Depois daquela transa que tive com o Doutor Valetta, a gente trocou os números de celular, e eu, no meu caso, dei um dos meus cartões pessoais da Companhia.
- "Caso queira se segurar com a gente" – falei, no melhor estilo promocional.
Depois de nos reencontrarmos depois de 16 anos, a ideia era não nos perder de novo.
A gente se divertia demais juntos, na cama éramos o complemento perfeito um do outro, o Yin e o Yang, a cara e a coroa da mesma moeda.
Ele podia não ter uma pica descomunal, daquelas que te fazem acreditar que o Mundo sempre pode ser um lugar melhor, mas a que ele tinha me servia perfeitamente. Parecia ter sido feita sob medida pra mim, tanto anatomicamente quanto espiritualmente. Mas tinha algo mais, algo que eu não conseguia identificar.
De garota e até agora, já mais madura, toda vez que eu via ele, morria de vontade de dar pra ele. Não conseguia/não consigo ficar do lado dele sem a calcinha ficar toda molhada. Mas não é só uma simples tesão. A tesão você resolve transando e pronto, mas com ele, quanto mais eu transava, mais queria. Não sei como explicar, é como se a gente já tivesse transado em vidas passadas, e nessa, a gente já tivesse predestinado a continuar fodendo. Eu, toda feliz da vida, claro, porque se alguém te dá o que você tanto precisa, só dá pra ser grata.
Os dias depois daquele reencontro, fiquei nas nuvens, igual uma garota apaixonada que só pensa no seu gato. Sim, eu sei que já falei, não tô apaixonada, mas acho que dá pra entender a ideia.
Na tarde de terça, depois do feriado, eu tava mais ligada do que nunca no relógio. Eram cinco e meia e eu contava os segundos pra acabar o expediente e sair correndo pra ver ele.
A gente já tinha se falado de manhã, e à tarde ficamos trocando zap, ele entre consultas e eu entre clientes.
Só de ler o que ele me escrevia já era o suficiente pra eu ficar toda molhada. Em algum momento, até tive que ir no banheiro colocar um absorvente diário pra não causar um Desastre no meu assento.
Eu tava assim, mal-humorada como toda gostosa querendo dar, quando vejo ele entrar no escritório, impecavelmente vestido, envolto num halo de perfume que começou a sentir assim que abriu a porta. Achei que ia mijar ali mesmo.
Camila, a mais novinha do escritório, 19 aninhos recém-completados, se preparou pra atender ele. E ao ver como ele olhava pra ela, velho devorador de novinhas, o ciúme começou a me corroer. Coisa estranha em mim, porque não sou ciumenta, mas naquele momento, pela primeira vez em muito tempo, senti na pele essa emoção.
Por sorte o Doutor balançou meu cartão na cara da intrometida e, muito educadamente, disse que estava me procurando. Sim, a mim! Toma, garota, fica na vontade!
Ele vem então até minha mesa, aperta minha mão e senta, piscando um olho pra mim.
— Você não disse que vinha — reclamo num sussurro.
— Queria te dar uma surpresa — ele diz e, passando meu cartão pessoal de volta, completa: — Como você me ofereceu, vim fazer o seguro do meu carro.
Não vou entediar vocês com toda a papelada do seguro, mas vou mencionar que quando fomos tirar as fotos do carro, que tava estacionado numa garagem que temos pra isso, ele me encurralou contra uma das colunas e, longe do vigia, me comeu a boca. Nem preciso dizer que minha buceta já tava no ponto.
Com todos os papéis prontos e o carro já segurado na Companhia, ele pergunta se pode me levar até em casa. Óbvio que digo que sim, mas que não me espere ali, e sim a algumas quadras. Então ele se despede, não sem antes dar uma olhada pra Camila, que sorri pra ele de um jeito provocante, como faz com todo sócio novo.
GRRRRR...! Dá vontade de cortar o pescoço daquela putinha, principalmente porque percebo que o Doutor adoraria comer ela.
Esqueço a sem-vergonha da Camila e às seis em ponto saio sem me despedir de ninguém nem dizer até amanhã. Com um tesão feroz, vou até onde combinamos de nos encontrar. E lá está ele, me esperando tranquilamente. No volante do carro dele, fumando um cigarro.
Eu entro no banco do carona e dou um beijão nele como pagamento pelo que ele me deu na garagem da Companhia, sentindo de novo nos meus lábios o gosto forte do tabaco.
Ele dá a partida, e não sei se por Obra e Graça do Destino, ou se já tava planejado, mas a gente passa na esquina do inesquecível e nunca esquecido Suzuky. Quando percebemos a proximidade do "nosso" hotel, a gente se olha e sorri cúmplices. Não precisou falar nada, nossos olhares já diziam tudo.
Deixamos o carro na garagem da frente, atravessamos a rua e entramos naquele Santuário do amor que devia ter uma placa na entrada lembrando as gozadas transcendentais que a gente deu nas camas dele.
— Ai, Doutor, não tô acostumada com essas coisas! — falo com voz de menina, entrando no quarto, quando ele me abraça e começa a passar a mão em tudo.
— Vou te comer todinha, vou meter até você implorar pra eu tirar! — ele responde, interpretando direitinho o papel de pervertido de novinhas.
Quando a gente se conheceu, eu tinha 18 anos, e mesmo já tendo bastante experiência graças ao meu tio, falei que só tinha feito uma vez com um ex-namorado. Não sei se ele acreditou ou não, mas eu ser quase virgem parecia motivar ele de um jeito especial.
— Doutor — falo, ficando séria —, eu nunca ia pedir pro senhor tirar.
Ele tira a roupa pra não amassar, e de cueca e camiseta começa a me perseguir pela cama, igual um sátiro atrás de uma ninfa. A pica dura escapa pela abertura da cueca, e toda vez que ele me alcança, esfrega ela em tudo quanto é lugar. Me deixa escapar e me pega de novo, até a gente cair enroscados na cama, rindo pra caralho. Ele tá por cima, então me ajeito pra pica encaixar na minha virilha. Ainda tô de calcinha, mas só de sentir essa turgente dureza cutucando minhas zonas mais íntimas, não consigo evitar me arrepiar de prazer.
Não aguento mais, quase desesperada, puxo a calcinha pro lado e, segurando a rola dele, enfio dentro de mim com a própria mão, mexendo a cintura pra ir se acomodando lá dentro. De novo, dispensamos o látex, adoro sentir ele assim, na carne viva, duro, quente, pulsando.
— Ahhhhhh... siiiiiiiii Doutor... me fode... enfia tudo... ahhhhhh...! — peço, ainda com a voz de menina, de pernas abertas, sentindo a rola dele se encaixando nas minhas paredes internas até dar aquele aperto perfeito.
Pego ele pela nuca e, puxando pra perto, beijo com fúria e paixão, enquanto ele começa a bombar em mim com aquela firmeza marca registrada que faz todos os meus sentidos tremerem. De repente, não consigo mais continuar brincando de "A menina e o Doutor", as emoções que ele injeta em mim a cada estocada são intensas demais pra me concentrar em outra coisa que não seja essa batalha sem trégua rolando na minha entrepernas. Ele vai me fazer gozar, mal começou a me comer e já tô prestes a dar um gozasso.
— Ooohhhhhh Deus... Diooosssss... Dioooooooossssssss...! —
Não sou de chamar por Deus quando gozo, mas esse orgasmo é tipo alcançar o Nirvana, chegar num estado superior e encarar a Energia criadora do Céu, da Terra e de todos os seres que vivem sob a influência dela. Fico tremendo e quase chorando, emocionada até o fundo da alma por essa explosão de sensualidade que o Doutor Valetta costuma me dar com tanta facilidade.
— Ufffffff... Marielita! Não me canso de te comer — ele diz, levantando as taças do sutiã e beijando meus peitos.
Embora ele ainda não tenha gozado, ele para pra me deixar curtir esse turbilhão de sensações.
Olhando sério pra ele, falo, voltando com a voz de menina:
— Bom, eu já cansei de ser comida pelo senhor, Doutor —
Ele me olha surpreso, sem entender. Então finalizo com um sorriso safado:
— Agora quero que você culee...
Nos anos da Suzuky, a gente já tinha se esbagaçado de tanto gozar, mas ela nunca tinha tocado na minha retaguarda. Quando nos conhecemos, eu ainda era virgem do cu, e a verdade é que a gente se divertia tanto fodendo do jeito tradicional que o sexo anal nunca pintou entre a gente. Mas agora, depois de tanta água ter passado por baixo da ponte, não ia privar ele de aproveitar algo que eu adoraria ter dado pra ele na época.
Tiro o sutiã e a calcinha, fico de quatro e, dando um tapão forte na bunda, insisto:
— A Booty, quero que me faça a Booty, doutor!
— Marielita, você é uma caixinha de surpresas — comenta ele, satisfeito, enquanto se posiciona atrás de mim, os joelhos bem firmes no colchão, uma mão segurando minha cintura e a outra brandindo ameaçadoramente aquela beleza de pau que ele tem.
Ele coloca a ponta na entrada do buraco e pressiona pra dentro. Não precisa fazer muita força, porque meus esfíncteres estão elásticos o suficiente pra deixar entrar volumes até bem maiores que o dele. Mas, mesmo não sendo das mais avantajadas que ele já provou, por trás também me encaixo perfeitamente.
— Depois você vai me contar quem te arrombou o cu — ele sussurra, ao se enfiar completamente dentro de mim.
Empolgado com esse novo acesso ao meu corpo, o doutor Valetta me enche e recheia de carne, me arrebentando de tanto meter, fazendo do meu cu um buraquinho sem fim. Enfia tudo, até as bolas, me dando uma foda dos sonhos. Num certo momento, ele até se levanta nas pernas e, quase de pé, arremete com tudo, como se quisesse testar na própria carne a profundidade da minha bainha anal.
Quero sentir o leite dele transbordando em mim, me marcando com a efusividade dele, me afogando, me derretendo...
Não demora muito até meu desejo se realizar e eu sinto as gozadas dele me crivando à vontade. É tanta porra que ele injeta que, quando tira o pau, chego a sentir o leite escorrendo pelas minhas coxas. Quando me levanto E me deito, ainda tá saindo porra do meu cu.
O médico se afasta e protege comicamente a pica com a mão.
—E aí, vai me contar quem arrombou teu cu?— ele pergunta, pronto pra dar uma pausa.
Deito do lado dele, e apoiando a cabeça no peito dele, fico pensando se conto ou não a verdade. Quando era garota, sempre me perguntava com quem ele tinha transado. Mal a gente se via, ele me cheirava e perguntava se eu tinha dado e com quem. Mas não era por ciúme, era porque o excitava eu contar.
—Acabei de comer minha amante, e você?— ele costumava me provocar.
E eu não vinha de transar com ninguém, só queria transar com ele!
Quando ele me perguntou sobre minha estreia no sexo, tive que inventar uma história, já que não podia dizer que foi meu tio quem me desvirginou. Sei lá, parecia que aquilo era algo muito meu e eu não tinha que dividir com ninguém. Mas hoje, sendo já adultos os dois, achei que não devia mais esconder nada.
—Quem arrombou foi um cara que eu nem conhecia—
Ele me olha surpreso quando falo isso. Então explico sobre aquele cara que cruzei no metrô quando voltava da faculdade, uma paquera de rua, como qualquer outra, mas que acabaria arrombando meu cu no quarto de uma pensão vagabunda do centro de Buenos Aires.
—E você teve mais dessas paqueras de rua?— ele pergunta interessado.
—Naquela época, tudo era paquera de rua pra mim— admito.
—E quando você se estabilizou?— ele pergunta.
—Quando casei— falo, ou melhor, minto, já que o que me interessa é que ele pense que decidi trair quando me reencontrei com ele.
—E desde que casou até agora, nunca botou chifre no seu marido?— ele se surpreende.
—Nunca!— enfatizo —É a primeira vez... bom...— conto nos dedos as vezes que ficamos juntos e me corrijo: —...essa seria a segunda—
—Acho que você já tá pegando o gosto— ele observa.
—Peguei o gosto por você, doutor— confirmo, procurando a boca dele pra beijar sem controle. frenesi.
Deslizo uma mão até a virilha dele e pego no pau dele, que já tá meia-bomba. Dou umas sacudidas e termino deixando ele duro de novo. Esse pau tá pedindo uma boa chupada, então desço pra baixo e devoro ele sem muita cerimônia. Como ele inteiro, enchendo a garganta com aquela carne gostosa. Deixo ele no ponto máximo e me levanto. Ando uns passos e, de costas pra ele, abro as pernas, apoiando as mãos no espelho da parede, como se fosse ser revistada.
— Quer mais, doutor? — pergunto provocante, rebolando a bunda de um jeito sensual e ousado.
O doutor Valetta se levanta e, com o pau duro, vem na minha direção. Olho ele pelo reflexo, avançando com a porra firme e reta, nem balança de tão dura que tá. Ele se coloca atrás de mim e enfia na minha buceta. Primeiro vai me comer. Recebo ele com um suspiro gostoso, curtindo de novo essa simbiose perfeita entre nossos corpos. Parece mentira que, sendo tão diferentes, sejamos tão iguais. Indissolúveis um do outro.
Bem plantado atrás de mim, ele me agarra pela cintura e começa a meter com tudo, me fazendo tremer no ritmo das estocadas.
— Ahhhh..., ahhhhhh..., ahhhhhhhhh...! — meus gemidos aumentam enquanto um novo orgasmo começa a explodir dentro de mim.
Gozo quase na hora, me afundando numa agonia gostosa da qual não queria sair nunca. Quando ele tira o pau, sai da minha buceta um jorro forte de líquido que cai pesado no chão. Pra ele não é surpresa, porque aos 18 anos eu também costumava gozar assim, quantos lençóis eu já molhei com essas gozadas. Uma vez pesquisei na internet, chama "squirt", é a ejaculação em jato que algumas mulheres têm, pelo que li. Bom, eu sou uma delas, gozo pra caralho quando tô muito excitada. E o doutor Valetta costuma me deixar bem excitada.
Quase Sem escalas, ele enfia no meu cu, fazendo eu soltar um grito muito mais alto que os anteriores.
Alguma vez já te comeram no cu enquanto você tava gozando? É uma sensação única, diferente de tudo. Sentir a vida explodindo de um lado e ao mesmo tempo te tampando do outro é algo imensurável. Não sei como descrever. Se vocês nunca experimentaram, recomendo. Não vão se arrepender.
Bem seguro pela minha cintura, ele me come selvagemente, tanto que me levanta alguns centímetros do chão a cada estocada, me deixando suspensa no ar, entre o corpo dele e o espelho. As pancadas ecoam no meu corpo, firmes, certeiras, implacáveis. Ele não me dá trégua nenhuma, parece que quer testar não a profundidade, mas a resistência do meu cu. Vamos ver quanto ele aguenta antes de se romper.
Já tive uma fissura anal uma vez, mas foi quando eu tava começando a aproveitar meu cuzinho. Agora ele tá tão aberto que dificilmente vou me machucar. Mesmo assim, é gostoso quando eles tentam.
Ele envolve minha cintura com um braço e, me carregando no ar, me leva com ele. Claro que eu me deixo levar. Tiro as mãos do espelho e levo elas pra trás, me segurando na nuca dele. Meus pés não tocam o chão, ele me arrasta até se sentar na beira da cama, comigo por cima, toda a pica dele enterrada no meu cu. Eu me mexo e me esfrego contra a pélvis dele, sentindo aquele pulsar furioso bem dentro de mim.
— Você tem um cu tão gostoso quanto a buceta — ele diz, amassando meus peitos, deixando meus mamilos em brasa.
Com uma mão, eu me masturbo o clitóris, esfrego, pressiono, belisco como se quisesse arrancá-lo. O prazer que sinto é demais. TOO MUCH!
O doutor começa a bufar, prenunciando a descarga. Mais uma...
Então apoio as plantas dos pés no chão e acelero meus movimentos. Pra cima, pra baixo, pros lados, pulando mas sem deixar a pica sair do meu cu. Eu me mexo sem controle, desvairada, irrefreável. Impulsiva, até que... PUM! PUM! PUM!..., ele me criva de novo à queima-roupa. E enquanto me enche bem a bunda, um jorro forte de fluxo sai expelido da minha pussy, como se a porra que ele acabou de soltar atrás tivesse atravessado e saído pela frente.
Exaustos, nós dois desabamos na cama, respirando ofegantes, quase convulsionando de tanta intensidade do orgasmo que estamos compartilhando.
— Queria que a gente ficasse aqui pra sempre — falo depois, entre beijos e carícias, curtindo o cheiro de sexo que impregna nossos corpos.
Suzuky tinha sido uma parte importante das nossas vidas, e mesmo que talvez nunca mais ocupássemos uma daquelas camas, sempre estaria entre nossas melhores lembranças.
Depois do banho de praxe, tomando cuidado pra não molhar o cabelo, claro, o doutor me leva pra casa. Só que não me deixa na porta, e sim a umas duas quadras. Antes de nos despedirmos, ainda fico mais um tempinho com ele, beijando ele, levando o gosto dele comigo.
Quando chego em casa, minha sogra já colocou o Ro pra dormir, e ainda arrumou tempo pra preparar o jantar. Não sei o que faria sem ela, ela é uma fera. Meu marido chega pouco depois, então jantamos os três juntos. Daí, enquanto ele acompanha ela até embaixo pra pegar um táxi, aproveito e mando uma mensagem pro doutor:
"Já tô com saudade... 🙂 🙂 :)".
Em seguida, desligo o celular, pra não correr o risco de ele responder e eu ter problema com meu marido...
- "Caso queira se segurar com a gente" – falei, no melhor estilo promocional.
Depois de nos reencontrarmos depois de 16 anos, a ideia era não nos perder de novo.
A gente se divertia demais juntos, na cama éramos o complemento perfeito um do outro, o Yin e o Yang, a cara e a coroa da mesma moeda.
Ele podia não ter uma pica descomunal, daquelas que te fazem acreditar que o Mundo sempre pode ser um lugar melhor, mas a que ele tinha me servia perfeitamente. Parecia ter sido feita sob medida pra mim, tanto anatomicamente quanto espiritualmente. Mas tinha algo mais, algo que eu não conseguia identificar.
De garota e até agora, já mais madura, toda vez que eu via ele, morria de vontade de dar pra ele. Não conseguia/não consigo ficar do lado dele sem a calcinha ficar toda molhada. Mas não é só uma simples tesão. A tesão você resolve transando e pronto, mas com ele, quanto mais eu transava, mais queria. Não sei como explicar, é como se a gente já tivesse transado em vidas passadas, e nessa, a gente já tivesse predestinado a continuar fodendo. Eu, toda feliz da vida, claro, porque se alguém te dá o que você tanto precisa, só dá pra ser grata.
Os dias depois daquele reencontro, fiquei nas nuvens, igual uma garota apaixonada que só pensa no seu gato. Sim, eu sei que já falei, não tô apaixonada, mas acho que dá pra entender a ideia.
Na tarde de terça, depois do feriado, eu tava mais ligada do que nunca no relógio. Eram cinco e meia e eu contava os segundos pra acabar o expediente e sair correndo pra ver ele.
A gente já tinha se falado de manhã, e à tarde ficamos trocando zap, ele entre consultas e eu entre clientes.
Só de ler o que ele me escrevia já era o suficiente pra eu ficar toda molhada. Em algum momento, até tive que ir no banheiro colocar um absorvente diário pra não causar um Desastre no meu assento.
Eu tava assim, mal-humorada como toda gostosa querendo dar, quando vejo ele entrar no escritório, impecavelmente vestido, envolto num halo de perfume que começou a sentir assim que abriu a porta. Achei que ia mijar ali mesmo.
Camila, a mais novinha do escritório, 19 aninhos recém-completados, se preparou pra atender ele. E ao ver como ele olhava pra ela, velho devorador de novinhas, o ciúme começou a me corroer. Coisa estranha em mim, porque não sou ciumenta, mas naquele momento, pela primeira vez em muito tempo, senti na pele essa emoção.
Por sorte o Doutor balançou meu cartão na cara da intrometida e, muito educadamente, disse que estava me procurando. Sim, a mim! Toma, garota, fica na vontade!
Ele vem então até minha mesa, aperta minha mão e senta, piscando um olho pra mim.
— Você não disse que vinha — reclamo num sussurro.
— Queria te dar uma surpresa — ele diz e, passando meu cartão pessoal de volta, completa: — Como você me ofereceu, vim fazer o seguro do meu carro.
Não vou entediar vocês com toda a papelada do seguro, mas vou mencionar que quando fomos tirar as fotos do carro, que tava estacionado numa garagem que temos pra isso, ele me encurralou contra uma das colunas e, longe do vigia, me comeu a boca. Nem preciso dizer que minha buceta já tava no ponto.
Com todos os papéis prontos e o carro já segurado na Companhia, ele pergunta se pode me levar até em casa. Óbvio que digo que sim, mas que não me espere ali, e sim a algumas quadras. Então ele se despede, não sem antes dar uma olhada pra Camila, que sorri pra ele de um jeito provocante, como faz com todo sócio novo.
GRRRRR...! Dá vontade de cortar o pescoço daquela putinha, principalmente porque percebo que o Doutor adoraria comer ela.
Esqueço a sem-vergonha da Camila e às seis em ponto saio sem me despedir de ninguém nem dizer até amanhã. Com um tesão feroz, vou até onde combinamos de nos encontrar. E lá está ele, me esperando tranquilamente. No volante do carro dele, fumando um cigarro.
Eu entro no banco do carona e dou um beijão nele como pagamento pelo que ele me deu na garagem da Companhia, sentindo de novo nos meus lábios o gosto forte do tabaco.
Ele dá a partida, e não sei se por Obra e Graça do Destino, ou se já tava planejado, mas a gente passa na esquina do inesquecível e nunca esquecido Suzuky. Quando percebemos a proximidade do "nosso" hotel, a gente se olha e sorri cúmplices. Não precisou falar nada, nossos olhares já diziam tudo.
Deixamos o carro na garagem da frente, atravessamos a rua e entramos naquele Santuário do amor que devia ter uma placa na entrada lembrando as gozadas transcendentais que a gente deu nas camas dele.
— Ai, Doutor, não tô acostumada com essas coisas! — falo com voz de menina, entrando no quarto, quando ele me abraça e começa a passar a mão em tudo.
— Vou te comer todinha, vou meter até você implorar pra eu tirar! — ele responde, interpretando direitinho o papel de pervertido de novinhas.
Quando a gente se conheceu, eu tinha 18 anos, e mesmo já tendo bastante experiência graças ao meu tio, falei que só tinha feito uma vez com um ex-namorado. Não sei se ele acreditou ou não, mas eu ser quase virgem parecia motivar ele de um jeito especial.
— Doutor — falo, ficando séria —, eu nunca ia pedir pro senhor tirar.
Ele tira a roupa pra não amassar, e de cueca e camiseta começa a me perseguir pela cama, igual um sátiro atrás de uma ninfa. A pica dura escapa pela abertura da cueca, e toda vez que ele me alcança, esfrega ela em tudo quanto é lugar. Me deixa escapar e me pega de novo, até a gente cair enroscados na cama, rindo pra caralho. Ele tá por cima, então me ajeito pra pica encaixar na minha virilha. Ainda tô de calcinha, mas só de sentir essa turgente dureza cutucando minhas zonas mais íntimas, não consigo evitar me arrepiar de prazer.
Não aguento mais, quase desesperada, puxo a calcinha pro lado e, segurando a rola dele, enfio dentro de mim com a própria mão, mexendo a cintura pra ir se acomodando lá dentro. De novo, dispensamos o látex, adoro sentir ele assim, na carne viva, duro, quente, pulsando.
— Ahhhhhh... siiiiiiiii Doutor... me fode... enfia tudo... ahhhhhh...! — peço, ainda com a voz de menina, de pernas abertas, sentindo a rola dele se encaixando nas minhas paredes internas até dar aquele aperto perfeito.
Pego ele pela nuca e, puxando pra perto, beijo com fúria e paixão, enquanto ele começa a bombar em mim com aquela firmeza marca registrada que faz todos os meus sentidos tremerem. De repente, não consigo mais continuar brincando de "A menina e o Doutor", as emoções que ele injeta em mim a cada estocada são intensas demais pra me concentrar em outra coisa que não seja essa batalha sem trégua rolando na minha entrepernas. Ele vai me fazer gozar, mal começou a me comer e já tô prestes a dar um gozasso.
— Ooohhhhhh Deus... Diooosssss... Dioooooooossssssss...! —
Não sou de chamar por Deus quando gozo, mas esse orgasmo é tipo alcançar o Nirvana, chegar num estado superior e encarar a Energia criadora do Céu, da Terra e de todos os seres que vivem sob a influência dela. Fico tremendo e quase chorando, emocionada até o fundo da alma por essa explosão de sensualidade que o Doutor Valetta costuma me dar com tanta facilidade.
— Ufffffff... Marielita! Não me canso de te comer — ele diz, levantando as taças do sutiã e beijando meus peitos.
Embora ele ainda não tenha gozado, ele para pra me deixar curtir esse turbilhão de sensações.
Olhando sério pra ele, falo, voltando com a voz de menina:
— Bom, eu já cansei de ser comida pelo senhor, Doutor —
Ele me olha surpreso, sem entender. Então finalizo com um sorriso safado:
— Agora quero que você culee...
Nos anos da Suzuky, a gente já tinha se esbagaçado de tanto gozar, mas ela nunca tinha tocado na minha retaguarda. Quando nos conhecemos, eu ainda era virgem do cu, e a verdade é que a gente se divertia tanto fodendo do jeito tradicional que o sexo anal nunca pintou entre a gente. Mas agora, depois de tanta água ter passado por baixo da ponte, não ia privar ele de aproveitar algo que eu adoraria ter dado pra ele na época.
Tiro o sutiã e a calcinha, fico de quatro e, dando um tapão forte na bunda, insisto:
— A Booty, quero que me faça a Booty, doutor!
— Marielita, você é uma caixinha de surpresas — comenta ele, satisfeito, enquanto se posiciona atrás de mim, os joelhos bem firmes no colchão, uma mão segurando minha cintura e a outra brandindo ameaçadoramente aquela beleza de pau que ele tem.
Ele coloca a ponta na entrada do buraco e pressiona pra dentro. Não precisa fazer muita força, porque meus esfíncteres estão elásticos o suficiente pra deixar entrar volumes até bem maiores que o dele. Mas, mesmo não sendo das mais avantajadas que ele já provou, por trás também me encaixo perfeitamente.
— Depois você vai me contar quem te arrombou o cu — ele sussurra, ao se enfiar completamente dentro de mim.
Empolgado com esse novo acesso ao meu corpo, o doutor Valetta me enche e recheia de carne, me arrebentando de tanto meter, fazendo do meu cu um buraquinho sem fim. Enfia tudo, até as bolas, me dando uma foda dos sonhos. Num certo momento, ele até se levanta nas pernas e, quase de pé, arremete com tudo, como se quisesse testar na própria carne a profundidade da minha bainha anal.
Quero sentir o leite dele transbordando em mim, me marcando com a efusividade dele, me afogando, me derretendo...
Não demora muito até meu desejo se realizar e eu sinto as gozadas dele me crivando à vontade. É tanta porra que ele injeta que, quando tira o pau, chego a sentir o leite escorrendo pelas minhas coxas. Quando me levanto E me deito, ainda tá saindo porra do meu cu.
O médico se afasta e protege comicamente a pica com a mão.
—E aí, vai me contar quem arrombou teu cu?— ele pergunta, pronto pra dar uma pausa.
Deito do lado dele, e apoiando a cabeça no peito dele, fico pensando se conto ou não a verdade. Quando era garota, sempre me perguntava com quem ele tinha transado. Mal a gente se via, ele me cheirava e perguntava se eu tinha dado e com quem. Mas não era por ciúme, era porque o excitava eu contar.
—Acabei de comer minha amante, e você?— ele costumava me provocar.
E eu não vinha de transar com ninguém, só queria transar com ele!
Quando ele me perguntou sobre minha estreia no sexo, tive que inventar uma história, já que não podia dizer que foi meu tio quem me desvirginou. Sei lá, parecia que aquilo era algo muito meu e eu não tinha que dividir com ninguém. Mas hoje, sendo já adultos os dois, achei que não devia mais esconder nada.
—Quem arrombou foi um cara que eu nem conhecia—
Ele me olha surpreso quando falo isso. Então explico sobre aquele cara que cruzei no metrô quando voltava da faculdade, uma paquera de rua, como qualquer outra, mas que acabaria arrombando meu cu no quarto de uma pensão vagabunda do centro de Buenos Aires.
—E você teve mais dessas paqueras de rua?— ele pergunta interessado.
—Naquela época, tudo era paquera de rua pra mim— admito.
—E quando você se estabilizou?— ele pergunta.
—Quando casei— falo, ou melhor, minto, já que o que me interessa é que ele pense que decidi trair quando me reencontrei com ele.
—E desde que casou até agora, nunca botou chifre no seu marido?— ele se surpreende.
—Nunca!— enfatizo —É a primeira vez... bom...— conto nos dedos as vezes que ficamos juntos e me corrijo: —...essa seria a segunda—
—Acho que você já tá pegando o gosto— ele observa.
—Peguei o gosto por você, doutor— confirmo, procurando a boca dele pra beijar sem controle. frenesi.
Deslizo uma mão até a virilha dele e pego no pau dele, que já tá meia-bomba. Dou umas sacudidas e termino deixando ele duro de novo. Esse pau tá pedindo uma boa chupada, então desço pra baixo e devoro ele sem muita cerimônia. Como ele inteiro, enchendo a garganta com aquela carne gostosa. Deixo ele no ponto máximo e me levanto. Ando uns passos e, de costas pra ele, abro as pernas, apoiando as mãos no espelho da parede, como se fosse ser revistada.
— Quer mais, doutor? — pergunto provocante, rebolando a bunda de um jeito sensual e ousado.
O doutor Valetta se levanta e, com o pau duro, vem na minha direção. Olho ele pelo reflexo, avançando com a porra firme e reta, nem balança de tão dura que tá. Ele se coloca atrás de mim e enfia na minha buceta. Primeiro vai me comer. Recebo ele com um suspiro gostoso, curtindo de novo essa simbiose perfeita entre nossos corpos. Parece mentira que, sendo tão diferentes, sejamos tão iguais. Indissolúveis um do outro.
Bem plantado atrás de mim, ele me agarra pela cintura e começa a meter com tudo, me fazendo tremer no ritmo das estocadas.
— Ahhhh..., ahhhhhh..., ahhhhhhhhh...! — meus gemidos aumentam enquanto um novo orgasmo começa a explodir dentro de mim.
Gozo quase na hora, me afundando numa agonia gostosa da qual não queria sair nunca. Quando ele tira o pau, sai da minha buceta um jorro forte de líquido que cai pesado no chão. Pra ele não é surpresa, porque aos 18 anos eu também costumava gozar assim, quantos lençóis eu já molhei com essas gozadas. Uma vez pesquisei na internet, chama "squirt", é a ejaculação em jato que algumas mulheres têm, pelo que li. Bom, eu sou uma delas, gozo pra caralho quando tô muito excitada. E o doutor Valetta costuma me deixar bem excitada.
Quase Sem escalas, ele enfia no meu cu, fazendo eu soltar um grito muito mais alto que os anteriores.
Alguma vez já te comeram no cu enquanto você tava gozando? É uma sensação única, diferente de tudo. Sentir a vida explodindo de um lado e ao mesmo tempo te tampando do outro é algo imensurável. Não sei como descrever. Se vocês nunca experimentaram, recomendo. Não vão se arrepender.
Bem seguro pela minha cintura, ele me come selvagemente, tanto que me levanta alguns centímetros do chão a cada estocada, me deixando suspensa no ar, entre o corpo dele e o espelho. As pancadas ecoam no meu corpo, firmes, certeiras, implacáveis. Ele não me dá trégua nenhuma, parece que quer testar não a profundidade, mas a resistência do meu cu. Vamos ver quanto ele aguenta antes de se romper.
Já tive uma fissura anal uma vez, mas foi quando eu tava começando a aproveitar meu cuzinho. Agora ele tá tão aberto que dificilmente vou me machucar. Mesmo assim, é gostoso quando eles tentam.
Ele envolve minha cintura com um braço e, me carregando no ar, me leva com ele. Claro que eu me deixo levar. Tiro as mãos do espelho e levo elas pra trás, me segurando na nuca dele. Meus pés não tocam o chão, ele me arrasta até se sentar na beira da cama, comigo por cima, toda a pica dele enterrada no meu cu. Eu me mexo e me esfrego contra a pélvis dele, sentindo aquele pulsar furioso bem dentro de mim.
— Você tem um cu tão gostoso quanto a buceta — ele diz, amassando meus peitos, deixando meus mamilos em brasa.
Com uma mão, eu me masturbo o clitóris, esfrego, pressiono, belisco como se quisesse arrancá-lo. O prazer que sinto é demais. TOO MUCH!
O doutor começa a bufar, prenunciando a descarga. Mais uma...
Então apoio as plantas dos pés no chão e acelero meus movimentos. Pra cima, pra baixo, pros lados, pulando mas sem deixar a pica sair do meu cu. Eu me mexo sem controle, desvairada, irrefreável. Impulsiva, até que... PUM! PUM! PUM!..., ele me criva de novo à queima-roupa. E enquanto me enche bem a bunda, um jorro forte de fluxo sai expelido da minha pussy, como se a porra que ele acabou de soltar atrás tivesse atravessado e saído pela frente.
Exaustos, nós dois desabamos na cama, respirando ofegantes, quase convulsionando de tanta intensidade do orgasmo que estamos compartilhando.
— Queria que a gente ficasse aqui pra sempre — falo depois, entre beijos e carícias, curtindo o cheiro de sexo que impregna nossos corpos.
Suzuky tinha sido uma parte importante das nossas vidas, e mesmo que talvez nunca mais ocupássemos uma daquelas camas, sempre estaria entre nossas melhores lembranças.
Depois do banho de praxe, tomando cuidado pra não molhar o cabelo, claro, o doutor me leva pra casa. Só que não me deixa na porta, e sim a umas duas quadras. Antes de nos despedirmos, ainda fico mais um tempinho com ele, beijando ele, levando o gosto dele comigo.
Quando chego em casa, minha sogra já colocou o Ro pra dormir, e ainda arrumou tempo pra preparar o jantar. Não sei o que faria sem ela, ela é uma fera. Meu marido chega pouco depois, então jantamos os três juntos. Daí, enquanto ele acompanha ela até embaixo pra pegar um táxi, aproveito e mando uma mensagem pro doutor:
"Já tô com saudade... 🙂 🙂 :)".
Em seguida, desligo o celular, pra não correr o risco de ele responder e eu ter problema com meu marido...
13 comentários - Suzuky... Gostosa Demais
Me encantan, tanto la historia como la forma que están escritas.
Besos
Mañana te doy los puntos que hoy me quedé sin más.
Grandes exitadas me has hecho tener con tus relatos.
Eres la mejor
Eso también me lo han dicho más de una vez...jajaja
b]"Parecía haber sido especialmente diseñada para mí, tanto anatómica como espiritualmente"
"...pero éste orgasmo es como alcanzar el Nirvana"
"¿Alguna vez las encularon mientras están acabando? Se trata de una sensación única, distinta a todo. Sentir que la vida te estalla por un lado y al mismo tiempo te taponan por el otro es algo inconmensurable. No sé como describirlo. Si no lo experimentaron se los recomiendo. No se arrepentirán"
"...disfrutando del aroma a sexo que impregna nuestros cuerpos..."[/b]
Esta historia de una hermosa relación entre un hombre mucho mayor que la mujer, me trae muy gratos recuerdos de una relación que tuve con una hermosa chica, muy similar a esta, y que todavía llena mi corazón y mi mente de mucha lujuria, alegría, e inolvidables recuerdos que atesorare por siempre, y con esa última frase "Ya te extraño", (frase que ella siempre me decía), más aún!! ❤️
Gracias mi querida Marielita por tan excelente relato, como siempre, y una vez más FELICITACIONES amiga!! 👏👏
Besos linda!! +10 💋
LEO
Besos