Beleza, vamos pra segunda parte dessa história, espero que vocês curtam. Pra quem tá começando agora, deixo aqui embaixo o link da primeira parte. Só pra situar: uma noite, espiando pela minha janela, vi que os vizinhos do 3B estavam transando e fiquei de olho — foi aí que começou essa história quente.
Depois de ler aquilo, fiquei branco, pasmo, sem saber de onde tinha vindo… Se foi a parceira que me deixou, se alguém me pegou espiando… A verdade é que fiquei com aquilo martelando na cabeça até dormir. No outro dia, quando acordei umas 8 da manhã, me vesti, tomei café e fui pro trabalho. Passei o dia normal, mas de vez em quando aquela nota que deixaram anonimamente no meu apê passava pela minha cabeça. Tava morrendo de curiosidade pra saber quem foi. O expediente já tava chegando ao fim, arrumei um pouco minha mesa e fui pra casa. Quando chego no prédio, encontro o porteiro e a gente começa a bater um papo. Perguntei sobre uns reparos que precisava fazer. Nessa hora, vejo a senhora do 3B chegando. Ela me olha fixo nos olhos, eu não desviei o olhar. Ela passa do nosso lado e nos cumprimenta de passagem, vai pro elevador e, uma vez lá dentro, antes de fechar a porta, me olha e pisca um olho. Naquele exato momento, meu pau ficou duríssimo e meus ouvidos já não escutavam mais o porteiro me dando as explicações sobre os reparos que eu tinha que fazer:
Eu – Juan (é assim que o porteiro se chama), não se preocupa, durante a semana eu te deixo as chaves do apê e você faz os reparos, sem problema.
Juan – Ah, beleza, me parece bem. Eu termino tudo no dia.
Eu – Fechado então… Uma pergunta, você sabe como se chama a senhora que passou agora?
Juan – Quem, a do 3B?
Eu – (me fazendo de desentendido) Hmmm, não sei em que apê ela mora, a que acabou de passar.
Juan – Sim, a peituda? Mora no 3B, chama Cláudia. Pra que você quer saber?
Eu – Preciso perguntar umas coisas pra ela… Nada importante… (não sabia o que dizer pro Juan)
Juan – Sim, sim, Cláudia. O marido é o grandão Miguel, ele é médico, ela dermatologista. São muito gente boa.
Eu – (usando as informações que ele me deu) Sim, sabia que ela é dermatologista, por isso queria perguntar sobre uns cremes que me receitaram…
Juan – Certeza que ela não vai ter problema em te ajudar.
Eu – Beleza, então. Muito bom. Sabe se o marido tá em casa agora? Porque não quero tocar a campainha e ela estar sozinha, sabe como os vizinhos são fofoqueiros e adoram inventar histórias.
João - hahaha sim, são terríveis!!! O marido sempre chega umas 8 da noite. Se quiser, quando eu ver ele, te mando uma mensagem pra você saber que ele chegou e poder descer pra falar com ela.
Eu - huu, você é foda!!! Valeu, espero sua mensagem!!! Até mais.
Depois de ter essa informação, fui pro meu apê. Assim que abro a porta, encontro outro bilhete anônimo dizendo: "Cara, às 18h dá uma olhada pela sua janela. Você vai gostar do que tem pra você."
Olho pro relógio e faltavam 30 minutos pra essa hora. Sendo ansioso como sou, fui na hora espiar pela janela. O apê da Cláudia estava completamente fechado, a persiana do quarto dela totalmente abaixada. Então fui pro meu quarto tirar a roupa de trabalho e tomar um banho rápido. Quando terminei, como de costume, fiquei pelado andando pelo apê esperando as 18h. Quando chegou a hora, fui até o banco da janela pra ver qual era a surpresa. Olhei pela janela e vi que a persiana da Cláudia estava aberta e as cortinas de tecido estavam levantadas de baixo até a metade. Só dava pra ver parte do chão do quarto. Me chamou a atenção... Passaram alguns segundos e vejo uns pés descalços. Por causa da posição das cortinas, só dava pra ver até os joelhos da minha vizinha veterana. Vejo ela sentar no chão, estava pelada. Ela se acomodou, apoiando a sola dos pés no vidro da janela. Entre as pernas, colocou um papel escrito com canetão preto que dizia: "Aproveita teu show... pervertido." Deixou o cartaz de lado e começou a se masturbar. Primeiro com os dedos, e depois enfiou um consolo preto de tamanho grande. A distância e a buceta peluda não deixavam ver o show em detalhes, mas a situação me excitava pra caralho. Desde que me separei (9 meses)... Nada me motivava tanto quanto ela ali, se tocando pra mim enquanto eu olhava… meus olhos não saíam da janela dela e minhas mãos tentavam copiar o ritmo que ela levava com o brinquedo dela. Minha gozada era iminente, nós dois estávamos numa velocidade extrema… e o grande momento chegou. Com uma mão eu me segurava no batente da janela e a outra dava os últimos socos no meu pau, completamente duro e com as veias saltadas… apertei a cabeça do meu pau querendo segurar o momento, mas não tinha mais volta. Minhas bolas subiram e o leite começou a jorrar em borbotões da minha cabecinha vermelha, ao mesmo tempo que a parede se enchia de porra quente. Claudia desabou, encostando as costas no chão e, com os calcanhares fazendo força, levantou a bunda, deixando ver em detalhe como os pelos da buceta dela estavam completamente molhados. Ela tirou o intruso preto por completo e ficou estirada no chão, as pernas dela tendo espasmos involuntários — esses movimentos me fizeram entender que ela também tinha conseguido chegar a um orgasmo forte.
Os minutos passavam e nós dois continuávamos imóveis. Claudia, de vez em quando, acariciava a própria entreperna; eu respirava fundo, tentando recuperar o ar. Foi algo muito excitante. Peguei forças e me levantei do banquinho, fiquei parado uns segundos. A coroa se levantou e eu vi a presença dela sumir do meu alcance de visão. Daí a pouco, ela levantou a cortina por completo, abriu uma das folhas de vidro e, vestida com a camiseta que mal cobria as coxas, se preparou pra fumar um cigarro, olhando fixo pra minha janela. A gente se olhou com um sorriso cúmplice por um momento. Ela se virou e, num papel, escreveu: “Esse foi meu presentinho pro vizinho mais pervertido”. Eu mandei um beijo de longe e fechei a janela. Queria que ela soubesse que eu amava aquela situação, mas não queria que pensasse que eu tava desesperado por ela. Meu corpo tava cansado como se eu tivesse corrido uma maratona. Fui pro sofá da sala e me Me recostei pra ver TV, mas não conseguia prestar atenção em nada… Minha mente só pensava na Cláudia, agora eu queria ir além… queria comer ela… aquela mulher tava me deixando louco… Decidi botar meu plano em prática, peguei o PC e procurei o nome de dois cremes pra pele, tava decidido a tocar a campainha dela quando o marido chegasse. Quando achei os nomes dos cremes, anotei num papel, peguei o celular e mandei mensagem pro porteiro perguntando se ele tinha visto o vizinho do 3B chegar. Em minutos ele respondeu que tinha chegado fazia 15 minutos. Agradeci a info e fui rápido pro meu quarto, vesti um joguin sem cueca, uma camiseta e o tênis, peguei o papel com os nomes dos cremes e saí pro apê da minha vizinha perversa. O tempo que levei pra chegar na porta dela foi uma eternidade… Uma vez na frente da campainha, hesitei mais de 10 vezes se tocava ou não… Até que me decidi e toquei…
DING DONG DING DONG
Cláudia – Quem é?
Eu – Eee… Oi… Sou o Lucas… Seu vizinho do 4º andar…
Silêncio…
Cláudia – Quem???
Eu – Lucas… Sou o vizinho do 4B… O João, o porteiro, me disse que você é dermatologista e queria te consultar…
Cláudia – Espera um segundinho que já vou abrir…
Ouvi a Cláudia falando com o marido… Ela abriu a porta um pouco e, quando me viu, ficou vermelha, parecia um tomate…
Eu – Oi, tudo bem? Sou o Lucas, moro no 4B. Outro dia, conversando com o João (o porteiro), comentei que precisava comprar uns cremes e ele disse pra perguntar pra você, que é dermatologista, que podia me ajudar… Pode?
Cláudia – Prazer, Lucas. Vem, entra.
Ela abriu a porta e, apontando pra uma cadeira na sala de jantar, me indicou pra sentar…
Cláudia – Que bagunça que eu sou, prazer, meu nome é Cláudia. Como posso te ajudar?
Na hora, improvisei uma mentira sobre os cremes e blá blá blá. No meio das explicações que ela tava me dando, aparece o marido dela saindo do banheiro, pelado, só com a toalha amarrada na cintura… cintura….
Claudia – Ele é o Miguel, meu marido.
Miguel – Oi, prazer (enquanto estende a mão me cumprimentando)
Eu – Oi Miguel, eu sou o Lucas.
Claudia – Ele é o vizinho do 4B, veio me perguntar sobre uns cremes que receitaram pra ele.
A gente continuou conversando um pouco, Miguel foi pro quarto e a Claudia pediu pra eu esperar uns minutos que ela ia ver se tinha algumas amostras grátis dos cremes. Daí a pouco ela voltou com uma sacola cheia de cremes, achou os que “tinham receitado” pra mim e me deu vários. Nessa hora o Miguel sai já vestido e fala pra Claudia:
Miguel – Love, vou até o supermercado comprar umas coisas, volto daqui a pouco.
Ele me cumprimentou e saiu do apê, ficamos sozinhos, o silêncio tomou conta do lugar… A verdade é que eu não sabia o que fazer e senti que ela tava meio desconfortável, então levantei, agradeci pelos cremes e fui na direção da porta. Ela também levantou e foi me abrir. Quando ela ia abrir a porta, coloquei a mão contra ela, impedindo a abertura, e falei:
Eu – Claudia… Você me enlouquece… O show que você me deu me fez explodir de um jeito que eu nem imaginava, foi algo incrível!!!
Claudia – Comigo foi a mesma coisa… Foi pura tesão. Mas você é novo… Como pode ficar com tesão por uma coroa que nem eu…?
Eu não respondi… Só peguei a mão dela e coloquei dentro do meu moletom… Ela apertou meu pau bem forte e aí sim…
Eu – Você não é coroa nenhuma, é uma mulherão, é uma gostosa, e tá vendo como me deixa… Isso, deixa ele bem durinho, bebê..
Claudia – Isso, você tá no pico, mas é uma loucura mesmo, a gente fazendo isso, meu marido já vai voltar….
Eu – Adoraria poder te foder todinha pra você perceber o que causa num homem, não sei como são as coisas com seu marido, mas eu não vou parar até te comer….
Nessa hora a Claudia me empurrou contra a porta, beijou meus lábios com força, bem bruta, enfiou a língua até o fundo da minha boca. Nem pensei duas vezes e apertei a bunda dela. Peguei os peitos dela com as duas mãos, ela se grudou no meu corpo esfregando a buceta dela no meu pau duro, que ainda tava coberto pela calça. A gente se esfregou por uns segundos e, de repente, ela parou…
Claudia – Chega, o Miguel vai chegar…
Eu – Beleza, chega, mas hoje, quando você der pra ele, deixa a cortina aberta pra eu bater uma enquanto vejo vocês…
Claudia – Bom, tenho que admitir que me excita muito você nos ver… Por enquanto, vaza, depois a gente vê o que rola…
Eu não respondi nada e abri a porta pra ir pro meu apê. Quando tava saindo da casa dela, ela esticou o braço e, de um puxão, me jogou de volta pra dentro, fechou a porta com força, me encostou nela e, de uma vez, puxou minha calça de moletom até o chão. Ajoelhou, colocou as duas mãos na minha cintura e começou um boquete foda. Enfiava tudo na boca, segurava bem na garganta umas cinco ou seis vezes, até começar a chupar bem rápido, sem parar. Eu não aguentei nada, em cinco minutos enchi a boca dela de porra. Ela não deixou vazar nada, engoliu tudo. Ajeitou minha calça de novo, levantou, ergueu a camiseta comprida dela e tirou a calcinha que tava usando. A parte da buceta tava toda molhada. Ela amassou a calcinha e colocou no meu bolso direito…
Claudia – Essa calcinha é um presentinho pra você ter com o que bater uma hoje quando nos ver… Espero que amanhã me devolva ela cheia de porra…
Depois de falar isso, me empurrou pra fora do apartamento dela. Eu fiquei paralisado… Subi pro meu apê, fui pra cozinha, tirei a calcinha do bolso, estiquei e dei uma cheirada boa. Tava completamente molhada… O cheiro era forte, muito excitante sentir o aroma de uma mulher no cio… Deixei a calcinha no banco e fui cozinhar alguma coisa. Comi vendo TV um pouco, tentando tirar a Claudia da cabeça… Logicamente, não consegui. Na minha cabeça, só rodavam as imagens dela chupando meu pau… Terminei de comer, lavei os pratos e montei um baseado que tava pensando em fumar enquanto via o show dos meus vizinhos. Já com tudo pronto, fui pra janela… O 3B tava com a janela completamente fechada… Esperei um tempinho… e nada, não tinha ação… Então, quando terminei o baseado, fui pro meu quarto dormir. Me deitei, tentava pegar no sono mas não conseguia — a Claudia aparecia uma hora e outra… Não aguentava mais, então fui pra cozinha, peguei a lembrancinha que ela me deu e voltei pra cama. Me deitei e bati uma punheta daquelas, cheirando aquele pedaço de pano que já tava quase seco… Quando tava quase gozando, coloquei a calcinha em cima da cama e enchi ela de porra — ficou toda melada. Agora sim, com os ovinhos vazios, consegui dormir.
@juntosdinamita
@h_chapó
@darogarcia
@casado41
@javier1371
@tu_potro_Sex
@elsebamza
Primera parte
http://www.poringa.net/posts/relatos/2930118/Los-pervertidos-del-3b.html
Depois de ler aquilo, fiquei branco, pasmo, sem saber de onde tinha vindo… Se foi a parceira que me deixou, se alguém me pegou espiando… A verdade é que fiquei com aquilo martelando na cabeça até dormir. No outro dia, quando acordei umas 8 da manhã, me vesti, tomei café e fui pro trabalho. Passei o dia normal, mas de vez em quando aquela nota que deixaram anonimamente no meu apê passava pela minha cabeça. Tava morrendo de curiosidade pra saber quem foi. O expediente já tava chegando ao fim, arrumei um pouco minha mesa e fui pra casa. Quando chego no prédio, encontro o porteiro e a gente começa a bater um papo. Perguntei sobre uns reparos que precisava fazer. Nessa hora, vejo a senhora do 3B chegando. Ela me olha fixo nos olhos, eu não desviei o olhar. Ela passa do nosso lado e nos cumprimenta de passagem, vai pro elevador e, uma vez lá dentro, antes de fechar a porta, me olha e pisca um olho. Naquele exato momento, meu pau ficou duríssimo e meus ouvidos já não escutavam mais o porteiro me dando as explicações sobre os reparos que eu tinha que fazer:
Eu – Juan (é assim que o porteiro se chama), não se preocupa, durante a semana eu te deixo as chaves do apê e você faz os reparos, sem problema.
Juan – Ah, beleza, me parece bem. Eu termino tudo no dia.
Eu – Fechado então… Uma pergunta, você sabe como se chama a senhora que passou agora?
Juan – Quem, a do 3B?
Eu – (me fazendo de desentendido) Hmmm, não sei em que apê ela mora, a que acabou de passar.
Juan – Sim, a peituda? Mora no 3B, chama Cláudia. Pra que você quer saber?
Eu – Preciso perguntar umas coisas pra ela… Nada importante… (não sabia o que dizer pro Juan)
Juan – Sim, sim, Cláudia. O marido é o grandão Miguel, ele é médico, ela dermatologista. São muito gente boa.
Eu – (usando as informações que ele me deu) Sim, sabia que ela é dermatologista, por isso queria perguntar sobre uns cremes que me receitaram…
Juan – Certeza que ela não vai ter problema em te ajudar.
Eu – Beleza, então. Muito bom. Sabe se o marido tá em casa agora? Porque não quero tocar a campainha e ela estar sozinha, sabe como os vizinhos são fofoqueiros e adoram inventar histórias.
João - hahaha sim, são terríveis!!! O marido sempre chega umas 8 da noite. Se quiser, quando eu ver ele, te mando uma mensagem pra você saber que ele chegou e poder descer pra falar com ela.
Eu - huu, você é foda!!! Valeu, espero sua mensagem!!! Até mais.
Depois de ter essa informação, fui pro meu apê. Assim que abro a porta, encontro outro bilhete anônimo dizendo: "Cara, às 18h dá uma olhada pela sua janela. Você vai gostar do que tem pra você."
Olho pro relógio e faltavam 30 minutos pra essa hora. Sendo ansioso como sou, fui na hora espiar pela janela. O apê da Cláudia estava completamente fechado, a persiana do quarto dela totalmente abaixada. Então fui pro meu quarto tirar a roupa de trabalho e tomar um banho rápido. Quando terminei, como de costume, fiquei pelado andando pelo apê esperando as 18h. Quando chegou a hora, fui até o banco da janela pra ver qual era a surpresa. Olhei pela janela e vi que a persiana da Cláudia estava aberta e as cortinas de tecido estavam levantadas de baixo até a metade. Só dava pra ver parte do chão do quarto. Me chamou a atenção... Passaram alguns segundos e vejo uns pés descalços. Por causa da posição das cortinas, só dava pra ver até os joelhos da minha vizinha veterana. Vejo ela sentar no chão, estava pelada. Ela se acomodou, apoiando a sola dos pés no vidro da janela. Entre as pernas, colocou um papel escrito com canetão preto que dizia: "Aproveita teu show... pervertido." Deixou o cartaz de lado e começou a se masturbar. Primeiro com os dedos, e depois enfiou um consolo preto de tamanho grande. A distância e a buceta peluda não deixavam ver o show em detalhes, mas a situação me excitava pra caralho. Desde que me separei (9 meses)... Nada me motivava tanto quanto ela ali, se tocando pra mim enquanto eu olhava… meus olhos não saíam da janela dela e minhas mãos tentavam copiar o ritmo que ela levava com o brinquedo dela. Minha gozada era iminente, nós dois estávamos numa velocidade extrema… e o grande momento chegou. Com uma mão eu me segurava no batente da janela e a outra dava os últimos socos no meu pau, completamente duro e com as veias saltadas… apertei a cabeça do meu pau querendo segurar o momento, mas não tinha mais volta. Minhas bolas subiram e o leite começou a jorrar em borbotões da minha cabecinha vermelha, ao mesmo tempo que a parede se enchia de porra quente. Claudia desabou, encostando as costas no chão e, com os calcanhares fazendo força, levantou a bunda, deixando ver em detalhe como os pelos da buceta dela estavam completamente molhados. Ela tirou o intruso preto por completo e ficou estirada no chão, as pernas dela tendo espasmos involuntários — esses movimentos me fizeram entender que ela também tinha conseguido chegar a um orgasmo forte.
Os minutos passavam e nós dois continuávamos imóveis. Claudia, de vez em quando, acariciava a própria entreperna; eu respirava fundo, tentando recuperar o ar. Foi algo muito excitante. Peguei forças e me levantei do banquinho, fiquei parado uns segundos. A coroa se levantou e eu vi a presença dela sumir do meu alcance de visão. Daí a pouco, ela levantou a cortina por completo, abriu uma das folhas de vidro e, vestida com a camiseta que mal cobria as coxas, se preparou pra fumar um cigarro, olhando fixo pra minha janela. A gente se olhou com um sorriso cúmplice por um momento. Ela se virou e, num papel, escreveu: “Esse foi meu presentinho pro vizinho mais pervertido”. Eu mandei um beijo de longe e fechei a janela. Queria que ela soubesse que eu amava aquela situação, mas não queria que pensasse que eu tava desesperado por ela. Meu corpo tava cansado como se eu tivesse corrido uma maratona. Fui pro sofá da sala e me Me recostei pra ver TV, mas não conseguia prestar atenção em nada… Minha mente só pensava na Cláudia, agora eu queria ir além… queria comer ela… aquela mulher tava me deixando louco… Decidi botar meu plano em prática, peguei o PC e procurei o nome de dois cremes pra pele, tava decidido a tocar a campainha dela quando o marido chegasse. Quando achei os nomes dos cremes, anotei num papel, peguei o celular e mandei mensagem pro porteiro perguntando se ele tinha visto o vizinho do 3B chegar. Em minutos ele respondeu que tinha chegado fazia 15 minutos. Agradeci a info e fui rápido pro meu quarto, vesti um joguin sem cueca, uma camiseta e o tênis, peguei o papel com os nomes dos cremes e saí pro apê da minha vizinha perversa. O tempo que levei pra chegar na porta dela foi uma eternidade… Uma vez na frente da campainha, hesitei mais de 10 vezes se tocava ou não… Até que me decidi e toquei…
DING DONG DING DONG
Cláudia – Quem é?
Eu – Eee… Oi… Sou o Lucas… Seu vizinho do 4º andar…
Silêncio…
Cláudia – Quem???
Eu – Lucas… Sou o vizinho do 4B… O João, o porteiro, me disse que você é dermatologista e queria te consultar…
Cláudia – Espera um segundinho que já vou abrir…
Ouvi a Cláudia falando com o marido… Ela abriu a porta um pouco e, quando me viu, ficou vermelha, parecia um tomate…
Eu – Oi, tudo bem? Sou o Lucas, moro no 4B. Outro dia, conversando com o João (o porteiro), comentei que precisava comprar uns cremes e ele disse pra perguntar pra você, que é dermatologista, que podia me ajudar… Pode?
Cláudia – Prazer, Lucas. Vem, entra.
Ela abriu a porta e, apontando pra uma cadeira na sala de jantar, me indicou pra sentar…
Cláudia – Que bagunça que eu sou, prazer, meu nome é Cláudia. Como posso te ajudar?
Na hora, improvisei uma mentira sobre os cremes e blá blá blá. No meio das explicações que ela tava me dando, aparece o marido dela saindo do banheiro, pelado, só com a toalha amarrada na cintura… cintura….
Claudia – Ele é o Miguel, meu marido.
Miguel – Oi, prazer (enquanto estende a mão me cumprimentando)
Eu – Oi Miguel, eu sou o Lucas.
Claudia – Ele é o vizinho do 4B, veio me perguntar sobre uns cremes que receitaram pra ele.
A gente continuou conversando um pouco, Miguel foi pro quarto e a Claudia pediu pra eu esperar uns minutos que ela ia ver se tinha algumas amostras grátis dos cremes. Daí a pouco ela voltou com uma sacola cheia de cremes, achou os que “tinham receitado” pra mim e me deu vários. Nessa hora o Miguel sai já vestido e fala pra Claudia:
Miguel – Love, vou até o supermercado comprar umas coisas, volto daqui a pouco.
Ele me cumprimentou e saiu do apê, ficamos sozinhos, o silêncio tomou conta do lugar… A verdade é que eu não sabia o que fazer e senti que ela tava meio desconfortável, então levantei, agradeci pelos cremes e fui na direção da porta. Ela também levantou e foi me abrir. Quando ela ia abrir a porta, coloquei a mão contra ela, impedindo a abertura, e falei:
Eu – Claudia… Você me enlouquece… O show que você me deu me fez explodir de um jeito que eu nem imaginava, foi algo incrível!!!
Claudia – Comigo foi a mesma coisa… Foi pura tesão. Mas você é novo… Como pode ficar com tesão por uma coroa que nem eu…?
Eu não respondi… Só peguei a mão dela e coloquei dentro do meu moletom… Ela apertou meu pau bem forte e aí sim…
Eu – Você não é coroa nenhuma, é uma mulherão, é uma gostosa, e tá vendo como me deixa… Isso, deixa ele bem durinho, bebê..
Claudia – Isso, você tá no pico, mas é uma loucura mesmo, a gente fazendo isso, meu marido já vai voltar….
Eu – Adoraria poder te foder todinha pra você perceber o que causa num homem, não sei como são as coisas com seu marido, mas eu não vou parar até te comer….
Nessa hora a Claudia me empurrou contra a porta, beijou meus lábios com força, bem bruta, enfiou a língua até o fundo da minha boca. Nem pensei duas vezes e apertei a bunda dela. Peguei os peitos dela com as duas mãos, ela se grudou no meu corpo esfregando a buceta dela no meu pau duro, que ainda tava coberto pela calça. A gente se esfregou por uns segundos e, de repente, ela parou…
Claudia – Chega, o Miguel vai chegar…
Eu – Beleza, chega, mas hoje, quando você der pra ele, deixa a cortina aberta pra eu bater uma enquanto vejo vocês…
Claudia – Bom, tenho que admitir que me excita muito você nos ver… Por enquanto, vaza, depois a gente vê o que rola…
Eu não respondi nada e abri a porta pra ir pro meu apê. Quando tava saindo da casa dela, ela esticou o braço e, de um puxão, me jogou de volta pra dentro, fechou a porta com força, me encostou nela e, de uma vez, puxou minha calça de moletom até o chão. Ajoelhou, colocou as duas mãos na minha cintura e começou um boquete foda. Enfiava tudo na boca, segurava bem na garganta umas cinco ou seis vezes, até começar a chupar bem rápido, sem parar. Eu não aguentei nada, em cinco minutos enchi a boca dela de porra. Ela não deixou vazar nada, engoliu tudo. Ajeitou minha calça de novo, levantou, ergueu a camiseta comprida dela e tirou a calcinha que tava usando. A parte da buceta tava toda molhada. Ela amassou a calcinha e colocou no meu bolso direito…
Claudia – Essa calcinha é um presentinho pra você ter com o que bater uma hoje quando nos ver… Espero que amanhã me devolva ela cheia de porra…
Depois de falar isso, me empurrou pra fora do apartamento dela. Eu fiquei paralisado… Subi pro meu apê, fui pra cozinha, tirei a calcinha do bolso, estiquei e dei uma cheirada boa. Tava completamente molhada… O cheiro era forte, muito excitante sentir o aroma de uma mulher no cio… Deixei a calcinha no banco e fui cozinhar alguma coisa. Comi vendo TV um pouco, tentando tirar a Claudia da cabeça… Logicamente, não consegui. Na minha cabeça, só rodavam as imagens dela chupando meu pau… Terminei de comer, lavei os pratos e montei um baseado que tava pensando em fumar enquanto via o show dos meus vizinhos. Já com tudo pronto, fui pra janela… O 3B tava com a janela completamente fechada… Esperei um tempinho… e nada, não tinha ação… Então, quando terminei o baseado, fui pro meu quarto dormir. Me deitei, tentava pegar no sono mas não conseguia — a Claudia aparecia uma hora e outra… Não aguentava mais, então fui pra cozinha, peguei a lembrancinha que ela me deu e voltei pra cama. Me deitei e bati uma punheta daquelas, cheirando aquele pedaço de pano que já tava quase seco… Quando tava quase gozando, coloquei a calcinha em cima da cama e enchi ela de porra — ficou toda melada. Agora sim, com os ovinhos vazios, consegui dormir.
@juntosdinamita
@h_chapó
@darogarcia
@casado41
@javier1371
@tu_potro_Sex
@elsebamza
Primera parte
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9 comentários - Os tarados do 3B - parte 2