De tarde, minha mãe levou minha prima pra fazer compras, imaginei que de lingerie, depois do que eu tinha feito com a que ela tava usando de manhã, com certeza ia precisar de mais.
Naquela noite fui dormir com a consciência pesada e um pouco de remorso pelo que aconteceu... mas me justifiquei pensando que minha prima, inocente, inocente não era. Além disso, era melhor que eu tivesse sido o primeiro a comer ela do que algum dos meus amigos do bairro ou da faculdade... e do que uma cenoura.
- Bom, já passou, já fez... e se repetir?, bom, a gente vê depois... o importante é não ser descoberto... falei pra mim mesmo.
E virando esses pensamentos na cabeça, finalmente peguei no sono. Na manhã seguinte acordei com uma ereção daquelas, meio atordoado sem saber o que tinha causado, porque não lembrava de ter tido nenhum sonho erótico, olhei pra minha parte íntima...
Descobri que minha priminha tinha puxado as cobertas e descoberto meu pau pela abertura da minha cueca. Quando a Anita percebeu que eu tinha acordado, começou a chupar ele, me olhando de um jeito safado de canto de olho...
- O que cê tá fazendo?, vão nos descobrir... reclamei.
Dando uma pausa no serviço, só com os lábios, porque a mão dela continuava me masturbando:
- Dorminhoco, sua mãe já foi... a gente tem uma hora... e pensei que você ia me ensinar mais coisas.
Sentindo um alívio danado, deixei ela fazer, a menina começou a chupar que nem uma profissional.
- E o que você gostaria de aprender hoje?... perguntei com ironia.
- Bom, tem uma coisa que eu queria fazer, mas não sei... ela falou meio envergonhada.
- Fala, me conta... perguntei curioso.
- Deixa pra lá... disse Anita corando.
- Vamos... insisti... depois de tudo que já rolou, não confia em mim?
Percebi que ela hesitava...
- Vai ser nosso segredo... falei piscando um olho.
- Tá bom... mas não zoa... ela falou feito menininha. envergonhada.
- Te juro... falei tentando ficar sério.
- Antes de vir pra cidade, na minha vila, eu vi... hesitei de novo em contar.
- O que você viu?... insisti curioso.
- Bom... vi como... como dois cachorros faziam... e sei lá... fiquei com curiosidade...
- Curiosidade de quê?... perguntei estranhando.
- De saber... de saber o que sentia... o que aquela puta sentia naquela posição... disse finalmente com um certo alívio por ter desabafado aquele pensamento.
- Você quer dizer que gostaria de ser comida nessa posição (feito uma puta)?... me atrevi a perguntar e vi como ela ficou vermelha.
- Bom... sim... gostaria de saber... gostaria de saber como é... mas não importa, esquece... respondeu envergonhada pelo pedido.
- Não, não... Tá tudo bem, a gente pode fazer... falei animado.
Porra!, pensei, tirei a sorte grande... comer ela de quatro tinha sido uma das minhas fantasias desde que uma vez vi ela encerando a sala, exatamente de quatro, rebolando a bunda com um short apertado que não deixava nada pra imaginação... meu pau ficou mais duro do que nunca ao lembrar disso.
Apressei, levantei, tirei os lençóis e, aproveitando que ela estava ajoelhada na frente da cama, com os braços apoiados nela, levantei a camisola comprida que usava, ela não estava de calcinha, ela sem se mexer aceitava meu jeito, percebi que ela tava meio nervosa.
Dessa vez vai ser preciso excitá-la um pouco, pensei, vendo a buceta dela meio seca. Me abaixei e meti minha língua entre a moita de pelos, Anita tremeu dos pés à cabeça...
- O que você tá fazendo?... perguntou alterada mas sem se mexer.
- Não se preocupa... sei o que tô fazendo... falei acalmando ela.
Continuei com minha lambida feroz nos lábios jovens da buceta dela, Anita contraía os músculos de prazer e começava a gemer...
- Aaaiii... o que você tá me fazendo... hummmmm... que gostoso... exclamava, toda agitada.
Depois enfiei meu dedo, e ele se perdeu na buceta dela, agora completamente molhada... essa invasão a impactou gostosamente e ela reagiu incrivelmente, guiando ela mesma meu dedo, se movendo pra frente e pra trás... tava completamente excitada.
- Ahhhh... hummmm... já... mete ele em mim... ela implorava, se retorcendo de prazer.
Sem tirar a cueca e com meu pau, descoberto, duro, me coloquei atrás dela, fiz cócegas na entrada da buceta dela com a cabeça do meu pau, os lábios vaginais dela totalmente molhados pulsavam de ansiedade pra receber ele...
- Mete ele em mim... insistia, completamente arrechaçada.
Fui enfiando ele devagar até a metade, mas a Anita, de tanta ansiedade por saber que a fantasia dela tava prestes a se realizar, não aguentou mais, e foi recuando, até ter quase todo meu pau dentro dela... o que faltava eu enfiei com força, pra ela saber quem mandava, ela estremeceu...
- Ooooohhh... exclamou, gostosamente dolorida.
Peguei ela pela cintura e, sem mais delongas, comecei a bombar ela, vendo como meu pau sumia entre aquelas nádegas carnudas.
- Ohhhh... hummm... não tão forte... aiiii... ela pedia, se queixando, Anita.
Mas não dei atenção e continuei montando ela com força, fascinado pela bunda enorme que eu tinha nas mãos... depois de um tempo ela se acostumou com meu ritmo, então já não reclamava, pedia:
- Ohhhh... sim... assim... assim priminho lindo... uhmmm... gemia, satisfeita.
Eu tinha ela contra a cama, e naquela posição parecia uma menina rezando... pedindo, implorando pra ser comida por trás... a cama tremia com minhas investidas, e ela se retorcia de prazer.
- Uhmmm... não aguento maaais... aaahhhhh... exclamou num último gemido de prazer.
Eu também não aguentei mais, tirei meu pau e banhei as nádegas gordas dela com meu esperma quente... ela caiu rendida na cama... depois eu caí sobre ela, abraçando ela.
- Ufff... Bom, agora você sabe... já sabe como é a sensação... falei com a respiração ofegante.
- Siimm, agora sei como é ser uma putinha... ela respondeu sem pensar, e quando percebeu o que disse, ficou toda vermelha, mas depois a gente caiu na risada...
Ficamos mais um tempinho naquela posição, recuperando o fôlego, até que finalmente me afastei e notei a bunda dela melada de porra, a buceta ainda molhada, e principalmente o cuzinho rosa e pequeno... seria um desperdício não liberar aquele buraquinho pras nossas brincadeiras sexuais, e como bom professor, eu deveria ensinar ela nesses assuntos, pensei.
Ela continuava deitada na cama, eu me levantei com a ideia de desvirginar o cuzinho dela, mas pra isso precisava reanimar meu guerreiro, que só de pensar nesse novo desafio já tava endurecendo de novo. Anita, achando que a gente ia repetir o esquema do dia anterior, virou pra mim e pegou meu pau com as mãos...
- Coitadinho... deve estar cansado, mas eu sei como animar você... disse ela de brincadeira, conversando com meu pau, era uma delícia ouvir ela falar daquele jeito, com aquela inocência fresca e ao mesmo tempo safada...
Anita chupava e batia uma pro meu pau, no rostinho dela parecia ter uma expressão de gratidão, por todo o prazer que aquilo tinha dado a ela. Sentindo que meu pinto tava duro de novo e pronto pra briga, me afastei. Anita me olhou estranho:
- Que foi? Não gostou?... perguntou Anita.
- Não é isso, é que quero tentar outra coisa... respondi.
- Vamos fazer de novo?... ela replicou, ansiosa.
- Sim... tudo bem pra você?
- Sim, acho que sim... de novo de quatro?... perguntou, tentando disfarçar a ansiedade.
Parece que a menina tinha gostado e queria repetir o prato, a gulosa da minha priminha.
- Sim, mas de um jeito um pouco diferente... falei.
- Como?... perguntou curiosa.
- Já vai ver... não se mexe, fica assim mesmo...
- Tá bom... respondeu. sorrindo contente e viro a cabeça esperando que eu agisse.
Novamente me coloquei atrás dela, e comecei a estimular com minha língua e meus dedos a buceta dela, que não demorou a ficar molhada de novo. Aproveitando esses líquidos, molhei meus dedos neles e lentamente os levei até o cuzinho dela, massageando. Anita reagiu com nervosismo, tentou se virar:
- O que você tá fazendo?... perguntou meio assustada.
- Calma, confia em mim... só tô brincando... falei piscando um olho, e funcionou, porque ela voltou à posição passiva.
Depois molhei com saliva meu dedo mindinho e empurrei no cuzinho enrugado dela. No começo ofereceu resistência, instintivamente ela contraiu o esfíncter e apertou as nádegas pra evitar a entrada daquele intruso que ousava explorar aquele território virgem.
Mas eu não ia desistir das minhas intenções, então apertei mais e mais, até que finalmente a caverninha dela se abriu, meu dedo entrando com dificuldade.
- Ufff... exclamou ela sentindo o cuzinho invadido.
Comecei a mexer pra frente e pra trás, tentando dilatar o cu dela, que aos poucos foi cedendo, assim como ela, que parou de apertar as nádegas... aproveitando essa distração, tirei rapidamente o dedo mindinho e coloquei o dedo médio no lugar, ela tremeu um pouco ao sentir a diferença.
- Ohhh... exclamou e ficou com a pele arrepiada.
Continuei enfiando e tirando esse dedo até que ele entrava e saía com menos dificuldade do cu apertado dela. Aproveitando que Anita se acostumou com esse dedo e baixou a guarda… enfiei dois dedos (o mindinho e o anular)… aí sim ela tremeu toda e arqueou as costas...
- Ayyyy... ouvi ela reclamar.
Mas com a outra mão, mantinha a cintura dela pressionada contra a cama pra evitar que ela se levantasse e fugisse. Depois de um tempo, ela se acostumou de novo com esses dois novos amigos que estavam desvirginando ela, e o corpinho jovem começou a se contorcer na cama...
As manobras dos meus dedos estavam começando a fazer efeito e eu já estava ficando desesperado. Nublado pela excitação de possuir aquela bunda virgem deliciosa. Não aguentei mais e apontei meu pau duro pra bunda gostosa dela, Anita, nervosa, desviou o corpo, me impedindo de acertar o alvo...
- Você vai meter isso aí? - perguntou assustada.
- Claro, o que você achou? - respondi naturalmente.
- Pensei que você só tava brincando... - respondeu nervosa.
- Relaxa, não vai doer tanto... - falei ansioso, tentando acalmá-la.
Não queria perder mais tempo discutindo e comecei a pressionar a entrada do cu dela com meu pau...
- Aiii, nãooo... - disse assustada, mexendo a bunda de novo.
- Não se mexe... - falei com determinação.
Apoiei com mais força minha mão esquerda nas costas dela, na altura da cintura fina, pra mantê-la deitada na cama. Sentindo o peso, Anita se resignou entre soluços:
- Aiii... nãooo... vai doer... - falava, vermelha e chorando.
De novo pressionei o cu dela, mas ele resistia, então enfiei meus dois dedos de novo pra abrir espaço. Eles entraram, alarguei aquele buraquinho ainda apertado e, antes de tirar os dedos, coloquei meu pau no lugar pra substituí-los. Assim que tirei os dedos, empurrei meu pau contra o cu dela, decidido a furar...
- Aiii... nãooo... não vai entrar... ufff... - reclamava Anita, tremendo.
- Não resiste, senão vai ser pior... - avisei.
Mas ela continuou resistindo, então empurrei mais forte, jogando o corpo dela contra a cama. Nessa hora, ela baixou a guarda e, com a força da minha investida, avancei mais... consegui enfiar a cabecinha do meu pau... um tremor percorreu a espinha dela ao sentir o buraquinho sendo violado...
- Auuu... bruto... aiii... - reclamava Anita.
O difícil já tava feito, agora era só empurrar devagar... pressionei mais, até que entrou um quarto do pau. Metia e tirava até a altura de a cabecinha, pra ajudar a dilatar o cuzinho dela. Ela contra a cama, com a cabeça virada de lado e as mãos arranhando os lençóis, aguentava como podia.
- Auuu... é muito grosso... reclamava minha prima.
Aos poucos foi cedendo, e eu fui enfiando mais e mais meu pau... até que ela, percebendo que não tinha outra saída, tomou a iniciativa: levantou a bunda pra deixar eu meter tudo. Depois, pra minha surpresa, ela colocou as duas mãos nas próprias nádegas carnudas, segurando e abrindo elas, e disse:
- Mete logo! E acaba com isso... exclamou, resignada a ser empada.
- Tem certeza?... perguntei, ansioso.
- Sim, sim, vai... respondeu ela, pronta pra aguentar meu castigo.
Numa investida forte, motivado pela minha excitação, enfiei com muito esforço meu pau inteiro...
- Aaaiii, nãooo... tiraaa... meu cuzinho... aiii... reclamou Anita, soluçando.
Ela se arrependeu, mas já era tarde, tava enfiado até as tripas e eu não ia soltar... praticamente deitado em cima dela, via ela sofrer: as bochechas vermelhas, os olhos apertados e lacrimejando, enquanto a boca fazia careta de dor...
- O pior já passou... falei, satisfeito por ter empado aquela bunda deliciosa.
Ela foi se acalmando, relaxando e facilitando meus movimentos, devagar e com dificuldade comecei a meter e tirar meu pau de dentro dela... era fabuloso sentir o cuzinho virgem dela resistindo às minhas investidas, prendendo meu pau, essa fricção me excitava mais...
- Auuu... mais devagar... mais devagaaaar... que você vai me arrebentar... pedia Anita.
Eu me sentia febril, enfeitiçado por aquela bunda grande com que tinha sonhado tantas vezes desde que ela chegou na minha casa, desde que vi ela na piscina... queria partir aquela bunda avantajada...
- Aii... mais suaveee... você tá me rasgando... Hummm... reclamava ela.
As nádegas redondas dela batendo na minha virilha, meu pau entrava e saía, seu Anito oferecia menos resistência... ela aguentava, reclamava, soltava uns palavrões aqui e ali, e escapavam uns gemidos fracos...
- Ouhhhh.... hummmm.... chegaa... ohhhh... não aguento maisss... ayyyyy...
- Já vou gozar... já vou gozar... eu dizia pra acalmá-la.
- Ahhhh... mas rápido... me arrebenta todinha... ohhhh
Até que, finalmente, peguei ela pela cintura e pressionei com tudo meu pau contra ela, as bundas dela se abriram como o mar vermelho. Anita arqueou as costas, apoiando os cotovelos na cama... e meu pau estourou numa chuva de porra que inundou a cavidade pequenininha dela...
- Ahhh... ufff... Que fodida gostosa!... gritei satisfeito.
- Ooohhhh... ufffff... minha prima conseguiu responder.
Anita, exausta, se deitou de novo na cama... tentando recuperar o fôlego... e eu me apoiei nela, também cansado:
- Ufff... viu Anita... foi a melhor trepada que já tive na vida... falei, com meu pau ainda enfiado no cu pulsante dela.
- Sério?... ela perguntou curiosa, com um certo ar de orgulho, esquecendo completamente a resistência que tinha feito minutos antes.
Anita estava feliz por seu primo experiente ter dito aquilo, que ela considerava talvez o maior elogio que já tinha recebido na sua jovem existência. Pra completar, me levantei um pouco, e ela junto:
- Claro que sim... você tem a melhor buceta que já provei... respondi sem rodeios.
E ela, virando a cabeça, procurou meu olhar pra saber se era verdade o que eu dizia, meus olhos não mentiam. De alguma forma, Anita se sentiu ainda mais lisonjeada por aquele comentário brutal, então nossos lábios se encontraram naquela posição desconfortável...
...Bom, e foi assim que eu arrebentei o anito da Anita...
Continua...
Naquela noite fui dormir com a consciência pesada e um pouco de remorso pelo que aconteceu... mas me justifiquei pensando que minha prima, inocente, inocente não era. Além disso, era melhor que eu tivesse sido o primeiro a comer ela do que algum dos meus amigos do bairro ou da faculdade... e do que uma cenoura.
- Bom, já passou, já fez... e se repetir?, bom, a gente vê depois... o importante é não ser descoberto... falei pra mim mesmo.
E virando esses pensamentos na cabeça, finalmente peguei no sono. Na manhã seguinte acordei com uma ereção daquelas, meio atordoado sem saber o que tinha causado, porque não lembrava de ter tido nenhum sonho erótico, olhei pra minha parte íntima...
Descobri que minha priminha tinha puxado as cobertas e descoberto meu pau pela abertura da minha cueca. Quando a Anita percebeu que eu tinha acordado, começou a chupar ele, me olhando de um jeito safado de canto de olho...
- O que cê tá fazendo?, vão nos descobrir... reclamei.
Dando uma pausa no serviço, só com os lábios, porque a mão dela continuava me masturbando:
- Dorminhoco, sua mãe já foi... a gente tem uma hora... e pensei que você ia me ensinar mais coisas.
Sentindo um alívio danado, deixei ela fazer, a menina começou a chupar que nem uma profissional.
- E o que você gostaria de aprender hoje?... perguntei com ironia.
- Bom, tem uma coisa que eu queria fazer, mas não sei... ela falou meio envergonhada.
- Fala, me conta... perguntei curioso.
- Deixa pra lá... disse Anita corando.
- Vamos... insisti... depois de tudo que já rolou, não confia em mim?
Percebi que ela hesitava...
- Vai ser nosso segredo... falei piscando um olho.
- Tá bom... mas não zoa... ela falou feito menininha. envergonhada.
- Te juro... falei tentando ficar sério.
- Antes de vir pra cidade, na minha vila, eu vi... hesitei de novo em contar.
- O que você viu?... insisti curioso.
- Bom... vi como... como dois cachorros faziam... e sei lá... fiquei com curiosidade...
- Curiosidade de quê?... perguntei estranhando.
- De saber... de saber o que sentia... o que aquela puta sentia naquela posição... disse finalmente com um certo alívio por ter desabafado aquele pensamento.
- Você quer dizer que gostaria de ser comida nessa posição (feito uma puta)?... me atrevi a perguntar e vi como ela ficou vermelha.
- Bom... sim... gostaria de saber... gostaria de saber como é... mas não importa, esquece... respondeu envergonhada pelo pedido.
- Não, não... Tá tudo bem, a gente pode fazer... falei animado.
Porra!, pensei, tirei a sorte grande... comer ela de quatro tinha sido uma das minhas fantasias desde que uma vez vi ela encerando a sala, exatamente de quatro, rebolando a bunda com um short apertado que não deixava nada pra imaginação... meu pau ficou mais duro do que nunca ao lembrar disso.
Apressei, levantei, tirei os lençóis e, aproveitando que ela estava ajoelhada na frente da cama, com os braços apoiados nela, levantei a camisola comprida que usava, ela não estava de calcinha, ela sem se mexer aceitava meu jeito, percebi que ela tava meio nervosa.
Dessa vez vai ser preciso excitá-la um pouco, pensei, vendo a buceta dela meio seca. Me abaixei e meti minha língua entre a moita de pelos, Anita tremeu dos pés à cabeça...
- O que você tá fazendo?... perguntou alterada mas sem se mexer.
- Não se preocupa... sei o que tô fazendo... falei acalmando ela.
Continuei com minha lambida feroz nos lábios jovens da buceta dela, Anita contraía os músculos de prazer e começava a gemer...
- Aaaiii... o que você tá me fazendo... hummmmm... que gostoso... exclamava, toda agitada.
Depois enfiei meu dedo, e ele se perdeu na buceta dela, agora completamente molhada... essa invasão a impactou gostosamente e ela reagiu incrivelmente, guiando ela mesma meu dedo, se movendo pra frente e pra trás... tava completamente excitada.
- Ahhhh... hummmm... já... mete ele em mim... ela implorava, se retorcendo de prazer.
Sem tirar a cueca e com meu pau, descoberto, duro, me coloquei atrás dela, fiz cócegas na entrada da buceta dela com a cabeça do meu pau, os lábios vaginais dela totalmente molhados pulsavam de ansiedade pra receber ele...
- Mete ele em mim... insistia, completamente arrechaçada.
Fui enfiando ele devagar até a metade, mas a Anita, de tanta ansiedade por saber que a fantasia dela tava prestes a se realizar, não aguentou mais, e foi recuando, até ter quase todo meu pau dentro dela... o que faltava eu enfiei com força, pra ela saber quem mandava, ela estremeceu...
- Ooooohhh... exclamou, gostosamente dolorida.
Peguei ela pela cintura e, sem mais delongas, comecei a bombar ela, vendo como meu pau sumia entre aquelas nádegas carnudas.
- Ohhhh... hummm... não tão forte... aiiii... ela pedia, se queixando, Anita.
Mas não dei atenção e continuei montando ela com força, fascinado pela bunda enorme que eu tinha nas mãos... depois de um tempo ela se acostumou com meu ritmo, então já não reclamava, pedia:
- Ohhhh... sim... assim... assim priminho lindo... uhmmm... gemia, satisfeita.
Eu tinha ela contra a cama, e naquela posição parecia uma menina rezando... pedindo, implorando pra ser comida por trás... a cama tremia com minhas investidas, e ela se retorcia de prazer.
- Uhmmm... não aguento maaais... aaahhhhh... exclamou num último gemido de prazer.
Eu também não aguentei mais, tirei meu pau e banhei as nádegas gordas dela com meu esperma quente... ela caiu rendida na cama... depois eu caí sobre ela, abraçando ela.
- Ufff... Bom, agora você sabe... já sabe como é a sensação... falei com a respiração ofegante.
- Siimm, agora sei como é ser uma putinha... ela respondeu sem pensar, e quando percebeu o que disse, ficou toda vermelha, mas depois a gente caiu na risada...
Ficamos mais um tempinho naquela posição, recuperando o fôlego, até que finalmente me afastei e notei a bunda dela melada de porra, a buceta ainda molhada, e principalmente o cuzinho rosa e pequeno... seria um desperdício não liberar aquele buraquinho pras nossas brincadeiras sexuais, e como bom professor, eu deveria ensinar ela nesses assuntos, pensei.
Ela continuava deitada na cama, eu me levantei com a ideia de desvirginar o cuzinho dela, mas pra isso precisava reanimar meu guerreiro, que só de pensar nesse novo desafio já tava endurecendo de novo. Anita, achando que a gente ia repetir o esquema do dia anterior, virou pra mim e pegou meu pau com as mãos...
- Coitadinho... deve estar cansado, mas eu sei como animar você... disse ela de brincadeira, conversando com meu pau, era uma delícia ouvir ela falar daquele jeito, com aquela inocência fresca e ao mesmo tempo safada...
Anita chupava e batia uma pro meu pau, no rostinho dela parecia ter uma expressão de gratidão, por todo o prazer que aquilo tinha dado a ela. Sentindo que meu pinto tava duro de novo e pronto pra briga, me afastei. Anita me olhou estranho:
- Que foi? Não gostou?... perguntou Anita.
- Não é isso, é que quero tentar outra coisa... respondi.
- Vamos fazer de novo?... ela replicou, ansiosa.
- Sim... tudo bem pra você?
- Sim, acho que sim... de novo de quatro?... perguntou, tentando disfarçar a ansiedade.
Parece que a menina tinha gostado e queria repetir o prato, a gulosa da minha priminha.
- Sim, mas de um jeito um pouco diferente... falei.
- Como?... perguntou curiosa.
- Já vai ver... não se mexe, fica assim mesmo...
- Tá bom... respondeu. sorrindo contente e viro a cabeça esperando que eu agisse.
Novamente me coloquei atrás dela, e comecei a estimular com minha língua e meus dedos a buceta dela, que não demorou a ficar molhada de novo. Aproveitando esses líquidos, molhei meus dedos neles e lentamente os levei até o cuzinho dela, massageando. Anita reagiu com nervosismo, tentou se virar:
- O que você tá fazendo?... perguntou meio assustada.
- Calma, confia em mim... só tô brincando... falei piscando um olho, e funcionou, porque ela voltou à posição passiva.
Depois molhei com saliva meu dedo mindinho e empurrei no cuzinho enrugado dela. No começo ofereceu resistência, instintivamente ela contraiu o esfíncter e apertou as nádegas pra evitar a entrada daquele intruso que ousava explorar aquele território virgem.
Mas eu não ia desistir das minhas intenções, então apertei mais e mais, até que finalmente a caverninha dela se abriu, meu dedo entrando com dificuldade.
- Ufff... exclamou ela sentindo o cuzinho invadido.
Comecei a mexer pra frente e pra trás, tentando dilatar o cu dela, que aos poucos foi cedendo, assim como ela, que parou de apertar as nádegas... aproveitando essa distração, tirei rapidamente o dedo mindinho e coloquei o dedo médio no lugar, ela tremeu um pouco ao sentir a diferença.
- Ohhh... exclamou e ficou com a pele arrepiada.
Continuei enfiando e tirando esse dedo até que ele entrava e saía com menos dificuldade do cu apertado dela. Aproveitando que Anita se acostumou com esse dedo e baixou a guarda… enfiei dois dedos (o mindinho e o anular)… aí sim ela tremeu toda e arqueou as costas...
- Ayyyy... ouvi ela reclamar.
Mas com a outra mão, mantinha a cintura dela pressionada contra a cama pra evitar que ela se levantasse e fugisse. Depois de um tempo, ela se acostumou de novo com esses dois novos amigos que estavam desvirginando ela, e o corpinho jovem começou a se contorcer na cama...
As manobras dos meus dedos estavam começando a fazer efeito e eu já estava ficando desesperado. Nublado pela excitação de possuir aquela bunda virgem deliciosa. Não aguentei mais e apontei meu pau duro pra bunda gostosa dela, Anita, nervosa, desviou o corpo, me impedindo de acertar o alvo...
- Você vai meter isso aí? - perguntou assustada.
- Claro, o que você achou? - respondi naturalmente.
- Pensei que você só tava brincando... - respondeu nervosa.
- Relaxa, não vai doer tanto... - falei ansioso, tentando acalmá-la.
Não queria perder mais tempo discutindo e comecei a pressionar a entrada do cu dela com meu pau...
- Aiii, nãooo... - disse assustada, mexendo a bunda de novo.
- Não se mexe... - falei com determinação.
Apoiei com mais força minha mão esquerda nas costas dela, na altura da cintura fina, pra mantê-la deitada na cama. Sentindo o peso, Anita se resignou entre soluços:
- Aiii... nãooo... vai doer... - falava, vermelha e chorando.
De novo pressionei o cu dela, mas ele resistia, então enfiei meus dois dedos de novo pra abrir espaço. Eles entraram, alarguei aquele buraquinho ainda apertado e, antes de tirar os dedos, coloquei meu pau no lugar pra substituí-los. Assim que tirei os dedos, empurrei meu pau contra o cu dela, decidido a furar...
- Aiii... nãooo... não vai entrar... ufff... - reclamava Anita, tremendo.
- Não resiste, senão vai ser pior... - avisei.
Mas ela continuou resistindo, então empurrei mais forte, jogando o corpo dela contra a cama. Nessa hora, ela baixou a guarda e, com a força da minha investida, avancei mais... consegui enfiar a cabecinha do meu pau... um tremor percorreu a espinha dela ao sentir o buraquinho sendo violado...
- Auuu... bruto... aiii... - reclamava Anita.
O difícil já tava feito, agora era só empurrar devagar... pressionei mais, até que entrou um quarto do pau. Metia e tirava até a altura de a cabecinha, pra ajudar a dilatar o cuzinho dela. Ela contra a cama, com a cabeça virada de lado e as mãos arranhando os lençóis, aguentava como podia.
- Auuu... é muito grosso... reclamava minha prima.
Aos poucos foi cedendo, e eu fui enfiando mais e mais meu pau... até que ela, percebendo que não tinha outra saída, tomou a iniciativa: levantou a bunda pra deixar eu meter tudo. Depois, pra minha surpresa, ela colocou as duas mãos nas próprias nádegas carnudas, segurando e abrindo elas, e disse:
- Mete logo! E acaba com isso... exclamou, resignada a ser empada.
- Tem certeza?... perguntei, ansioso.
- Sim, sim, vai... respondeu ela, pronta pra aguentar meu castigo.
Numa investida forte, motivado pela minha excitação, enfiei com muito esforço meu pau inteiro...
- Aaaiii, nãooo... tiraaa... meu cuzinho... aiii... reclamou Anita, soluçando.
Ela se arrependeu, mas já era tarde, tava enfiado até as tripas e eu não ia soltar... praticamente deitado em cima dela, via ela sofrer: as bochechas vermelhas, os olhos apertados e lacrimejando, enquanto a boca fazia careta de dor...
- O pior já passou... falei, satisfeito por ter empado aquela bunda deliciosa.
Ela foi se acalmando, relaxando e facilitando meus movimentos, devagar e com dificuldade comecei a meter e tirar meu pau de dentro dela... era fabuloso sentir o cuzinho virgem dela resistindo às minhas investidas, prendendo meu pau, essa fricção me excitava mais...
- Auuu... mais devagar... mais devagaaaar... que você vai me arrebentar... pedia Anita.
Eu me sentia febril, enfeitiçado por aquela bunda grande com que tinha sonhado tantas vezes desde que ela chegou na minha casa, desde que vi ela na piscina... queria partir aquela bunda avantajada...
- Aii... mais suaveee... você tá me rasgando... Hummm... reclamava ela.
As nádegas redondas dela batendo na minha virilha, meu pau entrava e saía, seu Anito oferecia menos resistência... ela aguentava, reclamava, soltava uns palavrões aqui e ali, e escapavam uns gemidos fracos...
- Ouhhhh.... hummmm.... chegaa... ohhhh... não aguento maisss... ayyyyy...
- Já vou gozar... já vou gozar... eu dizia pra acalmá-la.
- Ahhhh... mas rápido... me arrebenta todinha... ohhhh
Até que, finalmente, peguei ela pela cintura e pressionei com tudo meu pau contra ela, as bundas dela se abriram como o mar vermelho. Anita arqueou as costas, apoiando os cotovelos na cama... e meu pau estourou numa chuva de porra que inundou a cavidade pequenininha dela...
- Ahhh... ufff... Que fodida gostosa!... gritei satisfeito.
- Ooohhhh... ufffff... minha prima conseguiu responder.
Anita, exausta, se deitou de novo na cama... tentando recuperar o fôlego... e eu me apoiei nela, também cansado:
- Ufff... viu Anita... foi a melhor trepada que já tive na vida... falei, com meu pau ainda enfiado no cu pulsante dela.
- Sério?... ela perguntou curiosa, com um certo ar de orgulho, esquecendo completamente a resistência que tinha feito minutos antes.
Anita estava feliz por seu primo experiente ter dito aquilo, que ela considerava talvez o maior elogio que já tinha recebido na sua jovem existência. Pra completar, me levantei um pouco, e ela junto:
- Claro que sim... você tem a melhor buceta que já provei... respondi sem rodeios.
E ela, virando a cabeça, procurou meu olhar pra saber se era verdade o que eu dizia, meus olhos não mentiam. De alguma forma, Anita se sentiu ainda mais lisonjeada por aquele comentário brutal, então nossos lábios se encontraram naquela posição desconfortável...
...Bom, e foi assim que eu arrebentei o anito da Anita...
Continua...
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