Peço desculpas pela demora… graças a Deus estou com muito trabalho e viagens e não tenho tempo de sentar para escrever como deveria, vamos tentar fazer algo bom e continuar registrando minha história. Este capítulo em particular é dedicado à @anita_putita, espero que em breve você possa ser a musa de alguma das minhas histórias e que goste desta.
Tínhamos combinado o jantar, tudo transcorreu tranquilo entre conversas, Yani continuava com aquela camiseta longa que marcava as pontinhas daqueles peitinhos pequenos, sentada sobre suas longas pernas na cadeira, meu boxer com aquela imagem tão inocente mas gostosa estava que explodia. Já não restava nada para comer, exceto os corpos, então me preparei para levantar a mesa.
Ya: Eu quero sobremesa, o que tem?
Y: O que você gostaria?
Ya: Faz muito tempo que não como banana com doce de porra.
Y: Mmm, banana não tem, mas doce de porra sim.
Ya: Como assim banana não tem? Aí você tem uma que eu fico louca para comer de novo.
Peguei o doce de porra e me aproximei da mesa com uma colher, ela abaixou meu boxer e começou a untar doce de porra no meu pau, que já estava duro como ferro. Quando meu pau estava completamente coberto, ela começou a passar a língua, recolhendo o doce de porra para finalmente enfiar ele todo na boca. Ela ficou um bom tempo brincando com os lábios e a língua, enquanto a mão acariciava minhas bolas. Não sei quanto tempo ficou assim, mas ainda faltava para gozar quando ela tirou meu pau brilhante como se nunca tivesse estado coberto de doce de porra.
Ya: Mmm, que delícia, já quero provar o recheio dessa banana de novo.
Y: Eu também quero sobremesa, putinha.
Ya: Mmm, e o que você quer? Quer doce de porra também?
Y: Prefiro morangos com creme.
Ya: Mmm, que delícia, e tem?
Y: Veremos.
Fui até a geladeira, onde havia um pote de creme chantilly e sabia que tinha morangos limpos… voltei rápido para a mesa.
Y: Tira a roupa e sobe na mesa, quero comer minha sobremesa.
Ya: O que você mandar, papai.
Enquanto ela tirava a camiseta e deixava à vista aqueles peitos lindos de novo, Ela se aproximou para me dar um beijo, se virou e empinando a bunda, tirou completamente o shorts da Dani, já bem molhado, mas em vez de ir até a mesa da cozinha, subiu de quatro em uma mesinha de centro que havia na sala e deitou de costas.
Ya: Aqui está sua sobremesa, vem cá e come, papi.
Me aproximei com o pote de chantilly e, depois de chacoalhar, apliquei uma generosa quantidade em cada um de seus peitinhos, o que fez escapar um pequeno gemido dela. Uma vez bem cobertos, coloquei uma moranguinho em cada um dos peitinhos. Depois, desci, abri suas pernas e apliquei outra porção generosa naquela buceta que brilhava graças à sua excitação. Novamente, quando terminei, coloquei uma morango sobre o chantilly.
Y: Quer provar o chantilly?
Ya: Já comi doce de porra, um pouco de chantilly não faria mal.
Passei chantilly no meu pau e deixei que ela o limpasse enquanto começava a comer o chantilly daqueles lindos peitinhos. Primeiro um, terminei de comer o chantilly, peguei a moranguinho com meus lábios e a levei até sua boca, e a compartilhamos em um beijo. Repeti o mesmo com o outro peitinho, despertando gemidos cada vez mais altos e vendo seu corpo se agitar de excitação.
Uma vez que os dois peitinhos estavam limpos e meu pau também, desci para comer literalmente a moranguinho da sobremesa, aquela buceta deliciosa.
Repeti minha ação, limpei o chantilly com o aroma de sua buceta, suas mãos agarravam os pequenos seios e puxavam meus cabelos. Quando só restava chantilly sobre sua pelve, peguei a moranguinho e comecei a brincar com ela em seu clitóris e a passá-la pela buceta (admito que era a primeira vez que fazia algo assim e estava ficando louco) enquanto enfiava a pontinha da moranguinho em sua buceta. Limpei o resto do chantilly que estava sobre sua pelve e chupei seu clitóris, que estava duríssimo — nunca tinha provado um clitóris assim, a coisa mais parecida com um mini pau que vi na vida.
Ya: Ahhhh, isso, papi, não para, você vai me fazer gozar.
Y: Você gosta, putinha?
Ya: Eu adoro, quero mais, preciso que você meta algo na minha buceta, já estou ardendo, papi. Comecei a usar o morango como uma espécie de consolo enquanto saboreava os sucos de toda sua buceta, não sei se era a combinação da fruta e do creme ou realmente era assim, mas nunca tinha provado uma buceta com um gosto tão doce e prazeroso.
Ela: Ai, por Deus, nunca senti assim, não para, por favor.
Eu: Não planejo parar, planejo te aproveitar a noite toda, você vai ser minha putinha.
Ela: Sim, papi, sou sua putinha, me usa, me come, me VIOLA!
Eu: Olha que putinha que você virou, a noite só está começando.
Continuei chupando enquanto ela já puxava meus cabelos com uma mão e com a outra tocava seu clitóris, brigando com minha língua. Podia sentir seu corpo estremecer e como começava a ficar tenso pela excitação.
Ela: Ai, não, não, não para, vou fazer xixi, por que agora eu me mijo?
Eu: Você não está mijando, se deixa vir, aproveita.
Ela: Não, não, sério, eu tô me mijandoooo, ahhhhh por Deus, siiiim.
E explodiu num orgasmo incrível, literalmente se mijou, não estava mentindo. O que saía do corpo dela e que eu achava que seria uma explosão de prazer era mijo, me mijou toda a cara. Nunca tinha acontecido isso comigo, mas não ia abandonar, nunca abandonei uma garota no prazer. Continuei chupando sua buceta até que ela relaxou.
Eu: Olha o que você fez, putinha, me mijou todo.
Ela: Desculpa, eu te avisei.
Eu: Vou tomar um banho, putinha, é melhor que quando eu sair você esteja pronta para me recompensar por isso.
Ela: Posso te banhar eu, papi?
Eu: Tá bom, vamos.
Fomos para o chuveiro, ela entrou comigo e me ensaboou todo, depois me secou e me deixou bem limpinho.
Eu: Muito bem, putinha, mas mesmo assim isso não acabou, vamos para o quarto – enquanto dava um tapa bem sonoro que deixou a bunda dela vermelha.
Ela: Mmm, sim, papi, quero mais, quero mais dessa rola, por favor.
Eu: Você já vai ver, putinha.
Fiz ela deitar na cama. A Dani tinha uma fantasia de policial que usou numa festa, e eu tinha certeza que as algemas estavam lá. E assim eram, umas algemas com pelúcia rosa. Não sei por que, mas o tesão estava me dominando. Levantei as pernas dela e algemei as mãos do outro lado, deixando sua buceta à minha mercê. Ya: O que o senhor vai fazer comigo? Não seja mau.
Y: Vou te comer como a vadia que você é.
Ya: Ai, não, não! Minha mãe me disse pra tomar cuidado, que aqui eram todos estupradores.
Y: Você vai ver. Com certeza sua mãe conhece muito bem Buenos Aires, vadia.
Enquanto dizia isso, comecei a passar a ponta do meu pau pela sua buceta encharcada. Ela gemeu baixinho no início, mas, com o passar dos minutos, sua excitação só aumentava.
Ya: Ai, por favor, mete em mim! Não aguento mais!
Y: Aqui quem decide sou eu, vadia.
Ya: Por favor, senhor, mete! Faço o que o senhor quiser, mas preciso disso.
Y: Ah, é, vadia?
A verdade é que eu também não aguentava mais e enfiei de uma vez até o fundo. Ela estava tão molhada que entrou como se nada, e ela soltou um grito que deve ter sido ouvido em todo o quarteirão.
Ya: Ahhhh, siiim! Que delícia! Me come, por favor!
Y: Você gosta do pau, vadia?
Ya: Sim, adoro!
Y: O que sua mãe diria se te visse assim, vadia?
Ya: Que eu sou uma vadia, senhor.
Peguei o celular que estava ao lado da câmera, liguei a câmera e comecei a filmar.
Y: Senhora, mãe da Yani, aqui está sua filha curtindo o meu pau.
Ya: Hahaha, oi, mamãe! Estão me comendo, tenho um pau grosso na buceta.
Y: E você gosta, vadia?
Ya: Adoro, papi! Quero que você me encha toda.
Y: Viu, senhora, que vadia é sua filha? Mas com certeza a senhora é tão vadia quanto ela, né? E agora vai ouvi-la gritar mais alto.
Tirei as algemas sem tirar o pau de dentro dela e comecei a beijar e chupar aqueles peitos.
Y: Fica de quatro, vadia.
Ya: Sim, senhor.
Y: Você vai me dar esse cuzinho, vadia?
Ya: Vai doer muito, senhor.
Y: Com certeza, mas você vai dizer que não quer?
Ya: Sim, enche de porra, senhor.
Enquanto dizia isso, ela já estava de quatro com a bunda aberta pelas próprias mãos. Lambi a buceta e um pouco do cuzinho, que também não tinha um pelo, e enfiei o pau na buceta para ela molhar bem.
Y: Agora você vai ver, vadia. Você queria que te estuprem? Vou estrupar essa bunda linda.
Ya: Siiim, papi! Come minha bunda, me enche de pau!
E sem mais delongas... palavra, tirei da buceta e comecei a enfiar no cu dela, estava bem apertado mas meu pau foi entrando nela aos poucos
Ya: aiii não não não tá doendo tá doendo para senhor por favor
Y: não paro nada sua puta, você gosta
Ya: ahhhhhhh sim eu adoro mas tá doendo – enquanto dizia isso ela empurrava com a bunda –
Y: não tá vendo que você é uma puta, diz que tá doendo mas empurra
Ya: quero ele todinho dentro papai
Finalmente minha pelve encostou no cu dela, eu tinha ele completamente dentro e comecei a comer ela selvagemente, os gritos dela davam pra ouvir no quarteirão todo tenho certeza
Ya: você tá me arrebentando o cu, mamãe tão me arrebentando o cu
Y: você gosta puta?
Ya: eu adoro quero leitinho papai, me enche de leitinho quentinho por favor
Isso me esquentou demais e comecei a comer ela mais forte, já quase gozando, senti as mãos dela brincando na buceta e roçando nas minhas bolas
Ya: ai tô gozando papai, tô me mijando de novo acho
Y: olha que puta que você é, quero que suas amigas vejam que puta você é
Ya: sim papai sou muito puta, amo pau
Enquanto isso peguei o celular e liguei por facetime pra Flor
Ya: o que você tá fazendo, pra quem tá ligando?
Y: pra Flor pra ela ver que puta você é
Ya: ahhhhh deus não me importa não para por favor
F: oi?
Y: oi Flor tá sozinha?
F: sim, o que foi, que barulho é esse e por que me ligou com câmera, quer brincar?
Y: na verdade tô brincando… dá oi pra Flor, puta
Ya: oi amiga tão comendo minha bunda
F: Yani? Ah bom, se divertindo sem mim?
Y: tá vendo? Tô comendo ela, quer continuar vendo ou tá com ciúmes?
F: já me molhou a buceta
Ya: amiga eu não aguento mais vou gozar
Coloquei o telefone de lado, dava pra ver a Flor toda corada e claramente se tocando, e ela tinha o primeiro plano da amiga de quatro sendo comida com força no cu
Ya: gozei papai não aguento mais
E explodiu de novo mijando tudo, as contrações da bunda dela me fizeram gozar também e eu jorrei, enchendo o cu dela de porra, do outro lado já dava pra ouvir os gemidos da Flor curtindo...
Ya: nunca tinham me comido o cu assim, por Deus
Y: você gostou, putinha?
Ya: adorei
Y: agora mostra pra sua amiga como você limpa meu pau, puta
Ya: sim, papi
A garota se agachou, deixando a câmera capturar meu pau e sua boca enquanto a amiga se tocava e gemía alto.
Meu pau, além de ficar limpo, ficou duro de novo.
Ya: ele tá duro de novo, que delícia! Quer ver como ele me come a buceta, amiga?
F: sim, por favor, não me deixem assim agora
Em seguida, Yani subiu no meu pau, dando as costas pra amiga, que podia ver seu cu dilatado depois da foda brutal que eu tinha dado nela.
Y: não vou durar muito, meu pau tá doendo
F: tô gozando, por Deus, que delícia
Ya: eu também, vamos gozar os três juntos
Mal terminou de falar isso e eu comecei a sentir meu orgasmo. Acho que não saiu mais que um fio de porra, mas foi o suficiente pra ela arquear o corpo e gozar de novo ao mesmo tempo que a Flor gozava do outro lado da câmera.
Ya: bom, amiga, chega por agora, deixa ele pra mim, um beijinho – enquanto cortava a chamada – por Deus, nunca tinha transado assim, adorei, obrigada
Y: de nada, bebê, mas agora preciso descansar
Ya: eu também, minha bunda tá doendo muito, papi
Y: valeu a pena?
Ya: totalmente
Trocamos os lençóis encharcados e deitamos bem rápido, pegamos no sono. No outro dia, acordei com a sensação de uma boca chupando meu pau. Logo, a mamada me chamou a atenção e, quando abri os olhos, pude ver Yani e Flor compartilhando meu pau.
F: não aguentei, safado, e vim pegar minha porção de pau
Y: bom dia
Ya: dá nosso café da manhã, papi
Elas continuaram chupando meu pau até me fazer gozar. Obviamente, não foi uma porrada depois do que rolou na noite anterior, mas dividiram o que saiu.
Depois disso, preparei o café da manhã como manda o figurino e ficamos planejando uma tarde legal juntos – que, pra ser sincero, não teve nada de sexual. Mas a noite ficou boa, e já conto pra vocês no próximo e último capítulo dessa história por enquanto.
Tínhamos combinado o jantar, tudo transcorreu tranquilo entre conversas, Yani continuava com aquela camiseta longa que marcava as pontinhas daqueles peitinhos pequenos, sentada sobre suas longas pernas na cadeira, meu boxer com aquela imagem tão inocente mas gostosa estava que explodia. Já não restava nada para comer, exceto os corpos, então me preparei para levantar a mesa.
Ya: Eu quero sobremesa, o que tem?
Y: O que você gostaria?
Ya: Faz muito tempo que não como banana com doce de porra.
Y: Mmm, banana não tem, mas doce de porra sim.
Ya: Como assim banana não tem? Aí você tem uma que eu fico louca para comer de novo.
Peguei o doce de porra e me aproximei da mesa com uma colher, ela abaixou meu boxer e começou a untar doce de porra no meu pau, que já estava duro como ferro. Quando meu pau estava completamente coberto, ela começou a passar a língua, recolhendo o doce de porra para finalmente enfiar ele todo na boca. Ela ficou um bom tempo brincando com os lábios e a língua, enquanto a mão acariciava minhas bolas. Não sei quanto tempo ficou assim, mas ainda faltava para gozar quando ela tirou meu pau brilhante como se nunca tivesse estado coberto de doce de porra.
Ya: Mmm, que delícia, já quero provar o recheio dessa banana de novo.
Y: Eu também quero sobremesa, putinha.
Ya: Mmm, e o que você quer? Quer doce de porra também?
Y: Prefiro morangos com creme.
Ya: Mmm, que delícia, e tem?
Y: Veremos.
Fui até a geladeira, onde havia um pote de creme chantilly e sabia que tinha morangos limpos… voltei rápido para a mesa.
Y: Tira a roupa e sobe na mesa, quero comer minha sobremesa.
Ya: O que você mandar, papai.
Enquanto ela tirava a camiseta e deixava à vista aqueles peitos lindos de novo, Ela se aproximou para me dar um beijo, se virou e empinando a bunda, tirou completamente o shorts da Dani, já bem molhado, mas em vez de ir até a mesa da cozinha, subiu de quatro em uma mesinha de centro que havia na sala e deitou de costas.
Ya: Aqui está sua sobremesa, vem cá e come, papi.
Me aproximei com o pote de chantilly e, depois de chacoalhar, apliquei uma generosa quantidade em cada um de seus peitinhos, o que fez escapar um pequeno gemido dela. Uma vez bem cobertos, coloquei uma moranguinho em cada um dos peitinhos. Depois, desci, abri suas pernas e apliquei outra porção generosa naquela buceta que brilhava graças à sua excitação. Novamente, quando terminei, coloquei uma morango sobre o chantilly.
Y: Quer provar o chantilly?
Ya: Já comi doce de porra, um pouco de chantilly não faria mal.
Passei chantilly no meu pau e deixei que ela o limpasse enquanto começava a comer o chantilly daqueles lindos peitinhos. Primeiro um, terminei de comer o chantilly, peguei a moranguinho com meus lábios e a levei até sua boca, e a compartilhamos em um beijo. Repeti o mesmo com o outro peitinho, despertando gemidos cada vez mais altos e vendo seu corpo se agitar de excitação.
Uma vez que os dois peitinhos estavam limpos e meu pau também, desci para comer literalmente a moranguinho da sobremesa, aquela buceta deliciosa.
Repeti minha ação, limpei o chantilly com o aroma de sua buceta, suas mãos agarravam os pequenos seios e puxavam meus cabelos. Quando só restava chantilly sobre sua pelve, peguei a moranguinho e comecei a brincar com ela em seu clitóris e a passá-la pela buceta (admito que era a primeira vez que fazia algo assim e estava ficando louco) enquanto enfiava a pontinha da moranguinho em sua buceta. Limpei o resto do chantilly que estava sobre sua pelve e chupei seu clitóris, que estava duríssimo — nunca tinha provado um clitóris assim, a coisa mais parecida com um mini pau que vi na vida.
Ya: Ahhhh, isso, papi, não para, você vai me fazer gozar.
Y: Você gosta, putinha?
Ya: Eu adoro, quero mais, preciso que você meta algo na minha buceta, já estou ardendo, papi. Comecei a usar o morango como uma espécie de consolo enquanto saboreava os sucos de toda sua buceta, não sei se era a combinação da fruta e do creme ou realmente era assim, mas nunca tinha provado uma buceta com um gosto tão doce e prazeroso.
Ela: Ai, por Deus, nunca senti assim, não para, por favor.
Eu: Não planejo parar, planejo te aproveitar a noite toda, você vai ser minha putinha.
Ela: Sim, papi, sou sua putinha, me usa, me come, me VIOLA!
Eu: Olha que putinha que você virou, a noite só está começando.
Continuei chupando enquanto ela já puxava meus cabelos com uma mão e com a outra tocava seu clitóris, brigando com minha língua. Podia sentir seu corpo estremecer e como começava a ficar tenso pela excitação.
Ela: Ai, não, não, não para, vou fazer xixi, por que agora eu me mijo?
Eu: Você não está mijando, se deixa vir, aproveita.
Ela: Não, não, sério, eu tô me mijandoooo, ahhhhh por Deus, siiiim.
E explodiu num orgasmo incrível, literalmente se mijou, não estava mentindo. O que saía do corpo dela e que eu achava que seria uma explosão de prazer era mijo, me mijou toda a cara. Nunca tinha acontecido isso comigo, mas não ia abandonar, nunca abandonei uma garota no prazer. Continuei chupando sua buceta até que ela relaxou.
Eu: Olha o que você fez, putinha, me mijou todo.
Ela: Desculpa, eu te avisei.
Eu: Vou tomar um banho, putinha, é melhor que quando eu sair você esteja pronta para me recompensar por isso.
Ela: Posso te banhar eu, papi?
Eu: Tá bom, vamos.
Fomos para o chuveiro, ela entrou comigo e me ensaboou todo, depois me secou e me deixou bem limpinho.
Eu: Muito bem, putinha, mas mesmo assim isso não acabou, vamos para o quarto – enquanto dava um tapa bem sonoro que deixou a bunda dela vermelha.
Ela: Mmm, sim, papi, quero mais, quero mais dessa rola, por favor.
Eu: Você já vai ver, putinha.
Fiz ela deitar na cama. A Dani tinha uma fantasia de policial que usou numa festa, e eu tinha certeza que as algemas estavam lá. E assim eram, umas algemas com pelúcia rosa. Não sei por que, mas o tesão estava me dominando. Levantei as pernas dela e algemei as mãos do outro lado, deixando sua buceta à minha mercê. Ya: O que o senhor vai fazer comigo? Não seja mau.
Y: Vou te comer como a vadia que você é.
Ya: Ai, não, não! Minha mãe me disse pra tomar cuidado, que aqui eram todos estupradores.
Y: Você vai ver. Com certeza sua mãe conhece muito bem Buenos Aires, vadia.
Enquanto dizia isso, comecei a passar a ponta do meu pau pela sua buceta encharcada. Ela gemeu baixinho no início, mas, com o passar dos minutos, sua excitação só aumentava.
Ya: Ai, por favor, mete em mim! Não aguento mais!
Y: Aqui quem decide sou eu, vadia.
Ya: Por favor, senhor, mete! Faço o que o senhor quiser, mas preciso disso.
Y: Ah, é, vadia?
A verdade é que eu também não aguentava mais e enfiei de uma vez até o fundo. Ela estava tão molhada que entrou como se nada, e ela soltou um grito que deve ter sido ouvido em todo o quarteirão.
Ya: Ahhhh, siiim! Que delícia! Me come, por favor!
Y: Você gosta do pau, vadia?
Ya: Sim, adoro!
Y: O que sua mãe diria se te visse assim, vadia?
Ya: Que eu sou uma vadia, senhor.
Peguei o celular que estava ao lado da câmera, liguei a câmera e comecei a filmar.
Y: Senhora, mãe da Yani, aqui está sua filha curtindo o meu pau.
Ya: Hahaha, oi, mamãe! Estão me comendo, tenho um pau grosso na buceta.
Y: E você gosta, vadia?
Ya: Adoro, papi! Quero que você me encha toda.
Y: Viu, senhora, que vadia é sua filha? Mas com certeza a senhora é tão vadia quanto ela, né? E agora vai ouvi-la gritar mais alto.
Tirei as algemas sem tirar o pau de dentro dela e comecei a beijar e chupar aqueles peitos.
Y: Fica de quatro, vadia.
Ya: Sim, senhor.
Y: Você vai me dar esse cuzinho, vadia?
Ya: Vai doer muito, senhor.
Y: Com certeza, mas você vai dizer que não quer?
Ya: Sim, enche de porra, senhor.
Enquanto dizia isso, ela já estava de quatro com a bunda aberta pelas próprias mãos. Lambi a buceta e um pouco do cuzinho, que também não tinha um pelo, e enfiei o pau na buceta para ela molhar bem.
Y: Agora você vai ver, vadia. Você queria que te estuprem? Vou estrupar essa bunda linda.
Ya: Siiim, papi! Come minha bunda, me enche de pau!
E sem mais delongas... palavra, tirei da buceta e comecei a enfiar no cu dela, estava bem apertado mas meu pau foi entrando nela aos poucos
Ya: aiii não não não tá doendo tá doendo para senhor por favor
Y: não paro nada sua puta, você gosta
Ya: ahhhhhhh sim eu adoro mas tá doendo – enquanto dizia isso ela empurrava com a bunda –
Y: não tá vendo que você é uma puta, diz que tá doendo mas empurra
Ya: quero ele todinho dentro papai
Finalmente minha pelve encostou no cu dela, eu tinha ele completamente dentro e comecei a comer ela selvagemente, os gritos dela davam pra ouvir no quarteirão todo tenho certeza
Ya: você tá me arrebentando o cu, mamãe tão me arrebentando o cu
Y: você gosta puta?
Ya: eu adoro quero leitinho papai, me enche de leitinho quentinho por favor
Isso me esquentou demais e comecei a comer ela mais forte, já quase gozando, senti as mãos dela brincando na buceta e roçando nas minhas bolas
Ya: ai tô gozando papai, tô me mijando de novo acho
Y: olha que puta que você é, quero que suas amigas vejam que puta você é
Ya: sim papai sou muito puta, amo pau
Enquanto isso peguei o celular e liguei por facetime pra Flor
Ya: o que você tá fazendo, pra quem tá ligando?
Y: pra Flor pra ela ver que puta você é
Ya: ahhhhh deus não me importa não para por favor
F: oi?
Y: oi Flor tá sozinha?
F: sim, o que foi, que barulho é esse e por que me ligou com câmera, quer brincar?
Y: na verdade tô brincando… dá oi pra Flor, puta
Ya: oi amiga tão comendo minha bunda
F: Yani? Ah bom, se divertindo sem mim?
Y: tá vendo? Tô comendo ela, quer continuar vendo ou tá com ciúmes?
F: já me molhou a buceta
Ya: amiga eu não aguento mais vou gozar
Coloquei o telefone de lado, dava pra ver a Flor toda corada e claramente se tocando, e ela tinha o primeiro plano da amiga de quatro sendo comida com força no cu
Ya: gozei papai não aguento mais
E explodiu de novo mijando tudo, as contrações da bunda dela me fizeram gozar também e eu jorrei, enchendo o cu dela de porra, do outro lado já dava pra ouvir os gemidos da Flor curtindo...
Ya: nunca tinham me comido o cu assim, por Deus
Y: você gostou, putinha?
Ya: adorei
Y: agora mostra pra sua amiga como você limpa meu pau, puta
Ya: sim, papi
A garota se agachou, deixando a câmera capturar meu pau e sua boca enquanto a amiga se tocava e gemía alto.
Meu pau, além de ficar limpo, ficou duro de novo.
Ya: ele tá duro de novo, que delícia! Quer ver como ele me come a buceta, amiga?
F: sim, por favor, não me deixem assim agora
Em seguida, Yani subiu no meu pau, dando as costas pra amiga, que podia ver seu cu dilatado depois da foda brutal que eu tinha dado nela.
Y: não vou durar muito, meu pau tá doendo
F: tô gozando, por Deus, que delícia
Ya: eu também, vamos gozar os três juntos
Mal terminou de falar isso e eu comecei a sentir meu orgasmo. Acho que não saiu mais que um fio de porra, mas foi o suficiente pra ela arquear o corpo e gozar de novo ao mesmo tempo que a Flor gozava do outro lado da câmera.
Ya: bom, amiga, chega por agora, deixa ele pra mim, um beijinho – enquanto cortava a chamada – por Deus, nunca tinha transado assim, adorei, obrigada
Y: de nada, bebê, mas agora preciso descansar
Ya: eu também, minha bunda tá doendo muito, papi
Y: valeu a pena?
Ya: totalmente
Trocamos os lençóis encharcados e deitamos bem rápido, pegamos no sono. No outro dia, acordei com a sensação de uma boca chupando meu pau. Logo, a mamada me chamou a atenção e, quando abri os olhos, pude ver Yani e Flor compartilhando meu pau.
F: não aguentei, safado, e vim pegar minha porção de pau
Y: bom dia
Ya: dá nosso café da manhã, papi
Elas continuaram chupando meu pau até me fazer gozar. Obviamente, não foi uma porrada depois do que rolou na noite anterior, mas dividiram o que saiu.
Depois disso, preparei o café da manhã como manda o figurino e ficamos planejando uma tarde legal juntos – que, pra ser sincero, não teve nada de sexual. Mas a noite ficou boa, e já conto pra vocês no próximo e último capítulo dessa história por enquanto.
3 comentários - Yani II (la chica del subte)