Fala, galera! Tô tão feliz que precisava contar pra alguém... e como só posso confiar em vocês, aqui vai! Tive meu PRIMEIRO encontro gay, hehe, sim, sim!
Bom... pra começar, vou falar que sou um cara bem másculo, tenho 26 anos, 1,79m, uns 90 kg, moreno, olhos castanhos e barbinha feita. Há anos... desde meus 15/16 anos, sinto atração por homens, geralmente mais velhos... e trocava ideia com algum... mas tinha que cortar logo porque geralmente queriam sexo rápido e eu não me sentia seguro, não queria fazer algo de que me arrependesse depois, então nossas conversas não passavam de putaria e umas fotinhas ou outra.
Continuei conhecendo gente em redes sociais, até que um dia entrei numa que permite ver pessoas na sua cidade ou áreas próximas e que deixam bem detalhado o que procuram. Comecei a trocar ideia com muita gente, mas um se destacou da multidão... Era um cara de uma cidade perto da minha, 46 anos, divorciado, alto, cabelo grisalho, sem um físico trabalhado mas também não era ruim, muito simpático... a ponto de eu contar sem filtro toda minha história e verdade, que nunca tinha ficado com ninguém, que era uma fantasia, meus medos, etc. Continuamos conversando por muito tempo, trocávamos mensagem no WhatsApp e, em troca da companhia e compreensão dele, ele só pedia algum áudio com a voz mais quente ou umas fotinhas, e claro que eu mandava, e ele respondia com uma das dele. E quando ele mandava fotos da rola dele... hmm! Me deixava maluco! Às vezes ficava imaginando beijando aquele pedaço de carne inteiro, sentindo ele na minha boca, sentindo as mãos dele agarrando minha cabeça e empurrando... isso acabava numa punheta certeira!
O tempo passou, uns 8 ou 9 meses, e a gente continuava se falando... até que um dia ele disse: "Não acha que seria bom a gente se conhecer e ver no que dá?" Pô, isso era inevitável, eu sabia e a verdade é que não queria dizer não... respondi: "Bora, vamos nos encontrar a Tomar algo e nos ver cara a cara" e ele me disse que ia organizar algo e me ligar. Essa resposta ficou girando na minha cabeça a noite toda: "Será que fiz certo em aceitar? Será que não vou me arrepender?".
Os dias passaram e, embora ele me escrevesse, não falou mais nada sobre nosso encontro. Mas numa quinta-feira ele me disse: "Não faz planos pro fim de semana". Só isso já bastou pra eu ficar toda pilhada de novo!!! E continuei esperando... No dia seguinte ele me ligou e falou: "Hoje à noite, umas 19h, cê pode me esperar num lugar tal? Eu vou te buscar e a gente vai pra onde você quiser, pra minha cidade ou ficamos por aí. Te parece? Ah... e não fica nervoso que a gente só vai se conhecer". Respondi que sim, claro... que ia esperar. O dia foi, às vezes curto, às vezes um minuto durava uma eternidade. Cheguei em casa e tomei um banho demorado, daqueles que você se distrai pensando. Terminei e fui pro lugar combinado... Tava lá sozinho, na penumbra, quando vi chegar uma caminhonete que batia com a descrição que o Carlos tinha me dado (acho que não tinha mencionado ele até agora). A caminhonete foi parando devagar até chegar na minha frente, e lá estava ele. Abriu o vidro e me disse: "Sobe?" Não respondi nada e sentei do lado dele. Ele me deu um cumprimento tímido com um beijo na bochecha, tinha sacado que eu era um saco de nervos.
Ele: — Aonde a gente vai?
Eu: — Sei lá, pra onde você quiser.
Ele: — Que tal irmos pra ***** (cidade vizinha, não a dele)?
Eu: — Bora!
E assim arrancamos numa viagem de no máximo 45 minutos. No caminho fomos conversando, e isso ajudou a acalmar os nervos e me soltar um pouco mais. Quando chegamos, fomos jantar num lugar por lá. Eu tentava disfarçar o nervosismo, mas de vez em quando tremia. Jantamos... Eu bebi um pouco, ele não... Conversamos sobre tudo! Até futebol, uma pessoa incrível, sério... Ele me contou sobre o divórcio, que tinha se apegado à solidão... coisas assim. Depois de jantar, voltamos pra caminhonete e arrancamos com destino à minha cidade... Mas antes de pegar a estrada, Me aproximei devagar e dei um beijo nele, um beijo pra sair daquilo! Queria fazer, mas não tinha coragem, não sabia como ele ia reagir... Ele me agarrou e me deu um beijo mais forte, quando ele fez isso, sem pensar muito, levei minha mão até a calça dele e lá estava aquela pica com a qual tanto tinha sonhado, aquela pica que imaginava beijando. Ele me perguntou o que eu queria fazer, e eu falei: quero chupar ela! hahaha não podia acreditar! A puta dentro de mim tinha saído! Ele me convidou pra ir a um hotel e fomos... Entramos no quarto e ele não perdeu tempo, me jogou na cama e começou a me beijar. Tirei forças de onde não tinha e o empurrei pra longe, eu queria controlar! Ele se deitou, tirei a roupa dele rápido... Lá estava ele deitado só de cueca. Comecei a beijar e lamber a pica dele por cima da roupa íntima, tava dura, eu sentia e não podia acreditar... Coloquei ela na boca, lambia, beijava, sentia como ela se mexia na minha boca e me deixava com muito tesão! Fiquei fazendo isso por alguns minutos, não queria parar! Adorava ver como ele gozava com cada lambida que eu dava! Ele se esticou e tirou da calça uma camisinha e um lubrificante (o filho da puta já tinha vindo preparado). Me virei e ele passou lubrificante na pica dele que tava bem dura e um pouco na minha bunda pequena. Tentei ficar o mais relaxado que podia e comecei a sentir como, com um pouco de "brincadeira", ele ia colocando ela. Não era uma pica imponente (sim, muito gostosa), mas eu sentia que tava me partindo! Mesmo assim, não queria que ele parasse, até sentir a barriga dele. Foi aí que ele começou a meter forte... Eu queria mais! Queria que ele me destruísse! Ficou assim até ele se deitar e me deixar no comando. Tentei fazer o melhor que podia, sentando nela e deixando minha bunda pequena chupar ela... Ele pediu com uma voz suave que eu descesse, eu não queria fazer, mas vi na cara dele que algo não tava bem... Ele pediu pra eu chupar ela de novo e quando coloquei ela na boca, senti aquela explosão de porra... Hoje lembro que era amarga, mas naquele momento era mel pra mim, aproveitei tanto! Nossa, como eu gozei! Só de lembrar, bom, depois de uma pausa a gente continua mais um pouco, eu tinha aquela cock só pra mim e não queria deixar ela ir! Isso que contei aconteceu na sexta passada, até ontem ainda tava meio dolorido, mas acho que pra essa sexta já tô novinho! E tô pronto pra outra pancada de novo!!!! haha valeu por passar! Valeu por ler. Um beijão!
Se quiser me conhecer um pouquinho mais, aqui tem outro post meu:
http://www.poringa.net/posts/gay/2861751/Segundo-post-cola-y-algo-mas-D.html
Bom... pra começar, vou falar que sou um cara bem másculo, tenho 26 anos, 1,79m, uns 90 kg, moreno, olhos castanhos e barbinha feita. Há anos... desde meus 15/16 anos, sinto atração por homens, geralmente mais velhos... e trocava ideia com algum... mas tinha que cortar logo porque geralmente queriam sexo rápido e eu não me sentia seguro, não queria fazer algo de que me arrependesse depois, então nossas conversas não passavam de putaria e umas fotinhas ou outra.
Continuei conhecendo gente em redes sociais, até que um dia entrei numa que permite ver pessoas na sua cidade ou áreas próximas e que deixam bem detalhado o que procuram. Comecei a trocar ideia com muita gente, mas um se destacou da multidão... Era um cara de uma cidade perto da minha, 46 anos, divorciado, alto, cabelo grisalho, sem um físico trabalhado mas também não era ruim, muito simpático... a ponto de eu contar sem filtro toda minha história e verdade, que nunca tinha ficado com ninguém, que era uma fantasia, meus medos, etc. Continuamos conversando por muito tempo, trocávamos mensagem no WhatsApp e, em troca da companhia e compreensão dele, ele só pedia algum áudio com a voz mais quente ou umas fotinhas, e claro que eu mandava, e ele respondia com uma das dele. E quando ele mandava fotos da rola dele... hmm! Me deixava maluco! Às vezes ficava imaginando beijando aquele pedaço de carne inteiro, sentindo ele na minha boca, sentindo as mãos dele agarrando minha cabeça e empurrando... isso acabava numa punheta certeira!
O tempo passou, uns 8 ou 9 meses, e a gente continuava se falando... até que um dia ele disse: "Não acha que seria bom a gente se conhecer e ver no que dá?" Pô, isso era inevitável, eu sabia e a verdade é que não queria dizer não... respondi: "Bora, vamos nos encontrar a Tomar algo e nos ver cara a cara" e ele me disse que ia organizar algo e me ligar. Essa resposta ficou girando na minha cabeça a noite toda: "Será que fiz certo em aceitar? Será que não vou me arrepender?".
Os dias passaram e, embora ele me escrevesse, não falou mais nada sobre nosso encontro. Mas numa quinta-feira ele me disse: "Não faz planos pro fim de semana". Só isso já bastou pra eu ficar toda pilhada de novo!!! E continuei esperando... No dia seguinte ele me ligou e falou: "Hoje à noite, umas 19h, cê pode me esperar num lugar tal? Eu vou te buscar e a gente vai pra onde você quiser, pra minha cidade ou ficamos por aí. Te parece? Ah... e não fica nervoso que a gente só vai se conhecer". Respondi que sim, claro... que ia esperar. O dia foi, às vezes curto, às vezes um minuto durava uma eternidade. Cheguei em casa e tomei um banho demorado, daqueles que você se distrai pensando. Terminei e fui pro lugar combinado... Tava lá sozinho, na penumbra, quando vi chegar uma caminhonete que batia com a descrição que o Carlos tinha me dado (acho que não tinha mencionado ele até agora). A caminhonete foi parando devagar até chegar na minha frente, e lá estava ele. Abriu o vidro e me disse: "Sobe?" Não respondi nada e sentei do lado dele. Ele me deu um cumprimento tímido com um beijo na bochecha, tinha sacado que eu era um saco de nervos.
Ele: — Aonde a gente vai?
Eu: — Sei lá, pra onde você quiser.
Ele: — Que tal irmos pra ***** (cidade vizinha, não a dele)?
Eu: — Bora!
E assim arrancamos numa viagem de no máximo 45 minutos. No caminho fomos conversando, e isso ajudou a acalmar os nervos e me soltar um pouco mais. Quando chegamos, fomos jantar num lugar por lá. Eu tentava disfarçar o nervosismo, mas de vez em quando tremia. Jantamos... Eu bebi um pouco, ele não... Conversamos sobre tudo! Até futebol, uma pessoa incrível, sério... Ele me contou sobre o divórcio, que tinha se apegado à solidão... coisas assim. Depois de jantar, voltamos pra caminhonete e arrancamos com destino à minha cidade... Mas antes de pegar a estrada, Me aproximei devagar e dei um beijo nele, um beijo pra sair daquilo! Queria fazer, mas não tinha coragem, não sabia como ele ia reagir... Ele me agarrou e me deu um beijo mais forte, quando ele fez isso, sem pensar muito, levei minha mão até a calça dele e lá estava aquela pica com a qual tanto tinha sonhado, aquela pica que imaginava beijando. Ele me perguntou o que eu queria fazer, e eu falei: quero chupar ela! hahaha não podia acreditar! A puta dentro de mim tinha saído! Ele me convidou pra ir a um hotel e fomos... Entramos no quarto e ele não perdeu tempo, me jogou na cama e começou a me beijar. Tirei forças de onde não tinha e o empurrei pra longe, eu queria controlar! Ele se deitou, tirei a roupa dele rápido... Lá estava ele deitado só de cueca. Comecei a beijar e lamber a pica dele por cima da roupa íntima, tava dura, eu sentia e não podia acreditar... Coloquei ela na boca, lambia, beijava, sentia como ela se mexia na minha boca e me deixava com muito tesão! Fiquei fazendo isso por alguns minutos, não queria parar! Adorava ver como ele gozava com cada lambida que eu dava! Ele se esticou e tirou da calça uma camisinha e um lubrificante (o filho da puta já tinha vindo preparado). Me virei e ele passou lubrificante na pica dele que tava bem dura e um pouco na minha bunda pequena. Tentei ficar o mais relaxado que podia e comecei a sentir como, com um pouco de "brincadeira", ele ia colocando ela. Não era uma pica imponente (sim, muito gostosa), mas eu sentia que tava me partindo! Mesmo assim, não queria que ele parasse, até sentir a barriga dele. Foi aí que ele começou a meter forte... Eu queria mais! Queria que ele me destruísse! Ficou assim até ele se deitar e me deixar no comando. Tentei fazer o melhor que podia, sentando nela e deixando minha bunda pequena chupar ela... Ele pediu com uma voz suave que eu descesse, eu não queria fazer, mas vi na cara dele que algo não tava bem... Ele pediu pra eu chupar ela de novo e quando coloquei ela na boca, senti aquela explosão de porra... Hoje lembro que era amarga, mas naquele momento era mel pra mim, aproveitei tanto! Nossa, como eu gozei! Só de lembrar, bom, depois de uma pausa a gente continua mais um pouco, eu tinha aquela cock só pra mim e não queria deixar ela ir! Isso que contei aconteceu na sexta passada, até ontem ainda tava meio dolorido, mas acho que pra essa sexta já tô novinho! E tô pronto pra outra pancada de novo!!!! haha valeu por passar! Valeu por ler. Um beijão!
Se quiser me conhecer um pouquinho mais, aqui tem outro post meu:
http://www.poringa.net/posts/gay/2861751/Segundo-post-cola-y-algo-mas-D.html
2 comentários - Minha primeira vez gay
van p