Durante uma semana, a loucura tomou conta das nossas vidas. A mudança da Helena pra minha casa, no começo, foi meio caótica. Os carregadores que tinham que esvaziar o apartamento antigo eram uns irresponsáveis, a construtora encarregada de preparar minha casa pra recebê-la era uma incompetente, a decoradora, moderna demais.
Cansei de tanta falta de responsabilidade, resolvi tomar as rédeas. Mandei todo mundo embora, liguei pra uma das empresas dos meus avós, expliquei o que queria e, no dia seguinte, já estava tudo funcionando perfeitamente.
Resumindo, 10 dias depois da transformação da Helena, estávamos definitivamente instalados. Durante esse tempo, praticamente não consegui continuar educando ela. Não tirava da cabeça a aluna do primeiro ano. Com um pouco de tato, descobri o nome dela.
Lucia se chamava. Era membro de uma associação ultra católica da universidade, ia à missa regularmente, vinha de família rica. De certa forma, me lembrou meus primeiros anos de vida. Meus avós iam à missa todo dia e eu tinha que acompanhar eles. Minhas primeiras escolas eram ultra católicas.
Eu procurava cruzar com ela, pra observá-la com cuidado, observar as curvas dela. Aos poucos, fui formando uma ideia do corpo dela e, principalmente, me excitava preparar o plano pra transformá-la em escrava.
Só faltava um trimestre pra acabar o curso, então a Helena tava meio preocupada.
— O que foi?
— Meu amo, só falta um trimestre, depois o senhor vai embora, continuar sua formação em outro lugar. O que vai ser de mim?
— Faltam três meses, escrava. O que vai ser da sua vida, a gente vê depois. Por enquanto, se dedique a me agradar e obedecer. Três meses são 90 dias de aprendizado e serviço. Tenho muitos planos pra você nesse tempo. Depois, decido o que vai ser de você.
— Não é uma reclamação, meu senhor. Todo o tempo que for sua, serei feliz e servil. Estou disposta e ansiosa pra cumprir cada uma das suas ordens.
É que eu fiquei com um pouco de medo.
Por enquanto, relaxa, e pra isso, nada melhor que você me chupar.
Ela se levantou da cadeira, contornou a mesa do escritório, fechou a porta e foi na minha direção rebolando com sensualidade. Tava vestindo uma das peças que a gente comprou, não era exageradamente sexy, mas era sensual, não era provocante, mas insinuante, não fazia dela uma puta, mas também não era uma mulher comum, era perfeita pra faculdade. Chegou na minha altura, se ajoelhou, afrouxou meu cinto, abaixou meu zíper, desabotoou minha cueca, enfiou a mão e com cuidado puxou meu pau pra fora. Em seguida, abaixou o zíper da roupa dela e deixou cair até a cintura, mostrando uma peça de lingerie azul semitransparente que deixava ver uns peitos duros e uns seios firmes. Segurou meu pau de novo e, aproximando a boca, esticou a língua e começou a lamber devagar, rodeando a cabeça. O pau começou a crescer e ela se esforçou mais, chegou a boca mais perto e começou a beijar ele inteiro, parando nas minhas bolas, enfiando uma por uma inteiras na boca e, com a língua, lambendo elas. Continuou com esse tratamento nas minhas partes por uns dois minutos e se afastou um pouco de mim.
Meu senhor quer que eu tire a roupa?
Não, por enquanto não, continua assim.
Ela então se concentrou de novo no meu pau, abriu a boca e começou a engolir devagar, aproveitando cada centímetro que enfiava. Eu, por minha vez, comecei a sentir arrepios pelo corpo todo. Quando sentiu que não conseguia engolir mais, começou um movimento lento de sobe e desce, produzindo saliva pra deixar mais lubrificado. Foi aumentando o ritmo aos poucos, deslizou a outra mão por baixo da saia, levantando ela, e começou a acariciar os lábios da buceta, primeiro com força, depois diminuindo o ritmo. Meu pau tava prestes a explodir, coloquei minhas mãos na cabeça dela e gozei, ao mesmo tempo que ela teve um orgasmo forte. Quando terminou de engolir todo o sêmen, ela se levantou, colocou a peça de novo, pegou uns lenços de papel da mesa, limpou meu pau com carinho, colocou ele de volta dentro da minha cueca, subiu meu zíper, apertou meu cinto, depois pegou mais alguns lenços e limpou a boca e a buceta dela.
Ela ficou de pé.
— Deseja mais alguma coisa, meu amo?
— Não, nada. Vamos continuar com o trabalho.
Três dias depois, recebi uma ligação da minha cidade. Precisava ir a uma reunião de família sobre minha mãe.
Depois de desligar, pensei que era hora de colocar em prática meu plano para conseguir a Lúcia.
Saí do meu escritório em casa e fui para a sala, onde Helena, de lingerie, me esperava sentada no chão. Aproximei-me dela, acariciando o cabelo dela, e me sentei.
— Me escuta com atenção. Preciso viajar por uns dias para casa.
— Quando, meu amo?
— Depois de amanhã. Vou ficar pelo menos umas três semanas, mas você não vai ficar entediada. Vou te ligar todos os dias e você vai curtir nossas conversas.
— Então só peço para ouvir o toque do telefone muitas vezes para escutar sua voz, amo.
— Mas tenho um trabalho para você. Sei que vou te pedir muito, mas acho que você vai conseguir o que vou pedir.
— Seja o que for, vou conseguir para você. Estou disposta a fazer o que você me pedir.
— Olha, tem uma aluna do primeiro ano que me chama a atenção, e quero que você a transforme em escrava.
Ela começou a chorar de forma compulsiva.
— Você já quer se livrar de mim? — conseguiu dizer entre soluços. — Não sou capaz de realizar todos os seus desejos? Estou preparada para o que você quiser. Se quiser que eu me arraste como uma puta, vou fazer. — Ela ficou de quatro e começou a... Andar pela sala, sou sua puta, coloca uma coleira em mim, me amarra com uma corrente, me açoita, mas por favor não me jogue na estrada.
Fiquei meio angustiado vendo ela assim, mas não vou amolecer.
Não, Helena, não vou me livrar de você, só quero adicionar mais estímulos à minha vida, você vai entender, sou muito fogoso e preciso de mais submissas, mas pode ter certeza que, por ser a primeira, você será minha favorita. Não quero uma puta, quero uma escrava, submissa e obediente. Se quisesse te surrar, já teria feito há muito tempo, não gosto de bater, a menos que seja necessário, mas com você, sei que não vai precisar.
Ela foi parando de chorar aos poucos, se aproximou de mim, se aninhou no sofá ao meu lado e me beijou nos lábios. Eu correspondi, acariciei os peitos dela e, mais relaxado, comecei a contar meu plano.
Helena, a aluna de quem estou falando é uma caretão, ultra católica, que se veste de forma muito recatada, mal se relaciona. Resumindo, Helena, um baita desafio. Você está disposta a conquistá-la para mim?
Sim, meu senhor, me diga como fazer e vou conseguir para você.
Veja, essa é a melhor parte: não vou te dar nenhuma instrução. Você é livre para conseguir do jeito que quiser, mas com algumas condições pequenas.
Primeira: você não pode ameaçá-la com os estudos, nem com drogas, nem com qualquer outro meio ilícito.
Segunda: você tem que fazer com que ela se entregue como você se entregou, com consentimento e sabendo de todas as consequências.
Terceira e última: você vai ter que fazer com que ela abandone todas as amarras morais dela.
Como você quer que eu consiga tudo isso sem seus conselhos?
Acho que você tem experiência suficiente para conseguir, e também sei que você é muito inteligente e, mesmo que pense que não percebo, você aprende rápido e tem personalidade suficiente para dar um jeito de conseguir.
Quanto tempo eu tenho, meu senhor?
Até que ela volte.
Vou conseguir, não vou te decepcionar, ela vai ser minha pra depois ser tua.
Comecei a beijar ela, devagar, primeiro o pescoço, fui descendo aos poucos, depois os peitos por cima do sutiã, parando nos mamilos, continuei descendo até chegar na buceta dela, afastei o tecido da calcinha fio dental e enfiei dois dedos, ela gemeu, começou a acelerar a respiração e a ofegar.
Levantei, coloquei ela no meu colo e fui andando até o quarto.
Naquela noite, ela se entregou como nunca tinha feito antes, posso dizer que pela primeira e última vez ela tomou a iniciativa.
Dois dias depois, me despedi da Helena enquanto ela entrava no carro, a caminho do aeroporto, dei instruções claras pro meu motorista, ele teria que seguir as ordens da Helena como se fossem minhas, ela concordou, e assim que cheguei no aeroporto, fui direto pro avião da empresa.
Assim que eu saí, a Helena começou a preparar o plano dela, primeiro entrou no computador, acessou o site da universidade com a senha dela e começou a estudar o histórico da Lucia, anotou algumas coisas, conversou com professores discretamente, procurando os pontos fortes e fracos dela, foi na missa pra observar, uma semana depois já tinha um plano pra conquistar ela.
Com a permissão do amo, decidiu mudar o visual, começou a se vestir de forma recatada, ir na missa, frequentar os círculos onde a Lucia andava, fazer amizade com os membros da organização que ela fazia parte, aos poucos e sem que ela percebesse, foi diminuindo a distância entre as duas, até que um dia na missa sentou do lado dela, seguiu a liturgia com a mesma fé e paixão que colocava diante do amo, a Lucia ficou olhando pra Helena e quando a missa terminou, na hora de sair pela porta, a Lucia tocou no ombro dela.
— Oi, te vi na missa, percebi que você é uma mulher de fé, também vai pro mesmo grupo de Oração que eu, mas o que me impressiona é a fé que senti na missa, o teu jeito de rezar, de sentir Deus dentro de ti. Adoraria comentar a bíblia contigo no grupo de oração, se você não se importar.
Claro, adoraria, pois sei que você tem mais experiência que eu no conhecimento da bíblia, e seus conselhos me ajudariam a ser mais pura aos olhos de Deus.
Helena observou em Lúcia uma faísca de imodéstia, de superioridade, o que lhe indicou que estava no caminho certo, mas ainda tinha muito chão pela frente. Combinou com ela o próximo encontro do grupo, e se separaram.
Embora seu plano estivesse a todo vapor, Helena percebia que em três semanas não alcançaria seu objetivo. Lúcia era mais complicada do que esperava. Ela adiava o máximo que podia contar ao amo, mas precisava tomar uma decisão.
Naquela noite, como todas desde que o amo foi embora, às 10 em ponto o telefone tocava, e Helena molhava a calcinha fio-dental no primeiro toque. No segundo, levantava o fone e respondia ao amo com doçura: "Boa noite, meu amo. Sua escrava submissa está à sua inteira disposição."
— Boa, putinha. Me descreve como você está vestida.
— Estou usando um conjunto de sutiã e calcinha fio-dental de renda rosa, com meias da mesma cor presas por uma cinta-liga combinando, cabelo solto.
— Certo. Quero que você se toque toda enquanto me conta como está a conquista da Lúcia.
— É sobre isso que eu queria falar. A coisa está mais lenta do que eu gostaria. Lúcia é uma garota de convicções fortes, a fé dela é muito intensa. Vejo muita dificuldade em tê-la antes de você chegar.
Helena estava se acariciando os mamilos e começava a sentir prazer, principalmente pensando no seu amo, se masturbando, pensando nele. Ela tinha medo da reação dele após a notícia sobre Lúcia, mas naquele momento focava no próprio corpo para obter prazer. Já estava massageando a buceta e o êxtase a dominava. invadindo.
Meu amo, já posso gozar? Tô super tesuda, e só penso em você e na Lucia juntos, fico louca todo dia, imaginando ela deitada do meu lado enquanto acaricia minha buceta, apertando seus pezinhos, amo, posso?
Goza, foxy, eu também tô quase gozando, tô pensando que meu pau tá penetrando seu cu e você se contorcendo de prazer, vou gozar, vadia.
Eu também, meu senhor, oh, oh, oh, que prazer sentir meus líquidos escorrendo pelas minhas coxas, te amo, meu senhor.
Depois de um tempo de silêncio.
Senhor, como você vê o assunto da Lucia? Tô com medo de você ficar bravo comigo, mas tô disposta a aceitar qualquer castigo que me der.
Não, Helena, não vou te castigar, porque seu castigo já estava escrito há alguns dias. Infelizmente, o assunto familiar que me trouxe aqui vai se prolongar mais do que eu esperava, vou levar pelo menos dois meses pra resolver.
Helena começou a chorar, com dor, desejava loucamente que chegasse o dia de poder servir o senhor pessoalmente, e via que esse dia estava atrasando.
Ordeno que pare de chorar. Esse atraso tem uma grande vantagem pra você: você tem mais tempo pra conseguir o que eu ordenei. Por isso, também não pretendo te ligar mais, e você também não vai me ligar. Qualquer coisa que quiser me consultar, fala com meu motorista e ele vai entrar em contato comigo. Quero aquela garota quando eu voltar. Dedique-se totalmente a isso, claro, sem deixar de cuidar das suas obrigações de professora, mas tudo que puder delegar, use.
O que o senhor mandar. Vai ser difícil não ouvir sua voz, mas se é assim que o senhor quer, assim será.
Helena ouviu o clique do telefone, se levantou, foi até a cozinha, serviu um copo d'água e decidiu se concentrar na Lucia.
No dia seguinte, no escritório dela, mudou completamente seus horários, chamou seus assistentes e passou tudo pra eles. trabalhos em que a presença dela não era necessária.
Com isso, depois de feitos os ajustes, ela só precisava ir para a aula 6 dias nos dois meses que restavam, para alcançar o objetivo dela.
Helena podia lidar com a Lúcia, sem que ela a reconhecesse, já que as duas estavam separadas por uma distância de 100 quilômetros, porque Lúcia estudava num campus fora do núcleo da universidade. Helena sabia que o amo a descobriu, pois ele faz várias faculdades por semestre, e algumas das matérias que ele estuda coincidem nesse campus tão afastado.
Helena decidiu se mudar para essa cidade, para ter mais tempo e focar no objetivo dela. Para isso, falou com o motorista e pediu para ele encontrar uma casa perto do campus.
Dois dias depois, ele ligou e disse que encontrou uma casa térrea, totalmente mobiliada e pronta para morar, com a vantagem de que a decoração era bem religiosa, sem ser exagerada. Ele mandaria as chaves por uma transportadora. Helena recebeu as chaves no início da tarde, com um bilhete indicando o endereço. Entrou no carro e seguiu rumo à nova morada. No porta-malas, levava tudo o que precisava para não voltar para casa até terminar o serviço: roupas, livros religiosos, etc.
Chegou logo na nova casa, acionou o controle remoto e os portões da garagem se abriram devagar. Entrou com o carro, pegou as duas malas do porta-malas e, por uma escada, subiu para o andar de cima. A decoração era meio eclética, mas se encaixava perfeitamente nos interesses dela. Arrumou as coisas como tinha planejado, entrou no quarto, guardou a roupa que não ia usar naquele dia, se trocou e, decidida, saiu de casa para transformar Lúcia na escrava dela.
Decidiu ir para a faculdade a pé, assim revisaria os passos a seguir. O que tinha claro é que, no máximo, na segunda-feira da semana que vem, ela teria que ser sua. Ela foi direto para o centro de oração, lá encontrou Laura sentada numa mesa com um exemplar dos Novos Testamentos e um caderno onde fazia anotações. Helena se aproximou dela, tocou no cabelo dela, cumprimentou e sentou na frente. Pegou o Novo Testamento e começou a ler o que Lúcia estava estudando. Nesse período, Helena passou horas na biblioteca, se enfiando de cabeça na fé cristã, lia todos os livros que passavam pelas mãos dela e absorvia os ensinamentos. Isso permitiria que ela continuasse criando amizade com Lúcia e ganhasse a confiança dela. Helena leu o texto em voz alta e, olhando para Lúcia, perguntou:
— O que essa leitura te diz?
Ela ficou um tempo pensativa, medindo bem as palavras.
— Me diz que os cristãos sofreram perseguições por causa da fé deles, que foram incompreendidos e que lutaram com força pra espalhar os ensinamentos do Senhor.
Eu olhava pra cara dela e via uma paixão que, na hora certa, me ajudaria nos meus planos. Também observava o prazer que ela sentia ao interpretar as leituras, e, principalmente, quando ela interpretava aqueles textos, chegava ao orgasmo — não um físico, mas um tipo de orgasmo mais profundo. Dava pra perceber que os órgãos sexuais dela reagiam àqueles impulsos e que ela fazia uma cara de satisfação que só uma boa transa ou um boquete bem dado conseguiria. Decidi que esse era o caminho pra chegar até ela: ela tinha que sentir essas sensações ao meu lado, que quando eu a tocasse, descobrisse aquele prazer da leitura, que ao conversar comigo, se sentisse à vontade e, acima de tudo, confiante, pra abrir aquela porta que estava hermeticamente fechada e que ninguém tinha acesso — essa era a entrada pro corpo dela e pros pontos fracos dela.
Aos poucos, fui ganhando a confiança de Laura, que cada vez se sentia mais à vontade na minha companhia. Eu continuava indo à missa, aos grupos de oração e, aos poucos, com frases pequenas como "faz meu senhor"... comigo, e em alguns casos, com esse sistema consegui que ela se animasse a fazer só as duas, estudos na minha casa.
A primeira vez que ela entrou e viu a decoração da casa, ficou apaixonada pelas figuras eclesiásticas que estavam colocadas em pontos estratégicos da sala.
Ela sentou numa poltrona um pouco baixa e eu vi as coxas dela por um segundo, ela tinha umas coxas perfeitas, ela não percebeu com que luxúria eu a olhava. Sentei ao lado dela numa poltrona um pouco mais alta, dando uma sensação de domínio. No começo ela não notou, mas com o passar das reuniões, começou a perceber o jogo de papéis. Ela não se importou, gostava que eu levasse a voz de comando em todos os temas de estudo da Bíblia, tanto em casa quanto nas reuniões do local, chegando ao ponto de defender minhas ideias na frente de gente muito mais preparada. Isso confirmava que meu poder sobre ela aumentava aos poucos, mas não o suficiente para meus planos.
Helena decidiu dar um passo a mais no trabalho dela e convidou Lucia para um fim de semana de retiro na casa dela. Um grupo de mulheres católicas iria, logicamente os membros desse grupo seríamos três: a motorista, Lucia e eu.
Passamos dois dias traçando o plano, e as duas acreditamos que tudo estaria preparado, que Lucia seria minha naquele fim de semana.
Na hora marcada, Lucia apareceu com uma maletinha onde levava as coisas necessárias para passar o fim de semana. Combinamos cedo para fazer as primeiras orações da manhã. Ajoelhamos na sala e ficamos orando por uma hora, depois fomos tomar café da manhã e continuamos com leituras e interpretação dos livros. Durante aquele dia, deixei tudo nas mãos de Lucia, para que ela se sentisse o centro do retiro. Às 10 da noite, Lucia propôs uma última oração e que cada uma fosse para o quarto. Foi aí que a motorista interveio. Seria melhor dormirmos todas na sala, assim a gente se conhece um pouco melhor e vê o que cada uma sacrifica pra satisfazer o senhor. No começo, a Lúcia não gostou muito da ideia, mas com umas frases e conselhos, acabaram convencendo ela.
Cada uma de nós foi pro seu quarto se trocar e pegar o necessário pra passar a noite. Fui a primeira a descer, vestindo uma camisola totalmente transparente que destacava minhas curvas, meus peitos e principalmente minha buceta, porque eu não tava de calcinha. Depois desceu a motorista, vou chamar ela de Ana. Ela tava escultural, com um conjuntinho de camiseta e shortinho totalmente transparente que marcava todas as formas dela. Quando vi, fiquei com o tesão subindo. De repente, apareceu a Lúcia, com uma camisola de pelúcia que não deixava nada à mostra. Assim que ela nos viu, ficou vermelha e fez menção de subir de volta pro quarto, mas a Ana se adiantou, pegou ela pela mão e, com cuidado, ajudou a descer o resto da escada. "Fica tranquila, Lúcia. Deus criou o corpo da mulher pra ser exibido, e aqui só tem nós três. Isso aqui é um retiro de oração, a gente tá com essa roupa porque tá muito calor. Você também devia trocar, senão vai suar e não vai conseguir se concentrar nas leituras."
"Não, não pensem que sou uma careticeira. É que vocês me pegaram de surpresa. Acontece que não tenho mais pijamas."
"Bom, sobe comigo no meu quarto que a gente prova uns pijamas que eu trouxe, pra ver qual fica melhor em você."
As duas subiram pro quarto, enquanto eu fiquei na sala, com um calorão no corpo todo e louca pra botar nosso plano em prática. Sabia que essa noite eu ia conseguir meu objetivo, ou ia estragar tudo.
Depois de uns 10 minutos, as duas desceram, e eu fiquei hipnotizada com a transformação da Lúcia. Ela vestia uma camisola totalmente transparente, e por baixo, uma lingerie que a Ana devia ter emprestado.
"Você tá linda demais, Lúcia. Acho que podemos começar o... estúdio.
E Lúcia sentou no meio das duas, pegou o primeiro livro que tinha à mão e começou a ler em voz alta. Eu não tirava os olhos dela e, cada vez que olhava, mais excitada ficava e mais convencida estava do bom gosto do patrão.
Em dado momento, Ana se desculpou, dizendo que estava cansada e que ia dormir no quarto dela.
Quando Ana foi pro quarto, eu me aproximei mais da Lúcia. Começamos uma discussão sobre um assunto do livro, ela me olhava com paixão, e eu decidi que era hora de agir.
— Lúcia, você percebe que tem um corpo gostoso pra caralho e que ele merece ser exibido?
Ela ficou vermelha, mas não fez menção de se levantar e ir embora.
— Seu corpo merece ser acariciado e beijado com amor. Eu te desejo só pra mim.
— Você tá disposta a seguir minhas ordens e conhecer os prazeres do amor?
Ela corou e escondeu o rosto com as mãos. Eu afastei a mão dela e repeti a pergunta. Ela abriu os braços e, se aproximando de mim, ofereceu seus lábios carnudos.
— Sim, Helena. Tô disposta a te obedecer e oferecer meu corpo pro que você quiser. A verdade é que desde que te conheci, meu corpo passou por uma transformação, e despertou em mim um desejo que eu não conhecia antes.
— Toda vez que a gente tava junto, minha buceta ficava toda melada, e quando eu chegava em casa, eu me masturbava com vontade, tendo uns orgasmos incríveis.
— Claro que tô ao seu serviço.
Ela me beijou com paixão, de braços caídos. Eu a peguei nos meus braços e abracei com delicadeza. Com as mãos, acariciei os peitos dela, sentindo eles ficarem durinhos, enquanto minha língua explorava a boca dela. Continuei descendo com as mãos e cheguei na buceta dela. Afastei a calcinha fio dental e meus dedos acariciaram o clitóris dela. Ela começou a gemer e na hora teve um orgasmo completo. Eu a afastei de mim.
— Então você tá disposta? ser minha escrava e aceitar todas as minhas ordens sem criar nenhum obstáculo, e se vestir como eu mandar, abandonar sua fé e tudo que eu ordenar, ser tratada como uma puta, ser entregue a outras pessoas sem reclamar.
Sim, minha senhora, estou preparada e disposta a ser sua e a ser entregue a quem você quiser.
Então sobe, entra no quarto da Ana, beija ela e desçam as duas para que ela te foda com força, enquanto eu assisto.
Ela subiu, entrou no quarto da Ana, beijou ela. Minha senhora quer que você desça comigo e me foda com força, por favor desce comigo.
Tá bom, vou descer e vou lamber teu corpo inteiro, vou te penetrar com minhas mãos e meus dedos vão entrar em todos os teus buracos.
As duas desceram abraçadas pela cintura, se beijando, e Ana passava a mão nas tetas dela, que já escapavam da camisola, e com a outra mão apertava a bunda dela.
Chegaram perto de mim, e Lúcia se deitou do meu lado. Ana começou a lamber o corpo todo dela e, enfiando dois dedos na buceta dela, começou um vai e vem que arrancou vários orgasmos.
Num dado momento, mandei elas pararem, e, embora Ana quisesse continuar, ela parou na hora.
Ana, chega aqui. Ela se aproximou de mim, eu peguei ela pela cintura, enfiei a língua até o fundo da boca dela e comecei a apertar ela com força. Ela não resistiu e se deixou levar. Peguei ela pela cabeça e fui empurrando pra ela chupar minha buceta.
Lúcia, fica do meu lado e observa como se chupa uma buceta.
Ela ficou do meu lado e observou com tesão enquanto Ana me chupava. Meu corpo começou a ter espasmos, avisando que eu ia gozar. Afastei a Ana, peguei a Lúcia pela cabeça e esfreguei a boca dela na minha boceta. Ordenei que ela chupasse todo o gozo. Ela abriu a boca, enfiou a língua na minha buceta e sugou todo o líquido. Quando terminou de chupar, agarrei a Ana com uma mão e a Lúcia com a outra, subi com elas pro quarto e comi as duas. Com frenesi, comi elas e elas me comeram o corpo inteiro, gozamos igual umas loucas, e de manhã a buceta tava tão dolorida que passamos creme pra baixar a inflamação. Nós, eu e Ana, nos vestimos, porque mandei a Lucia ficar pelada, e descemos pra tomar café.
Lucia, de agora em diante você me pertence, seu ser é meu, e uma das minhas ordens é que você vai se mudar comigo pra casa do meu amo. Lá eu vou te instruir e fazer de você uma boa submissa. Enquanto isso, sirva o café da manhã pra gente e depois se ajoelha e come minha buceta enquanto eu como.
E foi assim que consegui a Lucia pro meu amo.
Cansei de tanta falta de responsabilidade, resolvi tomar as rédeas. Mandei todo mundo embora, liguei pra uma das empresas dos meus avós, expliquei o que queria e, no dia seguinte, já estava tudo funcionando perfeitamente.
Resumindo, 10 dias depois da transformação da Helena, estávamos definitivamente instalados. Durante esse tempo, praticamente não consegui continuar educando ela. Não tirava da cabeça a aluna do primeiro ano. Com um pouco de tato, descobri o nome dela.
Lucia se chamava. Era membro de uma associação ultra católica da universidade, ia à missa regularmente, vinha de família rica. De certa forma, me lembrou meus primeiros anos de vida. Meus avós iam à missa todo dia e eu tinha que acompanhar eles. Minhas primeiras escolas eram ultra católicas.
Eu procurava cruzar com ela, pra observá-la com cuidado, observar as curvas dela. Aos poucos, fui formando uma ideia do corpo dela e, principalmente, me excitava preparar o plano pra transformá-la em escrava.
Só faltava um trimestre pra acabar o curso, então a Helena tava meio preocupada.
— O que foi?
— Meu amo, só falta um trimestre, depois o senhor vai embora, continuar sua formação em outro lugar. O que vai ser de mim?
— Faltam três meses, escrava. O que vai ser da sua vida, a gente vê depois. Por enquanto, se dedique a me agradar e obedecer. Três meses são 90 dias de aprendizado e serviço. Tenho muitos planos pra você nesse tempo. Depois, decido o que vai ser de você.
— Não é uma reclamação, meu senhor. Todo o tempo que for sua, serei feliz e servil. Estou disposta e ansiosa pra cumprir cada uma das suas ordens.
É que eu fiquei com um pouco de medo.
Por enquanto, relaxa, e pra isso, nada melhor que você me chupar.
Ela se levantou da cadeira, contornou a mesa do escritório, fechou a porta e foi na minha direção rebolando com sensualidade. Tava vestindo uma das peças que a gente comprou, não era exageradamente sexy, mas era sensual, não era provocante, mas insinuante, não fazia dela uma puta, mas também não era uma mulher comum, era perfeita pra faculdade. Chegou na minha altura, se ajoelhou, afrouxou meu cinto, abaixou meu zíper, desabotoou minha cueca, enfiou a mão e com cuidado puxou meu pau pra fora. Em seguida, abaixou o zíper da roupa dela e deixou cair até a cintura, mostrando uma peça de lingerie azul semitransparente que deixava ver uns peitos duros e uns seios firmes. Segurou meu pau de novo e, aproximando a boca, esticou a língua e começou a lamber devagar, rodeando a cabeça. O pau começou a crescer e ela se esforçou mais, chegou a boca mais perto e começou a beijar ele inteiro, parando nas minhas bolas, enfiando uma por uma inteiras na boca e, com a língua, lambendo elas. Continuou com esse tratamento nas minhas partes por uns dois minutos e se afastou um pouco de mim.
Meu senhor quer que eu tire a roupa?
Não, por enquanto não, continua assim.
Ela então se concentrou de novo no meu pau, abriu a boca e começou a engolir devagar, aproveitando cada centímetro que enfiava. Eu, por minha vez, comecei a sentir arrepios pelo corpo todo. Quando sentiu que não conseguia engolir mais, começou um movimento lento de sobe e desce, produzindo saliva pra deixar mais lubrificado. Foi aumentando o ritmo aos poucos, deslizou a outra mão por baixo da saia, levantando ela, e começou a acariciar os lábios da buceta, primeiro com força, depois diminuindo o ritmo. Meu pau tava prestes a explodir, coloquei minhas mãos na cabeça dela e gozei, ao mesmo tempo que ela teve um orgasmo forte. Quando terminou de engolir todo o sêmen, ela se levantou, colocou a peça de novo, pegou uns lenços de papel da mesa, limpou meu pau com carinho, colocou ele de volta dentro da minha cueca, subiu meu zíper, apertou meu cinto, depois pegou mais alguns lenços e limpou a boca e a buceta dela.
Ela ficou de pé.
— Deseja mais alguma coisa, meu amo?
— Não, nada. Vamos continuar com o trabalho.
Três dias depois, recebi uma ligação da minha cidade. Precisava ir a uma reunião de família sobre minha mãe.
Depois de desligar, pensei que era hora de colocar em prática meu plano para conseguir a Lúcia.
Saí do meu escritório em casa e fui para a sala, onde Helena, de lingerie, me esperava sentada no chão. Aproximei-me dela, acariciando o cabelo dela, e me sentei.
— Me escuta com atenção. Preciso viajar por uns dias para casa.
— Quando, meu amo?
— Depois de amanhã. Vou ficar pelo menos umas três semanas, mas você não vai ficar entediada. Vou te ligar todos os dias e você vai curtir nossas conversas.
— Então só peço para ouvir o toque do telefone muitas vezes para escutar sua voz, amo.
— Mas tenho um trabalho para você. Sei que vou te pedir muito, mas acho que você vai conseguir o que vou pedir.
— Seja o que for, vou conseguir para você. Estou disposta a fazer o que você me pedir.
— Olha, tem uma aluna do primeiro ano que me chama a atenção, e quero que você a transforme em escrava.
Ela começou a chorar de forma compulsiva.
— Você já quer se livrar de mim? — conseguiu dizer entre soluços. — Não sou capaz de realizar todos os seus desejos? Estou preparada para o que você quiser. Se quiser que eu me arraste como uma puta, vou fazer. — Ela ficou de quatro e começou a... Andar pela sala, sou sua puta, coloca uma coleira em mim, me amarra com uma corrente, me açoita, mas por favor não me jogue na estrada.
Fiquei meio angustiado vendo ela assim, mas não vou amolecer.
Não, Helena, não vou me livrar de você, só quero adicionar mais estímulos à minha vida, você vai entender, sou muito fogoso e preciso de mais submissas, mas pode ter certeza que, por ser a primeira, você será minha favorita. Não quero uma puta, quero uma escrava, submissa e obediente. Se quisesse te surrar, já teria feito há muito tempo, não gosto de bater, a menos que seja necessário, mas com você, sei que não vai precisar.
Ela foi parando de chorar aos poucos, se aproximou de mim, se aninhou no sofá ao meu lado e me beijou nos lábios. Eu correspondi, acariciei os peitos dela e, mais relaxado, comecei a contar meu plano.
Helena, a aluna de quem estou falando é uma caretão, ultra católica, que se veste de forma muito recatada, mal se relaciona. Resumindo, Helena, um baita desafio. Você está disposta a conquistá-la para mim?
Sim, meu senhor, me diga como fazer e vou conseguir para você.
Veja, essa é a melhor parte: não vou te dar nenhuma instrução. Você é livre para conseguir do jeito que quiser, mas com algumas condições pequenas.
Primeira: você não pode ameaçá-la com os estudos, nem com drogas, nem com qualquer outro meio ilícito.
Segunda: você tem que fazer com que ela se entregue como você se entregou, com consentimento e sabendo de todas as consequências.
Terceira e última: você vai ter que fazer com que ela abandone todas as amarras morais dela.
Como você quer que eu consiga tudo isso sem seus conselhos?
Acho que você tem experiência suficiente para conseguir, e também sei que você é muito inteligente e, mesmo que pense que não percebo, você aprende rápido e tem personalidade suficiente para dar um jeito de conseguir.
Quanto tempo eu tenho, meu senhor?
Até que ela volte.
Vou conseguir, não vou te decepcionar, ela vai ser minha pra depois ser tua.
Comecei a beijar ela, devagar, primeiro o pescoço, fui descendo aos poucos, depois os peitos por cima do sutiã, parando nos mamilos, continuei descendo até chegar na buceta dela, afastei o tecido da calcinha fio dental e enfiei dois dedos, ela gemeu, começou a acelerar a respiração e a ofegar.
Levantei, coloquei ela no meu colo e fui andando até o quarto.
Naquela noite, ela se entregou como nunca tinha feito antes, posso dizer que pela primeira e última vez ela tomou a iniciativa.
Dois dias depois, me despedi da Helena enquanto ela entrava no carro, a caminho do aeroporto, dei instruções claras pro meu motorista, ele teria que seguir as ordens da Helena como se fossem minhas, ela concordou, e assim que cheguei no aeroporto, fui direto pro avião da empresa.
Assim que eu saí, a Helena começou a preparar o plano dela, primeiro entrou no computador, acessou o site da universidade com a senha dela e começou a estudar o histórico da Lucia, anotou algumas coisas, conversou com professores discretamente, procurando os pontos fortes e fracos dela, foi na missa pra observar, uma semana depois já tinha um plano pra conquistar ela.
Com a permissão do amo, decidiu mudar o visual, começou a se vestir de forma recatada, ir na missa, frequentar os círculos onde a Lucia andava, fazer amizade com os membros da organização que ela fazia parte, aos poucos e sem que ela percebesse, foi diminuindo a distância entre as duas, até que um dia na missa sentou do lado dela, seguiu a liturgia com a mesma fé e paixão que colocava diante do amo, a Lucia ficou olhando pra Helena e quando a missa terminou, na hora de sair pela porta, a Lucia tocou no ombro dela.
— Oi, te vi na missa, percebi que você é uma mulher de fé, também vai pro mesmo grupo de Oração que eu, mas o que me impressiona é a fé que senti na missa, o teu jeito de rezar, de sentir Deus dentro de ti. Adoraria comentar a bíblia contigo no grupo de oração, se você não se importar.
Claro, adoraria, pois sei que você tem mais experiência que eu no conhecimento da bíblia, e seus conselhos me ajudariam a ser mais pura aos olhos de Deus.
Helena observou em Lúcia uma faísca de imodéstia, de superioridade, o que lhe indicou que estava no caminho certo, mas ainda tinha muito chão pela frente. Combinou com ela o próximo encontro do grupo, e se separaram.
Embora seu plano estivesse a todo vapor, Helena percebia que em três semanas não alcançaria seu objetivo. Lúcia era mais complicada do que esperava. Ela adiava o máximo que podia contar ao amo, mas precisava tomar uma decisão.
Naquela noite, como todas desde que o amo foi embora, às 10 em ponto o telefone tocava, e Helena molhava a calcinha fio-dental no primeiro toque. No segundo, levantava o fone e respondia ao amo com doçura: "Boa noite, meu amo. Sua escrava submissa está à sua inteira disposição."
— Boa, putinha. Me descreve como você está vestida.
— Estou usando um conjunto de sutiã e calcinha fio-dental de renda rosa, com meias da mesma cor presas por uma cinta-liga combinando, cabelo solto.
— Certo. Quero que você se toque toda enquanto me conta como está a conquista da Lúcia.
— É sobre isso que eu queria falar. A coisa está mais lenta do que eu gostaria. Lúcia é uma garota de convicções fortes, a fé dela é muito intensa. Vejo muita dificuldade em tê-la antes de você chegar.
Helena estava se acariciando os mamilos e começava a sentir prazer, principalmente pensando no seu amo, se masturbando, pensando nele. Ela tinha medo da reação dele após a notícia sobre Lúcia, mas naquele momento focava no próprio corpo para obter prazer. Já estava massageando a buceta e o êxtase a dominava. invadindo.
Meu amo, já posso gozar? Tô super tesuda, e só penso em você e na Lucia juntos, fico louca todo dia, imaginando ela deitada do meu lado enquanto acaricia minha buceta, apertando seus pezinhos, amo, posso?
Goza, foxy, eu também tô quase gozando, tô pensando que meu pau tá penetrando seu cu e você se contorcendo de prazer, vou gozar, vadia.
Eu também, meu senhor, oh, oh, oh, que prazer sentir meus líquidos escorrendo pelas minhas coxas, te amo, meu senhor.
Depois de um tempo de silêncio.
Senhor, como você vê o assunto da Lucia? Tô com medo de você ficar bravo comigo, mas tô disposta a aceitar qualquer castigo que me der.
Não, Helena, não vou te castigar, porque seu castigo já estava escrito há alguns dias. Infelizmente, o assunto familiar que me trouxe aqui vai se prolongar mais do que eu esperava, vou levar pelo menos dois meses pra resolver.
Helena começou a chorar, com dor, desejava loucamente que chegasse o dia de poder servir o senhor pessoalmente, e via que esse dia estava atrasando.
Ordeno que pare de chorar. Esse atraso tem uma grande vantagem pra você: você tem mais tempo pra conseguir o que eu ordenei. Por isso, também não pretendo te ligar mais, e você também não vai me ligar. Qualquer coisa que quiser me consultar, fala com meu motorista e ele vai entrar em contato comigo. Quero aquela garota quando eu voltar. Dedique-se totalmente a isso, claro, sem deixar de cuidar das suas obrigações de professora, mas tudo que puder delegar, use.
O que o senhor mandar. Vai ser difícil não ouvir sua voz, mas se é assim que o senhor quer, assim será.
Helena ouviu o clique do telefone, se levantou, foi até a cozinha, serviu um copo d'água e decidiu se concentrar na Lucia.
No dia seguinte, no escritório dela, mudou completamente seus horários, chamou seus assistentes e passou tudo pra eles. trabalhos em que a presença dela não era necessária.
Com isso, depois de feitos os ajustes, ela só precisava ir para a aula 6 dias nos dois meses que restavam, para alcançar o objetivo dela.
Helena podia lidar com a Lúcia, sem que ela a reconhecesse, já que as duas estavam separadas por uma distância de 100 quilômetros, porque Lúcia estudava num campus fora do núcleo da universidade. Helena sabia que o amo a descobriu, pois ele faz várias faculdades por semestre, e algumas das matérias que ele estuda coincidem nesse campus tão afastado.
Helena decidiu se mudar para essa cidade, para ter mais tempo e focar no objetivo dela. Para isso, falou com o motorista e pediu para ele encontrar uma casa perto do campus.
Dois dias depois, ele ligou e disse que encontrou uma casa térrea, totalmente mobiliada e pronta para morar, com a vantagem de que a decoração era bem religiosa, sem ser exagerada. Ele mandaria as chaves por uma transportadora. Helena recebeu as chaves no início da tarde, com um bilhete indicando o endereço. Entrou no carro e seguiu rumo à nova morada. No porta-malas, levava tudo o que precisava para não voltar para casa até terminar o serviço: roupas, livros religiosos, etc.
Chegou logo na nova casa, acionou o controle remoto e os portões da garagem se abriram devagar. Entrou com o carro, pegou as duas malas do porta-malas e, por uma escada, subiu para o andar de cima. A decoração era meio eclética, mas se encaixava perfeitamente nos interesses dela. Arrumou as coisas como tinha planejado, entrou no quarto, guardou a roupa que não ia usar naquele dia, se trocou e, decidida, saiu de casa para transformar Lúcia na escrava dela.
Decidiu ir para a faculdade a pé, assim revisaria os passos a seguir. O que tinha claro é que, no máximo, na segunda-feira da semana que vem, ela teria que ser sua. Ela foi direto para o centro de oração, lá encontrou Laura sentada numa mesa com um exemplar dos Novos Testamentos e um caderno onde fazia anotações. Helena se aproximou dela, tocou no cabelo dela, cumprimentou e sentou na frente. Pegou o Novo Testamento e começou a ler o que Lúcia estava estudando. Nesse período, Helena passou horas na biblioteca, se enfiando de cabeça na fé cristã, lia todos os livros que passavam pelas mãos dela e absorvia os ensinamentos. Isso permitiria que ela continuasse criando amizade com Lúcia e ganhasse a confiança dela. Helena leu o texto em voz alta e, olhando para Lúcia, perguntou:
— O que essa leitura te diz?
Ela ficou um tempo pensativa, medindo bem as palavras.
— Me diz que os cristãos sofreram perseguições por causa da fé deles, que foram incompreendidos e que lutaram com força pra espalhar os ensinamentos do Senhor.
Eu olhava pra cara dela e via uma paixão que, na hora certa, me ajudaria nos meus planos. Também observava o prazer que ela sentia ao interpretar as leituras, e, principalmente, quando ela interpretava aqueles textos, chegava ao orgasmo — não um físico, mas um tipo de orgasmo mais profundo. Dava pra perceber que os órgãos sexuais dela reagiam àqueles impulsos e que ela fazia uma cara de satisfação que só uma boa transa ou um boquete bem dado conseguiria. Decidi que esse era o caminho pra chegar até ela: ela tinha que sentir essas sensações ao meu lado, que quando eu a tocasse, descobrisse aquele prazer da leitura, que ao conversar comigo, se sentisse à vontade e, acima de tudo, confiante, pra abrir aquela porta que estava hermeticamente fechada e que ninguém tinha acesso — essa era a entrada pro corpo dela e pros pontos fracos dela.
Aos poucos, fui ganhando a confiança de Laura, que cada vez se sentia mais à vontade na minha companhia. Eu continuava indo à missa, aos grupos de oração e, aos poucos, com frases pequenas como "faz meu senhor"... comigo, e em alguns casos, com esse sistema consegui que ela se animasse a fazer só as duas, estudos na minha casa.
A primeira vez que ela entrou e viu a decoração da casa, ficou apaixonada pelas figuras eclesiásticas que estavam colocadas em pontos estratégicos da sala.
Ela sentou numa poltrona um pouco baixa e eu vi as coxas dela por um segundo, ela tinha umas coxas perfeitas, ela não percebeu com que luxúria eu a olhava. Sentei ao lado dela numa poltrona um pouco mais alta, dando uma sensação de domínio. No começo ela não notou, mas com o passar das reuniões, começou a perceber o jogo de papéis. Ela não se importou, gostava que eu levasse a voz de comando em todos os temas de estudo da Bíblia, tanto em casa quanto nas reuniões do local, chegando ao ponto de defender minhas ideias na frente de gente muito mais preparada. Isso confirmava que meu poder sobre ela aumentava aos poucos, mas não o suficiente para meus planos.
Helena decidiu dar um passo a mais no trabalho dela e convidou Lucia para um fim de semana de retiro na casa dela. Um grupo de mulheres católicas iria, logicamente os membros desse grupo seríamos três: a motorista, Lucia e eu.
Passamos dois dias traçando o plano, e as duas acreditamos que tudo estaria preparado, que Lucia seria minha naquele fim de semana.
Na hora marcada, Lucia apareceu com uma maletinha onde levava as coisas necessárias para passar o fim de semana. Combinamos cedo para fazer as primeiras orações da manhã. Ajoelhamos na sala e ficamos orando por uma hora, depois fomos tomar café da manhã e continuamos com leituras e interpretação dos livros. Durante aquele dia, deixei tudo nas mãos de Lucia, para que ela se sentisse o centro do retiro. Às 10 da noite, Lucia propôs uma última oração e que cada uma fosse para o quarto. Foi aí que a motorista interveio. Seria melhor dormirmos todas na sala, assim a gente se conhece um pouco melhor e vê o que cada uma sacrifica pra satisfazer o senhor. No começo, a Lúcia não gostou muito da ideia, mas com umas frases e conselhos, acabaram convencendo ela.
Cada uma de nós foi pro seu quarto se trocar e pegar o necessário pra passar a noite. Fui a primeira a descer, vestindo uma camisola totalmente transparente que destacava minhas curvas, meus peitos e principalmente minha buceta, porque eu não tava de calcinha. Depois desceu a motorista, vou chamar ela de Ana. Ela tava escultural, com um conjuntinho de camiseta e shortinho totalmente transparente que marcava todas as formas dela. Quando vi, fiquei com o tesão subindo. De repente, apareceu a Lúcia, com uma camisola de pelúcia que não deixava nada à mostra. Assim que ela nos viu, ficou vermelha e fez menção de subir de volta pro quarto, mas a Ana se adiantou, pegou ela pela mão e, com cuidado, ajudou a descer o resto da escada. "Fica tranquila, Lúcia. Deus criou o corpo da mulher pra ser exibido, e aqui só tem nós três. Isso aqui é um retiro de oração, a gente tá com essa roupa porque tá muito calor. Você também devia trocar, senão vai suar e não vai conseguir se concentrar nas leituras."
"Não, não pensem que sou uma careticeira. É que vocês me pegaram de surpresa. Acontece que não tenho mais pijamas."
"Bom, sobe comigo no meu quarto que a gente prova uns pijamas que eu trouxe, pra ver qual fica melhor em você."
As duas subiram pro quarto, enquanto eu fiquei na sala, com um calorão no corpo todo e louca pra botar nosso plano em prática. Sabia que essa noite eu ia conseguir meu objetivo, ou ia estragar tudo.
Depois de uns 10 minutos, as duas desceram, e eu fiquei hipnotizada com a transformação da Lúcia. Ela vestia uma camisola totalmente transparente, e por baixo, uma lingerie que a Ana devia ter emprestado.
"Você tá linda demais, Lúcia. Acho que podemos começar o... estúdio.
E Lúcia sentou no meio das duas, pegou o primeiro livro que tinha à mão e começou a ler em voz alta. Eu não tirava os olhos dela e, cada vez que olhava, mais excitada ficava e mais convencida estava do bom gosto do patrão.
Em dado momento, Ana se desculpou, dizendo que estava cansada e que ia dormir no quarto dela.
Quando Ana foi pro quarto, eu me aproximei mais da Lúcia. Começamos uma discussão sobre um assunto do livro, ela me olhava com paixão, e eu decidi que era hora de agir.
— Lúcia, você percebe que tem um corpo gostoso pra caralho e que ele merece ser exibido?
Ela ficou vermelha, mas não fez menção de se levantar e ir embora.
— Seu corpo merece ser acariciado e beijado com amor. Eu te desejo só pra mim.
— Você tá disposta a seguir minhas ordens e conhecer os prazeres do amor?
Ela corou e escondeu o rosto com as mãos. Eu afastei a mão dela e repeti a pergunta. Ela abriu os braços e, se aproximando de mim, ofereceu seus lábios carnudos.
— Sim, Helena. Tô disposta a te obedecer e oferecer meu corpo pro que você quiser. A verdade é que desde que te conheci, meu corpo passou por uma transformação, e despertou em mim um desejo que eu não conhecia antes.
— Toda vez que a gente tava junto, minha buceta ficava toda melada, e quando eu chegava em casa, eu me masturbava com vontade, tendo uns orgasmos incríveis.
— Claro que tô ao seu serviço.
Ela me beijou com paixão, de braços caídos. Eu a peguei nos meus braços e abracei com delicadeza. Com as mãos, acariciei os peitos dela, sentindo eles ficarem durinhos, enquanto minha língua explorava a boca dela. Continuei descendo com as mãos e cheguei na buceta dela. Afastei a calcinha fio dental e meus dedos acariciaram o clitóris dela. Ela começou a gemer e na hora teve um orgasmo completo. Eu a afastei de mim.
— Então você tá disposta? ser minha escrava e aceitar todas as minhas ordens sem criar nenhum obstáculo, e se vestir como eu mandar, abandonar sua fé e tudo que eu ordenar, ser tratada como uma puta, ser entregue a outras pessoas sem reclamar.
Sim, minha senhora, estou preparada e disposta a ser sua e a ser entregue a quem você quiser.
Então sobe, entra no quarto da Ana, beija ela e desçam as duas para que ela te foda com força, enquanto eu assisto.
Ela subiu, entrou no quarto da Ana, beijou ela. Minha senhora quer que você desça comigo e me foda com força, por favor desce comigo.
Tá bom, vou descer e vou lamber teu corpo inteiro, vou te penetrar com minhas mãos e meus dedos vão entrar em todos os teus buracos.
As duas desceram abraçadas pela cintura, se beijando, e Ana passava a mão nas tetas dela, que já escapavam da camisola, e com a outra mão apertava a bunda dela.
Chegaram perto de mim, e Lúcia se deitou do meu lado. Ana começou a lamber o corpo todo dela e, enfiando dois dedos na buceta dela, começou um vai e vem que arrancou vários orgasmos.
Num dado momento, mandei elas pararem, e, embora Ana quisesse continuar, ela parou na hora.
Ana, chega aqui. Ela se aproximou de mim, eu peguei ela pela cintura, enfiei a língua até o fundo da boca dela e comecei a apertar ela com força. Ela não resistiu e se deixou levar. Peguei ela pela cabeça e fui empurrando pra ela chupar minha buceta.
Lúcia, fica do meu lado e observa como se chupa uma buceta.
Ela ficou do meu lado e observou com tesão enquanto Ana me chupava. Meu corpo começou a ter espasmos, avisando que eu ia gozar. Afastei a Ana, peguei a Lúcia pela cabeça e esfreguei a boca dela na minha boceta. Ordenei que ela chupasse todo o gozo. Ela abriu a boca, enfiou a língua na minha buceta e sugou todo o líquido. Quando terminou de chupar, agarrei a Ana com uma mão e a Lúcia com a outra, subi com elas pro quarto e comi as duas. Com frenesi, comi elas e elas me comeram o corpo inteiro, gozamos igual umas loucas, e de manhã a buceta tava tão dolorida que passamos creme pra baixar a inflamação. Nós, eu e Ana, nos vestimos, porque mandei a Lucia ficar pelada, e descemos pra tomar café.
Lucia, de agora em diante você me pertence, seu ser é meu, e uma das minhas ordens é que você vai se mudar comigo pra casa do meu amo. Lá eu vou te instruir e fazer de você uma boa submissa. Enquanto isso, sirva o café da manhã pra gente e depois se ajoelha e come minha buceta enquanto eu como.
E foi assim que consegui a Lucia pro meu amo.
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