Oi, sou a Romi, vou contando aos poucos como fui me tornando a amante do Nico, o pedreiro do meu pai, casado, 2 filhos, 28 anos, moreno, magro, que eu não achava nada atraente.
Depois da primeira vez, os mensagens continuaram, mas eu tentei cortar, não queria que rolasse mais nada. Pedi pro meu pai dar uma chave pra ele pra não ter que ir lá e evitar ficar sozinha. Um dia, meu pai viajou e me pediu pra ir na obra pagar uns materiais que iam chegar, e eu tive que ir. O Nico tava lá (me perguntei como pude ter dado pra esse cara), mas com outro ajudante, por sorte, pensei: "safei". Tive que esperar um tempão porque o caminhão não chegava, e a gente ficou conversando os três até que finalmente as coisas chegaram, descarregaram tudo e eu paguei. O Julião, o outro cara, assim que entraram tudo, falou: "Vou nessa, tô com pressa", e o Nico queria me falar umas paradas da obra pra eu contar pro meu pai, obviamente com duplo sentido.
Assim que ficamos sozinhos, ele começou a me cantar. Eu não queria saber de nada, queria ir embora, mas ele é muito bom de papo e vai me enrolando, me fez rir e eu fui amolecendo de novo. Depois de eu recusar um monte de vezes, ele me pegou pela cintura e me virou, me apoiando por trás, já tava dura. Me dá beijos no pescoço e nas orelhas, minha fraqueza, e começa a me acariciar. Fui ficando com tesão e querendo que rolasse algo, não resisti muito, haja. Ele me leva pra dentro e quer me beijar, mas eu recuso de novo, não queria beijar ele.
Nico: "Abaixa o jeans que eu vou chupar sua buceta."
Romi: "Tá bom, mas eu não vou chupar a sua."
Nico: "Tudo bem, chupo sua buceta, te meto e a gente vaza."
Esse jeito de falar me enlouquecia, não sei por quê.
Ele começa a me lamber e eu vou ficando doida, ele deixa meus peitos de fora e chupa eles enquanto enfia os dedos na minha buceta, vê que eu tô ficando com muito tesão, aproxima o rosto do meu e me beija uma orelha primeiro, pra depois dar beijinhos indo pra boca, e eu cedi, me deu um beijão enorme, eu curtia como ele me devorava toda.
Nico: "Vou meter. Chupas?
Romi: nem fodendo
Seguimos nos beijos e dedos, ele colocou camisinha e começou a meter.
Ele me comia e lambia minha cara, não acreditei que ele me deixava como se eu fosse o Brad Pitt.
Daí a pouco ele me vira e mete de quatro
Falava no meu ouvido
Nico: quero que você seja minha putinha, minha amante, quero te ter toda semana
Ele continua me comendo em várias posições
Romi: que pau você tem, neguinho
Nico: você gosta?
Romi: sim, você fode muito bem
Ele me fez gozar pra caralho, gozamos juntos e ficamos largados juntinhos.
Daí a pouco ele fala
Nico: se você me chupar, te fodo de novo
Tasty: quanto tempo tenho que chupar?
Nico: um pouco, até ficar duro
Olho pra ele, desço e meto na boca, chupo um pouco e ele endurece, parece uma mola
Ele me fode de novo com tudo, transamos pra caralho, me faz gozar e pede pra gozar na minha cara, e eu tive que deixar. Ele gozou na minha cara, mas não engoli. Adorei a foda que ele me deu.
Nico: vem amanhã que quero te comer de novo
Romi: haha não, não
Nico: fala sério, vem, você tem que ser minha amante
Romi: amanhã a gente vê
E fui embora feliz.
Depois da primeira vez, os mensagens continuaram, mas eu tentei cortar, não queria que rolasse mais nada. Pedi pro meu pai dar uma chave pra ele pra não ter que ir lá e evitar ficar sozinha. Um dia, meu pai viajou e me pediu pra ir na obra pagar uns materiais que iam chegar, e eu tive que ir. O Nico tava lá (me perguntei como pude ter dado pra esse cara), mas com outro ajudante, por sorte, pensei: "safei". Tive que esperar um tempão porque o caminhão não chegava, e a gente ficou conversando os três até que finalmente as coisas chegaram, descarregaram tudo e eu paguei. O Julião, o outro cara, assim que entraram tudo, falou: "Vou nessa, tô com pressa", e o Nico queria me falar umas paradas da obra pra eu contar pro meu pai, obviamente com duplo sentido.
Assim que ficamos sozinhos, ele começou a me cantar. Eu não queria saber de nada, queria ir embora, mas ele é muito bom de papo e vai me enrolando, me fez rir e eu fui amolecendo de novo. Depois de eu recusar um monte de vezes, ele me pegou pela cintura e me virou, me apoiando por trás, já tava dura. Me dá beijos no pescoço e nas orelhas, minha fraqueza, e começa a me acariciar. Fui ficando com tesão e querendo que rolasse algo, não resisti muito, haja. Ele me leva pra dentro e quer me beijar, mas eu recuso de novo, não queria beijar ele.
Nico: "Abaixa o jeans que eu vou chupar sua buceta."
Romi: "Tá bom, mas eu não vou chupar a sua."
Nico: "Tudo bem, chupo sua buceta, te meto e a gente vaza."
Esse jeito de falar me enlouquecia, não sei por quê.
Ele começa a me lamber e eu vou ficando doida, ele deixa meus peitos de fora e chupa eles enquanto enfia os dedos na minha buceta, vê que eu tô ficando com muito tesão, aproxima o rosto do meu e me beija uma orelha primeiro, pra depois dar beijinhos indo pra boca, e eu cedi, me deu um beijão enorme, eu curtia como ele me devorava toda.
Nico: "Vou meter. Chupas?
Romi: nem fodendo
Seguimos nos beijos e dedos, ele colocou camisinha e começou a meter.
Ele me comia e lambia minha cara, não acreditei que ele me deixava como se eu fosse o Brad Pitt.
Daí a pouco ele me vira e mete de quatro
Falava no meu ouvido
Nico: quero que você seja minha putinha, minha amante, quero te ter toda semana
Ele continua me comendo em várias posições
Romi: que pau você tem, neguinho
Nico: você gosta?
Romi: sim, você fode muito bem
Ele me fez gozar pra caralho, gozamos juntos e ficamos largados juntinhos.
Daí a pouco ele fala
Nico: se você me chupar, te fodo de novo
Tasty: quanto tempo tenho que chupar?
Nico: um pouco, até ficar duro
Olho pra ele, desço e meto na boca, chupo um pouco e ele endurece, parece uma mola
Ele me fode de novo com tudo, transamos pra caralho, me faz gozar e pede pra gozar na minha cara, e eu tive que deixar. Ele gozou na minha cara, mas não engoli. Adorei a foda que ele me deu.
Nico: vem amanhã que quero te comer de novo
Romi: haha não, não
Nico: fala sério, vem, você tem que ser minha amante
Romi: amanhã a gente vê
E fui embora feliz.
6 comentários - En la obra II