Yani II (la chica del subte)

Peço desculpas pela demora… graças a Deus tô com muito trabalho e viagem e não tenho tempo de sentar pra escrever direito, vamos tentar fazer algo bom e continuar contando minha história. Esse capítulo em especial é dedicado à @anita_putita, espero que em breve você possa ser a musa de algum dos meus contos e que curta esse.

A gente tinha parado no jantar, tudo rolou tranquilo entre conversas, a Yani continuava com aquela camiseta comprida que marcava as pontinhas daqueles peitinhos pequenos sentada sobre as pernas longas na cadeira, minha boxer com aquela imagem tão inocente mas gostosa tava estourando. Não tinha mais nada pra comer, só os corpos, então me levantei pra tirar a mesa.

Yani: quero sobremesa, o que tem?
Eu: o que você gostaria?
Yani: faz tempo que não como banana com doce de porra
Eu: hmm banana não tem, mas doce de porra sim
Yani: como assim não tem banana? Aí tem uma que eu fico louca pra comer de novo

Peguei o doce de porra e me aproximei da mesa com uma colher, ela abaixou minha boxer e começou a passar doce de porra no meu pau, que já tava durasso, quando meu pau ficou todo coberto ela começou a passar a língua levantando o doce de porra até finalmente enfiar ele todo inteiro, ficou um tempão brincando com os lábios e a língua, enquanto a mão dela acariciava minhas bolas. Não sei quanto tempo ficou assim, mas ainda faltava pra gozar quando ela tirou meu pau brilhando como se nunca tivesse sido coberto de doce de porra.

Yani: hmm que gostoso, já quero provar o recheio dessa banana de novo
Eu: eu também quero sobremesa, putinha
Yani: hmm e o que você quer? Quer doce de porra também?
Eu: prefiro morangos com chantilly
Yani: hmm que gostoso, e tem?
Eu: vamos ver

Fui até a geladeira onde tinha um pote de chantilly e sabia que tinha morangos limpos… voltei rápido pra mesa.

Eu: tira a roupa e sobe na mesa que quero comer minha sobremesa
Yani: o que você mandar, papai

Enquanto ela tirava a camiseta e deixava aqueles peitos lindos à mostra de novo. Ela se aproximou pra me dar um beijo, se virou e, rebolando a bunda, tirou a calcinha dela completamente molhada, mas em vez de ir pra mesa da cozinha, subiu de quatro numa mesinha de centro que tinha na sala e se deitou de barriga pra cima.

Já: "Aqui tá sua sobremesa, vem e come, papai."

Eu me aproximei com o pote de creme e, depois de chacoalhar, apliquei uma quantidade generosa em cada um dos peitinhos dela, o que fez escapar um gemido baixinho. Depois de bem coberta, coloquei um moranguinho em cada peito. Aí desci, abri as pernas dela e apliquei outra quantidade generosa naquela buceta que brilhava de tesão. De novo, quando terminei, coloquei um morango por cima do creme.

E: "Quer provar o creme?"
Já: "Já comi doce de porra, não cairia mal um pouco de creme."

Passei creme no meu pau e deixei ela limpar enquanto eu começava a comer o creme daqueles peitos lindos. Primeiro um: terminei de comer o creme, peguei o morango com os lábios e levei até a boca dela, e dividimos num beijo. Repeti a mesma coisa com o outro peito, despertando gemidos cada vez mais fortes e vendo o corpo dela tremer de tesão.

Depois que os dois peitos ficaram limpos e meu pau também, desci pra comer literalmente a fruta da sobremesa: aquela buceta deliciosa.

Repeti a ação: limpei o creme com o cheiro da buceta dela. As mãos dela apertavam os peitinhos e puxavam meus cabelos. Quando só restava creme na pélvis dela, peguei o morango e comecei a brincar com ele no clitóris dela e a passar pela buceta (admito que era a primeira vez que fazia algo assim e tava ficando louco), enquanto enfiava a pontinha do morango na buceta dela. Limpei o resto do creme que tava na pélvis e chupei o clitóris dela, que tava duríssimo — nunca tinha provado um clitóris daquele, o mais parecido com um minipau que já vi na vida.

Já: "Ahhhh, sim, papai, não para, que você vai me fazer gozar."
E: "Você gosta, putinha?"
Já: "Adoro, quero mais, preciso que você meta alguma coisa na minha buceta, já tô queimando, papai. Comecei a usar o morango como uma espécie de consolo enquanto saboreava os sucos da buceta dela toda. Não sei se era a combinação da fruta com o creme ou se era real mesmo, mas nunca tinha provado uma buceta com um gosto tão doce e gostoso.

Ela: Ai, meu Deus, nunca senti assim, não para, por favor.
Eu: Não pretendo parar, pretendo te aproveitar a noite toda, você vai ser minha putinha.
Ela: Sim, papai, sou sua puta, me usa, me come, ME ESTUPRA!
Eu: Olha que putinha que você é, a noite tá só começando.

Continuei chupando enquanto ela já puxava meus cabelos com uma mão e com a outra tocava o clitóris dela, brigando com minha língua. Dava pra sentir o corpo dela tremer e como ela começava a se tensionar de tesão.

Ela: Ai, não, não, não, para, vou fazer xixi, porque agora eu vou mijar.
Eu: Você não vai mijar, se deixa gozar, aproveita.
Ela: Não, não, sério, vou mijaarrrr, ahhhhh, meu Deus, siiiim.

E ela explodiu num orgasmo incrível. Literalmente, ela mijou, não tava mentindo. O que saía do corpo dela e que eu pensei que seria uma explosão de prazer era mijo. Ela mijou na minha cara toda, nunca tinha me acontecido isso. Mas não ia desistir, nunca abandonei uma mina no prazer. Continuei chupando a buceta dela até ela relaxar.

Eu: Olha o que você fez, putinha, me mijou todo.
Ela: Desculpa, te avisei.
Eu: Vou tomar um banho, putinha. Mais vale que quando eu sair, você esteja pronta pra me recompensar por isso.
Ela: Posso te dar banho, papai?
Eu: Tá bom, vamos.

Fomos pro chuveiro. Ela entrou comigo e me ensaboou inteiro, depois me secou e me deixou bem limpinho.

Eu: Muito bem, putinha, mas mesmo assim isso não acabou. Vamos pro quarto — enquanto dava um tapa bem sonoro que deixou a bunda dela vermelha.
Ela: Hummm, sim, papai, quero mais, quero mais dessa pica, por favor.
Eu: Já vai ver, putinha.

Mandei ela se deitar na cama. Dani tinha uma fantasia de policial que usou numa festa e eu tinha certeza que tinha as algemas. E tinha mesmo, umas algemas de pelúcia rosa. Não sei por que, mas o tesão tava tomando conta de mim. Levantei as pernas dela e algemei as mãos do outro lado. Ela ficou com a buceta à minha mercê. Já: o que o senhor vai fazer comigo, não seja mau
J: vou te comer como a putinha que você é
Já: ai não, minha mãe me disse pra ter cuidado, que aqui todo mundo era estuprador
J: já vai ver, sua mãe com certeza conhece bem Buenos Aires, putinha

Enquanto dizia isso, começava a passar a ponta do meu pau na buceta molhada dela, ela gemia baixinho no começo, mas com o passar dos minutos a excitação dela só aumentava

Já: ai, por favor, enfia, não aguento mais
J: aqui quem manda sou eu, putinha
Já: por favor, senhor, enfia, faço o que o senhor quiser, mas preciso
J: é mesmo, putinha?

A verdade é que eu também não aguentava mais e enfiei de uma vez até o fundo, ela tava tão molhada que entrou como se nada, e ela soltou um grito que devia ter dado pra ouvir no quarteirão inteiro

Já: ahhhh, sim, que gostoso, me come, por favor
J: cê gosta do pau, putinha?
Já: sim, adoro
J: o que sua mãe ia dizer se te visse assim, putinha?
Já: que sou uma putinha, senhor

Peguei o celular que tava do lado da câmera, liguei a câmera e comecei a filmar
J: dona mãe da yani, aqui está sua filha aproveitando meu pau
Já: hahaha, oi, mamãe, tão me comendo, tenho um pau grosso na buceta
J: e cê gosta, putinha?
Já: adoro, papai, quero que me encha todinha
J: viu, dona, que putinha é a sua filha? Mas aposto que a senhora é tão putinha quanto ela, né? Agora vai ouvir ela gemer mais alto

Tirei as algemas sem tirar o pau de dentro dela e comecei a beijar e chupar aqueles peitos

J: fica de quatro, putinha
Já: sim, senhor
J: vai me dar esse cu, putinha?
Já: vai doer muito, senhor
J: com certeza, mas vai me dizer que não quer
Já: sim, enche ele de porra, senhor

Enquanto dizia isso, já tava de quatro com a bunda aberta pelas mãos dela, chupei a buceta dela e um pouco do cuzinho, que também não tinha um pelo, e enfiei o pau na buceta pra ela molhar bem

J: agora vai ver, putinha, você queria ser estuprada? Vou estuprar essa bunda linda
Já: sim, papai, me come o cu, enche de pau

E sem mais delongas palavra, tirei ela da... use a palavra: buceta e comecei a meter no cu dela, tava bem apertado mas meu pau foi entrando nela devagar

Já: aiiii não não não, dói, dói, para senhor por favor
Y: não paro nada, puta, se você gosta
Já: ahhhhhhh sim, adoro mas dói – enquanto falava isso, ela empurrava com a bunda –
Y: não vê que você é uma puta? fala que dói mas empurra
Já: quero ele todo dentro, papai

Finalmente minha pélvis encostou no cu dela, tava completamente dentro e comecei a foder ela selvagemente, os gritos dela ecoavam pelo quarteirão inteiro, tenho certeza

Já: você tá rasgando meu cu, mamãe, tão rasgando meu cu
Y: você gosta, puta?
Já: adoro, quero a porra, papai, me enche de porra quentinha, por favor

Isso me deixou muito excitado e comecei a foder ela mais forte, já quase gozando, sentia as mãos dela brincando na buceta dela e roçando nas minhas bolas

Já: ai, gozo, papai, acho que me mijei de novo
Y: olha que puta que você é, quero que suas amigas vejam o quão puta você é
Já: sim, papai, sou muito puta, amo o pau

Enquanto isso, aproveitei o celular e liguei por FaceTime pra Flor

Já: o que você tá fazendo, quem você tá ligando?
Y: pra Flor, pra ela ver o quão puta você é
Já: ahhhhhh, Deus, não ligo, não para, por favor
F: oi?
Y: oi, Flor, tá sozinha?
F: sim, o que foi, que barulho é esse e por que você tá ligando com câmera, quer brincar?
Y: na verdade, já tô brincando... fala oi pra Flor, puta
Já: oi, amiga, tão fodendo minha bunda
F: Yani? Ah, bom, se divertindo sem mim?
Y: viu? Tô fodendo ela, quer continuar vendo ou tá com ciúmes?
F: já molhou minha buceta
Já: amiga, não aguento mais, vou gozar

Coloquei o telefone de lado, dava pra ver a Flor corada e claramente se tocando, e ela tinha a amiga em primeiro plano de quatro sendo fodida com força pelo cu

Já: gozo, papai, não aguento mais

E explodiu de novo, mijando tudo, as contrações da bunda dela me fizeram gozar também e explodi enchendo o cu dela de porra, do outro lado já dava pra ouvir Os gemidos da Flor aproveitando…

Ya: Nunca tinham me comido a bunda assim, meu Deus
Y: Gostou, sua putinha?
Ya: Amei
Y: Agora mostra pra sua amiga como você limpa minha pica, puta
Ya: Sim, papai

A menina se abaixou, deixando a câmera ver minha pica e a boca dela enquanto a amiga se tocava e gemia forte.
Minha pica, além de ficar limpa, endureceu de novo e ficou dura

Ya: Essa tá dura de novo, que delícia! Quer ver como ele come minha buceta, amiga?
F: Sim, por favor, não me deixem assim agora

Na sequência, Yani subiu em cima da minha pica de costas pra amiga, que podia ver a bunda dela dilatada depois da bruta foda que eu tinha dado

Y: Não vou aguentar muito, minha pica tá doendo
F: Vou gozar, meu Deus, que delícia
Ya: Eu também, vamos gozar os três juntos

Mal terminou de falar, eu comecei a sentir meu orgasmo. Acho que não saiu mais que um jato de porra, mas foi o suficiente pra ela arquear o corpo e gozar de novo ao mesmo tempo que Flor gozava do outro lado da câmera

Ya: Bom, amiga, chega, agora deixa ele pra mim – um beijinho – enquanto desligava – meu Deus, nunca transei assim, amei, obrigada
Y: De nada, bebê, mas agora preciso descansar
Ya: Eu também, minha bunda tá doendo muito, papai
Y: Valeu a pena?
Ya: Com certeza

Trocamos os lençóis encharcados e nos deitamos, logo caímos no sono. No dia seguinte, acordei com a sensação de uma boca chupando minha pica. Logo me chamou a atenção o boquete e, quando abri os olhos, vi Yani e Flor dividindo minha pica

F: Não aguentei, safado, e vim buscar minha porção de pica
Y: Bom dia
Ya: Dá o café da manhã pra gente, papai

Continuaram chupando minha pica até me fazerem gozar. Obviamente não foi uma grande gozada depois da noite anterior, mas dividiram o que saiu

Depois disso, preparei o café da manhã como manda o figurino e ficamos planejando uma tarde gostosa juntos, que, pra ser sincero, não teve nada de sexual, mas a noite sim pegou fogo, e já vou contar pra vocês no próximo e último relato dessa história. Por enquanto é isso.

3 comentários - Yani II (la chica del subte)

Impresionante! Muy bueno caballero. Saludos y puntos para usted