Minha primeira vez
Desde criança, eu adorava usar os saltos da minha mãe. Mais tarde, numa tarde, encontrei no meio da roupa lavada algo que pra mim foi um tesouro: uma calcinha fio dental. Fiquei tão excitado... tinha que usá-la, eu sabia. Então esperei o tempo certo. Numa tarde, todo mundo foi pra uma festa, e isso me deu a chance de usá-la. Corri pro quarto da minha irmã, peguei ela, tremendo de nervoso, de excitação... e finalmente, quando subi ela toda, senti. Sabia que tinha me enganado, sabia que eu não era homem, que eu era uma mulher... e que precisava ser.
Os anos passaram, e quando começaram os problemas em casa, decidi sair aos 14 anos. Mas minha meta era ser uma mulher gostosa, que chamasse atenção e despertasse vontade de me comer. Morei em vários lugares, economizando todo dinheiro que podia. Aos 16, eu ainda não tinha desenvolvido todas as características masculinas secundárias: minhas costas não eram tão largas e minha voz não era muito grossa... Quando fiz exames, o médico me disse que eu tinha uma quantidade enorme de progesterona no corpo, muito mais do que o normal pra um homem, e que isso explicava meus traços femininos. Eu disse a ele que queria ser mulher e que precisava começar um tratamento hormonal. Ele falou que seria caro, e eu respondi que não importava... Então ele me passou uma dieta e exercícios. Os primeiros anos foram difíceis porque eu ainda não saía na rua com roupa de mulher, e muito menos tinha transado com alguém... Sim, eu ainda era virgem. Fiquei tão obcecada em ser mulher que decidi primeiro me ver como uma, pra ter a vida de uma. Muitos anos se passaram, e o tratamento hormonal me deixou muito bonita. Eu continuava economizando pra operar os peitos (afinal, sempre me vi como uma mulher de peitões, e o tratamento não tinha conseguido aumentá-los). Aos 18 anos, consegui a grana necessária (a verdade é que essa parada de se transformar em mulher é muito cara e muito difícil se você não trabalha com prostituição) e fiz a cirurgia. Dos peitos ficaram exatamente como eu queria, e minha cintura os destacava ainda mais. Naquele momento, eu pensava em como seria sexy com um salto alto, uma calça boa e uma blusa certa. Eu gostava de me vestir decente porque, embora os homens gostem da puta, percebi que eles adoram imaginar o que tem por baixo da roupa. Com calças justas e blusas que mostram o suficiente, você enlouquece eles.
Eu não cursei faculdade e mal terminei o ensino médio, mas consegui pessoas que me ajudaram pra caralho e, sem nenhum diploma, consegui me posicionar numa boa empresa, com um bom cargo e, claro, um bom salário. Então, agora que eu era uma mulher fisicamente, decidi que todo meu dinheiro já estava destinado a viver a vida que sempre quis. Fiquei meio sumida de tudo pra que, quando tivesse meus peitos e as modificações na cintura e no nariz, ficasse irreconhecível. No primeiro dia, vesti uma calça justa na cintura, uma blusa que mostrava meu umbigo com um decote leve em cima, maquiagem suave e umas botinhas de salto agulha, e fui pro meu novo trampo...
Era uma empresa que não vou dizer o nome, mas tinha mais homens do que mulheres. Quando fiz minha entrada triunfal, todo mundo ficou me encarando, e eu percebia como me desejavam e falavam de mim. Não sabia se tinham percebido que eu não era mulher ou não, mas fui confiante... Até que, com o passar dos dias, recebi uma mensagem que dizia: "Oi, me atrevi a pedir seu número, espero que não se importe..."
E por hoje é só, na segunda parte vou contar o que aconteceu com essa mensagem...
Desde criança, eu adorava usar os saltos da minha mãe. Mais tarde, numa tarde, encontrei no meio da roupa lavada algo que pra mim foi um tesouro: uma calcinha fio dental. Fiquei tão excitado... tinha que usá-la, eu sabia. Então esperei o tempo certo. Numa tarde, todo mundo foi pra uma festa, e isso me deu a chance de usá-la. Corri pro quarto da minha irmã, peguei ela, tremendo de nervoso, de excitação... e finalmente, quando subi ela toda, senti. Sabia que tinha me enganado, sabia que eu não era homem, que eu era uma mulher... e que precisava ser.
Os anos passaram, e quando começaram os problemas em casa, decidi sair aos 14 anos. Mas minha meta era ser uma mulher gostosa, que chamasse atenção e despertasse vontade de me comer. Morei em vários lugares, economizando todo dinheiro que podia. Aos 16, eu ainda não tinha desenvolvido todas as características masculinas secundárias: minhas costas não eram tão largas e minha voz não era muito grossa... Quando fiz exames, o médico me disse que eu tinha uma quantidade enorme de progesterona no corpo, muito mais do que o normal pra um homem, e que isso explicava meus traços femininos. Eu disse a ele que queria ser mulher e que precisava começar um tratamento hormonal. Ele falou que seria caro, e eu respondi que não importava... Então ele me passou uma dieta e exercícios. Os primeiros anos foram difíceis porque eu ainda não saía na rua com roupa de mulher, e muito menos tinha transado com alguém... Sim, eu ainda era virgem. Fiquei tão obcecada em ser mulher que decidi primeiro me ver como uma, pra ter a vida de uma. Muitos anos se passaram, e o tratamento hormonal me deixou muito bonita. Eu continuava economizando pra operar os peitos (afinal, sempre me vi como uma mulher de peitões, e o tratamento não tinha conseguido aumentá-los). Aos 18 anos, consegui a grana necessária (a verdade é que essa parada de se transformar em mulher é muito cara e muito difícil se você não trabalha com prostituição) e fiz a cirurgia. Dos peitos ficaram exatamente como eu queria, e minha cintura os destacava ainda mais. Naquele momento, eu pensava em como seria sexy com um salto alto, uma calça boa e uma blusa certa. Eu gostava de me vestir decente porque, embora os homens gostem da puta, percebi que eles adoram imaginar o que tem por baixo da roupa. Com calças justas e blusas que mostram o suficiente, você enlouquece eles.
Eu não cursei faculdade e mal terminei o ensino médio, mas consegui pessoas que me ajudaram pra caralho e, sem nenhum diploma, consegui me posicionar numa boa empresa, com um bom cargo e, claro, um bom salário. Então, agora que eu era uma mulher fisicamente, decidi que todo meu dinheiro já estava destinado a viver a vida que sempre quis. Fiquei meio sumida de tudo pra que, quando tivesse meus peitos e as modificações na cintura e no nariz, ficasse irreconhecível. No primeiro dia, vesti uma calça justa na cintura, uma blusa que mostrava meu umbigo com um decote leve em cima, maquiagem suave e umas botinhas de salto agulha, e fui pro meu novo trampo...
Era uma empresa que não vou dizer o nome, mas tinha mais homens do que mulheres. Quando fiz minha entrada triunfal, todo mundo ficou me encarando, e eu percebia como me desejavam e falavam de mim. Não sabia se tinham percebido que eu não era mulher ou não, mas fui confiante... Até que, com o passar dos dias, recebi uma mensagem que dizia: "Oi, me atrevi a pedir seu número, espero que não se importe..."
E por hoje é só, na segunda parte vou contar o que aconteceu com essa mensagem...
5 comentários - Minha primeira vez como mulher