De férias com minha mãe e as amigas dela [Capítulo 5]

Compartilho esse conto que encontrei há vários anos.@DK293 @arkthourios @atlanta246 @FreddySab @yacaremisionero @AquiLuis @pablooo_2 @FaradayD @4trujillo52 @mompantielover @disnastes @gust7387 @SexyBubis @pepeluchelopez @elexbahiense @petoo13 @melipillanito @eldanus @melipillanito @LoquendoMAX691 @sampacat @mirageeeeeeeee @Ore08 @Szeck @WilliamCoeello @EK_SABATH_NUR @willhelmchurch @B0ch1n1 @France33 @MarinoCrash @federiko_eriaCAPÍTULOS ANTERIORES:

De férias com minha mãe e as amigas dela [Capítulo 1]
De férias com a minha mãe e as amigas dela [Capítulo 2]
De férias com minha mãe e as amigas dela [Capítulo 3]
De férias com minha mãe e as amigas dela [Capítulo 4]............................................................................................................................................................6 de julho, uma madrugada só pra elas duas.


Mati, Luis, Marta e Paco estavam no apartamento enquanto Laura e Maribel curtiam uns drinks, música e tentavam encontrar uns caras jovens pra levar pra cama. Elas andavam pelo calçadão, parando de bar em bar, tomando uns copos e observando as possíveis presas que pudessem encontrar.

Já era uma da manhã quando decidiram entrar numa balada que tinha fama de que mulheres milf encontravam jovens pra transar.

— Maribel — Laura começou a falar com ela quando estavam perto da balada. — Nessa balada tem uns caras jovens pra passar a noite, mas são meio que de "aluguel". Eles vão te paquerar e, se vocês se curtirem, vão até onde quiserem, mas no final sempre esperam um agrado em dinheiro. Então, se você se envolver com algum, já sabe o que fazer no fim.

— OK, até que não é ruim a parada! — Respondeu a amiga.

— E eu que não precisava dessas coisas tendo o meu Luis!

— Bom, amanhã a gente procura mais...!

As duas entraram na balada. Tinha uma música boa, um clima com pouca luz e por todo lado dava pra ver grupos de idades bem variadas, pessoas já nos cinquenta anos com jovens, caras e minas que buscavam uma grana em troca de favores sexuais pra coroas e milfs. Lá, isso era permitido, não era malvisto e todo mundo curtia essa troca de qualidades, enquanto uns botavam o dinheiro e pagavam os gastos dos jovens, os outros recebiam um pouco daquela juventude perdida. Relações sexuais eram totalmente proibidas ali. Na real, aquilo começou como uma balada onde os coroas e os jovens mantinham amizade; pra transar, tinham que sair dali e o que rolasse era por conta deles.

E assim dava pra ver grupos se divertindo, conversando e trocando piadas. Ali, acabaram se formando dois grupos bem distintos e conhecidos por quem frequentava aquela balada direto. De um lado, os jovens que iam pra conhecer ou ter relações com maduros, simplesmente achavam mais atraente uma conversa com eles e, se rolasse, teriam relações sexuais. Mais de um casamento entre jovens e maduros saiu dali, principalmente de garotas jovens e homens maduros, porque elas encontravam a segurança de um homem que pudesse sustentá-las além de dar todo o carinho que procuravam.

Por outro lado, estavam os jovens cujo objetivo era fazer um serviço sexual e ganhar uma grana, alguns até tinham preços conforme a idade e o serviço "contratado". Na maioria, eram caras que queriam tirar uma grana pra pagar os estudos durante o inverno. Poucas garotas se prestavam a esse jogo de prostituição disfarçada.

Maribel nunca tinha visto um lugar assim, então aquele ambiente era estranho e excitante pra ela. Muitos jovens bonitos e bem torneados circulavam pela sala e conversavam entre si até parecerem encontrar algum maduro pra começar uma conversa.

As duas tomavam uma bebida sentadas numa mesa, num canto do local. Os caras as observavam disfarçadamente pra sacar o que estavam procurando. Uma regra do lugar era que ninguém podia ser incomodado se não quisesse algo, ou seja, se elas entrassem só pra olhar mas não quisessem sexo ou conversa, não podiam ser perturbadas. Os caras passavam uma e outra vez do lado delas, porque o corpo e o rosto da Laura atraíam todo mundo, e tanto os que cobravam quanto os que não cobravam desejavam ser escolhidos por ela pra o que ela quisesse.

Maribel reparou num casal de maduros que entrou depois delas, um homem de uns cinquenta e cinco anos e uma mulher um pouco mais nova, mas que devia ter uns cinquenta. Ele tinha uma figura agradável e era bonito, mas a idade aparecia no cabelo grisalho. Ela estava extremamente maquiada e muito bem vestida, sem dúvida procuravam algo pra levar pra cama naquela noite. Começaram a olhar pra todos os lados em busca de alguma presa. Estavam Sentados numa mesa, ele ficava sussurrando coisas no ouvido dela enquanto ela não parava de olhar. De vez em quando, ela balançava a cabeça negando alguma proposta que ele fazia. Pouco depois, ela fixou o olhar num cara que estava encostado no balcão do bar e não tirou os olhos dele. O cara olhou pra ela e sorriu. Um sorrisão apareceu na boca do marido daquela mulher — sem dúvida, ele tinha escolhido um.

Aquela mulher madura e o jovem não paravam de se olhar. Então o marido pegou um suporte que tinha na mesa e colocou um cartãozinho verde. Aquele sinal significava que queriam que ele se aproximasse.

— Viu aquilo? — perguntou Laura pra Maribel.

— Vi...

— Como foi ele quem colocou o cartão verde no porta-cartões, significa que ele quer que aquele cara "mantenha a mulher dele satisfeita" enquanto ele olha, ou então fazem um menage...

Aquele cara sentou com eles lá e começaram a conversar. Maribel continuou olhando ao redor da sala e teria colocado o cartão verde em todos os jovens que via.

— Meu Deus, Laura! — exclamou Maribel. — Aquele é o filho da puta que fez aquilo com a Mati!

— Quem?

— Aquele no balcão, de calça branca e camisa polo rosa...

— Não me diga que a Mati foi se envolver com o gostoso do Juan! — disse Laura. — Então é isso, a gente atrai ele e dá o que ele merece.

— E se ele me reconhecer? — Maribel estava assustada.

— Aí o seu tinto de verão vai derramar na calça branca dele... É um pivete que se preocupa mais com a roupa do que com as mulheres. Quando eu frequentava esses lugares, ele era o pior que tinha, adorava tratar mulher mal e tinha uma clientela de umas tantas que curtiam essa onda de masoquismo e já tinham ele na coleira.

Laura olhava fixamente pra ele e deu um sorriso quando ele a encarou. Ele correspondeu com outro sorriso, e Laura colocou dois cartões verdes, indicando que ele teria que transar com elas se se aproximasse. Ele caminhou pela sala até a mesa delas, e dava pra ver pelo jeito de andar que era um puta de um saliente. Um tesão de praia. O coração de Maribel batia cada vez mais forte, quanto mais perto Juan chegava delas. Se ele a reconhecesse, não sabia o que ia rolar.

— Oi, suas gostosas, me chamo Juan! — Disse ao chegar na mesa. — Vejo que tão precisando da companhia de um jovem educado e bonitão! Querem que meu amigo Rober converse com a gente?

— Não! — Disse Laura. — É a primeira vez que minha amiga Maribel vem num lugar desses, e eu já faz uns anos que não frequento… meu nome é Laura.

— Então posso servir de guia pra vocês aqui, e depois, se quiserem algo mais, também posso ajudar…

— Eu só olharia como você faz com ela… Já não tô mais pra essas coisas…

— Não fala isso, com essa beleza toda que você tem! — Disse Juan, pegando a mão dela e dando um beijo. — Nunca vi uma mulher tão linda quanto você! — Soltou a mão de Laura e pegou a de Maribel, que já tava mais calma porque ele não a tinha reconhecido. — Maribel, não se preocupa, que comigo você vai curtir essa noite!

Juan foi o tempo todo gentil e galante com suas "clientes". Tomaram vários drinks e ele contava um monte de mentiras. Laura sabia parte da vida dele, porque na época em que ela frequentava o lugar, uns dois ou três anos atrás, ele teve um problema com uma mulher que ele fez uma sacanagem parecida com o que aconteceu com a Mati, e naquela vez até a polícia apareceu, então parte da vida obscura dele ficou conhecida.

Depois de um bom tempo de conversa, Laura sugeriu que era hora de começar a ação.

— Espera a gente um instante, que vamos ao banheiro e já vamos começar a noite! — Disse Laura.

— Vou ficar aqui ansioso pra dar pra Maribel tudo que ela procura nesta noite!

As duas foram ao banheiro e ficaram uns minutos lá. Logo voltaram, e os três saíram do lugar.

— Onde vocês gostariam de ir? — Perguntou Juan.

— Vamos no nosso carro pra algum lugar que você conheça, que seja tranquilo! — Respondeu Laura.

— Perfeito, conheço o lugar. Perfeito, não é muito longe!

Os três entraram no carro da Laura e ele foi dando o caminho até chegarem no lugar onde, dias antes, tinha rolado aquele incidente chato com o Mati.

— Para aqui. — Ele falou. — Tá curtindo esse lugar?

— Parece um lugar bom... — Disse a Laura.

— Eu gostei... — Confirmou a Maribel. — Vamos fazer fora do carro!

— Fechou! — Disse o Juan e ficou esperando.

— Ah, sim! — Disse a Laura e tirou do bolso cento e vinte euros. — Esse valor tá bom? — O sorriso dele confirmava que sim.

Os três desceram e a Maribel sentou no capô do carro, apoiando os pés no parachoque. Levantou a saia e abriu as pernas. A buceta depilada dela já tava pronta pra ele meter a cara, já tinha tirado a calcinha. Ele se inclinou e enfiou a cabeça entre as pernas dela. A Maribel começou a sentir as carícias da língua daquele filho da puta do Juan, ele sabia o que fazia e tinha muita experiência. Ela tirou a camisa rosa dele e largou em cima do capô. A língua voltou a trabalhar e a Maribel não aguentou nem dois minutos sem gozar gostoso. A Laura, em pé do lado, fingindo que se masturbava, viu a amiga ter aquele orgasmo do caralho. As mãos da Maribel agarraram o cabelo do amante e afastaram ele dela.

— Tira a calça e ocupa meu lugar! — Falou a Maribel. — Quero ver e brincar com o amiguinho dele!

Ele se levantou e desabotoou a calça. Não tava usando nada por baixo e, quando abaixou, apareceu uma pica linda de uns vinte e poucos centímetros, bem grossa. Tirou a calça com cuidado pra não sujar, porque era fissurado em roupa limpa, e largou ela junto com a camisa. Apoiou a bunda no capô e a pica dura dele ficou ali, pronta pra Maribel brincar.

— Toma, Maribel! — A Laura deu uma camisinha pra ela. — Vou guardar sua roupa dentro do carro pra não sujar. — Falou pro Juan.

A Maribel pegou aquela pica grossa com a mão e ficou toda molhada. Dura. Tirou a camisinha e colocou, abriu a boca e começou a chupar, curtindo a pica enorme que ele tinha. Ficou um tempão chupando, Juan tava adorando porque Maribel sabia bem como fazer um homem gozar com a boca. Ela se levantou sem parar de bater uma punheta com a mão, olhou pra dentro do carro onde Laura estava sentada, já que tinha entrado sem fazer barulho, levantou a saia pra enfiar aquela pica grossa.

Juan já tinha comido várias milf, mas naquele dia tava curtindo o trampo. Muitas milf já conheciam ele e o negócio dele tinha caído. Naquela noite ele tinha dado sorte, ia ganhar dinheiro e ainda a mina que ia foder sabia fazer direito, ia aproveitar aquela transa. Juan olhava pra Maribel e sentiu que logo ia meter nela.

De repente, sentiu o carro tremer, o capô que segurava ele soltou e ele caiu de costas no chão. Tava atordoado e não sabia o que tava rolando. Pelado, jogado no chão, viu Maribel correndo na direção dele.

— Isso é pelo Mati, seu filho da puta! — Gritou e deu um chute nos ovos dele. Ele se contorcia de dor.

— Suas vadias filhas da puta! — Tentou gritar, preso pela dor. — Vou achar vocês e vocês vão pagar! — Sentiu uma mão agarrar ele pelo cabelo e virar a cabeça dele pra ele olhar.

— Me acha e eu te denuncio por tentar estuprar minha amiga! — Laura puxava o cabelo pra machucar ele. — Não lembra de mim, seu filho da puta? — Juan ficou pálido. — Toma aqui seu dinheiro pelo orgasmo que você deu pra minha amiga. — Jogou dez euros. — Sua camisinha tá ali do lado junto com seus documentos, desculpa mas sujou, mas as calças eu gostei e vou levar.

Maribel tava sentada no carro esperando Laura, que entrou e saíram daquela estrada pra lugar nenhum. Quando chegaram na estrada principal, Laura jogou as calças pela janela.

— Demos o que ele merece, aquele filho da puta! — Gritava Laura. — Com certeza quando ele ver o Mati, vai mudar de calçada!

— Nossa, meu coração tá a mil por hora! acelerado! – Maribel gritava e ria. – Acho que esmaguei os ovos dele com o chute!

As duas estavam entre o nervosismo e a alegria de terem se vingado daquele gostoso quando ouviram a sirene de um carro de polícia atrás delas, pedindo para encostarem.

– Porra, Laura, a polícia! – Maribel começou a tremer de medo.

– Calma! – Disse Laura.

Elas encostaram no acostamento, e a viatura parou atrás, apagando as luzes. Um policial saiu do carro e caminhou até a janela aberta de Laura.

– Saia do veículo! – Falou o homem com voz grave e grossa.

Laura saiu, e os dois foram para a traseira do carro. Maribel via eles conversando, mas não sabia o que estava rolando. Uns minutos depois, Laura se despediu e entrou no carro.

– Tudo resolvido! – Disse Laura. – Contei o que fizemos com o gostoso, e ele vai atrás dele agora.

– E ele não perguntou por que fizemos isso? – Maribel ainda estava nervosa. – Vai embora assim, sem mais?

– Claro! – Laura riu. – Ele é meu amigo, conheço ele de quando trabalhava no bar que a gente foi, antes de ser policial, e conhece aquele babaca… Fica tranquila, ele vai dar um jeito nele!

Elas seguiram dirigindo até chegar na cidade vizinha, que não ficava a mais de quatro quilômetros dali. Estacionaram perto de um bar que parecia aberto e entraram.

– Desculpem, moças, já fechamos! – Disse o garçom, um gato de uns vinte e cinco anos que chamou a atenção delas na hora.

– Não me fala isso! – Disse Laura, que era mais sem vergonha que a amiga. – Só um drink e a gente vai embora! Tivemos um perrengue e precisamos de algo pra relaxar! – Ele ficou pensativo.

– Vou servir um drink pra vocês se responderem direitinho umas perguntas… – Ele sorriu com um sorriso doce. – Vocês vêm da cidade vizinha?

– Sim! – Disse Laura.

– Beleza! Precisam voltar depois do drink? – Ele serviu dois Copos no balcão.

— Sim! — Laura respondeu de novo, e Maribel balançou a cabeça concordando.

— Então só falta me dizerem se vão me levar até a vila e, se sim, o que vão beber.

— Claro que vamos te levar, você é nossa salvação! — Disse Laura. — Me chamo Laura e esta é Maribel.

— Eu me chamo Edu! — Ele disse, colocou três copos no balcão, pegou umas garrafas e elas escolheram o que cada uma ia beber. Ele fechou e deixou o bar quase no escuro pra não incomodarem.

Os três começaram a bater papo e, quando já tinham passado meia hora e terminado as bebidas, se levantaram e saíram em direção ao carro. Ele trancava as portas enquanto as duas mulheres caminhavam até o carro.

— Nossa, como esse cara é gostoso! — Disse Laura. — Esse aqui me faria esquecer meu filho e todos os homens da minha vida!

— Então se joga na raba que eu também quero! — Disse Maribel rindo. — Prefere dividir?

As duas se calaram e os três entraram no carro. No caminho de volta pra vila, os três conversavam e Edu ria das piadas de Laura e Maribel. Depois de vários minutos de viagem e seguindo as instruções do jovem amigo, chegaram na casa dele.

— Bom, então chegamos sem problemas! — Disse Laura.

— Muito obrigado! — Respondeu Edu educadamente. — Já sabem onde me encontrar! — Ele saiu do carro e se aproximou da janela onde Maribel estava. — Tô pensando se vocês topam mais um drink… ou um café ou algo…

Maribel sentiu a buceta ficar molhada, e Laura sentiu o mesmo.

— A gente aceita? — Disse Maribel, e foi mais uma afirmação do que uma pergunta.

— É o mínimo depois do favor que ele nos fez ao nos dar o último drink! — Respondeu a amiga.

Elas estacionaram ali mesmo e os três entraram no hall daquele prédio. Ele fez sinal, colocando um dedo na boca, pra não fazerem barulho. Os três subiram no elevador apertado. Elas estavam no fundo e ele na frente, olhando pra elas e sorrindo. Quando chegaram no quinto andar, Onde ele morava, ele se virou pra abrir a porta. Laura estendeu a mão na direção daquele rabo jovem e, sem encostar, fechou os dedos, mostrando pra amiga a vontade que tava de tocar aquele corpo. Ele abriu a porta do apartamento e os três entraram.

— Que apartamento mais lindo! — Disse Maribel. — Você mora aqui sozinho?

— Não, moro com meus pais, mas eles tão de férias e foram viajar. Durante esse mês, vou ficar sozinho. — Ele levou elas até a sala e apontou pro móvel bar. — Ali tem bebidas e copos, peguem o que quiserem… Vou tomar um banho e em dez minutos tô com vocês… Esse controle é o da música… Se ligarem, não coloquem muito alto. — Ele sumiu pelo corredor e elas ficaram andando pela sala, olhando fotos e as coisas que ele tinha nos móveis.

— Te sirvo uma dose? — Perguntou Maribel pra Laura.

— Não!

Maribel colocou um pouco de rum num copo e ia botar refrigerante de Booty.

— Vou perguntar onde tá o refri…

— Vale, vamos abrir um pouco a porta pra ver se a gente pega ele pelado!

— Laura, você é uma tarada!

Do corredor, Maribel perguntou pelo refrigerante e ele mandou ela olhar na geladeira. Ela foi lá e preparou a bebida. Quando voltou pra sala, ficou impressionada. Laura tava sentada no sofá e na poltrona do lado tava Edu… A buceta dela soltou mais uma leva de tesão pela luxúria que aquele jovem provocava.

Edu conversava com Laura. Tinha vinte anos, embora aparentasse mais, trabalhava desde os dezessete naquele bar que era do tio dele. Tinha conhecido muita gente, tanto ruim quanto boa, em todos esses anos. Era um jovem acostumado a lidar com as pessoas e, sinceramente, as duas estavam se sentindo muito à vontade com ele.

— E não tem namorada? — Perguntou Maribel.

— Não! — Disse ele. — Não tenho sorte com as mulheres…

— Mas você é um cara muito gato… — Completou Laura. — Com certeza todas tão atrás de você…

— Muitas sim… — Ele fez uma pausa. — Mas tenho um probleminha… — Laura se sentiu meio decepcionada. Não Ela pensou: "Será que ele quer dizer que tem um pau pequeno?" — Na verdade, eu já saí com algumas... e tudo ia bem até a hora de fazer amor... — A preocupação dela cresceu com o que ele contava. — Olha, tem umas coisas que me excitam... — Ele hesitou em contar. — Olha, não sei por quê, mas gosto de ser dominado... — Laura criou esperança, essa história de dominação não a preocupava, elas já tinham estado com um sádico antes, agora um masoquista não cairia mal. — Isso geralmente não é problema, mas quando veem meu pau, todas recuam...

— Mas o que tem de errado com ele? — Disse Maribel. — Não sobe?

— Não, não é isso! Olha! — Sem nenhum pudor ou vergonha, ele se levantou e baixou o short de pijama que vestia. — Tão vendo?

As duas olharam, procurando algum problema no pau daquele jovem, mas não viram nada de estranho. As duas deveriam ter se excitado ao ter aquele garoto nu na frente delas, mas era mais a curiosidade que sentiam em saber o problema daquela bela rola que não era nada pequena.

— Olha agora! — Ele começou a se masturbar ali na frente delas, e o pau começou a crescer de um jeito descomunal. — Com esse tamanho, nenhuma mulher quer!

— Deus! — Exclamou Maribel. — É inacreditável! — Parece o de um pônei!

— Filho, com isso você estoura a pobre menina que enfiar! — Disse Laura de olhos arregalados. — Como pode chegar a esse tamanho! Não tem pele no seu corpo pra tanta rola! — Ela estendeu a mão e acariciou a enorme e dura glande.

— Então é isso que acontece comigo! — Ele guardou o pau na cueca, e ficou uma enorme montanha de pano por causa do volume daquela rola. — Então ainda não estreiei, e quem sabe quando vou conseguir!

— Você tá de sacanagem! — Disse Laura. — Muitas mulheres procuram um pau desse tamanho...! E se não, tem os filmes pornô, onde você ganharia muito!

— Laura! — Disse Maribel. — Você gostaria de ser montada por um pônei?

— No que você está pensando? Perversa!" – respondeu a amiga dela.

"Podemos domar nosso garanhão e amansar esse potinho que encontramos no caminho!" – Maribel passou a língua nos lábios, levantou-se e ficou de joelhos entre as pernas de Edu, começando a acariciar a rola por cima da calça.

"Agora te entendo, amiga!" – Disse Laura. – "Mas acho que o quarto seria um picadeiro melhor pra domar ele, não acha?" – Levantou-se e estendeu a mão pra ele. – "Vem, cavalinho, que você tem muita coisa pra aprender hoje!"

Laura puxou a mão dele, e ele começou a se levantar. Maribel ainda estava entre as pernas dele e aproveitou o movimento pra encostar o rosto, deixando aquela rola dura acariciá-la.

"Anda, não demora, que temos que montar as duas nesse cavalinho!"

Maribel se levantou do chão e foi atrás deles. Laura levava Edu pela mão no corredor.

"Onde tem um picadeiro bem grande?" – Perguntou Laura.

"À direita!" – Disse Edu.

"À direita, my wife!" – Laura agarrou com força as bolas dele e apertou um pouco, aproximou o rosto do dele e passou a língua nos lábios. – "É assim que você tem que responder, ou a gente te castiga…!" – Laura encontrou num móvel pequeno do corredor uma corrente de cachorro; podia servir pro Edu. – "De joelhos, cavalinho!" – Ele obedeceu. – Laura pegou a corrente, mas a coleira era muito pequena. Deixou a coleira de lado e ficou só com a guia. Passou o gancho pela alça e fez um nó corrediço. Colocou no pescoço do jovem e deu um puxãozinho pra ajustar. – "É assim que eu tenho que levar meu cavalinho! Cê gosta de andar assim?"

"Sim!" – Respondeu ele, e um puxão na corrente o estrangulou um pouco. – "Sim, my wife, sim, my wife!" – Não demorou pra responder direito e tava adorando aquele castigo.

"De pé!" – Ordenou Laura e tocou a rola dele pra ver se tava mais dura que antes. – "Bom garoto, assim, cavalinho, assim que você tem que se comportar!"

Maribel acariciava a bunda e as costas dele, sussurrando coisas como como se estivessem treinando um animal. Os três entraram no quarto dos pais dele. A cama era bem grande. Laura deu várias voltas com ele pelo quarto, como se realmente estivesse levando um cavalo, puxando a corrente pra ele andar e puxando pra trás pra ele parar.

Maribel aproveitou pra se lavar enquanto a amiga educava o potro, porque depois do que aconteceu com o Juan, ela tava com a buceta suja. Quando entrou no quarto, ele ainda tava dando voltas e ela acariciando o pau dele de vez em quando como agradecimento. Maribel sentou na beirada da cama com as pernas abertas e a saia levantada, cobrindo ela.

- Uooopa, lindão! – Laura disse pra ele, e ele aos poucos foi entrando no papel de cavalo. – Vou te mostrar uma buceta de mulher e você vai aprender a dar prazer pra ela antes de empalar ela com isso que você tem aí. – Laura falava com ele e não parava de acariciar o pau dele por cima do tecido. Maribel levantou a saia e deixou a buceta depilada à mostra pro seu garanhão. – Isso, lindão, isso! Seu pau ficou mais duro só de ver a buceta da sua dona! Bom garanhão!

Laura puxou a corrente e forçou ele a ficar de joelhos entre as pernas de Maribel. Ele foi enfiar a cabeça entre as pernas dela, e Laura deu um puxão forte na corrente pra segurar ele. Aquilo doeu um pouco, mas ele adorou aquele gesto de dominação.

- Suas donas não te mandaram nada. Quieto, quieto! – Laura disse. – Acaricia com suas patas as coxas da sua dona, vamos, faz direito…

Edu começou a acariciar as coxas de Maribel, que na hora começou a soltar fluidos pela buceta. Ele acariciava e aos poucos ia aproximando as mãos do sexo quente da treinadora.

- Isso, tá indo bem! – Laura disse e se ajoelhou ao lado dele, começando a baixar a calça dele. – Você tá se comportando bem e isso merece um prêmio!

Ela baixou a calça dele até os joelhos e começou a acariciar o pau dele, duro e enorme. Edu nunca tinha transado com nenhuma mulher, e naquelas condições... que aquelas duas mulheres estavam se pegando, excitavam ele de um jeito que ele sentiu que ia gozar.

- My wife, não aguento mais! – Disse entre gemidos de prazer. – Minhas donas vão fazer eu gozar agora! Não aguento mais!

Laura levantou correndo e sentou ao lado da amiga. Puxou a corrente e fez Edu ficar de pé na frente delas.

- Vai, cavalinho! – Disse acariciando as bolas dele. – Dona Maribel vai te masturbar pra você dar seu leite pras suas donas!

Maribel agarrou a pica do jovem e em poucas sacudidas sentiu que ela ficava ainda mais dura entre os dedos e como ele se contorcia cada vez que jorrava uma porrada de porra. A primeira caiu na cara de Maribel, enchendo desde o cabelo até a garganta. Laura segurou ele pra apontar pra ela e o próximo jato foi direto na boca dela, que ficou aberta esperando a porra branca que jorrava da pica descomunal. Maribel aproximou a cara da amiga e não parou de masturbar ele, fazendo sair ainda mais porra, que as duas disputavam. Maribel puxou a pica e obrigou ele a chegar perto delas. Ele abriu um pouco as pernas e cada uma colocou a pica entre as pernas delas.

Maribel foi a primeira a chupar a cabaça inchada e sugou, tirando um pouco mais de porra. As pernas do jovem tremeram ao sentir mais prazer. A pica começou a perder um pouco da dureza, só um pouco. A língua de Laura percorreu todo o comprimento daquela vara monstra enquanto a amiga continuava chupando a cabaça que era impossível de entrar na boca dela.

- Que maravilha de pica! – Exclamou Maribel se afastando pra olhar. – Olha, a ponta parece um cogumelo! Que gorda e linda!

Maribel admirava a pica e balançava a mão pra tentar fazer ela ficar dura de novo. Laura aproveitou pra abrir a boca e engolir aquela cabaça enorme, sentia a pressão nos cantos da boca, chupou e Edu parecia que ia cair quando as pernas tremeram de prazer. que lhe dava. Maribel sentiu na mão que a vara que ele tinha como pau endurecia de novo.

— Bom, já chega! — Disse energicamente Laura e puxou a corrente de Edu. — Atenção, agora você tem que dar prazer às suas cuidadoras! Vamos te ensinar! Primeiro, nos dê algo para nos limparmos!

Ela soltou a corrente, e ele foi ao banheiro e trouxe uns lenços umedecidos, com os quais as duas mulheres se limparam.

— Quero ver você de joelhos na frente da sua dona Maribel!

— Sim, my wife!

Maribel abriu as pernas de novo, e ele se posicionou, esticou os braços para tocar as coxas dela outra vez e sentiu novamente a pressão da corrente no pescoço quando Laura puxou.

— Não, quieto! — Laura gritou. — Alguém te mandou tocar nela? — Ela fingiu estar brava e deu um tapa forte na bunda dele. — Cavalinho malcriado, não!

Edu estava adorando o show que elas estavam dando. Esse sempre foi o sonho dele: ser dominado e encontrar alguma mulher que transasse com ele. Uma noite que não tinha sido especialmente boa no trabalho, ele tinha caído por acaso nos sonhos mais molhados que já imaginou.

— Olha a buceta da ama Maribel! — Disse Laura para Edu. — Gostou, hein? Tá vendo esse líquido que sai da racha? Sabe o que é isso?

— My wife, imagino que sejam os fluidos da vagina dela... — Respondeu ele, sem saber quando ela daria um puxão na corrente como castigo.

— Bom cavalinho, isso aí! — Laura estava de joelhos ao lado dele e acariciou o pau dele como prêmio. — Toca na minha buceta! — Ele enfiou a mão por baixo da saia dela e tocou na calcinha completamente molhada. Laura sentiu prazer com o contato dos dedos dele no clitóris dela. — Enquanto nossas bucetas continuarem fluindo, você vai se comportar bem e nos deixar contentes! Agora toca nas coxas da ama Maribel até chegar na racha dela! — Deu um puxãozinho na corrente como sinal para ele começar. A mão dela voltou a acariciar o pau grande dele.

As mãos de Edu desciam por aquelas coxas, cada vez mais perto da fenda da Maribel até ficarem de ambos os lados, apertou uma mão contra a outra e comprimiu os lábios que guardavam a entrada daquela buceta quente. A pressão fez escorrer mais fluidos. Laura acariciava o pau dele com mais força e o incentivava: “Bem, cavalinho, bem, continua assim!”. Os quadris de Maribel se agitavam de prazer e ela começava a gemer baixinho.

– Viu, a ama Maribel está adorando suas carícias! – Laura puxou levemente a corrente e aproximou a boca da dele, beijou-o e suas línguas brincaram dentro e fora das bocas. – Agora separa os lábios da buceta molhada dela!

A buceta rosada e brilhante de Maribel apareceu diante dos olhos dele, era a primeira buceta que via tão de perto, na vida real. Ele soltou um relincho, entrando no papel de potro que suas amas tinham mandado. Laura riu e acariciou o pau dele de novo.

– Bom cavalinho, você está prestes a provar a buceta da sua ama Maribel! – Ela disse e puxou para baixo, fazendo ele se inclinar sobre a buceta da amiga. – Tá vendo esse carocinho ali em cima? – Ele assentiu balançando a cabeça e relinchando de novo. – Lambe ele e vai ver como ela fica louca de prazer e te dá mais néctar da buceta dela!

Edu enfiou a cabeça entre as coxas da ama e a língua começou a acariciar o clitóris. Maribel começou a gemer e os quadris dela subiam e desciam. Os fluidos que escorriam da buceta dela viraram uma cachoeira de prazer.

– Toma! – Laura entregou a corrente para a amiga. – Mostra pra ele como você quer que ele coma sua buceta! – Laura se levantou e se despiu completamente, excitada ao ver Edu comendo a buceta da amiga.

Maribel gemia e se contorcia sentindo a língua dele acariciando a fenda dela. Passava por toda ela e parava para brincar, fazendo círculos no clitóris. Edu sentia o gosto daquela mulher madura na boca, que se inundava dos fluidos que a buceta dela lhe dava.

Laura se posicionou atrás dele e sentiu a bunda dura dele na barriga dela. Passou uma das mãos dela na cintura dele e agarrou o pau descomunal dele. Ela acariciava e queria chupar ele. Puxou a corrente que prendia o jovem e se soltou sem problemas da mão de Maribel, que simplesmente se dedicava a aproveitar a língua dele na buceta dela.

- Vamos! – Disse Laura, dando um puxão na corrente. – Levanta e se coloca no meio da cama de barriga pra cima!

Maribel protestou ao sentir aquela língua quente abandonar a boceta dela. Edu se colocou no meio da cama e o pau duro dele se destacava sobre o corpo. Maribel correu pra colocar a bunda redonda dela na cara dele pra língua dele voltar a trabalhar.

- A Dona Maribel quer que você continue o trabalho que largou! – Disse ela se ajeitando pra que a ppk dela ficasse em cima da boca dele.

Edu só conseguia ver a boceta rosada de Maribel se aproximando do rosto dele até que a língua dele começou a acariciar a parte mais íntima dela. Laura subiu na cama de quatro e foi direto no que ela mais gostava naquele jovem, o pau enorme dele. Agarrou ele com as duas mãos e a língua dela começou a lamber a bela cabeça. Passava a língua em volta e parava pra colocar a ponta no buraquinho pra dar prazer. Maribel viu a amiga aproveitando a vara dura que o amante carregava e se inclinou pedindo um pedaço de um membro tão grande pra brincar. A língua de Maribel lambia de um lado e a de Laura do outro. As línguas se encontravam quando chegavam no topo, na cabeça dele, e as duas lambiam juntas aquele jovem delicioso.

Maribel começou a tremer de prazer e teve um orgasmo. A boceta dela não parava de jorrar fluidos que o jovem amante engolia com esforço.

- Vamos, monta nele primeiro você! – Disse Laura, que não parava de lamber o pau duro.

Maribel tirou a bunda da cara de Edu e se moveu até que a ppk dela ficasse na altura daquele pau. Ela ficou de costas pra ele, apoiada nos pés, as pernas totalmente abertas e inclinada pra trás pra apoiar as mãos na cama.

- Edu. – Disse Laura. – Você vai Enfiar sua bela pica pela primeira vez na buceta de uma mulher.

Laura tinha diante dela a entrada molhada e dilatada da vagina de Maribel. Na mão dela estava a pica. Cuspiu na glande e a direcionou para a amiga. Maribel sentiu o contato quente daquela pica na sua buceta. Deixou-se cair para que fosse penetrando. Seus lábios se separaram, mas a glande escorregou por causa da quantidade de fluidos e saiu disparada para fora e para cima, de forma que roçou o clitóris, dando-lhe uma cócega deliciosa. Mexeu a bunda e a glande passava uma e outra vez pelo mesmo lugar. Laura pressionou a pica contra a amiga e o contato entre os sexos ficou mais intenso, dando ainda mais prazer.

Laura colocou uma mão na bunda da amiga e parou o movimento dela. Agarrou a pica e a levou ao alvo, a vagina. Entre gemidos de prazer e um pouco de dor, Maribel foi descendo e a glande começava a penetrá-la. Podia sentir como cada centímetro que entrava dilatava sua vagina como nunca antes. Não parava de gemer e grunhir. Sentia-se completamente cheia do seu novo amante.

— Já entrou toda? — Maribel perguntou à amiga.

— Não, ainda vai entrar mais!

— Que maravilha! — Deixou-se cair e soltou um grito mistura de dor e prazer.

Edu estava no paraíso, nunca tinha penetrado uma mulher e naquela noite sentia sua pica dentro da buceta quente de uma coroa que conhecera por acaso. Mexia-se e Maribel uivava de prazer. Os dois estavam gozando, não demorou muito para ela ter um primeiro orgasmo, se agitando loucamente, aproveitando aquela empalação.

— Agora pega a tia Laura, monta em mim! — Laura estava ao lado deles, de quatro, esperando que o garanhão a montasse o quanto antes.

Maribel se levantou e ele se ajoelhou atrás de Laura. Via a bunda perfeita dela, agarrou com as duas mãos e acariciou. Ela se inclinou e a bunda ficou ainda mais empinada. Edu podia ver perfeitamente sua... Lábios da buceta. Ele enfiou a mão e acariciou com os dedos, tentando separá-los. Sentiu o dedo deslizar entre os lábios e a umidade molhar ele por completo. Aquela mulher estava pronta pra recebê-lo. Agarrou a pica com uma mão e apontou pra buceta da Laura.

— Devagar, cavalo! — Disse a Laura. — É tão imensa, tão gostosa! — Começou a gemer.

Maribel recuperou um pouco das forças depois do orgasmo forte e se ajoelhou ao lado do amante. Beijou ele enquanto ele penetrava devagar a amiga. A mão dela tocava a bunda dura do rapaz e a boca foi atrás do mamilo dele pra lamber. Lá embaixo, ela via a pica sumir entre os lábios dilatados da buceta da Laura, que adorava sentir a própria boceta se abrindo pra aceitar o garanhão que a fodia.

Ele começou a penetrar ela suavemente, sem enfiar o aríete duro por completo. Laura gemia baixinho. As penetrações foram acelerando, cada vez mais rápidas, cada vez mais fundas. Laura começava a sentir prazer e as mãos dela se agarraram firme nos lençóis. Nunca um homem tão grande tinha penetrado ela, e nunca ela tinha gozado tão rápido. Os gemidos e gritos dela encheram o apartamento quando ela chegou no êxtase do momento, o corpo tremendo. Edu não parava de foder ela, como um animal segurava os quadris dela e empurrava a pica contra ela. Laura se sentia completamente invadida por ele.

— Vai, garanhão, fode ela e goza de uma vez! — Disse Maribel no ouvido dele. — Fode ela e enche ela de porra!

Ele empurrou a pica pela última vez e deixou ela cravada no fundo da buceta dela, sentiu a porra subir pela pica comprida e jorrar. Laura gemeu, gritou e se contorceu ao sentir os jatos de porra enchendo ela. De vez em quando, ele tirava e enfiava a pica de novo na Laura, e mais um pouco de porra saía. Ela sentia aquela pica enorme pulsando lá dentro, bem fundo.

Laura se deixou cair na cama, exausta de tanto prazer. Maribel viu aquela pica tava saindo da buceta encharcada da amiga dele. Pegou ela e acariciou um pouco. Edu bufava exausto pela trepada que tinha dado naquelas duas mulheres. Deitou de barriga pra cima no meio da cama, Laura e Maribel se abraçaram nele, tocando o corpo dele, e caíram no sono.



Continua...


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18 comentários - De férias com minha mãe e as amigas dela [Capítulo 5]

DK293 +1
Excelente como siempre hermano, cada vez va mas subido el tono, me parece excelente +10
Grx. por pasar. 😉
Excelente, como me encanta ller tus relatos me dejan al palo a la segunda linea..., espero ancioso proximo capitulo.
Gracias x comparitr
Grx. por pasar. 😉
Recien lo leo, no habia tenido tiempo de leer.

Que excitanteee!! como siempre tus relatos tan buenooss

van puntos + fav
Grx. por pasar. 😉
petoo13 +1
Muy buen relato
Ojala también te gusten los siguientes capítulos.
Grx. por pasar. 😉