Uma sacanagem

Desde que escrevi aquele conto sobre minha sogra, minha mente se abriu pra mais coisas, e comecei a escrever umas coisinhas que vinham na cabeça, eróticas, claro, por isso tô compartilhando com vocês, de um computador humilde pra essa comunidade linda. Depois de muito tempo, voltei, espero que curtam o conto.

Eu tava sentado na cabeceira da mesa, na minha casa, que não interessa pra ninguém saber como era, se tinha janelão, se era espaçosa, se era amarela, vermelha ou azul, era uma casa, igual qualquer casa, com quartos e banheiro, cozinha, lavanderia, chão de madeira, e família. Tava lá eu, sentado na cabeceira — e vou repetir, na cabeceira — vendo uma luta de boxe, nem muito empolgante, nem muito chata, mas eu tava lá, e mais duas pessoas, sim! Não tava sozinho. Meu irmão é um ser que um dia eu amo de paixão e no outro odeio de raiva, tenho vontade de estrangular ele nas segundas ou quintas, depende do meu dia, mas às vezes quero abraçar ele com carinho. Esse ser, além de ser artista, pintor e músico, tem algo muito precioso além dos talentos dele… a namorada. Agora tenho que começar a contar como conheci a Camila, o tesouro, a pedra mais preciosa que já vi na vida. Eles tão juntos há três anos, e quando vi ela entrar por aquela porta… senti fogo por dentro, meu olhar atravessou ela, tirei um raio-X do corpo dela dos pés à cabeça, e guardei aquela imagem na minha mente… todo dia vejo ela, e sempre tem um ponto em comum onde a gente se olha e solta aquele sorriso cúmplice de que os dois tão escondendo algo e adoram isso, e com o passar dos anos, o olhar ficou mais intenso. Chegando aos três anos, acho que devo contar que conheço ela mais que meu irmão, já ouvi cada detalhe sobre ela que nem ele presta atenção, por exemplo: carne no ponto, a coisa mais gostosa do mundo pra ela é Nutella, odeia filme de terror. Ele ama protecionismo, animais, anime, bandas de k-pop, teatro, caça-palavras... cada detalhe dela... cada detalhe.

Eu estava sentado... sim, sim, já sei que falei, mas vocês precisam ver, precisam sentir, estar sentado na cabeceira da mesa, vendo uma luta de boxe na televisão, tranquilamente... até que eles chegam, meu irmão e ELA, sentam no sofá que fica a 10 passos na minha frente e à minha direita. ELA estava vestida com uma saia curta, branca, bem curta, com aquelas pernas longas incríveis que ela tinha, sempre cruzadas, uma regata preta bem decotada, que mostrava a altura dos peitos dela e tentava qualquer homem que olhasse. A luta de fundo ganhou outro sentido, eu acendi um cigarro e lentamente fui tirando ele da boca e soltando a baforada de fumaça para cima, enquanto olhava pra ela... olhava... não como sempre, mas de um jeito mais intenso... mais pecaminoso... eu já a desejava naquele momento e não ligava mais pra nada. O celular do meu irmão toca e ele vai falar no quarto dele... com certeza era alguma puta com quem ele andava... não entendo, pra mim a Camila era a mulher mais linda que já tinha visto, morena, coração enorme, curvas grossas e uma voz sensual, inteligente.

A cada tragada que eu dava no cigarro, minha mente voava, a única coisa que se ouvia era a voz do narrador da luta, mas minha mente... minha mente era rápida como um raio, minha mente... sim, sim, minha mente... minha mente se levantou, jogou a bituca no chão, avançou rápido até ela e, sem dizer uma palavra, peguei ela pelo rosto e dei o melhor beijo da minha vida, um beijo apaixonado daqueles que abre a boca toda e a língua experimenta todo o prazer... ela, entre a surpresa e a confusão, seguiu minha língua... seguiu no ritmo frenético do meu coração, enquanto eu me sentava no sofá e começava a levar minhas mãos até aqueles peitos enormes e redondos que estavam cobertos por aquele sutiã que não tinha nada que estar ali, comecei a apalpar eles freneticamente, Camila se Percebi que ela não entendia nada, mas que tava se divertindo, ou que no fundo ela queria aquilo… não sabia como interpretar a situação, mas tava gostando do que eu tava fazendo. Minhas mãos ligeiras enfiaram por baixo da regata e apertaram e agarraram aqueles peitões enormes que eu tanto queria tocar há três anos, fiz círculos com meus dedos nos mamilos dela, enquanto nossas línguas frenéticas não paravam de se abraçar. Conforme minhas mãos se aproximavam dos mamilos, a respiração dela acelerou e um “Ah… devagarzinho” escapou dela, a mão dela tocou meu peito, passou pela minha barriga por cima da camiseta e chegou até meu pau duro e excitado… as mãos dela, com umas unhas compridas e incríveis, se moviam por cima da minha calça, indo pra cima e pra baixo. Eu já não aguentava mais nada, nem a roupa, não ligava pro meu irmão, pros códigos nem nada, tirei a regata e o sutiã dela, diante da palavra “–NÃO PODEMOS”. Não me importei, continuei… afundei minha boca nos mamilos firmes e excitados daquela morena, e comecei a saboreá-los devagar até que minha boca, no frenesi, começou a lamber mais rápido aqueles peitos doces que ela tava me dando só por alguns minutos, ela tava curtindo, dava pra ver na cara dela, e na mão dela que tava na minha nuca e me apertava contra eles. Ela continuava me tocando e até ela não se aguentou mais… desabotoou minha calça com uma sutileza que eu nunca tinha experimentado na vida, e abaixou o zíper, em poucos segundos a mão dela tava apertando meu pau, como se precisasse sentir ele, meu nível de excitação era inacreditável, meu coração tava na boca… não me importava com nada, queria ela e tava tendo ela, pensava nisso enquanto continuava brincando com os peitos e o pescoço dela, as mãos dela pousaram na minha cabeça e me puxaram… nos olhamos por uns segundos… ela abaixou minha calça e a cueca, eu tava quase nu do lado dela, naquele sofá a gente tava escrevendo uma história… ela pegou meu pau, se inclinou e molhou os lábios… pra que docemente entrasse na boca dela. Senti a língua dela passando por cada veia da minha pica, a boca molhada dela me fez fechar os olhos, enquanto eu acompanhava o movimento com a mão, pra cima e pra baixo via a cabeça da Camila entre pequenos gemidos, o ritmo aumentando... o calor tomou conta de mim, tirei a camiseta... e coloquei a mão dela na buceta dela, que já tava bem molhada por sinal... Ela disse 3 palavras, que foram as que mais ficaram na minha cabeça... —NÃO AGUENTO MAIS...

Ela levantou a saia e sentou em cima de mim... sentir como eu penetrei ela devagar foi uma delícia pros dois, a gente se falava com o olhar... ela começou a se mexer... a percorrer toda a minha pica pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, enquanto os gemidos baixinhos dela adoçavam meu ouvido... os peitões enormes dela estavam bem na altura da minha boca, o que a deixava mais louca ainda, ela se tocava, ou com as mãos dela me puxava pra perto dos peitos e me obrigava a colocar a língua pra fora e passar por aqueles bicos duros e excitados, doce néctar dos deuses.

TIN TIN TIN a campainha toca e alguém passa na frente da TV... era meu irmão que tinha voltado de falar no telefone... eu tava com o cigarro na mão, cheio de cinzas e o filtro... olhando fixo pra Camila... —EI! Fer, cê tá bem? Ela pergunta... —Tô sim, desculpa... só que a mente me pregou uma peça.

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