Anelzinho da Anita (02)

Acordei com uma puta ressaca e duvidando se era real o que meus olhos tinham visto por aquela janela na noite anterior. Talvez tivesse sido um sonho, mas então por que o vaso do corredor estava todo quebrado? E por que as marcas de terra iam até o quarto da minha prima?

Deixando esses pensamentos pra momentos de maior clareza mental, fui tomar café. Do meu lado, meu pai me olhava com uma cara de poucos amigos. Anita também apareceu, me olhou com ternura:

- Priminho, você tá bem?... perguntou preocupada.

- Tô sim, é só uma dor de cabeça leve... respondi, meio mal.

- Juan Daniel... você já tem idade pra se cuidar e não posso te proibir de beber... completou meu pai, enquanto na minha cabeça eu pensava: nãooo, é muito cedo pra sermão. Sabia que quando ele falava meu nome completo, era porque vinha bronca.

- Sim, tá certo, sei que exagerei um pouco na bebida... respondi, tentando cortar aquele sermão que ia me dar mais dor de cabeça.

Enquanto isso, Anita observava com uma solenidade engraçada aquela conversa entre pai e filho.

- É bom que você reconheça, filho, e espero que da próxima você se controle melhor... sentenciou meu velho.

- Acho que ele já tá bem castigado com a ressaca, olha a cara dele... interferiu minha mãe, tentando encerrar a conversa, mas acabou avivando ela.

- É, coitadinho... completou minha priminha docemente, tentando me salvar.

- Coitadinho? Imagina que ele quase entrou no seu quarto, tava tão bêbado que não sabia onde era o dele... disse meu pai, me entregando.

Anita me olhou intrigada e com um brilho de fascinação nos olhos... será que ela tinha adivinhado que eu a observava ou só gostava da ideia de eu ter entrado no quarto dela?

- Ah, pai... foi só um pequeno erro de cálculo... foi a primeira coisa que me veio à cabeça.

- Erro de cálculo e de direção... imagina se espetáculo que sua pobre priminha teria visto ao te ver naquele estado (se ela soubesse que o espetáculo quem levou fui eu)... sorte que não passou disso... meu pai respondeu meio irritado.

- Pois é, sorte... sussurrou Anita de má vontade.

- Bom, vou trabalhar... ahhh, filho, acho que seria bom você ensinar um pouco de matemática pra sua prima, pra quando as aulas começarem ela não ficar tão perdida com os números.

- Sim, tudo bem... respondi mais animado, vendo que agora se abria uma nova porta que eu podia aproveitar pra me aproximar mais da minha priminha, e não era só matemática que eu pensava em ensinar...

Ela também não desgostou da ideia e aceitou na hora, parecia que tava super a fim e disposta a "aprender" um monte de coisas. A partir daquela manhã, ela sorria pra mim com mais confiança e até com mais safadeza, eu diria.

Minha mãe definiu os horários das aulas: eu daria aula pra Anita de manhã, enquanto minha mãe ia fazer compras no mercado... esse seria praticamente o único momento em que ficaríamos sozinhos.

Acho que minha mãe queria evitar os olhares tarados que com certeza todos os vendedores do mercado davam na nossa doce e "inocente" prima. Também daria aula à tarde, mas com minha mãe por perto seria difícil tentar qualquer coisa.

Eu daria aula pra Anita num quarto de estudo que tínhamos no segundo andar da casa, que eu usava normalmente pra minhas atividades acadêmicas. O bom é que tinha privacidade lá, raramente minha mãe subia pra me interromper, normalmente, como toda mãe, me chamava aos gritos.

A primeira aula foi como eu imaginava: a tensão sexual era evidente, eu roçava os peitos dela com meus cotovelos e notava como eles endureciam rapidinho. Enquanto Anita, por sua vez, reagia espetando os bicos dos peitos no meu braço, talvez também pra ver como eu reagia.

Naquele dia não aconteceu nada, parecia que nós dois estávamos nos medindo pra ver até onde íamos. dispostos a avançar… eu quase beijei ela, mas a campainha tocou, como quem diz: salvo pelo gongo. Acho que nós dois ficamos excitados…

- Na manhã seguinte, eu não ia deixar escapar… falei pra mim mesmo, e foi o que aconteceu…

Anita chegou no segundo andar com uma saia curta, uma blusa fina e justa… daquelas que não deixam você desgrudar os olhos dos peitos. Com aquela roupa, parecia pronta pra avançar mais naquele dia. Sentou do meu lado, e eu não conseguia me concentrar com aqueles melões à vista… minha boca enchia d’água…

Justamente quando fui pegar um pouco de água, com a distração que eu tava, empurrei o copo… acabei derramando a água por toda a mesa.

- Ah… que atrapalhado eu sou… falei me desculpando.

- Não se preocupa, eu limpo… respondeu Anita sorrindo, com certeza tinha notado meu nervosismo.

Ela se levantou na minha frente, eu me afastei um pouco da mesa pra dar espaço… mas pela minha burrice (e pra minha sorte), a cadeira girou e Anita tropeçou, caindo na minha cadeira, entre minhas pernas, quase na mesma posição em que a gente tinha ficado na piscina… ela de costas pra mim e aquelas bundas suculentas contra minha virilha…

- Me desculpa… consegui falar.

- Não, não tem problema… respondeu Anita meio nervosa e sem se mexer da posição.

- Puxa… essa posição me parece familiar… falei, ficando excitado.

- É… também lembro dessa posição… respondeu ofegante.

Devagar, minhas mãos começaram a rodear a cinturinha dela, fingindo o que tinha rolado dias antes na piscina… Anita, ansiosa, virou pra mim, me olhou com angústia e desejo… a gente se beijou… ela não se esquivou, pelo contrário, me procurava com vontade…

O contato com os atributos físicos dela esquentou meu sangue e meu pau começou a crescer, não pensei duas vezes, afastei ela um pouco, abri o zíper e tirei meu pinto. Ela não se assustou, parecia saber o que vinha e tava preparada, rápido, afastou a saia… a buceta dela tava presa numa calcinha fio dental branca.

Anita se levantou um pouco, e Com a buceta dela, trêmula, percorreu o comprimento do meu pau. Esse contato a excitou tanto que ela não sabia o que fazer pra enfiar. Apressada e quase sem pensar, Anita procurou onde apoiar os pés, encontrando na escrivaninha um apoio.

Eu a seguia como podia, tentando manter o equilíbrio, puxei a calcinha fio dental dela até conseguir rasgar o elástico de uma das pernas, deixando descoberto o pubis molhado. Em seguida, ela procurou com os lábios da buceta aquele órgão masculino que a excitava tanto, transformando aquela doce menina numa louca ninfomaníaca.

- Calma, mais devagar... eu dizia, mas ela não me ouvia, Anita estava ansiosa.

Segurei as nádegas dela por baixo, levantando um pouco, ela se ajudou apoiando na escrivaninha... deixei o pubis dela cair devagar no meu pau, até que finalmente acertou o alvo... os lábios dela se abriram deixando entrar aquele novo inquilino, ela estremeceu com esse contato... continuei descendo

o corpo dela contra o meu... e ela soltava os primeiros gemidos:

- Aiiii... ouuu... mais devagar... que você tem mais grosso... mais grosso que meu dedo... aiiii....

E de fato parecia que a única coisa que tinha profanado aquele buraco não tinha sido mais que um dedo, já que a carne dela se abria com dificuldade diante da entrada do meu pau. Tentei ir mais devagar, mas quando já tinha a metade enfiada, Anita se mexeu, talvez por ansiedade, e eu perdendo o equilíbrio deixei ela cair em cima de mim... rasgando a buceta dela completamente, entrando de uma vez com o pau todo...

- Aaaiii... aiiiiii... uffff... gritou de dor minha jovem priminha.

Tentou subir, mas perdeu o equilíbrio e caiu de novo, percorrendo quase todo o meu pau. Repetiu essa operação umas duas vezes mais, e eu deixei ela agir porque me excitava ver como ela mesma se empalava, querendo fugir, mas terminando cravada de novo... até que apertei as coxas dela contra mim, prendendo ela pra que não subisse de novo.

- Fica quieta… Acostuma a sentir ela nas tuas entranhas... sussurrei no ouvido dela.

- Sim, sim... o que você disser, priminho... ufff... ufff... respondia Anita, obediente.

Deixei ela assim por um tempo enquanto uma das minhas mãos puxava os peitos dela, já durinhos. Anita me deixava fazer o que eu queria, com certeza tava mais preocupada com a estaca que eu tinha enfiado na buceta dela...

- Uhmmm... você tá me partindo... ayyy... ela reclamava.

Comecei a levantar e abaixar ela devagar, essa fricção era gostosa, sentia a buceta quente, molhada e apertada dela se abrindo... mas a posição era difícil, então decidi virar ela... Anita me acompanhou, se levantou e sentou de novo no meu pau, reclamando menos que da primeira vez.

- Uffff... como você tá durão... ooohhhh... minha prima começava a gemer.

Agora a gente tava de frente um pro outro, com as minhas mãos debaixo das coxas dela, comecei a levantar e abaixar ela, ela me abraçava pelo pescoço e os peitos dela apertavam contra o meu peito...

- Uhmmm... Juannn... nunca tinha sentido isso... ooohhhh... Anita exclamava, toda excitada.

- Você tá gostando?... me atrevi a perguntar.

- Simmm... continua por favor... continua... uhmmm... ela me implorava.

Levantei ela pra cima da mesa, deitei ela no móvel, abri as pernas dela, e enfiei de novo minha massa de carne na buceta peluda dela... agora sim, pensei... e comecei a penetrar ela com menos dificuldade...

- Ohhhh... sou sua... uhmmmm... Anita gemia, completamente dominada.

Caramba, essa menina tinha um tesão guardado há muito tempo, porque ela gemia igual uma louca, às vezes me olhava com aflição e dor, mas continuava gemendo e pedindo...

- Ahhhhhhh... assim, assim, priminho... uhmmm... ela exclamava, louca de prazer.

Me parecia injusto que os peitos lindos dela, que pulavam com dificuldade, estivessem presos naquela blusa fraca, eu queria ver eles... tentei soltar, com a excitação do momento não me segurei, e puxei com força, rasgando o tecido...

- Não importa... continua... continua... Ela, presa da paixão, acabou abrindo o polo para não oferecer resistência aos meus propósitos.

Desenganchei como pude o sutiã dela, os peitos redondos apareceram, coroados por dois bicos durinhos do caralho. Essa visão me excitou ainda mais, agora eu tava a milhão... aumentei o ritmo... os peitos dela balançavam gostoso no compasso das minhas investidas:

- Aiiii... mais devagaaaar... que vou estourar... ohhhhh…

E realmente estourou... estourou num orgasmo do caralho, que fez eu gozar também... tirei rápido meu pau e espalhei meu leite na barriga dela...

- Ahhhh... ohhh... uffff... exclamou Anita, satisfeita.

Ficou um tempão em cima da mesa, parecia que tinha apanhado... quando finalmente conseguiu se mexer, sentou na mesa, me puxou pra perto, buscou meus lábios e me beijou... Devolvi o beijo, ela me abraçou pelo pescoço e sussurrou no meu ouvido:

- Por que demorou tanto?... mais um dia e eu teria que enfiar uma cenoura... confessou, angustiada.

- Sério?... perguntei, rindo.

- É... talvez... mas não zoa... disse, envergonhada, ao perceber o que tinha falado.

- Como foi que você se animou pra isso acontecer?... perguntei.

Tava curioso pra saber como as coisas tinham se desenrolado pra ela, eu tinha meu ponto de vista, mas queria a versão dela, pelo que aconteceu, talvez no final eu não tava me aproveitando dela, mas ela de mim, ou simplesmente éramos vítimas dos nossos desejos.

Ela me explicou que depois do que rolou na piscina, fiquei meio acalorada (tesuda seria a palavra mais certa, pensei), quando você foi pra festa, não conseguia dormir pensando no que tinha acontecido... então fui na cozinha pegar água, mas no caminho ouvi um barulho saindo do quarto dos seus pais, cheguei perto da porta e ouvi uns gemidos, fiquei curiosa... disse, inocente.

- Genial, só faltava essa. ficar sabendo da vida sexual dos meus pais... falei sem vontade.

Esse relato funcionou como um inibidor natural, na hora meu pau ficou mole... ela percebeu:

- O que foi?... ahhh... eu sei como levantar ele de novo... falou com um sorriso safado.

- Não me diga que... que você viu isso também... caralho!... respondi sem ânimo.

- Sim, mas...

Não terminou a frase porque na hora pegou meu pau pela base e começou a beijar a cabeça dele, primeiro tímida e depois com mais confiança... eu, hipnotizado vendo ela agir, tentava parar de pensar nos meus pais.

- Como é que fazia?... ahhh sim, já lembrei... falou Anita pra si mesma.

Depois colocou a língua pra fora e passou na beirada da cabecinha do meu pau, que ainda tinha líquido seminal. Sem frescura, engoliu meu leite, saboreou como quem prova uma delícia pela primeira vez... ver aquilo me fez esquecer de todo o resto...

- Tem um gosto meio estranho... meio grudento mas... não é desagradável... explicou pra si mesma.

Em seguida, enfiou a cabecinha do meu pau entre os lábios dela, prendendo sem jeito, e foi enfiando centímetro por centímetro aquele pau que crescia de novo na boca dela...

- Devagar... falei... faz como se fosse um pirulito doce...

- É, você tem razão... mas também tenho que mexer aqui... falou Anita obediente.

Passando a mão na base do meu pau, começou a me bater uma punheta, enquanto os lábios dela se moviam com mais confiança da cabeça até o meio do meu pau... ohhh eu tava nas nuvens... a menina aprendia rápido e parecia fascinada com aquele brinquedo novo...

- Porra! vou gozar... tentei avisar.

Mas foi tarde demais, uma avalanche de leite invadiu a boca jovem dela, aquela boquinha que eu nunca tinha ouvido soltar um palavrão, agora se enchia dos meus líquidos quentes e branquinhos.

Anita se afastou um pouco tentando engolir o líquido que se acumulava rapidamente na garganta dela, enquanto meu pau continuava cuspindo porra, banhando os lábios dela, o queixo, respingando nos peitos lindos dela... pensei que ela ia se engasgar, mas ela engoliu tudo que conseguiu e me olhou surpresa:

- Caralho! não pensei que fosse tanto... disse ela maravilhada.

Depois passou a língua nos lábios que ainda estavam melados do meu gozo e completou:

- Olha! você me sujou toda!... disse ela absorta, olhando pros próprios peitos.

Sem frescura, pegou um pouco da porra que tava no queixo dela e meteu na boca... Vendo aquilo, pensei que, talvez na inocência dela, a Anita achava que tinha que engolir todos os líquidos que saíam do meu pau... essa imagem erótica fez meu pau moído tentar endurecer de novo... ela percebeu... mas sabia que se continuássemos, podiam nos pegar:

- Acho melhor eu trocar de roupa, sua mãe pode chegar a qualquer hora... falou ela meio com medo, me trazendo de volta à realidade.

- É, você tem razão... respondi conformado.

A Anita tomou banho e se trocou rapidinho... queria ter entrado no chuveiro com ela, mas não queria abusar da sorte e ser descoberto tão cedo... tendo um verão inteiro pela frente, tinha que ser paciente e não me queimar.

Depois a Anita foi lavar a saia dela manchada com meus fluidos... mas o barulho da porta avisou que minha mãe tinha chegado... então a Anita escondeu a roupa o mais rápido que pôde e foi pra sala ver minha mãe pra não levantar suspeitas.

- E aí, sobrinha, o que você aprendeu hoje?... perguntou minha mãe, inocente.

- Uai, tia... aprendi de tudo... respondeu a Anita me olhando com um sorriso cúmplice e depois deu uma olhadinha rápida pro meu meio das pernas.

- Como o quê?... insistiu minha mãe.

Que curiosa a velha, eu pensava, morrendo de medo da minha priminha soltar alguma:

- Bom... sobre tamanhos... dimensões... profundidade... falava a Anita lembrando de tudo que tinha visto e do que tínhamos colocado em prática naquela manhã.

- Espero que tenha sido proveitoso pra você... minha mãe completou.

- Sim, muito... disse Anita, satisfeita.

- Agora me ajuda a preparar o almoço... minha mãe pediu.

Depois, ela a levou pra cozinha. Eu ainda estava cansado da "aula" que tinha dado pra minha priminha... e pensando no que mais eu poderia ensinar nos dias seguintes, pra proveito dela e meu...

Continua...

CRIADO POR AdrianReload

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