Crônicas de Caminhoneiro Vol 2: A Saga Continua

Guadalupe Balbuena Osorio, desde aquela vez me declarou em poucas palavras que queria ir pra um motel.Crônicas de Caminhoneiro Vol 2: A Saga ContinuaEu sabia perfeitamente que ela era casada e que o marido dela trabalhava nos Estados Unidos, até antes de ele ir trabalhar lá. Eu já era amante dela, ela adorava me ver quando saía para fazer compras com os filhos e com o marido. Até me marcava encontros em lugares por onde ela sabia que passaria com a família, e de algum jeito dava um jeito de a gente se ver escondido. Com sorte, ela deixava eu apalpar os peitões dela enquanto a gente trocava um beijo longo. Na sequência, ela passava a mão safada por cima da calça no meu pau duro, já escorrendo porra, me dava uma olhadinha na virilha, se despedia e saía andando, ao mesmo tempo que vigiava sorrateiramente se ninguém estava olhando. Com um sorrisinho, às vezes dizia: "Agora que a gente vai ficar sozinho, vou te chupar". Deus, ela era uma deusa e uma maldita pervertida ao mesmo tempo, parecia que ficava excitada em estar comigo perto do marido dela. Naquela primeira vez no hotel, eu fazia 19 anos e Guadalupe Balbuena, 30. Definitivamente, a gente não aguentava mais a vontade de transar, e Lupita ia me ensinar nos próximos 5 anos que o sexo é algo que vai além dos limites da imaginação. Tanto fazia a gente trepar de noite ou de dia, e como tinha pouco tempo, a gente improvisava. Tanto fazia ela me chupar o pau num quarto de motel barato em Tijuana quanto na rua Saturnino Herrán, na Colonia Libertad, parte alta.milfO que você quer fazer comigo? Quer gozar nos meus peitos? Quer me comer no cu? Olha só, você vai ser o primeiro, porque nem pra ele (o marido dela) eu dei o cu, você vai ser o primeiro. Crônica escrita enquanto espero carga em Puebla. Caminhoneiros loucos da 57. Instagram: castillostruking. Comenta...

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