Era um dia chuvoso e frio. As ruas do centro estavam quase desertas. Poucos comerciantes mantinham as lojas abertas na hora da sesta. A desolação era intensificada porque, sendo fim de mês e faltando vários dias para o pagamento, ninguém tinha dinheiro para sair às compras.
Eu trabalhava num bazar, que era um desses poucos lugares que ficavam abertos o dia inteiro.
A tarde transcorria normal e não acontecia nada que prometesse emoção.
De repente, entrou uma cliente. Pelo menos era o que eu pensava. Nunca me passaria pela cabeça que aquela mulher tão bem vestida era uma ladra, e muito menos que ia acabar comendo ela no vestiário da loja.
Mas estou indo rápido demais. A garota era alta e tinha cabelo curto, muito jovem, uns vinte e poucos anos. Assim que a vi, gostei pra caralho. Apesar de estar vestindo uma jaqueta vermelha de chuva bem comprida, dava pra notar sua boa forma de pernas longas e peitos que pareciam prestes a explodir, presos pelos botões da jaqueta. O cinto que apertava sua cintura deixava evidente sua silhueta curvilínea. Mesmo sendo bem magra, tinha lugares de sobra pra apreciar.
Ela cumprimentou com um sorriso. "Oi, tudo bem?" disse. Seu tom de voz era o típico das patricinhas de Palermo ou Núñez. "Tô procurando um presentinho pro meu sobrinho, posso dar uma olhada?" Diferente da maioria das mulheres lindas, ela não se sentiu intimidada ao ver como eu a devorava com os olhos. "Claro, posso ajudar em algo? Tá procurando algo específico?" respondi, tentando não desviar o olhar pros peitos dela. "Não, obrigada, vou dando uma olhada e te falo quando encontrar algo que eu goste." Não sou de julgar, mas o sorriso fácil e o olhar sem vergonha dela me fizeram pensar que era uma putinha. Mas não daquelas que cobram, e sim das que se entregam ao sexo sem problemas e se mexem na cama como umas profissionais.
Ela entrou na loja, que era bem funda. Tinha todo tipo de presentes e enfeites, então dava pra ficar um tempão. O O bazar tinha câmeras posicionadas estrategicamente pra evitar roubo, e eu usava elas pra observar ela pelo monitor que ficava no balcão. Nisso, o Pedro, o policial da rua, se aproxima da calçada. "Tudo bem?" perguntou ao entrar no local. "Tudo perfeito" respondi, apontando pro monitor onde via a mulher de pescoço de cisne se esticando pra pegar um porta-retrato. "Ahh, mas você se diverte hein" brincou o Pedro, que aos cinquenta anos e com vários quilos a mais, derretia toda vez que via carne fresca. A gente ficou olhando a mulher por mais um tempo. Depois o Pedro entrou pra dar uma volta pelo interior do local, ou melhor, pra ver de perto a mulher que tava desfilando pelos corredores do bazar. "Que puta gostosa" sussurrou quando voltou pra entrada perto do balcão. Eu sabia que ele não ia embora até ela sair, e muito provavelmente ia seguir ela umas quadras só pra olhar as pernas dela, que estavam nuas desde um pouco acima do joelho (que era até onde a jaqueta chegava) pra baixo.
Mas aí aconteceu algo estranho. Num movimento rapidíssimo, a mulher pegou algo de uma das prateleiras e enfiou dentro da jaqueta dela. Olhei pro Pedro pra saber se ele tinha visto a mesma coisa que eu. "Olha a mina, que ladra" ele disse.
Eu custava a acreditar que ela fosse uma ladra. Pensei que ela simplesmente guardou o objeto pra pagar depois. Era óbvio que não precisava roubar, a roupa dela e o jeito de falar mostravam isso. "Não fala nada até ela passar pelo caixa" disse o Pedro. Eu entendi, já que não dava pra considerar roubo até ela chegar no balcão e não pagar o que escondeu. A situação me parecia ridícula, ainda mais quando imaginei que aquilo que ela pegou não passava de um enfeite de madeira com uma inscrição em inglês que dizia "i love you" de 34 reais.
Os minutos passaram e a gente continuou observando ela de perto, eu pelo monitor e o Jorge andando de um lado pro outro pelos corredores. Pra meu alívio, a garota pegou um par de enfeites de cerâmica. e se dirigiu ao balcão. Apoiou três produtos no balcão. Finalmente parecia que tínhamos cometido um erro. Mas quando passei pelo caixa, notei que o enfeite de madeira não estava lá. Seu sorriso sedutor continuava imperturbável.
Cobrei 250 pesos pelos presentes que ela levava. Tinha certeza de que tinha me enganado, não fazia sentido ela gastar esse dinheiro e roubar algo de quase dez por cento do valor. No entanto, Pedro estava muito mais cético. "Deixe-me ver sua bolsa, senhorita", disse ele. "O quê?", perguntou ela, surpresa. "Sua bolsa, por favor." A mulher agora parecia ofendida, mas mostrou a bolsa com um gesto triunfante, sabendo que não havia nada ali além de suas coisas. "Abra a jaqueta", ordenou o policial desta vez. Agora a garota empalideceu. "Não tenho por que fazer isso", retrucou. "Senhorita, temos você gravada", disse Pedro com calma. Embora eu tenha notado, sem entender, que aquela situação o estava excitando. "Acompanhe-me, por favor", pediu amavelmente. Apontando com a mão para o vestiário onde ele fazia as revistas nos ladrões, nas poucas vezes que esse tipo de coisa acontecia. Eu sabia que mulheres só podiam ser revistadas por pessoal feminino, mas aparentemente ela não sabia, porque não exigiu. Toda a segurança e o descaramento que imperavam em seu semblante até alguns minutos atrás tinham desaparecido. "Desculpa, esqueci de pagar isso", disse ela, tirando o ridículo presente.
"Ah não, um roubo é um roubo", disse Pedro. Dava para ver como ele estava salivando. Agarrou-a pelo braço e a levou, enquanto ela fazia um esforço inútil para não ser arrastada para seu castigo. "Vem aqui um pouco, Carlitos", ordenou-me. A loja ficaria sem ninguém para cuidar, mas supus que seria só por um momento.
Quando cheguei ao vestiário, apenas segundos depois deles, Pedro já a tinha encurralado, de cara na parede, com as pernas abertas e as mãos para cima, apoiadas na parede.
Pedro revistava a bolsa. "Rocío Galarza", disse ele, olhando para mim, como se me apresentasse a estivesse apresentando, assim que encontrou o documento da ladra.
A Rocío tinha umas pernas realmente lindas e compridas, mas com aquela jaqueta não dava pra saber se a bunda dela era à altura.
"Bom, moleque, olha só, eu vou revistar ela pra ver se não tava levando mais nada." "Não tô levando nada, por favor. Eu não sou ladra, é que eu tenho uma doença chamada cleptomania, se quiserem perguntem pra minha psicóloga, eu não faço essas coisas porque quero", choramingou Rocío.
Pedro riu. "Cala a boca que daqui você vai pra cadeia", disse, sem piedade. Começou a revistar Rocío. Fazia isso de propósito, devagar, principalmente quando passava pelas pernas nuas, o que era desnecessário. Depois, quando subia a mão por baixo da jaqueta, se aproximava, roçando nela com o pau. Dava pra ver que ele gostava de tocar ela, e era óbvio que não fazia aquilo de forma profissional, porque a cada centímetro que os dedos avançavam, ele soltava um suspiro. Mesmo assim, sabia onde parar. Só conseguia intuir as partes íntimas dela, sem chegar a tocá-las. Fez o mesmo quando revistou por cima da jaqueta, roçando de leve o começo dos peitos, contornando eles com os dedos em toda a circunferência, sentindo o formato. Eu olhava imóvel. O que Pedro fazia era abuso de autoridade. Por um instante, quase mandei ele deixar ela em paz, mas a verdade é que eu tava fascinado.
"Agora revista ela você", me ordenou. "Mas se você já me revistou", reclamou Rocío, virando a cabeleira preta. "A senhora cala a boca e olha pra parede", foi a resposta do policial.
Eu me aproximei timidamente. Sabia que tava fazendo algo errado, mas aquelas pernas quilométricas estavam abertas e me chamavam aos gritos. Rocío virou de novo. Me olhava expectante, como se sentisse a iminência do que ia rolar, e desejando que acontecesse rápido. Eu realmente não tinha planos de abusar dela. O susto que estávamos dando já era suficiente. Mas a atitude resignada dela me instigou a pelo menos imitar o Pedro. E foi o que fiz. fiz. Deslizei minha mão pela perna direita dela, começando pelos tornozelos, como se ela estivesse de calça e eu pudesse esconder algo ali. Dava pra ver que ela malhava direitinho, porque as panturrilhas eram duras e inchadas. Senti a pele sedosa dela enquanto subia devagar até os joelhos, passando direto, invadindo por baixo da jaqueta, parando só quando senti o tecido do shortinho minúsculo que ela usava por baixo, pra chegar nas coxas, e apalpar o começo da bunda dela com uma mão, e curtir a rigidez dos adutores com a outra. Repeti a operação com a outra perna, igual devagar, mas dessa vez parei mais tempo na beirada da bunda dela, sentindo com meu dedão o início da curva que se ergueria como uma montanhazinha de prazer. Balancei a cabeça como pra voltar a mim, porque se continuasse assim ia cometer um crime de verdade. Dei um tapinha nela na altura da cintura e, repetindo o que o Pedro fez, contornei os peitos dela com a ponta dos dedos. Nessa altura, meu pau já tava duríssimo. Nem tinha notado de tão concentrado, mas quase doía de tanta pressão da calça.
Os peitos eram lindos. Me perguntei se eram operados, porque pareciam perfeitos demais, tanto no tamanho quanto na forma e na rigidez. Instintivamente apertei eles. Eram uma delícia de sentir mesmo por cima da jaqueta. Só fiz isso por uns segundos, a Rocío tremeu, e eu fingi que tava revendo entre os peitos pra ver se ela tinha escondido algo no sutiã.
Quando terminei de apalpar ela, dei uns passos pra trás. A Rocío saiu da posição que tava e olhou pro Pedro. "Já posso ir embora?"
"Moça, a senhora parece esquecer que cometeu um crime. Vai me acompanhar até a delegacia agora mesmo. A senhora tá presa e vai levar a denúncia correspondente."
"Não, pelo amor de Deus. Já tenho uma denúncia, com isso vou presa" implorou a Rocío, fazendo biquinho e com os olhos brilhando, quase chorando.
"Bom, a senhora que decide como a gente resolve isso, moça Rocío" propôs o policial.
"Aqui não Tenho grana, mas podemos ir no caixa eletrônico e..."
"Não, não, não" – interrompeu Pedro. "Acho que a gente não tá se entendendo". Ele puxou o cassetete do cinto.
"Não, por favor" – disse Rocío com a voz trêmula.
"Tira a jaqueta."
"Não" – insistiu Rocío. Cruzou os braços, cobrindo os peitos instintivamente. Olhou pra mim como se buscasse minha compaixão. Na real, senti uma ponta de pena dela, mas tava muito tesudo e meu instinto animal falou mais alto que minha consciência.
"Tira a jaqueta, sua ladra" – falei, não sem sentir uma pontada de culpa.
Rocío desabotoou o cinto da jaqueta e, devagar, com um olhar de medo e reprovação, foi desabotoando ela, até que tirou e jogou no chão.
"Não me machuquem" – sussurrou, olhando pro cassetete do Pedro.
"Encosta de novo na parede, com as mãos pra cima e as pernas abertas."
Ela tava com uma camiseta branca de manga curta e decote bem cavado, e um short jeans bem curto que mal cobria ela. Devagar, ela virou, apoiou as mãos levantadas na parede e abriu as pernas.
"Agora a gente vai revistar você mais a fundo" – disse o policial, se aproximando dela com o cassetete na mão, e depois usou a ponta dele pra deslizar devagar pelas nádegas dela, que agora eu via bem. Eram redondinhas e tão malhadas quanto as pernas. Depois fez o mesmo movimento pra cima, mas dessa vez percorrendo a costura do short que marcava a separação dos glúteos. "Não me machuquem" – repetiu Rocío, que ainda tava com medo. Enquanto ela falava, Pedro descia o cassetete de novo, fazendo ela sentir a dureza, percorrendo de novo a linha do cu, e depois enfiou entre as pernas dela, esfregando com todo o comprimento. "Agora a gente vai tirar sua vontade de roubar" – disse enquanto enfiava e tirava o artefato, esfregando a buceta da ladra. "Vem, Carlitos, não seja tímido" – me chamou.
Eu nem tinha percebido, mas tava me tocando a pica dura por dentro da calça enquanto observava a cena.
Me aproximei. eles. Rocío me olhou novamente suplicante, e dessa vez uma lágrima escorria pela bochecha dela. Apertei um peito dela. Dessa vez tomei meu tempo, me pareceram naturais, espremi com força, enquanto Pedro se cansou de usar o brinquedo dele e o colocou na cintura e começou a desabotoar a camisa azul.
Rocío tinha abaixado a cabeça, já resignada. Tirei a camiseta dela. Fui pendurar num cabide que tinha num armário vazio. Não queria que ela fosse embora com a roupa amassada.
"Olha os peitões que a puta tem" exclamou o policial que já estava pelado, mas não tirava a calça, já que como é costume dele, nunca deixava a pistola regulamentar em nenhum lugar. Se apoiou nela e passando os braços por trás de Rocío foi espremer os peitões com muito mais violência do que eu exerci. "Vamos ver, não vai ter nada escondido aqui não?" Ele zombava enquanto apertava e fazia a ladra sentir tanto a dureza do cassetete dele, quanto a da arma e do pau dele.
Desabotoou o sutiã dela e jogou no chão. Ela continuava de cabeça baixa, de vez em quando soltava um "ai" de dor pela violência com que meu parceiro beliscava os bicos dos peitos dela. Quando me aproximei de novo, ele se afastou. Eu desabotoei o short e puxei pra baixo, deslizando pelas pernas finas e musculosas. Agora ela só tinha uma calcinha fio dental branca. Pedro, que não tinha o mesmo cuidado que eu com a roupa da ladra, puxou o cassetete de novo e com ele esticou o elástico da cintura da calcinha até que rasgou, e usando também o cassetete, enfiando entre o meio das nádegas, pegou o tecido minúsculo que cobria a buceta linda dela e finalmente se livrou da calcinha deixando ela completamente nua.
"O que você acha, Carlitos? Parece que aqui ela não pode esconder mais nada, né?" ele me disse com uma piscadela.
"Hum. Eu não tenho tanta certeza" falei entrando na brincadeira. Me ajoelhei atrás dela. Beijei a bunda dela. Estava realmente bem malhada, e para meu maior prazer, estava completamente depilada. Dei vários beijos no glúteo dela, mordendo de vez em quando, sentindo o arrepio daquela buceta gostosa toda vez que eu fazia isso. Depois separei as nádegas dela com as mãos pra enterrar minha cara naquela racha deliciosa, lambendo e enchendo tudo de saliva.
"Aqui dava pra esconder alguma coisa", falei olhando pro meu colega, e enfiei o dedo naquele buraco escorregadio. "Aaahh", gritou a Rocío, se contorcendo e se encostando na parede.
"Encontrou alguma coisa?", perguntou o Pedro, debochando. "Dá uma olhada bem lá dentro", e foi o que eu fiz, metendo o dedo indicador até o fundo, batendo os outros dedos fechados no cu da Rocío. "Ai", gemeu a ladra, recebendo o castigo dela. Meti e tirei o dedo várias vezes, e quando pareceu que já tava dilatada o bastante pra não sofrer tanto com a penetração, ajudei com o dedo do meio, enfiando os dois sem cerimônia. "Aaai, não, devagar", reclamou a Rocío, mas a única resposta que teve foram os dois dedos invadindo fundo o cu dela.
"Vê se traz ela pra cá", chamou o Pedro, que mesmo sem tirar a calça, já tinha aberto a braguilha e tava mostrando o pau duro. Levei ela até onde ele apontou, que era um banco comprido de madeira no fundo do vestiário.
"Deita aí, sua puta", ordenou o policial. A largura da madeira era bem estreita, mas a Rocío espalhou o corpo gostoso dela em cima. Ficou de barriga pra cima. As costas e a bunda no banco, mas as pernas dobradas, apoiadas no chão e bem abertas, e a cabeça dela, que não tinha apoio nenhum porque o banco não era tão comprido quanto ela, ficou suspensa no ar, na posição perfeita pra eu enfiar o pau na boca dela.
E foi o que eu fiz, agarrando os peitos dela e enfiando a vara direto na boca, e ela respondeu abrindo ela pra receber. Ajudou com uma mão pra manipular melhor o meu pau, mas o ritmo quem marcava era eu, dificultando o trabalho dela. "Engole tudo", falei, e enfiei o tronco até a garganta dela, sufocando, só soltando depois do quarto ou quinto golpe suave que ela dava. nas pernas para me avisar que precisava respirar. Enquanto isso, Pedro lambia a buceta dela, e pelos espasmos do corpo da ladra, não tava fazendo nada mal.
Mesmo assim, Rocío continuava soltando lágrimas, que borravam um pouco a maquiagem. Não sabia se era porque se sentia humilhada ou só porque tava engasgando com meu pau. De qualquer forma, a pena que sentia por ela já tinha ido embora e só restava a luxúria sádica, então, pra ela continuar chorando enquanto engolia meu pau, tapei o nariz dela. Na hora os olhos dela encheram de lágrimas e ela começou a bater na minha perna, mas ignorei e tapei o nariz dela com mais força, enquanto com a outra mão beliscava os bicos dos peitos dela. "agaghgagagh glglglgl aagagg" só conseguia falar Rocío. Soltei ela do meu pênis uns segundos depois, mas pra ela deve ter parecido uma eternidade. Ela começou a cuspir e tossir pro lado, e quando terminou, já tava metendo o pau de novo. Pedro tinha começado a penetrar ela. Tava numa posição desconfortável, mas deu um jeito de ficar por cima dela e meter com força. Eu continuava estuprando a boca dela. Rocío tava se acostumando a engolir sem se engasgar. Apertava os peitos dela com violência e puxava os bicos, depois tirava o pau da boca dela, só pra dar porradas na cara dela. Batia forte. "ai, não, ai ai" reclamava a ladra. Pedro gemia que nem um bicho enquanto metia com mais força. O banco balançava pra caralho e parecia que ia quebrar a qualquer momento, mas nenhum dos dois ligou. "vai, puta, toma o leite" falou o policial, e depois gozou no umbigo dela. Eu já tava no limite, então depois de uns tapas na cara dela, joguei toda a porra nela. O sêmen se misturou com as lágrimas. Ela abriu a boca e engoliu um pouco, mas a maior parte ficou no rosto dela feito creme facial.
Enquanto ela lavava o rosto e arrumava o cabelo, passaram minutos suficientes pro Pedro ficar de pau duro de novo. Novo. Sem dizer uma palavra, pegou ela de surpresa enfiando a pica no cu dela. “Ai, não, chega, ai, aia!” sofria Rocío com as estocadas do policial enquanto via pelo espelho a cara dela se transformar ao receber as metidas. “Mhmhm assim você perde mhmh a vontade hmhmh de roubar” gemia e falava Pedro enquanto estupráva o cu dela. Depois de muitas metidas, tirou o pau de dentro da Rocío e cuspiu a porra nas nádegas dela.
A cena me excitou, e eu não queria ficar por baixo. Rocío mal conseguia andar depois de uma foda daquelas. Enquanto ela procurava a roupa devagar, fui até ela, joguei no chão, coloquei as pernas dela nos meus ombros, agarrei os peitos dela e comi ela com uma intensidade que eu nem sabia que tinha. Não demorei muito pra gozar. Levantei e jorrei minha porra por todo o corpo dela, um pouco nos peitos, um pouco na buceta e nas pernas.
Depois que nos cansamos dela, deixamos ela ir. Com certeza, da próxima vez que sentir vontade de roubar, vai pensar duas vezes.
Eu trabalhava num bazar, que era um desses poucos lugares que ficavam abertos o dia inteiro.
A tarde transcorria normal e não acontecia nada que prometesse emoção.
De repente, entrou uma cliente. Pelo menos era o que eu pensava. Nunca me passaria pela cabeça que aquela mulher tão bem vestida era uma ladra, e muito menos que ia acabar comendo ela no vestiário da loja.
Mas estou indo rápido demais. A garota era alta e tinha cabelo curto, muito jovem, uns vinte e poucos anos. Assim que a vi, gostei pra caralho. Apesar de estar vestindo uma jaqueta vermelha de chuva bem comprida, dava pra notar sua boa forma de pernas longas e peitos que pareciam prestes a explodir, presos pelos botões da jaqueta. O cinto que apertava sua cintura deixava evidente sua silhueta curvilínea. Mesmo sendo bem magra, tinha lugares de sobra pra apreciar.
Ela cumprimentou com um sorriso. "Oi, tudo bem?" disse. Seu tom de voz era o típico das patricinhas de Palermo ou Núñez. "Tô procurando um presentinho pro meu sobrinho, posso dar uma olhada?" Diferente da maioria das mulheres lindas, ela não se sentiu intimidada ao ver como eu a devorava com os olhos. "Claro, posso ajudar em algo? Tá procurando algo específico?" respondi, tentando não desviar o olhar pros peitos dela. "Não, obrigada, vou dando uma olhada e te falo quando encontrar algo que eu goste." Não sou de julgar, mas o sorriso fácil e o olhar sem vergonha dela me fizeram pensar que era uma putinha. Mas não daquelas que cobram, e sim das que se entregam ao sexo sem problemas e se mexem na cama como umas profissionais.
Ela entrou na loja, que era bem funda. Tinha todo tipo de presentes e enfeites, então dava pra ficar um tempão. O O bazar tinha câmeras posicionadas estrategicamente pra evitar roubo, e eu usava elas pra observar ela pelo monitor que ficava no balcão. Nisso, o Pedro, o policial da rua, se aproxima da calçada. "Tudo bem?" perguntou ao entrar no local. "Tudo perfeito" respondi, apontando pro monitor onde via a mulher de pescoço de cisne se esticando pra pegar um porta-retrato. "Ahh, mas você se diverte hein" brincou o Pedro, que aos cinquenta anos e com vários quilos a mais, derretia toda vez que via carne fresca. A gente ficou olhando a mulher por mais um tempo. Depois o Pedro entrou pra dar uma volta pelo interior do local, ou melhor, pra ver de perto a mulher que tava desfilando pelos corredores do bazar. "Que puta gostosa" sussurrou quando voltou pra entrada perto do balcão. Eu sabia que ele não ia embora até ela sair, e muito provavelmente ia seguir ela umas quadras só pra olhar as pernas dela, que estavam nuas desde um pouco acima do joelho (que era até onde a jaqueta chegava) pra baixo.
Mas aí aconteceu algo estranho. Num movimento rapidíssimo, a mulher pegou algo de uma das prateleiras e enfiou dentro da jaqueta dela. Olhei pro Pedro pra saber se ele tinha visto a mesma coisa que eu. "Olha a mina, que ladra" ele disse.
Eu custava a acreditar que ela fosse uma ladra. Pensei que ela simplesmente guardou o objeto pra pagar depois. Era óbvio que não precisava roubar, a roupa dela e o jeito de falar mostravam isso. "Não fala nada até ela passar pelo caixa" disse o Pedro. Eu entendi, já que não dava pra considerar roubo até ela chegar no balcão e não pagar o que escondeu. A situação me parecia ridícula, ainda mais quando imaginei que aquilo que ela pegou não passava de um enfeite de madeira com uma inscrição em inglês que dizia "i love you" de 34 reais.
Os minutos passaram e a gente continuou observando ela de perto, eu pelo monitor e o Jorge andando de um lado pro outro pelos corredores. Pra meu alívio, a garota pegou um par de enfeites de cerâmica. e se dirigiu ao balcão. Apoiou três produtos no balcão. Finalmente parecia que tínhamos cometido um erro. Mas quando passei pelo caixa, notei que o enfeite de madeira não estava lá. Seu sorriso sedutor continuava imperturbável.
Cobrei 250 pesos pelos presentes que ela levava. Tinha certeza de que tinha me enganado, não fazia sentido ela gastar esse dinheiro e roubar algo de quase dez por cento do valor. No entanto, Pedro estava muito mais cético. "Deixe-me ver sua bolsa, senhorita", disse ele. "O quê?", perguntou ela, surpresa. "Sua bolsa, por favor." A mulher agora parecia ofendida, mas mostrou a bolsa com um gesto triunfante, sabendo que não havia nada ali além de suas coisas. "Abra a jaqueta", ordenou o policial desta vez. Agora a garota empalideceu. "Não tenho por que fazer isso", retrucou. "Senhorita, temos você gravada", disse Pedro com calma. Embora eu tenha notado, sem entender, que aquela situação o estava excitando. "Acompanhe-me, por favor", pediu amavelmente. Apontando com a mão para o vestiário onde ele fazia as revistas nos ladrões, nas poucas vezes que esse tipo de coisa acontecia. Eu sabia que mulheres só podiam ser revistadas por pessoal feminino, mas aparentemente ela não sabia, porque não exigiu. Toda a segurança e o descaramento que imperavam em seu semblante até alguns minutos atrás tinham desaparecido. "Desculpa, esqueci de pagar isso", disse ela, tirando o ridículo presente.
"Ah não, um roubo é um roubo", disse Pedro. Dava para ver como ele estava salivando. Agarrou-a pelo braço e a levou, enquanto ela fazia um esforço inútil para não ser arrastada para seu castigo. "Vem aqui um pouco, Carlitos", ordenou-me. A loja ficaria sem ninguém para cuidar, mas supus que seria só por um momento.
Quando cheguei ao vestiário, apenas segundos depois deles, Pedro já a tinha encurralado, de cara na parede, com as pernas abertas e as mãos para cima, apoiadas na parede.
Pedro revistava a bolsa. "Rocío Galarza", disse ele, olhando para mim, como se me apresentasse a estivesse apresentando, assim que encontrou o documento da ladra.
A Rocío tinha umas pernas realmente lindas e compridas, mas com aquela jaqueta não dava pra saber se a bunda dela era à altura.
"Bom, moleque, olha só, eu vou revistar ela pra ver se não tava levando mais nada." "Não tô levando nada, por favor. Eu não sou ladra, é que eu tenho uma doença chamada cleptomania, se quiserem perguntem pra minha psicóloga, eu não faço essas coisas porque quero", choramingou Rocío.
Pedro riu. "Cala a boca que daqui você vai pra cadeia", disse, sem piedade. Começou a revistar Rocío. Fazia isso de propósito, devagar, principalmente quando passava pelas pernas nuas, o que era desnecessário. Depois, quando subia a mão por baixo da jaqueta, se aproximava, roçando nela com o pau. Dava pra ver que ele gostava de tocar ela, e era óbvio que não fazia aquilo de forma profissional, porque a cada centímetro que os dedos avançavam, ele soltava um suspiro. Mesmo assim, sabia onde parar. Só conseguia intuir as partes íntimas dela, sem chegar a tocá-las. Fez o mesmo quando revistou por cima da jaqueta, roçando de leve o começo dos peitos, contornando eles com os dedos em toda a circunferência, sentindo o formato. Eu olhava imóvel. O que Pedro fazia era abuso de autoridade. Por um instante, quase mandei ele deixar ela em paz, mas a verdade é que eu tava fascinado.
"Agora revista ela você", me ordenou. "Mas se você já me revistou", reclamou Rocío, virando a cabeleira preta. "A senhora cala a boca e olha pra parede", foi a resposta do policial.
Eu me aproximei timidamente. Sabia que tava fazendo algo errado, mas aquelas pernas quilométricas estavam abertas e me chamavam aos gritos. Rocío virou de novo. Me olhava expectante, como se sentisse a iminência do que ia rolar, e desejando que acontecesse rápido. Eu realmente não tinha planos de abusar dela. O susto que estávamos dando já era suficiente. Mas a atitude resignada dela me instigou a pelo menos imitar o Pedro. E foi o que fiz. fiz. Deslizei minha mão pela perna direita dela, começando pelos tornozelos, como se ela estivesse de calça e eu pudesse esconder algo ali. Dava pra ver que ela malhava direitinho, porque as panturrilhas eram duras e inchadas. Senti a pele sedosa dela enquanto subia devagar até os joelhos, passando direto, invadindo por baixo da jaqueta, parando só quando senti o tecido do shortinho minúsculo que ela usava por baixo, pra chegar nas coxas, e apalpar o começo da bunda dela com uma mão, e curtir a rigidez dos adutores com a outra. Repeti a operação com a outra perna, igual devagar, mas dessa vez parei mais tempo na beirada da bunda dela, sentindo com meu dedão o início da curva que se ergueria como uma montanhazinha de prazer. Balancei a cabeça como pra voltar a mim, porque se continuasse assim ia cometer um crime de verdade. Dei um tapinha nela na altura da cintura e, repetindo o que o Pedro fez, contornei os peitos dela com a ponta dos dedos. Nessa altura, meu pau já tava duríssimo. Nem tinha notado de tão concentrado, mas quase doía de tanta pressão da calça.
Os peitos eram lindos. Me perguntei se eram operados, porque pareciam perfeitos demais, tanto no tamanho quanto na forma e na rigidez. Instintivamente apertei eles. Eram uma delícia de sentir mesmo por cima da jaqueta. Só fiz isso por uns segundos, a Rocío tremeu, e eu fingi que tava revendo entre os peitos pra ver se ela tinha escondido algo no sutiã.
Quando terminei de apalpar ela, dei uns passos pra trás. A Rocío saiu da posição que tava e olhou pro Pedro. "Já posso ir embora?"
"Moça, a senhora parece esquecer que cometeu um crime. Vai me acompanhar até a delegacia agora mesmo. A senhora tá presa e vai levar a denúncia correspondente."
"Não, pelo amor de Deus. Já tenho uma denúncia, com isso vou presa" implorou a Rocío, fazendo biquinho e com os olhos brilhando, quase chorando.
"Bom, a senhora que decide como a gente resolve isso, moça Rocío" propôs o policial.
"Aqui não Tenho grana, mas podemos ir no caixa eletrônico e..."
"Não, não, não" – interrompeu Pedro. "Acho que a gente não tá se entendendo". Ele puxou o cassetete do cinto.
"Não, por favor" – disse Rocío com a voz trêmula.
"Tira a jaqueta."
"Não" – insistiu Rocío. Cruzou os braços, cobrindo os peitos instintivamente. Olhou pra mim como se buscasse minha compaixão. Na real, senti uma ponta de pena dela, mas tava muito tesudo e meu instinto animal falou mais alto que minha consciência.
"Tira a jaqueta, sua ladra" – falei, não sem sentir uma pontada de culpa.
Rocío desabotoou o cinto da jaqueta e, devagar, com um olhar de medo e reprovação, foi desabotoando ela, até que tirou e jogou no chão.
"Não me machuquem" – sussurrou, olhando pro cassetete do Pedro.
"Encosta de novo na parede, com as mãos pra cima e as pernas abertas."
Ela tava com uma camiseta branca de manga curta e decote bem cavado, e um short jeans bem curto que mal cobria ela. Devagar, ela virou, apoiou as mãos levantadas na parede e abriu as pernas.
"Agora a gente vai revistar você mais a fundo" – disse o policial, se aproximando dela com o cassetete na mão, e depois usou a ponta dele pra deslizar devagar pelas nádegas dela, que agora eu via bem. Eram redondinhas e tão malhadas quanto as pernas. Depois fez o mesmo movimento pra cima, mas dessa vez percorrendo a costura do short que marcava a separação dos glúteos. "Não me machuquem" – repetiu Rocío, que ainda tava com medo. Enquanto ela falava, Pedro descia o cassetete de novo, fazendo ela sentir a dureza, percorrendo de novo a linha do cu, e depois enfiou entre as pernas dela, esfregando com todo o comprimento. "Agora a gente vai tirar sua vontade de roubar" – disse enquanto enfiava e tirava o artefato, esfregando a buceta da ladra. "Vem, Carlitos, não seja tímido" – me chamou.
Eu nem tinha percebido, mas tava me tocando a pica dura por dentro da calça enquanto observava a cena.
Me aproximei. eles. Rocío me olhou novamente suplicante, e dessa vez uma lágrima escorria pela bochecha dela. Apertei um peito dela. Dessa vez tomei meu tempo, me pareceram naturais, espremi com força, enquanto Pedro se cansou de usar o brinquedo dele e o colocou na cintura e começou a desabotoar a camisa azul.
Rocío tinha abaixado a cabeça, já resignada. Tirei a camiseta dela. Fui pendurar num cabide que tinha num armário vazio. Não queria que ela fosse embora com a roupa amassada.
"Olha os peitões que a puta tem" exclamou o policial que já estava pelado, mas não tirava a calça, já que como é costume dele, nunca deixava a pistola regulamentar em nenhum lugar. Se apoiou nela e passando os braços por trás de Rocío foi espremer os peitões com muito mais violência do que eu exerci. "Vamos ver, não vai ter nada escondido aqui não?" Ele zombava enquanto apertava e fazia a ladra sentir tanto a dureza do cassetete dele, quanto a da arma e do pau dele.
Desabotoou o sutiã dela e jogou no chão. Ela continuava de cabeça baixa, de vez em quando soltava um "ai" de dor pela violência com que meu parceiro beliscava os bicos dos peitos dela. Quando me aproximei de novo, ele se afastou. Eu desabotoei o short e puxei pra baixo, deslizando pelas pernas finas e musculosas. Agora ela só tinha uma calcinha fio dental branca. Pedro, que não tinha o mesmo cuidado que eu com a roupa da ladra, puxou o cassetete de novo e com ele esticou o elástico da cintura da calcinha até que rasgou, e usando também o cassetete, enfiando entre o meio das nádegas, pegou o tecido minúsculo que cobria a buceta linda dela e finalmente se livrou da calcinha deixando ela completamente nua.
"O que você acha, Carlitos? Parece que aqui ela não pode esconder mais nada, né?" ele me disse com uma piscadela.
"Hum. Eu não tenho tanta certeza" falei entrando na brincadeira. Me ajoelhei atrás dela. Beijei a bunda dela. Estava realmente bem malhada, e para meu maior prazer, estava completamente depilada. Dei vários beijos no glúteo dela, mordendo de vez em quando, sentindo o arrepio daquela buceta gostosa toda vez que eu fazia isso. Depois separei as nádegas dela com as mãos pra enterrar minha cara naquela racha deliciosa, lambendo e enchendo tudo de saliva.
"Aqui dava pra esconder alguma coisa", falei olhando pro meu colega, e enfiei o dedo naquele buraco escorregadio. "Aaahh", gritou a Rocío, se contorcendo e se encostando na parede.
"Encontrou alguma coisa?", perguntou o Pedro, debochando. "Dá uma olhada bem lá dentro", e foi o que eu fiz, metendo o dedo indicador até o fundo, batendo os outros dedos fechados no cu da Rocío. "Ai", gemeu a ladra, recebendo o castigo dela. Meti e tirei o dedo várias vezes, e quando pareceu que já tava dilatada o bastante pra não sofrer tanto com a penetração, ajudei com o dedo do meio, enfiando os dois sem cerimônia. "Aaai, não, devagar", reclamou a Rocío, mas a única resposta que teve foram os dois dedos invadindo fundo o cu dela.
"Vê se traz ela pra cá", chamou o Pedro, que mesmo sem tirar a calça, já tinha aberto a braguilha e tava mostrando o pau duro. Levei ela até onde ele apontou, que era um banco comprido de madeira no fundo do vestiário.
"Deita aí, sua puta", ordenou o policial. A largura da madeira era bem estreita, mas a Rocío espalhou o corpo gostoso dela em cima. Ficou de barriga pra cima. As costas e a bunda no banco, mas as pernas dobradas, apoiadas no chão e bem abertas, e a cabeça dela, que não tinha apoio nenhum porque o banco não era tão comprido quanto ela, ficou suspensa no ar, na posição perfeita pra eu enfiar o pau na boca dela.
E foi o que eu fiz, agarrando os peitos dela e enfiando a vara direto na boca, e ela respondeu abrindo ela pra receber. Ajudou com uma mão pra manipular melhor o meu pau, mas o ritmo quem marcava era eu, dificultando o trabalho dela. "Engole tudo", falei, e enfiei o tronco até a garganta dela, sufocando, só soltando depois do quarto ou quinto golpe suave que ela dava. nas pernas para me avisar que precisava respirar. Enquanto isso, Pedro lambia a buceta dela, e pelos espasmos do corpo da ladra, não tava fazendo nada mal.
Mesmo assim, Rocío continuava soltando lágrimas, que borravam um pouco a maquiagem. Não sabia se era porque se sentia humilhada ou só porque tava engasgando com meu pau. De qualquer forma, a pena que sentia por ela já tinha ido embora e só restava a luxúria sádica, então, pra ela continuar chorando enquanto engolia meu pau, tapei o nariz dela. Na hora os olhos dela encheram de lágrimas e ela começou a bater na minha perna, mas ignorei e tapei o nariz dela com mais força, enquanto com a outra mão beliscava os bicos dos peitos dela. "agaghgagagh glglglgl aagagg" só conseguia falar Rocío. Soltei ela do meu pênis uns segundos depois, mas pra ela deve ter parecido uma eternidade. Ela começou a cuspir e tossir pro lado, e quando terminou, já tava metendo o pau de novo. Pedro tinha começado a penetrar ela. Tava numa posição desconfortável, mas deu um jeito de ficar por cima dela e meter com força. Eu continuava estuprando a boca dela. Rocío tava se acostumando a engolir sem se engasgar. Apertava os peitos dela com violência e puxava os bicos, depois tirava o pau da boca dela, só pra dar porradas na cara dela. Batia forte. "ai, não, ai ai" reclamava a ladra. Pedro gemia que nem um bicho enquanto metia com mais força. O banco balançava pra caralho e parecia que ia quebrar a qualquer momento, mas nenhum dos dois ligou. "vai, puta, toma o leite" falou o policial, e depois gozou no umbigo dela. Eu já tava no limite, então depois de uns tapas na cara dela, joguei toda a porra nela. O sêmen se misturou com as lágrimas. Ela abriu a boca e engoliu um pouco, mas a maior parte ficou no rosto dela feito creme facial.
Enquanto ela lavava o rosto e arrumava o cabelo, passaram minutos suficientes pro Pedro ficar de pau duro de novo. Novo. Sem dizer uma palavra, pegou ela de surpresa enfiando a pica no cu dela. “Ai, não, chega, ai, aia!” sofria Rocío com as estocadas do policial enquanto via pelo espelho a cara dela se transformar ao receber as metidas. “Mhmhm assim você perde mhmh a vontade hmhmh de roubar” gemia e falava Pedro enquanto estupráva o cu dela. Depois de muitas metidas, tirou o pau de dentro da Rocío e cuspiu a porra nas nádegas dela.
A cena me excitou, e eu não queria ficar por baixo. Rocío mal conseguia andar depois de uma foda daquelas. Enquanto ela procurava a roupa devagar, fui até ela, joguei no chão, coloquei as pernas dela nos meus ombros, agarrei os peitos dela e comi ela com uma intensidade que eu nem sabia que tinha. Não demorei muito pra gozar. Levantei e jorrei minha porra por todo o corpo dela, um pouco nos peitos, um pouco na buceta e nas pernas.
Depois que nos cansamos dela, deixamos ela ir. Com certeza, da próxima vez que sentir vontade de roubar, vai pensar duas vezes.
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