Hormônios em Ebulição [Capítulo 3]

As mães começam com os castigos para os filhos.

Compartilho esse relato que encontrei há vários anos.CAPÍTULOS ANTERIORES:

Hormônios em Ebulição [Capítulo 1]
Hormônios em Ebulição [Capítulo 2]..........................................................................................................................................................Naquela segunda-feira de manhã, preparamos tudo pra eu e minha mãe irmos pra casa na serra que a Lúcia tinha. Lá pelas quatro da tarde, entramos no carro da Lúcia: ela dirigia, minha mãe no banco do lado, e eu e o Paco atrás. A Laura, minha tia Maria Luísa e os filhos dela foram no carro da Laura. A viagem ia durar umas quatro horas, porque a serra era longe, então me acomodei no banco e fiquei olhando pela janela enquanto a música tocava. Tava cansado, tinha passado a maior parte da noite acordado, excitado com os vídeos das nossas mães que eu tinha copiado no meu celular, e não consegui me controlar. Acabei batendo umas cinco punhetas por causa do tesão que sentia vendo aquelas mulheres reais na intimidade dos banheiros delas — uma pra cada mãe dos meus amigos e duas pra minha. Tava com o pau ardendo de tanto esfregar, e acho que até fiz um machucadinho.

Nossas mães conversavam sobre as coisas delas no banco da frente. Comecei a sentir sono e olhei pro Paco, que já tinha apagado fazia um tempo. Só tínhamos uma hora e meia de viagem e ainda faltava um bom pedaço. Acordei quando entramos na região da serra; lá tinha curvas demais e era impossível dormir. Era um lugar lindo. Quase encostando na estrada, tinha árvores dos dois lados, e quando não tinha, dava pra ver os morros por onde a estrada serpenteava. Uns quilômetros depois de passar um posto, chegamos na pequena vila onde ficava a casa dos nossos amigos.

— Paco, filho, pega as chaves e abre o portão.

O Paco desceu do carro e teve que se espreguiçar pra desentorpecer o corpo. Eu fui atrás e, depois de me espreguiçar, ajudei ele a abrir aquele portão enorme pra os dois carros entrarem, que estacionaram num lado da casa. Fechamos o portão de novo.

— Como eu tava doida pra sair desse carro! — Disse a Marta enquanto se espreguiçava.

— Isso aqui é onde Cristo perdeu o isqueiro! — Reclamou a Maria Luísa do outro carro. — Mas a verdade é que O lugar é uma belezinha.

A casa era térrea. Não parecia muito grande, uns cem metros quadrados. Na frente tinha um alpendre e tudo era ladrilhado. Colado de um lado, na frente dos carros, tinha uma parede que era a parte de trás do quartinho de ferramentas. Paco abriu a porta da frente pra entrar.

— Parados aí, seus quatro! — A Maria Luisa mandou. — Vocês tão de castigo e o castigo começa agora! Vamos, peguem as malas e botem pra dentro!

— Mãe! — O Eduardo protestou. — Depois a gente bota, deixa a gente descansar um pouco.

— Você vai servir de exemplo! — A mãe disse e foi com passo firme na direção dele, pegou ele pela mão e, sem a gente perceber, tirou umas algemas e colocou na mão que ele tava levantando. Puxou a outra ponta das algemas e levou ele até um ferro que tinha na entrada, no chão, daqueles que usam pra limpar a sola do sapato. Forçou ele a se ajoelhar, passou as algemas por baixo do ferro e deixou ele preso ali. — Vai ficar aí de quatro por um bom tempo! — Virou pros outros com mais três algemas na mão. — Mais alguém quer encrenca?

O Eduardo tinha se deitado no chão, preso pelas mãos. A mãe dele pegou uma vara que tava numa janela e começou a bater na bunda dele.

— Eu falei que é de quatro! — A cara dela mostrava que tava batendo com gosto. — Vamos, não paro até você ficar do jeito que eu mandei!

Nós três que ainda távamos em liberdade condicional corremos pra botar as malas pra dentro e obedecer nossa mãe em tudo que elas dissessem, aquilo não parecia brincadeira nem que a gente ia passar uns dias de descanso, isso era certeza. Todas riam ao ver a gente correndo com as malas, assustados com a vara da minha tia.

— Acho que isso vai me dar um barato! — A Laura disse.

— E a mim também, e a mim! — Minha mãe parecia se divertir mais que todas com aquilo.

A casa tinha uma sala enorme, uns cinquenta metros quadrados. Tinha de tudo pra se divertir, televisão, videogame, DVD... Tudo pra curtir. do descanso. Mas eu supunha que isso ia ser algo que a matilha não ia poder aproveitar. O resto da casa era dividido em dois quartos com seus banheiros e a cozinha. No fundo do corredor que separava os quartos, tinha uma porta que dava pro jardim.

Depois de cinco minutos de castigo, Maria Luísa entrou na sala com o filho dela. Ela fez a gente sentar os quatro num sofá enquanto nossas mães ficavam de pé, olhando pra gente com cara de brava na nossa frente.

— Vamos ver, vocês estão aqui de castigo por me espionar enquanto eu tava no banheiro. — Falou Maria com um tom autoritário. — Então não pensem que vieram se divertir. Aqui tem de tudo que vocês gostam, mas não vão tocar em nada até se comportarem conforme suas mães mandarem. E quem não obedecer vai ser castigado igual o Eduardo. Na primeira vez, cinco minutos; na próxima, dez minutos; e assim até a gente ter que deixar ele aí o dia inteiro.

Aquilo parecia brincadeira, mas ninguém ousava rir, porque o doido já tinha passado cinco minutos de quatro no alpendre e a mãe dele tinha se cansado de dar cipoada nele até ele obedecer.

— Cada mãe vai ter umas algemas e vai ser responsável pelo seu filho. — Ela falava enquanto entregava pra cada uma aquele objeto de castigo. — Vocês quatro vão ter que obedecer às ordens e vontades da gente, seja a mãe de vocês ou não. Se não obedecerem a alguma que não seja a mãe, ela vai contar pra mãe de vocês pra ela castigar vocês de acordo. Entenderam? — Nós quatro balançamos a cabeça. — Então agora vão pro quartão de vocês e tirem toda a roupa que trouxeram.

Nós quatro fomos pro nosso quarto e cada um escolheu sua cama. Tinha dois beliches, e aí começamos a tirar as roupas e guardar nas gavetas que o Paco mandava.

— Pô, as velhas tão falando sério! — Disse David. — Sua mãe te humilhou pra caralho!

— Cala a boca, ainda tô com a bunda ardendo das porradas que ela me deu! — Respondeu Eduardo. - Temos que ter cuidado com o que fazemos.

Enquanto na sala as mães conversavam.

- Você não foi um pouco dura com o Eduardo? – Perguntou Marta à sua cunhada.

- Temos que ser duras se nosso propósito é tão perverso e imoral quanto transar com nossos filhos, mesmo que com certeza seja o prazer mais gostoso que já provamos... – Ela olhou inquisitivamente para suas três amigas. – Alguma desistiu? – Todas balançaram a cabeça. – Temos que ir todas ao mesmo tempo, ninguém pode voltar atrás ou isso terá consequências que não podemos imaginar.

- Mas... – Laura começou a falar. – Amarrá-lo lá fora como se fosse um animal... Não sei se vou conseguir fazer isso com meu filho.

- Calma, depois dos cinco minutos do Eduardo, com certeza nenhum vai querer repetir essa experiência e todos vão se comportar.

- Bom, então vamos nos dividir. – Disse Lúcia. – Duas fazem a comida e as outras duas desfazem as malas.

- Tá bom, eu e a Laura vamos fazer a comida. – Disse Marta.

- Então vamos tirar a roupa, Maria.

Já tinha passado um tempo e a gente já tinha arrumado nosso quarto. Ninguém sabia o que fazer, ficamos sentados nas camas conversando e imaginando o que ia rolar naquela semana que íamos passar ali com nossas mães ditadoras.

- Bom, o jardim tem uns quinhentos metros quadrados, com várias árvores, uma piscina... – Disse Paco. – Quase tudo é gramado, então se preparem para trabalhar... Não sei o que elas têm preparado de castigo, mas aqui tem muito serviço!

- Bom, seja o que for. – Eu disse. – O pior que pode acontecer é a gente ficar sete dias amarrado que nem um cachorro, ha, ha, ha.

- Isso se a louca não inventar coisa pior. – Disse David e olhou para o Eduardo. – E falei louca por ser a mãe do doido, não vai contar que chamei ela assim e me fazer passar cinco minutos de cachorro.

Todo mundo riu com aqueles comentários que, na real, mostravam o quanto a gente tava assustado com aquela situação nova e a atitude que elas tinham tomado. nossas mães. De repente, a porta se abriu de repente e todos cortamos nossas risadas.

— Não quero ouvir nem uma risada! — Maria estava na porta, séria e com a vara na mão pra gente não esquecer o que podia acontecer. — Pra sala comer! — Ordenou e todos obedecemos. — E em silêncio!

Na mesa grande estavam o resto das mães, sérias, esperando a gente com a comida na mesa pra comer. E foi o que fizemos. Na TV tava passando um desses programas de fofoca, um daqueles que a gente odiava pra caralho, onde falavam de se fulano com fulana…

— Mãe, põe outra coisa que isso é um saco! — David falou e, ao ver que as quatro mães olharam pra ele sérias e desafiadoras, o medo apareceu na cara dele.

— Nada disso! — Laura disse num tom forte, quase um grito. — Em casa nunca posso ver por sua causa e aqui você tá de castigo! — David pareceu encolher de medo e os outros três baixaram o olhar pro prato. Aquilo era sério. — Quer ir agora mesmo pra varanda? — David balançou a cabeça e continuou comendo em silêncio.

Todo mundo tinha terminado de comer e elas conversavam sobre as coisas delas. A gente ficava em silêncio, sem saber o que fazer, esperando as ordens das nossas mães tiranas.

— Se já terminaram, peguem os pratos e levem pra cozinha. — Minha mãe disse. — Eduardo e David lavem tudo direitinho. Paco e Enrique peguem vassoura e pano e deixem a sala limpa e arrumada.

Ninguém ousou responder, levantamos e levamos tudo pra cozinha. Depois, enquanto o doido e o perna de pau lavavam, Paco e eu limpamos e arrumamos a sala enquanto nossas mães conversavam e riam sentadas no sofá, tomando uns drinks.

A gente tinha terminado e os quatro saímos da cozinha, nos jogamos no chão da sala, na frente da televisão.

— Finalmente acabamos! — Falei com um suspiro de alívio.

— Isso pra você ver o que eu faço todo dia por você e seu pai! — O tom da minha mãe não era desagradável, mas era mais autoritário e rancoroso do que eu nunca tinha ouvido ela ser. - Agora vão tomar banho e pra cama, já são onze da noite!

- Mas, mãe...! – Tentei protestar, mas a mão esquerda dela se levantou como se tivesse uma mola, mostrando as algemas. Abaixei a cabeça.

- Vamos, rápido, vocês precisam descansar pra amanhã!

E assim nos levantamos, cabisbaixos, andando pesadamente até o quarto. Tomamos banho um de cada vez e depois fomos pra cama. Já era meia-noite quando estávamos limpos, conversando baixinho, de cueca, como homens no quarto deles. A porta se abriu.

- Já estão prontos? – Disse Maria, que entrava primeiro, seguida pelas outras mães. – Então agora vão se deitar e não queremos ouvir nenhum barulho ou risada. Hora de dormir!

Cada um se enfiou na cama e elas apagaram as luzes e fecharam a porta.

As mulheres voltaram pra sala e continuaram bebendo suas taças.

- Vocês repararam nos volumes deles? – Disse Lúcia. – Acho que nossos meninos já cresceram bastante.

- Principalmente o do Laura! – Maria ficou impressionada com o tamanhão que aquele garoto mostrava. – Que tamanho de cueca você compra pra ele? – Todas riam.

- Já falei que ele tem um pauzão. – Disse Laura. – Entendem por que eu me masturbei no dia em que ele tava se masturbando? Imagina ele duro!

- Calma, Laura, que você vai molhar o sofá! – Falou Lúcia rindo. – Acho que o tamanho é bom no geral, mas o mais musculoso é o Henrique, é nele que os músculos aparecem mais, principalmente os abdominais... E isso me deixa louca!

- Pois eu não vi direito a rola dele no dia em que esfreguei na minha buceta. – Falou Marta. – O que senti é que tava dura como ferro...

- Olha só como vocês falam dos seus filhos! – Disse Maria Luísa. – Eu não vi a rola de nenhum, nem senti no meu corpo como a pervertida da minha cunhada, mas sei que o esperma deles cheira e tem gosto de céu.

- Você é que é uma puta! – Disse Laura. – Chupar o sêmen…

– Você não gostaria que seu filho gozasse na sua boca? – Maria Luísa se levantou e entrou na cozinha.

As outras continuaram falando dos seus filhos enquanto a amiga voltou depois de um tempo com um pote na mão, um grosso e comprido, com um bocal na ponta, e se sentou de novo ao lado da amiga Laura.

– Olhem. – Disse Maria Luísa para todas prestarem atenção. – Esta é a piroca de um dos nossos filhos. Ele está de pé na sua frente enquanto você vê a mão dele não parar de bater uma, e você abre a boca esperando. Vamos, abre a boca! – Laura obedeceu e Maria Luísa apertou um pouco o pote.

Ela tinha misturado porra com farinha pra engrossar. Todas puderam ver um jato branco de porra sair com força e cair no rosto da amiga, da testa até o queixo.

– Olha, seu David tá gozando na sua cara! – Ela dizia pra esquentar ela. – Quer mais uma gozada? – Laura não falava, só balançava a cabeça com a boca aberta pra esperar o filho imaginário gozar de novo. Maria apertou de novo e outro jato de porra encheu a amiga. – Olha, agora ele gozou da sua boca até os seus peitos! Tá gostando, puta? – Laura enfiou a mão por baixo da calcinha e começou a se masturbar.

– Eu também quero que meu Paco goze em mim! – Disse Lúcia. – Filho, me dá seu sêmen! – Lúcia já tava se masturbando há um tempo e tava quase lá.

– Não, Lúcia! – Disse Maria. – O Paco quer gozar na mãe dele e na amiga Marta. Encostem os rostos.

As duas, Marta e Lúcia juntaram os rostos com as bocas abertas, na frente daquele pote que a imaginação delas tinha transformado numa piroca, na piroca dos filhos delas.

– Vamos, se preparem, o Paco já tá quase soltando o sêmen dele! – As duas esfregavam as bucetas molhadas enquanto esperavam o sêmen imaginário. – Já vai, já tá gozando!

Um jato grande de porra caiu na Lúcia e logo outro na boca da Marta.

– Continuem que ainda tem mais porra nos ovos dele! – Maria as incentivava vendo como elas corriam. — Mas o que é isso! O Enrique também quer gozar! — Pegou outro pote que tinha preparado e começou a jorrar porra dos dois potes como se os dois filhos daquelas mães gostosas estivessem gozando. — Bebam a porra dos seus filhos!

As duas mexiam as mãos sobre as bucetas, com as caras cheias de porra. Lúcia olhou pra Marta e começou a lamber a porra que escorria pela bochecha dela. Marta se virou e também lambia a porra da cara da amiga. De repente, começaram a se beijar. Nunca tinham feito sexo lésbico, mas a safadeza do momento fez com que as duas acabassem no chão, abraçadas e se beijando.

— Você conseguiu fazer essas duas virarem sapatão! — Disse Laura depois de ter gozado no sofá.

Maria olhou pra ela e não disse nada. Se colocou na frente da amiga, de joelhos. Com as mãos, separou as pernas dela e Laura levantou a saia. Maria afastou a calcinha que cobria a buceta da amiga, estava encharcada pelos fluidos que tinham saído depois do orgasmo. Laura separou os lábios com os dedos e mostrou o interior rosado e brilhante. Só disse uma palavra: “come”. Maria afundou a cara na buceta da amiga e a língua começou a saborear os fluidos. Laura se mexia e gemia baixinho. Maria se levantou.

— Senhoras, não podemos fazer barulho pra não acordar as crianças. — Pegou a amiga pela mão e a fez deitar no chão junto com as outras duas. — Vou comer sua buceta gostosa!

Laura abriu as pernas e colocou a buceta em cima da cara de Maria, que rapidamente começou a lamber com a língua. Um jorro enorme de fluidos saiu da buceta de Maria quando os lábios de Laura envolveram o clitóris dela e chuparam, causando descargas de prazer.

Marta e Lúcia também se davam prazer, as duas comiam as bucetas uma da outra, soltando uma quantidade enorme de fluidos que elas lambiam e saboreavam. Nenhuma era lésbica, nem mesmo bissexuais, pelo menos nunca tinham sentido desejos sexuais por outras mulheres, mas a safadeza e a excitação que Isso lhes causava o desejo de foder com os próprios filhos, tinha as deixado tão excitadas que o jogo da Maria foi o estopim para se jogarem no sexo com as amigas, se consolarem mutuamente até que logo fossem os próprios filhos que lhes dessem prazer.

Já era uma da madrugada e cada uma tinha gozado várias vezes. As quatro conferiram se estava tudo bem fechado e em ordem e foram para o quarto delas. Lá tinha três camas, uma de casal e duas pequenas. As quatro se enfiaram na de casal e por mais uma hora ficaram se dando prazer até que caíram no sono abraçadas, descansando para o dia seguinte em que teriam que assumir a "educação" dos filhos.

Eu estava profundamente dormindo e no meu subconsciente brotavam sonhos confusos. A atitude que minha mãe tinha mostrado era diferente da doçura que sempre me mostrava com seus carinhos e afetos. Aquele dia ficou marcado ao ver como minha mãe era autoritária e até tirana… quase cruel. No meu pesadelo, eu estava de novo em cima da minha mãe, esfregando meu pau nela, sentindo aquele prazer imenso que tive naquela noite em que a "fodi" nos sonhos.

E então o rosto dela mostrou fúria e me deu um tapa que me acordou.

-Vamos, crianças! – A voz da minha tia me arrancava das pernas da minha mãe com um tapa na cabeça. - Acorda! – Gritava enfurecida sem motivo. - Já são nove da manhã, hora de trabalhar! – Balançava as algemas com uma mão, ameaçando sem dizer uma palavra. A atitude dela era suficiente para sabermos que não estava brincando. - Acorda, vagabundos!

As outras mães olhavam do fundo do quarto e não jogaram as roupas para trabalhar. Isso era pior que o pesadelo em que minha mãe ficava brava por eu tentar foder ela, isso era mais parecido com um quartel.

Vestimos os shorts, as camisetas e as botinhas que nos tinham dado… bom, jogado nossas mães e um por um passamos pelo banheiro.

-Em dez minutos no Salão do café da manhã! – a Lucía gritava.

E foi assim, dez minutos depois estávamos nós quatro sentados no salão, cada um tomando seu café da manhã. Quando terminamos, levamos os pratos e copos para a cozinha e lavamos tudo sem que nenhuma mãe mandasse.

– Isso aí, é assim que eu gosto! – Disse minha mãe. – Vejo que esses garotos aprendem rápido. – Ela se aproximou e deu um beijo no rosto de cada um, apertando descaradamente os peitos contra nossos corpos. – Quando são maus, tem que castigar, mas se se comportam bem, tem que recompensar, não acham, meninas?

– Claro, lógico! – Disse Lucía, e também nos deu um beijo, fazendo a gente sentir o contato das tetas durinhas dela.

María Luisa e Laura fizeram o mesmo com todo mundo.

– Viu, filho, se você se comportar bem e cumprir seu castigo, vou te dar amor! – María Luisa piscou um olho pro Eduardo e saiu dando um tapa na bunda dele, balançando as algemas na outra mão.

Aquilo nos desarmou ainda mais. A gente se olhava sem saber o que pensar. Éramos como bichos sendo adestrados: se fosse mal, te amarravam pra castigar; se fosse bom, te davam carinho. Diante daquilo, todo mundo pensou que era melhor ser bonzinho, afinal de contas eram nossas mães e eu não acho que fossem fazer coisas ruins com a gente.

Pra cuidar da casa e do jardim, elas tinham contratado um casal de uma vila próxima. Eles vinham uma vez por semana e faziam uma pequena manutenção. Uma vez por mês, faziam a limpeza da casa toda. Seguiam essa rotina, menos quando a família estava de férias lá. Então a Lucía tinha ligado pra eles não virem naquela semana. E dava pra perceber.

A grama estava meio alta e passar o cortador era complicado. Durante umas duas horas, a gente teve que deixar o jardim em ordem, fazendo tudo que a Lucía pedia, desde cortar a grama até limpar os móveis e a piscina pra que as mães tiranas pudessem descansar.

O David teve que limpar todas as cadeiras e a mesa da jardim pra elas sentarem e nos verem trabalhar enquanto mandavam uma coisa atrás da outra, quase sem nos deixar descansar.

— Gente, venham aqui! — A voz da minha mãe nos chamou. — Peguem um refri e descansem um pouco!

Na mesa onde elas estavam, tinha quatro copões de limonada esperando a gente pra dar uma trégua. Nós quatro largamos na hora o que tínhamos nas mãos. Já eram onze e vinte e faltava pouco mais de meia hora pro fim.

— Vem cá, meu amor! — Minha mãe me oferecia um dos copos e me abraçou pra me dar um beijo na bochecha, colando os peitos de novo em mim. — Como você tá mandando bem! Continua assim que você vai cumprir o castigo direitinho!

Olhei pros outros. As mães deles mostravam carinho ao ver como a gente tava respondendo a todos os trabalhos que impunham.

— Beleza, crianças! — A voz da Maria Luísa quebrou a paz daquele descanso. — Hora de continuar, já falta pouco! Façam um último esforço e vão ter todo o nosso carinho!

Partimos pra retomar nossas tarefas. Se antes elas estavam ranzinzas e chatas com a gente, agora estavam extremamente carinhosas, até pareciam mais gostosas falando com a gente. Não sabia o que podia rolar, mas elas estavam tramando algo. De qualquer jeito, era melhor fazer o que elas pediam e receber os carinhos delas do que ficar de quatro na entrada de casa.

— Terminem logo pra gente poder nadar na piscina! — Gritou a Laura enquanto elas entravam em casa com as coisas que estavam na mesa do jardim.

— Elas entraram em casa, a gente para? — Me disse o Eduardo.

— Com certeza tão nos olhando da janela! — Comentei.

A mão da Maria Luísa apareceu pela janela com as algemas na mão e bateu nas grades. Não disse nem uma palavra, mas eu e o Eduardo continuamos trabalhando até o fim.

Não sabíamos quanto tempo tinha passado, mas juntamos as últimas ervas daninhas e levamos pro lixo. Finalmente acabou! Olhamos pra mesa do jardim… Tava vazia. Cadê Onde será que estão nossas mães?

- Já terminaram? – Perguntou Lúcia saindo pela porta de casa. Ficamos petrificados ao vê-la. - O que foi? – Perguntou ela se virando para mostrar o corpo. - Nunca viram uma mulher de biquíni?

- Mãe, cadê o biquíni? – Perguntou Paco.

Lúcia estava com o cabelo preso num coque. Tinha se maquiado levemente, fazendo com que seus lindos olhos verdes se destacassem ainda mais na beleza do rosto dela. As tetas durinhas dela estavam cobertas por dois triângulos minúsculos de pano preto que mal cobriam os bicos dos peitos, que se marcavam querendo escapar da prisão. Os dois paninhos eram unidos por cordões fininhos, cordões tão finos quanto os que seguravam o pequeno pano que cobria a buceta dela. Ela se virou de novo e pudemos ver como aquele cordão fino sumia entre as bandas da bunda dela, mostrando ela por completo, aquela bunda firme. Dava pra ver que aquele corpo era fruto de academia e cirurgia, mas provocou uma ereção em todos nós. Sempre a tínhamos visto vestida ou com algum maiô menos provocante.

E atrás dela saíram as outras três mães, que embora seus corpos não fossem tão esculturais, usavam biquínis pequenos, mas não tanto quanto o da Lúcia. As quatro mães estavam uma delícia.

- Vimos da janela que vocês trabalharam bem mesmo sozinhos. – Disse Laura abraçando o filho suado. - Por isso pensamos que talvez vocês gostassem de ver suas mães com essas roupas tão leves.

As quatro tinham se maquiado levemente para realçar a beleza. Tinham vestido aquelas roupas que caíam tão bem nelas e as deixavam excessivamente sensuais. Cada uma estava abraçada com seu filho, mostrando o carinho de mãe… o amor de mulher.

- Viu, se vocês se comportam bem, suas mães mostram carinho. – Disse Maria Luísa. - E como a ação que causou o castigo foi vocês me espionarem enquanto eu estava pelada, como prêmio nos mostramos praticamente desse jeito, peladas. Passei minha mão pela cintura da minha querida mãe e ela se encaixou em mim como um casal de namorados.

- Bom, acho que agora temos que dar um banho nos nossos filhos suados. – Disse Lucía. - Então cada uma pegue seu filho e leve para o chuveiro para enxaguar! Depois do mergulho na piscina!

A gente não acreditava no que estava acontecendo. Cada uma das mães levava seu filho pela mão para colocá-lo debaixo do único chuveiro que tinha perto da piscina. Primeiro foram David e Laura. Ela estava na frente do filho quando abriu o registro. A água fria caiu sobre os dois. Laura usava um biquíni de tecido branco e, quando a água fria a molhou e encharcou o pano, os mamilos escuros dela ficaram transparentes, totalmente duros e marcando no tecido. Ela se jogou para trás ao sentir a água e bateu no filho, sentindo o grande volume que tinha se formado na bermuda dele. Ele a abraçou, e ela empurrou mais a bunda para esfregar aquela enormidade na racha do cu dela.

- Poxa, os meninos não estão de sunga! – Disse María. - E agora, o que a gente faz?

- Ué, a gente tira e eles tomam banho sem! – Disse Laura. - Você se importa de tomar banho pelado? – Laura tinha sentido o pau do filho e não conseguia mais segurar a luxúria que estava tomando conta dela a cada segundo. A buceta dela não parava de soltar fluidos, esperando que o macho desejado sentisse o cheiro e a fodesse.

- Eu… Não sei… E as… - David tentava protestar, mas a mãe já tinha se abaixado e puxado a bermuda dele para baixo. - Desculpa!

David pediu desculpas para a mãe, porque quando ela abaixou a bermuda com pressa, o pau duro dele catapultou de baixo para cima e deu uma porrada na cara dela. Ele tentava esconder a ereção inevitável, e o rosto dele ficou mais vermelho do que um ser humano poderia ficar.

- Nossa, David! – Comentou Lucía, agarrada ao filho e sentindo os próprios fluidos começando a escorrer pelas coxas dela. - Não adianta esconder, você nunca vai conseguir ocultar essa maravilha! —Calma, filho! —disse Laura. —Não tem problema, é normal que ao ver mulheres com essas roupas você fique assim. —Ela falava, mas estava hipnotizada com o tamanho da pica do filho, já tinha visto antes, mas não tão de perto. —Calma, deixa eu te ajudar! Pra mim é uma honra que meu filho tenha uma arma tão prodigiosa. —Estava de cócoras e sentia a buceta ferver enquanto os mamilos pareciam que iam rasgar o pano que os cobria.

Os outros casais de filhos e mães olhavam empolgados o espetáculo que David e Laura estavam dando. Eu deixei minha mão cair na cintura da minha mãe e comecei a acariciar a bunda dela enquanto ela se virava de lado junto a mim e começava a acariciar meu peito sem tirar os olhos dos nossos amigos.

Eduardo se posicionou atrás da mãe e agarrou a cintura dela pra colar a pica o máximo possível na bunda redonda dela. Ninguém tirava os olhos do casal que estava no chuveiro enquanto as bucetas e as mãos se esfregavam umas nas outras.

Lúcia se virou de lado junto a Paco, que a abraçou pela cintura com um braço, enquanto a outra mão acariciava os peitos túrgidos de mamilos pontudos. Lúcia enfiou a mão por baixo da calça do filho e sentiu que a ereção era enorme e que aquela pica tava pronta pra dar prazer.

Enquanto a água caía sobre mãe e filho, ela afastou as mãos dele e a pica enorme apontava direto pra cara dela, pronta pra ela curtir como nunca. Sentiu as mãos de David soltarem a fita que, amarrada nas costas dela, segurava o pano que cobria os peitos. Enquanto ele subia o top do biquíni pra tirar, ela esticou a mão e agarrou a pica do filho pra sentir a grossura descomunal e a dureza. Os mamilos dela estavam mais duros do que jamais imaginou. A buceta dela soltava fluidos, enlouquecida por se sentir cheia com aquela pica. Ela se aproximou dele e colocou a pica entre os peitos.

—Ufa, mãe, sempre sonhei com isso!

—E o que é isso? —disse ela, sorrindo de forma sensual. esperando ouvir do filho palavras sujas que a excitassem ainda mais do que já estava.

— Sempre sonhei em colocar meu pau entre suas tetas! Ufa, que sensação gostosa!

— Isso não é nada, filho! — Ela agarrou os próprios peitos com as mãos, e o pau grosso se perdeu no meio daquelas maravilhas volumosas. — Mexe-te, masturba-te com elas.

David colocou as mãos nos ombros da mãe e começou a mover os quadris devagar. Sentia-se como se estivesse embriagado, drogado pela quantidade de substâncias prazerosas que seu corpo jovem liberava para estimular o cérebro, substâncias que lhe davam sensações que ele não conhecia e que pediam que de suas bolas saísse logo todo o sêmen que ele tinha.

— Como meu pequeno fode bem minhas tetas! — Laura via a grossa cabeça do pau sair entre seus seios e se aproximar do rosto dela. Ela esticou a língua e acariciava a ponta do pau cada vez que ele chegava perto.

— Mãe, se você fizer isso com a língua, vou gozar já!

— E o que você está esperando? Já faz um tempo que estou esperando você me cobrir com seu leite!

Aquelas palavras foram o estopim que fez com que as bolas de David explodissem, lançando uma quantidade imensa de sêmen no rosto da mãe, que mal dava conta de recolher com a boca tanto leite. Ele se contorcia quando a mãe enfiou a cabeça do pau na boca e chupou para tirar todo o sêmen de dentro. Era tanto prazer que ele sentia naquele pau jovem que suas pernas tremiam de tesão. Laura se levantou e pegou o filho pela mão, pegou uma toalha que estava perto deles e se afastaram do chuveiro. Estendeu a toalha e deitou o filho à sombra de umas árvores próximas, com o pau meio ereto apontando para o céu. Inclinou-se e começou a fazer um boquete nele.

— Vamos, Enrique! — Minha mãe me pegou pela mão e me levou até o chuveiro. — Agora é a nossa vez! O que aconteceu na outra noite não é nada perto do que vamos sentir hoje!

Os outros dois casais nos seguiram até o chuveiro, esperando a vez deles. Minha mãe se agachou e abaixou minha roupa. Meu pau se libertou da prisão e apareceu totalmente ereto pra minha mãe. Ela acariciou ele e depois subiu esfregando meu corpo com as mãos pra tirar o suor com a água fria que caía sobre nós. A gente tava tão excitado que nem ligava pra temperatura da água. Peguei os pequenos panos que cobriam os mamilos dela e libertei eles. Tavam eretos e duros, esperando a massagem que eu não terminei de dar na outra noite. Beijei eles e ela me tirou do chuveiro, pegou a toalha e a gente se colocou perto do casal de mãe e filho que tavam vidrados fazendo um safado sessenta e nove.

A gente se aproximava e a cada passo via melhor como a Laura engolia tudo que podia o pau enorme do filho dela, enquanto ele mantinha afastado o pano da calcinha que cobria a buceta da mãe e afundava a cara nela pra lamber toda a racha dela. Cada vez a gente ouvia mais claramente os suspiros e gemidos dos nossos amigos.

— Quer fazer igual eles? — Me perguntou minha mãe e eu concordei com a cabeça. Ela estendeu a toalha a um metro dos nossos amigos. — Então deita!

Me ajoelhei e agarrei ela pela cintura. Acariciei e beijei a buceta dela por cima daquele pano.

— Mostra os peitos! — Pedi.

Minha mãe levou as mãos nas costas e libertou os seios dela. Comecei a mordiscar o volume que os lábios dela formavam debaixo do pano do biquíni e as pernas dela se abriram pra me oferecer. Com um dedo afastei o pano pra descobrir os lábios vaginais enrugados dela. Estiquei a língua e acariciei eles. Ela gemia baixinho ao sentir minhas carícias e sorriu pra Lúcia ao ver ela estender a toalha dela perto da gente.

— A gente descobriu o paraíso! — Disse Lúcia de joelhos na toalha, na frente do pau do Paco que engoliu por completo pra mamar no filho dela.

Chegaram por último minha tia e meu primo. Maria Luísa estendeu a toalha e ele empurrou ela bruscamente e virou ela pra deixar de barriga pra cima, abriu as pernas dela e separou os lábios da buceta dela.

— Tá com vontade de comer a buceta da mamãe? — Disse pra ela. Eduardo, mas ele não falou, mergulhou na buceta da mãe dele e começou a lamber e engolir os fluidos da buceta madura da mãe. — Ah, filho, que bruto você é… continua, você está me deixando louca!

— Ooooo, continua, continua, ooooo, mais! — Laura gemeu, prestes a gozar na boca de David. — Jáaaaaaa, ooouuf!

Olhamos para ela e víamos como suas pernas tremiam enquanto David tentava engolir todos os fluidos que saíam da vagina da mãe numa cascata de prazer.

— Não aguento mais! — Laura soltou um protesto e se levantou. David estava com a boca totalmente encharcada. Ela se virou e sentou em cima dele, sobre o pau dele. Enfiou a língua na boca do filho e seus quadris ganharam vida própria ao sentir o pau grosso que acariciava com força o clitóris dela. — Deus, que pau maravilhoso! Uuuuuuf, filho, se eu soubesse que você fodia assim, você estaria me fodendo há muito tempo! — Continuou gemendo e se movendo sobre o filho.

Peguei a calcinha da minha mãe e tirei. Ela estava totalmente nua diante dos meus olhos. Olhava para ela de baixo e era uma deusa, minha deusa do amor com quem eu queria alcançar o prazer supremo do sexo. Deitei e ela se colocou sobre mim, oferecendo a buceta dela para eu lamber. Senti o gosto salgado dos fluidos que o sexo dela tinha liberado para me atrair quando enfiei minha língua entre os lábios dela. Meu pau foi envolvido pelo calor da boca da minha mãe e sentia o prazer que a boca dela me dava ao chupar e sugar minha glande inexperiente. Não consegui me segurar, nem consegui avisá-la.

— Aaaaaah, aaaaah, mãe, mãe! — Foi a única coisa que deu tempo de dizer e senti meu esperma começar a jorrar.

Ela não parou, continuou saboreando meu esperma com o pau dentro. A língua experiente dela parava os jorros enormes de esperma que saíam e retinha dentro da boca enquanto meu pau se contorcia soltando os últimos jorros de esperma. Quando sentiu que eu tinha ficado completamente vazio, soltou meu pau, se levantou e se virou para me mostrar minha gozada dentro da boca dela.

– Quer que eu engula? – Ela me perguntou, e eu podia ver a porra branquinha do meu pau se mexendo por cima da língua da minha mãe.

– E não ia dividir com uma amiga? – Disse a Lúcia, que estava deitada nos olhando, com o filho dela enfiado entre as pernas, lambendo e masturbando ela com os dedos. Ela abriu a boca esperando a Marta se aproximar.

Minha mãe andou de joelhos até chegar na altura da amiga, que esperava de boca aberta e ofegando de tanto prazer que o filho dela tava dando. Quando viu a Marta se inclinar, o Paco parou de lamber aquela buceta molhada e ficou olhando o que elas faziam, sem parar de masturbar ela com os dedos. Minha mãe deixou meu leite escorrer devagar da boca dela, caindo dentro da boca da Lúcia, que brincava com a língua, saboreando e sentindo a viscosidade. Aí minha mãe enfiou a língua na boca da amiga e as duas se fundiram num beijo, passando meu gozo de uma boca pra outra, engolindo e me saboreando. Aquilo me excitou pra caralho e meu pau começou a endurecer de novo.

– Que delícia, o seu filho! – Disse a Lúcia quando as bocas se separaram, sem nenhum vestígio do meu leite, as duas tinham dividido e acabado com ele. – Junta com a gente…

Minha mãe me olhou, esperando eu dizer se tava afim de dividir ela com a amiga e com o filho dela. Eu concordei com a cabeça, e ela voltou a beijar a amiga, deixando a bunda redonda dela virada pra mim.

Eu me ajoelhei atrás dela, coloquei minhas mãos naquela bunda redonda, uma em cada nadega, e podia sentir a maciez. Nunca imaginei que minha mãe gostasse de transar com outras mulheres. Tava muito excitado vendo as duas se divertindo transando com os filhos ao mesmo tempo que entre elas.

A Lúcia me olhou com um sorriso lindo na boca, que só sumia por instantes quando o filho dela dava muito prazer lambendo a buceta dela. Minha mãe também virou o rosto pra me olhar.

– Não se assusta, filho. – Disse minha mãe. – Ontem à noite a gente descobriu que… Entre nós duas também podíamos nos dar muito prazer.

- É isso aí... - Afirmou Lúcia, e elas se fundiram em outro beijo apaixonado.

- Meuuuuuuuuu Deus, que piroca maravilhosa você tem, filho! - Gritava Laura, terminando de ter um orgasmo. - Enfia até o fundo na sua mãe gostosa!

Olhei para elas, e Laura se levantou um pouco para que a piroca do filho apontasse para a entrada melada da buceta dela. Quando sentiu a grossa cabeça do pau do filho fazendo pressão na sua buceta, ela se deixou cair para se empalar, soltando um grito misturado de prazer e dor ao ter que dilatar a buceta até o limite para abrigar a piroca descomunal do filho.

- Aaaaaaaaaaaah, ouuuuuuuf, Deus, tô morrendo de tesão! - Gritava e gemia. - Mais, mais, enfia inteira! Você vai me partir ao meio! - Ela mexia os quadris descontroladamente.

- Oooooooouf, como você me preenche! - Ouvi a voz da minha tia. - Faz sua mamãe feliz, meu amor!

Maria Luísa estava de quatro, como a puta no cio em que tinha se transformado. Eduardo enfiava a piroca nela por trás, devagar, fazendo a buceta da mãe se moldar ao pau dele. A piroca do Eduardo não era excessivamente comprida, mas era muito grossa, e a mãe dele adorava sentir a buceta sendo forçada a aguentar aquele volume de carne. Ela bufava e fechava os olhos com as estocadas que iam aumentando em velocidade e intensidade. Os gemidos dela logo formaram um coro safado com os da amiga Laura, que tinha outro orgasmo, causando convulsões e fazendo ela se contorcer em cima da piroca do David.

- Mãe, preciso que você me chupe! - Olhei para Lúcia. Paco estava de pé na frente dela. - Por favor, engole ele!

Lúcia agarrou a piroca com uma mão, e a língua dela começou a brincar com a cabeça. Ele acariciava o cabelo dela. Minha mãe olhava enquanto a amiga começava a engolir o pau duro.

- Henrique, enfia teu rabo em mim! - Minha mãe pediu. - Vamos, todas as minhas amigas gritam de prazer, e eu não quero ficar pra trás!

Peguei minha piroca e a levei até o cu dela. Desajeitadamente, movi ela procurando a entrada. Entrada quente. Não encontrava a buceta da minha mãe e, louco pra meter, empurrei meu pau contra ela. Ela deu um pulo.

— Uuuuuf, querido, essa é a bunda da mamãe! Cuidado! — A mão dela deslizou entre as pernas e agarrou meu pau pra guiar. — Empurra agora, querido!

Obedeci. Agarrei os quadris dela e comecei a empurrar. Sentia os dois dedos dela guiando meu pau pra não entrar em nenhum outro buraco. Comecei a sentir aquela sensação nova no meu pau. O calor da buceta começou a envolver meu sexo, e minha vontade de foder ela mais forte foi aumentando. Aos poucos, o ritmo das minhas penetradas acelerava.

Lúcia continuava agarrada no pau do filho. Marta olhava de menos de dez centímetros, via perfeitamente aquele pau jovem sumindo dentro da boca da amiga. Eu via meu amigo Paco curtindo com a mãe dele enquanto eu gozava com a minha. Lúcia tirou o pau da boca e ofereceu pra Marta.

Senti ciúmes quando o pau do Paco entrou na boca da minha mãe, mas comecei a ouvir os gemidos abafados dela. Isso era sinal de que ela tava adorando ter dois paus pra ela. Eu segurava ela pela bunda e cravava meu pau na buceta dela, enquanto meu amigo Paco segurava a cabeça dela e fodía a boca dela.

— Mãe, vou gozar, vou gozar! — David grunhia enquanto fodía a mãe, louco de prazer.

— Isso, querido, goza dentro da sua mãe e enche ela com seu leite, fode forte! — Laura enlouquecia cada vez que o filho enterrava aqueles vinte e tantos centímetros de pau nas entranhas dela.

A mão da Lúcia me parou pra eu tirar o pau da buceta da minha mãe. Tirei, e ela agarrou pra começar a chupar.

— Vem cá comigo. — Ela disse e se virou de quatro na grama pra me mostrar a bunda e a buceta, pronta pra eu foder. — Vem, vamos, preciso desse pau na minha buceta molhada!

— Nããão, essa buceta é minha! — Gritou Paco, tirou o pau da boca da minha mãe e correu pra mãe dele. — Pra você Só eu te comi! – Com o pau na mão, procurava desesperadamente a buceta da Lúcia.

– Vem, gostoso, fode a mamãe e goza dentro da buceta dela! – Falava com um tom sensual pra ele ficar mais excitado. – Aqui tá o cuzinho quente da mamãe! Enfia e me fode!

Paco começou a foder ela igual um louco. Eu olhava e não demorou muito pra ele se tensar e soltar o leite dentro da mãe dele.

– Isso, gostoso, você mandou muito bem! – Dizia enquanto os dois estavam deitados de lado na grama e o pau ainda dentro da buceta dela. – Como seu gozo tá quente!

Um pouco mais longe, Eduardo e Maria Luísa gozavam juntos. Ele soltava o leite dentro da mãe dele e ela gozava pela enésima vez ao sentir os jatos quentes do filho. David também tinha gozado e a mãe dele, de cócoras, mostrava como o leite escorria pela fenda da buceta dela.

– Eu também quero que você goze dentro de mim! – Minha mãe falava, deitada na toalha, de barriga pra cima e com as pernas abertas, me esperando. – Você não vai fazer sua mãe gozar?

Me coloquei sobre ela e a mão dela guiou meu pau até a entrada. Me deixei cair devagar sobre ela e meu pau entrou por completo. Comecei a beijar ela, enfiando minha língua na boca dela. Meus quadris começaram a se mexer e eu sentia a respiração ofegante da minha mãe, que começava a sentir prazer.

– Isso, filho, continua assim! – Tava cada vez mais excitada e parecia que ia gozar. – Aaaah, uuuf, isso, continua assim!

As mãos dela me agarravam forte, cada vez mais forte conforme o prazer aumentava. Uma agarrou minha bunda e cravou as unhas, com aquela mão ela marcava a velocidade e a intensidade com que queria ser fodida. Eu empurrava meu pau contra ela e sentia que ia gozar. Dava pra ver os peitos dela balançando a cada estocada que eu dava. Eu penetrava ela, beijava ela…

Ela começou a dar gritos de prazer enquanto eu aumentava a força das minhas penetradas, tava prestes a soltar todo meu leite nela. Não falei nada. Ela olhou nos meus olhos, Agarrada no meu pescoço, gemendo de prazer, gritando pelo orgasmo que começava a invadir ela desde a buceta dela e que nublava a mente dela, ela estava fodendo com o filho dela, estava gozando mais do que nunca, era a primeira vez que sentia um orgasmo de verdade.

— Esvazia dentro de mim, filho!

Essa foi uma ordem que eu não podia desobedecer… que eu não queria desobedecer. Soltei um gemido e enfiei toda a minha pica na buceta dela. Senti meu esperma percorrer minha pica e ela jogou a cabeça para trás e gemeu desesperadamente quando sentiu aquele jato grosso de porra batendo dentro da buceta dela.

— Que delícia, que delícia! — A cara dela estava descomposta de prazer. — Me dá todo o seu leite!

Fiquei por cima dela com minha pica totalmente enterrada na buceta dela. Beijava e acariciava ela suavemente, e ela correspondia. Aos poucos, minha pica foi murchando e eu me deitei ao lado da minha Marta.

Os quatro casais de mães e filhos estávamos abraçados na grama. Nós, filhos, tínhamos tido nossa primeira vez com uma mulher, com nossas mães, e elas tinham tido o sexo mais sujo e excitante que jamais imaginaram.



Continua...

Hormônios em Ebulição [Capítulo 4]



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4 comentários - Hormônios em Ebulição [Capítulo 3]

LUCK004 +1
Buenismo !! espero que las madres se paseen por casa con lenceria toda la semana. gracias
Que bueno que te gusto 👍
Grx. por pasar. 😉
Dioss q bue n relatoo la puta madree tres pajas me hic al leerlos q exitante y buen relartoo x favor segui escribiendo las continuaciones un diez capoo
Grx. por pasar. 😉
Que excitante!!, muy caliente esta continuación. Cada vez se pone mejor!!

Van punticos
Grx. por pasar. 😉