Calor, suor, baba e chifres...

Calor, suor, baba e chifres...
vadia

Coisas que acontecem uma vez na vida...

vizinha
Domingo cedo já tava calor, sabia que ia ser um dia foda. Meu sogro tinha me pedido pra arrancar as raízes de uma árvore que tavam atrapalhando na calçada.
Bom, começamos o trampo e entre pá, machado e picareta fomos indo. Chegou a hora da sesta e fiquei sozinho com o machado, o calor tava insuportável.

Não aguentava mais, tirei a camiseta, o short que eu tava tava encharcado, igual a cueca, parecia que eu tinha caído numa piscina.
Minha mulher sai pra me trazer algo pra beber e me avisa que ia pra casa dos primos com a minha sogra, que deixava a porta de casa aberta e pra eu tomar cuidado.

Eram umas 15h quando meu sogro foi embora porque o calor tava demais, eu continuei com o machado no trampo.
Deviam ter passado uns 10 minutos quando vejo um menininho de fralda e descalço correndo, reconheci na hora, era o filho da vizinha da esquina (vou chamar ela de Júlia). O moleque tinha escapado, pelo que parecia.

Júlia é mãe solteira com três filhos: uma de 13, um de 8 e esse de 2 anos. Não é uma gostosa infernal, mas tem um peitão e uma buceta e uma raba digna daquelas leggings lindas que ela veste, é morena de olhos pretos.

Já tinha ouvido umas histórias sobre ela, mas nunca me atrevi nem tive oportunidade de chegar nela. Sempre se soube que ela adora uma rola pobre e tem gosto de mostrar toda a carne que puder.

Bom, voltando ao domingo, esse moleque vira a esquina e vem na minha direção. Eu paro o serviço, não corria uma brisa e no instante que parei de trabalhar comecei a suar mais do que já tava suando.

— Ei, vem cá! — gritei pro menino. Como ele não me conhece, ele para. Eu bloqueio a passagem esperando pegar ele e levar pra casa dele. Nisso, aparece a Júlia correndo, vinha correndo atrás ou procurando ele sei lá de onde.

Ela também descalça, bem à vontade. Quando chega onde eu tô com o menino, ela se surpreende ao me ver, minha aparência não era a que ela tava acostumada a ver. ver, eu sempre ando bem arrumado.
Ai!! ela diz com um gritinho de putinha no cio, na hora um oi, tudo bem, esse moleque escapou de mim...
Haha sim, imaginei, por isso segurei... ela tentava disfarçar o fato de que estava usando um vestido de lycra preto bem curto e velho, e por baixo uma fio dental branca, ou pelo menos clarinha, que deixava tudo transparente.
Na parte do peito, o vestido se soltava do corpo por causa das tetas enormes que ela tem, isso deixava a luz do sol entrar por baixo do vestido, deixando ele ainda mais transparente, um sutiã branco, e as tetas quase escapando por baixo, com certeza de tanto correr atrás do moleque.
Que calor!! falo, olha como eu tô....
Siiim
Tento limpar as mãos na minha calça, e o suor fez grudar, ela levanta o moleque na hora, olha pro meu volume que ficou totalmente exposto no formato...
Naquele momento pensei, pronto, tenho que aproveitar, e solto uma desculpa pelo que ela viu...
Não importa, tudo bem, eu também tô um nojo, toda grudada e suada...
Viu... o menino tava indo embora? falo...
Sim, vai pra casa do padrinho aqui na esquina
Ah...
Ela com o moleque no colo vai pra onde tinha dito que o padrinho do menino morava...
Passa do meu lado e, como tinha que subir por onde eu estava, me pega pelo braço.
Nossa, tô todo suado, Julia... Não importa, adoro suor de homem...
Tchau, pensei, é agora ou nunca
Você volta?
Sim, sim.
Passa aqui na esquina...
Beleza
Continuei trabalhando, mas minha cabeça tava a mil com a frase "adoro suor"... devem ter passado uns 5 minutos, ela volta, o calor era tanto, ela tinha soltado o cabelo e tava prendendo de novo, vinha naquele vestido preto, toda molhada de suor
Chega onde eu tô, faço um sinal e falo, vem? Caminhamos os dois lado a lado sem falar nada, quando chegamos na esquina onde tinha a porta da minha casa (aberta, como minha esposa deixou), puxo ela pra dentro na hora, e Entrecerro a porta, a putaria era astronômica.

Num movimento, tentei tirar o vestido dela, mas ela tava muito suada e custou. Ela não resistiu, levantou os braços e eu terminei tirando o vestido e o sutiã tudo de uma vez. Ver aquelas tetas balançando, todas molhadas, fez minha pica endurecer na hora.

Eu já tava pelado, então me grudei nela e comecei a beijar. Meti a mão entre as pernas gordinhas dela, subi e usei a palavra: buceta bem depilada, deixando escorrer muito suor. O calor subia. Ela mete a mão e pega na minha pica, também depilada, bem molhada, com aquele cheiro típico de trampo...

Ela baixou minha calça e começou a lamber minhas bolas. Nós dois távamos loucos, não sei se pelo calor ou o quê.

Parei ela, baixei a calcinha fio-dental e sem querer rasgou. Ela não ligou pra nada... Comecei a lamber o suor do pescoço dela e falava: "cê gosta, putinha? Te excita?"

Ela ficou doida, o suor escorria pra caralho. Começou a chupar minha pica e massageava ela nas tetas...

Joguei ela no chão e comecei a foder como um louco. Chupava as tetas dela, todas suadas. Enchi as tetas dela de cuspe e massageava... Ela fala, ofegante: "deixa eu por cima, deixa eu por cima que eu gozo..."

Coloquei minhas costas no chão, ela montou em mim. Sentia o suor escorrendo da minha pélvis até meu cu. Ela tentava esfregar todo o suor dela em mim, tava doida. Comecei a sentir uns tremores, ela se joga em cima de mim e eu, louco como tava, cuspi nas tetas dela toda a baba que tinha acumulado na boca...

Ela sentiu aquilo e se apertou contra mim... Sinto como a buceta dela acaba com toda a minha pica. O som era tipo foder numa poça d'água. Entre tremores, ela me apertava e nossos corpos tavam unidos por fios de baba e suor...

Coloquei ela de quatro e continuei fodendo só pra gozar. Em poucos minutos, não sei se cheguei a três... Agarrei as bochechas dela e bati na bunda como um louco, bem antes de encher as costas dela de porra...

Só por sacanagem, espalhei tudo por ela. Nas costas dela e, depois de levantarmos, passei a mesma mão pela boca e rosto dela. Ela colocou a língua pra fora e passou do meu pau até o meu pescoço...

15 minutos depois de entrar, ela já estava indo embora com o vestidinho todo molhado, sem calcinha e com as costas cheias de porra. Eu, por minha vez, me vesti, limpei um pouco e continuei trabalhando com meu machado e com o pau bem vazio.



calor

6 comentários - Calor, suor, baba e chifres...

Un relato caliente como el sol del verano !!!
Pnntines y Reco !


qualidade