Naquela sexta-feira do final de maio, tive que ficar trabalhando à tarde. Queria terminar um relatório pra mandar pra minha chefa e ela poder revisar na segunda de manhã cedo. Sexta à tarde ninguém ficava no escritório, o normal era fazer um pouco mais de hora nos outros dias da semana e chegar mais cedo na sexta pra começar o fim de semana mais cedo. Quando voltei do almoço, às três e meia, o escritório já tava vazio, então, resignado, sentei no meu lugar e retomei o trampo com o objetivo de terminar o mais rápido possível. Dez minutos depois, pra minha surpresa e agitação, apareceu a Sonia, que tava chegando do almoço.
— Oi, Julio — ela me cumprimentou, com o rosto iluminado ao me ver no meu lugar—. Pensei que ia ficar sozinha essa tarde…
Meu Deus, como ela era gostosa! Fiquei hipnotizado pelos olhões dela por uns segundos, mergulhando nas águas tropicais da cor linda que rodeava as pupilas dela, dilatadas ao me ver.
— Oi, Sonia — respondi, engolindo seco e sentindo um frio na barriga—. É que quero terminar um relatório que demorou mais do que eu esperava. E você, tem muito trampo?
— Não muito — ela respondeu, tirando o paletó sem parar de me olhar.
Por um instante, me faltou o ar. Minha chefa tinha ido trabalhar naquele dia com uma calça preta simples, reta mas bem ajustada às novas curvas e ao formato atraente da bunda dela de pêssego maduro, e por cima, usava um paletó justo, tipo blazer, da mesma cor. Ela tava formal e elegante, mas quando tirou o blazer, o que me deixou sem fôlego foi que, por baixo, ela usava uma camisa branca apertada, com o botão de cima desabotoado, fazendo as vezes de um decote provocante. Aquela roupa envolvia a firmeza dos peitos dela, projetando-se pra frente como duas maravilhas da natureza pedindo pra ser libertadas, de um jeito que dava pra apreciar o espetáculo da voluptuosidade dela sem precisar Usar a imaginação. Meu pensamento foi o mesmo de quando a conheci: «Que par de peitões!». O formigamento no meu estômago desceu mais abaixo, chegando até minha virilha e o que entre ela começava a ganhar vida.
— Tenho algumas tarefas administrativas — continuou Sonia, esboçando um sorriso safado ao me ver alterado com o "desabafo" dela —, mas não correm muita pressa. Na verdade, fico porque não tenho outro plano, e assim aproveito pra adiantar o trabalho… Quer que eu te dê uma mão com seu relatório pra terminar mais cedo? — acrescentou, me olhando de cima a baixo com um brilho nos olhos.
— Não precisa, muito obrigado — respondi, me recompondo e controlando meu impulso de aceitar uma oferta tão generosa —. Na verdade, falta muito pouco e eu ia te mandar pra você revisar na segunda de manhã.
— Bom, então se precisar de ajuda, não hesite em pedir — notei uma certa decepção na voz dela, embora logo tenha decidido exercer seu poder —. E quando terminar, em vez de me mandar pra revisar na segunda, traz aqui na minha mesa e a gente vê junto, ok?
— Eeeehhh, claro, claro — respondi, meio confuso.
Eu tinha todo o direito de ir pra casa assim que terminasse, mas não podia dizer não pra uma chefe, e muito menos pra essa chefe.
Sorrindo, Sonia foi pra mesa dela, e eu, imediatamente, peguei o celular pra escrever pra Laura. Tinha combinado de ir buscá-la assim que saísse do trabalho, então mandei uma mensagem dizendo que teria que sair mais tarde e que ligaria assim que terminasse.
Me concentrar sabendo que no andar inteiro só restávamos eu e a Sonia foi uma tarefa titânica. Dei umas olhadas disfarçadas pra trás, e nas duas vezes vi minha chefe mergulhada numa pilha de papéis na mesa dela. Isso acalmou meus ânimos, e consegui me dedicar a terminar o trabalho que estava encurtando minha tarde de sexta e sacrificando tempo com minha namorada.
Quando terminei, imprimi o relatório e alguns documentos de referência, e fui até a mesa da Sônia, que me recebeu com um sorriso caloroso.
— Terminou? — perguntou, observando os papéis que eu segurava. Eu assenti —. Perfeito, já estava entediada com essa papelada administrativa — acrescentou, abrindo espaço em sua mesa —. Por favor, sente-se.
Peguei a cadeira que estava na frente da mesa dela, mas quando fui me sentar, ela balançou a cabeça.
— Melhor ficar aqui, do meu lado — indicou, girando a cadeira lateralmente —, assim podemos ver juntos, e você pode me explicar o que levantar dúvidas.
Senti meu coração acelerar e todos os músculos ficarem tensos, mas tentei agir como um profissional de verdade, mostrando indiferença.
— Claro — respondi —, vou colocar a cadeira aqui.
Coloquei a "cadeira de visitas" ao lado da dela e, ao me sentar, notei a diferença de altura entre as duas. Sônia, na cadeira de escritório, ficava mais alta que eu, e apesar dos quinze centímetros de diferença de altura entre nós, com ela sentada de costas totalmente eretas e eu ligeiramente curvado, ela ficava acima de mim, dando-lhe um ar de superioridade bem marcante. Com qualquer outro chefe, talvez eu me sentisse um pouco intimidado, mas ao lado dela, me senti diante de uma deusa para adorar.
Coloquei os papéis na nossa frente, e minha chefe, muito interessada, girou a cadeira novamente para compartilhar a leitura, até ficar colada no meu assento sem rodinhas. A poucos centímetros de mim, sua fragrância estimulou minhas narinas. Exalava um aroma doce, como de guloseimas, mas com um fundo fresco e toques até picantes. Cheirava incrivelmente bem, quase sem vestígio do perfume que usara antes de ir trabalhar; então, o que mais aguçou meus sentidos e me embriagou foi sua essência natural excitante.
— Vamos ver o que temos aqui — disse com um tom mais íntimo pela proximidade, e imediatamente se mergulhou numa leitura rápida do documento.
Parecia completamente concentrada, com seus olhões se movendo pelas linhas que minha profissionalidade havia escrito. Eu deveria estar fazendo o mesmo, mas já sabia o relatório quase de cor, e nunca tinha tido a oportunidade de contemplar a Sonia tão de perto, então me dediquei a observá-la com cuidado, disfarçadamente, mas sem perder nenhum detalhe de cada uma de suas feições e expressões enquanto ela assimilava o que lia.
Era gostosa, objetivamente e arrebatadoramente gostosa. Cada traço do rosto dela estava em perfeita harmonia com o resto, e sua pele delicada e pálida não passava de uma tela onde um artista havia plasmado a beleza da natureza feminina, doce e selvagem ao mesmo tempo, destacando-se acima de tudo seus olhos incomparáveis. A cor verde, de perto, irisava para um cinza oliváceo, ficando ainda mais fascinante e atraente do que o esmeralda que se via num simples olhar.
«Puta que pariu, tem que ser muito idiota pra cagar o pau tendo uma gostosa dessas em casa», pensei. «E tudo por querer comer uma putinha mais nova! Quantas novinhas dariam tudo pra chegar aos quarenta e três igual a Sonia!, ela é infinitamente mais interessante do que qualquer uma delas!».
Como se lesse meus pensamentos, por uma fração de segundo, me pareceu que aqueles olhões me olhavam e seus lábios sorriam com satisfação, mas não tive certeza se aquele gesto tinha sido real ou só fruto da minha imaginação.
— Neste ponto — ela me disse de repente, apontando para o texto —, você tem certeza de que a fonte de onde tirou isso é confiável?
Olhei para onde seu dedo longo apontava com a unha de francesinha, e li com atenção o parágrafo inteiro, sentindo como ela se inclinava um pouco para mim e me encarava, esperando uma resposta, enquanto sua fragrância irresistível despertava em mim os impulsos ancestrais que tocaram tambores de guerra entre minhas pernas.
Ao levantar a vista, me deparei diretamente com o rosto dela a poucos centímetros do meu, com uma expressão severa, mostrando tensão nas sobrancelhas, lábios e mandíbula, embora seu olhar denotasse algo mais… Meu Deus, que gostosa ela era! Senti meu coração martelando nas têmporas, com réplicas nas minhas áreas mais profundas, obrigando-as a despertar com investidas de sangue quente.
— Estou completamente certo da fonte — falei quase num sussurro, pela proximidade entre nós —. Vem de informações oficiais publicadas pelo governo do Reino Unido, então temos que assumir que é a situação real hoje.
— Entendo — respondeu no mesmo tom sussurrante, relaxando o rosto para esboçar um sorriso encantador —. Parece que você tem tudo muito bem amarrado, estou gostando muito do que estou vendo…
Observando ela voltar a ler o documento, senti minhas bochechas corarem. Os olhos dela devoravam minhas palavras escritas, enquanto a mão esquerda começava a brincar com o topete mais comprido que emoldurava suas feições atraentes. Como ficava bem aquele corte e penteado!, como realçava o formato ovalado do rosto dela!, destacando suas maçãs do rosto pronunciadas e a linha da mandíbula. Com a mudança de visual, ela não tinha tentado esconder os finos fios prateados que cortavam, aqui e ali, sua juba castanha, mostrando-se orgulhosa deles, e acertando em cheio na decisão, pois adornavam seus cabelos e davam um aspecto ainda mais marcado de maturidade mais que interessante.
Contemplei a forma do seu pescoço delicado, de tom pálido, tão erótico se mostrando nu… Tinha uma pequena pinta sobre a jugular, um adorno atraente que me fez desejar ser um vampiro para morder a pele macia no lugar marcado, e me alimentar dela para que o sangue dela percorresse cada fibra do meu corpo, tornando-a minha. Os tambores bélicos redobraram com mais intensidade, e minha masculinidade terminou de despertar para ficar em estado de alerta.
Sônia me olhou de soslaio, dessa vez eu percebi claramente, e seus lábios se curvaram denotando agrado, enquanto sua vista voltava ao texto sobre a mesa. Aquele olhar fugaz, aquele bater de cílios com um Um brilho verde entre elas fez uma corrente elétrica percorrer toda minha espinha.
Sua mão esquerda distraída soltou o tufo de cabelo com que vinha brincando, e seus dedos deslizaram suavemente pelo pescoço até a camisa. Tocou a borda da peça, afastou-a um pouco e começou a passar as pontas dos dedos pela clavícula, percorrendo-a languidamente, de um lado para o outro.
Aquele gesto fez minha entreperna ficar em estado de alerta total, forçando-a a lutar contra a cueca justa e a calça, que a comprimiam, fazendo-a crescer em direção à minha coxa direita, tentando conter o inevitável aumento de grossura e comprimento.
Senti, tentando manter a impassibilidade, o calor se espalhar pelo meu corpo, mas um suspiro inconsciente e inevitável escapou quando percebi que, em algum momento, minha chefe tinha desabotoado mais um botão da camisa, deixando o decote mais pronunciado. Da minha perspectiva, meus olhos não tiveram nenhum impedimento para se infiltrar pela abertura da peça e se banquetear com as formas excitantes que encontraram ali. Aquele busto, aquela maravilha da natureza, aquelas formas femininas esculpidas com gosto refinado por uma divindade generosa, eram a expressão máxima dos meus desejos masculinos.
Minha chefe usava um sutiã branco simples, com bojos cavados, permitindo que eu visse muito mais pele leitosa do que jamais imaginei contemplar. Com o olhar, eu conseguia delinear perfeitamente o contorno daquelas duas formas globosas portentosas, apertadas e realçadas pela peça íntima, formando uma almofada macia onde qualquer cabeça gostaria de descansar até se deixar morrer no paraíso. O canal formado por aquelas duas montanhas majestosas era um desfiladeiro profundo, adornado no início com sardas minúsculas, incitando-me à luxúria de desejar invadi-lo, percorrendo seu traçado com a potência viril que pulsava dentro da minha calça.
Minha ereção atingiu o grau máximo. Dolorosamente presa pela minha roupa e escandalosamente visível, mesmo estando sentado.
Levantei o olhar tentando fugir do meu estado de alheamento, chegando bem a tempo de ver como um lampejo verde voltava rapidamente à leitura, enquanto o sorriso se alargava no rosto daquela que me perturbava.
Sonia continuou lendo, e eu tentei acompanhar a leitura, mas não consegui evitar desviar minha atenção para como os dedos da mão esquerda dela desciam da clavícula, contornando uma das bordas da abertura da blusa. Era um gesto totalmente inconsciente, tenho certeza disso, mas minha chefe estava acariciando o próprio decote na minha frente, convidando meus olhos a se perderem nele de novo. E, claro, aceitei o generoso convite.
Com o pau duro como nunca, fiquei extasiado contemplando aquele decote de tirar o fôlego, memorizando cada milímetro quadrado de pele, abandonando-o só para apreciar o conjunto inteiro daquele par de dons celestiais lutando para estourar a blusa.
Talvez fosse imaginação minha, ou meus sentidos realmente tinham se aguçado ao extremo, mas percebi de forma ainda mais clara, penetrante e terrivelmente excitante o cheiro natural da mulher que tinha na minha frente, me fazendo entrar em combustão interna enquanto minhas pupilas captavam o detalhe de como duas protuberâncias conseguiam vencer a ditadura da roupa, se marcando de forma perceptível só para quem olhasse fixamente, sendo esse o meu caso. Sem dúvida alguma, os bicos dos peitos da minha chefe tinham endurecido, e eu estava na primeira fila do espetáculo.
«Se continuar olhando assim, vai estourar a calça», pensei comigo. «E ainda por cima, ela vai te pegar e te dar um tapa tão forte que você vai achar que foram sete».
Com um esforço quase sobre-humano da minha parte, levantei o olhar, e a primeira coisa que encontrei foram os dentes brancos de Sonia maltratando o lábio inferior vermelho e carnudo. Ela o mordia num gesto de inequívoca luxúria contida, o que foi confirmado para mim quando, ao continuar subindo com o olhar, percebi que o dela, de soslaio, se projetava para baixo, cravando-se diretamente na minha virilha avantajada.
«Porra, porra, porra», repeti para mim mesmo. «Isso não pode estar acontecendo. Minha chefe, a gostosa madura que é minha chefe, tá olhando pro meu pau… E tá excitada!».
Desviei o olhar para a mesa e fechei os olhos, repetindo como um mantra: «Pensa na Laura, pensa na Laura, pensa na Laura…» Até que meu ouvido atento captou um sopro fraco, quase inaudível.
Abri os olhos e olhei de novo pra Sônia. Ela tinha voltado a ler pra terminar o documento, mas a boca tinha ficado levemente entreaberta, os lábios estavam mais corados que o normal e úmidos de saliva, enquanto as bochechas tinham um rubor mais que notável. Ela estava linda.
Tentando tirar forças de onde quase não tinha mais, sabendo que podia estar arriscando minha integridade, meu emprego, e até o relacionamento com minha namorada, me esforcei ao máximo pra ler o documento, como ela tava fazendo, pra ignorar meu estado de excitação e tensão sexual. Mas meu corpo era um coquetel hormonal, e a testosterona nublava meu julgamento, então não consegui evitar que meus olhos voltassem uma e outra vez pra contemplá-la, com olhadas rápidas em que confirmei que ela tava tão excitada quanto eu. A respiração dela tinha acelerado, de um jeito que os peitos subiam e desciam apressadamente, me deliciando com o movimento enquanto a mão dela, incapaz de ficar parada, percorria distraidamente o decote acariciando suavemente a pele.
Em duas ocasiões, pra meu orgulho e pra piorar meu estado de ansiedade, peguei o olhar dela desviando dos papéis e indo direto pro epicentro dos meus clamores por fazê-la minha.
Quem tinha começado essa espiral de tensão sexual, ela ou eu?, qual dos dois tinha arrastado o outro até aquele estado que, inutilmente, tentávamos disfarçar?. Quem era vítima e quem era Executor? O que veio primeiro, o ovo ou a galinha?...
— Uuuffff — suspirou Sônia, virando a última folha do documento pra dar por encerrada a revisão —. Que relatório mais potente! — exclamou, dando uma última olhada rápida na minha entreperna.
Será que ela tava falando do relatório mesmo, ou do que tava atraindo o olhar dela?
— Cê acha? — perguntei, chamando a atenção dos olhos dela pro meu rosto.
Minha chefe se levantou, se afastando um pouco de mim, estufando o peito e arqueando levemente as costas, fazendo uma pose que presenteou minha vista com o espetáculo das curvas dela realçadas.
«Mas que gostosa do caralho!», exclamei por dentro, sentindo as batidas do meu pau me torturando. «Pensa na Laura, pensa na Laura, pensa na Laura…»
— Claro que sim — ela respondeu —. É longo, contundente e bem delineado nas formas… Adorei!.
Será que ela tava falando do relatório mesmo?
— Fico feliz que tenha gostado — falei, suspirando —. Não sabia se cê ia achar muito… ousado ou pesado, mas tava doido pra te mostrar e você julgar o que fazer com ele.
Eu também sabia brincar com as palavras.
— E você me deixou agradavelmente surpresa — respondeu, sorrindo com malícia —, tanto que queria que fosse meu…
— Bom, depois da sua revisão já é… Onde cê quer que eu enfie?.
Sem dúvida, meu fluxo cerebral não tava dando conta, meu sangue tava acumulando em outra área, e ela tinha ganhado consciência própria pra tomar o controle das minhas palavras.
O sorriso da Sônia se alargou.
— Enfia tudo…
Pronto, acabou, uma ordem direta, e eu era bem diligente.
— …no disco rígido compartilhado — continuou, depois de engolir saliva —, o relatório e toda a documentação associada. Guarda tudo na pasta do cliente, e segunda-feira, logo cedo, vou mandar pra ele.
Sim, sem dúvida, ela tava falando do relatório. Minha integridade e meu emprego continuariam intactos.
— Certo — respondi, com um sentimento contraditório de alívio e decepção —. Então, se não precisa de mais nada, já vou indo.
— Só mais uma coisinha —disse ela, com uma expressão enigmática nos olhos. Será que era decepção?—. Já que o relatório está impresso, pode pegar o arquivo no armário pra guardar?
— Claro, já vou buscar.
Levantei rápido e fui direto pro armário que servia de arquivo histórico, do outro lado do escritório. Tava difícil andar com meu pau, durasso, colado na minha coxa direita, mas a caminhada e os dois minutos que precisei pra achar o arquivo certo me ajudaram a recuperar um pouco da compostura pra voltar pra mesa da Sônia.
O volume na calça ainda era visível, mas não tanto, me deixando andar com mais liberdade, até chegar a uns metros da minha chefe. Foi quando percebi que ela tinha recostado a cadeira pra trás, me deixando ver ela sentada de corpo inteiro, com as pernas cruzadas apontando pra mim, enquanto o olhar dela ficava fixo em como eu me aproximava, e os dedos dela voltavam a acariciar o pescoço e a clavícula.
Aquele frio na barriga voltou de novo, se espalhando na velocidade de um raio até minha virilha, que reagiu parando de recuar.
A só uns dois metros da minha chefe, ela me esperando sentada, minha perspectiva enquanto me aproximava me deu uma vista aérea espetacular da abertura da blusa dela, fazendo soar os clarins na minha cueca pro meu soldado fiel ficar em posição de sentido. Quando cheguei na frente dela, contornando a mesa e fingindo total normalidade, me plantei com meu um e oitenta e cinco diante dos olhos verdes dela, com um pau duro feito uma vara.
A Sônia ficou olhando sem vergonha pra forma fálica que se marcava escandalosamente na minha calça fina, então eu não tive nenhum pudor em aproveitar minha perspectiva privilegiada pra admirar a plenitude dos peitos dela através do decote incrível.
— O arquivo —falei, entregando pra ela.
Minha espectadora levantou o rosto e nossos olhares se encontraram. Os olhos dela brilhavam com reflexos verdes e as chamas da excitação dela. Ela pegou o fichário com uma mão e, sem nem olhar, afastou deixando-o sobre a mesa.
Me olhou da cabeça aos pés, subindo de novo com uma parada na minha cintura, que a fez morder o lábio, para alcançar meu rosto de novo enquanto eu estava perdido na sacada dos peitos deliciosos dela.
— Adorei —disse, quase num sussurro—. E sabe que não tô falando do relatório…
Meus olhos voltaram pro rosto lindo dela, cuja doçura habitual tinha se transformado numa expressão de pura safadeza.
— Sei —respondi, quase sem fôlego ao perceber que tinha interpretado todos os sinais certinho—. Você me enlouquece, Sonia…
— Já tô vendo, já —disse ela, voltando o olhar incandescente pra minha tremenda evidência—. Tá claro que o bilhete que você me escreveu não era só um elogio… Garoto, você tá potente demais…
— Só queria te animar porque fiquei sabendo do que tinha acontecido com você —senti o rubor queimando nas minhas bochechas—. Mas coloquei o que realmente penso, e como vê, não posso negar…
— Então conseguiu seu objetivo —o olhar dela ia direto do meu rosto pro meu volume, assim como o meu ia do rosto dela pro decote—. Conseguiu fazer um estalo na minha cabeça, e voltei a me sentir mulher, não o trapo humano em que tinha me transformado.
— Você nunca poderia ser um trapo —falei, sentindo o pau pulsar cada vez que ela mordia o lábio de novo—. Sempre me pareceu tão gostosa… desde o dia em que te conheci…
— Você é um amor. Não imagina como é gratificante um garotão novo olhar pra uma mulher do jeito que eu percebi que você me olhava… Por isso seu bilhete me agradou e… me excitou. Então decidi que era hora de recuperar esse seu jeito de me olhar.
— Ufa, Sonia, é que cada dia você tá mais gostosa!
Ela soltou uma risada encantadora.
— Para de me elogiar, ou no fim vai subir à minha cabeça —disse, toda satisfeita com minha apreciação—. Além disso, esse troço que você guarda na calça já me diz o que pensa de Mí…
Olhei pra minha própria virilha, até então só tinha dado uma olhada rápida pra conferir se tava na cara, e confirmei que, tanto a cueca quanto a calça que eu tinha escolhido naquela manhã, não deixavam espaço pra imaginação. Meu pau se destacava claramente marcado na roupa, saindo do púbis e se estendendo pela minha coxa direita, como uma anaconda grossa e comprida procurando uma saída pro seu confinamento doloroso.
Voltei a olhar pra minha chefe e sorri, mas naquela pausa em que a gente se encarou e prendeu a respiração, minha consciência despertou: «Ale, muito bem! Ela já sabe que você fica durasso por ela, e você já sabe que você a excita, ou que ela gosta de te excitar, ou sei lá o quê! Mas você sabe que não pode rolar “putaria” com sua chefe, nem no escritório, nem com ninguém que não seja a Laura. Então já tá na hora de pegar o trabuco e levar pra sua dona legítima: SUA NAMORADA».
— Bom — falei, cortando o silêncio que tinha se formado —, acho que devo…
— Receber minha gratidão por me ajudar a sair do buraco — ela me interrompeu.
Ela descruzou as pernas, girou a cadeira uns centímetros pra frente e, mordendo o lábio, alcançou minha virilha com a mão direita, acariciando todo o contorno e comprimento do meu falo preso.
Um gemido leve escapou dos meus lábios ao sentir aquela carícia tão gostosa, enquanto ela empurrava a cadeira com os pés, se aproximando ainda mais de mim, até ficar a só alguns centímetros da minha pélvis, aproveitando que minhas pernas tinham se aberto em resposta à mão dela.
Me olhando nos olhos com um sorriso excitantemente perverso, ela usou a outra mão pra desabotoar minha calça e baixá-la até o meio da coxa.
— Mmmm… — ela soltou, aprovando minha cueca de tecido elástico marcando o volume.
Minha namorada adorava esse tipo de peça, e como naquela tarde eu ia encontrar ela, tinha escolhido de propósito.
Laura ocupou minha cabeça de novo, mas a manobra da Sonia pegando meu pau pra mover ele… Na minha calcinha, girando ela como se fosse o ponteiro de um relógio pra colocar apontando pras doze, ela chutou pra fora dos meus pensamentos.
Minha chefe me olhou de novo com aquele sorriso perverso de safada madura, e eu fiquei extasiado admirando o brilho dos olhões dela, a sensualidade dos lábios e a profundidade do decote. Ela puxou a peça que atrapalhava as intenções dela e desembainhou minha arma, mostrando ela em todo seu esplendor: dura como aço, com o tronco cheio de veias grossas e a cabeça arredondada, molhada e rosada.
— Porra, garoto! Como você é bem dotado! — exclamou minha fraqueza profissional, satisfeita, empunhando minha piroca com vontade.
Uma gargalhada escapou de mim. Primeiro de prazer pelo elogio, e segundo porque, em quase três anos, nunca tinha ouvido minha chefe falar um palavrão ou falar daquele jeito.
— Valeu — respondi, sorrindo pra ela e sem acreditar no que tava rolando—. Foi você que me deixou assim.
— Então ela me pertence — garantiu, acariciando ela com a mão, percorrendo toda a grossura e o comprimento: pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, fazendo brotar mais umidade da ponta.
«Não!», gritou minha consciência, sem ninguém ouvir. «Ela pertence à Laura!».
A punheta lenta e suave que aquela mulher experiente tava me dando me deixou surdo pra qualquer reprovação dos meus princípios.
— Hummm, adoro — completou Sônia, mantendo a massagem no meu pau—. Ia fazer o babaca do meu ex ficar pálido…
Aquela forma de me masturbar, depois de tanta tensão acumulada, tava me matando, então eu não ia demorar pra achar alívio pra aquela tortura na minha resistência jovem.
— Sabe quanto tempo faz que não como uma piroca?, uma piroca boa?. Acabou a seca….
Aquelas palavras não combinavam com aquela boquinha linda, com a correção no jeito de falar da minha chefe. Nela, soavam muito mais excitantes do que em qualquer outra mulher.
— Pode aparecer alguém e nos pegar — falei, sem fôlego, tentando recuperar a sanidade no último instante. Ninguém aparece por aqui numa sexta à tarde —sussurrou a rainha das minhas fantasias—. Ninguém vai me impedir de devorar essa piroca…
Suas palavras foram confirmadas quando seus lábios rosados tocaram minha glande enquanto sua cabeça descia, fazendo a cabeça da minha piroca invadir sua boca quente e molhada, deslizando suavemente sobre sua língua enquanto o tronco penetrava entre suas pétalas sedosas.
— Aaaaahhhh! —gemi, me sentindo no paraíso.
«Vou arder no inferno por ser um filho da puta infiel, junto com o ex-marido dessa mulher incrível», pensei por um instante. «Mas vai ter valido a pena».
Sonia tinha uma boquinha de lábios carnudos e formato bonito, mas parecia delicada e pouco dada a apreciar comida, no entanto, as aparências enganam. Sua boca era gulosa, chupando com voracidade minha banana, apertando com os lábios e devorando toda a carne que conseguia abrigar, até eu sentir que tocava sua campainha.
Sua maciez, calor e umidade, e a pressão dos lábios, língua e céu da boca, fizeram minha piroca vibrar dentro daquela cavidade maravilhosa, me fazendo sentir minha próstata bombear um fluxo repentino de líquido seminal pelo cano da minha mangueira grossa.
— Sonia, Sonia, Sonia…! —gritei.
Ela fez ouvidos moucos ao meu aviso, se limitando apenas a desencravar minha glande da garganta para, sem parar de chupar, tirar a piroca da boca sem pressa, até fazê-la explodir dentro dela.
Gozei apertando os dentes, abafando um grunhido animal. Meu músculo pulsou dentro da boca da minha chefe, jorrando jatos de esperma fervente que minha próstata propelava com toda a fúria da tensão acumulada. Inundei com meu elixir aquela boquinha, saturando-a com meu gosto de macho, e me deliciei vendo como as bochechas de Sonia inchavam como as de uma trompetista. Mas logo voltaram a se contrair para dentro, fazendo eu sentir no meu membro convulsionante uma sucção incrível, que o obrigou a continuar disparando com fúria. todas as reservas acumuladas até aquele momento.
Sonia engoliu as primeiras e abundantes descargas de porra que tinham enchido sua boca e, fazendo um suave vai e vem com a cabeça, chupou meu pedaço de carne até extrair dele seu último e agônico estertor, com uma sucção final que terminou fazendo brotar minha glande avermelhada de entre suas pétalas com um estalo.
Fascinado, contemplei como os olhões da minha boqueteira se abriam e me olhavam fixamente enquanto, com a boca fechada, ela saboreava e engolia os últimos jatos de leite que tinham se estourado contra seu céu da boca.
Nunca teria imaginado algo assim vindo dela, sempre tão doce e contida, tão correta, tão formal e educada… Essa transformação numa mulher lasciva, faminta e gulosa no momento de paixão se tornou uma revelação que jogou ainda mais lenha nas fogueiras das minhas fantasias com ela.
«Senhora na rua e puta na cama», pensei com satisfação. «Sem dúvida, a experiência é um grau».
Por norma geral, as garotas que rondavam minha idade, pelo menos aquelas com quem eu tinha estado, agiam no sexo exatamente como se mostravam na vida. A que era puta, era puta; a tímida, era tímida; a egoísta, egoísta; a generosa, generosa… Mas a lição que a Sonia acabava de me dar a tornou muito mais misteriosa e atraente do que qualquer outra garota que eu tivesse conhecido, e a lição não tinha feito mais que começar.
— Mmm… Pois é, você me excita mesmo, sim — ela me disse, com um sorriso sedutor—. Você entrou em erupção rapidinho…
— Sonia, me desculpa — tentei me desculpar, vermelho como um tomate—. Você me deixou tão tesudo… Eu te avisei…
Minha chefa riu gostoso.
— Você não tem que se desculpar, eu adorei. Pena que não deu tempo de aproveitar mais. Deve ser por causa da sua juventude… Você é tão jovem… — afirmou, observando que minha ereção se mantinha meia-bomba— E você é tão gostoso…
A mão dela acariciou minhas bolas com doçura, me causando um formigamento que me fez estremecer.
— Uuuuffff… — suspirei— Você é incrível, e se você continua por esse caminho…
— Ah, é? — ela perguntou, espalhando as carícias pro músculo que se recusava a relaxar — Então foi só um aperitivo, e eu tô com tanta fome…
Os olhos dela brilhavam com uma luxúria incontrolável, e eu percebi que, enquanto a mão esquerda acariciava o pau pra cima e pra baixo, mantendo ele duro, a outra descia pra própria buceta dela, esfregando por cima da calça.
Meu pau endureceu de novo. A situação era tão proibida e excitante, e minha chefe tão gostosa e experiente, que ela tinha razão. Minha gozada apressada tinha sido só um aperitivo, fruto de uma tensão incontrolável, que tinha chegado num ponto que meu corpo inteiro pedia pra dar o melhor de mim pra chegar numa satisfação completa.
Vendo como aquele pedaço de carne revigorava na mão dela, a Sônia não hesitou em se aproximar de novo, esticando a língua pra lamber devagar desde as bolas até a ponta, provocando uma ereção que fez ela sorrir, enquanto a mão direita enfiava na cintura da calça pra se acariciar suavemente por baixo da roupa.
Eu só conseguia suspirar, mudo e na expectativa, curtindo as sensações e o espetáculo que ia alimentar pra sempre meus sonhos molhados. Parecia incrível que aquela mulher linda e experiente, aquela deusa inalcançável de sabedoria e doçura, estivesse se tornando terrena pra se deixar dominar pelas paixões, me mostrando uma faceta insuspeitada de uma mulher no cio. E eu era o culpado por essa transformação!
A língua dela rodeou minha cabeça, e os lábios pousaram nela dando um beijo. Percorreram suavemente, envolvendo pra se enfiar entre eles alguns milímetros, enquanto a ponta da língua apalpava brincando com ele. Ela deixou sair, e foi descendo depositando beijos por todo o comprimento do tronco, me fazendo sentir a maciez dos lábios carnudos dela em todo meu pau.
— Adoro sentir como ele tá ficando duro — ela disse, voltando a acariciar ele com a mão. mano enquanto beijava minha virilha—. E ainda mais que seja por mim…
— Porra, é que eu não sou de pedra —falei entre os dentes.
— Pois de pedra quero que ele fique na minha boca… —sentenciou, com um sorriso safado.
Partindo do escroto, passou a língua inteira pelo tronco da minha hombridade, segurando ele pra cima, dando uma lambida que fez um arrepio percorrer minha espinha, me obrigando a arquear e empurrar a pélvis pra frente. Quando chegou na ponta da minha ereção, quase completa, abaixou e guiou entre os lábios dela pra, com a ajuda do meu empurrão suave, penetrar a boca sugando o máximo de músculo que conseguia.
Meu pau virou um menir naquela cavidade divina que o envolveu, atingindo a grossura máxima, enquanto eu sentia os lábios da Sonia apertando de um jeito enlouquecedor a só uns dedos do meu púbis, e a garganta dela acolhia minha cabeça como se pudesse engolir ela. Nunca na vida tinha recebido um boquete tão profundo!, e quem diria que minha chefe era uma verdadeira engolidora de espadas?. Era uma loba em pele de cordeiro, melhor ainda do que qualquer uma das minhas fantasias!.
Olhei pra ela com fascinação total, e vi como ela se jogou pra trás abrindo os olhos verdes enormes pra encarar meu rosto desfigurado de prazer, enquanto desencaixava a cabeça grossa do meu cetro da garganta dela e sugava de novo com força, fazendo meu sabre surgir entre os lábios dela, que apertavam massageando todo o comprimento até circular a glande de novo, e fazer ele sair com um estalo.
— Uuufff, Sonia —falei, depois de um breve gemido de gosto—, assim você me mata…
— Você é tão gostoso —respondeu, com cara de safada, sem parar o movimento da mão se esfregando na entreperna por baixo da roupa—, que quero te comer inteiro…
Sem mais delongas, os lábios dela voltaram a pegar minha lança e sugaram ela pra dentro da boca, me fazendo tremer de prazer, e me presenteando com a visão do fogo esmeralda do olhar dela enquanto meu pau sumia entre os lábios dela. Pétalas sedosas, afundando suas bochechas.
Como se fosse um Chupa Chups, minha chefe se deliciou percorrendo toda a cabeça da minha pica com os lábios, lambuzando ela de saliva, deslizando entre eles, fazendo ela entrar e sair, acariciando o freio com a ponta da língua, me enlouquecendo com suas chupadas gulosas. E tudo isso sem parar de me atravessar com aquele olhar cheio de tesão, me deixando aproveitar a melhor vista possível do decote dela, e se massageando o clitóris por baixo da calça com devoção.
Com minha pica na boca, ela começou a gemer com o trabalhinhos digitais que ela mesma tava fazendo. Ela tava se masturbando com gosto, curtindo quase tanto quanto eu, e eu percebi que ela tava enfiando os dedos bem fundo quando engoliu meu pepino com uma voracidade danada.
— Uuuummm, Soniaaaaahhh — eu gemi, sentindo os lábios dela me apertando tão lá embaixo que a garganta acolheu a ponta da minha lança.
Minhas pernas fraquejaram com a força da sucção e o prazer que ela me deu. Tanto que, sem perceber, tive que me segurar colocando as mãos na cabeça dela. Ela gemeu por causa do efeito dos dedos explorando os lugares mais fundos da bucetinha encharcada dela, mas também gemeu aprovando que eu a segurasse daquele jeito.
Comecei a suspeitar seriamente que ela ficava excitadíssima por eu achá-la irresistível, e que meu prazer extremo por causa da habilidade dela era um tesão a mais. Talvez aquilo fosse um alimento pra autoestima ferrada dela: O ex-marido tinha chifrado ela e acabado com o casamento por causa de uma novinha de vinte e poucos anos, deixando ela numa depressão. E o fato de um cara de vinte anos ter reparado nela, se mostrando selvagemente atraído pelos encantos dela, e se derretendo nas mãos dela, devia ser um puta afrodisíaco pro ego dela.
Ela chupou com gula toda a minha pica, fazendo ela deslizar entre os lábios, tirando ela enquanto envolvia com força com a boca toda, transformando aquele boquete na experiência sexual mais intensa que eu já tinha tido. nunca. Quando cheguei no limite, meu estado era tal que eu já não respondia pelos meus atos. Minhas mãos apertaram a cabeça dela, e minha pélvis empurrou pra frente pra penetrar ela de novo. Sonia gemeu com a boca cheia de carne, fechando os olhos pra se entregar, e percebi que ela enfiava a mão com mais força na própria buceta.
Vendo que aquilo, longe de intimidar ou parecer brusco, tava agradando ela, enfiei meu pau até onde senti que ela conseguia engolir, e tirei devagar, ouvindo o som da saliva dela sendo sugada enquanto meu músculo surgia entre os lábios dela. Se eu não tivesse gozado instantes antes, teria gozado naquele momento. Mas agora eu tinha margem pra curtir um pouco aquilo.
Comecei um vai e vem de quadril, suave pra não machucar minha deusa oral, mas constante, fazendo meu aríete entrar e sair várias vezes entre as pétalas lubrificadas dela, enquanto ela gemia se masturbando no ritmo que minha pélvis marcava.
Perdi totalmente a noção do tempo, completamente entregue a foder aquela boca maravilhosa como nunca tinha feito antes, aproveitando a pressão e fricção dos lábios dela, o calor e a umidade da cavidade, a potência da sucção... Até que Sonia afastou minhas mãos da cabeça dela, me indicando pra parar.
"Agora é quando eu meto e dou o que tô segurando há quase três anos", pensei.
Mas não, aquele não era o plano imediato da minha chefe. Ela tava se divertindo pra caralho comendo meu pau jovem enquanto se masturbava avidamente. Então tava disposta a retomar o controle, acelerando o ritmo da mão dela pra esfregar o clitóris com vontade, enquanto saboreava meu músculo com mais gula, alcançando um poder de sucção incrível e um movimento frenético de cervical, digno de um cabeludo no auge de um show de Heavy Metal.
Aquilo ia ser meu fim. A voracidade do boquete era sublime, um canto ao apetite sexual, uma ode à generosidade de proporcionar prazer alheio, uma autêntica apologia da felação...
Com Com os dentes apertados, quase sem respirar, aproveitei a gratificação profissional impensável que minha chefe estava me dando, tentando aguentar o máximo possível para que aquilo não acabasse de forma precipitada. Mas essa batalha eu já tinha perdido de antemão.
Sonia gemia com a boca cheia de pau, incessantemente, na mesma velocidade com que se acariciava e me devorava, me fazendo perceber que o próprio orgasmo dela era tão iminente quanto o meu.
Meu corpo inteiro vibrou, e pensei que era o fim, mas não. O que vibrava era meu celular no bolso da calça.
«Mas quem porra vai me ligar agora?», me perguntei, conseguindo me desligar por uns instantes do prazer sublime. «Como se eu estivesse em condições de atender ligações agora!».
A vibração parou, e todos os meus sentidos voltaram a se concentrar no que acontecia na minha região pélvica. Minha chefe não parecia ter notado a ligação, focada em explodir de prazer e me arrastar junto. Estávamos prestes a cair os dois no abismo, mas…
“Bzzzzz, bzzzzz, bzzzzz, bzzzzz…!”
«Outra ligação?», pensei, fora de mim. «Mas quem pode ser tão sem noção e chato?».
Dessa vez a ligação foi mais longa, ou pelo menos me pareceu, até que a vibração irritante parou sem que Sonia desse sinais de ter notado nada. Mais que isso, não só não se distraiu, como avançou na busca pelo orgasmo até presentear meus ouvidos com gemidos abafados enquanto gozava, quase arrancando meu pau, mas sem tirá-lo da boca.
«Não, se no fim vou ter que agradecer a quem me ligou por ter me distraído…» passou rápido pela minha cabeça.
Mas o êxtase orgásmico de Sonia acabou me liquidando. A pressão dentro da boca dela, com efeito de ventosa, me fez sentir que meu pau explodia como um cartucho de dinamite dentro daquela caverna. Gozei como uma garrafa de champanhe chacoalhada e destampada, como um gêiser de esperma fervendo que atacou o céu da boca e a língua da minha chefe, cuja sucção esvaziou rapidamente em direção à garganta dela o elixir varonil, enquanto ela ainda curtia os últimos ecos do orgasmo dela.
Minha musa bebeu da fonte da minha excitação, consumindo o delírio dela e o meu até que ambos morreram, um na buceta dela, e o outro na boca dela. E, por fim, libertou o prisioneiro violáceo do seu cativeiro, depositando um beijo suculento na cabeça redonda dele, para se deliciar com a sobremesa da minha última descarga antes de engolir.
Com a respiração de um maratonista, fiquei maravilhado vendo como minha chefe gostosa eliminava todo vestígio do que tinha acabado de rolar ali, chupando os dedos lambuzados com os próprios sucos dela de um jeito incrivelmente provocante. Mas meu soldado corajoso já não tinha forças pra entrar em batalha, pelo menos por um tempo.
"Melhor que isso tenha acabado assim", pensei. "Sem chegar a transar de verdade. Assim, talvez, não queime no inferno por toda a eternidade por ser infiel à minha namorada. Com vinte chicotadas da minha consciência, dez por gozada, já é castigo suficiente."
Diante da evidência de que aquilo tinha acabado, e num ataque pueril de vergonha pela decadência das minhas tropas, subi a cueca e a calça, abotoando sob o olhar atento da minha capitã-general.
— Tá com pressa? — ela perguntou, com um tom meio decepcionado.
— N-não — consegui falar, ficando vermelho igual um pimentão —, acho que não.
— Que fofo! — exclamou, divertida —, e agora você fica com vergonha… Quando acabou de foder minha boca e gozar dentro dela… — acrescentou, mordendo o lábio.
— Eu… — a verdade é que não sabia o que dizer — Você me deixa tão louco que acho que perdi o controle… "E eu tenho namorada!", gritou minha consciência.
— Bom, reconheço que eu também perdi o controle. Nunca tinha ficado tão tesuda…
Continuei alucinando com esse jeito de falar da minha chefe, tendo perdido todo o formalismo pra que as palavras dela soassem afrodisíacas nos meus ouvidos.
— …mas, claro, você passou a tarde inteira olhando pras minhas tetas e marcando um volume do pra arrebentar sua calça… E você é tão gostosa…
Os olhos dela, ainda brilhando de luxúria, me examinaram de novo de cima a baixo.
— É que, Sônia, não consigo parar de te olhar porque você é tão gostosa… E esse decote…
— Tá falando disso? — perguntou com malícia, enquanto desabotoava mais um botão, me convidando a me perder naqueles Alpes suíços.
— Que par de peitões! — exclamei, verbalizando meus pensamentos de outras vezes —. Só comparáveis a esses olhões que me hipnotizam desde que te conheci — suavizei o tom no final.
Sônia riu de verdade. Uma risada cantarolante que não se ouvia naquele escritório há meses.
— Você é um sedutor completo — disse ela, se recompondo e levantando —. Vem cá — completou, passando as mãos no meu pescoço, colando o corpo voluptuoso no meu e oferecendo aqueles lábios que já tinham me derretido.
“No fim, vou queimar junto com o ex dela”, pensei.
Minhas mãos a seguraram pela cintura sinuosa, meu rosto desceu ao encontro do dela, e minha boca tomou seu fôlego para me entregar a um beijo apaixonado.
A língua experiente que tinha agradado minhas mais baixas paixões virou uma enguia escorregadia na minha boca, acompanhada pelo meu músculo úmido em suas contorções eróticas para juntas dançarem uma dança sensual.
Aquele beijo era tão fogoso e excitante, e num ambiente tão alheio a qualquer ritual amoroso, que senti meu corpo todo vibrar de novo. Mas Sônia também sentiu, porque o centro da vibração estava na minha coxa esquerda, colada nela.
— Porra! — disse ela, se afastando —. Outra ligação? Deve ser importante mesmo…
— Você percebeu as anteriores? — perguntei, surpreso.
— Júlio, eu tava chupando sua rola… — respondeu, piscando um olho verde-acinzentado bem de perto.
Como me excitava ela falar assim comigo!
— …então dava pra ouvir o zumbido do celular toda vez que eu me abaixava um pouco mais — concluiu, me dando outra piscada fascinante —. Vai, atende. pra fazer três ligações quase seguidas, sim, deve ser importante.
Sorrindo, besta com a beleza dela, tirei o celular vibrante do bolso e fiquei pálido ao olhar a tela.
— Vai, atende! — insistiu minha chefa, com um tom autoritário.
— Alô?... — falei, atendendo e levando o aparelho ao ouvido—. …Ah, sim? Desculpa, tava… muito ocupado… — completei, vendo a Sonia se divertindo ao ver minha cor mudar do branco frio pro vermelho quente— …Tá bom, tá bom, já terminei, já vou descer.
Desliguei a chamada e engoli seco.
— E então?, era importante? — me interrogou minha fraqueza profissional, cruzando os braços debaixo dos peitões dela.
— Sim, era minha namorada — não consegui, nem quis mentir—. Queria me dar uma surpresa… Tá me esperando no bar lá embaixo.
— O quê?! — gritou a Sonia, possessa—. Você tem namorada?. Mas, mas… você não me contou!.
— Bom, nunca surgiu oportunidade… — me desculpei fracamente, me sentindo o ser mais escroto do mundo.
— Nunca surgiu oportunidade?! — a Sonia tava furiosa como nunca vi, vermelha de raiva e com o rosto desfigurado—. E antes de eu meter sua pica na minha boca, foi o quê?.
Naquele momento, a linguagem dela não me excitou nada, caiu como um tapa invisível.
— Desculpa, Sonia…
— Sai da minha frente! — os olhos lindos e expressivos dela brilhavam, mas não de tesão, e sim de uma raiva incontrolável.
Me senti intimidado, minúsculo, feito um grão de sal numa salina, incapaz de sustentar aquele olhar, porque não tinha argumento nenhum pra isso.
Feito um cachorro surrado, mas me sentindo mais vil que uma doninha, virei as costas e fui embora.
"Só vinte chibatadas?", perguntou minha consciência. "Se prepara pra cem… E o castigo da sua chefa.
— Oi, Julio — ela me cumprimentou, com o rosto iluminado ao me ver no meu lugar—. Pensei que ia ficar sozinha essa tarde…
Meu Deus, como ela era gostosa! Fiquei hipnotizado pelos olhões dela por uns segundos, mergulhando nas águas tropicais da cor linda que rodeava as pupilas dela, dilatadas ao me ver.
— Oi, Sonia — respondi, engolindo seco e sentindo um frio na barriga—. É que quero terminar um relatório que demorou mais do que eu esperava. E você, tem muito trampo?
— Não muito — ela respondeu, tirando o paletó sem parar de me olhar.
Por um instante, me faltou o ar. Minha chefa tinha ido trabalhar naquele dia com uma calça preta simples, reta mas bem ajustada às novas curvas e ao formato atraente da bunda dela de pêssego maduro, e por cima, usava um paletó justo, tipo blazer, da mesma cor. Ela tava formal e elegante, mas quando tirou o blazer, o que me deixou sem fôlego foi que, por baixo, ela usava uma camisa branca apertada, com o botão de cima desabotoado, fazendo as vezes de um decote provocante. Aquela roupa envolvia a firmeza dos peitos dela, projetando-se pra frente como duas maravilhas da natureza pedindo pra ser libertadas, de um jeito que dava pra apreciar o espetáculo da voluptuosidade dela sem precisar Usar a imaginação. Meu pensamento foi o mesmo de quando a conheci: «Que par de peitões!». O formigamento no meu estômago desceu mais abaixo, chegando até minha virilha e o que entre ela começava a ganhar vida.
— Tenho algumas tarefas administrativas — continuou Sonia, esboçando um sorriso safado ao me ver alterado com o "desabafo" dela —, mas não correm muita pressa. Na verdade, fico porque não tenho outro plano, e assim aproveito pra adiantar o trabalho… Quer que eu te dê uma mão com seu relatório pra terminar mais cedo? — acrescentou, me olhando de cima a baixo com um brilho nos olhos.
— Não precisa, muito obrigado — respondi, me recompondo e controlando meu impulso de aceitar uma oferta tão generosa —. Na verdade, falta muito pouco e eu ia te mandar pra você revisar na segunda de manhã.
— Bom, então se precisar de ajuda, não hesite em pedir — notei uma certa decepção na voz dela, embora logo tenha decidido exercer seu poder —. E quando terminar, em vez de me mandar pra revisar na segunda, traz aqui na minha mesa e a gente vê junto, ok?
— Eeeehhh, claro, claro — respondi, meio confuso.
Eu tinha todo o direito de ir pra casa assim que terminasse, mas não podia dizer não pra uma chefe, e muito menos pra essa chefe.
Sorrindo, Sonia foi pra mesa dela, e eu, imediatamente, peguei o celular pra escrever pra Laura. Tinha combinado de ir buscá-la assim que saísse do trabalho, então mandei uma mensagem dizendo que teria que sair mais tarde e que ligaria assim que terminasse.
Me concentrar sabendo que no andar inteiro só restávamos eu e a Sonia foi uma tarefa titânica. Dei umas olhadas disfarçadas pra trás, e nas duas vezes vi minha chefe mergulhada numa pilha de papéis na mesa dela. Isso acalmou meus ânimos, e consegui me dedicar a terminar o trabalho que estava encurtando minha tarde de sexta e sacrificando tempo com minha namorada.
Quando terminei, imprimi o relatório e alguns documentos de referência, e fui até a mesa da Sônia, que me recebeu com um sorriso caloroso.
— Terminou? — perguntou, observando os papéis que eu segurava. Eu assenti —. Perfeito, já estava entediada com essa papelada administrativa — acrescentou, abrindo espaço em sua mesa —. Por favor, sente-se.
Peguei a cadeira que estava na frente da mesa dela, mas quando fui me sentar, ela balançou a cabeça.
— Melhor ficar aqui, do meu lado — indicou, girando a cadeira lateralmente —, assim podemos ver juntos, e você pode me explicar o que levantar dúvidas.
Senti meu coração acelerar e todos os músculos ficarem tensos, mas tentei agir como um profissional de verdade, mostrando indiferença.
— Claro — respondi —, vou colocar a cadeira aqui.
Coloquei a "cadeira de visitas" ao lado da dela e, ao me sentar, notei a diferença de altura entre as duas. Sônia, na cadeira de escritório, ficava mais alta que eu, e apesar dos quinze centímetros de diferença de altura entre nós, com ela sentada de costas totalmente eretas e eu ligeiramente curvado, ela ficava acima de mim, dando-lhe um ar de superioridade bem marcante. Com qualquer outro chefe, talvez eu me sentisse um pouco intimidado, mas ao lado dela, me senti diante de uma deusa para adorar.
Coloquei os papéis na nossa frente, e minha chefe, muito interessada, girou a cadeira novamente para compartilhar a leitura, até ficar colada no meu assento sem rodinhas. A poucos centímetros de mim, sua fragrância estimulou minhas narinas. Exalava um aroma doce, como de guloseimas, mas com um fundo fresco e toques até picantes. Cheirava incrivelmente bem, quase sem vestígio do perfume que usara antes de ir trabalhar; então, o que mais aguçou meus sentidos e me embriagou foi sua essência natural excitante.
— Vamos ver o que temos aqui — disse com um tom mais íntimo pela proximidade, e imediatamente se mergulhou numa leitura rápida do documento.
Parecia completamente concentrada, com seus olhões se movendo pelas linhas que minha profissionalidade havia escrito. Eu deveria estar fazendo o mesmo, mas já sabia o relatório quase de cor, e nunca tinha tido a oportunidade de contemplar a Sonia tão de perto, então me dediquei a observá-la com cuidado, disfarçadamente, mas sem perder nenhum detalhe de cada uma de suas feições e expressões enquanto ela assimilava o que lia.
Era gostosa, objetivamente e arrebatadoramente gostosa. Cada traço do rosto dela estava em perfeita harmonia com o resto, e sua pele delicada e pálida não passava de uma tela onde um artista havia plasmado a beleza da natureza feminina, doce e selvagem ao mesmo tempo, destacando-se acima de tudo seus olhos incomparáveis. A cor verde, de perto, irisava para um cinza oliváceo, ficando ainda mais fascinante e atraente do que o esmeralda que se via num simples olhar.
«Puta que pariu, tem que ser muito idiota pra cagar o pau tendo uma gostosa dessas em casa», pensei. «E tudo por querer comer uma putinha mais nova! Quantas novinhas dariam tudo pra chegar aos quarenta e três igual a Sonia!, ela é infinitamente mais interessante do que qualquer uma delas!».
Como se lesse meus pensamentos, por uma fração de segundo, me pareceu que aqueles olhões me olhavam e seus lábios sorriam com satisfação, mas não tive certeza se aquele gesto tinha sido real ou só fruto da minha imaginação.
— Neste ponto — ela me disse de repente, apontando para o texto —, você tem certeza de que a fonte de onde tirou isso é confiável?
Olhei para onde seu dedo longo apontava com a unha de francesinha, e li com atenção o parágrafo inteiro, sentindo como ela se inclinava um pouco para mim e me encarava, esperando uma resposta, enquanto sua fragrância irresistível despertava em mim os impulsos ancestrais que tocaram tambores de guerra entre minhas pernas.
Ao levantar a vista, me deparei diretamente com o rosto dela a poucos centímetros do meu, com uma expressão severa, mostrando tensão nas sobrancelhas, lábios e mandíbula, embora seu olhar denotasse algo mais… Meu Deus, que gostosa ela era! Senti meu coração martelando nas têmporas, com réplicas nas minhas áreas mais profundas, obrigando-as a despertar com investidas de sangue quente.
— Estou completamente certo da fonte — falei quase num sussurro, pela proximidade entre nós —. Vem de informações oficiais publicadas pelo governo do Reino Unido, então temos que assumir que é a situação real hoje.
— Entendo — respondeu no mesmo tom sussurrante, relaxando o rosto para esboçar um sorriso encantador —. Parece que você tem tudo muito bem amarrado, estou gostando muito do que estou vendo…
Observando ela voltar a ler o documento, senti minhas bochechas corarem. Os olhos dela devoravam minhas palavras escritas, enquanto a mão esquerda começava a brincar com o topete mais comprido que emoldurava suas feições atraentes. Como ficava bem aquele corte e penteado!, como realçava o formato ovalado do rosto dela!, destacando suas maçãs do rosto pronunciadas e a linha da mandíbula. Com a mudança de visual, ela não tinha tentado esconder os finos fios prateados que cortavam, aqui e ali, sua juba castanha, mostrando-se orgulhosa deles, e acertando em cheio na decisão, pois adornavam seus cabelos e davam um aspecto ainda mais marcado de maturidade mais que interessante.
Contemplei a forma do seu pescoço delicado, de tom pálido, tão erótico se mostrando nu… Tinha uma pequena pinta sobre a jugular, um adorno atraente que me fez desejar ser um vampiro para morder a pele macia no lugar marcado, e me alimentar dela para que o sangue dela percorresse cada fibra do meu corpo, tornando-a minha. Os tambores bélicos redobraram com mais intensidade, e minha masculinidade terminou de despertar para ficar em estado de alerta.
Sônia me olhou de soslaio, dessa vez eu percebi claramente, e seus lábios se curvaram denotando agrado, enquanto sua vista voltava ao texto sobre a mesa. Aquele olhar fugaz, aquele bater de cílios com um Um brilho verde entre elas fez uma corrente elétrica percorrer toda minha espinha.
Sua mão esquerda distraída soltou o tufo de cabelo com que vinha brincando, e seus dedos deslizaram suavemente pelo pescoço até a camisa. Tocou a borda da peça, afastou-a um pouco e começou a passar as pontas dos dedos pela clavícula, percorrendo-a languidamente, de um lado para o outro.
Aquele gesto fez minha entreperna ficar em estado de alerta total, forçando-a a lutar contra a cueca justa e a calça, que a comprimiam, fazendo-a crescer em direção à minha coxa direita, tentando conter o inevitável aumento de grossura e comprimento.
Senti, tentando manter a impassibilidade, o calor se espalhar pelo meu corpo, mas um suspiro inconsciente e inevitável escapou quando percebi que, em algum momento, minha chefe tinha desabotoado mais um botão da camisa, deixando o decote mais pronunciado. Da minha perspectiva, meus olhos não tiveram nenhum impedimento para se infiltrar pela abertura da peça e se banquetear com as formas excitantes que encontraram ali. Aquele busto, aquela maravilha da natureza, aquelas formas femininas esculpidas com gosto refinado por uma divindade generosa, eram a expressão máxima dos meus desejos masculinos.
Minha chefe usava um sutiã branco simples, com bojos cavados, permitindo que eu visse muito mais pele leitosa do que jamais imaginei contemplar. Com o olhar, eu conseguia delinear perfeitamente o contorno daquelas duas formas globosas portentosas, apertadas e realçadas pela peça íntima, formando uma almofada macia onde qualquer cabeça gostaria de descansar até se deixar morrer no paraíso. O canal formado por aquelas duas montanhas majestosas era um desfiladeiro profundo, adornado no início com sardas minúsculas, incitando-me à luxúria de desejar invadi-lo, percorrendo seu traçado com a potência viril que pulsava dentro da minha calça.
Minha ereção atingiu o grau máximo. Dolorosamente presa pela minha roupa e escandalosamente visível, mesmo estando sentado.
Levantei o olhar tentando fugir do meu estado de alheamento, chegando bem a tempo de ver como um lampejo verde voltava rapidamente à leitura, enquanto o sorriso se alargava no rosto daquela que me perturbava.
Sonia continuou lendo, e eu tentei acompanhar a leitura, mas não consegui evitar desviar minha atenção para como os dedos da mão esquerda dela desciam da clavícula, contornando uma das bordas da abertura da blusa. Era um gesto totalmente inconsciente, tenho certeza disso, mas minha chefe estava acariciando o próprio decote na minha frente, convidando meus olhos a se perderem nele de novo. E, claro, aceitei o generoso convite.
Com o pau duro como nunca, fiquei extasiado contemplando aquele decote de tirar o fôlego, memorizando cada milímetro quadrado de pele, abandonando-o só para apreciar o conjunto inteiro daquele par de dons celestiais lutando para estourar a blusa.
Talvez fosse imaginação minha, ou meus sentidos realmente tinham se aguçado ao extremo, mas percebi de forma ainda mais clara, penetrante e terrivelmente excitante o cheiro natural da mulher que tinha na minha frente, me fazendo entrar em combustão interna enquanto minhas pupilas captavam o detalhe de como duas protuberâncias conseguiam vencer a ditadura da roupa, se marcando de forma perceptível só para quem olhasse fixamente, sendo esse o meu caso. Sem dúvida alguma, os bicos dos peitos da minha chefe tinham endurecido, e eu estava na primeira fila do espetáculo.
«Se continuar olhando assim, vai estourar a calça», pensei comigo. «E ainda por cima, ela vai te pegar e te dar um tapa tão forte que você vai achar que foram sete».
Com um esforço quase sobre-humano da minha parte, levantei o olhar, e a primeira coisa que encontrei foram os dentes brancos de Sonia maltratando o lábio inferior vermelho e carnudo. Ela o mordia num gesto de inequívoca luxúria contida, o que foi confirmado para mim quando, ao continuar subindo com o olhar, percebi que o dela, de soslaio, se projetava para baixo, cravando-se diretamente na minha virilha avantajada.
«Porra, porra, porra», repeti para mim mesmo. «Isso não pode estar acontecendo. Minha chefe, a gostosa madura que é minha chefe, tá olhando pro meu pau… E tá excitada!».
Desviei o olhar para a mesa e fechei os olhos, repetindo como um mantra: «Pensa na Laura, pensa na Laura, pensa na Laura…» Até que meu ouvido atento captou um sopro fraco, quase inaudível.
Abri os olhos e olhei de novo pra Sônia. Ela tinha voltado a ler pra terminar o documento, mas a boca tinha ficado levemente entreaberta, os lábios estavam mais corados que o normal e úmidos de saliva, enquanto as bochechas tinham um rubor mais que notável. Ela estava linda.
Tentando tirar forças de onde quase não tinha mais, sabendo que podia estar arriscando minha integridade, meu emprego, e até o relacionamento com minha namorada, me esforcei ao máximo pra ler o documento, como ela tava fazendo, pra ignorar meu estado de excitação e tensão sexual. Mas meu corpo era um coquetel hormonal, e a testosterona nublava meu julgamento, então não consegui evitar que meus olhos voltassem uma e outra vez pra contemplá-la, com olhadas rápidas em que confirmei que ela tava tão excitada quanto eu. A respiração dela tinha acelerado, de um jeito que os peitos subiam e desciam apressadamente, me deliciando com o movimento enquanto a mão dela, incapaz de ficar parada, percorria distraidamente o decote acariciando suavemente a pele.
Em duas ocasiões, pra meu orgulho e pra piorar meu estado de ansiedade, peguei o olhar dela desviando dos papéis e indo direto pro epicentro dos meus clamores por fazê-la minha.
Quem tinha começado essa espiral de tensão sexual, ela ou eu?, qual dos dois tinha arrastado o outro até aquele estado que, inutilmente, tentávamos disfarçar?. Quem era vítima e quem era Executor? O que veio primeiro, o ovo ou a galinha?...
— Uuuffff — suspirou Sônia, virando a última folha do documento pra dar por encerrada a revisão —. Que relatório mais potente! — exclamou, dando uma última olhada rápida na minha entreperna.
Será que ela tava falando do relatório mesmo, ou do que tava atraindo o olhar dela?
— Cê acha? — perguntei, chamando a atenção dos olhos dela pro meu rosto.
Minha chefe se levantou, se afastando um pouco de mim, estufando o peito e arqueando levemente as costas, fazendo uma pose que presenteou minha vista com o espetáculo das curvas dela realçadas.
«Mas que gostosa do caralho!», exclamei por dentro, sentindo as batidas do meu pau me torturando. «Pensa na Laura, pensa na Laura, pensa na Laura…»
— Claro que sim — ela respondeu —. É longo, contundente e bem delineado nas formas… Adorei!.
Será que ela tava falando do relatório mesmo?
— Fico feliz que tenha gostado — falei, suspirando —. Não sabia se cê ia achar muito… ousado ou pesado, mas tava doido pra te mostrar e você julgar o que fazer com ele.
Eu também sabia brincar com as palavras.
— E você me deixou agradavelmente surpresa — respondeu, sorrindo com malícia —, tanto que queria que fosse meu…
— Bom, depois da sua revisão já é… Onde cê quer que eu enfie?.
Sem dúvida, meu fluxo cerebral não tava dando conta, meu sangue tava acumulando em outra área, e ela tinha ganhado consciência própria pra tomar o controle das minhas palavras.
O sorriso da Sônia se alargou.
— Enfia tudo…
Pronto, acabou, uma ordem direta, e eu era bem diligente.
— …no disco rígido compartilhado — continuou, depois de engolir saliva —, o relatório e toda a documentação associada. Guarda tudo na pasta do cliente, e segunda-feira, logo cedo, vou mandar pra ele.
Sim, sem dúvida, ela tava falando do relatório. Minha integridade e meu emprego continuariam intactos.
— Certo — respondi, com um sentimento contraditório de alívio e decepção —. Então, se não precisa de mais nada, já vou indo.
— Só mais uma coisinha —disse ela, com uma expressão enigmática nos olhos. Será que era decepção?—. Já que o relatório está impresso, pode pegar o arquivo no armário pra guardar?
— Claro, já vou buscar.
Levantei rápido e fui direto pro armário que servia de arquivo histórico, do outro lado do escritório. Tava difícil andar com meu pau, durasso, colado na minha coxa direita, mas a caminhada e os dois minutos que precisei pra achar o arquivo certo me ajudaram a recuperar um pouco da compostura pra voltar pra mesa da Sônia.
O volume na calça ainda era visível, mas não tanto, me deixando andar com mais liberdade, até chegar a uns metros da minha chefe. Foi quando percebi que ela tinha recostado a cadeira pra trás, me deixando ver ela sentada de corpo inteiro, com as pernas cruzadas apontando pra mim, enquanto o olhar dela ficava fixo em como eu me aproximava, e os dedos dela voltavam a acariciar o pescoço e a clavícula.
Aquele frio na barriga voltou de novo, se espalhando na velocidade de um raio até minha virilha, que reagiu parando de recuar.
A só uns dois metros da minha chefe, ela me esperando sentada, minha perspectiva enquanto me aproximava me deu uma vista aérea espetacular da abertura da blusa dela, fazendo soar os clarins na minha cueca pro meu soldado fiel ficar em posição de sentido. Quando cheguei na frente dela, contornando a mesa e fingindo total normalidade, me plantei com meu um e oitenta e cinco diante dos olhos verdes dela, com um pau duro feito uma vara.
A Sônia ficou olhando sem vergonha pra forma fálica que se marcava escandalosamente na minha calça fina, então eu não tive nenhum pudor em aproveitar minha perspectiva privilegiada pra admirar a plenitude dos peitos dela através do decote incrível.
— O arquivo —falei, entregando pra ela.
Minha espectadora levantou o rosto e nossos olhares se encontraram. Os olhos dela brilhavam com reflexos verdes e as chamas da excitação dela. Ela pegou o fichário com uma mão e, sem nem olhar, afastou deixando-o sobre a mesa.
Me olhou da cabeça aos pés, subindo de novo com uma parada na minha cintura, que a fez morder o lábio, para alcançar meu rosto de novo enquanto eu estava perdido na sacada dos peitos deliciosos dela.
— Adorei —disse, quase num sussurro—. E sabe que não tô falando do relatório…
Meus olhos voltaram pro rosto lindo dela, cuja doçura habitual tinha se transformado numa expressão de pura safadeza.
— Sei —respondi, quase sem fôlego ao perceber que tinha interpretado todos os sinais certinho—. Você me enlouquece, Sonia…
— Já tô vendo, já —disse ela, voltando o olhar incandescente pra minha tremenda evidência—. Tá claro que o bilhete que você me escreveu não era só um elogio… Garoto, você tá potente demais…
— Só queria te animar porque fiquei sabendo do que tinha acontecido com você —senti o rubor queimando nas minhas bochechas—. Mas coloquei o que realmente penso, e como vê, não posso negar…
— Então conseguiu seu objetivo —o olhar dela ia direto do meu rosto pro meu volume, assim como o meu ia do rosto dela pro decote—. Conseguiu fazer um estalo na minha cabeça, e voltei a me sentir mulher, não o trapo humano em que tinha me transformado.
— Você nunca poderia ser um trapo —falei, sentindo o pau pulsar cada vez que ela mordia o lábio de novo—. Sempre me pareceu tão gostosa… desde o dia em que te conheci…
— Você é um amor. Não imagina como é gratificante um garotão novo olhar pra uma mulher do jeito que eu percebi que você me olhava… Por isso seu bilhete me agradou e… me excitou. Então decidi que era hora de recuperar esse seu jeito de me olhar.
— Ufa, Sonia, é que cada dia você tá mais gostosa!
Ela soltou uma risada encantadora.
— Para de me elogiar, ou no fim vai subir à minha cabeça —disse, toda satisfeita com minha apreciação—. Além disso, esse troço que você guarda na calça já me diz o que pensa de Mí…
Olhei pra minha própria virilha, até então só tinha dado uma olhada rápida pra conferir se tava na cara, e confirmei que, tanto a cueca quanto a calça que eu tinha escolhido naquela manhã, não deixavam espaço pra imaginação. Meu pau se destacava claramente marcado na roupa, saindo do púbis e se estendendo pela minha coxa direita, como uma anaconda grossa e comprida procurando uma saída pro seu confinamento doloroso.
Voltei a olhar pra minha chefe e sorri, mas naquela pausa em que a gente se encarou e prendeu a respiração, minha consciência despertou: «Ale, muito bem! Ela já sabe que você fica durasso por ela, e você já sabe que você a excita, ou que ela gosta de te excitar, ou sei lá o quê! Mas você sabe que não pode rolar “putaria” com sua chefe, nem no escritório, nem com ninguém que não seja a Laura. Então já tá na hora de pegar o trabuco e levar pra sua dona legítima: SUA NAMORADA».
— Bom — falei, cortando o silêncio que tinha se formado —, acho que devo…
— Receber minha gratidão por me ajudar a sair do buraco — ela me interrompeu.
Ela descruzou as pernas, girou a cadeira uns centímetros pra frente e, mordendo o lábio, alcançou minha virilha com a mão direita, acariciando todo o contorno e comprimento do meu falo preso.
Um gemido leve escapou dos meus lábios ao sentir aquela carícia tão gostosa, enquanto ela empurrava a cadeira com os pés, se aproximando ainda mais de mim, até ficar a só alguns centímetros da minha pélvis, aproveitando que minhas pernas tinham se aberto em resposta à mão dela.
Me olhando nos olhos com um sorriso excitantemente perverso, ela usou a outra mão pra desabotoar minha calça e baixá-la até o meio da coxa.
— Mmmm… — ela soltou, aprovando minha cueca de tecido elástico marcando o volume.
Minha namorada adorava esse tipo de peça, e como naquela tarde eu ia encontrar ela, tinha escolhido de propósito.
Laura ocupou minha cabeça de novo, mas a manobra da Sonia pegando meu pau pra mover ele… Na minha calcinha, girando ela como se fosse o ponteiro de um relógio pra colocar apontando pras doze, ela chutou pra fora dos meus pensamentos.
Minha chefe me olhou de novo com aquele sorriso perverso de safada madura, e eu fiquei extasiado admirando o brilho dos olhões dela, a sensualidade dos lábios e a profundidade do decote. Ela puxou a peça que atrapalhava as intenções dela e desembainhou minha arma, mostrando ela em todo seu esplendor: dura como aço, com o tronco cheio de veias grossas e a cabeça arredondada, molhada e rosada.
— Porra, garoto! Como você é bem dotado! — exclamou minha fraqueza profissional, satisfeita, empunhando minha piroca com vontade.
Uma gargalhada escapou de mim. Primeiro de prazer pelo elogio, e segundo porque, em quase três anos, nunca tinha ouvido minha chefe falar um palavrão ou falar daquele jeito.
— Valeu — respondi, sorrindo pra ela e sem acreditar no que tava rolando—. Foi você que me deixou assim.
— Então ela me pertence — garantiu, acariciando ela com a mão, percorrendo toda a grossura e o comprimento: pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, fazendo brotar mais umidade da ponta.
«Não!», gritou minha consciência, sem ninguém ouvir. «Ela pertence à Laura!».
A punheta lenta e suave que aquela mulher experiente tava me dando me deixou surdo pra qualquer reprovação dos meus princípios.
— Hummm, adoro — completou Sônia, mantendo a massagem no meu pau—. Ia fazer o babaca do meu ex ficar pálido…
Aquela forma de me masturbar, depois de tanta tensão acumulada, tava me matando, então eu não ia demorar pra achar alívio pra aquela tortura na minha resistência jovem.
— Sabe quanto tempo faz que não como uma piroca?, uma piroca boa?. Acabou a seca….
Aquelas palavras não combinavam com aquela boquinha linda, com a correção no jeito de falar da minha chefe. Nela, soavam muito mais excitantes do que em qualquer outra mulher.
— Pode aparecer alguém e nos pegar — falei, sem fôlego, tentando recuperar a sanidade no último instante. Ninguém aparece por aqui numa sexta à tarde —sussurrou a rainha das minhas fantasias—. Ninguém vai me impedir de devorar essa piroca…
Suas palavras foram confirmadas quando seus lábios rosados tocaram minha glande enquanto sua cabeça descia, fazendo a cabeça da minha piroca invadir sua boca quente e molhada, deslizando suavemente sobre sua língua enquanto o tronco penetrava entre suas pétalas sedosas.
— Aaaaahhhh! —gemi, me sentindo no paraíso.
«Vou arder no inferno por ser um filho da puta infiel, junto com o ex-marido dessa mulher incrível», pensei por um instante. «Mas vai ter valido a pena».
Sonia tinha uma boquinha de lábios carnudos e formato bonito, mas parecia delicada e pouco dada a apreciar comida, no entanto, as aparências enganam. Sua boca era gulosa, chupando com voracidade minha banana, apertando com os lábios e devorando toda a carne que conseguia abrigar, até eu sentir que tocava sua campainha.
Sua maciez, calor e umidade, e a pressão dos lábios, língua e céu da boca, fizeram minha piroca vibrar dentro daquela cavidade maravilhosa, me fazendo sentir minha próstata bombear um fluxo repentino de líquido seminal pelo cano da minha mangueira grossa.
— Sonia, Sonia, Sonia…! —gritei.
Ela fez ouvidos moucos ao meu aviso, se limitando apenas a desencravar minha glande da garganta para, sem parar de chupar, tirar a piroca da boca sem pressa, até fazê-la explodir dentro dela.
Gozei apertando os dentes, abafando um grunhido animal. Meu músculo pulsou dentro da boca da minha chefe, jorrando jatos de esperma fervente que minha próstata propelava com toda a fúria da tensão acumulada. Inundei com meu elixir aquela boquinha, saturando-a com meu gosto de macho, e me deliciei vendo como as bochechas de Sonia inchavam como as de uma trompetista. Mas logo voltaram a se contrair para dentro, fazendo eu sentir no meu membro convulsionante uma sucção incrível, que o obrigou a continuar disparando com fúria. todas as reservas acumuladas até aquele momento.
Sonia engoliu as primeiras e abundantes descargas de porra que tinham enchido sua boca e, fazendo um suave vai e vem com a cabeça, chupou meu pedaço de carne até extrair dele seu último e agônico estertor, com uma sucção final que terminou fazendo brotar minha glande avermelhada de entre suas pétalas com um estalo.
Fascinado, contemplei como os olhões da minha boqueteira se abriam e me olhavam fixamente enquanto, com a boca fechada, ela saboreava e engolia os últimos jatos de leite que tinham se estourado contra seu céu da boca.
Nunca teria imaginado algo assim vindo dela, sempre tão doce e contida, tão correta, tão formal e educada… Essa transformação numa mulher lasciva, faminta e gulosa no momento de paixão se tornou uma revelação que jogou ainda mais lenha nas fogueiras das minhas fantasias com ela.
«Senhora na rua e puta na cama», pensei com satisfação. «Sem dúvida, a experiência é um grau».
Por norma geral, as garotas que rondavam minha idade, pelo menos aquelas com quem eu tinha estado, agiam no sexo exatamente como se mostravam na vida. A que era puta, era puta; a tímida, era tímida; a egoísta, egoísta; a generosa, generosa… Mas a lição que a Sonia acabava de me dar a tornou muito mais misteriosa e atraente do que qualquer outra garota que eu tivesse conhecido, e a lição não tinha feito mais que começar.
— Mmm… Pois é, você me excita mesmo, sim — ela me disse, com um sorriso sedutor—. Você entrou em erupção rapidinho…
— Sonia, me desculpa — tentei me desculpar, vermelho como um tomate—. Você me deixou tão tesudo… Eu te avisei…
Minha chefa riu gostoso.
— Você não tem que se desculpar, eu adorei. Pena que não deu tempo de aproveitar mais. Deve ser por causa da sua juventude… Você é tão jovem… — afirmou, observando que minha ereção se mantinha meia-bomba— E você é tão gostoso…
A mão dela acariciou minhas bolas com doçura, me causando um formigamento que me fez estremecer.
— Uuuuffff… — suspirei— Você é incrível, e se você continua por esse caminho…
— Ah, é? — ela perguntou, espalhando as carícias pro músculo que se recusava a relaxar — Então foi só um aperitivo, e eu tô com tanta fome…
Os olhos dela brilhavam com uma luxúria incontrolável, e eu percebi que, enquanto a mão esquerda acariciava o pau pra cima e pra baixo, mantendo ele duro, a outra descia pra própria buceta dela, esfregando por cima da calça.
Meu pau endureceu de novo. A situação era tão proibida e excitante, e minha chefe tão gostosa e experiente, que ela tinha razão. Minha gozada apressada tinha sido só um aperitivo, fruto de uma tensão incontrolável, que tinha chegado num ponto que meu corpo inteiro pedia pra dar o melhor de mim pra chegar numa satisfação completa.
Vendo como aquele pedaço de carne revigorava na mão dela, a Sônia não hesitou em se aproximar de novo, esticando a língua pra lamber devagar desde as bolas até a ponta, provocando uma ereção que fez ela sorrir, enquanto a mão direita enfiava na cintura da calça pra se acariciar suavemente por baixo da roupa.
Eu só conseguia suspirar, mudo e na expectativa, curtindo as sensações e o espetáculo que ia alimentar pra sempre meus sonhos molhados. Parecia incrível que aquela mulher linda e experiente, aquela deusa inalcançável de sabedoria e doçura, estivesse se tornando terrena pra se deixar dominar pelas paixões, me mostrando uma faceta insuspeitada de uma mulher no cio. E eu era o culpado por essa transformação!
A língua dela rodeou minha cabeça, e os lábios pousaram nela dando um beijo. Percorreram suavemente, envolvendo pra se enfiar entre eles alguns milímetros, enquanto a ponta da língua apalpava brincando com ele. Ela deixou sair, e foi descendo depositando beijos por todo o comprimento do tronco, me fazendo sentir a maciez dos lábios carnudos dela em todo meu pau.
— Adoro sentir como ele tá ficando duro — ela disse, voltando a acariciar ele com a mão. mano enquanto beijava minha virilha—. E ainda mais que seja por mim…
— Porra, é que eu não sou de pedra —falei entre os dentes.
— Pois de pedra quero que ele fique na minha boca… —sentenciou, com um sorriso safado.
Partindo do escroto, passou a língua inteira pelo tronco da minha hombridade, segurando ele pra cima, dando uma lambida que fez um arrepio percorrer minha espinha, me obrigando a arquear e empurrar a pélvis pra frente. Quando chegou na ponta da minha ereção, quase completa, abaixou e guiou entre os lábios dela pra, com a ajuda do meu empurrão suave, penetrar a boca sugando o máximo de músculo que conseguia.
Meu pau virou um menir naquela cavidade divina que o envolveu, atingindo a grossura máxima, enquanto eu sentia os lábios da Sonia apertando de um jeito enlouquecedor a só uns dedos do meu púbis, e a garganta dela acolhia minha cabeça como se pudesse engolir ela. Nunca na vida tinha recebido um boquete tão profundo!, e quem diria que minha chefe era uma verdadeira engolidora de espadas?. Era uma loba em pele de cordeiro, melhor ainda do que qualquer uma das minhas fantasias!.
Olhei pra ela com fascinação total, e vi como ela se jogou pra trás abrindo os olhos verdes enormes pra encarar meu rosto desfigurado de prazer, enquanto desencaixava a cabeça grossa do meu cetro da garganta dela e sugava de novo com força, fazendo meu sabre surgir entre os lábios dela, que apertavam massageando todo o comprimento até circular a glande de novo, e fazer ele sair com um estalo.
— Uuufff, Sonia —falei, depois de um breve gemido de gosto—, assim você me mata…
— Você é tão gostoso —respondeu, com cara de safada, sem parar o movimento da mão se esfregando na entreperna por baixo da roupa—, que quero te comer inteiro…
Sem mais delongas, os lábios dela voltaram a pegar minha lança e sugaram ela pra dentro da boca, me fazendo tremer de prazer, e me presenteando com a visão do fogo esmeralda do olhar dela enquanto meu pau sumia entre os lábios dela. Pétalas sedosas, afundando suas bochechas.
Como se fosse um Chupa Chups, minha chefe se deliciou percorrendo toda a cabeça da minha pica com os lábios, lambuzando ela de saliva, deslizando entre eles, fazendo ela entrar e sair, acariciando o freio com a ponta da língua, me enlouquecendo com suas chupadas gulosas. E tudo isso sem parar de me atravessar com aquele olhar cheio de tesão, me deixando aproveitar a melhor vista possível do decote dela, e se massageando o clitóris por baixo da calça com devoção.
Com minha pica na boca, ela começou a gemer com o trabalhinhos digitais que ela mesma tava fazendo. Ela tava se masturbando com gosto, curtindo quase tanto quanto eu, e eu percebi que ela tava enfiando os dedos bem fundo quando engoliu meu pepino com uma voracidade danada.
— Uuuummm, Soniaaaaahhh — eu gemi, sentindo os lábios dela me apertando tão lá embaixo que a garganta acolheu a ponta da minha lança.
Minhas pernas fraquejaram com a força da sucção e o prazer que ela me deu. Tanto que, sem perceber, tive que me segurar colocando as mãos na cabeça dela. Ela gemeu por causa do efeito dos dedos explorando os lugares mais fundos da bucetinha encharcada dela, mas também gemeu aprovando que eu a segurasse daquele jeito.
Comecei a suspeitar seriamente que ela ficava excitadíssima por eu achá-la irresistível, e que meu prazer extremo por causa da habilidade dela era um tesão a mais. Talvez aquilo fosse um alimento pra autoestima ferrada dela: O ex-marido tinha chifrado ela e acabado com o casamento por causa de uma novinha de vinte e poucos anos, deixando ela numa depressão. E o fato de um cara de vinte anos ter reparado nela, se mostrando selvagemente atraído pelos encantos dela, e se derretendo nas mãos dela, devia ser um puta afrodisíaco pro ego dela.
Ela chupou com gula toda a minha pica, fazendo ela deslizar entre os lábios, tirando ela enquanto envolvia com força com a boca toda, transformando aquele boquete na experiência sexual mais intensa que eu já tinha tido. nunca. Quando cheguei no limite, meu estado era tal que eu já não respondia pelos meus atos. Minhas mãos apertaram a cabeça dela, e minha pélvis empurrou pra frente pra penetrar ela de novo. Sonia gemeu com a boca cheia de carne, fechando os olhos pra se entregar, e percebi que ela enfiava a mão com mais força na própria buceta.
Vendo que aquilo, longe de intimidar ou parecer brusco, tava agradando ela, enfiei meu pau até onde senti que ela conseguia engolir, e tirei devagar, ouvindo o som da saliva dela sendo sugada enquanto meu músculo surgia entre os lábios dela. Se eu não tivesse gozado instantes antes, teria gozado naquele momento. Mas agora eu tinha margem pra curtir um pouco aquilo.
Comecei um vai e vem de quadril, suave pra não machucar minha deusa oral, mas constante, fazendo meu aríete entrar e sair várias vezes entre as pétalas lubrificadas dela, enquanto ela gemia se masturbando no ritmo que minha pélvis marcava.
Perdi totalmente a noção do tempo, completamente entregue a foder aquela boca maravilhosa como nunca tinha feito antes, aproveitando a pressão e fricção dos lábios dela, o calor e a umidade da cavidade, a potência da sucção... Até que Sonia afastou minhas mãos da cabeça dela, me indicando pra parar.
"Agora é quando eu meto e dou o que tô segurando há quase três anos", pensei.
Mas não, aquele não era o plano imediato da minha chefe. Ela tava se divertindo pra caralho comendo meu pau jovem enquanto se masturbava avidamente. Então tava disposta a retomar o controle, acelerando o ritmo da mão dela pra esfregar o clitóris com vontade, enquanto saboreava meu músculo com mais gula, alcançando um poder de sucção incrível e um movimento frenético de cervical, digno de um cabeludo no auge de um show de Heavy Metal.
Aquilo ia ser meu fim. A voracidade do boquete era sublime, um canto ao apetite sexual, uma ode à generosidade de proporcionar prazer alheio, uma autêntica apologia da felação...
Com Com os dentes apertados, quase sem respirar, aproveitei a gratificação profissional impensável que minha chefe estava me dando, tentando aguentar o máximo possível para que aquilo não acabasse de forma precipitada. Mas essa batalha eu já tinha perdido de antemão.
Sonia gemia com a boca cheia de pau, incessantemente, na mesma velocidade com que se acariciava e me devorava, me fazendo perceber que o próprio orgasmo dela era tão iminente quanto o meu.
Meu corpo inteiro vibrou, e pensei que era o fim, mas não. O que vibrava era meu celular no bolso da calça.
«Mas quem porra vai me ligar agora?», me perguntei, conseguindo me desligar por uns instantes do prazer sublime. «Como se eu estivesse em condições de atender ligações agora!».
A vibração parou, e todos os meus sentidos voltaram a se concentrar no que acontecia na minha região pélvica. Minha chefe não parecia ter notado a ligação, focada em explodir de prazer e me arrastar junto. Estávamos prestes a cair os dois no abismo, mas…
“Bzzzzz, bzzzzz, bzzzzz, bzzzzz…!”
«Outra ligação?», pensei, fora de mim. «Mas quem pode ser tão sem noção e chato?».
Dessa vez a ligação foi mais longa, ou pelo menos me pareceu, até que a vibração irritante parou sem que Sonia desse sinais de ter notado nada. Mais que isso, não só não se distraiu, como avançou na busca pelo orgasmo até presentear meus ouvidos com gemidos abafados enquanto gozava, quase arrancando meu pau, mas sem tirá-lo da boca.
«Não, se no fim vou ter que agradecer a quem me ligou por ter me distraído…» passou rápido pela minha cabeça.
Mas o êxtase orgásmico de Sonia acabou me liquidando. A pressão dentro da boca dela, com efeito de ventosa, me fez sentir que meu pau explodia como um cartucho de dinamite dentro daquela caverna. Gozei como uma garrafa de champanhe chacoalhada e destampada, como um gêiser de esperma fervendo que atacou o céu da boca e a língua da minha chefe, cuja sucção esvaziou rapidamente em direção à garganta dela o elixir varonil, enquanto ela ainda curtia os últimos ecos do orgasmo dela.
Minha musa bebeu da fonte da minha excitação, consumindo o delírio dela e o meu até que ambos morreram, um na buceta dela, e o outro na boca dela. E, por fim, libertou o prisioneiro violáceo do seu cativeiro, depositando um beijo suculento na cabeça redonda dele, para se deliciar com a sobremesa da minha última descarga antes de engolir.
Com a respiração de um maratonista, fiquei maravilhado vendo como minha chefe gostosa eliminava todo vestígio do que tinha acabado de rolar ali, chupando os dedos lambuzados com os próprios sucos dela de um jeito incrivelmente provocante. Mas meu soldado corajoso já não tinha forças pra entrar em batalha, pelo menos por um tempo.
"Melhor que isso tenha acabado assim", pensei. "Sem chegar a transar de verdade. Assim, talvez, não queime no inferno por toda a eternidade por ser infiel à minha namorada. Com vinte chicotadas da minha consciência, dez por gozada, já é castigo suficiente."
Diante da evidência de que aquilo tinha acabado, e num ataque pueril de vergonha pela decadência das minhas tropas, subi a cueca e a calça, abotoando sob o olhar atento da minha capitã-general.
— Tá com pressa? — ela perguntou, com um tom meio decepcionado.
— N-não — consegui falar, ficando vermelho igual um pimentão —, acho que não.
— Que fofo! — exclamou, divertida —, e agora você fica com vergonha… Quando acabou de foder minha boca e gozar dentro dela… — acrescentou, mordendo o lábio.
— Eu… — a verdade é que não sabia o que dizer — Você me deixa tão louco que acho que perdi o controle… "E eu tenho namorada!", gritou minha consciência.
— Bom, reconheço que eu também perdi o controle. Nunca tinha ficado tão tesuda…
Continuei alucinando com esse jeito de falar da minha chefe, tendo perdido todo o formalismo pra que as palavras dela soassem afrodisíacas nos meus ouvidos.
— …mas, claro, você passou a tarde inteira olhando pras minhas tetas e marcando um volume do pra arrebentar sua calça… E você é tão gostosa…
Os olhos dela, ainda brilhando de luxúria, me examinaram de novo de cima a baixo.
— É que, Sônia, não consigo parar de te olhar porque você é tão gostosa… E esse decote…
— Tá falando disso? — perguntou com malícia, enquanto desabotoava mais um botão, me convidando a me perder naqueles Alpes suíços.
— Que par de peitões! — exclamei, verbalizando meus pensamentos de outras vezes —. Só comparáveis a esses olhões que me hipnotizam desde que te conheci — suavizei o tom no final.
Sônia riu de verdade. Uma risada cantarolante que não se ouvia naquele escritório há meses.
— Você é um sedutor completo — disse ela, se recompondo e levantando —. Vem cá — completou, passando as mãos no meu pescoço, colando o corpo voluptuoso no meu e oferecendo aqueles lábios que já tinham me derretido.
“No fim, vou queimar junto com o ex dela”, pensei.
Minhas mãos a seguraram pela cintura sinuosa, meu rosto desceu ao encontro do dela, e minha boca tomou seu fôlego para me entregar a um beijo apaixonado.
A língua experiente que tinha agradado minhas mais baixas paixões virou uma enguia escorregadia na minha boca, acompanhada pelo meu músculo úmido em suas contorções eróticas para juntas dançarem uma dança sensual.
Aquele beijo era tão fogoso e excitante, e num ambiente tão alheio a qualquer ritual amoroso, que senti meu corpo todo vibrar de novo. Mas Sônia também sentiu, porque o centro da vibração estava na minha coxa esquerda, colada nela.
— Porra! — disse ela, se afastando —. Outra ligação? Deve ser importante mesmo…
— Você percebeu as anteriores? — perguntei, surpreso.
— Júlio, eu tava chupando sua rola… — respondeu, piscando um olho verde-acinzentado bem de perto.
Como me excitava ela falar assim comigo!
— …então dava pra ouvir o zumbido do celular toda vez que eu me abaixava um pouco mais — concluiu, me dando outra piscada fascinante —. Vai, atende. pra fazer três ligações quase seguidas, sim, deve ser importante.
Sorrindo, besta com a beleza dela, tirei o celular vibrante do bolso e fiquei pálido ao olhar a tela.
— Vai, atende! — insistiu minha chefa, com um tom autoritário.
— Alô?... — falei, atendendo e levando o aparelho ao ouvido—. …Ah, sim? Desculpa, tava… muito ocupado… — completei, vendo a Sonia se divertindo ao ver minha cor mudar do branco frio pro vermelho quente— …Tá bom, tá bom, já terminei, já vou descer.
Desliguei a chamada e engoli seco.
— E então?, era importante? — me interrogou minha fraqueza profissional, cruzando os braços debaixo dos peitões dela.
— Sim, era minha namorada — não consegui, nem quis mentir—. Queria me dar uma surpresa… Tá me esperando no bar lá embaixo.
— O quê?! — gritou a Sonia, possessa—. Você tem namorada?. Mas, mas… você não me contou!.
— Bom, nunca surgiu oportunidade… — me desculpei fracamente, me sentindo o ser mais escroto do mundo.
— Nunca surgiu oportunidade?! — a Sonia tava furiosa como nunca vi, vermelha de raiva e com o rosto desfigurado—. E antes de eu meter sua pica na minha boca, foi o quê?.
Naquele momento, a linguagem dela não me excitou nada, caiu como um tapa invisível.
— Desculpa, Sonia…
— Sai da minha frente! — os olhos lindos e expressivos dela brilhavam, mas não de tesão, e sim de uma raiva incontrolável.
Me senti intimidado, minúsculo, feito um grão de sal numa salina, incapaz de sustentar aquele olhar, porque não tinha argumento nenhum pra isso.
Feito um cachorro surrado, mas me sentindo mais vil que uma doninha, virei as costas e fui embora.
"Só vinte chibatadas?", perguntou minha consciência. "Se prepara pra cem… E o castigo da sua chefa.
6 comentários - Sônia, minha chefe gostosa. Parte 2