Harry Potter e o Livro do Tesão

8. Escuridão

O Expresso de Hogwarts partiria duas horas mais tarde, e como sempre, a correria de última hora tomou conta da casa dos Weasley. Molly estava desesperada, gritando com o Ron por não ter pensado antes onde estava o uniforme de goleiro dele, enquanto a Gina perguntava sem parar pelo livro de Herbologia e a Hermione arrancava os cabelos, certa de que tinha esquecido alguma coisa. O Harry estava no quarto do Ron terminando de encher o baú quando a Fleur entrou pela porta, com um legging preto bem apertado e uma camiseta esportiva que mostrava o umbigo dela.

- Cuida bem da minha hegmaninha, Haggy - disse ela, dando um abraço nele.

- Pode deixar, Fleur. Vou ficar de olho pra ela se enturmar rapidinho.

- Ótimo - falou a francesa, com os olhos fixos no Harry -. Cê vai ver que na minha família nós somos muito... aggadecidos - terminou, agarrando o pau do bruxo.

Harry ficou olhando nos olhos da Fleur e desejou nunca ter que sair dali. Na mesma hora, a senhora Weasley gritou o nome dele.

- Poxa, Haggy, parece que cê tem que instagramar. É uma pena - disse a francesa, mordendo o lábio e com o olhar fixo no pau duro do Harry, que ela segurava firme através da calça -. Tô aguardando ansiosa pelas férias de Natal.

Fleur deu um último sorriso pra ele antes de soltar e sair do quarto, rebolando aquela bunda magnífica.

Harry ficou matutando. Nunca tinha tido muita sorte com as minas e não encontrava explicação pra o que tava rolando ultimamente ao redor dele. Outro grito da senhora Weasley o tirou do devaneio, e ele desceu rápido pra cozinha, onde todo mundo já esperava.

Assim que chegaram na estação de trem, a cena de todos os anos se repetiu, com a família toda correndo antes que a entrada pra plataforma 9 ¾ fechasse. A senhora Weasley derramava umas lágrimas enquanto se despedia do Harry, da Hermione, do Ron e da Gina, pedindo pra eles Se comportassem direito. Os Weasley acenavam para o ar pra ninguém reparar muito que quem tava dando o show era a mãe deles.

O Expresso deu um apito forte enquanto os quatro amigos procuravam lugar. Harry acenou pra Cho Chang quando passou por ela e se virou pra ver bem o quanto era curta a saia xadrez azul que ela tava usando. A garota de traços asiáticos era uma das fraquezas dele, e ver as pernas longas dela debaixo de tão pouca roupa não ia ajudar. Voltou à realidade com uma cotovelada do Rony. Gina ficou pra trás, no compartimento de umas minas da Lufa-Lufa, e o resto seguiu.

Finalmente chegaram no compartimento deles, onde se acomodaram e começaram a falar das matérias que os esperavam naquele ano e especular sobre quem seria o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. Hermione parecia animada com a ideia de começar as aulas de novo. Não era nada estranho nela, que passava mais tempo na biblioteca do que no quarto dela. Rony não parecia muito convencido quando a namorada dele propôs que ele a acompanhasse nas longas jornadas de estudo.

Pouco depois chegou Luna, com a longa cabeleira loira solta e vestida com um conjunto muito estranho. De um lado, usava um moletom rosa vários tamanhos maior do que o dela, enquanto as pernas eram cobertas escassamente por uma saia preta justa, com umas meias de renda que iam até a metade da coxa e se uniam debaixo da saia com ligas. Os sapatos dela pareciam ser do pai dela, grandes, marrons e mais próprios pra um homem do que pra uma jovem estudante.

Luna se jogou pra dar um beijo em todo mundo antes de colocar as coisas dela e se acomodar na frente do Harry. Ela tinha um jeito estranho de sentar, com as plantas dos pés juntas no banco, enquanto apoiava os braços na parte de dentro dos joelhos. Não era a posição ideal usando uma saia tão curta, Harry podia ver perfeitamente as transparências da calcinha da Luna. Você gostou, Harry? — perguntou Luna, despreocupada. — Depilei esta manhã, caso rolasse algo, e vi que foi uma boa ideia, embora não esperasse que fosse você a reparar.

Harry morria de vergonha enquanto Ron se acabava de rir e Hermione segurava o riso, tentando fazer cara de desaprovação. Eles estavam acostumados com as excentricidades da garota, mas no final sempre pegava eles de surpresa. Depois de um tempo, Ron e Hermione tiveram que ir para o vagão dos monitores, deixando Harry e Luna sozinhos.

— Na próxima edição do Pasquim, o mistério dos duendinhos de Cornwall e a relação deles com a produção em massa da poção supressora será resolvido.

— Nossa, Luna, cada vez as reportagens estão mais interessantes — disse Harry, torcendo para que o nariz não crescesse.

— Eu sei — limitou-se a responder a loira. — Se importa se eu trocar de roupa? — perguntou enquanto corria a cortina do compartimento.

— Hum... Não... Acho que não.

Harry viu a amiga tirar o uniforme de Hogwarts da mala e, em seguida, se livrar do moletom. Por baixo, ela usava apenas um sutiã sem alças que segurava bem o peso dos peitos da garota, que eram grandes o suficiente para encher a mão de Harry, que não acreditava na falta de vergonha de Luna.

— Você transou muito esse verão, Harry?

— O quê? — disse, surpreso. — N-não, Luna. E você?

— Não. Me ajuda com o zíper? — respondeu ela, virando as costas para Harry.

O bruxo se levantou e abaixou o zíper da saia de Luna com mãos trêmulas. Na frente dele, foi aparecendo o triângulo da parte de trás da calcinha fio dental da amiga, assim como a parte de cima das ligas. A garota usava um conjunto de lingerie de verdade, mas naquela altura nada podia surpreender Harry. Ou era o que ele pensava.

— Se quiser, pode me foder — disse Luna.

— O-que você está dizendo, Luna? Não fala besteira — respondeu Harry, tentando rir.

— Tá bom, mas se Se tivesse lido a última edição d'O Rabugento, saberia que inseminar várias mulheres pode te deixar mais atraente na hora de encontrar uma parceira fixa no futuro.

Harry se decepcionou consigo mesmo ao ficar excitado, mesmo sabendo que Luna tinha usado a palavra "inseminar" pra se referir a um possível sexo com ele. Num impulso, aproveitou pra acariciar a bunda da amiga enquanto puxava a saia dela pra baixo.

Luna vestiu o uniforme e abriu de novo as cortinas do compartimento, satisfeita.

— Você vai bater uma pensando em mim hoje à noite?
— Luna — respondeu Harry, divertido —, esse tipo de pergunta não se faz a um amigo.
— Eu vou me tocar pensando em como você ficou todo excitado por minha causa.
— Não fiquei... — tentou mentir Harry, apesar da ereção óbvia.
— Valeu — respondeu Luna com um sorriso lisonjeado, já olhando distraída pela janela.

Chegaram alguns minutos depois na estação de Hogsmeade e foram pras carruagens. No caminho, encontraram Gina, Neville e as irmãs Patil, então decidiram dividir o transporte. Dentro do carro, a escuridão era total. Mal dava pra distinguir as sombras das cabeças dos outros. Harry acabou sentado entre Gina e Luna, e a viagem começou. Depois de alguns minutos, Harry ouvia as irmãs indianas discutindo sobre a professora Trelawney, e de repente sentiu um movimento estranho à direita e uma mão agarrando a dele à esquerda. Quem segurava a mão dele era Gina, que a acariciava com carinho enquanto se aproximava pra dar um beijo na bochecha dele.

Sentiu de novo o movimento à direita, acompanhado de um gemidinho. Harry levou a mão ao braço de Luna pra ver se ela tava bem. A garota agarrou a mão dele rapidamente e a guiou pra dentro da calcinha dela, já bem molhada. Harry começou a acariciar Luna enquanto os beijos de Gina iam se aproximando-se ao canto dos lábios dela. Um minuto depois, Ginny entrelaçava as línguas e mordia o lábio dele com força, recuperando o tempo perdido. Harry, por sua vez, notava como Luna arqueava as costas para continuar recebendo os três dedos do jovem bruxo em seu interior quente.

- Este ano vai ser o melhor de Herbologia, não é, Harry? - perguntou Neville de repente.

Harry parou de beijar Ginny por um momento e respondeu, assustado:

- É... Sim, sim, claro. Sabe o que vamos ter que fazer? - perguntou, esperando manter a conversa.

- Ah, claro. Você não leu o programa, Harry? Na primeira semana já vamos pegar as plantas carnívoras. Que demais! Vamos ter que alimentá-las por um mês e ver como vão crescendo lentamente por horas. Além disso, a professora Sprout me...

Harry se cansou de prestar atenção no discurso do colega, que continuava falando sem que ninguém realmente ouvisse. Voltou aos lábios grossos de Ginny e tentou fazer o mínimo de barulho possível enquanto não parava de beijá-la. A situação mudou quando Luna, influenciada pelo vai e vem constante dos dedos de Harry em sua buceta, decidiu tirar das calças do bruxo o pau ereto dele e engoli-lo por inteiro. Harry parou de beijar Ginny por um segundo, surpreso com a forma como Luna percorria de cima a baixo o pênis dele. Como ela conseguia enfiar o pau inteiro na boca? Voltou a procurar os lábios de Ginny depois de decidir que o melhor era não fazer perguntas e continuar aproveitando o boquete incrível que a excêntrica garota da Corvinal estava lhe dando.

- Meninas, vocês estão bem? Não vieram muito falantes neste ano - perguntou Parvati.

- Ah... Sim - disse Ginny separando os lábios dos de Harry -. É que foi um dia muito cansativo, só isso. Com certeza a comida resolve tudo.

Harry viu Luna tentando se levantar para responder. Ele tinha medo do que ela poderia dizer, então agarrou a cabeça dela bem a tempo e obrigou ela a continuar chupando, algo que a Luna não pareceu se importar.

- Mm... Acho que a Lu-Luna caiu no sono - respondeu Harry, pouco convincente, embora as colegas parecessem satisfeitas com a explicação.

Seguiram com o que estavam fazendo enquanto as acompanhantes voltavam a conversar entre si. O beijo da Gina era de época, assim como a língua da Luna, que parecia saber exatamente as partes do pau dele que precisava lamber pra levar ele ao orgasmo. Naquele momento, Gina decidiu se arriscar um pouco mais, mas quando foi pegar o membro do Harry, encontrou uma cabeça subindo e descendo, tomando conta daquele homem inteiro. Gina parou de beijá-lo e Harry temeu que aquilo fosse destruir de novo o relacionamento deles, que tinham acabado de consertar.

- Cê gosta de como essa rabuda chupa? - ouviu Gina sussurrar, surpreso.

Luna tinha começado a bater uma pra ele, chupando só a cabeça do pau. Ela acompanhava o ritmo da mão com os lábios, enquanto a língua rodeava o pinto do Harry uma e outra vez.

As palavras da Gina fizeram o aparelho do Harry crescer ainda mais. Luna pareceu agradecer. Tirou as mãos e passou a usar só a boca. Harry segurava os cachos loiros da amiga enquanto ela engolia o pau inteiro dele uma e outra vez com uma facilidade impressionante. Estavam se aproximando do castelo e Luna não parava, impedindo que a rola do Harry escapasse dos lábios dela.

- Cê vai dar a porra que é minha? - ouviu Gina sussurrar no ouvido dele, enquanto dava beijos no pescoço e mordia de leve a orelha dele - Dá pra ela, amor. Segura a cabeça dessa comedora de pau e presenteia ela com o que ela tá procurando.

Harry não precisou segurar a cabeça dela com mais força, e não foi necessário pra Luna deixar o jovem mago descarregar toda a porra na boca dela, com jatos violentos direto na garganta. Luna continuou masturbando ele até não sobrar nada dentro. Luna engoliu tudo que o Harry tinha dado, e depois de chupar ele por uns segundos. mas decidiu que tinha deixado bem limpinho e voltou a se sentar.

Harry beijou Gina de novo bem na hora em que a carruagem parou. Saíram dela como se nada tivesse acontecido. Harry ficou feliz ao ver o sorriso cheio de safadeza de Gina. Luna continuava impassível, como se nada tivesse rolado. Na frente, se erguia a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Um novo ano letivo começava.

9. Cooperação

... de forma que este ano vamos aproveitar de novo as maravilhas que este castelo tem guardadas pra gente, junto com os estudantes estrangeiros que nos honram com a presença deles — dizia o diretor de Hogwarts, no seu discurso de boas-vindas de sempre. — Por outro lado, é uma grande honra apresentar quem vai ser a nova professora de Defesa Contra as Artes das Trevas, uma das aurores mais novas da História, e ex-aluna desta casa. Bem-vinda, Ninfadora Tonks.

Pela porta que ficava à direita da mesa dos professores, apareceu uma mulher de cabelo rosa, baixinha e com uma túnica azul escura larga que cobria ela toda.

Harry e Rony riam das mudanças que Tonks tinha feito na aparência dela, que parecia uma pessoa diferente toda vez que se encontravam. Hermione comentava animada com quem quisesse ouvir as peripécias que a nova professora tinha vivido e como ela seria uma boa professora.

— E como vai ser gostoso ver uma mulher gostosa dando aula pra gente pela primeira vez — disse Rony no ouvido de Harry, que só conseguiu concordar.

— Que comece o jantar! — gritou Dumbledore antes de se sentar.

Na frente dos alunos, apareceram centenas de bandejas com a comida mais variada que se possa imaginar. Tudo tinha uma cara deliciosa, e ninguém ficou com vontade de mais quando terminou. Hermione e Rony se levantaram pra levar os alunos do primeiro ano pros dormitórios. Harry reparou que a maioria ia com Hermione. especialmente os caras. Não os culpava, mesmo com a túnica por cima do uniforme, a amiga dele era a mulher mais gostosa da escola.

Harry foi dar uma volta com Seamus e Dean antes de subir pra Sala Comunal. Quando subiu todas as escadas, ouviu uns barulhos num dos corredores do sétimo andar. Chegou sem fazer barulho e viu uma garota ruiva abraçada num cara, que tinha a mão debaixo da saia dela. No começo doeu ver a Gina se divertindo com outra pessoa, mas depois do que tinha rolado naquela noite, não tinha nada pra reclamar. Vazou na hora em que a amiga dele se ajoelhou, deixando claro o que ia rolar em seguida.

- Ametista - falou pra Mulher Gorda deixar ele entrar.

- Pois não, senhorzinho.

Na Sala Comunal, encontrou o Rony conversando com a Lavender, sentados num sofá. Assim que viram ele, levantaram pra cumprimentá-lo meio nervosos. A ex-namorada do Rony era conhecida na escola por ser muito... apaixonadinha. A verdade é que era bem gata, sempre com a saia uns centímetros mais curta que a das outras minas. Deu um beijo no Harry e foi pra torre das mulheres.

- Seria foda poder subir pra ver o que rola naquelas salas - disse o Rony enquanto subiam as escadas dos caras. - Ainda não entendo por que elas podem entrar nas nossas e a gente não pode entrar nas delas.

- Provavelmente porque elas não tão pensando em vir nos espionar, igual você faz - riu Harry.

- Ei, o meu é puro interesse científico - se defendeu o Rony, sem convicção nenhuma.

Pelo menos tiveram a sorte de ficar com o quarto antigo dos gêmeos, então agora só Harry e Rony dormiam nele. Naquela noite, Harry dormiu como não conseguia há meses. Finalmente tava na sua verdadeira casa, com a família dele. Parecia que tudo tava indo muito melhor do que ele podia imaginar. Mas, de novo, sonhou com a mulher presa e dessa vez também não conseguiu. reconhecê-la. Ouviu, sim, uma voz familiar.

- Tenta de novo e vai saber o que é dor de verdade - ouviu Voldemort dizer antes de acordar.

Acordaram cedo pra ir pras masmorras. Começar o ano letivo com uma aula de poções não era bem o que mais queriam, mas iam agradecer quando o resto do dia tivesse matérias mais interessantes. Naquele ano, dividiam a aula com os alunos da Corvinal, então pelo menos dava pra ficar perto da Cho, que tinha repetido a matéria no ano anterior.

- De novo aqui, Potter. Tinha esperança de que você tivesse se afogado no seu próprio ego - ouviu Draco Malfoy dizer pelas costas. Ele vinha acompanhado da Pansy Parkinson, que o seguia feito um cachorrinho de colo, rindo das gracinhas dele.

- Não tenho tempo nem saco pra te aturar, Malfoy. Para de se arrastar pelo menos por um dia.

- Seu...! - disse Malfoy, fazendo menção de correr na direção dele.

Ron e Hermione sacaram suas varinhas ao mesmo tempo, fazendo Draco parar no meio do caminho.

- Quando você se decidir a se afastar dos seus patéticos guarda-costas, vai saber o que é bom - disse o garoto da Sonserina enquanto se afastava.

Entraram na sala e aguentaram as duas horas de aula chata do Snape, além das piadinhas constantes contra a Grifinória, que teve sorte de perder só 15 pontos naquela aula. No intervalo, Cho se aproximou do Harry, junto com uma garota asiática muito gostosa e que parecia bem tímida.

- Oi, Harry! Passou bem o verão? Essa é a Noshi, é estudante de intercâmbio da escola Mahoutokoro - Harry cumprimentou ela, e ela respondeu com um leve movimento de cabeça. - Esse ano a gente vai continuar treinando na Sala Precisa? - continuou Cho. - O Exército de Dumbledore tem que continuar de pé.

- Não tinha pensado nisso - admitiu Harry. - Esse ano vai ser foda, com todas as aulas que a gente tem. Vou pensar.

- Valeu! Se quiser, a gente pode ir eu e você dar uma olhada no quartel - disse Cho. Corando. —Pede tudo o que quiser.

—Vou fazer isso, Cho. Soa bem poder contar com sua ajuda pra... deixar tudo preparado.

Harry ficou olhando pras duas garotas asiáticas. Eram realmente gostosas e magras. Imaginou que a Noshi ia se beneficiar de uma ajudinha pra se enturmar.

O resto da manhã passaram na aula de Herbologia da voluptuosa professora Sprout, em Astrologia com a excêntrica Trelawney e em Transfiguração, com uma séria McGonagall. Nada de relevante aconteceu. Neville continuava se destacando na matéria favorita dele, Trelawney previu a morte de dois alunos em circunstâncias horríveis e McGonagall se desesperou quando o terceiro armário que Ron tentava transformar fugiu de quatro pela porta da sala.

Antes de saírem da aula, McGonagall chamou Harry.

—Potter, preciso pedir um favor. Uma das alunas de intercâmbio precisa de um tutor pra melhorar na aula de Transfiguração. Com certeza, o nível de Beauxbatons deixa muito a desejar.

Naquele momento, pela porta da sala entrou uma garota muito alta, com cabelo loiro platinado e uns olhos verdes lindos.

—Oi, Harry —cumprimentou Gabrielle, que parecia falar inglês com muito menos sotaque que a irmã.
—Oi, Gabrielle. Como você cresceu —disse Harry, sincero.
—Sim —ela respondeu, corando—. Espero aprender muito com você.

A irmã mais nova de Fleur tinha passado de uma adolescente pra uma mulher imponente, com quase 1,80 de altura e uns peitos firmes e bem grandes. Harry se perguntou como ficariam nela os conjuntos apertados que a irmã mais velha costumava usar.

McGonagall deixou a chave da sala pra eles poderem praticar sossegados. Durante a hora seguinte, ele percebeu que Minerva tinha razão e tentou não rir quando o cálice que a francesa tinha criado balançava a bunda peluda, igual ao do Ron no passado. Enquanto continuava tentando ensinar a Diferença entre a transformação de vertebrados e invertebrados, Harry passava os olhos pelo corpo da garota. Não ajudou que ela tirasse o casaco e ele pudesse ver a camiseta transparente de suor. Ele conseguiu notar o trabalho do sutiã rosa da sua aluna sob a pressão da blusa, e quando Gabrielle se abaixou para pegar uma de suas moedas dançantes, Harry decidiu que, de fato, o corpo dela não tinha nada a invejar ao de Fleur. Até diria que a bunda que se intuía por baixo da saia da loira era bem mais apetitosa.

Quando a aula terminou, Gabrielle informou que ele podia visitá-la quando quisesse na casa da Ravenclaw, já que era seu tutor. O chefe da Casa dela tinha permitido.

— Talvez eu precise de algumas aulas extras — disse a francesa antes de dar um beijo nos lábios dele. — Posso ser uma aluna muito boa.

Harry ficou atônito enquanto Gabrielle saía, sorrindo. Mas para sua surpresa, não parecia haver nenhuma segunda intenção nem no beijo nem nas palavras da garota. Ele se perguntou se seria bom ter uma atitude tão ingênua.

Harry voltou a sair para os jardins de Hogwarts. Era tarde, e logo seria hora do jantar, mas ele queria cumprimentar seu amigo Hagrid, que por algum motivo não tinha ido recebê-los na estação. No caminho, ficava pensando em tudo que tinha que fazer nos próximos dias. Não só precisava organizar suas aulas, mas agora tinha que ajudar Gabrielle e preparar os testes para o time de quadribol. Além disso, precisava reservar tempo se quisesse aceitar a oferta de Cho.

Ele ficou feliz ao ver a luz acesa na cabana, mas antes de entrar deu uma olhada pela pequena janela dos fundos, a única que permitia espiar algo do interior. A próxima coisa que Harry pôde ver foi o enorme guarda-caça deitado em sua cama pequena, com uma mulher não menos enorme em cima, se movendo pra cima e pra baixo ritmicamente.

Harry constatou que o gigantismo de Hagrid e Olympe Maxime, diretora de Beauxbatons se espalhava pros seus órgãos sexuais. A francesa era magra pra caralho. Tanto que Harry temeu ver na barriga dela o empurrão do pau gigantesco do Hagrid. Mesmo sem conseguir ver ele inteiro, a mulher se levantava tanto em cima dele sem o negócio sair de dentro que Harry imaginou que o troço era maior que o antebraço dele, e não ficava muito atrás na grossura.

As arremetidas da diretora eram longas e frenéticas. Isso fazia os peitões enormes dela balançarem pra todo lado, sem rumo, acompanhados dos gemidos abafados da dona. Harry ficou um tempão olhando a cena. Eles transavam como se fosse a última foda da vida deles. Hagrid não sabia onde se agarrar, passando dos bicos duros da parceira pro rabão dela, enquanto aquela mulher de berço esbanjava talento com a boceta peluda.

Aí Hagrid tomou o controle. Deu uns tapas na bunda da diretora e começou a meter nela com força, segurando os quadris da francesa. Os gritos da Maxime dava pra ouvir lá fora da cabana, e ela pareceu perceber. A diretora deu um movimento de varinha e Harry não escutou mais nada, mas pela cara vermelha da mulher, a boca bem aberta e os arranhões que ela fazia no peito do Hagrid, era óbvio que naquela cabana não tinha silêncio nenhum.

Hagrid fez a amante descer e colocou ela do lado dele com as próprias mãos. Maxime agora tava deitada de lado, na posição fetal, olhando pra parede onde tinha a janela que Harry usava pra ver o show.

Hagrid se deitou atrás da diretora, também de lado, como se fossem dormir abraçados de conchinha. Mas era claro que não iam dormir. Assim que o guarda-caça achou a posição certa, o pauzão dele voltou pra dentro da Maxime, toda aberta pra receber.

Da posição dele, Harry viu como A diretora fechava os olhos, aproveitando a penetração. O corpo dela se mexia a cada metida. O peito seguia o mesmo ritmo. As tetas da diretora estavam apoiadas uma em cima da outra no colchão. Eram realmente grandes, e o passar dos anos com aquele peso tinha tirado a firmeza delas. Isso não pareceu importar Hagrid, que logo se agarrou com força numa delas e usou pra aumentar o ritmo. Maxime abriu os olhos de repente quando a pica toda do Hagrid penetrou de uma vez, e pareceu olhar na direção da janela.

Harry, com medo de ter sido descoberto, saiu correndo na hora, com aquela imagem gravada na cabeça, e foi pro Grande Salão, onde sentou com Neville, que contava as últimas novidades sobre plantas carnívoras do Himalaia, que aparentemente aguentavam as piores condições climáticas sem nem piscar.

Ele se perguntou onde estavam Rony e Hermione até subir pro quarto que dividia com o amigo. Ao abrir a porta, ouviu o som das molas da cama do Rony e viu as cortinas que a cobriam se mexendo. Depois de ouvir os gemidos inconfundíveis da Hermione, resolveu se fazer notar. Tossiu três vezes e viu o movimento parar.

- Ah, merda! - ouviu Rony sussurrar. - Quanto tempo a gente tá nessa?

- Desculpa, Harry, dá pra gente um minuto? - disse Hermione.

- Sem problema.

Harry saiu do quarto e pouco depois a porta se abriu. Hermione tinha ido pro banheiro.

- Desculpa, cara. A gente não percebeu que horas eram. Acostumados na Toca, agora parece que não temos tempo nem lugar pra ficar sozinhos.

- Mas só passou um dia! - disse Harry, surpreso. - Não tem problema, Rony. Eu entendo. Se quiser, não me importo que a Hermione durma aqui algum dia.

- Sério? Não sei, talvez seja estranho. Acho que ela não vai topar, mas valeu.

Hermione saiu do banheiro pouco depois e Rony foi Enfiou nele.

- Ultimamente você não se esconde muito bem, Herm - disse Harry pra amiga, sorrindo.

- Tenho a sensação de que isso não é algo que te tira o sono - ela provocou, enquanto ajeitava melhor as tetonas dentro da camisa branca, a poucos centímetros de Harry. - Ou talvez tire - completou, encarando ele com um olhar desafiador.

Se despediu com um beijo na bochecha, arrastando de propósito os peitos pelo braço de Harry.

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