Tudo aconteceu neste sábado, um casal amigo nosso nos convidou pra uma festa. Eles estavam completando 20 anos de casados e queriam celebrar, então combinaram de passar pra nos buscar. Nosso carro tava no mecânico, então aceitamos.
Naquele sábado tava bem quente, então me vesti bem leve. Coloquei uma saia curta preta, uma regata bege e umas sandálias. Quando meu marido e meu filho me viram, exclamaram: "Uau! Tá uma deusa!" Eles, por outro lado, se vestiram informal, já que era uma festa simples mesmo.
Passaram pra nos buscar umas 7 da noite. Naquela noite, minha mãe também tava lá sem querer, então ela acabou indo pra festa também. O problema é que a gente entrou bem apertado no carro: meu marido sentou na frente, minha mãe, Christian (meu filho) e eu, que tava com a Gaby (minha filha) no colo, atrás. A viagem foi bem agradável, porque quando a gente vai conversando, nem percebe o tempo passar.
Quando chegamos na casa do Ricardo e da Ana, tudo tava muito bem preparado: comida boa e muitos amigos em comum, então a gente se divertiu bastante.
Depois de comer, veio a música. Eu adoro dançar, mas meu marido não dança quase nada, então tive que dançar com meu filho. Quando colocaram música lenta, falei pra ele: "Vou sentar." E ele respondeu: "Não, mãe! Só mais um pouquinho, mais duas músicas e a gente senta." Não tinha nada de errado nisso, então falei: "Só mais duas e a gente senta."
Quando me aproximei, ele me agarrou forte e me colou nele. No começo, não senti nada, mas depois de um tempo senti a rola dura dele no meu abdômen. Fiquei meio desconfortável, então fui categórica e fui sentar com meu marido. A verdade é que aquela reação do meu filho me deixou pensativa. Até porque eu tô bem de corpo, mas ele era meu filho, não entendi. Mas deixei esse pensamento de lado e esqueci o assunto. Pra piorar, é verdade que os olhares dele pra mim tinham diminuído um pouco, mas ele ainda me olhava.
Lá pras 3 da manhã, meu marido me pediu pra gente ir embora. fôssemos, ele
me disse no ouvido: "Vamos, Pao?" A verdade é que estou morrendo de vontade de te comer, isso me
excitou, e senti me molhar, então falei com o Ricardo pra ele nos levar,
e depois de 5 minutos já estávamos prontos pra sair, com a diferença de que
Ana viria com a gente, já que não queria que o marido voltasse sozinho (embora no
final eles tenham ficado pra dormir em casa).
Agora sim, pensei, que vamos apertados, então Ana
sentou na frente com o marido, e atrás mamãe, Pablo, meu marido, carregou no
colo a Gaby, e eu... ou eu levava meu filho no colo ou ele me carregava,
então Pablo disse: "Deixa, amor, que o Christian te leva, afinal ele é
o homem", então nos acomodamos. Quando sentei no colo do meu filho, não
pude evitar que a saia levantasse um pouco, e já dentro do carro era quase
impossível arrumá-la, então tive que aguentar e começamos a viagem de volta pra casa.
Já estávamos todos tomados pelo sono, minha mãe e meu marido,
mal saímos e já estavam quase dormindo. Eu vinha pensando nas palavras que
meu marido me disse antes de sair, e a verdade é que estava molhada, não via a hora
de chegar em casa pra dar uma boa trepada com meu marido. Nesse pensamento
eu estava, quando voltei à realidade e percebi que meu filho estava ficando
duro. Podia sentir muito mais do que quando estávamos dançando, já que
quando subi no carro e a saia levantou, minha calcinha fio dental ficou em contato
direto com o zíper da calça dele. Fiquei muito nervosa, não sabia o que
fazer, queria pedir pro Ricardo parar pra mudar de posição e ao mesmo tempo
pensava em que desculpa ia dar pro meu marido. Depois pensei que
eram coisas de adolescente, nessa idade a gente se excita por qualquer coisa, queria
me conformar com isso, mas percebi que não era assim, quando meu filho passou um
dos braços pela minha cintura e a outra mão apoiou na minha perna.
Eu estava Desesperada, queria me abaixar logo!
Num dado momento, meu marido acordou e perguntou se
faltava muito, aí eu respondi que mais ou menos, ele virou
e continuou dormindo. Nessa hora, eu não sabia o que fazer. Vendo a Ana
dormindo, comecei a conversar com Ricardo, quando senti a mão do meu filho se apoiando mais nas minhas pernas.
Peguei nela e tirei. Ele, insistente,
abaixou a mão e, como pôde, enfiou por baixo, entre a perna dele e a minha. E o pior
era o tesão de saber meu marido ali!
Do lado, praticamente colado em mim, mais a excitação que
eu tava sentindo, e sentir aquela mão, mesmo que fosse a do meu filho, me fazia jorrar
líquido pra caralho na minha buceta. Num dado momento, não sei como, meu filho conseguiu abaixar
o zíper e tirar o pau dele. Agora sim, eu podia sentir ele ao vivo na minha
bunda. Ricardo me perguntou por que eu tinha ficado calada, aí eu disse que
tava dormindo. Ele falou: "Dorme, sem problema. Vou ligar o rádio e a
música vai me manter acordado." Eu também tinha bebido bastante e sabia que aquela situação
tava errada pra caralho, mas tava muito excitada. Nisso, meu filho pegou minha mão e levou até o pau dele.
Eu já nem sabia mais o que tava fazendo.
Comecei a sentir o pau dele crescendo na minha mão,
não podia acreditar. Meu filho tava me fazendo bater uma punheta pra ele ali! No carro, andando,
com o pai dele do lado, e a verdade é que, pelo tamanho dele e pela minha excitação,
eu comecei a me mexer bem devagar, primeiro porque
não tinha muito espaço, e segundo porque meu marido tava ali, colado em mim. Mesmo assim,
do jeito que dava, tentei tirar toda a porra dele. Queria sentir na minha mão. Meu tesão
tava a mil, eu tava descontrolada. Sabia que tava com muito calor, mas tinha medo do dia seguinte.
Mas sentir aquela porra na minha mão já não importava mais. Enquanto tocava ele, com a outra mão eu me tocava, já que a blusa tava levantada.
Abafava meus gemidos e me senti gozar num orgasmo monumental, quando
senti a porra dele jorrar na minha mão. Mano, quando tudo acabou, já estávamos quase perto de casa. Meu filho sussurrou no meu ouvido que eu era a mulher e mãe mais gostosa de todas. Eu não sabia o que dizer, só falei que aquilo nunca mais ia se repetir. Me senti tão envergonhada... Mas, sinceramente, a situação me excitou, embora eu saiba que é errado. Tomara que os conselhos de vocês me ajudem. Eu sei que não foi sexo, mas eu masturbei ele e, ao mesmo tempo, aquilo me fez sentir desejada.
Naquele sábado tava bem quente, então me vesti bem leve. Coloquei uma saia curta preta, uma regata bege e umas sandálias. Quando meu marido e meu filho me viram, exclamaram: "Uau! Tá uma deusa!" Eles, por outro lado, se vestiram informal, já que era uma festa simples mesmo.
Passaram pra nos buscar umas 7 da noite. Naquela noite, minha mãe também tava lá sem querer, então ela acabou indo pra festa também. O problema é que a gente entrou bem apertado no carro: meu marido sentou na frente, minha mãe, Christian (meu filho) e eu, que tava com a Gaby (minha filha) no colo, atrás. A viagem foi bem agradável, porque quando a gente vai conversando, nem percebe o tempo passar.
Quando chegamos na casa do Ricardo e da Ana, tudo tava muito bem preparado: comida boa e muitos amigos em comum, então a gente se divertiu bastante.
Depois de comer, veio a música. Eu adoro dançar, mas meu marido não dança quase nada, então tive que dançar com meu filho. Quando colocaram música lenta, falei pra ele: "Vou sentar." E ele respondeu: "Não, mãe! Só mais um pouquinho, mais duas músicas e a gente senta." Não tinha nada de errado nisso, então falei: "Só mais duas e a gente senta."
Quando me aproximei, ele me agarrou forte e me colou nele. No começo, não senti nada, mas depois de um tempo senti a rola dura dele no meu abdômen. Fiquei meio desconfortável, então fui categórica e fui sentar com meu marido. A verdade é que aquela reação do meu filho me deixou pensativa. Até porque eu tô bem de corpo, mas ele era meu filho, não entendi. Mas deixei esse pensamento de lado e esqueci o assunto. Pra piorar, é verdade que os olhares dele pra mim tinham diminuído um pouco, mas ele ainda me olhava.
Lá pras 3 da manhã, meu marido me pediu pra gente ir embora. fôssemos, ele
me disse no ouvido: "Vamos, Pao?" A verdade é que estou morrendo de vontade de te comer, isso me
excitou, e senti me molhar, então falei com o Ricardo pra ele nos levar,
e depois de 5 minutos já estávamos prontos pra sair, com a diferença de que
Ana viria com a gente, já que não queria que o marido voltasse sozinho (embora no
final eles tenham ficado pra dormir em casa).
Agora sim, pensei, que vamos apertados, então Ana
sentou na frente com o marido, e atrás mamãe, Pablo, meu marido, carregou no
colo a Gaby, e eu... ou eu levava meu filho no colo ou ele me carregava,
então Pablo disse: "Deixa, amor, que o Christian te leva, afinal ele é
o homem", então nos acomodamos. Quando sentei no colo do meu filho, não
pude evitar que a saia levantasse um pouco, e já dentro do carro era quase
impossível arrumá-la, então tive que aguentar e começamos a viagem de volta pra casa.
Já estávamos todos tomados pelo sono, minha mãe e meu marido,
mal saímos e já estavam quase dormindo. Eu vinha pensando nas palavras que
meu marido me disse antes de sair, e a verdade é que estava molhada, não via a hora
de chegar em casa pra dar uma boa trepada com meu marido. Nesse pensamento
eu estava, quando voltei à realidade e percebi que meu filho estava ficando
duro. Podia sentir muito mais do que quando estávamos dançando, já que
quando subi no carro e a saia levantou, minha calcinha fio dental ficou em contato
direto com o zíper da calça dele. Fiquei muito nervosa, não sabia o que
fazer, queria pedir pro Ricardo parar pra mudar de posição e ao mesmo tempo
pensava em que desculpa ia dar pro meu marido. Depois pensei que
eram coisas de adolescente, nessa idade a gente se excita por qualquer coisa, queria
me conformar com isso, mas percebi que não era assim, quando meu filho passou um
dos braços pela minha cintura e a outra mão apoiou na minha perna.
Eu estava Desesperada, queria me abaixar logo!
Num dado momento, meu marido acordou e perguntou se
faltava muito, aí eu respondi que mais ou menos, ele virou
e continuou dormindo. Nessa hora, eu não sabia o que fazer. Vendo a Ana
dormindo, comecei a conversar com Ricardo, quando senti a mão do meu filho se apoiando mais nas minhas pernas.
Peguei nela e tirei. Ele, insistente,
abaixou a mão e, como pôde, enfiou por baixo, entre a perna dele e a minha. E o pior
era o tesão de saber meu marido ali!
Do lado, praticamente colado em mim, mais a excitação que
eu tava sentindo, e sentir aquela mão, mesmo que fosse a do meu filho, me fazia jorrar
líquido pra caralho na minha buceta. Num dado momento, não sei como, meu filho conseguiu abaixar
o zíper e tirar o pau dele. Agora sim, eu podia sentir ele ao vivo na minha
bunda. Ricardo me perguntou por que eu tinha ficado calada, aí eu disse que
tava dormindo. Ele falou: "Dorme, sem problema. Vou ligar o rádio e a
música vai me manter acordado." Eu também tinha bebido bastante e sabia que aquela situação
tava errada pra caralho, mas tava muito excitada. Nisso, meu filho pegou minha mão e levou até o pau dele.
Eu já nem sabia mais o que tava fazendo.
Comecei a sentir o pau dele crescendo na minha mão,
não podia acreditar. Meu filho tava me fazendo bater uma punheta pra ele ali! No carro, andando,
com o pai dele do lado, e a verdade é que, pelo tamanho dele e pela minha excitação,
eu comecei a me mexer bem devagar, primeiro porque
não tinha muito espaço, e segundo porque meu marido tava ali, colado em mim. Mesmo assim,
do jeito que dava, tentei tirar toda a porra dele. Queria sentir na minha mão. Meu tesão
tava a mil, eu tava descontrolada. Sabia que tava com muito calor, mas tinha medo do dia seguinte.
Mas sentir aquela porra na minha mão já não importava mais. Enquanto tocava ele, com a outra mão eu me tocava, já que a blusa tava levantada.
Abafava meus gemidos e me senti gozar num orgasmo monumental, quando
senti a porra dele jorrar na minha mão. Mano, quando tudo acabou, já estávamos quase perto de casa. Meu filho sussurrou no meu ouvido que eu era a mulher e mãe mais gostosa de todas. Eu não sabia o que dizer, só falei que aquilo nunca mais ia se repetir. Me senti tão envergonhada... Mas, sinceramente, a situação me excitou, embora eu saiba que é errado. Tomara que os conselhos de vocês me ajudem. Eu sei que não foi sexo, mas eu masturbei ele e, ao mesmo tempo, aquilo me fez sentir desejada.
28 comentários - A excitação me traiu
Suerte!
eso si, quiero fotos
PD: Todavia estoy esperando un post de esas tetas hermosas.