chegar na buceta dela e mordia devagar o clitóris dela e enfiava a língua na buceta e no cu dela, ela só suspirava de prazer recebido, eu me levantei e fiquei na beira da cama e via como ele estava meio de cócoras chupando e o mastodonte pesado balançava. Eles foram se mexendo até que ela se acomodou em cima dele e formaram um 69. Ela enfiou aquele pau até onde a garganta dela aguentava enquanto me olhava com cara de puta, passava a língua por todos os lados, e chupava os ovos dele, enquanto ele começava a intercalar a língua com os dedos na buceta dela. Eles ficaram um bom tempo assim, trocando de posições, até que ela não aguentou mais e implorou para ele meter, que não aguentava mais, acho que até aquele momento ela já tinha tido uns 2 orgasmos. Ele colocou uma camisinha transparente e abriu as pernas dela para passar um creme bem líquido que ele trouxe, passou na pussy e no cu dela também. Ela com as pernas totalmente abertas e ele aproximando aquele pau enorme, me dava um pouco de medo que a cabeça dele doesse ao tentar entrar, mas o cara era um profissional, foi enfiando devagar, e ela gritava de prazer-dor que ele estava dando, depois de um tempo percebi que meu esposa tinha enfiado aquela pica toda e só os ovos dele batiam na porta da buceta, era inacreditável a cara de prazer que ela tinha, não parava de gemer e gozar, eu me acariciava minha pica e saiu muito líquido pré-seminal, depois de um bom tempo bombando ele tirou e virou ela pra ficar de frente pra mim na posição de quatro. Ele enfiou de uma vez, arrancando um grito da minha esposa, e metia forte, entra e sai, ela só me olhava e fechava os olhos, ele tirava tudo e enfiava de novo, era incrível ver aquilo, nunca pensei que minha esposa aguentava aquilo e entrava e saía como se fosse de toda vida.
Ficaram assim um bom tempo, e ela pediu pra eu aproximar minha pica da boca dela pra chupar. Ela enfiou de uma vez e fez desaparecer enquanto ele metia cada vez mais rápido, até que gozou dentro dela quase ao mesmo tempo que eu na boca dela. Ver a cara dela de dor e prazer, com meu esperma escorrendo pelos lábios e a pica ainda dura com a camisinha cheia de porra do meu amigo, era uma cena muito louca. Nós três deitamos pra descansar na cama, ela ficou no meio. Assistindo TV pornô, eu e meu amigo Facundo começamos a ter outra ereção, ela tirou a camisinha usada dele e a pica ficou com um pouco de porra. Não sei de onde ela tirou coragem, mas enfiou de novo na boca dela do jeito que tava, enquanto massageava minha pica, ele se ajeitou no meio da cama e ela, aos poucos, pegou minha mão pra eu tocar a pica dele, ela fez como se eu não quisesse, e ele só me olhou com um olhar cúmplice, como se soubesse da minha vontade. Peguei nela e percebi que quase não fechava a mão naquele mastrão, ela começou a me beijar com restos de porra dele, e a gente misturava nossos sucos. Foi aí que ele me pegou pela cabeça e foi me empurrando pra pica dele totalmente dura, comecei a imitar os movimentos dela, e devo dizer que tinha um sabor muito gostoso, depois de um tempo a gente tava brigando eu e minha esposa pra saborear aquela pica, ela me dizia coisas como "você gosta da pica, seu promíscuo, agora vai saber o que ela sente sempre, quero te ver empalado, quero que sinta o mesmo que eu quando você me arrebenta o cu, hoje você vai ser uma puta total". Ouvindo tudo aquilo, eu ficava cada vez mais louco, não sei em que momento estávamos fazendo um lindo triângulo, Facundo lambendo a buceta e o cu da minha esposa, ela saboreando minha pica e chupando meu cu e enfiando dedos, e eu chupando aquela pica como se fosse a última da minha vida, chupava os ovos dele, e cheguei com minha língua até o buraco daquele cu lindo. Devemos ter ficado um bom tempo nisso, até que paramos os três na frente de um espelho grande pra nos beijar e nos tocar. Ele começou a enfiar um dedão no meu cu apertado, mas esse cara estava dilatando ele, me fez ficar de quatro numa cadeira grande, deixando meu cu bem empinado e aberto. Ele passou a mão com lubrificante anal, e massageava com os dedos, enfiava e tirava e colocava mais creme, minha esposa estava louca chupando a pica dele e nem ligava pro que estavam fazendo comigo, acho que recebi uns quatro dedos gigantes dele entrando nas minhas entranhas. Ele disse pra minha esposa que eu estava pronto pra ter o cu arrebentado e ela disse pra começarmos.
Ela se deitou de bruços na cama olhando de frente um espelho, eu comecei a enfiar no cu dela, que sugou rápido minha pica, comecei a me mexer até sentir uma mão pesada nos meus ombros, era pra eu ficar quieto, sentia a respiração dele na minha nuca e ela estava mais concentrada em me ver do que na pica que tinha no cu dela. Ele começou a aproximar aquela cabeçona até a entrada do meu cu, e começou a empurrar, no começo eu não aguentava aquela dor, sentia que minha pele ia rasgar, mas quando ele tentava tirar, doía ainda mais, então eu assenti pra ele continuar, não sentia Prazer, só dor, e pedi num momento que tirasse de mim, tava me matando, ele não me ouviu e continuou, depois de um tempo senti um alívio que aquela cabeça já tinha passado, mas faltava aquele tronco cheio de veias e bem grosso, ele ficou um tempão na porta do meu cu com a pica ali, começou a se mexer só com aquilo entrado, e aí sentia mais prazer do que dor, até que ele tirou de dentro e encheu de creme na cabeça da pica e no meu cu de novo, dessa vez na segunda tentativa entrou mais fácil e sem tanta dor, minha esposa só curtia como eu tava sendo penetrado, e comecei a querer me mexer dentro dela mas percebia que doía mais por trás, por isso ficava parado, só me deixava levar. Ele com muita maestria e paciência metia tudo, até que num momento senti que ia sair pela boca, ele me disse que já tinha entrado tudo, e me fez colocar a mão na porta do meu cu pra eu sentir que só os ovos dele estavam pra fora. Não podia acreditar, estar empalado com uma pica daquelas dentro de mim, a dor já tinha sumido pra dar lugar ao prazer, ele começou a se mexer devagar e eu sentia como aquela cabeça queria sair mas meus esfíncteres não deixavam, já tava bem lubrificado e começamos a nos mover os três, mas com as investidas da minha esposa pra trás e as investidas dele pra frente eu me sentia como um sanduíche, era mais o prazer que sentia no meu cu naquele momento do que na minha pica, ele com seus movimentos só mexia com nós dois. Num momento ele enchia de porra no cu da minha esposa, e gozou vendo como caíam litros de sêmen do cu dela, mas ela não ligava pra isso, só queria me ver sendo penetrado e foi ela a espectadora por um bom tempo.
Ele me fez sair dali, e se deitou de barriga pra cima, e me disse pra sentar na pica dele e começar a cavalgar por cima mas de costas pra ele. Obedeci suas ordens e sentei devagar em cima dele, já sem sentir tanta dor, deixando minha pica ao alcance da minha esposa pra ela tentar chupar ela, mas depois de uns 5 minutos ele gozou dentro de mim, sentindo aquele mastrão pulsar. Eu levantei na hora e, com minha esposa, tiramos a camisinha pra limpar o pau dele.
Era inacreditável aquele garanhão, não murchava, e agora eu entendia quando falam em "dois sem tirar". Ele tava limpo de novo, bem limpinho. Ela também queria sentir aquele pau no cu e se animou sem rodeios, então foi sentando nele, e também gemia de dor e prazer, mas meteu tudo e começou a cavalgar nele de um jeito profissional. Depois de um tempo metendo forte, ele tirou e a gente se ajeitou na cama: eu de barriga pra cima com meu pau duro de novo, ela deitou de barriga pra cima em cima do meu pau e meteu no cu dela — depois daquele pauzão que tinha levado, entrou super fácil — e ele se ajeitou abrindo as pernas dela pra meter de uma vez na buceta. A gente transou um bom tempo até eu encher o intestino dela com umas gotas de porra, e quando ele ia gozar, tirou e arrancou a camisinha pra gozar entre os peitos dela, e chegou até no rosto dela. Era incrível ver a força com que ele jorrava porra. Ela passou aquele esperma quente pelo corpo todo, e eu lambia o rosto dela com minha língua, pra depois, nós dois, deixar o pau do nosso garanhão bem limpinho.
Depois a gente relaxou, ele se trocou, se despediu da gente, deixou um cartão com o celular dele e foi embora.
A gente tomou banho junto pra aliviar e tirar aquele cheiro de sexo dos corpos, e ela começou a me ensaboar inteiro. Quando passou o sabão no meu cu, enfiou uns quatro dedos que entraram super fácil, e automaticamente meu pau endureceu de novo. Ela ainda queria guerra, e a gente trepou ali mesmo em cima do vaso, de cócoras, até eu gozar nas costas dela.
Depois daquela foda do caralho que a gente tinha dado, a gente se trocou e foi pra casinha dormir até tarde, pra depois, de noitinha, se juntar e conversar sobre o que a gente tinha tido coragem de fazer. Com Com o tempo, a gente percebeu como era a nossa sexualidade.
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