Já faz vários anos que sou amigo de um cara da faculdade com quem compartilho várias coisas além da nerdice, típico você gostar da mesma gostosa ou dessas merdas. Uma vez saímos com duas amigas que não conhecíamos muito, e eu acabei pegando uma e ele a outra. Na hora, ele, Jorge, falou que a gente tinha que animar elas, mas a minha mina não queria fazer NADA, porque era fiel ao namorado que morava em outro país, tipo, eu tava fazendo papel de trouxa basicamente, mas mesmo assim me diverti pra caralho. Depois disso, cada um seguiu sua vida, terminamos a faculdade, e sempre rolou uma boa onda, a gente troca ideia pelo face de vez em quando e se vê de vez em quando. Ele agora tá saindo com uma mina de 25 anos, a gente tem 27 ambos. Essa mina é morena, muito gostosa, um corpo realmente muito lindo, com umas cadeiras largas, ideais pra agarrar com força, que te desmontam. Eu, por outro lado, também tô saindo com uma mina, Maria, com quem tô morando junto em La Plata. Outro dia propus pra ele vir pra La Plata, ele é da zona norte, com a mina dele, Andrea, pra dar uma volta pela cidade e passar um fim de semana como turistas. Depois de insistir um pouco, eles aceitaram, e no sábado eles vinham. A gente falou pra virem na hora que quisessem, eles chegaram bem cedo. Quando tocou a campainha, a gente tava na cama transando devagar de conchinha, e eles cortaram o nosso sexo. Mesmo assim, a Mari ficou um tempo sozinha enquanto eu fui atender. Eles entraram, a luz do sol entrava pela janela, é um apartamento muito claro. A gente fez uns mates e foi pro pátio interno, eles tinham vindo com sonhos e tudo. Perguntei como tinha sido a viagem e essas coisas. A Mari ainda tava no quarto, então, com a desculpa de pegar o celular, entrei e vi ela se tocando. Que lindo é ver ela assim, curtindo o corpo dela, ela tinha ficado muito excitada. Eu voltei pra eles. Como o banheiro fica fora do quarto, pra ir ao banheiro ela tinha que sair e ia me ver com certeza, então ela saiu e veio direto cumprimentar assim como estava, o cabelo um pouco... revirado e super relaxada, aquela situação me excitou pra caralho. A Andrea, namorada do Jorge, parecia meio desconfortável no começo, mas se cumprimentaram e bateram um papo, depois a Mari foi tomar banho. A gente conversou mais um pouco e saímos pra passear pela cidade.
Depois de passar o dia inteiro juntos, notei que a Maria e a Andrea estavam se dando super bem, falavam de tudo, como duas amigas, tinham códigos parecidos. A gente também se conhecia bem e sempre teve uma química foda. Aí lembrei daquela fantasia que a gente teve com o Jorge quando conhecemos aquelas duas minas que falei no começo. E pelo jeito que ele olhava pras garotas, tinha certeza que ele também tava lembrando. Mal chegamos em casa, coloquei uma música e falei pro Jorge me acompanhar pra comprar umas coisas, fomos no supermercado. Quando chegamos, falei:
- Cara, as minas tão se dando bem
- É, não param de falar
- Sim, e o que achou da Maria?
- Ela é muito gente boa, e muito gostosa
- É, gosto muito dela, a gente se entende bem, e com a Andrea como que tá? Ela também é muito gostosa!
- É, já faz um ano que a gente mora junto
- E tá tudo certo?
- Sim, com altos e baixos, mas de boa!
- Você não vai ficar puto se eu contar no que eu tava pensando agora?
- Não, fala
- Lembra quando a gente queria pegar a Bety e a Caro?
- Lembro, sim
E aí ele ficou um tempão pensando, nisso a gente chegou no supermercado, certeza que deixei a cabeça dele a mil, viajando, imaginando a festa que a gente podia fazer com os quatro. No meio do supermercado ele me fala:
- Você toparia um troca-troca?
- Sei lá, o que rolar, sem forçar!
- Cê acha?
- Você não curte a ideia?
- Até que sim, me excita pra caralho
- Vamos comprar algo gostoso pra beber? Cê acha que a Andre vai embarcar?
- Sinceramente, não sei
- Beleza, a gente vai vendo, no máximo elas dormem aqui e não rola nada, a gente tem um colchão inflável de casal que é bem confortável.
- Beleza, vamos ver como a coisa se desenrola
Aí acendeu a lâmpada na minha cabeça e mandei uma mensagem pra Mari
“Tô com muita vontade de realizar uma fantasia contigo esta noite, topa foder enquanto Jorge e Andrea nos observam?"
Conhecendo a Maria, eu sabia que ela ia dizer que não, que nem fodendo, etc., mas também sabia que aquela mensagem ia deixar ela com tesão, imaginava ela lendo perto da Andrea, sempre falamos sobre ficar com outra pessoa, nos excita muito.
Enquanto voltávamos, eu percebia o Jorge cada vez mais excitado, eu também tava, antes de chegar ele disse:
- "Beleza, mas se a Andre não quiser, a gente não faz nada."
Voltamos, cozinhamos uma delícia enquanto tomávamos um vinhozinho, música boa, um baseado. Aí a Mari me chama e me leva pro quarto. Será que ela ficou puta?
- "É sério a parada da mensagem?"
- "Mandei pra te deixar com tesão, meu amor"
Chego perto, dou um beijo suave nos lábios dela, um mais profundo, me aproximo do ouvido e falo:
- "Eu me imaginava te comendo de quatro e eles do nosso lado também se pegando, vendo como vocês aproveitam, vendo os corpos de vocês, me excita muito imaginar isso"
- "Sim, eu também" – ela fala enquanto leva um dedinho à boca.
Na hora começamos a nos pegar feio, caímos na cama e comecei a beijar ela enquanto apalpava os peitos dela, num segundo parei, falei:
- "Beleza, agora tu tem que convencer a Andrea"
Saímos e o Jorge e a Andrea estavam se beijando no quintal, o Jorge tinha as mãos na bunda dela, fizemos de conta que não vimos nada com a Mari, que me olhava com um tesão nos olhos que não dava mais. Parecia que era possível, eu pensava, finalmente, vai rolar, olhava pra Andrea, a carinha doce, aquela bunda que eu queria ter nas mãos, imaginava ela gozando com ele, recebendo a pica do namorado.
O Jorge e a Mari também se olhavam cada vez com mais desejo, ela olhava o peito dele, as pernas, o rosto, me olhava, que percebia tudo, e sorria ficando vermelha.
Comemos e enquanto a conversa ia ficando cada vez mais divertida, fumamos um pouquinho, fizemos uns fernets, e logo estávamos os quatro morrendo de rir e conversando sobre As coisas que a gente gostava de fazer pra se esquentar, entre uma coisa e outra, Maria se aproxima, me olha nos olhos e me dá um beijo longo enquanto por baixo me agarra a pica com força, ela já tava a ponto, não aguentava mais de tesão.
Andrea tava chupando o Jorge, eu levantei, coloquei algo pra dançar e do nada a gente tava dançando os quatro uma cumbia colombiana, e já cada vez mais perto de pegar todo mundo junto.
Então falo pro Jorge me acompanhar até o quarto, que a gente tinha que montar o colchão dele (do lado do nosso sommier), ele vem, quando a gente tá no quarto ele me abraça e começamos a encher o colchão pensando que já não íamos usar porque a gente ia acabar fodendo os quatro no sommier.
— Cê tá de pau duro, né?
— Sim, não aguento mais — Um volume grande dava pra ver crescendo na virilha dele
— Eu tô muito quente, para, tem regras ou não?
— Melhor a gente ver como pinta
— Cê falou pra Andre?
— Falei, mas ela tá meio cagona.
— Bom, se não rolar, não rola
Saímos pro pátio e a Mari tava com a mão por trás das costas da Andre, falando pertinho da orelha dela e rindo, elas tavam lindas.
— Por que a gente não vai deitar? — disse a Andrea do nada
— Vamos dançar mais um pouco e depois a gente vai
Começamos a dançar e na quarta música eu levei a Maria contra a parede e a gente tava se apertando pra caralho, Jorge fez o mesmo com a Andrea, falei pro Jorge irem pro quarto e usarem o sommier, que a gente ficava mais um pouco no pátio. Eles foram pra cama e eu e a Mari tiramos a roupa devagar, eu desabotoava a camisa dela, ela o cinto, a situação toda tinha deixado ela muito puta. A gente foi contra a parede, ela de costas, e comecei a beijar o pescoço dela devagar, a colocar uma mão na boca dela, tocando ela suavemente, o pescoço, a cintura, a raba. Enquanto eu chupava o pescoço e as orelhas dela, minhas mãos avançavam pela cintura até os peitos dela. Passei uma mão por baixo da calça dela e comecei a masturbar ela devagarinho, ela gemia, tava completamente entregue, a gente tava Nisso, a gente ouve um gemido vindo do quarto, uhhh, ficamos a mil, a Maria tava molhadíssima de tanto imaginar putaria o dia inteiro, e eu acariciava o clitóris dela devagarinho com uma mão, um peito com a outra, deslizava entre meus dedos, e dava beijos no pescoço dela. Tava com o mamilo dela entre o dedo indicador e o polegar, acariciando, apertando. Enfiei dois dedos na buceta dela, tirei e coloquei na boca dela, ela chupou os próprios sucos. Aí peguei ela pela cintura, fomos até a porta do quarto pra ouvir mais, e abri um pouquinho pra ela espiar enquanto eu abraçava ela por trás. Eu não conseguia ver muito, ela olhava pela fresta, se tocando nos peitos. Tirei a camiseta e a calça, ela tirou o sutiã e baixou um pouco a calça. Olhava e mordia os lábios. Lá dentro, o Jorge tava de bruços, em cima da Andrea, que também tava de bruços com o travesseiro na cintura, mostrando a bundinha, eles tavam fodendo com tudo quando ouviram a gente abrir. A Andrea olha pra cara da Mari, que tava na porta olhando e se tocando toda, e morde os lábios, fica muito excitada, dá pra ouvir o gemido da Andrea, ah ah ah, e os dois gozam juntos, exaustos se jogam na cama. Aí a gente entra e deita do lado, na mesma posição que eles.
- Com licença.
A Andrea parecia meio assustada, mas logo se acalmou vendo a cara da Maria, que tava vermelha de tanto tesão. A gente se deitou devagar na cama enquanto se beijava. A gente se dava beijos lentos e eles nos olhavam. A gente se tocava e beijava como se eles não estivessem ali. A Mari ficou de quatro e eu atrás dela, comecei a comer ela devagar, já não aguentava mais. O Jorge, de onde tava, via a raba da Mari e meu pau entrando e saindo da buceta dela, foi tipo um filme pornô ao vivo! Devem ter sido uns 5 minutos, ou menos, olhando, depois a Andrea virou e eles começaram a foder de novo, agora ela tava de barriga pra cima e as caras da Mari e da Andrea estavam bem juntinhas, eu tava Fiquei muito excitado vendo umas potras daquelas. Entre os gemidos e os corpos, fiquei muito tesudo, já nem pensava, só me mexia. Não resisti à tentação e enfiei um dedo na bucetinha apertada da Maria, ela gemeu muito e eu, que tava fervendo, fui com tudo, enchi ela de porra, a Mari gemeu pra caralho mas continuava muito quente, e eu também. Depois de uma foda daquelas, só de ver a situação já fiquei de pau duro de novo. A Mari levantou, foi no banheiro se limpar um pouco da porra. Voltou na hora e ficou olhando o André e o Jorge trepando, ficou com muito tesão. Ela tava do lado deles, de pé, quase encostando na Andrea, e começou a se tocar no clitóris e a massagear os peitos. Eu fiquei atrás dela, coloquei a mão dela no meu pau enquanto pegava nos peitos dela com uma mão e enfiava dois dedinhos da outra na boca dela. Aí ela se virou, me pegou pela mão e me levou pra cama de novo. A gente se posicionou de um jeito que ela tava de quatro, com meu pau na mão dela, me chupando, e a bucetinha apertada dela virada pro Jorge. Eu tava com meu pau bem perto da cara da Andrea, que via tudo e ficava com água na boca. Enquanto ela me fazia um boquete, cheguei perto do ouvido dela e falei:
- Sabia que o Jorge tá olhando sua raba? Cê gosta que ele olhe? … e ver a Andrea gozar olhando pra gente?
Aí a Maria pegou a mão da Andrea e colocou no meu pau. A Andrea começou a me masturbar enquanto o Jorge tocava a raba dela e enfiava na buceta da Mari, que tava super molhada e com muito tesão.
Eu não acreditava no que tava rolando. Enfiei o pau na boca da Andrea e toquei nos peitões enormes dela, lindos, massageando devagar. O Jorge tirou o pau da Andrea e ficou atrás da Mari, tocou um pouco nela e enfiou o pau na buceta dela. A Mari olhava pra gente e não parava de se tocar. A Andrea tava tão vidrada no meu pau que nem viu o que tava acontecendo. Depois de um tempo tocando ela toda, enfiando os dedos no botãozinho lindo que ela tem, fui pro outro lado e comecei a comer a namorada do Jorge de quatro. A gente tava dois fodendo com a namorada do outro, as duas de quatro, e elas curtiam se olhando gemer, aproximavam as carinhas. De repente a Maria chegou um pouquinho mais perto e deu uns beijinhos, eu explodia, tava fodendo a Andrea cada vez mais forte, agarrava ela firme na cintura, virei ela e coloquei de bruços na frente da Andrea que já tava beijando ela toda e chupando os peitos dela sem parar. Que tesão! Em cinco minutos a gente tava gozando tudo junto, tipo uma cachoeira de gemidos, os gemidos cada vez mais fortes, sem medo, sem culpa, sem pensar. A gente se jogou os quatro na cama, tocando as mãos, as bocas, vinham de vários lados. No meio da excitação, do álcool, do baseado, eu tava de olho fechado sentindo o prazer chegar de partes diferentes do meu corpo, tocava corpos diferentes. Daí a pouco eu já tava duro de novo e sinto alguém começando a me masturbar, abro os olhos, era a Maria que me olha e senta em cima de mim, coloca meu pau dentro dela devagar e começa a cavalgar. A Andrea tava do meu lado olhando a gente foder e gemendo, a gente se aproxima mais, como se tivesse programado, eu começo a beijar a Andrea e o Jorge a Maria, agora a gente tava todo mundo conectado e trepando pra valer. Parei um pouco a Mari, tirei e a Andrea também parou, trocamos de lugar com o Jorge e começamos a foder a Andrea com tudo enquanto a Maria olhava a gente e comia o Jorge. Os gemidos ecoavam pela casa toda, a cama não aguentava mais de tanta metida, a gente também não e quase gozamos juntos de novo, a buceta da Andrea não aguentava mais, tava vermelha de tanto foder, ela pede pra parar. Eu tiro devagar e coloco o pau na boca da Mari que tava cavalgando em cima do Jorge. Aperto os peitos dela e falo:
- Você ia gostar de sentir os dois dentro de você?
Ela me olha com a cara vermelha, a carinha pervertida se entregando a tudo, tira o pau da boca
- hoje não me animo, pai
- e você gosta de ter dois paus pra você?
Ela balança a cabeça dizendo que sim enquanto me olha nos olhos e engole bem fundo. Jorge, que já não aguentava mais, chega enchendo ela de porra bem quente, Mari estava muito cansada, eu coloco ela de barriga pra cima e gozo em cima dos peitos dela. Andrea, já de volta do banheiro, me viu chegar e mordeu o lábio com os dentes. Depois disso, a gente deu uma pausa, descansou, bebeu algo, Jorge e eu não acreditávamos. Ficamos um tempinho no quintal e depois fomos dormir, eu capotei. No outro dia, Mari me acorda com uns beijos doces. Acordei com aqueles beijos e não entendia nada, amei, parece que ela se excitou vendo Jorge e Andrea dormindo do lado, enfiou a mão debaixo do lençol e pegou no meu pau. Aí vejo a cabeça da Andrea espiando e olhando pra gente, ela ri e olha com cara de tesão. Maria estava me punhetando devagar, ia direto pra chupar meu pau, meter ele todo pra dentro e chupar, passar a língua dele pelo tronco até as bolas, chupar minhas bolas. Do lado, Andrea já tinha na mão o pau do Jorge e olhava de canto enquanto engolia. Um tempinho depois, ela tá de quatro e Jorge começa a foder ela, eu viro Maria de bruços, agarro ela pela cintura e meto até gozar. Tava muito cansado, o cheiro de porra e de buceta era muito forte e excitante, fui ligar a chaleira, no banheiro, e quando voltei, Jorge tava comendo a namorada na mesma posição, mas pelo cuzinho, e Maria olhando pra eles e se tocando, com a buceta dela cada vez mais perto da boca da Andrea, até que Andrea não aguentou mais e começou a chupar ela, Maria recebia o prazer da língua da Andrea e se apalpava os peitos. Eu olhei a bunda da Andrea recebendo carne e endureci de novo, era uma loucura que não parava, me coloquei do lado do Jorge e ele me disse:
- Vai, dá um pouco pelo cuzinho que ela adora -
Olhei pra Andrea e ela tava a todo vapor chupando a buceta da minha mina, aí olhei a bunda dela, que gostosa! Tava muito quente, meio vermelha no centro, toda banhada em sêmen e saliva. Enfiei um dedo, dois, e a outra mão tocava o clitóris dela enquanto entrava na buceta dela. Na hora, ela se vira, me olha e fala:
- Mete no meu cu, vai, por favor -
Uff! Como isso me excitou. Coloquei a cabeça da pica no cu dela e apertava devagar, ela começou a gemer. Com uma mão, eu batia uma pra ela tocando o clitóris, enquanto entrava e saía devagar. De repente, ela me agarra pela bunda e me puxa contra a bundinha dela, a pica entrou de uma vez e ela gemeu, que prazer! A gente tava fazendo um anal com a mina do meu amigo enquanto ela chupava a Maria, que não resistiu ao vício em pica e se colocou do nosso lado, entregando a bundinha pro Jorge. Eu via minha pica entrar e sair da bunda da Andre, ela enfiava a mão pra tocar a buceta dela, beijava ela. Eu tava muito excitado, metia forte no cu da Andre, ela tava gemendo, soltando gritinhos. De repente, olhei pro lado e a Mari já tava sendo comida pelo cu lindo dela. Uns minutos depois, eu já tava gozando de novo, enchi o cu da Andrea de porra, transbordou e foi escorrendo até a buceta, e depois o Jorge gozou na bunda da Maria. A gente tava todo satisfeito de novo e deitamos pra dormir mais um pouco.
Depois de passar o dia inteiro juntos, notei que a Maria e a Andrea estavam se dando super bem, falavam de tudo, como duas amigas, tinham códigos parecidos. A gente também se conhecia bem e sempre teve uma química foda. Aí lembrei daquela fantasia que a gente teve com o Jorge quando conhecemos aquelas duas minas que falei no começo. E pelo jeito que ele olhava pras garotas, tinha certeza que ele também tava lembrando. Mal chegamos em casa, coloquei uma música e falei pro Jorge me acompanhar pra comprar umas coisas, fomos no supermercado. Quando chegamos, falei:
- Cara, as minas tão se dando bem
- É, não param de falar
- Sim, e o que achou da Maria?
- Ela é muito gente boa, e muito gostosa
- É, gosto muito dela, a gente se entende bem, e com a Andrea como que tá? Ela também é muito gostosa!
- É, já faz um ano que a gente mora junto
- E tá tudo certo?
- Sim, com altos e baixos, mas de boa!
- Você não vai ficar puto se eu contar no que eu tava pensando agora?
- Não, fala
- Lembra quando a gente queria pegar a Bety e a Caro?
- Lembro, sim
E aí ele ficou um tempão pensando, nisso a gente chegou no supermercado, certeza que deixei a cabeça dele a mil, viajando, imaginando a festa que a gente podia fazer com os quatro. No meio do supermercado ele me fala:
- Você toparia um troca-troca?
- Sei lá, o que rolar, sem forçar!
- Cê acha?
- Você não curte a ideia?
- Até que sim, me excita pra caralho
- Vamos comprar algo gostoso pra beber? Cê acha que a Andre vai embarcar?
- Sinceramente, não sei
- Beleza, a gente vai vendo, no máximo elas dormem aqui e não rola nada, a gente tem um colchão inflável de casal que é bem confortável.
- Beleza, vamos ver como a coisa se desenrola
Aí acendeu a lâmpada na minha cabeça e mandei uma mensagem pra Mari
“Tô com muita vontade de realizar uma fantasia contigo esta noite, topa foder enquanto Jorge e Andrea nos observam?"
Conhecendo a Maria, eu sabia que ela ia dizer que não, que nem fodendo, etc., mas também sabia que aquela mensagem ia deixar ela com tesão, imaginava ela lendo perto da Andrea, sempre falamos sobre ficar com outra pessoa, nos excita muito.
Enquanto voltávamos, eu percebia o Jorge cada vez mais excitado, eu também tava, antes de chegar ele disse:
- "Beleza, mas se a Andre não quiser, a gente não faz nada."
Voltamos, cozinhamos uma delícia enquanto tomávamos um vinhozinho, música boa, um baseado. Aí a Mari me chama e me leva pro quarto. Será que ela ficou puta?
- "É sério a parada da mensagem?"
- "Mandei pra te deixar com tesão, meu amor"
Chego perto, dou um beijo suave nos lábios dela, um mais profundo, me aproximo do ouvido e falo:
- "Eu me imaginava te comendo de quatro e eles do nosso lado também se pegando, vendo como vocês aproveitam, vendo os corpos de vocês, me excita muito imaginar isso"
- "Sim, eu também" – ela fala enquanto leva um dedinho à boca.
Na hora começamos a nos pegar feio, caímos na cama e comecei a beijar ela enquanto apalpava os peitos dela, num segundo parei, falei:
- "Beleza, agora tu tem que convencer a Andrea"
Saímos e o Jorge e a Andrea estavam se beijando no quintal, o Jorge tinha as mãos na bunda dela, fizemos de conta que não vimos nada com a Mari, que me olhava com um tesão nos olhos que não dava mais. Parecia que era possível, eu pensava, finalmente, vai rolar, olhava pra Andrea, a carinha doce, aquela bunda que eu queria ter nas mãos, imaginava ela gozando com ele, recebendo a pica do namorado.
O Jorge e a Mari também se olhavam cada vez com mais desejo, ela olhava o peito dele, as pernas, o rosto, me olhava, que percebia tudo, e sorria ficando vermelha.
Comemos e enquanto a conversa ia ficando cada vez mais divertida, fumamos um pouquinho, fizemos uns fernets, e logo estávamos os quatro morrendo de rir e conversando sobre As coisas que a gente gostava de fazer pra se esquentar, entre uma coisa e outra, Maria se aproxima, me olha nos olhos e me dá um beijo longo enquanto por baixo me agarra a pica com força, ela já tava a ponto, não aguentava mais de tesão.
Andrea tava chupando o Jorge, eu levantei, coloquei algo pra dançar e do nada a gente tava dançando os quatro uma cumbia colombiana, e já cada vez mais perto de pegar todo mundo junto.
Então falo pro Jorge me acompanhar até o quarto, que a gente tinha que montar o colchão dele (do lado do nosso sommier), ele vem, quando a gente tá no quarto ele me abraça e começamos a encher o colchão pensando que já não íamos usar porque a gente ia acabar fodendo os quatro no sommier.
— Cê tá de pau duro, né?
— Sim, não aguento mais — Um volume grande dava pra ver crescendo na virilha dele
— Eu tô muito quente, para, tem regras ou não?
— Melhor a gente ver como pinta
— Cê falou pra Andre?
— Falei, mas ela tá meio cagona.
— Bom, se não rolar, não rola
Saímos pro pátio e a Mari tava com a mão por trás das costas da Andre, falando pertinho da orelha dela e rindo, elas tavam lindas.
— Por que a gente não vai deitar? — disse a Andrea do nada
— Vamos dançar mais um pouco e depois a gente vai
Começamos a dançar e na quarta música eu levei a Maria contra a parede e a gente tava se apertando pra caralho, Jorge fez o mesmo com a Andrea, falei pro Jorge irem pro quarto e usarem o sommier, que a gente ficava mais um pouco no pátio. Eles foram pra cama e eu e a Mari tiramos a roupa devagar, eu desabotoava a camisa dela, ela o cinto, a situação toda tinha deixado ela muito puta. A gente foi contra a parede, ela de costas, e comecei a beijar o pescoço dela devagar, a colocar uma mão na boca dela, tocando ela suavemente, o pescoço, a cintura, a raba. Enquanto eu chupava o pescoço e as orelhas dela, minhas mãos avançavam pela cintura até os peitos dela. Passei uma mão por baixo da calça dela e comecei a masturbar ela devagarinho, ela gemia, tava completamente entregue, a gente tava Nisso, a gente ouve um gemido vindo do quarto, uhhh, ficamos a mil, a Maria tava molhadíssima de tanto imaginar putaria o dia inteiro, e eu acariciava o clitóris dela devagarinho com uma mão, um peito com a outra, deslizava entre meus dedos, e dava beijos no pescoço dela. Tava com o mamilo dela entre o dedo indicador e o polegar, acariciando, apertando. Enfiei dois dedos na buceta dela, tirei e coloquei na boca dela, ela chupou os próprios sucos. Aí peguei ela pela cintura, fomos até a porta do quarto pra ouvir mais, e abri um pouquinho pra ela espiar enquanto eu abraçava ela por trás. Eu não conseguia ver muito, ela olhava pela fresta, se tocando nos peitos. Tirei a camiseta e a calça, ela tirou o sutiã e baixou um pouco a calça. Olhava e mordia os lábios. Lá dentro, o Jorge tava de bruços, em cima da Andrea, que também tava de bruços com o travesseiro na cintura, mostrando a bundinha, eles tavam fodendo com tudo quando ouviram a gente abrir. A Andrea olha pra cara da Mari, que tava na porta olhando e se tocando toda, e morde os lábios, fica muito excitada, dá pra ouvir o gemido da Andrea, ah ah ah, e os dois gozam juntos, exaustos se jogam na cama. Aí a gente entra e deita do lado, na mesma posição que eles.
- Com licença.
A Andrea parecia meio assustada, mas logo se acalmou vendo a cara da Maria, que tava vermelha de tanto tesão. A gente se deitou devagar na cama enquanto se beijava. A gente se dava beijos lentos e eles nos olhavam. A gente se tocava e beijava como se eles não estivessem ali. A Mari ficou de quatro e eu atrás dela, comecei a comer ela devagar, já não aguentava mais. O Jorge, de onde tava, via a raba da Mari e meu pau entrando e saindo da buceta dela, foi tipo um filme pornô ao vivo! Devem ter sido uns 5 minutos, ou menos, olhando, depois a Andrea virou e eles começaram a foder de novo, agora ela tava de barriga pra cima e as caras da Mari e da Andrea estavam bem juntinhas, eu tava Fiquei muito excitado vendo umas potras daquelas. Entre os gemidos e os corpos, fiquei muito tesudo, já nem pensava, só me mexia. Não resisti à tentação e enfiei um dedo na bucetinha apertada da Maria, ela gemeu muito e eu, que tava fervendo, fui com tudo, enchi ela de porra, a Mari gemeu pra caralho mas continuava muito quente, e eu também. Depois de uma foda daquelas, só de ver a situação já fiquei de pau duro de novo. A Mari levantou, foi no banheiro se limpar um pouco da porra. Voltou na hora e ficou olhando o André e o Jorge trepando, ficou com muito tesão. Ela tava do lado deles, de pé, quase encostando na Andrea, e começou a se tocar no clitóris e a massagear os peitos. Eu fiquei atrás dela, coloquei a mão dela no meu pau enquanto pegava nos peitos dela com uma mão e enfiava dois dedinhos da outra na boca dela. Aí ela se virou, me pegou pela mão e me levou pra cama de novo. A gente se posicionou de um jeito que ela tava de quatro, com meu pau na mão dela, me chupando, e a bucetinha apertada dela virada pro Jorge. Eu tava com meu pau bem perto da cara da Andrea, que via tudo e ficava com água na boca. Enquanto ela me fazia um boquete, cheguei perto do ouvido dela e falei:
- Sabia que o Jorge tá olhando sua raba? Cê gosta que ele olhe? … e ver a Andrea gozar olhando pra gente?
Aí a Maria pegou a mão da Andrea e colocou no meu pau. A Andrea começou a me masturbar enquanto o Jorge tocava a raba dela e enfiava na buceta da Mari, que tava super molhada e com muito tesão.
Eu não acreditava no que tava rolando. Enfiei o pau na boca da Andrea e toquei nos peitões enormes dela, lindos, massageando devagar. O Jorge tirou o pau da Andrea e ficou atrás da Mari, tocou um pouco nela e enfiou o pau na buceta dela. A Mari olhava pra gente e não parava de se tocar. A Andrea tava tão vidrada no meu pau que nem viu o que tava acontecendo. Depois de um tempo tocando ela toda, enfiando os dedos no botãozinho lindo que ela tem, fui pro outro lado e comecei a comer a namorada do Jorge de quatro. A gente tava dois fodendo com a namorada do outro, as duas de quatro, e elas curtiam se olhando gemer, aproximavam as carinhas. De repente a Maria chegou um pouquinho mais perto e deu uns beijinhos, eu explodia, tava fodendo a Andrea cada vez mais forte, agarrava ela firme na cintura, virei ela e coloquei de bruços na frente da Andrea que já tava beijando ela toda e chupando os peitos dela sem parar. Que tesão! Em cinco minutos a gente tava gozando tudo junto, tipo uma cachoeira de gemidos, os gemidos cada vez mais fortes, sem medo, sem culpa, sem pensar. A gente se jogou os quatro na cama, tocando as mãos, as bocas, vinham de vários lados. No meio da excitação, do álcool, do baseado, eu tava de olho fechado sentindo o prazer chegar de partes diferentes do meu corpo, tocava corpos diferentes. Daí a pouco eu já tava duro de novo e sinto alguém começando a me masturbar, abro os olhos, era a Maria que me olha e senta em cima de mim, coloca meu pau dentro dela devagar e começa a cavalgar. A Andrea tava do meu lado olhando a gente foder e gemendo, a gente se aproxima mais, como se tivesse programado, eu começo a beijar a Andrea e o Jorge a Maria, agora a gente tava todo mundo conectado e trepando pra valer. Parei um pouco a Mari, tirei e a Andrea também parou, trocamos de lugar com o Jorge e começamos a foder a Andrea com tudo enquanto a Maria olhava a gente e comia o Jorge. Os gemidos ecoavam pela casa toda, a cama não aguentava mais de tanta metida, a gente também não e quase gozamos juntos de novo, a buceta da Andrea não aguentava mais, tava vermelha de tanto foder, ela pede pra parar. Eu tiro devagar e coloco o pau na boca da Mari que tava cavalgando em cima do Jorge. Aperto os peitos dela e falo:
- Você ia gostar de sentir os dois dentro de você?
Ela me olha com a cara vermelha, a carinha pervertida se entregando a tudo, tira o pau da boca
- hoje não me animo, pai
- e você gosta de ter dois paus pra você?
Ela balança a cabeça dizendo que sim enquanto me olha nos olhos e engole bem fundo. Jorge, que já não aguentava mais, chega enchendo ela de porra bem quente, Mari estava muito cansada, eu coloco ela de barriga pra cima e gozo em cima dos peitos dela. Andrea, já de volta do banheiro, me viu chegar e mordeu o lábio com os dentes. Depois disso, a gente deu uma pausa, descansou, bebeu algo, Jorge e eu não acreditávamos. Ficamos um tempinho no quintal e depois fomos dormir, eu capotei. No outro dia, Mari me acorda com uns beijos doces. Acordei com aqueles beijos e não entendia nada, amei, parece que ela se excitou vendo Jorge e Andrea dormindo do lado, enfiou a mão debaixo do lençol e pegou no meu pau. Aí vejo a cabeça da Andrea espiando e olhando pra gente, ela ri e olha com cara de tesão. Maria estava me punhetando devagar, ia direto pra chupar meu pau, meter ele todo pra dentro e chupar, passar a língua dele pelo tronco até as bolas, chupar minhas bolas. Do lado, Andrea já tinha na mão o pau do Jorge e olhava de canto enquanto engolia. Um tempinho depois, ela tá de quatro e Jorge começa a foder ela, eu viro Maria de bruços, agarro ela pela cintura e meto até gozar. Tava muito cansado, o cheiro de porra e de buceta era muito forte e excitante, fui ligar a chaleira, no banheiro, e quando voltei, Jorge tava comendo a namorada na mesma posição, mas pelo cuzinho, e Maria olhando pra eles e se tocando, com a buceta dela cada vez mais perto da boca da Andrea, até que Andrea não aguentou mais e começou a chupar ela, Maria recebia o prazer da língua da Andrea e se apalpava os peitos. Eu olhei a bunda da Andrea recebendo carne e endureci de novo, era uma loucura que não parava, me coloquei do lado do Jorge e ele me disse:
- Vai, dá um pouco pelo cuzinho que ela adora -
Olhei pra Andrea e ela tava a todo vapor chupando a buceta da minha mina, aí olhei a bunda dela, que gostosa! Tava muito quente, meio vermelha no centro, toda banhada em sêmen e saliva. Enfiei um dedo, dois, e a outra mão tocava o clitóris dela enquanto entrava na buceta dela. Na hora, ela se vira, me olha e fala:
- Mete no meu cu, vai, por favor -
Uff! Como isso me excitou. Coloquei a cabeça da pica no cu dela e apertava devagar, ela começou a gemer. Com uma mão, eu batia uma pra ela tocando o clitóris, enquanto entrava e saía devagar. De repente, ela me agarra pela bunda e me puxa contra a bundinha dela, a pica entrou de uma vez e ela gemeu, que prazer! A gente tava fazendo um anal com a mina do meu amigo enquanto ela chupava a Maria, que não resistiu ao vício em pica e se colocou do nosso lado, entregando a bundinha pro Jorge. Eu via minha pica entrar e sair da bunda da Andre, ela enfiava a mão pra tocar a buceta dela, beijava ela. Eu tava muito excitado, metia forte no cu da Andre, ela tava gemendo, soltando gritinhos. De repente, olhei pro lado e a Mari já tava sendo comida pelo cu lindo dela. Uns minutos depois, eu já tava gozando de novo, enchi o cu da Andrea de porra, transbordou e foi escorrendo até a buceta, e depois o Jorge gozou na bunda da Maria. A gente tava todo satisfeito de novo e deitamos pra dormir mais um pouco.
11 comentários - Com outro casal!!
Qué buena experiencia