Fala, galera do Poringa. Isso aconteceu comigo faz duas semanas. Minha amiga Laura (vocês já sabem quem é) me liga e fala: "Carlos, tenho um presentinho pra você, mas tem que se comportar bem. Topa?" Eu falei que não tinha problema, mas que ela me avisasse com tempo pra eu poder me arrumar. Combinamos que ela me avisaria com antecedência. Uns dias depois, ela falou: "Pronto, tem que ser quarta-feira às 17h, depois que eu sair do trampo." Eu falei que não tinha problema, já que ela me avisou numa sexta e eu tinha tempo pra me organizar.
Chegou o dia marcado. Eu me organizei no serviço e falei pros caras que tava ocupado a tarde toda, que qualquer coisa eu tava em outro lugar trabalhando. Óbvio que eles sabiam que eu ia pra putaria. Pra minha mina, falei que não sabia que horas ia terminar o trampo porque a gente tinha que terminar o serviço de qualquer jeito, e como a gente mora em casas separadas, não tinha muito problema quando eu chegasse.
Às três da tarde, fui pro meu apê, tomei um banho e, como ela falou que não podia vacilar, tomei meia de um azulzinho. E, bom, com quarenta e poucos anos, às vezes precisa de uma ajudinha. Na hora marcada, fui pro apê da Laura. Como ela mora no centro, deixei a caminhonete num estacionamento e liguei pra ela descer e ficar pronta pra me abrir a porta, porque no centro de Mar del Plata qualquer um pode te ver. Peguei minha mochila com o macacão (porque tinha que chegar em casa com roupa de trampo, só por precaução). Cheguei no prédio e lá estava a Lau. A gente se cumprimentou e, enquanto subia pro apê, ela fala: "Você não sabe a surpresa que tenho pra você." Falei: "Tanto mistério, mina, você me assusta!" Ela riu e falou: "Já vai ver."
Quando chegamos no apê, ela me fez entrar primeiro e, puta que pariu, que susto que eu levei. Fiquei pasmo e, pela cara dela, também. Nenhum dos dois imaginava se encontrar ali pra trepar.
Vou contar quem é a surpresa: ela é a Mariela, 1,70m, loira, olhos castanhos, uns 42 anos, magrinha, peitão bonito e nem preciso falar da raba. De família muito rica e muito refinada. Ela é A esposa do dono da empresa onde a Laura trabalha, e é por aí que todo mundo se conhece. Os caras chamam ela de "cagona" porque quando entra na empresa mal cumprimenta, e quando ajudava o marido com o balanço da empresa e o pouco tempo que passava com a galera, só falava das viagens pro exterior — imagina que nem no escritório ela entrava.
Laura se adianta e, vendo a cara que ela fez, falou: "Fica tranquila, Mariela, ele é de total confiança e muito bom." Na hora, a Laura abriu um vinho bom, do jeito que ela gosta de tomar, e serviu três taças. Enquanto a gente bebia, a Laura me disse: "Ela é bi e é a primeira vez que faz com um homem que não é o marido, e ele também não sabe disso dela." "Ok", respondi, e olhando pra Mariela falei: "Fica tranquila que isso não sai daqui dessas paredes, e a gente vai se divertir muito." A Laura, que ainda tava com a roupa do trabalho, disse: "Bom, vou tomar um banho e me trocar pra ficar confortável, já volto."
Nisso, a Mariela já tinha terminado a taça de vinho de nervoso que tava. Eu falei: "Fica tranquila, relaxa", enquanto servia outra taça pra ela. Enquanto ela levava a taça aos lábios, eu fui por trás e comecei a tirar o casaquinho que ela tava usando, afastei o cabelo dela e comecei a beijar o pescoço dela. Ela largou o vinho e apoiou as mãos na mesa da sala. Eu continuei com meus beijos no pescoço e na orelha, enquanto olhava pelo espelho do móvel como ela reagia — foi se soltando e começou a mexer o pescoço, me dando espaço pra minhas carícias. Aí eu virei ela, e agora de frente a gente começou a se beijar, e aos poucos ela foi cedendo. Peguei a mão dela e levei até minha calça pra ela acariciar meu pau por cima do pano. Comecei a desabotoar a camisa dela e depois tirei o sutiã, deixando aqueles peitões lindos à mostra. Enquanto eu chupava eles e ela soltava uns gemidinhos baixos, eu desabotoei minha calça, deixando meu pau de fora, e fiz ela tocar nele. Tudo foi suave e doce, do jeito que ela parece ser. Depois, me endireitei e fiz ela se ajoelhar. Agache e comece a chupar ela, onde com uma mão eu segurava ela pelo tronco e com a boca doce ela engolia até o fundo com movimentos repetitivos, tudo pra dentro, tudo pra fora. Depois de um tempo e meu pau bem duro, eu levanto ela e coloco sobre a largura da mesa, levantando as pernas e puxando a saia, me agacho pra começar a comer aquela buceta que já tava molhada. Puxo a calcinha fio dental e começo a saborear aquela linda caverninha, devorando o clitóris e os lábios, enfiando a língua o mais fundo que dava enquanto brincava com meus dedos também. Ela já gemia sem vergonha quando achei que tava pronta, porque ela não falava, só gozava e fazia o que eu mandava. Tirei uma camisinha do meu bolso e coloquei, me levantei e comecei a meter devagar. Ela levantou a cabeça e, com cara de quem tava gozando, me olhava e sentia minha pica entrando devagar. Uma vez tudo dentro, ela jogou a cabeça pra trás e eu comecei a foder ela. De vez em quando eu tirava e passava a língua pra depois colocar de novo. Enquanto a gente tava fodendo, Lau me abraça por trás, encostando os peitos e usando a palavra: pussy, e passando as mãos me segurando pelo peito, começa a seguir meu ritmo e no meu ouvido fala: "Tá comendo a putinha, viu que gostosa que ela é?!" Depois começa a beijar minhas costas enquanto vai descendo até chegar na minha bunda, onde ela abre com as mãos e me dá uma chupada de cu. Ela sabe que isso me deixa louco, depois me faz abrir as pernas e chupa bem minhas bolas e o cu. Depois se levanta e fica do nosso lado, e enquanto eu acariciava os peitos da Mariela, ela diz: "Começaram sem mim, que maldade!" Com a outra mão, ela tira meu pau, dá umas chupadas e fala: "Mmmm, que sabor gostoso que minha amiga tem!" E aí vai pra boca dela e come ela, enquanto eu tava fodendo, elas se fundiam num beijo só e chupada de peitos. Depois Lau separa a gente, Mariela desce da mesa e tira a saia e a calcinha, eu não podia acreditar no corpo que ela tinha. Ela tinha isso depois de ter três filhos. Lau, sei lá de onde tira um consolador daqueles que se coloca na cintura, preto, e passa vaselina. Manda a Mariela ficar de quatro na mesinha de algaroba e, depois de chupar bem a bunda dela, começa a penetrar devagar pelo cu. Mariela abaixava a cabeça e reclamava um pouco, mas Lau parece ter toda a experiência. Ela me diz: "Tô preparando ela pra você", e em seguida: "Fica na frente dela pra ela te chupar". Lau sempre gosta de dar as cartas. Depois de dilatada, Lau começa a meter nela enquanto eu colocava meu pau na boca dela. Com o ritmo de vai e vem, meu pau entrava e saía, dando uma chupada do caralho. Depois, Lau sai de trás, senta no sofá e, puxando a calcinha de lado, manda a Mariela chupar a buceta dela. Daí a pouco, Lau coloca uma camisinha no consolador e faz ela sentar em cima. Quando ela enfiou tudo, Lau me faz sinal pra entrar por trás. Então, devagarzinho, fui colocando. Claro que entrou fácil, e nós dois começamos a comer ela. Eu podia sentir o consolador do outro lado. Não sei quantas vezes a Mariela gozou, mas ela não parava de gemer e de se beijar com a Lau. Lau me diz: "Goza na boca dela". Eu já não aguentava mais. Quando tava pronto, tirei do cu, tirei a camisinha, e a Mariela, virando meio corpo, colocou na boca dela. Enchi ela de porra. Quando tirei, Lau pegou o rosto dela e se fundiram num beijo. Eu sentei do lado do sofá, vendo elas continuarem se beijando e chupando os peitos uma da outra. Depois, Mariela sai de cima dela, tira o consolador, se ajoelha na frente da buceta da Lau e dá uma chupada tremenda, com dedos e tudo, suave mas apaixonada. Lau não demorou muito pra gozar. Recuperando as forças, Mariela me conta que sempre gostou de homens e mulheres, mas por causa da família sempre teve que se reprimir. Que já faz uns anos que, aproveitando as viagens pra Buenos Aires quando vai sozinha a negócio, ela vai pra... encontrar minas iguais a elas, e foi aí que num bar ela encontrou a Lau. A gente riu um bocado, tanta viagem, e ela foi se encontrar com a funcionária dela. Depois de um tempo, Lau levanta e, segurando a mão dela com uma mão e o brinquedo com a outra, fala: "isso não acabou, hoje é teu dia, gata", e a gente foi pro quarto. Entramos no quarto e Lau empurra ela na cama, Lau se joga em cima dela e começa a beijar. Eu entendi que era o momento delas a sós, então peguei uma cadeira que tinha, coloquei bem do lado da cama e fiquei curtindo o momento. As duas se beijavam apaixonadamente, doce, devorando a boca, o pescoço, a orelha, os peitos, enquanto faziam movimentos como se estivessem trepando, se esfregando a buceta. Tudo era tão doce que era um prazer ver aquilo. Mesmo tendo estado com a Lau com outra mulher, nunca tinha visto um ato tão doce. Eu parecia um moleque com brinquedo novo, não queria perder nada. Lau começa a descer até chegar na buceta dela e começa a chupar com uma delicadeza impressionante. A gente aprende muito vendo duas mulheres se beijarem. Lau comia a bocetinha dela enquanto brincava com os dedos, metendo nela. Mariela era só gemido. Depois, Lau sobe e, fazendo uma tesourinha, fode ela. Era um vai e vem entre as bocetinhas bem depiladas, se beijando com toda paixão. Não sei quantas vezes Mariela gozou, mas foram várias. Depois, Lau deita de barriga pra cima e Mari sobe pra chupar a buceta dela. Lau se estica e, do criado-mudo, tira uma camisinha — aliás, tinha uma caixa grande de preservativos, parece que usa muito o brinquedo. Ela coloca no consolador e passa pra Mari, que coloca e começa a penetrar ela com as pernas pra cima. Eu já tava voando e me masturbando bem devagar. Ficaram assim por um tempo até que Lau fica de quatro, mas agora ela fica me olhando. Mari enfia de novo por trás, e Lau gemia como uma louca, mordendo a cama. Sabana, num momento ela levanta a cabeça e estica a mão pra pegar na minha pica. Eu levanto, chego perto e ela manda ela pra boca, chupando tudo. Meu pau entrava e saía no ritmo das estocadas que eu dava na Marie. Depois de um tempo, ela tirou a pica da boca e começou a gozar que nem uma louca.
Mariela tira o consolo por ordem da Lau, que manda ela deitar de barriga pra cima e me fala: "Agora é tua vez". Eu coloco uma camisinha e penetro ela naquela cuequinha tão gostosa e quente que nem uma fogueira. A Lau senta em cima da cara dela e Mariela começa a chupar a buceta dela. Eu alternava entre meter e chupar a buceta da Mariela. Ela gozou mais duas vezes, na última ela falou: "Para, não aguento mais". Então a Lau sai de cima, elas se beijam de novo e depois ela manda ela colocar o consolo de novo. A Lau senta em cima dela, chupando tudo, e eu entro por trás. Ficamos assim um tempinho, porque o brinquedo ficava saindo, então trocamos: eu deitei de barriga pra cima, ela enfiou de novo no meu cu, e a Mariela meteu na buceta, com as costas da Lau no meu peito. Isso foi bom pra mim, porque eu mexia menos e aguentava mais. Depois de um tempo, a Lau começou a gozar que nem uma louca. Quando eu tava quase gozando, eu empurro ela, tiro a pica, tiro a camisinha e enfio na boca da Lau, descarregando todo o meu gozo, enquanto eu gritava de prazer. Depois de chupar um pouco, eu tiro e elas se beijam de novo.
Foi uma tarde super linda que eu nunca vou esquecer, não só porque comi a esposa gostosa do patrão, mas porque foi uma das melhores fodas que já tive. Mariela tava mais que satisfeita, parecia destruída, ou seja, tinha curtido ao máximo. Mariela tomou banho e teve que ir embora porque os filhos tavam com a babá. A Lau me fala: "Gostou do presentinho? Mas não se ilude que essa é só minha, viu?" A gente riu. Eu tomei banho pra tirar o perfume francês da Marie, vesti o macacão e voltei pra casa mais que feliz. Desculpa ter sido tão longo, mas é isso. valia contar tudo de uma vez e, além disso, tô super feliz. Espero que tenha curtido tanto quanto eu. Beijos.
Chegou o dia marcado. Eu me organizei no serviço e falei pros caras que tava ocupado a tarde toda, que qualquer coisa eu tava em outro lugar trabalhando. Óbvio que eles sabiam que eu ia pra putaria. Pra minha mina, falei que não sabia que horas ia terminar o trampo porque a gente tinha que terminar o serviço de qualquer jeito, e como a gente mora em casas separadas, não tinha muito problema quando eu chegasse.
Às três da tarde, fui pro meu apê, tomei um banho e, como ela falou que não podia vacilar, tomei meia de um azulzinho. E, bom, com quarenta e poucos anos, às vezes precisa de uma ajudinha. Na hora marcada, fui pro apê da Laura. Como ela mora no centro, deixei a caminhonete num estacionamento e liguei pra ela descer e ficar pronta pra me abrir a porta, porque no centro de Mar del Plata qualquer um pode te ver. Peguei minha mochila com o macacão (porque tinha que chegar em casa com roupa de trampo, só por precaução). Cheguei no prédio e lá estava a Lau. A gente se cumprimentou e, enquanto subia pro apê, ela fala: "Você não sabe a surpresa que tenho pra você." Falei: "Tanto mistério, mina, você me assusta!" Ela riu e falou: "Já vai ver."
Quando chegamos no apê, ela me fez entrar primeiro e, puta que pariu, que susto que eu levei. Fiquei pasmo e, pela cara dela, também. Nenhum dos dois imaginava se encontrar ali pra trepar.
Vou contar quem é a surpresa: ela é a Mariela, 1,70m, loira, olhos castanhos, uns 42 anos, magrinha, peitão bonito e nem preciso falar da raba. De família muito rica e muito refinada. Ela é A esposa do dono da empresa onde a Laura trabalha, e é por aí que todo mundo se conhece. Os caras chamam ela de "cagona" porque quando entra na empresa mal cumprimenta, e quando ajudava o marido com o balanço da empresa e o pouco tempo que passava com a galera, só falava das viagens pro exterior — imagina que nem no escritório ela entrava.
Laura se adianta e, vendo a cara que ela fez, falou: "Fica tranquila, Mariela, ele é de total confiança e muito bom." Na hora, a Laura abriu um vinho bom, do jeito que ela gosta de tomar, e serviu três taças. Enquanto a gente bebia, a Laura me disse: "Ela é bi e é a primeira vez que faz com um homem que não é o marido, e ele também não sabe disso dela." "Ok", respondi, e olhando pra Mariela falei: "Fica tranquila que isso não sai daqui dessas paredes, e a gente vai se divertir muito." A Laura, que ainda tava com a roupa do trabalho, disse: "Bom, vou tomar um banho e me trocar pra ficar confortável, já volto."
Nisso, a Mariela já tinha terminado a taça de vinho de nervoso que tava. Eu falei: "Fica tranquila, relaxa", enquanto servia outra taça pra ela. Enquanto ela levava a taça aos lábios, eu fui por trás e comecei a tirar o casaquinho que ela tava usando, afastei o cabelo dela e comecei a beijar o pescoço dela. Ela largou o vinho e apoiou as mãos na mesa da sala. Eu continuei com meus beijos no pescoço e na orelha, enquanto olhava pelo espelho do móvel como ela reagia — foi se soltando e começou a mexer o pescoço, me dando espaço pra minhas carícias. Aí eu virei ela, e agora de frente a gente começou a se beijar, e aos poucos ela foi cedendo. Peguei a mão dela e levei até minha calça pra ela acariciar meu pau por cima do pano. Comecei a desabotoar a camisa dela e depois tirei o sutiã, deixando aqueles peitões lindos à mostra. Enquanto eu chupava eles e ela soltava uns gemidinhos baixos, eu desabotoei minha calça, deixando meu pau de fora, e fiz ela tocar nele. Tudo foi suave e doce, do jeito que ela parece ser. Depois, me endireitei e fiz ela se ajoelhar. Agache e comece a chupar ela, onde com uma mão eu segurava ela pelo tronco e com a boca doce ela engolia até o fundo com movimentos repetitivos, tudo pra dentro, tudo pra fora. Depois de um tempo e meu pau bem duro, eu levanto ela e coloco sobre a largura da mesa, levantando as pernas e puxando a saia, me agacho pra começar a comer aquela buceta que já tava molhada. Puxo a calcinha fio dental e começo a saborear aquela linda caverninha, devorando o clitóris e os lábios, enfiando a língua o mais fundo que dava enquanto brincava com meus dedos também. Ela já gemia sem vergonha quando achei que tava pronta, porque ela não falava, só gozava e fazia o que eu mandava. Tirei uma camisinha do meu bolso e coloquei, me levantei e comecei a meter devagar. Ela levantou a cabeça e, com cara de quem tava gozando, me olhava e sentia minha pica entrando devagar. Uma vez tudo dentro, ela jogou a cabeça pra trás e eu comecei a foder ela. De vez em quando eu tirava e passava a língua pra depois colocar de novo. Enquanto a gente tava fodendo, Lau me abraça por trás, encostando os peitos e usando a palavra: pussy, e passando as mãos me segurando pelo peito, começa a seguir meu ritmo e no meu ouvido fala: "Tá comendo a putinha, viu que gostosa que ela é?!" Depois começa a beijar minhas costas enquanto vai descendo até chegar na minha bunda, onde ela abre com as mãos e me dá uma chupada de cu. Ela sabe que isso me deixa louco, depois me faz abrir as pernas e chupa bem minhas bolas e o cu. Depois se levanta e fica do nosso lado, e enquanto eu acariciava os peitos da Mariela, ela diz: "Começaram sem mim, que maldade!" Com a outra mão, ela tira meu pau, dá umas chupadas e fala: "Mmmm, que sabor gostoso que minha amiga tem!" E aí vai pra boca dela e come ela, enquanto eu tava fodendo, elas se fundiam num beijo só e chupada de peitos. Depois Lau separa a gente, Mariela desce da mesa e tira a saia e a calcinha, eu não podia acreditar no corpo que ela tinha. Ela tinha isso depois de ter três filhos. Lau, sei lá de onde tira um consolador daqueles que se coloca na cintura, preto, e passa vaselina. Manda a Mariela ficar de quatro na mesinha de algaroba e, depois de chupar bem a bunda dela, começa a penetrar devagar pelo cu. Mariela abaixava a cabeça e reclamava um pouco, mas Lau parece ter toda a experiência. Ela me diz: "Tô preparando ela pra você", e em seguida: "Fica na frente dela pra ela te chupar". Lau sempre gosta de dar as cartas. Depois de dilatada, Lau começa a meter nela enquanto eu colocava meu pau na boca dela. Com o ritmo de vai e vem, meu pau entrava e saía, dando uma chupada do caralho. Depois, Lau sai de trás, senta no sofá e, puxando a calcinha de lado, manda a Mariela chupar a buceta dela. Daí a pouco, Lau coloca uma camisinha no consolador e faz ela sentar em cima. Quando ela enfiou tudo, Lau me faz sinal pra entrar por trás. Então, devagarzinho, fui colocando. Claro que entrou fácil, e nós dois começamos a comer ela. Eu podia sentir o consolador do outro lado. Não sei quantas vezes a Mariela gozou, mas ela não parava de gemer e de se beijar com a Lau. Lau me diz: "Goza na boca dela". Eu já não aguentava mais. Quando tava pronto, tirei do cu, tirei a camisinha, e a Mariela, virando meio corpo, colocou na boca dela. Enchi ela de porra. Quando tirei, Lau pegou o rosto dela e se fundiram num beijo. Eu sentei do lado do sofá, vendo elas continuarem se beijando e chupando os peitos uma da outra. Depois, Mariela sai de cima dela, tira o consolador, se ajoelha na frente da buceta da Lau e dá uma chupada tremenda, com dedos e tudo, suave mas apaixonada. Lau não demorou muito pra gozar. Recuperando as forças, Mariela me conta que sempre gostou de homens e mulheres, mas por causa da família sempre teve que se reprimir. Que já faz uns anos que, aproveitando as viagens pra Buenos Aires quando vai sozinha a negócio, ela vai pra... encontrar minas iguais a elas, e foi aí que num bar ela encontrou a Lau. A gente riu um bocado, tanta viagem, e ela foi se encontrar com a funcionária dela. Depois de um tempo, Lau levanta e, segurando a mão dela com uma mão e o brinquedo com a outra, fala: "isso não acabou, hoje é teu dia, gata", e a gente foi pro quarto. Entramos no quarto e Lau empurra ela na cama, Lau se joga em cima dela e começa a beijar. Eu entendi que era o momento delas a sós, então peguei uma cadeira que tinha, coloquei bem do lado da cama e fiquei curtindo o momento. As duas se beijavam apaixonadamente, doce, devorando a boca, o pescoço, a orelha, os peitos, enquanto faziam movimentos como se estivessem trepando, se esfregando a buceta. Tudo era tão doce que era um prazer ver aquilo. Mesmo tendo estado com a Lau com outra mulher, nunca tinha visto um ato tão doce. Eu parecia um moleque com brinquedo novo, não queria perder nada. Lau começa a descer até chegar na buceta dela e começa a chupar com uma delicadeza impressionante. A gente aprende muito vendo duas mulheres se beijarem. Lau comia a bocetinha dela enquanto brincava com os dedos, metendo nela. Mariela era só gemido. Depois, Lau sobe e, fazendo uma tesourinha, fode ela. Era um vai e vem entre as bocetinhas bem depiladas, se beijando com toda paixão. Não sei quantas vezes Mariela gozou, mas foram várias. Depois, Lau deita de barriga pra cima e Mari sobe pra chupar a buceta dela. Lau se estica e, do criado-mudo, tira uma camisinha — aliás, tinha uma caixa grande de preservativos, parece que usa muito o brinquedo. Ela coloca no consolador e passa pra Mari, que coloca e começa a penetrar ela com as pernas pra cima. Eu já tava voando e me masturbando bem devagar. Ficaram assim por um tempo até que Lau fica de quatro, mas agora ela fica me olhando. Mari enfia de novo por trás, e Lau gemia como uma louca, mordendo a cama. Sabana, num momento ela levanta a cabeça e estica a mão pra pegar na minha pica. Eu levanto, chego perto e ela manda ela pra boca, chupando tudo. Meu pau entrava e saía no ritmo das estocadas que eu dava na Marie. Depois de um tempo, ela tirou a pica da boca e começou a gozar que nem uma louca.
Mariela tira o consolo por ordem da Lau, que manda ela deitar de barriga pra cima e me fala: "Agora é tua vez". Eu coloco uma camisinha e penetro ela naquela cuequinha tão gostosa e quente que nem uma fogueira. A Lau senta em cima da cara dela e Mariela começa a chupar a buceta dela. Eu alternava entre meter e chupar a buceta da Mariela. Ela gozou mais duas vezes, na última ela falou: "Para, não aguento mais". Então a Lau sai de cima, elas se beijam de novo e depois ela manda ela colocar o consolo de novo. A Lau senta em cima dela, chupando tudo, e eu entro por trás. Ficamos assim um tempinho, porque o brinquedo ficava saindo, então trocamos: eu deitei de barriga pra cima, ela enfiou de novo no meu cu, e a Mariela meteu na buceta, com as costas da Lau no meu peito. Isso foi bom pra mim, porque eu mexia menos e aguentava mais. Depois de um tempo, a Lau começou a gozar que nem uma louca. Quando eu tava quase gozando, eu empurro ela, tiro a pica, tiro a camisinha e enfio na boca da Lau, descarregando todo o meu gozo, enquanto eu gritava de prazer. Depois de chupar um pouco, eu tiro e elas se beijam de novo.
Foi uma tarde super linda que eu nunca vou esquecer, não só porque comi a esposa gostosa do patrão, mas porque foi uma das melhores fodas que já tive. Mariela tava mais que satisfeita, parecia destruída, ou seja, tinha curtido ao máximo. Mariela tomou banho e teve que ir embora porque os filhos tavam com a babá. A Lau me fala: "Gostou do presentinho? Mas não se ilude que essa é só minha, viu?" A gente riu. Eu tomei banho pra tirar o perfume francês da Marie, vesti o macacão e voltei pra casa mais que feliz. Desculpa ter sido tão longo, mas é isso. valia contar tudo de uma vez e, além disso, tô super feliz. Espero que tenha curtido tanto quanto eu. Beijos.
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