Graças a um gozadaço...

Para este relato, preciso lembrar do seguinte:
Ano 2000, tinha acabado de terminar o ensino médio e, pra pagar a faculdade que começaria no ano seguinte, comecei a trabalhar como recepcionista numa clínica oftalmológica.
Fiquei só alguns meses, mas nesse tempo tive uma relação de "amizade colorida" com um dos médicos: o Dr. Valetta. Claro que esse não é o sobrenome verdadeiro dele, mas é bem parecido. O cara é casado, então não vou vir expor ele aqui.

O caso é que o Doutor, na casa dos quarenta na época, fortão, barbudo, começando a ficar careca, começou a dar em cima de mim desde o primeiro dia que entrei, sem ligar nem um pouco pra diferença de idade, que era bem evidente.
Claro que, por ser funcionária nova e ser meu primeiro emprego, eu me comportava e evitava qualquer investida dele, mas com o passar dos dias, vendo que o Doutor insistia e que não corríamos risco de sermos pegos, comecei a entrar na brincadeira.

Por exemplo, quando eu levava os prontuários pro consultório, se ele tava sentado na mesa, fazendo uma receita ou consultando o Vademecum, eu ficava do lado, me inclinava e, encostando as tetas nas costas dele, sussurrava alguma coisa sobre o próximo paciente. E olha, aos 18 eu já tinha as tetas que tenho hoje.
Depois ele retribuía o gesto quando vinha até a recepção devolver os prontuários: se eu tava de pé, passava por trás e me roçava sem nenhum disfarce. Óbvio que quando eu via ele chegando, eu mesma me levantava e ficava paradinha, me fazendo de desligada, esperando ansiosa por aquele roçar.

Como vocês podem imaginar, tanta provocação teve o desfecho esperado quando, sem mais se segurar, ele me agarrou no consultório e, me segurando de costas contra a porta — que eu mesma tinha fechado pra ficarmos a sós —, perguntou num tom mais do que sugestivo:
— Cê tá afim de quê? Jogando, gata?
- Já tava com ele durasso, com a cabeça (a de baixo) prestes a explodir.
- Não tô jogando nada, Doutor - lembro de ter dito, mordendo de propósito o lábio inferior.

Ele ficou me encarando nos olhos, ligado em qualquer gesto ou reação, e quando viu que eu não resistia nem pedia pra me soltar, se jogou de vez metendo a mão por baixo da saia do meu uniforme. Minha resposta foi na hora: abri as pernas e deixei ele acariciar minha pussy.

- Mmmhhh..., cê tá toda molhadinha! - exclamou, surpreso e satisfeito ao sentir a umidade que ele mesmo provocava.
- Molhadinha e quente! - confirmei, me esfregando na palma da mão dele, já que os dedos tavam enfiados dentro de mim - O senhor não faz ideia de quanto tempo tô esperando por isso, Doutor! - consegui murmurar entre suspiros, agora sim, procurando a boca dele e beijando com um tesão gostoso.

Apesar da vontade, não dava pra foder ali mesmo, porque tinha pacientes esperando, então combinamos de nos ver mais tarde.
Ele tinha um intervalo pra sair e almoçar. Eu costumava comer lá mesmo, na cozinha do porão, onde também ficava o pessoal administrativo, mas dessa vez também saí.
Nos encontramos na esquina da Clínica e fomos pro hotel que fica na Estados Unidos antes de chegar em Pozos. Suzuky, lembro que chamava. Ainda tá lá. Esse foi, por um tempo, nosso refúgio.

Naquela época, eu era solteira e sem namorado, embora já estivesse dando pro meu tio Carlos há um tempão. O doutor era casado e ainda tinha uma amante. Que não era eu, claro. Eu não chegava nessa categoria, era só a gata que ele garchava. E muito bem, diga-se de passagem, posso dar fé disso.

Mesmo sem ter um físico privilegiado, já que era mais baixinho e meio gordinho, o Doutor tinha uma agilidade surpreendente pra praticar as posições sexuais mais variadas. E ainda tinha outra particularidade: soltava muita porra. Uma vez tentei fazer um boquete completo e quase Me afogo quando gozo, então a partir daí fazia com que gozasse dentro ou por cima. Mas acho que já estou exagerando demais na lembrança.

Conto isso porque segunda-feira passada acordei com a vista irritada. A porrada de leite que o Juan Carlos me deu no olho teve suas consequências no final das contas. Já no dia seguinte de ter ficado com ele comecei a sentir um leve incômodo, mas deixei pra lá. Até meu marido me avisou do vermelhidão, mas eu desconsiderei.

...(Sim, querido, o que acontece é que um motorista de ônibus gozou na minha cara e entrou um pouco de porra no meu olho, não se preocupa que não é nada)...

Mas era algo sim.

Não queria faltar ao trabalho porque já estava me dando muitas liberdades, mas liguei pra Irene, minha chefe, pra contar e ela quase que me mandou ir ao médico. Então peguei a carteirinha do Plano de Saúde e procurei um consultório oftalmológico que ficasse perto. Sim, olhei se a Clínica onde tinha trabalhado estava na lista, mas não estava. Então escolhi uma perto da Companhia, pra depois da consulta ir direto trabalhar.

A essa altura vocês já imaginam o que aconteceu, né?

Bom, lamento decepcionar vocês, mas não fui atendida pelo oftalmologista que me comia aos dezoito, fui atendida por uma Doutora. Mas..., e agora sim, aqui entra a minha lembrança. No corpo médico aparecia o nome dele: Rubén Arnaldo Valetta.

Quando vi, vieram todas essas lembranças à tona, vocês sabem, uma boa foda nunca se esquece, e com ele foram várias. Foram uns dois meses indo quase todo dia na Suzuky. Como eu poderia esquecer?

No entanto, o tempo tinha passado, e nós dois seríamos sem dúvida diferentes daqueles anos. Bom, eu continuo sendo a mesma puta de antes, talvez mais, já que naquela idade não teria coragem de um Gangbang com cinco caras. E ele gostava de novinhas, daí o interesse em mim. Mas já não tenho 18, nem ele 40. Por isso quase procurei outra clínica, mas depois pensei que não tinha sentido. A gente tinha se divertido junto, a nossa tinha sido uma relação puramente sexual, sem grandes envolvimentos emocionais. Não era como reencontrar um ex.
Pra mim, ele foi um amante dos bons, daqueles que tão no topo do meu ranking pessoal. O relacionamento terminou simplesmente porque fui trabalhar em outro lugar. Então, por que eu ia fugir? Até fantasiava com ele me atendendo. Será que ele lembrava de mim? Será que tava muito velho? Será que ainda fod* tão bem? Mas, como eu disse, ele não me atendeu.

A doutora que me examinou receitou umas gotas e falou pra eu voltar em dois dias pra um controle. Foi aí que me veio a ideia. Se o destino não tinha querido até aquele momento que a gente se encontrasse, por que não dar uma forcinha? Então fui na recepção e pedi um horário com ele. A consulta foi marcada pra quinta-feira às cinco e meia.

Naquela tarde, saí cedo do escritório pra não me ferrar no trânsito da hora do rush. Tava tão ansiosa que cheguei umas meia hora antes, então tive que aguentar a espera. Cada paciente que entrava ou saía, eu espiava dentro do consultório tentando ver ele, mas nada.

Quando me chamam, entro com a ansiedade batendo no peito. Ele tá sentado checando meu Prontuário no computador, então ainda não me vê.
Que diferença dos nossos tempos, quando os Prontuários eram de papel, penso. Se fosse hoje, a gente nem teria tido uma desculpa pra eu entrar no consultório dele.

Ainda com os olhos fixos no monitor, ele me cumprimenta e manda eu sentar. Ao fazer isso, solto de propósito um botão da camisa, deixando à mostra a renda do sutiã. Sem se levantar ainda, ele pergunta sobre o tratamento indicado pela colega. Digo que fez bem, que já tô muito melhor.
— E por que você não veio no controle com a doutora? Sempre é melhor que quem começa o tratamento termine — ele fala enquanto adiciona minha resposta ao prontuário.
— Porque queria ver o senhor — eu digo. direto, sem enrolação.
Surpreso com minha resposta, ele se vira, me olha e, me reconhecendo na hora, exclama com entusiasmo genuíno:
— Marielita! —
De repente, lembro de algo que tinha esquecido: que ele me chamava pelo apelido no diminutivo: "Marielita, fica de quatro..., Marielita, vira de ladinho..., chupa minha pica, Marielita..., mostra as tetas, Marielita...".
— Doutor Valetta, o senhor não imagina a surpresa que foi ver seu nome na placa da recepção — falo com uma alegria transbordante.
Sempre o chamava de Doutor, nunca tratei por "você". Na primeira vez que a gente trepou, percebi que isso o excitava, então continuei fazendo.
— Quanto tempo passou? Dez, doze...? — ele responde, me olhando como se não acreditasse que eu estava ali, na frente dele.
— Dezesseis anos, Doutor — confirmo.
— Pô, como o tempo voa! — exclama, como qualquer velho gagá que só agora percebe que a vida passa num piscar de olhos.
Era óbvio que pra ele o tempo tinha passado, e não muito bem. Estava envelhecido, com uma calvície já bem avançada e a barba grisalha.
— Mas você continua a mesma — ele me elogia.
Sei que pra mim também os anos se passaram, mas mesmo assim agradeço o elogio.
— Mas me conta, o que você tem feito da vida? — ele se interessa, enquanto começa a examinar meu olho, mas também de olho no meu decote.
— Bom, casei, tenho um filho... —
— Você tem um filho? — ele se surpreende, como se não pudesse acreditar que aquela guria que ele comia já era uma mulher adulta.
Mostro as fotos que tenho do Ro no celular e também algumas em que estamos nós três, junto com meu marido.
— Você formou uma família linda, parabéns — ele diz — Eu, por outro lado, me separei, juntei, me separei de novo, até que voltei com minha ex-mulher — conta, como se estivesse resignado.
Ele apaga a lanterna com que estava me examinando e, desviando o olhar pro meu decote, solta um suspiro:
— Algumas coisas nunca mudam —
Ele gira na cadeira até a escrivaninha e anota mais alguma coisa na minha ficha.
— Bom, o tratamento do meu colega Funcionou mesmo, então vou te dar alta — ela faz uma pausa, sorri e completa — Adoraria te marcar de novo, mas não quero te fazer perder tempo.
A consulta já acabou, então me levanto e pego minha bolsa, já me preparando pra ir embora.
— Foi um prazer te ver de novo depois de tanto tempo, Marielita, perdão, Mariela — ele se corrige rápido.
E quando aperta minha mão pra se despedir, sou eu quem corrige ele:
— Pra você, sempre vou ser Marielita, Doutor.
Caminho até a porta do consultório, lembrando daquela vez que ele me encurralou na marra e passou a mão na minha buceta com tudo. Queria que ele fizesse de novo, mas ele não faz, então mais uma vez eu mesma tenho que dar um jeito no destino.
— Doutor, você topa a gente se ver fora daqui? — pergunto, antes de chegar na porta, virando pra ele.
— Claro que sim, adoraria, não falei nada porque agora você é casada e tem um filho, achei que...
— Doutor, sou mãe e esposa, não uma freira — interrompo com um sorriso provocante.
— Não, freira você nunca foi... — ele responde, se aproximando e colocando a mão na minha cintura.
Como daquela vez, há dezesseis anos, num consultório parecido, ele me olha nos olhos de novo, esperando um sinal, por menor que seja.
— A gente se divertia junto, né? — ele completa com um certo tom de saudade.
— Pra caralho! — confirmo, e pra não deixar dúvida, enfatizo com outro sorriso bem mais sugestivo: — Que gozadas da porra a gente dava!
Esse é o sinal que ele esperava. Ele coloca a outra mão na minha cintura também e, me puxando pra perto, me beija de um jeito que mostra que o tempo pode ter passado, mas a paixão que a gente sentia, não.
— Te espero lá fora — falo depois do beijo, ainda sentindo nos lábios a excitação do hálito dele.
— Não demoro — ele promete.
Saio da clínica e fico perto da porta, esperando por ele, ansiosa, com o tesão a mil e a buceta molhada, igual quando eu tinha 18 e esperava ele na esquina da clínica pra ir pro Suzuky. Exatamente como ele mesmo... disse, algumas coisas nunca mudam.
Por sorte, como ele tinha me prometido, não demora muito.
-Falei pra recepcionista cancelar todos meus turnos, não dava pra esperar pra te ver- ele diz, pegando na minha mão, como fazia quando a gente se encontrava.
Entrelaço meus dedos nos dele e de repente parece que voltamos no tempo, pra aqueles meses de 2000 quando a gente mal podia esperar pra se ver e meter aquele pau que ardia dentro da gente desde o instante que se olhava. Não tava apaixonada, isso eu tinha bem claro, mas a atração sexual que esse homem despertava em mim era praticamente irresistível..., igual agora.
A gente vai pra um hotel que fica a um quarteirão e meio. Ele mesmo me levou, então acho que já conhecia. No quarto a gente se beija de novo, de forma apressada e urgente, dessa vez sem pressa nem interrupções.
Com uma mão acaricio a ereção que incha a braguilha dele, soltando um suspiro satisfeito ao sentir aquela dureza incrível que já pulsa por mim. Olhando nos olhos dele e sorrindo, abaixo o zíper e, enfiando a mão lá dentro, pego no pau dele e bato uma punheta, sentindo uma umidade quente e grossa começar a escorrer entre meus dedos. Sem soltar, me agacho e, tirando ele pra fora, por entre as dobras da calça, meto na boca e chupo ele como com certeza ninguém chupou nesse tempo todo.
Desabotoo o cinto dele, solto o botão da calça e, baixando junto com a cueca, deixo ele nu da cintura pra baixo. Me ajeito de joelhos e chupo as bolas dele, enfiando o nariz na mata de pelos grisalhos. Subo com a língua, beijando e lambendo tudo no caminho, sugando na ponta aquelas gotinhas salgadas que não param de escorrer.
Me lambendo com gosto, levanto e vou em direção à cama, me despindo a cada passo, deixando a roupa cair no chão, formando um caminho com minhas meias, minha saia, minha calcinha, minha camisa..., o O último que tiro é o sutiã, já na cama, e jogo ele na direção dele, provocando ele a me seguir. Ali mesmo, onde chupei a rola dele, o doutor Valetta tira o resto da roupa, pendura no cabide perto da porta e, pelado, percorre aquele caminho que vai levá-lo à Glória.

Ele se deita comigo e, me abraçando, me beija de novo, deixando as mãos dele se reaproximarem desse corpo que foi dele há dezesseis anos.

Abro as pernas, deixando os dedos dele se enterrarem em mim, explorando, percorrendo cada cantinho da minha intimidade, dando uma nova forma àquele interior que arde de paixão e tesão.

Ele tira os dedos, encharcados no meu próprio caldinho de prazer, e chupa eles, ávido, gulosamente.

— Você sempre foi uma delícia! — exclama satisfeito.

Pronto pra aproveitar o banquete completo, ele desce e, se ajeitando entre minhas pernas, chupa minha buceta. Esse era outro mérito do doutor Valetta, chupava como ninguém. Não só com a língua e os lábios ele fazia um trabalho excelente, mas a barba também ajudava pra que a chupada fosse uma experiência quase religiosa. Quantas vezes ele não me fez gozar só com a língua! Dessa vez não me fez gozar, mas chegou perto, bem perto.

Deixando minha buceta aberta e babando, ele se levanta pra pegar uma das camisinhas que estão no criado-mudo. Antes que ele abra, eu tiro da mão dele e falo:

— Me fode assim, doutor, pelos velhos tempos.

Naqueles velhos tempos a gente não usava proteção, eu me cuidava com anticoncepcionais, então achei que a melhor homenagem pra esse reencontro inesperado era fazer de novo daquele jeito, livres, sem preconceito, sem a obrigação da camisinha.

Devolvendo a camisinha pro criado-mudo, o doutor sobe em cima de mim, se ajeita entre minhas pernas e mete, empurrando suave mas firme, me preenchendo aos poucos mas de forma eficaz. Suspiro e arfo enquanto ele vai entrando em mim, me grudando no corpo dele, contra a barriga dele, maior do que que eu lembrava dela. Eu me mexo com ele, balançando meus quadris, dançando a dança do ventre pra ele, mas deitada e soterrada debaixo da barriga dele.
—Me come toda..., me faz sentir toda a sua pica! — peço, tratando ele por tu sem perceber.
Ele me satisfaz, como sempre fez, confirmando cada penetrada com um empurrãozinho final que faz tudo tremer por dentro.
—Doutor..., sim, Doutor..., assim..., ahhhhhh! — grito e me arrepio, tremendo inteira, me entregando de vez à virilidade dele.
Na base da porrada, o Doutor tira qualquer dúvida sobre a capacidade dele na cama. Igual ao vinho, parece que o tempo só melhorou e potencializou as qualidades dele. Eu também melhorei como amante, a sweet girl fogosa de antes virou uma mulher muito mais fogosa ainda. Me imaginava na idade do doutor, com 56 anos, já avó, com os peitos caídos e a bunda flácida, fodendo até morrer com cada cara que aparecesse na minha frente.
E é que esse fogo que carrego dentro de mim parece avivar cada vez mais com o passar dos anos. Antes achava que quando casasse e tivesse um homem todo dia na minha cama, ia me livrar dessa ardência, mas não foi assim. Aí pensei que virar mãe ia mudar tudo, mas a chegada do meu filho não mudou quase nada. Agora tenho certeza de que vou viver a vida inteira com esse turbilhão de paixão que me arrasta e me domina, me levando a fazer loucuras, tipo estar na cama com um ex-amante depois de ¡¡¡16 anos!!!
Sinto o calor do corpo dele, os pelos roçando minha pele, o suor dele se misturando com o meu, uma comunhão perfeita e absoluta que só pode acontecer entre duas almas predestinadas a se encontrar pelos caminhos tortuosos do destino.
Os movimentos do Doutor Valetta ficam rápidos e intensos, eufóricos, desordenados. Ele tá perto de gozar, dá pra sentir nos gemidos dele, na expressão do rosto, na força com que tenta adiar a descarga iminente. Mas por mais que tente, a sucção e o aperto que eu faço com as paredes internas da minha buceta é demais pra ele resistir. No último instante, ele tenta se soltar, pra gozar fora, mas eu enlaço minhas pernas nas dele e seguro ele dentro de mim.
—Goza dentro de mim, Doutor...!—
Mal termino de pedir, já sinto a força vital dele jorrando em mim, uma onda, grossa, quente, abundante, que rega minhas entranhas com uma efusividade avassaladora. Me alegra saber que ele ainda goza tanto como antigamente. Aqueles jatos de leite, fortes, potentes, intermináveis, eram parte importante da nossa relação. Sempre esperava por eles ansiosa, fosse dentro ou fora. A própria essência da vida me enchendo de sensações intensas.
—Uuuoooohhhh! Como nos velhos tempos, né?— ele diz, depois de se esvaziar até a última gota.
—Muito melhor ainda— garanto, afrouxando a pressão das minhas pernas e deixando ele relaxar um pouco.
Beijo ele de novo na boca, mordendo de leve o lábio inferior dele.
—Nunca imaginei que o tratamento do meu olho incluiria uma trepada dessas— brinco.
—Como você sabe, Marielita, uma boa trepada cura todos os males— ele fala, enquanto se levanta e vai até onde a roupa dele está pendurada, pegar um cigarro.
Acende um Camel e volta pra perto de mim. Mesmo sem ter um físico escultural, adoro ver ele pelado. O pau balançando, a cabeça ainda inchada aparecendo, a mata espessa de pelos, as coxas fortes emoldurando tudo. Não, não tô apaixonada, mas como eu gosto dele!
Conversamos um pouco enquanto ele fuma o cigarro e dividimos umas bebidas do frigobar. Depois, voltamos a nos beijar. Adoro sentir o gosto do tabaco na língua dele, o cheiro da fumaça na barba dele.
Agora sou eu que desço, me acomodo entre as pernas dele e chupo o pau dele. Com só umas mamadas, ele fica duro, exalando aquele vigor que me faz tremer e arrepiar toda.
Subo em cima dele e enfio devagar, entre meus lábios ainda sensíveis e carnudos. É gratificante sentir a carne dele me preenchendo de novo. Devagar, mas com firmeza, ele vai se grudando nas minhas paredes internas, me enchendo de satisfação, de delícias, de prazeres. Apoio as mãos no peito dele, arqueio as costas e solto uma respiração profunda e gostosa. O Dr. Valetta acaricia e aperta meus peitos enquanto eu movimento minha cintura em volta da pica dele, naquele momento o eixo em torno do qual meu mundo gira. Faço ela entrar e sair por inteiro, esfregando minha buceta na dele, minha barriga na dele, curtindo cada estocada com um gemido rouco e excitado.

Pulo em cima do corpo dele, me mexo pros lados, me sacudo, me esfrego, faço de tudo pra sentir essa pica de todas as formas possíveis. As mãos do Doutor vão dos meus peitos pra minha cintura e, me segurando firme, ele me acompanha na cavalgada.

Vou pra cima e pra baixo, cavalgando em direção ao prazer, me enchendo de pica até o fundo, balançando os peitos com meus movimentos exaltados. Sinto meu corpo se eletrizar e minhas pernas tremerem, mas não paro, continuo me movendo, mais forte, mais rápido, até que o orgasmo explode dentro de mim espalhando suas delícias por cada canto do meu corpo. Caio no peito dele, suspirando, envolta num manto de satisfação agonizante. Não me mexo, fico ali, recuperando o fôlego aos poucos. Quem se mexe agora é ele. Me agarra pelas bandas da bunda e, de baixo, me submete a uma bombada intensa e implacável, me fazendo soltar gemidos carregados de safadeza e luxúria de novo. A pélvis dele bate contra minha bunda, uma e outra vez:

PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP...

O barulho é ensurdecedor, até que, num surto de tesão, ele me vira de lado, de costas, e, se colocando por cima, entre minhas pernas, me fulmina de pica, me dando uma trepada tão forte que chego a me convencer de que esse encontro não pode ser coincidência. Algo aconteceu. Os planetas se alinharam de algum jeito pra que nossos caminhos se cruzassem e colidissem na cama daquele motel.

-Aggghhhh... Aggghhhh... Aggghhhh...! — geme o Doc a cada metida, o rosto distorcido numa careta violenta e selvagem.
Ele tá quase gozando de novo, percebo pelo jeito que a rola dele fica dura. Também pela aceleração, tentando aproveitar mais um pouco da minha buceta. Entra e sai, entra e sai, PLAP-PLAP-PLAP, estourando a cada estocada, até que tira ela pra fora, toda roxa e dormente, bate uma punheta violenta e, no meio de uns gritos roucos e primais, termina me salpicando com uma generosa descarga leitosa. Claro que dessa vez eu garanto fechar bem os olhos, mas se entrar um pouco de porra de novo, já tenho quem me cure, né?

15 comentários - Graças a um gozadaço...

¡De lujo! Pero recordando que a principios de diciembre partió ¿No te acuerdas de alguna desventura con Ernesto, tu profesor de la universidad? Porque cuando te comió de postre fue excelente... pero poniéndome en sus zapatos e imaginando la tentación que tuvo por delante, ¿Algún encontrón loco en la facultad?¡De cualquier manera, gracias!
Genia Marita , excelente relato 😘😘👏🔥🔥 buen putita , y siempre lista para cada ocasión ..!!
muy buen relato @maritainfiel , como siempre una puta bien dispuesta....como siempre buenos tus relatos, te dejo +10 y sale reco
"Me imaginaba a mí misma a la edad del doctor, con 56 años, ya abuela, con las tetas caídas y el culo fláccido, garchando a morir con cuanto pendejo se me cruce en el camino."

Que Eros te lo conceda. En realidad, no es difícil si uno hace su parte...
putisima mariella iria solo hasta la argentina por conocerte y cogerte a vos
Mi querida Marielita...jajaja, veo que eres una adicta al sexo en su forma más lujuriosa desde potranca preciosa, y por eso me encantan y me recalientan tus relatos, eres la putita que todos quisiéramos tener a nuestro lado, una hermosa mujer voluptuosa de interminables recursos para complacer sexualmente al hombre que tiene a su lado!!:F:F:F
Y que exquisito es reencontrarse con alguien de tu pasado con el que cogias y te revolvía las hormonas, a todos nos ha pasado!! ;);)
Excelente relato como nos tienes acostumbrados preciosa...FELICITACIONES y GRACIAS por dejarme caliente como jarro de lata...jajaja 👏👏
Quedo anhelante a la espera de tu próxima "garche-aventura" querida!!
Besos linda!! 💋 +10


Gracias a un lechazo...
Sos genial marita siempre tus relatos son muy calientes y entretanidos!!!!
Excelente relato, marita!!! Que bien que escribís!!! Es un lujo leerte. Van 10 puntines, como siempre
P:D: No se porque, a veces, como en este caso, no me avisa de tu publicacion.
El que sigue y voy a leer ahora, si, me apareció!