O Corpo Gostoso da Mamãe II

Já no shopping me senti mais calmo, não ficar sozinho com a minha mãe me faria pensar em outra coisa, pelo menos por algumas horas ia me fazer bem. Na hora de entrar, os olhares dos homens não passaram despercebidos, caras de todas as idades olhavam minha mãe dos pés à cabeça, sem nenhum pudor, alguns deixavam bem clara a intenção de querer puxar conversa ou tentar alguma coisa, até chegavam muito perto e um ou outro tentava esbarrar nela com a mão, usando a desculpa de que não viram ou tropeçaram, e pra completar a façanha, olhavam pra bunda dela enquanto se afastavam.

Só que, apesar de tudo, não sou de ter ciúmes, mas não sei o que deu em mim ultimamente que comecei a sentir um certo ciúme da minha mãe. Uma coisa eu tenho certeza que mudou: comecei a olhar pra ela com outros olhos, me toquei do pedaço de mulher que morava na minha própria casa.

Depois de aguentar um monte de tarados no shopping, o sangue já tava fervendo de raiva, dava vontade de bater naqueles caras por querem passar a mão na minha mãe, sendo que eles mesmos diziam "foi sem querer".

- O que eu não faria com você na cama, meu amoooor!!! – Gritou um moleque com um assobio, acompanhado por um grupo de jovens, eram uns 7 ou 8 no total.

Era óbvio que aquele grito era pra minha mãe, eles estavam olhando na nossa direção. O que mais me surpreendeu é que minha mãe não fez nenhuma cara de nojo, ficava olhando as vitrines das lojas como se nada tivesse acontecendo, talvez já estivesse acostumada a aguentar esse tipo de cantada.

- Entrega essa raba, mamitaaa!! – Dessa vez o grito veio do moleque mais bombado do grupo.

Quando ouvi aquilo, não aguentei mais, virei e encarei ele direto, não dava mais pra aturar aqueles caras falando essas coisas da minha mãe. Quis me aproximar do grupinho pra encarar eles. Caminhei na direção deles sem saber direito o que ia fazer, não tenho tanto músculo quanto o que falou, mas alguma ideia ia surgir. Andei até ficar bem perto do grandão, mas de repente... agarrou meu braço por trás, era a Eli me envolvendo com os braços numa espécie de abraço e se grudando no meu corpo, os peitos dela se apertaram contra mim, fazendo contato com meu torso.

- Não se preocupa, amor, não vale a pena se estressar com esses idiotas... vamos pra parte de lingerie que a mamãe quer comprar umas coisas

Na hora que minha mãe falou isso no meu ouvido, com um beijo na bochecha, olhei pro grandalhão com um sorriso desafiador e vitorioso. Me senti um sortudo por estar com uma mulher desejada, que todos os homens olham, pela beleza e pelo corpo escultural que não passa despercebido em lugar nenhum.

Decidi deixar de lado o grupo de pervertidos que me olharam com raiva. Subimos pro 3º andar do shopping e encontramos uma loja de roupas chamada "Miss Kiss". Já de longe dava pra ver que era uma loja feminina. Entramos e, sem dúvida, era um lugar cheio de roupas de mulher, um verdadeiro deserto pra homem. Na hora, vi um monte de garotas escolhendo roupas de todo tipo: leggings, calças, biquínis, sapatos. Logo apareceu uma loira gostosa com um mini short jeans que mal cobria o começo da bunda dela. Não tinha peito nenhum, mas o que faltava ali, compensava com aquele rabo grande e volumoso.

A loira, quando viu minha mãe, ficou encarando ela por um bom tempo, talvez não acreditando que uma mulher daquela idade pudesse ter um corpo daqueles. Comigo também rolava isso, era incrível ver aquele corpo escultural, esculpido pelos deuses, aquelas curvas te davam um troço só de olhar, era coisa de outro mundo.

Tentei achar minha mãe e no final ela tava do meu lado, me olhando com cara de decepcionada e balançando a cabeça, tipo "de novo olhando com cara de bobo". Não entendi a reação dela, por que tava me olhando daquele jeito? Ficou me encarando por uns segundos até que finalmente falou:

- Vamos pegar a roupa de academia e vazar daqui de uma vez Alexandro - Me disse com voz séria

Parece que eu meti os pés pelas mãos de novo, quando minha mãe me chama assim é porque claramente ficou puta. Com certeza me pegou olhando pra loira, tudo tá dando errado pra mim ultimamente, melhor seguir ela antes que aconteça alguma outra coisa vergonhosa.

Ela foi até a seção de leggings e moletons, pegou uma legging vermelha com detalhes brancos nas laterais, mas o mais interessante que vi é que essa mesma legging era meio transparente, comecei a imaginar as milhões de possibilidades de como ficaria na minha mãe com ou sem calcinha, com aquela bunda enorme fazendo exercícios na esteira, as nádegas balançando de um lado pro outro a cada passo que ela desse, sem mencionar o quão incrível seria estar ali atrás olhando enquanto ela malha ou faz as tarefas de casa. Tudo isso mudou da noite pro dia, o jeito de vê-la agora de certa forma me assustava, como um filho pode ficar imaginando a própria mãe desse jeito.

- O que você acha, filho? Gosta dessa cor pra mim? - Perguntou com uma voz diferente e sensual

Eu não tava entendendo, há pouco ela tava puta e agora tá carinhosa e meiga?

- Hmm... Sim, mãe, tá muito bom - Respondi timidamente

- Não sei se compro porque acho que vai ficar meio apertada em mim, querido

Com as mãos ela começou a esticar e examinar bem a legging, percebi que ela não tava muito segura, tinha algo na cabeça, mas eu não me animava a perguntar, tava com medo de como ela ia reagir ou do que ia responder, mas no final respirei fundo e perguntei

- Por que você não experimenta primeiro?

Ela ficou pensando um momento olhando a legging, eu não sabia se tinha irritado ela ou se não tinha gostado do que falei.

- Mmm okay, mas só com uma condição

- Qual?

- Se você me disser se fica bem em mim ou não

Eu tava sem acreditar, não esperava que ela pedisse isso, tinha pensado em outra coisa tipo lavar a louça por uma semana ou Colocar a roupa na máquina de lavar, mas isso superou minhas expectativas. Fiquei de pau duro na hora, não sabia como fazer pra não perceberem, se alguém estivesse me olhando naquele momento, teria visto minha ereção sem dúvida. Além disso, não sabia por que tinha ficado daquele jeito e por que estava pensando desse jeito na minha mãe, ela era uma mulher muito respeitosa, gentil, educada.

- Emm S… Sim!! – Não sabia como responder a um pedido tão glorioso.

Ela foi até o provador e tive que esperar 3 minutos, que foram uma eternidade, enquanto isso fiquei espiando algumas peças da loja, tinha de tudo, conjuntos sexy, lingerie, sutiãs, jeans. Peguei uma tanguinha muito pequena que não tinha tecido, só fios que não cobririam nada, comecei a imaginar como ficaria na minha mãe, só de pensar já ficava duro. Ouvi a voz da minha mãe, era o sinal pra eu entrar e ver ela. Assim que entrei, meus olhos desviaram pras pernas dela, aquela cor tão chamativa me atraiu na hora, parecia um ímã, queria me jogar e tocar, apertar, beijar ou fazer tudo que vocês imaginam com muita vontade. Aquela legging ficava muito colada na pele dela, não sabia como o tecido não rasgava ou rompia, era incrível, marcava perfeitamente as curvas, as coxas pareciam dois canhões grandes que te garanto que nem com três mãos você abraça inteiro, até parecia que era a segunda pele dela. Ela se virou pra me mostrar como ficava por trás e definitivamente era igual às minhas imaginações, as costas dela eram tão lisas e retas que na parte de baixo começava uma curva tão mas tão grande que indicava o início da bunda dela, era surpreendente ver aquela obra de arte. A legging ficava tão apertada que esticava demais pra aguentar aquela carne toda, mas o que mais me deixou de pau duro a ponto de não aguentar foi ver a tanguinha que ela estava usando, um pequeno triângulo preto na parte de cima da as nalgas dela se faziam presentes, com a parte que faltava da tanga sumindo entre as bochechas dela. Eu já tava quase gozando sem nem me tocar, a bunda dela era grande demais. Ia dar um tapa naquele rabo, mas me segurei.

- Parece que você gostou da leggins - comentou minha mãe, dando uma risada.

Levantei a vista e minha mãe tava me olhando de costas. Naquele momento, percebi que tava de boca aberta, quase babando toda com aquele espetáculo. Ela não parava de rir. Nem quero imaginar o que o vendedor deve estar pensando da gente agora. Pelo menos a cortina tava fechada.

- Isso é o que eu tô pensando que é? - Ela disse, apontando com o dedo pra parte de baixo do meu corpo.

Olhei pra onde ela tava apontando e, no fim das contas, era aquele trambolhão que tinha formado no meu jeans. Tava mais duro do que nunca. Ela tinha percebido minha ereção. Me tapei na hora com as mãos, não sabia o que fazer nem onde me enfiar. Dessa vez eu tinha ferrado com tudo. Fiquei vermelho que nem um tomate. Quis me matar naquele momento. Tô morto agora, tô morto...

- Não fica com vergonha, filho. É normal um adolescente passar por essas coisas. Seus hormônios tão muito alterados, e ver uma mulher é óbvio que vai te dar isso - respondeu ela, com uma calma como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Ela falou isso pra me acalmar, e realmente conseguiu. Comecei a respirar mais devagar, meu pulso foi relaxando. Mas o problema agora é muito maior: minha ereção não ia baixar tão fácil. Pelo menos vou ter que esperar mais uns minutos dentro do provador.

- Bom, vamos saindo, Alex. Vou comprar essa leggins. Parece que você gostou, e gostou demais.

Agora sim, tô mais ferrado ainda. Não queria sair com essa ereção pra fora e todo mundo me olhar, passar vergonha de novo. Então falei pra minha mãe:

- Dá pra esperar mais uns minutos? - perguntei pra minha linda mãe, enquanto continuava me tapando. Ereção que eu tava segurando.
- Por quê? – Ela respondeu com uma cara de quem não tava entendendo nada.
- É que não quero sair assim, mãe, me desculpa – Já não conseguia olhar nos olhos dela.
Ela não entendeu o que eu queria dizer, me olhou com aquela cara de confusão, olhou de novo pra parte onde eu tava escondendo com as mãos e aí pareceu entender.
- Se você fizer esse troço baixar, quando chegarmos em casa, fuck you, tem um prêmio.
Ela chegou perto e me deu um beijo na bochecha, fiquei surpreso, tava morrendo de curiosidade pra saber qual era o presente. Será que era minha comida favorita? Mil possibilidades passaram pela minha cabeça, mas não dava pra ficar pensando nisso agora, tinha que focar no que minha mãe tinha pedido. E a pergunta era: como é que eu vou baixar essa tesão que tô sentindo agora? Fiquei pensando uns segundos… até que me veio uma ideia. Fechei os olhos e comecei a me imaginar jogando videogame com meus amigos, me desconcentrei o máximo que pude e esvaziei a mente.
Senti meu pau ir diminuindo e perdendo a grossura. Consegui!! Abri os olhos e vi minha mãe sorrindo pra mim. Saímos do provador e pagamos a vendedora. Já tava tudo pronto, era hora de voltar pra casa. Tava ansioso pra chegar e receber meu prêmio.
Saímos do shopping e minha felicidade foi de maior pra menor. Na esquina da rua tava o grupo de jovens que a gente encontrou lá dentro, o que eu chamava de “o grupo dos tarados”, os mesmos que gritavam putaria pra minha mãe. Lembrei do mais dotado, ele tava parado no meio, me olhou e começou a se aproximar da gente com cara de bravo, o grupo dele fez o mesmo. Sabia que algo ruim ia rolar, então segurei minha mãe pelo braço e empurrei ela um pouco pra trás, pra ficar fora disso.
Ele veio com passos largos, se preparando pra bater. Quando chegou perto o suficiente, mandou o primeiro soco direto na minha cara. Por sorte, consegui prever e me abaixei o bastante pra desviar. momento perfeito pra contra-atacar, levantei meu braço o mais rápido que pude e com toda a força que tinha acertei a cara dele, pegando ele de surpresa. Ele caiu na hora no chão, me joguei em cima pra continuar batendo, mas quando fui me apoiar, levei um chute na cara que me jogou pra longe. Os amigos dele, que vinham atrás, tinham chegado. Não pensei que fossem chegar tão rápido, mas parece que vieram correndo pra proteger o colega. Me jogaram no chão e começaram a me bater, uns 5 caras. Enquanto tudo isso rolava, ouvi minha mãe gritando pra pararem de me bater. Olhei pra ela como dava e vi que tavam segurando ela, dois caras passando a mão na bunda e nos peitos dela. Minha mãe começou a chorar, vendo o filho sendo espancado por uma manada na frente dela e ainda por cima abusando do corpo dela.

O musculoso se levantou do chão e me acertou quatro socos junto com os amigos. Depois parou e foi andando na direção da minha mãe. Quando chegou perto dela, os caras pararam de me bater e me forçaram a olhar.

- NÃO FAZ NADA COM A MINHA MÃE! – Gritei pro musculoso com toda a raiva que eu tinha.

- Então essa é a sua mãe – Ele respondeu enquanto colocava uma das mãos nos peitos da minha mãe, começou a apalpar e apertar. A mão não cobria o peito inteiro, era carne demais – Mas que peitão gostoso que ela tem, hein, galera?

Todo mundo gritou que sim. Os dois caras que tavam segurando ela tiraram a regatinha que ela tava usando, deixando ela só de sutiã branco. Dava pra ver quase os peitos todos, só cobria do mamilo pra baixo. Todo mundo ficou impressionado com o tamanho dos peitos dessa mulher. Minha mãe, nisso, tentava resistir, mas não conseguia, tavam segurando ela bem forte. Cada movimento que ela fazia, os peitos balançavam pra todo lado. Eu não conseguia me mexer, tava todo dolorido no chão, preso pelos 5 caras.

- Alguém quer provar os peitos da mãe desse viado?

- Yooo!!!! – Todos gritaram quase ao mesmo tempo

O dotado tirou o sutiã dela por trás e finalmente os peitos da minha mãe ficaram ao ar livre sem nada que os tapasse. O sutiã que ela usava apertava os peitos dela que, no momento em que foram liberados, as tetas da minha mãe pularam pra cima e pra baixo. A primeira coisa que vimos foram os mamilos dela, uma coisa que tirava o fôlego, ela tinha as aréolas pequenas, de cor meio marrom, com um mamilo não tão grande, muito apetitoso de olhar, que dava vontade de saborear à vontade. Apesar de ser mãe, os peitos dela não estavam nada caídos.

Todos os caras se alinharam em fila, menos dois, um que segurava minha mãe pelos braços e o outro que me prendia no chão pra eu não fazer nada. O primeiro da fila era o musculoso, aquele que eu tinha batido, ele se aproximou dela e se abaixou na altura dos peitos da minha mãe, começou a lamber, começou pelo esquerdo, chupava e lambia os peitos da minha mãe, fez o mesmo com o direito, até que o filho da puta baixou a mão até a virilha da minha mãe e começou a tocar a buceta dela por cima da calça jeans. Naquele momento percebi que ela tinha os lábios vaginais bem grandes. Conforme os segundos passavam, a mão dele aumentava a velocidade, minha mãe não sabia se continuava chorando, pedia ajuda ou se entregava ao prazer que estavam dando a ela. Depois de 20 segundos, parece que ele terminou a façanha, minha mãe estava de boca aberta olhando pra cima, ele tirou a mão da buceta da minha mãe e parou de chupar as tetas dela, se aproximou de mim e disse:

- Olha como sua mamãe deixou minha mão, toda molhada!!! – Ele colocou a mão bem perto dos meus olhos pra eu poder ver a umidade da minha mãe

E assim foram passando cada um dos caras, chupando as tetas gigantescas dela e tocando a buceta da minha mãe, ela se entregou ao prazer, não tinha mais jeito. Outra, ela gemia a toda hora.

- Ahhhhh...!

E assim ficaram por mais dois minutos e meio até terminarem. Me soltaram, do mesmo jeito que soltaram ela, e antes de irem embora, um deles deu um tapa forte na bunda da minha mãe. Ela vestiu rápido o sutiã e a blusinha e veio correndo na minha direção. Eu estava caído no chão, sangrando.

- Já acabou, meu amor, já foram embora. Tá tudo bem, tá tudo bem – Ela disse isso enquanto me abraçava.

A última coisa que ouvi foi minha mãe chamando a ambulância pelo celular. Acordei deitado numa cama de hospital, com minha mãe do lado, sentada numa cadeira, dormindo com a cabeça apoiada na minha cama. Parece que tinha passado a noite toda ali. No dia seguinte, o médico disse que eu tinha fraturado algumas partes do corpo e que não podia mexer por uns dias ou semanas. Recebi alta e me deixaram ir pra casa. Chegamos em casa e minha mãe me ajudou a chegar até meu quarto.

- Fica aqui deitado. Se precisar de qualquer coisa, pode me chamar ou chamar seu pai. Lembra que o médico disse que você não pode mexer os braços nem as pernas.

Chegou a noite e minha mãe trouxe minha comida favorita pro quarto. Ela estava vestindo o roupão branco dela, com um decote bem generoso que deixava ver boa parte das pernas. Ficamos conversando um tempo até que eu perguntei:

- E aí, mãe, você também tá melhor?

- Tô sim, não me machucaram. Não se preocupa comigo, meu bem. O herói aqui é você, que me defendeu como um valentão.

- Nada disso... Não consegui fazer nada, nem te defender – Olhei pra baixo, meio envergonhado pelas minhas ações.

- Nada disso! Você me defendeu como pôde e eu tô muito orgulhosa de você – Ela se levantou e me deu um beijo na bochecha, bem perto da boca – E como recompensa, não vou te dar só um prêmio, como prometi, mas dois!! Pode me pedir o que quiser.

Eu não acreditava. Não pensei que ela fosse lembrar do prêmio que me devia. Tinha que pensar muito bem no que ia pedir. pedir, queria ver ela de fio dental sem nada cobrindo a rabeta, desde que vi ela ontem no vestiário com a legging transparente marcando a calcinha minúscula, tive o sonho de querer ver ela só com aquela pecinha, mas não tava muito certo se ela ia aceitar ou se ia ficar puta com o que eu ia pedir, mas era agora ou nunca.

- Tem uma coisa que quero te pedir, mas não sei se é certo ou se você vai ficar brava

- Fala, o que é?

- Queria te ver sem nada por baixo, só de fio dental, é meu sonho

Não sabia pra onde olhar, tava morrendo de vergonha, fechei os olhos esperando um tapa, mas depois de uns segundos não senti nada, abri os olhos e lá estava ela, parada na minha frente com a cara de surpresa, não podia acreditar no que o filho dela tava pedindo, parecia que o tempo tinha parado, até que ela finalmente respondeu.

- Você tem noção do que tá me pedindo?! Sou sua mãe!

E saiu o mais rápido que pôde do meu quarto, parecia que tava chorando, eu estraguei tudo, sou um idiota, como pude pedir isso pra minha própria mãe, a que me criou com todo amor, respeito e conforto, sempre me deu tudo que eu queria e sou muito grato por isso, mas pedir isso já é outro nível, tava fora das expectativas dela, parecia um doente, já tava duvidando se ela ia me mandar pra um psicólogo ou algo assim, e com todo esse remorso em cima de mim fui dormir.

No dia seguinte acordei e mal conseguia me mexer, tava dolorido o corpo todo, melhor ficar deitado vendo TV ou jogando play, decidi pela play, fiquei conversando com meu amigo Max no telefone, contei tudo que aconteceu, mas nada sobre terem abusado da minha mãe nem do que pedi na noite anterior. E assim foi passando a manhã até que eram 2 da tarde, ouvi alguém batendo na minha porta.

- Alex! Tá acordado? Precisamos conversar

Era a voz da minha Mãe, parecia que não tava com um tom de raiva, era mais de carinho, isso me deixou um pouco mais feliz.

- Siim, entra!!! – Respondi gritando porque o volume dos videogames tava muito alto.

Ela abriu a porta e apareceu com o mesmo roupão de ontem à noite, mas dessa vez era ela mesma que segurava o roupão com as mãos pra não abrir completamente. O cabelo tava preso num rabo de cavalo, como alguns chamam, e o rostinho angelical dela tava maquiado, não podia estar mais gostosa.

- Você tá ocupado agora, querido? – Ela falou com uma vozinha de menina inocente. Impossível ficar ocupado quando ela pergunta desse jeito.

- Não, mãe, acabei de falar com o Max. O que foi?

- É que como seu pai foi trabalhar, queria que a gente conversasse sobre ontem à noite. Você sabe que não é certo ter me pedido aquilo, mas fiquei pensando antes de dormir e sempre te dei tudo que você pediu, e você sabe que nunca consigo te dizer não. Ainda mais pelo que você fez por mim e pelo estado que você tá, me deu um pouco de pena e vou te dar o que pediu... Quer me ver de fio dental, filho?

Continua...

10 comentários - O Corpo Gostoso da Mamãe II

kekam +2
JAJA muy buen relato distinto pero bueno al fin
continualo rápido por favor se esta poniendo interesante
tu relato me dejo la pija re dura,mostra fotos en el proximo xfa
siiiiii la respuesta es SI jajajaj la continuacion daleee hay fotos? jajajja